Esportes

Encerrado Ranking Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

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Competição, que contou com três etapas da Copa Brasil e estaduais, agora segue para o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho 2020

Logo após o sucesso da I Batalha Virtual de Equitação de Trabalho, a ABET formatou o Ranking Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho. Nada mais do que um simulado virtual das provas. A primeira parte foi realizada em três etapas, de agosto a outubro. E o arremate da temporada será o Campeonato Brasileiro Virtual, em sua nova configuração para a conclusão de 2020.

Dessa forma, as três primeiras etapas contaram para a Copa Brasil (geral). Assim como para os rankings estaduais – São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Goiás. E ainda para o ranking do Mangalarga Marchardor e Voto Popular. Os conjuntos inscritos foram julgados virtualmente, por dois juízes credenciados pela ABET, apenas na fase de Maneabilidade. A soma dos resultados elegeu um campeão geral em cada um desses rankings citados.

“Antes de mais nada, estamos vivendo uma pandemia mundial. Algumas provas acontecendo, todas sem público, apenas com competidores. Por isso, na realidade da Equitação de Trabalho, optamos por seguir a temporada com as provas virtuais. Modelo que lançamos com a Batalha Virtual e que deu muito certo”, relata Ney Messi, presidente da ABET.

Surpresas e desafios

De acordo com Messi, os eventos virtuais ajudaram de tal forma que a divulgação da ‘marca’ Equitação de Trabalho ‘bombou’. “Aconteceu muita coisa legal. Um estouro para tudo que é lado do Brasil. Por ser virtual, tivemos adesão de competidores do Norte ao Sul. Então nessa primeira fase do ranking Brasil, tivemos campeões de fora de São Paulo, o eixo principal dos eventos presenciais”.

Ou seja, surpreendentemente, acontecimentos que os diretores da ABET jamais imaginavam atingir. A começar pelo número de visualizações nos vídeos das competições. A procura por saber mais sobre a Equitação de Trabalho aumentou. Do mesmo modo que houve a entrada de novos sócios.

O maior desafio, entretanto, foi a organização em si. Messi relata que para que tudo saísse como esperado, a atenção foi máxima. “Tivemos que ficar muito mais atentos nas três semanas de realização de cada etapa. Da divulgação dos croquis (percurso), passando pelos prazos de inscrição e envio dos vídeos. Da mesma forma com o upload dos vídeos para as plataformas, recebimento das notas, conferência. E, por fim, a divulgação dos resultados e os pódios comentados pelos juízes”.

Em outras palavras, para que tudo dar certo, precisou de máxima atenção aos prazos. Acima de tudo, a prova tem ser justa para todos os conjuntos. Só para exemplificar, a ordem de postagem é a mesma do recebimento dos e-mails com os vídeos. Coloque nessa conta diversas categorias e uma média de 154 inscrições por etapa. “Bastante trabalho, contudo muito gratificante”, reforça o presidente.

Entre os destaques, a primeira vitória de um animal da raça Puro Sangue Inglês. Aberta a todas as raças, a Equitação de Trabalho recebe algumas em maior número. Mangalarga, Lusitano. Assim como Mangalarga Marchador e Quarto de Milha.

Competição, que contou com três etapas da Copa Brasil e estaduais, agora segue para o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

O Campeonato Brasileiro acontecerá no mesmo formato. Divulgação dos croquis, inscrição. E os envios de vídeos, julgamentos. Por fim, divulgação dos resultados. Para concorrer ao título brasileiro, o conjunto só terá chance se participou de pelo menos duas etapas das três da Copa Brasil.

Portanto, será uma prova única, todos contra todos, em cada categoria. Os que não atenderem o critério de participação prévia, também poderão participar. Entretanto, não entrarão na planilha final de resultados e não disputarão os títulos. “Esses receberão avaliação apenas para uso de estudar e melhorar performances futuras”, explica o presidente.

Antes de mais nada, vale dizer que a dificuldade será alta pela grandeza do título. Afinal, vale o título nacional, reconhecido pela ABET. Segundo Messi, a batalha vai ser dura para aqueles que participarem. Fique atento ao cronograma: divulgação do croqui: 13/11; inscrições: 16 a 20/11; entrega dos vídeos: 26/11; julgamento: 1° a 5/12.

Todas as informações e resultados completos: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Ney Messi

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ROPER'S SPORTS

Laçador Elton Ogata conta como a modalidade está presente na sua vida e o que ela representa

Apesar de ser um hobby atualmente, Elton pretende voltar a treinar firme e, quem sabe, correr alguma prova com seus filhos

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Laçador Elton Ogata conta como a modalidade está presente na sua vida e o que ela representa

Nascido em Apucarana (PR), Elton Ogata, de 38 anos, vem há 22 anos no Team Roping. Contudo, atualmente o laçador, fez da modalidade um hobby, se dedicando a outros projetos que envolvem o cavalo. Apesar disso, ele não descarta a possibilidade de retornar às pistas e, até correr uma prova com os seus filhos.

Confira a entrevista com Elton Ogata

Elton Ogata
Idade: 38 anos
Cidade: Apucarana (PR)

Elton Ogata

Como começou na modalidade?

