A Horse Bedding ajuda criadores e produtores a fazerem escolhas em relação à cama, importante tópico na questão do bem-estar animal

A cama é algo relacionado ao relaxamento e aconchego, seja para os humanos ou para os cavalos. Entre as principais características de uma boa cama, destacam-se sua durabilidade, controle da umidade e mal cheio nas baias e, principalmente conforto e bem-estar aos animais.

Desde 2016 a Horse Bedding ajuda criadores e produtores a fazerem as melhores escolhas em relação à cama. ”Percebemos que a indústria equestre tem buscado o aprimoramento de diversos segmentos, como alimentação, suplementação, atendimentos e tratamentos terapêuticos e odontológicos, acessórios de montaria e tantos outros”, expôs o proprietário da Horse Bedding, Leandro Rodrigues Ceresini.

Mas ele lembra que a cama é algo deixado um pouco de lado. “Seguindo neste propósito, de sempre melhorar, buscamos levar para os criatórios uma cama Premium, de um material ecologicamente correto e que agregue economia para o criador, facilidade no manejo e principalmente bem-estar aos cavalos!”.

Camas

O piso é algo que influencia diretamente na qualidade da cama. De acordo com o Médico Veterinário, Guilherme Rangel de Campos, o mais correto é que nesta etapa seja usado terra, já que contribui coma a absorção da urina do animal.

Ele salienta que uma cama mal preparada pode causar brocas, desconfortos locomotores, acúmulo de sujeiras, mal cheiro, entre outros inconvenientes. “Assim como nós humanos temos a necessidade de uma boa noite de descanso para ter um dia produtivo, os cavalos também têm”, reforça o veterinário.

Há no mercado uma grande variedade de materiais que podem ser usados na preparação das camas para os cavalos. Mas afinal, como escolher o melhor material para esta finalidade? Leandro Ceresini salienta que ao escolher um material o proprietário deve levar em consideração fatores como: maciez, absorção, que seja livre de poeira, tenha disponibilidade de material para reposição, custos e principalmente qualidade.

Guilherme indica granulado de côco e a maravalha, mas salienta a segunda opção dever ser, de preferência, livre de poeira. Para o manejo, a recomendação é que se faça duas vezes ao dia, retirando as fezes e, na maioria dos materiais, a parte urinada, a qual, se retirada deverá ser reposta.

Entretanto, a orientação, de modo geral, é trocar a cama no período de um mês ou 45 dias, dependendo de seu material. Sobre a altura da cama, Guilherme diz que ela influencia na consistência e maciez, estando diretamente ligada ao bem–estar do cavalo na baia.

“A altura depende muito do material utilizado. Onde é bom não estar tão alta a ponto de afundar muito as patas e ter dificuldades de locomoção, nem tão baixa a ponto de ter contato direto com o piso”, informou.

Ele ressalta ainda que o principal erro cometido na hora de montar as camas retirar a antiga e já adicionar uma nova, sem dar o tempo para a baia secar, ou sem a adicionar cal e fazer uma limpeza geral da baia.

Por Juliana Antonangelo
Fonte: Editora Passos

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