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Dedicação, foco e respeito é o recado de Igor Batista Rosas para os futuros laçadores

Para Igor, o esporte reúne amizade e diversão, indo além das competições em pistas

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Dedicação, foco e respeito é o recado de Igor Batista Rosas para os futuros laçadores

Natural de Ponta Grossa (PR), Igor Batista Rosas, de 34 anos, vem desde os anos 2000 no Team Roping. Uma modalidade que conquistou o seu interesse que vai além das pistas.

Dito isso, apresentamos o Raio-X Team Roping, com entrevistas de laçadores de todos os cantos do país. Confira o nosso bate-papo com o Igor.

Igor Batista Rosas
Idade: 34 anos
Cidade: Ponta Grossa -PR

Dedicação, foco e respeito é o recado de Igor Batista Rosas para os futuros laçadores

Como começou na modalidade?
Desde pequeno tive contato com cavalos, acompanhando minha família na fazenda. Em 1999 comecei a competir nos Três Tambores, no Haras São Nicolau, de propriedade da dona Gilda Nicolau. Acabei conhecendo o Team Roping em uma prova que fomos e me interessei pelo esporte.

O que o laço significa para você?
Amizade e diversão

Melhor cavalo?
Cabeça: Cash Bee Dee – Caio Proença
Pé: Congresso AB – Lincoln Figueiredo

Melhor prova?
ETR

Melhor laçada?
3,98

Melhor média?
Não lembro exatamente, mas uma que marcou foi em 2008 com o Marco Aurélio Mella, fomos campeões com 5,40 se não me engano

Ídolo no Laço:
José Soares

Como se vê no futuro?
Correndo prova, com certeza. Com os novos formatos de prova, poucas inscrições, conseguimos conciliar o trabalho, família e esporte.

Recado para geração futura
Dedicação, foco e respeito. Tudo isso vai fazer com que consiga chegar aonde você deseja!

E se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

Veja mais notícias da modalidade Laço em Dupla no portal Cavalus

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Com a paixão pelo Laço, que vem de família, Gustavo Ribeiro fala sobre os sonhos já realizados e as futuras conquistas

Apesar da pouca idade, o jovem de Santa Fé, no Paraná, acumula conquistas e amor pelo esporte

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Com a paixão pelo Laço, que vem de família, Gustavo Ribeiro fala sobre os sonhos já realizados e as futuras conquistas

Nesta sexta-feira (27), no perfil Roper’s Sport Digital apresentamos Gustavo Ribeiro, competidor de Laço em Dupla, que desde os 11 anos de idade, participa da modalidade no Laço Pé.

Confira a entrevista com Gustavo Ribeiro

Gustavo Ribeiro
Idade: 22 anos
Cidade: Santa Fé (PR)

Como começou na modalidade?

O Laço sempre esteve presente na minha vida. Desde muito jovem sempre acompanhei meu pai, Wiliam Ribeiro, e meu tio, Weslei Ribeiro, mexendo com gado. Eles já eram praticantes do Laço em Dupla. Então, sempre fui influenciado por eles a praticar esse esporte. Comecei a laçar no Team Roping com 11 anos, no Laço Pé, já laçava à campo.

O que o Laço significa para você?

O Laço é uma paixão para mim desde muito novo. Tenho muito amor pelo Laço, sempre tive grandes sonhos de realizar grandes conquistas e vitórias nesse esporte.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

Graças a Deus tenho vários títulos que considero bastante, mas, têm dois em especial que são os mais importantes para mim. A Prova do Issao, onde conquistei uma caminhonete 0km e a CPLD, onde tive o prazer de ganhar um trailer Quinta Roda, um prêmio que poucos campeonatos proporcionam.

Melhor cavalo?

É difícil de dizer, mas o cavalo que mais me proporcionou mais alegria foi o Red. Cavalo que eu conquistei esses dois grandes títulos que mencionei. Agora venho laçando também na Hanna Star, que é um excelente animal, muito habilidosa.

Melhor prova?

Prova do Issao

Melhor média?

Não me lembro o tempo correto, mas foi na casa dos 5s20. Foi com o meu parceiro Rafael Mota, em uma prova em Miraselva (PR).

Melhor Laçada?

Considero a melhor laçada a da final da Prova do Issao, onde precisávamos de 5s91, uma prova muito apertada, laçamos com 5s13. Considero uma laçada muito importante na minha carreira.

Ídolo no Laço?

Uma pessoa que admiro muito no esporte é o Júnior Nogueira.

Como se vê no futuro?