Sempre fui apaixonado por cavalos desde pequeno, aprendi andar a cavalo no sítio do meu avô no município de Rio Bom (PR), e sempre nas férias escolares e fins de semanas ia para lá ficar andando a cavalo.

Então teve uma vez que tinha um rodeio em Rio Bom (PR), e iria ter provas de Tambor e Laço e nesta ocasião estava no sítio e um funcionário iria para participar das provas. Na mesma hora liguei para minha mãe e pedi para deixar participar da prova de Tambor. Ela autorizou e meu vô levou nós para participar.

Chegando lá participei, porém não fui muito bem e por uma mãozinha divina o professor Valtinho e o diretor de esporte Marcos Rezende da Sociedade Rural de Apucarana me convidaram para ir fazer aulas de equitação. Na segunda-feira fui com meu pai e já iniciei nas aulas de Tambor. Comecei então a frequentar a Sociedade Rural de Apucarana e sempre após o treino de Tambor tinha Laço. Como os laçadores precisavam sempre de alguém para soltar boi e tocar eu ficava e os ajudava e no fim do treino sempre deixavam corre “um” boi como gratificação desde que eu acertasse 10 cordas seguidas no cavalete (Clóvis /Valtinho). E foi então que surgiu a vontade de lacar e começar a laçar.

O que o Laço significa para você?

Representa minha vida. Do laço formei minha família, conheci minha esposa Marienen e tenho um casal de filhos. Conquistei grandes amigos, me fez crescer pessoalmente e é uma válvula de escape para estresse do dia a dia.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

São três: primeira moto laçando com Junior Cardia em uma prova em que Eduardo kuscinki organizou em 2003, em Cascavel (PR). Naquela época era rara prova em dava moto como premiação. Dava muito prêmio em dinheiro e quando tinha uma prova dessas era muito disputada. Outra prova que no Paraná era almejada era o Campeonato Paranaense de Laço. E Deus me abençoou sendo Reservado Campeão aberta 2003/2004 e Campeão no ano seguinte na categoria Amador laçando com meu parceiro Ronaldo Sardanha.

Melhor cavalo?
Sweet Sunjay
Melhor prova?
Nos dias atuais são CPLD, Revolution, CVLD e Prova do Issao.

Melhor média?
5,15

Melhor Laçada?
Final em Cascavel (PR) precisava de 4,10 para liderar, saímos e laçamos 4,05.

Ídolo no Laço?
Zé Soares na cabeça e Marcelo Pepa no pé.

Como se vê no futuro?
Hoje optei por dedicar mais a minha família e a Apac – Associação Paranaense Amigos do Cavalos criada em 28/12/17 por cinco casais amigos amantes dos cavalos na Sociedade Rural de Apucarana onde iniciei e estava desativada há 3 anos a parte de esporte com cavalos (atualmente temos projetos sociais onde atendemos através de padrinhos e doações em torno de 50 crianças na equitação terapêutica, em torno de 100 alunos de Tambor e Baliza, Ranching Sorting e Laço em Dupla). Deixei o Laco como hobby esporádico, mas espero voltar a treinar firme se algum dos meus filhos optarem por laçar e se Deus abençoar correr alguma prova com eles.

Recado para a geração futura

Que vocês consigam encontrar no Laço ou qualquer esporte que envolva cavalo uma oportunidade de crescimento pessoal, profissional, encontrar grandes amigos para vida inteira.

E se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Três Tambores & Seis Balizas

Treinador de Três Tambores e Seis Balizas, Guto de Paula fala sobre o significado do esporte em sua vida

Antonio Augusto de Paula Macedo, ou Guto como é chamado pelos amigos, conta que o esporte proporcionou conhecer pessoas ‘maravilhosas’

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Treinador de Três Tambores e Seis Balizas, Guto de Paula fala sobre o significado do esporte em sua vida

Treinador de Três Tambores há 10 anos e de Seis Balizas há 5 anos, Antonio Augusto de Paula Macedo, ou Guto de Paula, relembra como começou na modalidade e o que o esporte proporcionou e ainda proporciona em sua vida.

Dito isso, apresentamos o Raio-X Três Tambores e Seis Balizas, com entrevistas de treinadores e competidores de todos os cantos do país. Confira o nosso bate-papo com o Guto.

Antonio Augusto de Paula Macedo
Idade: 41 anos
Cidade: Apucarana (PR)

Como começou na modalidade?

Eu sempre gostei de cavalos, e após me formar em zootecnia, iniciei no mundo equestre profundamente. Mas, antes de tudo, fiz vários cursos, me especializando com pessoas capacitadas, estudando genéticas e estilos de treinamentos e vários cursos com excelentes treinadores. A princípio comecei como amador e fui me dedicando, não vim do meio do cavalo, não sou filho de treinador e nem cresci montando em cavalos, hoje eu me considero um treinador capacitado por conta da dedicação e especialização que fiz durante todos esses anos. Então iniciei meu CT na pequena cidade de Sapopema “norte velho do Paraná”, e com bons resultados que obtive, fui conquistando a confiança de pessoas e proprietários que foram mandando seus animais para treinamento comigo. Hoje estou com meu Centro de Treinamento em Apucarana no Paraná juntamente com a Apac – Associação Paranaense Amigos do Cavalo que me abriram as portas e hoje cá estou.

