Esportes

Encerrado Ranking Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

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Competição, que contou com três etapas da Copa Brasil e estaduais, agora segue para o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho 2020

Logo após o sucesso da I Batalha Virtual de Equitação de Trabalho, a ABET formatou o Ranking Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho. Nada mais do que um simulado virtual das provas. A primeira parte foi realizada em três etapas, de agosto a outubro. E o arremate da temporada será o Campeonato Brasileiro Virtual, em sua nova configuração para a conclusão de 2020.

Dessa forma, as três primeiras etapas contaram para a Copa Brasil (geral). Assim como para os rankings estaduais – São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Goiás. E ainda para o ranking do Mangalarga Marchardor e Voto Popular. Os conjuntos inscritos foram julgados virtualmente, por dois juízes credenciados pela ABET, apenas na fase de Maneabilidade. A soma dos resultados elegeu um campeão geral em cada um desses rankings citados.

“Antes de mais nada, estamos vivendo uma pandemia mundial. Algumas provas acontecendo, todas sem público, apenas com competidores. Por isso, na realidade da Equitação de Trabalho, optamos por seguir a temporada com as provas virtuais. Modelo que lançamos com a Batalha Virtual e que deu muito certo”, relata Ney Messi, presidente da ABET.

Surpresas e desafios

De acordo com Messi, os eventos virtuais ajudaram de tal forma que a divulgação da ‘marca’ Equitação de Trabalho ‘bombou’. “Aconteceu muita coisa legal. Um estouro para tudo que é lado do Brasil. Por ser virtual, tivemos adesão de competidores do Norte ao Sul. Então nessa primeira fase do ranking Brasil, tivemos campeões de fora de São Paulo, o eixo principal dos eventos presenciais”.

Ou seja, surpreendentemente, acontecimentos que os diretores da ABET jamais imaginavam atingir. A começar pelo número de visualizações nos vídeos das competições. A procura por saber mais sobre a Equitação de Trabalho aumentou. Do mesmo modo que houve a entrada de novos sócios.

O maior desafio, entretanto, foi a organização em si. Messi relata que para que tudo saísse como esperado, a atenção foi máxima. “Tivemos que ficar muito mais atentos nas três semanas de realização de cada etapa. Da divulgação dos croquis (percurso), passando pelos prazos de inscrição e envio dos vídeos. Da mesma forma com o upload dos vídeos para as plataformas, recebimento das notas, conferência. E, por fim, a divulgação dos resultados e os pódios comentados pelos juízes”.

Em outras palavras, para que tudo dar certo, precisou de máxima atenção aos prazos. Acima de tudo, a prova tem ser justa para todos os conjuntos. Só para exemplificar, a ordem de postagem é a mesma do recebimento dos e-mails com os vídeos. Coloque nessa conta diversas categorias e uma média de 154 inscrições por etapa. “Bastante trabalho, contudo muito gratificante”, reforça o presidente.

Entre os destaques, a primeira vitória de um animal da raça Puro Sangue Inglês. Aberta a todas as raças, a Equitação de Trabalho recebe algumas em maior número. Mangalarga, Lusitano. Assim como Mangalarga Marchador e Quarto de Milha.

Competição, que contou com três etapas da Copa Brasil e estaduais, agora segue para o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho

O Campeonato Brasileiro acontecerá no mesmo formato. Divulgação dos croquis, inscrição. E os envios de vídeos, julgamentos. Por fim, divulgação dos resultados. Para concorrer ao título brasileiro, o conjunto só terá chance se participou de pelo menos duas etapas das três da Copa Brasil.

Portanto, será uma prova única, todos contra todos, em cada categoria. Os que não atenderem o critério de participação prévia, também poderão participar. Entretanto, não entrarão na planilha final de resultados e não disputarão os títulos. “Esses receberão avaliação apenas para uso de estudar e melhorar performances futuras”, explica o presidente.

Antes de mais nada, vale dizer que a dificuldade será alta pela grandeza do título. Afinal, vale o título nacional, reconhecido pela ABET. Segundo Messi, a batalha vai ser dura para aqueles que participarem. Fique atento ao cronograma: divulgação do croqui: 13/11; inscrições: 16 a 20/11; entrega dos vídeos: 26/11; julgamento: 1° a 5/12.

Todas as informações e resultados completos: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Ney Messi

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Hipismo

Salto: brasileiros obtém vitórias na Europa

Eduardo Menezes na Holanda, Pedro Veniss na Itália, Marlon Zanotelli na França; competidores brasileiros seguem no continente europeu visando preparação para os Jogos Olímpicos

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Os resultados expressivos do Salto no Exterior são uma constante para competidores brasileiros. Assim sendo, entre os melhores da rodada da semana passada, vitória de Eduardo Menezes (foto de chamada). Na sexta-feira (7), montando H5 Elvaro, o brasileiro chegou em primeiro lugar em uma prova de velocidade.

Saltando a 1.55m, principal disputa do dia no Internacional 4* em Valkenswaard, na Holanda, o conjunto marcou percurso limpo em 66s60. A saber, entre outros, Eduardo Menezes integrou o time de Salto medalha de ouro por equipe no Pan Lima 2019.

Em seguida, o vice de Pedro Veniss no Internacional 4* Montefalco, na Itália. Também na sexta (7), montando Boeckmanns Lord Pezi Junior encerrou em segundo lugar prova de duas fases, 1.45/1.50m, pista limpa em 26s03. Campeão pan-americano de Salto por equipe em Lima 2019 e Rio 2007, Pedro enfrentou essa prova com um total de 83 conjuntos.

No mesmo evento, mas com outro cavalo, Balada de Colores, Pedro chegou duas vezes em quinto lugar. Um delas no sábado (8), prova a 1.50m, em duas fases. Assim como na quinta-feira (6), a 1.45m, também em duas fases.

Enquanto isso, no Internacional 5* Hubside St Tropez Grimaud, Marlon Zanotelli emplacou em segundo lugar em duas provas. Campeão individual e por equipe de Salto no Pan Lima 2019, montou Golia para carimbar o vice em provas a 1.45m, em duas fases.

Na quinta (6) fizeram pista limpa em 34s37 entre um total de 65 conjuntos. E sábado (8), garantiram o vice sem faltas em 30s81, total de 35 concorrentes. Em St Tropez o Brasil também está representado pela amazona amadora Ana Eliza Aguiar Ramos. Montando Iris Império Egípcio venceu a prova 1*, a 1.15m, no sábado (8).

Salto rumo a Tóquio

Até dia 21 de junho candidatos a vaga nos Times Brasil podem garantir índices técnicos e as equipes precisam estar definidas em 5 de julho.

O suíço Philippe Guerdat, técnico do Time Brasil de Salto, e Pedro Paulo Lacerda, diretor de Salto da CBH, além do novo diretor técnico Rodrigo Sarmento, acompanham o desempenho dos conjuntos na Europa visando a definição da equipe.

As provas de Salto nos Jogos Olímpicos acontecem entre 3 e 8 de agosto no Equestrian Park em Tóquio.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Reprodução/Facebook

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Rodeio

Bilhete muda carreira de competidor campeão da 2ª etapa CRP

Com apoio da cervejaria Burguesa, rodeio online do Circuito Rancho Primavera aconteceu entre os dias 4 e 6 de maio

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Aos 25 anos de idade, Bruno Roberto da Silva, de Restinga/SP, estreante do CRP – Circuito Rancho Primavera, venceu a segunda etapa da temporada 2021. Antes de mais nada, sua vontade de ser um peão profissional o levou a buscar uma oportunidade quando decidiu enviar um bilhete contando do seu sonho.

Além de vencer o rodeio online, que aconteceu de 4 a 6 de maio, Bruno Roberto também assumiu a liderança do ranking geral do CRP. Um lugar onde ele sempre quis estar, entre os melhores da Montaria em Touros. O começo da carreira de todo competidor é muito semelhante, porém o tempo vai moldando a história de cada um.

A busca por oportunidade é outro detalhe interessante e que parece ser igual para todos eles. Mas, em alguns a criatividade abre portas. Acima de tudo, é algo particular e pode mudar completamente a trajetória de um atleta.

Como foi o caso de Bruno Roberto da Silva. Sua grande oportunidade teve início com um bilhete escrito à mão em um rodeio anos atrás. Ele sempre montou em touros nos rodeios perto de casa. Não viajava para muito longe, assim como não montava em rodeios maiores. Até que um dia conseguiu inscrição para um rodeio maior em Cruz das Posses, distrito de Sertãozinho/SP.

Ficou em terceiro lugar e decidiu enviar um recado ao Ronaldo, que dava sedém para o tropeiro Marcelo Castro. Bruno Roberto também resolveu ajudar a tirar o sedém da tropa durante o rodeio e quando esse evento acabou foi até o caminhão de som e pediu uma caneta.

“Escrevi para o Ronaldo que eu gostaria de ser um peão reconhecido. Coloquei o número do meu telefone e pedi uma oportunidade para treinar e montar em rodeio maiores, seguir meu sonho”, conta o competidor.

Com apoio da cervejaria Burguesa, rodeio online do Circuito Rancho Primavera - CRP aconteceu entre os dias 4 e 6 de maio; estreante venceu

Bilhete chegou ao destino

Ronaldo José Costa, conhecido ‘Torresmo’, lembra do fato. “Estava sozinho nesse rodeio de Cruz das Posses, embretando os touros e dando sedém, quando vi um rapazinho embretando os touros para mim. Confesso que não entendi muito na hora, mas achei que ele podia entrar para a nossa equipe, trabalhar para a Companhia”.

