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Qual é o tipo ideal de cerca para piquetes?

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O cavalo é um animal muito sociável, não gosta de ficar isolado. Por isso, toda propriedade precisa de uma área suficiente para divisão com cerca para piquetes

A pergunta pode parecer simples: Qual tipo ideal de cerca para piquetes de cavalos? Portanto, a reposta pode até parecer ainda mais simples: Aquela que vai deixar eles dentro do pasto. Contudo, esse assunto requer um pouco mais de complexidade do que simplesmente contenção.

Qual o tipo de cerca ideal para suas pastagens? Confira!

Cerca de madeira pintada

Além de ser uma das mais comuns, muitas pessoas podem achar este tipo de cerca ideal. Só de pensar naquela cerca linda, branquinha, em meio as árvores e a grama verde já te vem a mente o jargão ‘lar doce lar’. Mas ao acrescentar os cavalos e a manutenção, a figura pode mudar.

Os custos de reparo e pintura são permanentes. Esta solução pode parecer atrativa por seu custo (e visual) inicial, porém, há que se levar em conta que um cavalo assustado pode quebrá-la facilmente, se machucar e as pragas que este material está sujeito.

O cavalo é um animal muito sociável, não gosta de ficar isolado. Por isso, toda propriedade precisa de uma área suficiente com cerca para piquetes

Cerca com eletricidade

Normalmente utilizada para cercas temporárias, é rápido, fácil e pouco custoso de se instalar. É recomendável o uso de mais de uma fita (ou fio) para aumentar a visibilidade do animal. Porém, uma das desvantagens deste tipo de cerca é justamente o que mantem os animais na contenção: o choque.

Se você tem crianças, ou o pasto se encontra em uma área relativamente movimentada, você pode machucar alguém. Também não podemos deixar de lembrar que o uso da eletricidade na cerca acarreta aumento no custo da energia. Este tipo de cerca não pode ser usada em divisas de propriedade.

A não ser que haja um acordo comprovado, seu uso é totalmente dependente do aparelho eletricificador e energia, ou seja, se acaba ou o aparelho quebra a cerca não funciona. É recomendável colocar avisos e verificar semanalmente a tensão elétrica.

Tubos de aço

Resistente aos impactos dos animais, necessita de pouca manutenção e alta durabilidade. Seu custo inicial é alto, mas uma vez que instalada você pode deixa-la lá sem se preocupar. Também, devido a sua alta visibilidade, alguns proprietários dizem que não é comum os cavalos correrem para perto dela.

O cavalo é um animal muito sociável, não gosta de ficar isolado. Por isso, toda propriedade precisa de uma área suficiente com cerca para piquetes

Cerca para piquetes de PVC

Se você está buscando beleza e praticidade o PVC é um material mais recente no mercado e atrativo por não oferecer nenhuma ou pouquissima manutenção. Por ser leve, é necessário que os apoios sejam concretados no chão, porém ele é bastante visível e os cavalos não tem tendência a ficar ‘mordiscando’ como acontece com a madeira.

Entre suas desvantagens está, é claro, o custo elevado de instalação; além disso com o impacto de um cavalo os apoios podem se romper. Não há maneira de medir sua força de ruptura, mas sabemos que em baixas temperaturas o PVC se torna mais rígido, sendo recomendável para locais mais frios.

Então, como fazer para decidir qual o melhor tipo de cerca para o meu pasto? Bom, cada projeto, cada hípica, haras ou fazenda tem suas particularidades porém existem algumas questões que você deve levar em conta ao procurar a cerca ideal:

  • Quanto tempo a cerca que eu estou buscando deve durar?
  • Qual o valor que estou disposto a desembolsar para ter uma cerca de qualidade para os meus animais?
  • A instalação será feita por mim ou por profissionais especializados?
  • As tábuas irão ficar na parte de dentro ou de fora dos postes?
  • Haverão cavalos o dia todo no pasto ou somente por um período do dia?

Colaboração: Diana Brooks/Arquitetura Equestre
Crédito das fotos: Arquivo/Divulgação

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As dificuldades nos Três Tambores que levam à desistência

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores

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Quando amadores se sentem perdidos e acreditam que só eles têm problemas nos Três Tambores. Porque olhando as passadas alheias fica a impressão de que com os outros tudo é fácil.