O que o esporte significa para você?

O esporte me proporcionou conhecer pessoas maravilhosas, mostrou para mim, para minha família e para muitas pessoas que o sonho só pode ser realizado se você for atrás dele com muita dedicação e astúcia, honestidade e sempre ser verdadeiro com seus clientes.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

Todas, cada conquista que obtive, não somente eu como com meus alunos, teve um significado particular. Quem faz cavalos para jovens e amadores como eu, sabe da importância de não somente trabalhar seu cavalo, mas também conhecer e ajudar seu aluno trabalhando sempre em conjunto. Seja como for, lógico que uma conquista a nível nacional como obtivemos sendo Campeões Potro Futuro Jovem, Reservado Campeão PF Castrado Profissional Ligth em 2019, com apenas um ano aqui em Apucarana tem um gosto especial. “Treinar um Potro, formá-lo e fazer um jovem de apenas 13 anos correr e fazer esse conjunto não é fácil”. Mas todas para mim são importantes pois me dedico dia após dia para ter bons resultados.

Melhor cavalo?
Não poderia deixar de falar de Dugly To Fly, meu primeiro cavalo. Ele me tornou conhecido no meio e ajudou a me tornar um treinador. Mas já montei em excelentes cavalos.

Melhor prova?
Foi a NBHA em Maringá que corri apenas uma vez numa égua espetacular chamada Juliet Tux B2B, do senhor Paulo Meneguel. Potro do Futuro 2019 em Araçatuba (SP) na qual fomos campeões PF Jovem e Reservado Campeão Profissional Ligth. Uma prova marcante também foi em Narandiba (SP), onde meu aluno marcou 17s127 com um potro que será PF 2021. Contudo, todas as provas e passadas são especiais para mim, principalmente quando vejo meus alunos ganhando e se destacando no cenário nacional.

Melhor tempo?
17s372 no cavalo Bombadinho Ta Fame de propriedade da Texas Farm “Júnior”

Ídolo no Tambor?
Tenho alguns, Décio Talon, Édson Carlos, Evelino Rocha, Bruno Cardoso.

Como se vê no futuro?
Treinando cavalos, iniciando e formando jovens e amadores no esporte de Três Tambores e Seis Balizas. E então, construindo amizades e me dedicando como sempre venho fazendo desde o início da minha carreira.

Recado para a geração futura?

Acreditar em Deus, nos seus sonhos, seja sempre honesto e humilde. Faça sempre o bem que ele retornará em forma de sucesso.

Por fim, se você, conhece algum competidor de Três Tambores e Seis Balizas e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revistatamborebaliza

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Hipismo

João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro

Brasileiro fechou na 26ª colocação entre 59 concorrentes, subindo vinte posições em relação aos Jogos do Rio 2016

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João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro


Os Jogos Olímpicos de Tóquio seguem a todo vapor e o cavaleiro, João Victor Macari Oliva tem muito o que comemorar. O brasileiro se despede das Olimpíadas com o registro da nota 70,419%, superando seu próprio recorde de 68,071% na Rio 2016. Além de notas acima de 70% na avaliação de cinco juízes em Tóquio, fazendo da participação do cavaleiro paulista o melhor resultado do Brasil no Hipismo Adestramento em Olimpíadas.

Contudo, João Victor Oliva só não superou a melhor colocação do país, o 25º lugar conquistado pelo Cel. Sylvio Marcondes de Rezende montano Othelo nos Jogos de Munique em 1972. Na ocasião, participaram 33 competidores, conforme informações do Comitê Olímpico Internacional (COI). Porém, em Tóquio, 59 conjuntos de 30 países disputaram o Grand Prix, dos quais somente 18 vão para a final individual.

João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro
Na sela de Escorial, João Victor agora segue com os planos para o futuro

João Victor Oliva

Apesar de ser o único representante do país na modalidade, o jovem talento nacional, João Victor, de 25 anos, entrou em pista com leveza. Bem como teve apresentação elogiada por juízes, imprensa especializada internacional e amantes do Adestramento pelo mundo afora.

“Fui o primeiro atleta do hipismo a entrar em pista (e o primeiro atleta brasileiro na vila olímpica). Fizemos uma boa prova, meu cavalo esteve bem e estou super contente. O Escorial esteve disponível, escutando as ajudas e tranquilo. Estou muito feliz. Tem coisas para melhorar. Tivemos um errinho no meio da prova, mas mesmo assim o resultado foi bom. Agora quero me entrosar cada vez mais com ele, pois temos pouco tempo juntos e vamos melhor cada vez mais para representar o Brasil nos próximos desafios”, destaca o cavaleiro.