E assim Bruno Roberto agarrou a oportunidade com ‘unhas e dentes’. Em poucos dias lá estava ele trabalhando com o Ronaldo e todo o pessoal do Marcelo Castro. De acordo com Ronaldo, ele montava nos touros e sempre foi muito dedicado. “O Bruno montava e treinava sem cansar. Chegou a montar em 15 touros uma vez que os outros competidores combinaram de treinar e não foram. Ele sempre falava ’embreta que eu monto’”.

A fim de conseguir seu espaço, o hoje atleta sabia que teria que se dedicar. O próprio Ronaldo conta que ele acordava seis horas da manhã para montar nos touros. Seguia dessa forma durante todo o dia. “Ele montava em tudo que é touro. Por exemplo, foi o primeiro a montar no ‘Mandrake’ na arena aqui em casa. Logo depois que ele montou, resolvi levar o touro para a final da Ekip Rozeta em 2013. Ocasião em que ‘Mandrake’ ganhou primeira fivela de melhor touro”.

Bruno Roberto também foi destaque na Ekip Rozeta, conquistou vários títulos. Agora estreou no Circuito Rancho Primavera, onde chegou nesta temporada. Aliás, essa segunda etapa foi sua estreia oficial como um ‘Trovão Azul’.

“Eu fui muito bem recebido no CRP. Fizemos o desafio com a Ekip Rozeta e quando o Rogério Paitl me convidou aceitei de primeira”, explica Bruno. “Gostei do ambiente, das pessoas”.

Com apoio da cervejaria Burguesa, rodeio online do Circuito Rancho Primavera - CRP aconteceu entre os dias 4 e 6 de maio; estreante venceu

Etapa CRP

No primeiro dia, Bruno Roberto caiu do touro, portanto, sem nota. Ficou chateado, pois tinha passado as duas semanas anteriores treinando todoa os dias. “Cair logo na estreia me deixou triste. Mas, coloquei na minha cabeça que tinha ido lá para fazer a diferença e peguei firme. Deixei o tombo para trás e segui”.

No dia seguinte, o competidor lembra que aconteceu tudo do jeito que ele queria. “Deus abençoou demais. Eu queria montar no ‘Diferente’ e sorteei ele. Fiquei muito feliz pelo título, pela vitória. Agradeço ao Rogério Paitl e toda equipe CRP pela oportunidade”. Quem o conhece diz que sempre que é pressionado Bruno se sobressai.

Ele somou 267 pontos, contra 265,50 do segundo colocado Rafael Ribeiro, de Murutinga do Sul/SP. Em terceiro lugar ficou Keny Roger, de Pereira Barreto/SP, com 262,50 pontos. Em seguida, Natanael Biribili, de Uchoa/SP, 175,25 pontos, e Vítor Manoel Dias, de Sales/SP, 174 pontos.

Um futuro brilhante aguarda Bruno Roberto. “Eu perdi o meu pai com 13 ano de idade. Muitos achavam que eu não ia vencer na vida, e caras como o Ronaldo foram fundamentais para meu crescimento”, reforça o atleta.

“Através daquele bilhete escrevi minha história, sim. Mas escrevi minha história de amizade com ele. Quero essa fivela de campeão da temporada, todos querem isso. Então teremos um longo ano, com muita gente boa. E, se Deus me abençoar, terminarei 2021 no ranking como comecei, em primeiro lugar.”

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos:
 Divulgação/Joice Helena /Ricardo Mariotto

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Hipismo

Rodolpho Riskalla é ‘tri’ em Adestramento Paraequestre na Alemanha

Forte candidato a medalha da modalidade nas Paralimpíadas de Tóquio, o cavaleiro – atual nº 2 do ranking mundial Grau IV e nº 9 no ranking geral – também carimbou vitória no Internacional Maimarkt Turnier em 2020 e 2019

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Rodolpho Riskalla, montando Don Frederic, garantiu vitória e o tricampeonato consecutivo no tradicional Concurso Paraequestre Internacional Maimarkt Turnier CPEDI3*, em Mannheim, na Alemanha. A final da prova de Adestramento Paraequestre aconteceu no sábado (8) quando o top brasileiro somou 73,821% de aproveitamento.

Competindo no grau IV, a parceria de Rodolpho Riskallae Don Frederic é um sucesso. O cavalo, um hannoverano de 12 anos, é de propriedade da brasileira Tania Loeb Wald.

“O Don Frederic foi muito bem. Vou levá-lo para o Internacional de Adestramento Paraequestre de Munique, na Alemanha, daqui a duas semanas, porque já não competia com ele há muitos meses. Esse foi terceiro ano que venho e venço em Mannheim. Dessa forma, agora vamos nos preparar para as próximas provas”, destaca Rodolpho.

E ele ainda vez questão de agradecer a dona do cavalo: “Também gostaria de agradecer a Tania pela oportunidade de montar esse super cavalo”. Rodolpho Riskalla é, antes de mais nada, o atual nº 2 do ranking mundial Grau IV, bem como nº 9 no ranking geral. Entre outros títulos, duas vezes vice-campeão mundial em 2018 e forte candidato a medalha nos Jogos Paralímpicos de Tóquio.

De fato, as projeções são boas para o brasileiro, que conta com duas montarias. Além de Don Frederic ele também apresenta Don Henrico. Com Don Henrico, um hannoverano de 18 anos, aliás, o cavaleiro foi tricampeão no Internacional CPEDI3* Shaqab, em Doha, Catar, em fevereiro de 2021.

“A escolha entre os dois cavalos para Tóquio depende das próximas provas”, explica. Os Jogos Paralímpicos de Tóquio acontecem entre 24 de agosto e 5 de setembro. Enquanto a corrida pelas medalhas no Adestramento Paraquestre ocorre entre 26 e 30 de agosto.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Divulgação/ Ralph Kuckuck

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Corrida

Vitória de My Jess For Me no GP America Futurity

Ao todo com dez páreos, programação no Jockey Club de Sorocaba contou ainda com páreos especiais e as classificatórias do GP Sorocaba Futurity

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Na sequência de futurities no Jockey Club de Sorocaba, sábado (8) foi a vez da final do GP America Futurity, nos 365 metros e bolsa de R$ 300 mil, patrocinada pelo Haras Prata. Assim, a disputa entre duas filhas de Corona For Me foi melhor para My Jess For Me.

As duas mais rápidas das classificatórias, Coronna Girl PK e My Jess For Me duelaram novamente na final. Com 19s697, My Jess For Me chegou com um pescoço de vantagem. A fêmea zaina teve como jóquei D Conceição e foi treinada por R Rosa.

Ademais, seu proprietário, a Fazenda JC Theobaldo, em parceria com o Haras Fazenda São José, continua invicto em Sorocaba. De prêmio, R$ 142 mil ao campeão, e mais um carro ‘zero’ km ao treinador e uma moto ‘zero’ km ao jóquei.

Também zaina e com dois anos, Coronna Girl PK marcou 19s744. Em terceiro lugar chegou Fantastic Dinastia, 19s806. Esse páreo abriu a reunião número cinco no Jockey Club de Sorocaba, a casa do Quarto de Milha de Corrida.

Entre os dez páreos do dia, as classificatórias do GP Sorocaba Futurity. Prova de 320 metros e premiação total de R$ 200 mil. Quatorze animais dividiram-se três baterias para disputa de uma vaga na final em cada corrida. Na primeira classificatória, por meio corpo de vantagem, vitória do representante do Piauí Koda Granite SAM, 17s689.

Dessa forma, a segunda vaga ficou para Teller Monza MRL, 17s561, também com meio corpo de vantagem. Por fim, a última vaga para a final do GP Sorocaba Futurity foi para Wonder Rose FJM, 17s497. Vantagem de uma cabeça e o melhor tempo da classificatória. A final acontece dia 22 de maio.

Fonte: Jockey Club de Sorocaba
Crédito das fotos: Divulgação/JCS

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Rodeio

Jovens Touros evidencia a genética do touro de pulo

Campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados

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Quando Fabio Docusse e os irmãos, da Cia Rancho 3 Irmãos, criaram o Jovens Touros em 2019 não esperavam o sucesso em tão pouco tempo. Em 2021 entram em seu terceiro campeonato mantendo a meta inicial de valorizar o criador de touros de pulo de rodeio e fomentar a genética desses animais.

A experiência de 28 anos atuando no rodeio fez com que o Jovens Touros surgisse. “E a vontade sempre foi realizar algo para os outros que sempre quisemos para nós. Ou seja, receptividade e respeito. Quando a gente viajava o Brasil todo, muitas vezes fomos muito bem recebidos, mas em inúmeras outras não. Passamos maus bocados, como aconteceu com diversos outros amigos”, conta Fábio.

E o projeto surgiu, então, desse desejo. Não só manter animais com linhagem em evidência, como também fornecer o melhor tratamento aos criadores. Os irmãos montaram uma arena indoor no rancho, para o treinamento dos touros da companhia, até que tiveram a ideia de convidar alguns amigos donos de touros para uma competição informal.

“Todo mundo gostou muito e repetimos. Logo depois veio a ideia de transformamos o Jovens Touros em algo profissional. Nasceu o campeonato, em fevereiro de 2019. Nos inspiramos, sobretudo, no modelo da ABBI dos Estados Unidos”.

A saber, a American Bucking Bull, Inc. administra o maior registro de DNA de touros de rodeio do mundo. Então, a ideia é documentar linhagens de touros de pulo e promover um campeonato onde eles são as estrelas. Assim é também o Jovens Touros, pautado em uma visão de futuro, já que aqui no Brasil o assunto genética de rodeio é algo concreto, mas ainda em construção.