Todo início de Mentoria vem com relatos que só falam de problemas. Mas esse foi demais, muito longo e detalhado. Já era mais de onze da noite quando o pai da Lana contratou a Mentoria para ela. 

Ela queria desistir de correr e ele não queria que ela desistisse. Então, lá estava eu no meio disso. 

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Desistir dos Três Tambores?

Na manhã seguinte a Lana me passou um relatório gigante com mil motivos para desistir dos Três Tambores.

Contou que já havia feito seis cursos presenciais com vários treinadores e nem assim deu certo. Tipo ‘Ok, Claudia, não deu certo com eles do meu lado e vai dar certo com você a 700 km de distância?’.

Lana, eu preciso te contar uma coisa: através de vídeos eu vejo muito mais do que qualquer um pode ver pessoalmente.

Em primeiro lugar, porque o vídeo me dá a chance de rever a cena. E, em segundo, porque sou capaz de entender cada reação do seu cavalo e o motivo delas. E tem mais: presencialmente seriam três dias e online serão 30.

Ela mandou um emoji sem graça e começamos. Estou treinando a Lana há 22 dias. 

Para alguém que há mais de ano não conseguia virar o primeiro tambor sem abrir e o segundo sem estufar, imaginem o que está sendo dar passadas justas e rápidas.

Mas, enquanto não saiu para uma prova ela ainda tinha uma ponta de dúvida: ‘Será que vai dar certo?’.

Sábado passado esse tormento chegou ao fim.

A Lana correu seu primeiro 17 e saiu da pista dando risada e repetindo ‘Nunca mais’! O pai dela filmou e mandou pelo Whatsapp. Simplesmente, animal!!!

Por que estou contando o caso da Lana? Porque ela não foi nem será a primeira a acreditar que pessoalmente os resultados são melhores. 

Essa é uma crença que atrasou a evolução dela e de muitas outras alunas que tive. Porque demoraram para aceitar a solução online com a crença de que não seria eficiente.

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores; por isso: não desista!!!

Afinal, como treinar um competidor de longe?

Método minha gente, método.

Lana, Cris, Ana, Flávia, Pedro, Dani, Sil, Re, Rachel, Fabiana, anônimos e toda a galera que um dia teve essa crença, mas venceu o medo do novo: vocês estão colhendo o que plantaram!

Beijo para vocês!

P.S. Não bloqueie a sua evolução, porque existe solução para todos os problemas nos Três Tambores.

Por Claudia Ono
Três Giros
Crédito das fotos: Reprodução/Facebook

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Connemara Pony é uma raça de pôneis originária da Irlanda

São atraentes, encantadores e amigáveis ​​quanto a própria Ilha Esmeralda na Irlanda onde surgiram

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A região de Connemara, no condado de Galway, oeste da Irlanda, é o local de procedência da raça. Daí levar seu nome. Sua paisagem agreste deu origem a pôneis individualmente fortes e resistentes. É uma terra de lagos azuis brilhantes, praias remotas, montanhas áridas e escarpadas. Bem como de paisagens pontilhadas, pântanos isolados e, muitas vezes, traiçoeiros.

Alguns sugerem que o Pônei Connemara descendeu de cavalos andaluzes que nadaram em terra e se reproduziram com pôneis de montanha selvagens depois que os galeões da Armada Espanhola afundaram na costa rochosa de Connemara em 1588. Por outro lado, muitos acreditam que os ancestrais dos cavalos modernos viveram na Irlanda por milhares de anos, na época dos celtas.

De tal forma que desenvolveram-se a partir de pôneis escandinavos levado à Irlanda pelos vikings. Ademais, as tribos do oeste da Irlanda são conhecidas por serem excelentes cavaleiros. Enquanto isso, tem uma corrente que afirma ser o Irish Hobby, uma raça estabelecida antes do século 13, mas agora extinta, responsável para a linhagem Connemara.

Sabe-se ainda que há sangue árabe à linhagem no Século 18 com a finalidade de aumentar resistência e força do Pônei Connemara. E, nesse meio tempo, os pôneis foram cruzados com Hackney e Puro Sangue (Thoroughbreds).