De acordo com a chefe de equipe Sandra Smith de Oliveira Martins, houve uma evolução da modalidade, resultado do cavaleiro e novos objetivos. “Tivemos um bom resultado na Rio 2016, fomos medalha nos Pans de Toronto e Lima e agora tivemos esse grande resultado do João em Tóquio. Foi um trabalho sério e responsável. O João é um atleta maravilhoso, sua equipe é fantástica, um time muito bom e eficiente, o que facilita tudo. Agora vamos focar na formação de uma equipe nos Jogos Equestres Mundiais de 2022, na Dinamarca”.

João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro
Brasileiro se despede de Tóquio com o melhor resultado da modalidade da história do Brasil

Trajetória rumo a Tóquio

Estabelecido na Europa desde 2014, primeiro na Alemanha, João Victor retornou então ao Brasil no início de 2019. O brasileiro buscava vaga na equipe que conquistou o bronze no Pan de Lima. Então, logo depois da conquista no Pan se estabeleceu em Portugal, e em setembro de 2020 foi convidado a integrar um projeto olímpico idealizado pelo grupo JRME Horse Campline. Projeto que reservou para o cavaleiro um dos cavalos de sua propriedade, Escorial Horsecampline, garanhão Puro Sangue Lusitano de 12 anos.

João Victor montou Escorial pela primeira vez em setembro, dois meses depois o conjunto fez a estreia internacional no CDI3* de Alter do Chão, em Portugal. Na ocasião, o conunto registrou o primeiro índice olímpico. Bem como, outros dois índices foram registrados em concursos internacionais em Portugal e na França, e a melhor média apresentada pelo conjunto entre os concorrentes do país garantiu a vaga em Tóquio.

Decisão de pódios por equipes e individual

Forte candidata a conquistar a 14ª medalha de ouro por equipe, a Alemanha lidera a lista dos oito países classificados para a disputa por equipes nesta terça-feira (27), a partir das 17h (05h no horário brasileiro). Juntam-se à favorita Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha, Estados Unidos, Dinamarca, Holanda, Portugal e Suécia. A prova que define o pódio é o Grand Prix Special que desta vez será com música escolhida pelo atleta e os países participantes entram com a pontuação zerada.

Por fim, a definição do pódio individual acontece na quarta-feira, 28, a partir das 17h30 (05h30 no Brasil) no Grand Prix Freestyle, prova com coreografia livre e música. Participam da disputa os 18 melhores classificados do Grand Prix, em que se habilitaram à vaga os dois melhores conjuntos de cada um dos seis grupos, mais os seis melhores da classificação geral.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Luis Ruas – CBH

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Rodeio

Festa do Peão de Barretos é adiada para 2022

Para 2021, organização prepara edição especial, em formato virtual, com rodeios e shows transmitidos através do canal oficial no YouTube

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Festa do Peão de Barretos é adiada para 2022

Na quinta-feira (22), os organizadores da Festa do Peão de Barretos, anunciaram, pela segunda vez, o adiamento de um dos eventos mais aguardados do ano. Agora, a 65ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, segue com uma nova data, 18 a 28 de agosto de 2022.

Os ingressos já adquiridos valerão para a nova data que já tem. Dessa forma, a pré-programação musical conta com Wesley Safadão, Gusttavo Lima, Marília Mendonça e Zé Neto & Cristiano.

“A decisão do novo adiamento está em conformidade com as atuais condições que estamos enfrentando em nosso país e reafirmamos que nossa prioridade sempre foi e sempre será a segurança de todos os visitantes, apaixonados pelo evento, e também de todos os envolvidos”, diz Jeronimo Luiz Muzetti, presidente de Os Independentes, associação organizadora.

Edição Especial Festa do Peão de Barretos

Contudo, junto com o comunicado de adiamento do evento, a organização informou que, para este ano, os amantes, não só do rodeio, mas dos shows que movimentam a festa, poderão contar com uma edição especial da Festa do Peão.

Nesse sentido, as provas, cronometradas e montarias, terão transmissão em lives durante o dia e a noite. De acordo com a organização, a programação será da seguinte forma: 25 e 29 de agosto lives de Três Tambores e Team Penning. Em 26 e 27 de agosto as montarias em touros pela PBR (Professional Bull Riders) e no sábado (28) e domingo (29) rodeio de Barretos com competidores convidados de montarias em touros.

Já as atrações musicais se iniciam na sexta, (27) em um show acústico da dupla Cesar Menotti & Fabiano e convidados. No sábado, (28), é a vez de Wesley Safadão receber Simone & Simaria, Matheus & Kauan e Cesar Menotti & Fabiano para um super show. Ambas apresentações serão transmitidas pelo canal do Youtube da Festa, além disso o show de sábado será transmitido também pelo canal de Wesley Safadão.

LIVES “Barretos ontem, agora e pra sempre”

Por fim, as competições do dia 26, pela PBR, serão transmitidas pelo Facebook da PBR Brazil, a partir das 19h. Já a grande final, no dia 27, será exclusiva pelo canal SporTV 3, a partir das 18h55. Todavia, as transmissões das outras modalidades acontecem todos os dias, gratuitamente, a partir das 14h, pelo canal oficial da Festa no Youtube.