Jovens Touros: campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados; visa a melhoria genética dos touros
Categoria Futurity

Projeto Jovens Touros

De acordo com Fabio, um sonho que se tornou realidade. “Com a ajuda de todos os criadores conseguimos desenvolver. Sempre falo que o Jovens Touros não é um projeto do Fabinho, mas sim de todos os criadores de touros de pulo do Brasil.

Qualquer criador para participar das etapas do campeonato se associa, pagando uma anuidade de R$ 1000,00. A fim de fomentar a adesão da filiação, os associados conseguem de volta esse valor em forma de inscrições (não válidas para prêmios). E a cada etapa, cada touro para R$ 300,00 de inscrição. A organização reverte 70% do valor total para premiação e retém o restante para as despesas.

Antes de mais anda, há regras rígidas que regem o campeonato. “Ouvimos sempre a opinião de todos, mas a decisão final é sempre nossa, organizadores e idealizadores do Jovens Touros. Assim, lançamos as regras, que identificamos serem as mais justas, e seguimos elas à risca. Fica a cargo do criador avaliar se servem para eles ou não”, reforça Fabio.

E ele ressalta: “Queremos construir algo sólido. Por isso o objetivo do Jovens Touros é fazer com que os criadores de touros de pulo do Brasil valorizem seus animais, fomentem negócios através de contatos e do nosso leilão. E tem espaço para todos, do pequeno ao grande criador”.

Jovens Touros: campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados; visa a melhoria genética dos touros
Categoria Classic

Genética e banco de dados

Qualquer pessoa pode entrar no projeto desde que tenha um touro com performance, ou seja, comprovado que é pulador. Afinal, o que se busca nesse mercado é isso. O banco de dados do Jovens Touros consiste em touros puros com performance e seus descendentes até que chegue ao puro de origem.

“Vamos usar como exemplo o Bipolar. Ninguém sabe quem é seu pai e sua mãe, mas que é um touro pulador. Então, ele entra no banco de dados do campeonato como um touro puro que pula (PP). Cruzando ele com uma vaca, seus filhos entrarão com CG1, ou seja a primeira geração”.

Fabio explica que o sistema segue até o CG5, a quinta geração desse animal pulador. Isso de acordo com os sucessivos cruzamentos de cada geração dessa linhagem. E depois do CG5 vêm os puros de origem, que já são os resultados dos cruzamentos construídos dessa genética.

Podemos dizer que genética é o fator que mais determina a índole de um touro para fazer o que naturalmente é criado e ama, pular. Todo touro registrado no banco de dados do Jovens Touros entra para uma lista que armazena todas as informações sobre ele. E é o estudo do pedigree, que cruzamentos servem para o plantel de cada criador, o que dá certo ou não, que é a base da genética.

Estrutura Cia Rancho 3 Irmãos

Campeonato

A temporada do Jovens Touros conta com quatro etapas e uma final, dividindo os touros em duas categorias: Futurity, para animais de 1 a 3 anos; e o Classic, para animais de 3 a 5 anos. No Futurity, o touro pula sozinho com um robô em seu dorso, enquanto no Classic um peão o monta. Vale reforçar: a avaliação é para o touro.

Em 2020, mesmo com a pandemia da Covid-19, mais de mil animais passaram pelas provas do campeonato. Além da premiação por etapa há uma premiação na final, congregando ainda premiações especiais, como Touro do Ano. Com a maciça adesão dos criadores –  já são mais de 200 filiados -, e dos patrocinadores que acreditam no projeto, o valor promete ser bem atrativo aos campeões.

A estrutura da Cia Rancho 3 Irmãos, além da arena coberta, conta com espaço para 250 mesas, que recebem os criadores e suas famílias, uma querência com 37 baias, e um espaço climatizado no fundo para os animais. Fabio conta que os planos são o de fechar toda a arena e climatizar para promover ainda mais conforto a todos.

“Não esperávamos, em 2 anos, chegar onde chegamos. Em principio, era um projeto para 5 anos em que pensávamos filiar 80 criadores, e hoje já somos 200. Essa proporção toda nos deixa felizes, mas também alertas em sempre manter o padrão de organização que temos hoje e o nosso objetivo inicial”.

Se invertessem os papeis e eu tivesse entrando no projeto, penso em como gostaria de ser tratado e quais benefícios aos meus animais. Então trabalhamos em busca de ofertar isso. Tratar todos da melhor forma e com o devido respeito”, finaliza.

Para conhecer mais acesse: www.jovenstouros.com.br | @jovenstouros.

Por Luciana Omena
Colaboração: Eugênio José

Crédito das fotos:
 Divulgação

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Três Tambores & Seis Balizas

3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores é concluída com sucesso

Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito de mais uma etapa

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Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito de mais uma etapa

Realizada entre os dias 29 de abril e 1º de maio, a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores mostrou que mesmo em tempos difíceis é possível fazer uma prova equestre de alto nível. Seguindo todos os protocolos de segurança e sem a presença do público, a etapa que havia sido remarcada, agitou o Haras NSG, em São Pedro (SP).

Como resultado deste sucesso, a terceira etapa teve 1.773 inscrições e 533 animais no evento, com uma premiação de R$ 94.365,00.

“Em meio a momentos difíceis tivemos a coragem de realizar uma prova equestre de alto nível com a responsabilidade de manter o distanciamento social e a segurança de todos os competidores presentes, cumprindo à risca o protocolo de segurança COVID 19”, destaca o proprietário do Haras NSG, Alexandre Monteiro.

Inovação

Com o intuito de todos prestigiarem a competição, mesmo sem permissão para a entrada do público, a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores contou um uma inovação: transmissão ao vivo pela Rodeio Play.

De acordo com Peterson Cássio, gerente de marketing e eventos do Haras NSG, foram mais de 50 mil visualizações, com uma locução empolgante, comentários técnicos, entrevistas e abertura das finais emocionante que são alguns dos diferenciais da Copa Wrangler Haras NSG.

 

Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito da 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG, com 1.773 inscritos.
Alexandre Monteiro, proprietário do Haras NSG, fazendo a entrega da moto

Destaques

Antes de mais nada, vale destacar que a etapa contou com 21 tempos na casa dos 16 segundos e mais 19 tempos na casa dos 17,0 segundos, isso apenas na terceira etapa, dados que reafirmam que o Haras NSG possui uma pista rápida e em constante evolução e melhoramento.

O destaque ficou com Caroline Rugolo campeã na categoria Amador na sela de God Given Fame HR com o tempo de 16s696 ficando a dois milésimos de bater o atual recorde da pista que é de 16s694 (Patrick de Castro).

Pela Final Feminina, Barbara Velozo Morais, fez o tempo de 16s337 acompanhada de Fost 36 HRZ, conquistando assim o primeiro lugar da categoria na pista reduzida.

Em primeiro lugar, pela Aberta Masculina, Anderson da Silva Bezerra, na sela de Alestte Zorrero, teve o cronômetro marcando 16s992.

A saber, uma das categorias que vem conquistando os competidores, a Amador Masculino, teve em seu primeiro lugar Thomaz Menendez Martin Calvino, que acompanhado de Paris Fly LW, alcançou o tempo de 17s478.

O conjunto Julia Simões e Playboy High, conquistaram o primeiro lugar na Final Mirim, concluindo o percurso com 17s473. André Guilherme Marcon Morganti com Dakar Red MBFN foi o destaque na Final Jovem, com 17s199.

Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito da 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG, com 1.773 inscritos.
3ª Etapa contou com uma premiação de R$ 94.365,00, organizadores aguardam a próxima etapa, que sem dúvidas nenhuma, será mais um sucesso – Foto: Dani Venturini

Agradecimentos

O Haras NSG agradece a participação de todos e aos patrocinadores Wrangler, Botupharma, Equitech, Vale Rações, Stecar America, RAM, Rastelo DellaRosa, Rodeio Play e Nutrivet que acreditaram no projeto.

E a próxima etapa já tem data marcada: de 10 a 12 de junho o Haras NSG vai ser palco de uma rodada da copa que já é sucesso entre os competidores.

Por Heloísa Alves
Crédito das fotos: Divulgação/Haras NSG/Daniela Venturini/ Rene Paciullo

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Rodeio

Competidor do Acre busca no rodeio realizar sonho que o pai não conseguiu

Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo

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Hoje, Alisson Aguiar trabalha em uma grande companhia de rodeio. De modo que aguarda o fim da pandemia para buscar seu último passo no rumo da carreira profissional. Antes de mais nada, o competidor do Acre tem como objetivo realizar sonho que o pai não conseguiu.

O sonho de ser um competidor, às vezes é interrompido por diversos motivos: falta de talento, falta de sorte, falta de recursos, distância. E, muitas vezes, falta de apoio da família. Só que, mesmo interrompido, esse sonho pode se manter vivo através dos filhos. Aquela frase tradicional: ‘de geração para geração’.

Com toda a certeza, no caso do competidor do Acre, da cidade de Rio Branco, o apoio dos pais para que seguisse no rodeio veio da extensão do sonho não realizado pelo pai dele. Alisson Aguiar, portanto, não é o único tentando seguir longe na carreira na montaria em touros.

Família

Filhos de competidor, Alex, Alisson e o Anderson Aguiar tiveram o apoio do pai, Valdecir Lima Aguiar. E Rio Branco, Acre, geograficamente é uma região muito distante do centro do rodeio no Brasil.

O Sr. Valdecir, pais dos garotos, sempre os incentivou a competir. Desde pequenos, colocando um ou outro em cima de um bezerro. No tempo que ainda percorria os eventos de montaria no Acre e em Rondônia.