Connemara Pony é uma raça de cavalos atraentes, encantadores e amigáveis quanto a própria Ilha Esmeralda na Irlanda onde surgiram

Características do Connemara

Com tanta raça no ‘jogo’, entrou em cena a Connemara Pony Breeder’s Society. A entidade trabalha a fim de preservar o padrão racial. Um livro genealógico foi estabelecido em 1926 e os Connemaras são criados em todo o mundo. Na Irlanda e na Grã -Bretanha, bem como no continente europeu, América do Norte, Austrália, Ásia e África do Sul.

Os cuidados com a seleção formaram uma tropa inteligente, ágil, resistente, de bom temperamento, doce e amados por adultos e crianças. Você encontra o Connemara nas pelagens tordilho, preto, baio com variáveis roan e alazão), castanho, palomino e dark-eyed cream. Medem de 1,24m a 1,45m e possuem possuir orelhas pequenas, cabeça de pônei com boa largura entre olhos grandes e gentis. Indicado para Salto, Adestramento, Atrelagem, Enduro e Trail Riding.

Fonte: Wikipedia, Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Horse&Hound

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Benefícios da hidroterapia em cavalos

A natação para cavalos vem se apresentando como uma prática cada vez mais comum, no intuito de aumentar a longevidade de suas carreiras nas pistas

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Coisas acontecem. A vida fica ocupada. Ocorrem lesões. Antes de mais nada, há sempre uma competição agendada. Por isso, a questão é: como encontrar recursos além dos convencionais? E aí que entra a hidroterapia em cavalos e seus benefícios.

Não somente para animais em tratamento, mas também como uma ferramenta complementar de trabalho e condicionamento do equino atleta. Entre as vantagens desta terapia estão os benefícios psicológicos. Especialmente quando levamos em conta que os animais passam o dia em confinados em baias.

Portanto, toda a energia reprimida pode ser extravasada em uma atividade de baixo impacto em um ambiente seguro e controlado. Há, de fato, uma estimulação mental. Além disso, há o auxílio na reabilitação após uma lesão. Reduz ainda dor, inflamação e dependência de medicamentos para dor.

É, sobretudo, uma terapia indicada para cavalos com artrite, laminite aguda ou crônica e contusões. A hidropterapia melhora também a força e a resistência cardiovascular e respiratória. Bem como reduz a chance de lesões musculoesqueléticas.

Também se mostra eficaz na reabilitação pós-operatória, visto que, com dias de imobilização pós-cirurgica os músculos dos cavalos podem sofrer graves lesões ou até mesmo atrofiar.

A natação para cavalos vem se apresentando como uma prática cada vez mais comum, no intuito de aumentar a longevidade da carreira dos cavalos

Dicas sobre hidroterapia em cavalos e seus benefícios

De acordo com a Cowgirl Magazine, se você nadar um cavalo por sete dias é o equivalente a 14 dias de cavalgada tradicional. Então, é uma terapia que reduz pela metade o tempo de recuperação e retorno dos animais à competição.

A piscina pode variar conforme as necessidades de cada local. No entanto, segundo o blog Arquitetura Equestre, recomenda-se que tenha uma rampa de acesso para uma descida gradual. E ainda piso anti-derrapante para maior segurança.

Algumas instalações utilizam uma profundidade de 3 a  4,50m. A temperatura da água deve girar em torno de 19°C. Em outras palavras, essa temperatura permite que os músculos do cavalo permaneçam relaxados. Filtre a água da piscina completamente de três a seis vezes por dia. E é recomendável que o animal seja lavado antes de depois da natação a fim de eliminar sujeiras e produtos químicos.

Como todo exercício, realize-o com moderação, pois o excesso pode prejudicar o animal devido a sua postura (pescoço alto). Uma vez que quando o cavalo está exausto de nadar posiciona-se assimetricamente o que resulta em uma tonificação desigual dos músculos envolvidos no movimento.

Por fim, lembrem-se de que todo tratamento deve ser feito em conjunto com um profissional veterinário especializado na área.

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Divulgação/Byler Performance Horses

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