“Agosto é o mês da Festa do Peão de Barretos. Para levar um pouco de esperança de dias melhores para o público em casa, estamos preparando super Lives com muito esporte e música, seguindo rigorosos protocolos sanitários e de segurança para preservar a saúde de todos os participantes. Estamos comprometidos em, no próximo ano de modo presencial, realizar um evento com toda a alegria e grandiosidade para marcar uma retomada inesquecível”, finaliza Jeronimo.

Colaboração: Os Independentes
Crédito da foto: Reprodução/Facebook Festa do Peão de Barretos

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Quarto de Milha

ABQM inicia pesquisa para mudanças no regulamento de Três Tambores e Seis Balizas

Pesquisa tem o intuito de saber se associação mantem o regulamento atual das modalidades, ou alteram como seguem outras modalidades e categorias

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ABQM inicia pesquisa para mudanças no regulamento de Três Tambores e Seis Balizas

Desde sexta-feira (20), a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – ABQM, iniciou uma pesquisa que propõe mudanças nas modalidades de Três Tambores e Seis Balizas. Pesquisa voltada para proprietários, criadores, bem como treinadores e competidores, que participaram de provas oficiais e oficializadas, nos anos de 2019, 2020 e 2021.

Segundo a associação, o objetivo da pesquisa, que é sem caráter definitivo, é reunir subsídios para a diretoria propor mudanças no regulamento das duas modalidades, que, posteriormente serão consideradas pelo Conselho de Administração.

Em nota divulgada pela entidade, ressalta que “A Associação do Quarto de Milha quer saber se deve manter o regulamento atual, que permite competir com até cinco animais inteiros (mais cinco puro castrados), nas categorias Abertas, ou adotar o critério de até três animais inteiros (mais três puro castrados), como todas as outras modalidades e categorias praticam. Para o gerente de Esportes da ABQM, Henrique Campana, é importante que todos participem. “Podendo assim ajudar a Diretoria Executiva a propor mudanças mais adequadas a todos”.

Alteração no regulamento

Carol Rugolo, competidora de Três Tambores questiona que, em primeiro lugar, é necessária uma explicação da associação sobre modalidade de Três Tambores seguir a regra ‘3+3’. Como ela destaca, não houve uma posição oficial, apenas boatos de que tal regra beneficiaria todos os competidores. Com relação a essa nova proposta, a competidora afirma não ser contra e nem a favor.

“Se é uma regra, devemos nos adaptar a essa mudança. É claro que o ‘5+5’ é melhor, para nós, que vamos com mais de 15 cavalos para as provas, correndo em apenas duas categorias. Se não pudermos colocar todos os cavalos em pista, a gente acaba colocando em outras categorias, mesmo não tendo muitas chances. Mas é algo que vamos nos adaptando com o tempo”, destaca.

Para Lica Leão, a alteração do regulamento, para ‘5+5’ é favorável ao mercado do Quarto de Milha. “Dessa forma a pessoa pode comprar potros, cavalos, principalmente potros e enviarem ao treinador que quiser, pelo fato de que esse treinador terá mais vagas”, ressalta.

Para a treinadora e proprietária de um CT, o regulamento atual não serve como aumento de chances para novos treinadores. Para isso, é necessário a criação de níveis nas categorias, e correr a Aberta Light, categoria própria para novos treinadores.

“O criador, proprietário, que já tem o seu treinador, não vai deixar de levar o seu cavalo nele para levar em outro que acabou de começar. Nesse caso, ele vai deixar de comprar o animal por não ter uma vaga onde costuma treinar. Por isso acredito que o ‘3+3’ prejudica o mercado”, enfatiza.

Regulamento atual

Odilon Diniz, criador, competidor e membro do Conselho Fiscal, relembra que esse é um assunto antigo, pleiteado em 2013, feito em caráter experimental e logo após regra geral. “É uma exceção dentro de duas modalidades apenas, Três Tambores e Seis Balizas”, comenta.

De acordo com o criador, é um tema que gera muito debate, onde outras modalidades já requisitaram essa ‘exceção’. “Muitos competidores de tambor e baliza não sabiam que isso era uma exceção, e agora chegou o momento de ouvirmos a opinião de todos”.

Ainda segundo Odilon, a pesquisa leva a opção se a alteração no regulamento contemplaria apenas para potros, ou outras competições da associação. Haja vista que essa também seria a sugestão de alguns competidores e membros da diretoria.

“A pesquisa foi pensada de forma a ter a opinião de um público variado, treinadores, competidores, criadores e proprietários. Para isso, a ABQM teve como base as inscrições das provas oficiais e oficializadas do período de 2019 a 2021. Ou seja, a pesquisa tem um universo amplo. Observando a vontade de todos dentro das duas modalidades, que pode chegar a um total de 7.800 pessoas”, enfatiza.

Por fim, Odilon ressalta que este é o fato de uma ‘diretoria democrática’, querendo saber a opinião de todos. “É a primeira vez na história da ABQM que isso acontece, de tentar usar a informação de todo o público envolvido, não só daqueles que vêm diretamente a nós. Contudo, isso demonstra respeito com todos os associados, que, independente do tamanho, queremos saber a opinião.