“A gente não levava muito a sério, porém, um dia, meu pai teve que parar de montar. Ele precisava sustentar a família. Nesse momento soubemos que o sonho pessoal dele estava interrompido”, lembra Alisson, o filho do meio.

Mas, para o Sr. Valdeci, seu sonho não tinha acabado de fato. Continuava com a vontade de que um de seus filhos seguissem como atleta de montaria. “Desde então passamos a nos dedicar mais, a ter interesse. E eu segui meu plano, meu sonho, que tem quatro passos”.

Competidor do Acre, Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo; segue em ascensão
Alisson (no meio) ao lado dos irmãos

Os quatro passos do competidor do Acre

De acordo com Alisson, sua caminhada começou com a vontade de ser conhecido no Acre; em seguida, no estado de Rondônia; depois tentar montar nos rodeios de São Paulo; por fim, quem sabe, um dia ir para os Estados Unidos.

O competidor do Acre, então, deu o primeiro passo na batalha em busca de um sonho. Os resultados vieram em seu Estado natal: campeão em Sena Madureira, onde conquistou uma moto. Também ganhou em Tarauacá, entre outros resultados.

Pronto para o segundo passo, Alisson chegou a Rondônia, onde os rodeios são maiores e a vitrine para o cenário nacional é melhor. De cara, Ariquemes, porta de entrada oficial de muitos. A primeira semana tem o evento regional e na segunda semana rodeio com competidores convidados nacional.

Alisson não decepcionou. Garantiu pódio na primeira semana e a vaga para o rodeio principal em 2018. Aí sim, oportunidade de brilhar e tentar um lugar ao sol. Praticamente, completou o segundo ciclo: ter seu nome conhecido em Rondônia. Preparou-se, então, para dar o terceiro passo, maior e mais desafiador.

Ariquemes

Reta final do planejamento de carreira

“A Cia de Rodeio Califórnia comprou alguns touros no Expoari, de Ariquemes/RO, em 2019. Um amigo ia levar os animais até São Paulo e eu vi ali uma oportunidade. Pensei que seria a chance de montar em alguns rodeios e dar o terceiro passo do planejamento”, conta Alisson.

Com apoio dos pais, embora a mãe ficasse receosa, ele agarrou a oportunidade. “Não podia peder essa chance. Meu pai ficou feliz, mesmo sabendo das dificuldades. Era um sonho dele, que ele interrompeu para nos sustentar. Então não faço sempre as coisas por mim, mas faço pensando neles. Embarquei para São Paulo e comecei a trabalhar na Cia Califórnia.

Em primeiro lugar, Alisson foi morar e trabalhar em uma das maiores companhias de rodeio no Brasil, a Cia de Rodeio Califórnia. Acompanhavam assim, a boiada principal nos maiores rodeios do Brasil. Colorado, Rio Verde, Barretos, entre tantos outros, que faziam parte do seu sonho pessoal.

“Quando cheguei aqui, as coisas foram mais difíceis. No Acre eu entrava em quase todas as finais, aqui a dificuldade é maior. Touros mais difíceis, não entrava nas finais e muitos me disseram para eu voltar. Mas eu não desisti”.

“Eu via os touros saindo para os grandes rodeios e sonhava estar lá. Porém, tinha que continuar meu processo. Subir os degraus, fazer meu nome em cada passo que planejei. Aos poucos cheguei na ACR – Associação dos Campeões de Rodeio”.

Em outras palavras, o competidor do Acre começou montar em alguns eventos e entrando nas finais. “O Chiquinho, dono da Cia, sempre me ajudou, indicando para montar nos rodeios melhores. Em resumo, não desisti! Se eu estivesse voltado para o Acre não teria tido o reconhecimento que tive aqui. As dificuldades são grandes, sempre serão, mas não podemos desistir”.

Competidor do Acre, Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo; segue em ascensão
Barretos

Passo 3 em busca de realizar sonho que o pai não conseguiu

Na luta por conquistar seu lugar no sudeste brasileiro, Alisson logo venceu Ilicínea, Minas Gerais, evento da ACF do Brasil e etapa da Liga Nacional de Rodeio. De cara, ganhou uma vaga para a maior festa do peão do Brasil, Barretos.

Em seguida, foi campeão em Garça/SP. E ainda conquistou bons resultados em eventos como Juína/MT, Sertãozinho/SP. Até que em dezembro de 2020, venceu a a disputada Live do Bem (foto de chamada), em Taquarituba/SP. De fato, um rodeio com a presença dos melhores competidores do Brasil, até os que competem no campeonato mundial.

“Hoje olho para trás e vejo o longo caminho percorrido. Ganhei três motos, dezenas de títulos, sou reconhecido no meu estado, em Rondônia. Venho ganhando respeito no sudeste, em especial no Estado de São Paulo”, reforça Alisson.

“Olho para frente e vejo que o caminho a percorrer é ainda maior, visto que são muitos os rodeios que ainda posso conquistar. Além disso, fora das fronteiras com o Brasil, há um quarto passo. Um passo que uma hora vou ter que dar, que é ir aos Estados Unidos”.

Segundo o competidor do Acre, é lá onde as coisas de fato acontecem na vida de um atleta de rodeio. “É último degrau do sonho de cada um e um dia eu pretendo chegar. Sempre vou me lembrar que meu pai largou de ser peão para nos sustentar e não há incentivo maior que esse para eu poder chegar onde eu tiver que chegar.”

Por Eugênio José
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal, Divulgação, Jack Rodrigues

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Vaquejada

Entidades se unem a favor da Vaquejada Legal

Ministério Público da Paraíba celebrou termo de cooperação para fiscalizar e adequar vaquejadas no Estado; atividades estão sujeitas à legislação e às restrições impostas pela pandemia

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Mesmo assegurada por lei – 13.873/19 – a Vaquejada Legal segue na luta para manter-se em atividade seguindo todos os protocolos de bem-estar animal. Dessa forma, no final de abril, ABVAQ, SEDAP, CRMV-PB e Ministério Público da Paraíba firmam termo de cooperação. Acordo visa compromisso em fiscalizar e coibir realizações de vaquejadas no Estado que não cumpram a legalidade.

Participaram ainda da sessão o segundo subprocurador-geral de Justiça, José Roseno Neto (presidente), assim como os procuradores Álvaro Gadelha Campos (corregedor-geral) e Francisco Sagres Macedo Vieira (que atua na área criminal); o promotor de Justiça Raniere da Silva Dantas (coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Saúde, Meio Ambiente e Consumidor).

Termo assinado, portanto, pela ABVAQ, SEDAP e CRMV-PB na sede do Ministério Público da Paraíba. As entidades se comprometem: adequar a realização de provas obedecendo a legislação vigente, reforçar a fiscalização destes eventos e fortalecer o bem-estar animal. Na ocasião, o diretor de Chancelas da ABVAQ, Valter Papel, representou a instituição e apresentou todas as ações realizadas pela associação.

Contudo, o Ministério Público da Paraíba ressaltou que a assinatura do termo não significa a anuência dos membros à prática, dada a autonomia funcional de cada promotor de Justiça na área de sua atuação. Segundo texto oficial, busca-se que, nos locais em que se entenda que não há impedimento à sua realização, sejam obedecidas as normas que resguardam os animais. Em especial ao que está previsto na Lei Federal 13.873/19 e na Lei Estadual 11.140/2018.

De acordo com o CRMV-PB, o Estado registra cerca de 100 eventos por ano com o envolvimento de 50 parques de Vaquejada. Vale ressaltar ainda que durante a pandemia só podem acontecer eventos em consonância com os decretos das autoridades sanitárias do Estado e dos municípios.

Como será a cooperação 

A cooperação técnica consiste, portanto, em obrigações por parte de cada instituição representada na reunião. Ao MPPB, por meio do CAO do Meio Ambiente, caberá o desenvolvimento de ações de articulação junto aos promotores de Justiça que atuam nas áreas onde há vaquejadas.

Trabalho feito com o intuito de atuar com vistas à proteção e defesa animal. À SEDAP e ao CRMV-PB caberá a realização de fiscalizações nas vaquejadas, informando acerca das que autorizarem à ABVAQ. 

Durante a reunião, a ABVAQ reforçou o comprometimento em documentar e divulgar em seu site e redes sociais a relação atualizada das vaquejadas chanceladas pela associação. Inclusive com as numerações referentes às autorizações e os locais de suas realizações.

A instituição também desenvolverá ações permanentes de orientação junto aos parques. Assim, aproximará mais os organizadores do regulamento. E caso ocorra descumprimento das normas, ABVAQ deverá reportar ao representante local do Ministério Público.

Por Equipe Cavalus
Fonte: MPPB e ABVAQ
Crédito da foto: Divulgação


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Hipismo

Haras Endurance realiza sua tradicional prova de 120 km

A prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas aconteceu no dia 1° de maio no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP

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De acordo com informações da organização, o dia começou frio e muito cedo com as equipes e cavalos se preparando para a largada dos 120 quilômetros. Trata-se da prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas, que aconteceu dia 1° de maio, no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP. Acima de tudo, disputas valendo pela I Etapa do Paulistão 2021.

Pontualmente às 6h largaram os adultos e os Young riders a fim de cumprir a jornada dos 120 quilômetros de percurso da categoria principal do evento por trilhas e em velocidade. Em seguida, largaram as demais categorias: 100 km, 80 km, 60 km, todas de velocidade livre; assim como as categorias de regularidade, 40 km e 20 km.

Antes de mais nada, segundo a organização, o espírito familiar esteve presente assim como em todos os eventos de Enduro Equestre. A começar com todos os conjuntos cavalgando felizes por trilhas e belas paisagens. Um sempre apoiando o outro, mesmo que momentaneamente adversários.

A prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas aconteceu no dia 1° de maio no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP
Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP, premiou campeões da I Etapa do Paulistão 2021 de Enduro Equestre

Como se viu quando uma das youngs caiu com o cavalo, que ficou preso em uma cerca. Enquanto uns ficaram com a amazona, outros buscaram ajuda e tudo se resolveu. Cavalo e amazona passam bem.

Enduro Equestre é uma prova de resistência, com hora para começar, contudo sem hora para acabar. O tempo é longo em cima do cavalo, diversos quilômetros e muitas possibilidades. 

Vale ressaltar que nas provas de velocidade, ganha quem chegar primeiro e passar em todos os vet-checks; assim como nas categorias de regularidade, o melhor é aquele que faz a prova dentro do tempo e apresenta o cavalo com o batimento cardíaco mais baixo.

Resultados completos, clique aqui.

Crédito das fotos: Divulgação

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Rédeas

ANCR altera sistema de Níveis para o próximo ano hípico

Nova data do Derby: como todas as entidades de raças e modalidades, a Associação Nacional do Cavalo de Rédeas tem buscado da melhor forma se adequar às restrições impostas pela pandemia

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A fim de aumentar a competitividade em suas provas, a ANCR – Associação Nacional do Cavalo de Rédeas ampliará o nível de competição seguindo o que já pratica a NRHA – National Reining Horse Association. Desse modo, a partir do próximo ano hípico, as categorias Aberta e Amador serão disputadas nos Níveis 1, 2, 3 e 4, de acordo com os ganhos dos competidores nos anos anos hípicos anteriores.

As novas regras passam a valer logo após o Potro do Futuro de 2021. Ou seja, a partir de setembro. Atualmente, as categorias oficiais Aberta e Amador contam apenas com os Níveis 2, 3 e 4. A ANCR considera Nível 1 hoje uma categoria de entrada para novos competidores, com definição e condições diferentes das categorias oficiais.

Com a mudança, a categoria Principiante, que é a de entrada para novos competidores, permanece, contudo sem a denominação Nível 1. Ainda de acordo com a direção, a ANCR realizará atualização do ranking anualmente.

Como será a nova divisão

Na categoria Aberta, no Nível 4 correrão os dez cavaleiros com a maior somatória de ganhos nos dois últimos anos hípicos. Em seguida, no Nível 3, todos os cavaleiros com somatória de ganhos abaixo dos dez do N4 e com ganhos superiores a R$ 10.000,00 no ranking acumulado geral.

Já a composição do Nível 2 contará com todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 10.000,00 no ranking acumulado geral. Enquanto o Nível 1 abrigará todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral.

O processo na Amador é o mesmo, diferindo apenas nos valores. Disputarão títulos no Nível 4 os oito cavaleiros com a maior somatória de ganhos nos dois últimos anos hípicos. Pelo Nível 3, cavaleiros com somatória de ganhos abaixo dos oito do N4, e que tenham ganhos superiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral.

Para disputar pelo Nível 2, cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral. E por fim, Nível 1 da Amador, todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 2.500,00 no ranking acumulado geral.

Como todas as entidades de raças e modalidades, a ANCR tem buscado da melhor forma se adequar às restrições impostas pela pandemia

Nova data Derby 2021

Com tudo pronto para realizar duas provas em sequência no mês de março, a ANCR cancelou o Super Stakes 2020 e adiou o Derby 2021 com a entrada do Estado de São Paulo em uma fase mais severa de quarentena. Por conta de todas as restrições impostas aos eventos pela pandemia de Covid-19, a entidade busca a melhor forma de se adequar sem prejudicar os associados.

O Super Stakes, adiado desde novembro do ano passado, foi agora cancelado. Enquanto o Derby remarcado para data anunciada há poucos dias pela ANCR. De 15 a 19 de junho, encontro marcado para os ‘redieiros’ no Parque Dr. Fernando Cruz Pimentel, em Avaré/SP.

Não haverá a participação do público e por isso a transmissão on-line de todas as provas pela Ride2Play e pelo site da ANCR. Todas as medidas de todo o protocolo completo seguido pela ANCR visam a contenção de propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Entre as novidades para os cavaleiros nesse evento a ampliação na idade hípica dos cavalos participantes. O Derby é uma prova para cavalos mais velhos e nessa edição estão habilitados animais de 4, 5, 6 e 7 anos hípicos. Além disso, na programação, Copa Cardinal Ranch, Pré-Futurity Tripol Ranch e ainda a entrega das homenagens aos Melhores do Ano e Hall da Fama ANCR.

Mais informações, clique aqui.

Por Luciana Omena
Colaboração: Assessoria de Imprensa
Crédito das fotos: Divulgação ANCR/Adilson Silva

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Esportes

Disputas acirradas marcam 2ª etapa do campeonato de Equitação de Trabalho

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País

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A segunda etapa da temporada 2021 da ABET – Associação Brasileira da Equitação de Trabalho aconteceu de 28 de abril a 2 de maio. Trata-se do Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho, que conta com a participação de conjuntos de todo o País.

O grande destaque dessa segunda prova virtual da temporada, de acordo com o presidente da ABET Ney Messi, foi a regularidade entre os conjuntos. “Com toda a certeza, o destaque dessa prova foi a igualdade nos resultados. Principalmente na Aberta Amadores, em que três conjuntos empataram em porcentagem na primeira colocação”.

Dessa forma, decidiu-se a classificação da categoria pela performance no obstáculo desempate. “Foi a primeira vez que isso aconteceu e mostra o afinco com que todos estão tratando o campeonato. Treinando e apresentando seus vídeos seguindo todas as regras”, reforça Messi.

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País
Benedito Torres Macedo e Artemis da SASA JE

E essa disputa acirrada, segundo ele, aconteceu em mais de uma categoria. “De modo que a grande maioria das categorias tem seu resultado de ranking indefinido. Para a terceira etapa tudo pode acontecer, pois o campeonato está totalmente aberto. E isso é bem legal para a disputa”.

Regularidade nas apresentações

Por exemplo, na categoria Aberta Amadores, citada pelo presidente, Raquel e D’artagnan V8, Marcos e Abaré do Sertanejo, Flavia e Maya marcaram 81,39% empatando. Nessa ordem citada, o resultado final foi decidido pelo obstáculo desempate.

Nas demais categorias, sem desempate, mas todos com uma porcentagem muito próxima um dos outros. Como a Aberta Jovens Cavaleiros: Giovanna Romano, com Flash V8, conquistou 80,56%, enquanto Gabriela Castanho, com Justdah da Marcha, recebeu dos juízes 80,28%.

E o mesmo aconteceu na Cavalos Novos A, Cavalos Novos B, Aspirantes, Preliminar e Intermediária. Notas bem próximas uma das outras. Pessoal está atento e se esforçando bastante em busca dos títulos.

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País
Roberto Rahu e Artemis da SASA JE

Ana Vitoria Vilela e Keys Bluesmal (foto de chamada) ganharam a Cavalos Novos B com 84,17%. Benedito Torres Macedo e Artemis da SASA JE venceram a categoria Principal, 87,27%. Já Roberto Rahu e Artemis da SASA JE foram campeões da Intermediária, 88,64%. Entre os campeões também Sophia Baptista Oliveira e Arun de Maripá, pela Preliminar, 79,75%.

Na Aspirantes, vitória para Paulo Roberto e Duque de Maripá, 84,17%. Gabriela Castanho ganhou a Mirim, UDC Dominador do Retiro, 73,06%. Com Único HS, Karla Junqueira foi campeã da Amador, 88,22%. Por fim, Sergio Faria levou a Cavalos Novos A, com Zenato de Maripá, 88,33%.

Virtual de Equitação de Trabalho e regionais

No modelo atual das provas de Equitação de Trabalho, os inscritos se baseiam nos croquis divulgados para a sua categoria e montam a pista em casa. Dessa forma, seguindo orientações do regulamento, gravam sua apresentação e enviam para a Associação. Dois juízes por dia julgam as provas de acordo com uma programação previamente divulgada.

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País
Sophia Baptista Oliveira e Arun de Maripá

Assim, pontuam para o Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho geral e ainda para seus núcleos. A modalidade realiza campeonatos estaduais em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Brasília e agora em Santa Catarina. Serão três etapas virtuais ao todo.

“Na primeira etapa as condições climáticas atrapalharam os catarinenses de enviar seus vídeos, mas nessa segunda etapa tivemos quatro conjuntos representando o Estado. Uma alegria para nós, já que essa é a primeira vez  que estão junto com a ABET. E esperamos um número maior ainda para a próxima prova”, reitera Messi.

A diretoria fará uma reunião na segunda quinzena de maio a fim de definir sobre o Campeonato Brasileiro. Prova marcada para logo após a conclusão do Ranking Virtual.

Julgaram essa etapa Elsom Sabadini e Rodrigo Azeredo (1º, 3º e 5º dias); Claudia Leschonski e Thamara Honorio Messi (2º e 5º dias). Resultados completos e demais informações: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Por Luciana Omena
Foto: Divulgação/Ney Messi

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Working Cow Horse

ANCH realiza prova remanescente de 2020 com recorde de inscrições

A última prova da associação havia sido em dezembro de 2019; ANCH segue em busca de manter o Working Cow Horse ativo

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O evento anterior da ANCH – Associação Nacional do Working Cow Horse tinha acontecido em dezembro de 2019, o encerramento da temporada. Dessa forma, mais de um ano sem que os competidores pudessem se encontrar e colocar seus cavalos na pista.

Ainda valendo para o ano de 2020 – eventos paralisados por conta da pandemia -, a ANCH realizou no último sábado (1°) o Potro do Futuro e Cow Horse Show em diversas categorias.

