Esportes

Encerrado Ranking Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

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Competição, que contou com três etapas da Copa Brasil e estaduais, agora segue para o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho 2020

Logo após o sucesso da I Batalha Virtual de Equitação de Trabalho, a ABET formatou o Ranking Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho. Nada mais do que um simulado virtual das provas. A primeira parte foi realizada em três etapas, de agosto a outubro. E o arremate da temporada será o Campeonato Brasileiro Virtual, em sua nova configuração para a conclusão de 2020.

Dessa forma, as três primeiras etapas contaram para a Copa Brasil (geral). Assim como para os rankings estaduais – São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Goiás. E ainda para o ranking do Mangalarga Marchardor e Voto Popular. Os conjuntos inscritos foram julgados virtualmente, por dois juízes credenciados pela ABET, apenas na fase de Maneabilidade. A soma dos resultados elegeu um campeão geral em cada um desses rankings citados.

“Antes de mais nada, estamos vivendo uma pandemia mundial. Algumas provas acontecendo, todas sem público, apenas com competidores. Por isso, na realidade da Equitação de Trabalho, optamos por seguir a temporada com as provas virtuais. Modelo que lançamos com a Batalha Virtual e que deu muito certo”, relata Ney Messi, presidente da ABET.

Surpresas e desafios

De acordo com Messi, os eventos virtuais ajudaram de tal forma que a divulgação da ‘marca’ Equitação de Trabalho ‘bombou’. “Aconteceu muita coisa legal. Um estouro para tudo que é lado do Brasil. Por ser virtual, tivemos adesão de competidores do Norte ao Sul. Então nessa primeira fase do ranking Brasil, tivemos campeões de fora de São Paulo, o eixo principal dos eventos presenciais”.

Ou seja, surpreendentemente, acontecimentos que os diretores da ABET jamais imaginavam atingir. A começar pelo número de visualizações nos vídeos das competições. A procura por saber mais sobre a Equitação de Trabalho aumentou. Do mesmo modo que houve a entrada de novos sócios.

O maior desafio, entretanto, foi a organização em si. Messi relata que para que tudo saísse como esperado, a atenção foi máxima. “Tivemos que ficar muito mais atentos nas três semanas de realização de cada etapa. Da divulgação dos croquis (percurso), passando pelos prazos de inscrição e envio dos vídeos. Da mesma forma com o upload dos vídeos para as plataformas, recebimento das notas, conferência. E, por fim, a divulgação dos resultados e os pódios comentados pelos juízes”.

Em outras palavras, para que tudo dar certo, precisou de máxima atenção aos prazos. Acima de tudo, a prova tem ser justa para todos os conjuntos. Só para exemplificar, a ordem de postagem é a mesma do recebimento dos e-mails com os vídeos. Coloque nessa conta diversas categorias e uma média de 154 inscrições por etapa. “Bastante trabalho, contudo muito gratificante”, reforça o presidente.

Entre os destaques, a primeira vitória de um animal da raça Puro Sangue Inglês. Aberta a todas as raças, a Equitação de Trabalho recebe algumas em maior número. Mangalarga, Lusitano. Assim como Mangalarga Marchador e Quarto de Milha.

Competição, que contou com três etapas da Copa Brasil e estaduais, agora segue para o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

O Campeonato Brasileiro acontecerá no mesmo formato. Divulgação dos croquis, inscrição. E os envios de vídeos, julgamentos. Por fim, divulgação dos resultados. Para concorrer ao título brasileiro, o conjunto só terá chance se participou de pelo menos duas etapas das três da Copa Brasil.

Portanto, será uma prova única, todos contra todos, em cada categoria. Os que não atenderem o critério de participação prévia, também poderão participar. Entretanto, não entrarão na planilha final de resultados e não disputarão os títulos. “Esses receberão avaliação apenas para uso de estudar e melhorar performances futuras”, explica o presidente.

Antes de mais nada, vale dizer que a dificuldade será alta pela grandeza do título. Afinal, vale o título nacional, reconhecido pela ABET. Segundo Messi, a batalha vai ser dura para aqueles que participarem. Fique atento ao cronograma: divulgação do croqui: 13/11; inscrições: 16 a 20/11; entrega dos vídeos: 26/11; julgamento: 1° a 5/12.

