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Grande Final do Circuito Vale de Tambor acontece nessa semana

Modalidade está presente no Brasil há mais de 50 anos e, após muito tempo, Vale do Paraíba volta a receber competições de Três Tambores

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Grande Final do Circuito Vale de Tambor acontece nessa semana

No início da década de 40, as esposas e namoradas de alguns laçadores e peões, decidiram que queriam um evento próprio. Embora tenha sido realizada diferentes competições para essas mulheres, não havia uma competição de sela ocidental estabelecida em que todas as mulheres pudessem competir em igualdade de condições.

A competição mais popular foi quando os organizadores marcaram um percurso simples em forma de triângulo. Eles colocaram um marcador em cada canto, em um padrão triangular e fizeram um círculo ao redor de cada tambor, depois voltaram para a linha de chegada. Quem terminava o percurso com o melhor tempo, vencia. O percurso exigia que um cavalo corresse em velocidade máxima, mas desacelerasse o suficiente para dar três voltas em torno de três objetos.

No início, foram usados inúmeros objetos, tais como cadeiras e marcadores de beira de estrada, para formar o padrão triangular. Foi quando um dos itens mais familiares do Texas – um tambor de óleo de 208 litros – começou a ser usado como marcador padrão e assim o evento recebeu seu nome. A prova dos Três Tambores era uma competição emocionante com muita velocidade, fácil de organizar e de entender. Logo, as corridas de Três Tambores começaram a aparecer em rodeios por todo o Texas, Oklahoma e então por todo o mundo.

A chegada da modalidade no Brasil

A modalidade foi introduzida no Brasil no início da década de 70, período que coincide com a introdução do cavalo quarto de milha do Brasil. Nessa época, começaram os primeiros campeonatos na região de Presidente Prudente e Bauru, e depois difundiram a modalidade pelo país. A atividade exige muito treinamento para evitar quedas e penalizações. A derrubada de cada tambor pune a atleta em cinco segundos acrescidos ao tempo final. Além disso, se, ao final da partida, o cavalo apresentar qualquer ferimento proveniente do chicote ou da espora, a amazona é desclassificada.

Circuito Vale de Tambor

Tudo começou quando as organizadoras participavam de uma prova que ocorria no Sindicato Rural de Taubaté, e uma das regras do regulamento dizia que caso não fosse atingido um certo número de inscritos, não seria pago a premiação no valor cheio. Nessa prova onde participavam a Patrícia Gregorio e a Fernanda Suzuki, para receber a premiação total, deveriam ter o mínimo de 40 inscrições, e foi apurado um total de 39 inscritas! Ali, as competidoras tiveram a ideia de pagar uma inscrição a mais, dividindo o custo entre as competidoras.

A partir desse episódio, elas tiveram a ideia de formar um grupo feminino para que toda vez que houvesse um problema, similar a esse, pudessem em conjunto, encontrar uma solução. Ao se reunirem com pessoas do Vale, experientes no ramo de provas como Sr. Mário Vigilato, Mario Lima, Ana Aurea Vieira e outros grandes apoiadores e incentivadores, surge a ideia de um campeonato no vale do Paraíba.

Na realização da primeira reunião, foi formado um grupo composto por Patrícia Gregório, Fernanda Suzuki, Jessica Rosa e Ana Gregorio, que contando com a colaboração do CT Bataclan, em Taubaté, seu responsável Wagner deu ao projeto um grande apoio e mesmo sabendo das limitações financeiras, disponibilizou as instalações de seu CT, acreditando no sucesso do projeto. Nascia ali o Circuito Vale de Tambor!

O Circuito, com o apoio de todas as competidoras, dos centros de treinamentos e de seus patrocinadores, realizou com sucesso seis etapas pelo Vale do Paraíba nas seguintes cidades: Taubaté, Cachoeira Paulista, Jacareí e Guaratinguetá e agora será realizada a Grande Final do Circuito Vale de Tambor, nos dias 22 e 23 de outubro de 2021, no Sindicato Rural de Taubaté, que por coincidência, é o mesmo local onde se realizava a prova que deu origem a este projeto incrível.

Idealizadoras do Circuito Vale Tambor

Dessa forma, a grande final será transmitida ao vivo pelo canal do Horse Top TV, no YouTube. Já a lista com todas as finalistas, está disponível no Instagram oficial do Circuito, @circuito_valetambor

Colaboração: Juliana Oliveira – @caminhosdaju
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Charles Verza

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Perfil Tambor & Baliza – Júlia Almeida Maciel da Silveira

Jovem competidora cresceu cercada pelos cavalos de Vaquejada, apesar disso, só durante a pandemia ela descobriu a sua paixão por eles

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Perfil Tambor & Baliza - Júlia Almeida Maciel da Silveira

Júlia Almeida Maciel da Silveira, de 20 anos, traz uma história única de como encontrou sua paixão pelos Três Tambores e superou desafios para se destacar na modalidade. Ela cresceu em um ambiente onde cavalos de Vaquejada eram uma presença constante, graças ao seu pai, mas ela não se sentia inicialmente atraída por eles. “Meu pai sempre teve cavalos, mas eu nunca fui muito ligada a isso. A gente morava em um apartamento na cidade, e eu não tinha o costume de ir ao sítio e ver os cavalos”, compartilha.