Antes de mais nada, recorde de inscrições. “Tivemos 67 passadas e 20 competidores diferentes. Em alguns anos, não temos mais de dez concorrentes no Potro do Futuro e nessa prova foram 15 conjuntos. Além disso, 18 na Aberta Junior”, conta Karoline Rodrigues, presidente da Associação.

As provas aconteceram no Rancho Karoline, em Avaré/SP, registrando ainda a participação de animais Quarto de Milha, Crioulo e Paint Horse. Todos os resultados contaram para registro de mérito nas respectivas associações das raças QM e PH.

A presidente da ANCH aproveitou a presença de todos a fim de discutir os rumos da associação, como a nova diretoria, já que o biênio da atual gestão se encerra em julho desse ano. E marcar a próxima prova também.

“Agendamos a nossa próxima prova para setembro, Potro do Futuro e Cow Horse Show 2021. Devido a pandemia, o calendário segue apertado, sobretudo com o Congresso da ABQM em junho e o Nacional da ABQM em julho. Então, provavelmente, não realizaremos outra prova ainda no primeiro semestre”, destaca Karoline.

Houve uma explanação aos associados a cerca da premiação. “Não definimos ainda, porém a ANCH tem reservas do apoio financeiro da ABQM de 2019. Bem como caixa formado com o leilão de coberturas doadas pelos parceiros da modalidade e um potro doado pelo Haras R3, todos leiloados em junho do ano passado”.

Resultados

Com julgamento de Fernando César Oliveira, os conjuntos deram tudo de si para conquistar títulos importantes dentro do Working Cow Horse. As provas da ANCH são de extrema relevância para manter a modalidade ativa fora do âmbito de provas oficiais das raças.

O conjunto My Love Jule e André Sampaio marcou a maior nota do dia, 146 pontos, campeões da Aberta Senior no Cow Horse Show (foto premiação). Entre os cavalos, Big Show Del Rancho foi destaque ao vencer três categorias. Ganhou o Potro do Futuro Aberta com Nelson Rodrigues e ainda o Potro do Futuro Amador e a Amador Junior com Djalma Bezerra Neto (foto de chamada). Confira resultados completos: 

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/ANCH

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Hipismo

Carlos Parro e Goliath classificados para as Olimpíadas de Tóquio

Conjunto garantiu o segundo índice e a qualificação olímpica no Concurso Completo de Equitação em prova na Polônia; veja também sobre o Mundial de Enduro Equestre 2021

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Em mais um bom final de semana para o Hipismo brasileiro, Carlos Parro, montando Goliath, garantiu vaga na modalidade Concurso Completo de Equitação para as Olimpíadas de Tóquio 2021. O conjunto participou, de 30 de abril a 2 de maio, do CCI4*-L Stregom na Polônia.

Ao lado do sela holandês de apenas 10 anos, Carlos Parro garantiu o segundo índice olímpico exigido para a qualificação. Portanto, agora está tecnicamente habilitado para Jogos Olímpicos marcados para julho no Japão.

Na oportunidade, Carlos Parro e Goliath (foto de chamada) fecharam o Adestramento com -34,6 pontos perdidos (pp). Em seguida, fizeram um percurso seguro e sem faltas no Cross, com 26 pp por estourar o tempo. Por fim, no Salto cometeram duas faltas, 8 pp. Ao todo, fecharam com 70,5 pp na 14ª colocação.

O primeiro índice da dupla foi no CCI4*S em Barroca de Alva, em Portugal, em novembro de 2020. Radicado na Inglaterra há 20 anos, Cacá, 41 anos, integrou o Time medalha de prata e foi bronze individual no Pan Lima 2019.

Com vasta experiência em provas desse nível, também foi bronze por equipe no Pan Rio 2007, prata por equipe no Pan Toronto 2015. E ainda integrou o Time Brasil na Rio 2016 e defendeu o Brasil no individual em Sydney 2000.

Vagas no CCE

Candidatos a uma vaga no Time Brasil de Concurso Completo de Equitação nos Jogos Olímpicos de Tóquio precisam garantir índices técnicos entre 1° de janeiro de 2019 e 21 junho de 2021. Um em CCI5*-Longo; ou um índice técnico em CCI4*-Longo e em um CCI4* – Curto.

A fim de obter esse índice técnico, o conjunto tem que registrar o mínimo de 55% no Adestramento; zerar ou 11 pontos perdidos nos obstáculos no Cross, e não mais que 75 segundos de excesso tempo (100 segundos em CCI5*L); e no Salto não mais que 16 pontos perdidos.

Com o segundo índice de Carlos Parro, ele se junta a Rafael Losano, também em atividade na Inglaterra, Nilson Moreira Leite, radicado nos Estados Unidos, e a Marcio Appel, em atividade no Brasil e Europa. Todos estão tecnicamente qualificados para os Jogos.

Marcelo Tosi, com Genfly, Marcio Carvalho Jorge, com Joly Jumper, Ruy Fonseca Filho, com Ballypatrick SRS têm um índice cada. Marcio e Ruy residem na Inglaterra e também estiveram a postos no CCI4*-L Stregom. 

Ruy e Ballypatrick SRS não foram para o Cross. Marcio, com Joly Jumper, que fez o primeiro índice em 18 de abril na Inglaterra, não concluiu o Cross. Marcelo, em atividade no Brasil, busca seu retorno para a Inglaterra. É lá que está seu cavalo Genfly.

Mas, o competidor enfrenta dificuldades devido às restrições de viagem em função da pandemia da Covid-19. Iberon JMen, montaria de Marcio Appel, também está na Inglaterra. Dessa forma, o cavaleiro estudao a melhor logística para entrar no país nessa reta final de preparação para os Jogos Olímpicos.

Carlos Parro e Goliath garantiram o segundo índice e a qualificação olímpica no Concurso Completo de Equitação em prova na Polônia
Felipe Morgulis e Saiph SBV

Mundial de Enduro Equestre 2021

O Mundial de Enduro Equestre 2021 acontece dias 21 e 22 de maio, no parque de San Rossore. Na programação, dia 21 acontece a primeira inspeção veterinária e em 22 começa a disputa de 160 km. A saber, percorrida pelo mesmo cavalo e cavaleiro em um único dia.

O evento por si só sofreu incertezas sobre sua realização. Contudo, a Federação Equestre Internacional abriu as inscrições e o Brasil é uma das 24 nações participantes. Time formado por Felipe Morgulis (com Saiph SBV), André Vidiz (com Chambord Endurance), Renato Salvador (com Uzes Trio), e Rodrigo Barreto (com Koheilan Elvira P).

Apesar das dificuldades, Morgulis já se encontra na Itália e está animado para a disputa. Antes de mais nada, a Comissão de Enduro da CBH está ciente de que será um Mundial diferente de outros anos por conta de todos os novos protocolos impostos pela pandemia.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH e  Isabella Campedelli
Crédito da foto de chamada: Reprodução/Instagram

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Team Roping

Team Roping da Depressão: o sucesso das “Laçadas Perfeitamente Perfeitas”

Página que tem mais de 80 mil seguidores mostra o engajamento em cima do humor no meio equestre

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Com quase dez anos de criação no Facebook, a página Team Roping da Depressão é um sucesso absoluto entre os laçadores. Apesar de sua criação em 2012, somente três anos depois foi que a página contou com uma movimentação maior, quando Fabio Penedo se juntou ao seu amigo e proprietário da conta, Rafael Biasin, e decidiu criar uma conta no Instagram também.

Fabinho, que agora é o responsável pelas publicações em ambas redes sociais, comenta que no início um dos seus receios era se apresentar como dono da página. “Já tive medo de ir em provas, tive ameaças de processos. O começo foi complicado, fiquei recuado, tenso, fazia as publicações, mas procurava ficar quieto, na minha”, relata.

Apesar desse medo, com o decorrer do tempo, Fabinho que já era conhecido no meio do Laço, começou a ser “descoberto” pelos seus seguidores. Foi então que o criador de conteúdos resolveu se revelar: em 2018 deu uma entrevista para a Roper’s Sports.

80 mil seguidores

Atualmente, a conta no Instagram ultrapassa os 80 mil seguidores, enquanto no Facebook são mais de 19 mil. “Quando chegava nos lugares as pessoas comentavam sobre o sucesso que eu tinha em minhas mãos. Fui ter uma noção desse sucesso quando vi grandes competidores dos Estados Unidos me enviando vídeos, da Austrália, Colômbia, foi quando falei: olha a proporção de onde isso chegou”, lembra.

Fabinho destaca que o mais importante para ele é a qualidade de seus seguidores. “Não são só as pessoas do meio do Laço que seguem a conta, tenho seguidores de outros esportes, cantores, além de competidores de alto nível, tanto do Brasil, quanto dos Estados Unidos, o que é muito gratificante para mim”.

Para Fabio, o humor é um do responsáveis pelo sucesso da página. Sem dúvida, de acordo com ele, algo que faltava no meio do Laço. “Sou de uma época em que o Laço era mais sertanejo, hoje é mais competição, alguns não aceitam errar e o Team Roping da Depressão veio para isso, para mostrar que todos erram”, destaca sobre o intuito da página.

Outro índice de sucesso da página foram as parcerias com grandes empresas, que decidiram investir no Team Roping da Depressão, além das divulgações de leilões. Foi quando Fabinho teve a noção da importância da página no meio do cavalo.