Saiba como participar da pesquisa

A pesquisa começou na sexta-feira (20/07), e vai até o dia 25 de julho, às 20h. O departamento de esportes enviará um link para o formulário da pesquisa, através de e-mail, aos participantes.

Entretanto, a pesquisa também pode ser respondida no portal ABQM, por meio do ‘Serviços Online’, ou até mesmo pelo aplicativo da associação. Neste último caso, é necessário acessar a ‘Central Quartista’, clicar em ‘Menu’ e depois ‘Opção Pesquisa’, onde deve aparecer o nome da pesquisa ‘5+5 ou 3+3’.

Por Heloisa Alves
Crédito da foto: Divulgação/ABQM

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Apartação

Primeira Etapa do Campeonato Sannman NPCA 2021/2022 teve novo recorde de inscritos

Com R$ 35 mil em premiação, primeira etapa contou com 271 inscritos, gerando expectativas para a próxima etapa

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Primeira Etapa do Campeonato Sannman NPCA 2021/2022 teve um novo recorde de inscritos

O Haras Luana, em Rio Claro (SP), foi palco da 1ª Etapa do Campeonato Sannman NPCA 2021/2022, realizada durante os dias 08 a 10 de julho. O campeonato organizado pela Associação Nacional do Cavalo de Apartação – ANCA, teve 271 inscritos, um novo recorde para uma etapa. Assim como, contou também com R$35.000,00 em premiação em dinheiro, sendo julgado por Carlos Antonio Cotrim de Souza de Itatiba (SP).

Confira os campeões da 1ª Etapa do Campeonato Sannman

Em primeiro lugar, na categoria Aberta Júnior, Masterson Hot, propriedade de Renato Eugênio Rezende Barbosa, apresentado por Rafael Aparecido Terçoni.

Do mesmo modo, na categoria Aberta Classic, Fulla Blue, propriedade de João Carlos Bezerra da Silva Júnior, apresentada por Antonio Sergio de Araújo, conquistou o 1º lugar. Smooth As Bagonia, foi a campeã na categoria aberta livre. A alazã, de propriedade de João Carloni Neto, foi apresentada por José Roberto Cavalcante.

Em seguida, apresentada pelo seu proprietário Olavo Coutinho Nogueira, Curly Rey DMFR, conquistou o 1º lugar da Aberta Ltda. Olavo Coutinho Nogueira apresentou também Adria Pepto Cat, animal de sua propriedade que conquistou o 1º Lugar no Non Pro.

Jose Reis Pereira Filho apresentou Peptopink Quixote, propriedade de Graziela Araujo Pereira, que ficou no topo mais alto do pódio pela categoria Amador. Já pela categoria Master, o primeiro lugar ficou para Rosita Bela, apresentada pelo seu proprietário, Relson Dias Caetano.

Ganhadora na categoria Jovem, Cat Peppy HMR, de propriedade de Olavo Coutinho Nogueira foi apresentada por Pedro Henrique da Silva Nascimento. Por fim, Christiano Collier Ribeiro Ferreira Leite apresentou Super Pani Cat SLB, animal de sua propriedade que conquistou o 1º Lugar na Principiante.

Demais resultados

Dessa forma, assim como as fotos de todos os ganhadores, os resultados completos estão disponíveis no site da ANCA.

Fonte: ANCA
Crédito da foto: Divulgação/Fábio Cabrera

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Corrida

Fantastic Fly Apollo vence II GP Derby no Jockey Club de Sorocaba

Além da prova oficial da ABQM, Jockey Club de Sorocaba recebeu outros páreos que movimentaram a tarde do último sábado

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Fantastic Fly Apollo venceu com B Guimarães na condução e R Rosa no treinamento.

No último sábado, o Jockey Club de Sorocaba foi palco de mais um páreo disputado. O GP Presidente da ABQM – II Derby – Sr. Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, prova de 365 metros, teve seis animais na disputa com uma dotação original de R$ 100 mil, com Fantastic Fly Apollo conquistando o primeiro lugar.

O campeão, Fantastic Fly Apollo (Fantastic Corona Jr x Fly Apollo Eyesa, Eyesa Special), é de criação do Haras Fazenda São José e propriedade do Haras Tres Climas e Fábio Mattos. Largando por fora, pela baliza 7, o tordilho cruzou o disco final com a marca de 19s446s. Dessa forma, teve mais de 2 corpos de vantagem de Augustus Verde (No Secrets Here x Orly Vista, Nordick Only VM), segundo lugar da competição.

Fantastic Fly Apollo venceu com B Guimarães na condução e R Rosa no treinamento. Dessa forma, com a vitória, o tordilho levou para casa R$ 54 mil da bolsa destinados ao campeão.

Homenagem

O GP Presidente da ABQM – II Derby, leva o nome do atual presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – ABQM, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio. Em suas redes sociais, Caco Auricchio agradeceu a homenagem com imagens do vencedor cruzando a linha de chegada.