Tenho muitos sonhos no esporte e, um deles é ser campeão em uma prova ETR. Acredito que esse seja um sonho de grande parte dos laçadores por ser uma prova de alto nível.

Recado para a geração futura

Muita dedicação, treino, paciência, que os resultados vêm. Sempre buscar as informações corretas e o aperfeiçoamento.

Por fim, se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem uma história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Conheça Fábio Augusto Rodrigues Pascoarelli, que há 27 anos está no Team Roping, no Laço Cabeça

Laçador pretende permanecer na modalidade por muito tempo, “até Deus permitir”

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Conheça Fábio Augusto Rodrigues Pascoarelli, que há 27 anos está no Team Roping, no Laço Cabeça

Nesta sexta-feira (20), no perfil Roper’s Sport Digital apresentamos Fábio Augusto Rodrigues Pascoarelli, competidor de Laço em Dupla, que, desde 1994, participa laçando cabeça.

Confira a entrevista com Fábio Augusto Rodrigues Pascoarelli

Fábio Augusto Rodrigues Pascoarelli
Idade: 40 anos
Cidade: Cafeara (PR)

Como começou na modalidade?

Desde pequeno acompanhava meu avô na fazenda, andando a cavalo, mexendo com o gado, até com trator. Por incentivo dele, nós queríamos comprar um garanhão Quarto de Milha, andamos por vários lugares, até irmos em Astorga (PR), lá meu avô viu um garanhão, gostou e acabou comprando. E lá, o João Nieto e o Fabinho Nieto, na época laçavam, e meu vô sempre gostou.

Fomos lá ver esse cavalo e já estava sendo iniciado no treinamento de Laço. Meu avô viu eles laçando e falou: Fábio, você não tem vontade de laçar? Na mesma hora respondi que tinha, e ele já me colocou no cavalo e saí laçando boi no pasto, foi aquela lambança da primeira vez. Tomei gosto pela coisa, com o cavalo em treinamento seguimos, meu avô sempre incentivando.

Logo depois, compramos um cavalo de mais idade, mais professor, foi então que comecei de verdade, com meu avô sempre me ajudando, apesar de nunca ter laçado, sempre gostou da modalidade. A paixão dele era que eu laçasse, desde então nunca parei, na verdade tive uma pausa, comecei 1994 e fui até o ano 2000, retornei oito anos depois e vou permanecer na modalidade até Deus permitir.

O que o Laço significa para você?

Para mim significa tudo, é um espelho desde pequeno. Amor pelos animais, a função de trabalhar com eles, precisamos deles no dia a dia. Significa tudo, sempre o laço amizade, meu avô, que sempre vou falar bastante, e foi no Laço que conheci minha esposa e estou com ela há 21 anos. Ela, depois que meu avô se foi, até um pouco antes, ela que é a minha companheira, minha técnica. Então, o Laço para mim é família, amizade, é uma vida muito boa. Sem contar a satisfação de trabalhar com o que a gente gosta no dia a dia, o que a gente ama, os cavalos, o gado. Não dá nem para explicar a sensação de fazer o que a gente gosta, o prazer de treinar um animal e ver o resultado, o tanto que ele fica bom. É muito prazeroso.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

A conquista mais importante para mim foi a primeira. A primeira vez que subi no pódio, logo quando comecei, foi em uma prova pequena, na época todas as provas eram pequenas. Foi até um terceiro lugar, estavam todos os profissionais da época laçando e eu começando, foi a segunda prova da minha vida, que fui correr no meio deles. Consegui a terceira colocação, no meio de todos os profissionais da época que tinha aqui no Paraná, que eram fortes. A primeira vez ninguém esquece, ganhei uma moto.

Melhor cavalo?

Star, foi o cavalo que mais fui em prova, que mais tive conquistas. Parecia que era uma extensão minha no boi, esse não esqueço, vai ficar na minha memória para o resto da vida.

Melhor prova?

É a que estou participando no dia, sempre a melhor prova é a que participo. Não tem como destacar uma, e é melhor ainda se ganhar um primeiro lugar.

Melhor média?

4,92

Melhor Laçada?

Circuito Art Couro, na região de Maringá. Eu e Júlio Peba laçamos um boi de 3,65, que ficou na minha memória, uma laçada rápida.

Ídolo no Laço?

Getúlio Inácio da Silva – Peba, foi ele quem me ensinou, que me ‘lapidou’, logo quando comecei a laçar.

Como se vê no futuro?