Página Team Roping da Depressão, que tem mais de 80 mil seguidores, mostra o engajamento em cima do humor no meio equestre

Seleção de Conteúdo

Em nosso bate-papo, Fabinho deixa claro que não tem o intuito de ofender ou prejudicar alguém. Outro ponto que o administrador deixa claro é a saúde animal. “Prezo muito a questão de animais, não faço publicação de acidentes. Outro tipo de conteúdo que evito são de provas oficiais da ABQM, são animais com altos investimentos. Não quero prejudicar treinadores por um momento ruim”, explica.

Para os interessados em enviar sugestão de conteúdos, é só mandar uma mensagem no direct no Instagram @teamropingdadepressão. Para aqueles, que tiverem conteúdo publicado e não gostar, também podem procurar o Fabinho e conversar sobre a retirada do post.

Por fim, Fabio agradece a todos que contribuíram e continuam a contribuir para o sucesso da página. “Sou grato a todos que seguem a página, que colaboram enviando conteúdos, à Revista Roper’s Sports e a todos que acreditam no Team Roping da Depressão e em mim”.

Por Heloisa Alves
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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Tie-down Roping

Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso

Natural de Piracicaba/SP, laçador mantém o foco, entre outros, observando seus ídolos aqui no Brasil e nos Estados Unidos

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Daniel Moraes Corrêa Carvalho conta que sua trajetória no Laço Individual começou desde criança: “Sempre lacei no campo, no trabalho do dia-a-dia da fazenda”. Mais foi em 1995, com 16 anos, que ele conheceu o esporte mais a fundo. “Fiz um curso com o José Milton, que na época trabalhava para o Fernando Mazzi, o Nandão. Nesses dias de aprendizado, me apaixonei pela modalidade e nunca mais parei”.

Alguns anos depois, em 2000, com a finalidade de evoluir como atleta do Laço Individual, Daniel Caravalho foi para os Estados Unidos. Trabalhou e laçou ao lado de Brent Lewis. “Sempre tive espelhos no esporte, mais quem mais me ajudou tecnicamente na modalidade, desde o meu começo foi o Frederico Werneck, com dicas e tirando minhas dúvidas”, lembra ele.

A lista de ídolos não para por ai. Daniel Carvalho também admira o trabalho dos laçadores brasileiros Marcos Alan Costa, Fernando Mazzi, Flavio de Oliveira, assim como dos americanos Brent Lewis e Trevor Brazile.

Entre os principais títulos do laçador, etapas da Copa Vale e de campeonatos regionais, rodeios de Conchal e Birigui. Bem como foi vice-campeão no rodeio de Jaguariúna e do Campeonato Paulista, além de Top 5 de todos rodeios completos do Brasil. No Laço Individual Técnico, foi campeão Nacional pela ABQM em 2010 e ainda do I Potro do Futuro ANLI em 2006.

Em sua caminhada no Laço, Daniel Carvalho contou com a parceria de alguns animais: Xarope, Cego, Arlequim NB, Miss Okie Dee. “Cada um deles teve sua importância na sua época. Mais foi o Just Ken Pocodo, o Pocotó, o melhor cavalo ‘disparado’ que já tive. Com toda a certeza, o melhor conjunto que formei”.

Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso 02
Foto: Rodolfo Lesse

Momento que marcou e uma dica

Pocotó também está entre os momentos marcantes da carreira do laçador: “Me marcou muito quando o vendi para o campeão mundial Stran Smith. Saindo do Brasil um animal muito importante do cenário nacional para as mãos de um dos mais respeitados nomes mundiais do laço. Sem dúvida, um divisor de águas, não só para o mercado, mas também para a minha vida”.

Por fim, Daniel Carvalho deixa uma dica para quem está começando no Laço Individual: “Uma dica que posso dar é que se inicie com um profissional competente, com o intuito de que o caminho do aprendizado não seja tão difícil como era antigamente. E aprenda em um cavalo experiente. Laçador novo precisa de um cavalo velho!”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Miguel Oliveira

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Rédeas

5 dicas do que observar ao correr uma prova de Rédeas

Esporte equestre mundialmente famoso, a Rédeas é uma modalidade técnica e a base para o cavalo; tem movimentos precisos e os competidores são julgados por juízes com base em suas apresentações

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Em uma prova de Rédeas, ou de qualquer esporte equestre, o competidor se prepara dias, semanas e meses para a ‘hora H’. Um treinamento não apenas físico, dele e do cavalo, como também mental. E na Rédeas, modalidade extremamente técnica, esse preparo é ainda mais especial.

Além de se preocupar com sua própria performance e a do cavalo, precisa atentar ao tipo de percurso para a sua categoria, por exemplo. Você conhece de cor, ou pelo menos os pontos mais importantes, do regulamento da modalidade?

Só para exemplificar, falamos com a competidora Joana Azevedo que nos deu cinco dicas do que observar ao correr uma prova de Rédeas. Afinal, todos que entram em pista querem tirar o rendimento máximo da sua apresentação, não é mesmo?

Dicas

1 – Reflita detalhadamente sobre o percurso e confirme você mesmo o número na circular da prova. Desse modo, você controla a ansiedade e nervosismo antes de entrar em pista;

2 – Olhe pra frente, SEMPRE. Ajuda a manter a concentração, a impulsionar o movimento do cavalo e a guiá-lo se algum percalço acontecer no percurso. Principalmente na troca de mão, olhar para onde está indo é fundamental;

prova de Rédeas: esporte equestre mundialmente famoso, a Rédeas é uma modalidade técnica e a base para o cavalo; tem movimentos precisos
Joana e Real Starlight Gun são campeões Potro do Futuro e Nacional ANCR Amador – Crédito da foto: Antônio Junqueira

3 – Aprenda a contar os seus próprios spins. Não dependa de terceiros para fazer uma prova;

4 – Cuide os cones para não queimar a marca. Eles serão sempre os guias na prova de Rédeas. Esteja em um quarto de pista, sempre olhando para o outro;

5 – Sempre que possível, respire e pense na próxima manobra. Tentar relaxar durante a prova vai garantir que execute o que foi planejado, assim como vai manter o cavalo concentrado.

Por fim, treine estas dicas em casa! Treinar o fundamento, não necessariamente o percurso. Repita o processo até que fique automático.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto de chamada: Divulgação/ANCR/Adilson Silva

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Hipismo

Nelson Pessoa é um dos maiores cavaleiros do Brasil

Conhecido como Neco Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros

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Nelson Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros

Em ano Olímpico nada melhor do que conhecer um pouco a respeito de uma das lendas do Hipismo. Nelson Pessoa Filho, de 85 anos, é, sem dúvida, um dos maiores cavaleiros do Brasil.

Desde muito cedo começou a montar e a se destacar nos torneios de que participou. Logo alçou voos mais altos, como, por exemplo, a participação nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1956 quando tinha 21 anos.

O carioca Nelson Pessoa, natural da capital Rio de Janeiro, foi atleta do Clube de Regatas do Flamengo. Em 1961 mudou-se para a Europa a fim de se aperfeiçoar na modalidade hípica que abraçou, o Salto.

Antes de mais nada, o apelidaram de ‘Feiticeiro’ devido ao estilo que usava para conduzir os animais que montava. Diziam na época que parecia ser uma obra de encantamento.

No Salto, então, conquistou pela primeira vez a medalhas de ouro por equipe e de prata no individual nos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg, Canadá. Ainda como atleta, participou dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964. Nessa oportunidade, aliás, foi o único representante do Brasil encerrando sua participação com o quinto lugar.

Ao todo ele disputou cinco Olimpíadas: Estocolmo, Tóquio, Cidade do México (1968), Munique (1972) e Barcelona (1992 – essa, a sua última como atleta). Além disso, em Barcelona momento histórico para o Hipismo brasileiro e para sua carreira, já que estava ao lado do filho Rodrigo Pessoa.

Nelson Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros
Em 1968 – Foto: Ron Kroon

Formador de campeões

Entre outros títulos, Nelson Pessoa foi ainda campeão europeu, quatro vezes campeão brasileiro, sete vezes campeão (recorde de vitórias) do Derby de Hamburgo, tricampeão do Derby de Hickstead e vencedor de aproximadamente 150 GPs na Europa.

Juntamente com as experiências em Olimpíadas, bagagem de sobra para continuar a carreira como mestre de novos campeões. Dessa forma, nas edições seguintes à sua despedida como atleta, em Atlanta (1996) e Sydney (2000), Nelson Pessoa foi o treinador da equipe brasileira que conquistou as medalhas de bronze por equipe no Salto.

Atlanta, aliás, foi a primeira medalha olímpica do esporte equestre brasileiro. Ano em que foi técnico do seu filho na conquista dele do título de campeão do mundo em 1998 e da medalha de ouro nos Jogos de Atenas 2004.

Nessa altura da carreira, já tinha experiência como técnico de várias equipes na Europa, no Oriente Médio e no Brasil. Atualmente, Neco segue trabalhando como treinador e preparador de equipes de alto nível.

Fonte: Comissão de Atletas, CBH, Wikepedia
Na foto de chamada: Nelson Pessoa em 1974 | Crédito: Show Jumping Nostalgia

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Rodeio

PBR chega à televisão brasileira em canal por assinatura

Estreia do programa no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é o comentarista

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Os apaixonados por montaria em touros que sempre pediram para ver rodeio na tevê, agora vão acompanhar a categoria principal da PBR através do canal por assinatura SporTV3. Isso porque a Professional Bull Riders e a Globo firmaram parceria para a transmissão dos campeonatos realizados no Brasil e nos Estados Unidos ao longo de 2021.

Portanto, toda terça-feira, às 23h (horário de Brasília), a apresentação será do locutor esportivo Luiz Felipe Prota, com comentários do tricampeão mundial Adriano Moraes. A princípio, a cada semana os fãs verão os melhores momentos de 15 etapas da Unleash The Beast, a primeira divisão da PBR nos Estados Unidos, até que os rodeios da PBR Brazil voltem.

