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Estratégia de mídia

Marcelo Pardini comenta em sua coluna da semana sobre a estratégia de mídia utilizada antigamente e como funcionava

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Estratégia de mídia

Antigamente, num tempo nem tão remoto, a TV era o principal veículo de Comunicação no mundo. Saiba como eram criadas as campanhas publicitárias

Um pouco de história e estórias… Antigamente, num tempo nem tão distante, quando a Televisão era o principal veículo de Comunicação no mundo (acreditem, jovens da nova geração, isso aconteceu antes do advento da internet!), o primeiro elemento da estratégia de Marketing era definir um objetivo claro, pois raramente havia recursos para cobrir todos os pontos de contato com o consumidor. Neste sentido, fazia-se necessário estabelecer prioridades, como a proteção às vendas da marca (aumento de participação de mercado), selecionando o público-alvo e definindo a mídia, de acordo com o período de veiculação, o alcance, a frequência e a duração da campanha.

Nesta época surgiram os famosos “6 W”: Who = público-alvo; What = mensagem; When = sazonalidade; Where = regiões; Which = seleção de meios, e Why = otimizar (cobertura). A análise das informações (briefing) era feita através das seguintes características: produto ou serviço; mercado; Comunicação, e orçamento. Já a seleção do target (público-alvo) definia-se através de geografia; demografia (sexo, idade, classe social); utilização (light, medium e heavy-user); estilo de vida, e perfil psicográfico (comportamento e anseios).

A análise da concorrência era guiada por características dos produtos (pontos fortes e fracos – na percepção do consumidor); estratégia de vendas; resultados financeiros; volume de investimento publicitário; meios utilizados; táticas de mídia, e apelos (conteúdo dos anúncios). As prioridades na análise da concorrência tinham três pontos de destaque: 1) proteger e aumentar as vendas; 2) ganhar participação de mercado, e 3) crescer o nicho de atuação.

Basicamente, o mecanismo de promoção publicitária em TV funcionava assim, antes da chegada das redes sociais… Daí para a frente já é outra história, cujos caminhos seguimos percorrendo, ora ou outra sem sabermos para onde estamos indo… Em suma, assunto rico, que cabe numa coluna vindoura…

Fonte:
KELLER, Kevin Lane; KOTLER, Philip. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing. 12ª ed. São Paulo: Pearson Education Brasil, 2007.

Por Marcelo Pardini – narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural; titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.
E-mail: [email protected] | Instagram: agromp.marcelopardini
Legenda e Crédito da foto: Jockey – Palermo – Arquivo Pessoal

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