Todas as informações e resultados completos: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Ney Messi

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Três Tambores & Seis Balizas

Luana Conde vence 2ª etapa do BRB 2020/2021

Por conta da pandemia da Covid-19, a nova temporada do BRB será mais curta e, por isso, muito mais acirrada

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As competidoras de Três Tambores que participam do Circuito BRB têm uma missão mais difícil para a temporada 2020/2021. De acordo com Débora Castilho, diretora do campeonato, com a retomada das provas apenas no segundo semestre, a atual temporada ficou ainda mais ‘apertada’ e mais disputada. Serão apenas quatro etapas antes da final, duas em Minas Gerais e duas no Rio de Janeiro.

Dessa forma, a segunda etapa do BRB 2020/2021 aconteceu entre 20 e 22 de novembro, durante a etapa da AMCT, no Haras Eternal Peppydun, em Capim Branco/MG. Só pelo BRB nessa prova aconteceram 64 passadas no total, entre classificatórias e final. “Recebemos em Minas, portanto, competidoras não só da região como também do Rio. Todo mundo em busca de pontuação para a grande final”, conta Débora.

Antes de mais nada, foi uma etapa super apertada e disputada desde o primeiro dia. “A cada classificatória podíamos ver que as meninas não estavam ali para brincadeira, queriam e batalhavam pela liderança”.

Por conta da pandemia da Covid-19, a nova temporada do BRB será mais curta e, por isso, muito mais acirrada; Luana foi a campeã da 2a. etapa
Pódio

Disputa

Disputada apenas na Feminina nessa prova, sem o BRB Mirim, o menor tempo da primeira classificatória ficou com uma competidora de Divinópolis/MG. Eva Fernandes, com Angel Dunits, marcou 17s578. Seguida bem de perto por Cláudia Aparecida, em Onix Fly LW, 17s580. Em seguida, pela segunda passada no sábado, melhor tempo para Marina Monteiro, montando Carolina Dashin ID, 17s487.

Como em todos os eventos em que o BRB participa, a programação do domingo começa com a disputa final da etapa. Em resumo, nada ficou definido até a última passada. Classificaram os dez menores tempos. Destaque para a competidora de São Lourenço, Luana Conde. Ela se classificou em quarto lugar e marcou o menor tempo da final.

Com Quick Ta Fame fechou a fotocélula em 17s365 – menor tempo da final e de toda etapa – e apertou para as três líderes Marina, Eva e Cláudia. Claudia derrubou um tambor e teve seu tempo penalizado. Em seguida, Eva marcou 17s531 e Marina 18s138 .

Por conta da pandemia da Covid-19, a nova temporada do BRB será mais curta e, por isso, muito mais acirrada; Luana foi a campeã da 2a. etapa

Contudo, não foram suficientes para alcançar a soma de Luana Conde (foto), de 35s050. Eva Fernandes encerrou a prova em segundo lugar, 35s109. Priscila Castro lidera o ranking da Feminina, com 250 pontos. A próxima etapa será no Haras do Lay, em Capim Branco/MG, de  22 a 24 de janeiro de 2021.

Resultados completos no SGP Sistema. Fique por dentro: www.circuitobrb.com.br | Instagram: @barrel_racing_brasil | Fanpage: Barrel Racing Brasil.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Bruno Carvalho – BRK Design e Fotografia

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Team Penning

Team Penning: crianças vencem prova e desbancam competidores adultos

A terceira etapa do campeonato União dos Ranchos, em Romaria/MG, aconteceu dias 28 e 29 de novembro

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Duas crianças, de 10 e 8 anos, venceram uma prova do campeonato União dos Ranchos de Team Penning no último final de semana. A terceira etapa, portanto, aconteceu em Romaria/MG e o resultado surpreendentemente alegrou a todos. Maria Clara e Amanda alcançaram o lugar mais alto do pódio em meio a trios formados somente por competidores adultos.

Só para ilustrar, a prova contou com 544 inscrições. Ademais, foram 60 passadas de semifinal em dois dias, e mais 60 passadas na final, sendo duas baterias de 30 trios. O resultado final se deu pela soma de tempos para as categorias #soma3 e #soma9.