Demais Páreos

Ainda no sábado, o Jockey Club de Sorocaba foi palco de mais quatro páreos: Letria For Me AS, que teve Raio Vrrroom Mv como campeão. Com A J Macedo, o tordilho fez os 201 metros em 11s788.

O Páreo Nikita Jess 3M, prova de 201 metros, teve Bem Bolado Gold como ganhador. O alazão conquistou o topo mais alto do pódio com o tempo de 11s883 com o jockey M C Cruz. Já pelo Torneio Especial Duda Mendonça, John John Lake Ad foi o grande campeão, com a marca de 11s877.

Por fim, o Desafio das 10 Jardas foi quem finalizou o dia de disputas no Jockey Club de Sorocaba. Com o tempo de 7s012, Nikka Jess STM foi a campeã, se tornando recordista desse páreo.

Por: Heloísa Alves
Fonte: Jockey Club de Sorocaba
Crédito das fotos: Divulgação/JCS

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Hipismo

João Victor Marcari Oliva é o 1º atleta brasileiro a chegar na Vila Olímpica em Tóquio

O atleta é o único representante do país no Hipismo Adestramento, sendo a primeira modalidade de Hipismo nas Olimpíadas

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João Victor Marcari Oliva é o 1º atleta brasileiro a chegar na Vila Olímpica em Tóquio

Durante essa semana, Comitê Olímpico do Brasil – COB, anunciou que o cavaleiro João Victor Marcari Oliva seria o primeiro atleta do país a se instalar na Vila Olímpica em Tóquio, chegando ao local nesta sexta-feira (16).

João Victor Oliva e seu cavalo Escorial Horsecampline, embarcaram na última quarta-feira (14), da Alemanha – onde o cavalo cumpriu quarentena em Aachen – rumo a Tóquio.

Então, como a primeira modalidade do Hipismo nas Olimpíadas, o Adestramento começa com o Grand Prix nos dias 24 e 25 a partir das 05hs no horário brasileiro, define o pódio por equipe no dia 27 no mesmo horário e o pódio individual no dia 29 às 05h30 no Brasil. “Quero trazer de Tóquio o melhor resultado do Adestramento brasileiro em Olimpíadas”, planeja o atleta.

A princípio, a meta é superar o resultado do primeiro representante do país no Hipismo Adestramento em Olimpíada, o Cel. PM Sylvio Marcondes de Rezende que montando Othelo ficou em 33º lugar nos Jogos de Munique, em 1972. João Victor já traz uma marca importante em sua estreia olímpica, nos Jogos do Rio: melhor nota, 68.071% no Grand Prix, em Olimpíadas.

João Victor Marcari

Com 25 anos, o paulistano João Victor Marcari Oliva compete desde os 12. Aos 18 foi morar na Alemanha e, atualmente, reside em Portugal. Além disso o atleta é filho da campeã mundial e prata olímpica Hortência Marcari e do empresário e criador de cavalos José Victor Oliva.

João Victor Marcari Oliva começou a montar aos três anos no rancho dos pais (hoje, Coudelaria Ilha Verde), em Araçoiaba da Serra (SP). Aos 12 anos de idade, estreou nas pistas, sendo inspirado por Rogério Silva Clementino, então funcionário da coudelaria.

Desde sua estreia em pista, em 2008, o jovem talento soma importantes conquistas: melhor atleta do time Brasil de Adestramento nas Olimpíadas do Rio 2016 e o melhor brasileiro em uma Final da Taça do Mundo de Dressage, em 2017, em Omaha, Estados Unidos; medalha de bronze por equipe em duas edições dos Jogos Panamericanos, Lima 2019 e Toronto 2015; campeão Sul-Americano individual e por equipe (Odersul/Chile 2014); melhor atleta da equipe brasileira nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, na França, em 2014, e de Tryon, em 2018, nos Estados Unidos.

Bem como, João Victor Oliva é também pentacampeão brasileiro (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011, Young Riders em 2012). Da mesma forma obteve títulos paulistas e lideranças nos rankings anuais da Confederação Brasileira de Hipismo – CBH e Federação Paulista de Hipismo – FPH.

Maratona para Olimpíada

Após o Pan de Lima, João Victor retornou a Europa e se transferiu para Portugal onde foi convidado a participar de um “Projeto Olímpico” montando F-Aron de Massa. O Projeto idealizado pelos proprietários deste garanhão Lusitano, Leonardo dos Anjos, da Coudelaria do Luar, com sedes na França e Bélgica, e o brasileiro Rodrigo Guedes da Cunha, radicado na Flórida, EUA.

O objetivo do Projeto era a participação do conjunto em importantes concursos internacionais, com o alcance os dois índices mínimos de qualificação estabelecidos pela Federação Equestre Internacional – FEI, para garantir a vaga brasileira nos Jogos de Tóquio.

Apesar de o conjunto ter sido formado em setembro, em outubro já estava competindo e registrando o 1º índice olímpico no CDI3* Le Mans, na França. João Victor e F-Aron de Massa voltaram a competir em Randbol, na Dinamarca, Moscou, na Rússia e em München, na Alemanha até final de 2019. Contudo, o conjunto só conseguiu registrar outros dois índices em CDIs3* em Cascais, Portugal, em fevereiro e março de 2020.