“A cada ano temos mais e mais esportistas surgindo. Não estamos falando de rodeios ou festas do peão. Focamos na montaria em touros como uma modalidade esportiva. A missão da PBR é profissionalizar e perpetuar o esporte”, explica Adriano Moraes, que também é diretor da PBR no Brasil.

De acordo com o Rodeio S.A., já se comentava o assunto nos bastidores extraoficialmente há algumas semanas. Mas esse ‘burburinho’ não é recente. O próprio Rodeio S.A., em suas redes sociais em setembro do ano passado, falou do assunto. Embora sem citar diretamente a PBR e o SporTV na ocasião.

Estreia do programa da PBR no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é comentarista do melhor do rodeio
Kaique Pacheco, José Vitor Leme e Silvano Alves

Domínio brasileiro na PBR

Com o domínio brasileiro no circuito mundial da PBR atualmente, o projeto vem em boa hora. E ajudará, sem dúvida, a fortalecer e popularizar ainda mais a montaria em touros no Brasil. Quem acompanha as notícias semanais no portal Cavalus sabe que os brasileiros ocupam quatro das cinco primeiras posições do ranking mundial, por exemplo.

“Desde o primeiro campeonato de Adriano Moraes, inaugurando uma nova liga de montaria em touros, até a conquista da fivela de ouro de José Vitor Leme, os competidores brasileiros estão na vanguarda do nosso esporte”, atesta o comissário da PBR nos Estados Unidos, Sean Gleason. 

Conforme Gleason, todos os brasileiros devem se orgulhar das grandes conquistas dos seus conterrâneos. “Ainda mais importante que vencer eventos e campeonatos, a marca desses atletas é a forma diferenciada que representam sua cultura e pátria. Estamos entusiasmados por termos agora a oportunidade de levar essas apresentações para ainda mais brasileiros”.

Só para exemplificar, são 11 títulos mundiais para o Brasil: Adriano Moraes (1994, 2001, 2006); Silvano Alves (2011, 2012, 2014); Ednei Caminhas (2002); Guilherme Marchi (2008); Renato Nunes (2010); Kaique Pacheco (2018); José Vitor Leme (2020).

Estreia do programa da PBR no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é comentarista do melhor do rodeio

Atraindo novos fãs para o esporte equestre

Vale ressaltar ainda que público que já é fã acompanha as etapas através do RidePass, canal on-line próprio da PBR. Então, a presença na maior rede de canais esportivos do Brasil tem como principal objetivo apresentar o esporte a uma nova parcela da população.

E nada melhor que aproveitar o momento atual e a excelente fase dos nossos competidores, trazendo mais visibilidade para o esporte.

A PBR passa por um processo de reestruturação no Brasil desde 2019, quando começaria a implementar um novo modelo de evento, voltado ao esporte como entretenimento. Veio a pandemia e tudo ficou suspenso. Mas é o objetivo da entidade voltar com força total assim que liberarem os grandes eventos por aqui.

Indiretamente este projeto do programa semanal no SporTV também fortalece o mercado do rodeio e da montaria em touros como um todo.

Colaboração: Abner Henrique
Fonte: Assessoria de Imprensa da PBR Brazil
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Três Tambores & Seis Balizas

ANTT confirma Barrel Show para o começo de maio

Prova seguirá todos os protocolos e o público assistirá tudo através de plataformas on-line

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A ANTT – Associação Nacional dos Três Tambores confirmou a realização do ANTT Barrel Show 2021 entre os dias 5 e 8 de maio. O evento, originalmente agendado para janeiro,  teve de ser adiado devido às restrições impostas pelo decreto estadual de combate ao coronavírus. Dessa forma, acontece no Haras Raphaela, em Tietê/SP.

Desde o adiamento, então, foram três meses de muita expectativa. Antes de mais nada, a ANTT não mediu esforços para viabilizar a realização do evento. “Acompanhamos semanalmente as ações do governo e estamos felizes por poder anunciar esta data. Trabalhamos para realizar essa prova da forma mais segura possível, seguindo os protocolos que desenvolvemos. Contando, sobretudo, com a colaboração de todos”, declara Flávia Cajé, presidente da ANTT.

Para o público assistir de casa, o ANTT Barrel Show terá cobertura em tempo integral de todas as categorias nas plataformas do Brasil Rural TV. Assim como pelo canal oficial da ANTT no YouTube, o ‘Estrelas da ANTT’. Assim como já se tornou padrão nas transmissões da ANTT, a cobertura será feita com muita informação e sem deixar de lado nenhum detalhe das competições, levando ao público de casa uma experiência única.

Destaques do 2° ANTT Barrel Show

Em sua segunda edição, o ANTT Barrel Show é uma prova com organização própria da entidade e será válido como a 5ª etapa da temporada 2020/2021 do Circuito RAM Rodeo ANTT. Lançado pela ANTT no ano passado, o evento apresentou um novo conceito em competições levando para uma pista oficial toda a emoção das provas realizadas em arenas de rodeio.

“Este é um projeto que desenvolvemos durante anos e colocamos em prática com grande sucesso no ano passado. Para 2021, com a nova realidade que vivemos devido a pandemia, tivemos que readequá-lo. Mas também nos empenhamos em realizar melhorias em diversos aspectos. Queremos fazer esta edição ainda mais especial que a primeira”, completa Flávia Cajé.

Da mesma forma que as demais etapas realizadas pela ANTT em 2020, quando foi pioneira em realizar provas durante a pandemia, o ANTT Barrel Show seguirá diversos protocolos de saúde para evitar a propagação e o contágio do vírus.

Entre os protocolos estão a aferição da temperatura na entrada do recinto. E ainda distanciamento, higienização de locais comuns, uso de equipamentos de proteção pessoal. Os competidores também agendarão as passadas para evitar aglomerações em volta da arena, entre outras.

ANTT Barrel Show  seguirá todos os protocolos e o público assistirá tudo através de plataformas on-line do Brasil Rural TV e da associação
ANTT para todas as idades

Novidades

Entre as principais novidades da edição deste ano está a premiação. Terá um aumento significativo em relação ao ano anterior. O total para todas as categorias já está garantido em mais de  R$ 150 mil. Somente na categoria Feminino, serão distribuídos mais de R$ 35 mil em prêmios. Com toda a certeza, outra marca importante para a modalidade, que deve consolidar ainda mais a principal categoria da ANTT.

Outra novidade será a inclusão da categoria Amador Masculino. Lançada recentemente, tem como objetivo incentivar e fomentar ainda mais a modalidade entre os homens. Ao todo, portanto, serão pelo menos 21 categorias. E elas contarão com competidores e competidoras de todas as idades, desde crianças e principiantes, até as principais estrelas do Três Tambores no Brasil.

Além das categorias Feminino e Mirim, que serão válidas como ‘Etapa Cheia’ para o ranking do Circuito RAM Rodeo ANTT, também serão realizadas as categorias GP ABQM, Aberta Senior, Aberta Junior, Jovem A, B e C, Amador, Amador Master, Amador Light, Amador Principiante, Cavalo Iniciante, Potro do Futuro, Profissional Light, Kids, Jovem Principiante, Junior Principiante, Amador Masculino, Tira-teima e Paratleta.

As inscrições para todas as categorias, bem como as reservas de baias, já estão abertas e podem ser feitas através do www.sgpsistema.com. Todas a informações: www.antt.org.br. Fique por dentro: https://www.instagram.com/estrelasdaantt/.

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação/Lucas Campos

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Hipismo

João Victor Oliva e Escorial garantem qualificação técnica no Adestramento

Cavaleiro brasileiro tem dois índices com sua nova montaria, um passo importante na busca pela vaga no Time Brasil que vai a Tóquio; CBH tem nova diretora da modalidade

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Com dois índices técnicos com sua nova montaria Escorial Horsecampline, o cavaleiro olímpico João Victor Oliva, 25, deu um importante passo em busca da vaga do Brasil paras as Olimpíadas de Tóquio. Isso porque no sábado (24) ele garantiu o segundo e definitivo índice olímpico no Internacional de Adestramento CDI3* de Abrantes, em Portugal.

Antes de mais nada, foi apenas a segunda competição com sua nova montaria Escorial Horsecampline (foto de destaque), um lusitano de 12 anos. Dessa forma, o conjunto fechou com a média de 69,130% e registrou índice olímpico já que o mínimo é de 66% de aproveitamento no Adestramento.

Julgaram a prova três juízes 5*: a britânica Isobel Wessels, o holandês Francis Verbeek van Rooy e a russa Irina Maknami.

Com esse aproveitamento, João Victor Oliva e Escorial finalizaram na quinta colocação. “Essa foi só a segunda prova internacional com meu cavalo. Acho que a gente tem muito a melhorar”, comenta o brasileiro. Ele começou a montar Escorial em setembro de 2020 e fez primeiro índice olímpico no GP de Alter do Chão em 17 de novembro.

Pedro Almeida com Xaparro do Vouga também estão tecnicamente qualificados para os Jogos Olímpicos no Adestramento. Contudo, o Brasil tem apenas uma vaga, ou seja, só um deles irá à competição.

Os dois ainda podem garantir novos índices até 21 de junho, prazo limite estabelecido pela Federação Equestre Internacional. A saber, as provas de Adestramento em Tóquio acontecem entre 24 e 28 de julho, no Equestrian Park.

João Victor Oliva tem dois índices com sua nova montaria, um passo importante para Tóquio; CBH tem nova diretora da modalidade
Eliana Azar

Nova diretora de Adestramento da CBH

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