De acordo com os organizadores, Maria Clara, Amanda e seus parceiros de trio levaram o primeiro e segundo lugares, respectivamente, em meio a diversos competidores profissionais de alto nível no Team Penning. A saber, ganhadores de caminhonetes, carros, trailer e motos.

A terceira etapa do campeonato União dos Ranchos de Team Penning, em Romaria/MG, aconteceu dias 28 e 29 de novembro com mais de 500 inscritos
Eliria, Netinho e Amanda

Maria Clara, 10 anos, foi a campeã do mega bolão em trio com Adriano Bem Vindo e Loirinho  (foto). A soma dos tempos deles foi 35015. Enquanto Amanda, 8 anos, em trio a sua mamãe Eliria e Netinho, ficaram como reservados campeões, 35s778.

“Foi, sem dúvida, um momento histórico e muito emocionante. Registrar esse momento, acima de tudo, é muito importante para o Team Penning, pois ajuda a incentivar outras crianças no esporte”, comenta o locutor da prova Welber Freitas, que contou a história para nós. “Parabéns aos envolvidos e, principalmente, para as crianças que abrilhantaram a prova!”

Fique por dentro: @teampenningbrasil.

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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Breakaway

Laçadores se unem em mais uma causa do bem

#todospelakarol é a hashtag da campanha em prol da laçadora de Breakaway Karol Rodrigues

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Karoline Rodrigues é laçadora de Breakaway Roping, muita ativa e participativa na modalidade. Ano passado ela passou por um tratamento contra um câncer no útero e se recuperou. Contudo, em exame recente, descobriu que a doença voltou na região da bexiga e ela precisa de cirurgia. Com o intuito de ajudar no custo do tratamento, visto que o SUS não cobre e ela não tem plano de saúde, os laçadores se uniram em campanha.

O custo inicial estimado era de R$ 40 mil, contudo Karol precisará ficar mais dias na UTI, então o montante necessário passou para R$ 100 mil. “Só temos a agradecer a toda família do cavalo que entrou de cabeça nessa campanha junto com a gente. Mais uma vez o lema ‘um por todos e todos por um’ se mostrou presente. Com toda a certeza, juntos somos mais forte. Quando um de nós precisa de ajuda, a maioria das pessoas não hesita”, conta Anália Fonseca.

#todospelakarol é a hashtag de campanha dis laçadores em prol da laçadora de Breakaway Karol Rodrigues que luta contra um câncer na bexiga

Laçadores em campanha

As primeiras doações, portanto, foram de coberturas de garanhões. Criadores e proprietários de diversas modalidades, prontamente disponibilizaram coberturas de seus cavalos. E a lista não para de crescer. A ideia é conseguir coberturas e outros produtos para vender e reverter em dinheiro para a Karol.

Anália conta que logo depois de iniciada a campanha, a coisa ganhou proporções inimagináveis. “Temos agora cobertura de 20 garanhões diferentes, doadas não só por laçadores, como também por pessoas de outras modalidades. É lindo de ver quanta gente se sensibilizou”.

Em outras palavras, as doações começaram a surgir de todos os lugares. A lista de doações para o leilão também tem botas, camisas, joias, semijoias, bonés, fivelas, chapéus, diversos tipos de acessórios para cavalos, entre outros.

Anália reforça que “toda ajuda é bem vinda e reverteremos para a conta do tratamento. Estamos muito felizes mesmo, pois em pouco tempo alcançamos muito mais do que imaginávamos. Muita gente de todas as esferas do cavalo se envolveu. Sem dúvida, é muito gratificante!”

#todospelakarol é a hashtag de campanha dis laçadores em prol da laçadora de Breakaway Karol Rodrigues que luta contra um câncer na bexiga

Como doar

Para participar da campanha #todospelakarol basta entrar no grupo de Whatsapp clicando aqui. É esse o meio onde os responsáveis divulgam os itens. Portanto, através de leilão as coberturas e os produtos são vendidos – a lista tem quase 100. Todo o valor arrecadado com o leilão é revertido para a campanha. Qualquer pessoa pode participar e ajudar!

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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