Por fim, lembramos que as Olimpíadas de Tóquio começam na próxima semana, no dia 23, sexta-feira, com término no dia 8 de agosto.

Dessa forma, a programação, com os dias e horários em que os brasileiros entrarão em pista está disponível do site da Confederação Brasileira de Hipismo.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Rui Godinho – CBH

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Hipismo

Após lesão em cavalo, CBH altera o quadro de atletismo da equipe de Salto

Alteração foi feita na tarde de quinta-feira, após Comic, cavalo que faz conjunto com Luiz Francisco Azevedo, sofrer uma lesão

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Após lesão em cavalo, CBH altera o quadro de atletismo da equipe de Salto

Na tarde de ontem, quinta-feira (15), a Confederação Brasileira de Hipismo – CBH, anunciou uma alteração na equipe de Salto que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Pedro Veniss e Quabri de L’Isle substituíram o conjunto Luiz Francisco de Azevedo e Comic, que sofreu uma lesão.

De acordo com a CBH, todos os cavalos nomeados para quarentena haviam sido examinados pelo veterinário Rogério Saito no último dia 04, um dia antes da nomeação oficial. A alteração vem no momento em que a equipe de Salto entra em quarentena, em Aachen na Alemanha, antes do embarque para o Japão.

Conjuntos do Time Brasil de Salto para quarentena

Bernardo Alves – El Torreo de Muze
Marlon Zanotelli – VDL Edgar
Pedro Veniss – Quabri de L’Isle
Rodrigo Pessoa – Carlitos Way
Yuri Mansur – QH Alfons Santo Antonio

Técnico: Philippe Guerdat
Chefe de equipe: Pedro Paulo Lacerda

Pela primeira vez, as equipes do hipismo passam a contar com 4 atletas: três titulares e um reserva, sendo que o reserva pode ser escalado ainda após o início da competição. Na disputa por equipes, no novo formato, não haverá descarte, ou seja, serão computados os três resultados. Anteriormente entravam quatro conjuntos e a cada rodada havia o descarte do pior resultado. Outra mudança é que a disputa individual antecede a final por equipes.

Dos seis conjuntos do Time Brasil de Salto quem entram em quarentena em Aachen, quatro embarcam para o Japão no próximo dia 25. Por fim, vale destacar que as competições de Salto nos Jogos Olímpicos de Tóquio seguem com o início previsto para o dia 03 de agosto, com a final no dia 07 do mesmo mês.

A programação, com os dias e horários em que os brasileiros entrarão em pista está disponível do site da Confederação Brasileira de Hipismo.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação

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Hipismo

Marlon Zanotelli, top 7 do Ranking Mundial, segue a caminho de Tóquio

Cavaleiro representará o Brasil pela primeira vez ao lado Rodrigo Pessoa, Luiz Francisco de Azevedo e Yuri Mansur

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Top 7 no Ranking Mundial, Marlon Zanotelli segue a caminho de Tóquio

Marlon Zanotelli, campeão pan-americano é também agora o top 7 no ranking mundial FEI Longines. O cavaleiro soma um total de 2490 pontos no ranking que compreende o período de 1/9/2019 a 30/6/2021. Em primeiro lugar, vale ressaltar que essa é a melhor colocação do maranhanense Marlon, que é também o primeiro brasileiro medalhista de ouro individual na história dos Jogos Pan-americanos em Lima 2019, onde integrou o Time Brasil de Salto hexacampeão.

Jogos Olimpícos

Radicado na Europa há mais de 13 anos, Marlon Zanotelli vai pela primeira vez defender o Brasil em Jogos Olímpicos em Tóquio. O cavaleiro fará sua participação ao lado de Rodrigo Pessoa, em sua 7ª participação dos Jogos, Luiz Francisco de Azevedo, que foi convocado para Londres 2012, mas sua montaria se machucou, e Yuri Mansur, que também faz sua estreia nos Jogos.

Agora, Marlon encontra-se no Internacional 5* de Valkenswaard na Holanda. Na ocasião, na última sexta-feira (09), garantiu o 4º posto a 1.50m, principal disputa do dia, montando Grand Slam VDL. VDL Edgar, sua montaria em Tóquio, também compete esse final de semana no mesmo local visando manter a boa forma.

Seu companheiro de equipe Luiz Francisco de Azevedo, filho do medalhista olímpico Luiz Felipe de Azevedo, o Felipinho, também está na prestigiada competição na Tops International Arena, na Holanda. Enquanto Rodrigo Pessoa encontra-se em uma competição Internacional 3* em Tryon nos EUA e Yuri Mansur estão postos em Internacional 5* Chantilly na Holanda.

Por fim, em 17 de julho os cavalos do Time Brasil de Salto radicados na Europa entram em quarentena em Aachen na Alemanha antes do embarque para Tóquio. Lembrando que a programação de Salto tem início no dia 03 de agosto. A programação completa está disponível no site da Confederação Brasileira de Hipismo – CBH.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da imagem: Divulgação/CBH

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