Laçando até quando aguentar. Enquanto estiver aguentando montar em um cavalo e pegar um laço na mão, esse vai ser eu, sempre. Me vejo no futuro velhinho, montado em um cavalo laçando. Se eu vou dar conta de ser ‘cabeceiro’ não sei, mas vou continuar (risos).

Recado para a geração futura

É o mesmo que lá atrás me falaram: Nunca deixe o Laço subir para a cabeça, mantenha sempre na ponta do seu dedão. A humildade é sempre, ninguém sabe tudo.

E se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Mesmo não competindo profissionalmente, Weslei Ribeiro pretende laçar por muito tempo

Competidor de Team Roping, Weslei Ribeiro fala da paixão pela modalidade e os ensinamentos que ela traz, dentro de fora das pistas

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Mesmo não competindo profissionalmente, Weslei Ribeiro pretende laçar por muito tempo

Weslei Ribeiro, que está há 30 anos no Team Roping, comenta que sempre gostou de cavalos e bois, já que praticamente nasceu em uma fazenda. Assim, o competidor nos conta a sua história e dá um recado para as futuras gerações de laçadores.

Confira a entrevista com Weslei Ribeiro

Weslei Ribeiro
Idade: 50 anos
Cidade: Santo Inácio (PR)

Como começou na modalidade?

Nasci na fazenda, e sempre gostei de cavalo e boi, e com o grande incentivo dos pais, então eu e meu irmão começamos a laçar.

O que o Laço significa para você?

O Laço foi muito importante na minha vida, aprendi muito. O mundo da competição te ensina a ganhar e também saber perder. Assim, a amizade que faz com pessoas de diferentes lugares é muito boa, sem contar que o sabor da vitória é inesquecível.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

Todas as conquistas foram importantes, mas tem algumas que jamais são inesquecíveis. Tais como: Campeão da FNRC; Campeão Barretos; Bicampeão em Jaguariúna; Campeão do Rodeio dos Campeões em Presidente Prudente; Campeão em Goiânia; Campeão do Rodeio em São José do Rio Preto; Campeão paranaense, além de outras conquistas.

Melhor cavalo?
A égua que marcou história foi a Pantera.

Melhor média?
Todas as provas foram importantes, mas uma que foi inesquecível foi valendo um carro, e na somatória de 7 bois, ganhamos por 4 milésimos de segundo. A final de Barretos.

Melhor Laçada?
Tem várias laçadas importante, mas uma que focou marcada para sempre, foi na final da FNRC em Londrina (PR), fizemos um boi com 4 segundos. O pessoal que estava assistindo levantou e aplaudiu, isso ficou marcado.

Ídolo no Laço?
Admiro o competidor que pratica o esporte com amor e realiza uma laçada perfeita.

Como se vê no futuro?

Me vejo realizado no Laço em Dupla, tive o prazer de ganhar alguns prêmios, que deixaram boas lembranças. Hoje não pratico o esporte profissionalmente, mas por prazer, e pretendo laçar por muito tempo.

Recado para a geração futura

O recado que tenho então é que o esporte é muito bom, prazeroso, ensina a ganhar e saber perder, convive com pessoas de vários lugares, faz muitas amizades. E para chegar a ser um campeão exige gostar do que faz, força de vontade, dedicação, não medir esforços e também fé. Luta que você chega lá!

Campeão Rodeio de Jaguariúna no ano de 1997 com o parceiro wander terra

Dessa forma, se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Laçador Elton Ogata conta como a modalidade está presente na sua vida e o que ela representa

Apesar de ser um hobby atualmente, Elton pretende voltar a treinar firme e, quem sabe, correr alguma prova com seus filhos

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Laçador Elton Ogata conta como a modalidade está presente na sua vida e o que ela representa

Nascido em Apucarana (PR), Elton Ogata, de 38 anos, vem há 22 anos no Team Roping. Contudo, atualmente o laçador, fez da modalidade um hobby, se dedicando a outros projetos que envolvem o cavalo. Apesar disso, ele não descarta a possibilidade de retornar às pistas e, até correr uma prova com os seus filhos.

Confira a entrevista com Elton Ogata

Elton Ogata
Idade: 38 anos
Cidade: Apucarana (PR)

Elton Ogata

Como começou na modalidade?

Sempre fui apaixonado por cavalos desde pequeno, aprendi andar a cavalo no sítio do meu avô no município de Rio Bom (PR), e sempre nas férias escolares e fins de semanas ia para lá ficar andando a cavalo.

Então teve uma vez que tinha um rodeio em Rio Bom (PR), e iria ter provas de Tambor e Laço e nesta ocasião estava no sítio e um funcionário iria para participar das provas. Na mesma hora liguei para minha mãe e pedi para deixar participar da prova de Tambor. Ela autorizou e meu vô levou nós para participar.

Chegando lá participei, porém não fui muito bem e por uma mãozinha divina o professor Valtinho e o diretor de esporte Marcos Rezende da Sociedade Rural de Apucarana me convidaram para ir fazer aulas de equitação. Na segunda-feira fui com meu pai e já iniciei nas aulas de Tambor. Comecei então a frequentar a Sociedade Rural de Apucarana e sempre após o treino de Tambor tinha Laço. Como os laçadores precisavam sempre de alguém para soltar boi e tocar eu ficava e os ajudava e no fim do treino sempre deixavam corre “um” boi como gratificação desde que eu acertasse 10 cordas seguidas no cavalete (Clóvis /Valtinho). E foi então que surgiu a vontade de lacar e começar a laçar.

O que o Laço significa para você?

Representa minha vida. Do laço formei minha família, conheci minha esposa Marienen e tenho um casal de filhos. Conquistei grandes amigos, me fez crescer pessoalmente e é uma válvula de escape para estresse do dia a dia.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

São três: primeira moto laçando com Junior Cardia em uma prova em que Eduardo kuscinki organizou em 2003, em Cascavel (PR). Naquela época era rara prova em dava moto como premiação. Dava muito prêmio em dinheiro e quando tinha uma prova dessas era muito disputada. Outra prova que no Paraná era almejada era o Campeonato Paranaense de Laço. E Deus me abençoou sendo Reservado Campeão aberta 2003/2004 e Campeão no ano seguinte na categoria Amador laçando com meu parceiro Ronaldo Sardanha.

Melhor cavalo?
Sweet Sunjay
Melhor prova?
Nos dias atuais são CPLD, Revolution, CVLD e Prova do Issao.

Melhor média?
5,15

Melhor Laçada?
Final em Cascavel (PR) precisava de 4,10 para liderar, saímos e laçamos 4,05.

Ídolo no Laço?
Zé Soares na cabeça e Marcelo Pepa no pé.

Como se vê no futuro?
Hoje optei por dedicar mais a minha família e a Apac – Associação Paranaense Amigos do Cavalos criada em 28/12/17 por cinco casais amigos amantes dos cavalos na Sociedade Rural de Apucarana onde iniciei e estava desativada há 3 anos a parte de esporte com cavalos (atualmente temos projetos sociais onde atendemos através de padrinhos e doações em torno de 50 crianças na equitação terapêutica, em torno de 100 alunos de Tambor e Baliza, Ranching Sorting e Laço em Dupla). Deixei o Laco como hobby esporádico, mas espero voltar a treinar firme se algum dos meus filhos optarem por laçar e se Deus abençoar correr alguma prova com eles.

Recado para a geração futura

Que vocês consigam encontrar no Laço ou qualquer esporte que envolva cavalo uma oportunidade de crescimento pessoal, profissional, encontrar grandes amigos para vida inteira.

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Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Laçador busca seguir carreira como profissional

Paixão pela modalidade começou quando ainda era criança e ajudava o seu avô na fazenda

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Laçador busca seguir carreira como profissional

Natural de Pontalina (GO), o laçador Marcos Paulo Rodrigues Rezende, mas conhecido como Nonete, começou a sua história no meio do cavalo quando ainda era criança. “Quando pequeno ajudava meu avô na fazenda, assim começou a minha paixão pelos cavalos”, conta Marcos.

Foi através desse contato, que fez Nonete se tornar um amante de laço. “Como eu era apaixonado pelos cavalos, eu ganhei uma oportunidade de praticar o Team Roping, e depois disso não abandonei mais o esporte e decidi seguir carreira e ser um profissional”.

Um dos seus principais sonhos é ser um grande profissional, e ele já está nesse caminho. Com títulos na Copa Eldorado, Copa Cactus, Rancho JR e Desafio TA, provas que sempre participa e laça cabeça.

O laçador, que atualmente treina no Rancho PH com Paulo Henrique Santos Balieiro, agradece a todos que contribuem para o seu sucesso. “Agradeço primeiramente à Deus, a minha família por me apoiar a fazer o que eu mais gosto, que é praticar o esporte Team Roping, e meus amigos por sempre me apoiar e me ajudar no dia a dia. Agradeço o apoio de sempre dos meus patrocinadores pelo o suporte: 2K Jeans, 2K Trailer, Mid Country, World Country, Excellence Equine”.

Colaboração: Verônica Formigoni
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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