Conheça a história de Júlia:

No entanto, a pandemia trouxe uma mudança significativa em sua vida. Com mais tempo no sítio e perto dos cavalos, Júlia descobriu uma paixão que estava esperando para ser despertada. “Acho que foi impossível não aflorar essa paixão. E então, eu decidi que eu precisava fazer algo para estar junto deles. Foi quando eu conheci o Três Tambores”, diz ela.

O momento crucial aconteceu quando Júlia viu a veterinária que cuidava dos cavalos do pai praticando Três Tambores. “Eu fiquei totalmente fascinada, ao mesmo tempo eu achava impossível estar em cima de um cavalo, numa velocidade daquelas. E eu comecei a olhar para aquele esporte de uma maneira tão bonita e com muita vontade de conhecer”, lembra Júlia.

Determinada a seguir essa paixão recém-descoberta, Júlia pediu a seu pai a oportunidade de começar a correr Três Tambores. Ela pegou um dos cavalos de Vaquejada de seu pai e começou a aprender a andar, trotar e galopar. Ela se lembra de assistir vídeos no YouTube para entender os fundamentos dos Três Tambores.

Assim, sua jornada no esporte começou oficialmente em novembro de 2021, quando ela competiu em sua primeira prova. No entanto, o início não foi sem desafios. Em sua primeira passada, sua égua escorregou, mas Júlia se manteve determinada. Ela não desistiu e continuou a competição, marcando o início de uma incrível jornada.

“Cavalo é um refúgio, é uma cura. Um animal que traz tanta leveza e ao mesmo tempo tanta adrenalina e emoção. Me emociono só de olhar no olho. É o abraço mais real e sincero! É uma verdadeira paixão sem fim”

O cavalo que se tornou seu parceiro fiel é o Cash Nugget HH, e juntos eles conquistaram muitos títulos, incluindo os de Campeã Geral do Jovem Principiante e Campeã Geral do Amador no Campeonato Pernambucano, além do título de Campeã Geral do Amador na Copa RAM MCI.

Para Júlia, o Três Tambores não é apenas um esporte; é uma lição de vida que ensinou disciplina, foco, concentração, força e resiliência. Ela considera o cavalo como um refúgio, uma cura, um animal que traz leveza e emoção à sua vida.

Seus sonhos no esporte são grandes, incluindo competir em São Paulo e conquistar um Grand Prix do Haras Raphaela. Ela também planeja iniciar com sua nova potra no mundo do Três Tambores e continuar seu trabalho com Cash Nugget em novos campeonatos.
Júlia expressa profunda gratidão a Deus, seus pais, sua equipe de apoio e seus amigos por ajudá-la ao longo de sua jornada. Ela se considera incrivelmente grata por viver sua paixão e compartilhar sua vida com os cavalos.

Por Natália de Oliveira/Revista Tambor & Baliza
Fotos: Divulgação/Anderson C. Photography

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Perfil Tambor & Baliza – Francisco Conrado Feodrippe

“O gordinho voador do Nordeste” by Jackson de Oliveira, o homem do lobo!

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Perfil Tambor & Baliza - Francisco Conrado Feodrippe

A paixão pelo mundo dos Três Tambores corre nas veias de Francisco Conrado Feodrippe, um jovem talento de apenas 8 anos, natural de Recife (PE). Com quatro anos de experiência na modalidade, ele já está escrevendo sua própria história de sucesso nas pistas.

Francisco Conrado Feodrippe

Francisco, carinhosamente conhecido Chico, Chiquinho ou ‘O gordinho voador do Nordeste’, de acordo com Jackson de Oliveira, o homem do lobo, é um verdadeiro fenômeno dos Três Tambores. Em sua trajetória, ele conquistou o título de Campeão Pernambucano nas categorias Kids e Principiante A, na temporada 2022/2023. Seus feitos são admiráveis, considerando sua tenra idade e a competitividade que caracteriza o esporte.

A paixão pela modalidade não se limita apenas às competições. A família de Francisco é profundamente envolvida com os cavalos e a criação de animais. Eles residem na cidade de Chã Grande, localizada a 70 km de Recife, onde cuidam dos cavalos que fazem parte dessa jornada esportiva.

Nos circuitos pernambucanos, Francisco compete com dois animais: Magnólia Chicks e Flower Red AGE. Esses fiéis companheiros têm desempenhado um papel fundamental em suas vitórias e conquistas.

O jovem competidor tem o privilégio de contar com treinadores excepcionais para aprimorar suas habilidades. Humberto Magalhães e Silva, carinhosamente conhecido como “Beto Cowboy,” orienta Francisco em sua terra natal. Enquanto isso, em São Paulo, ele conta com o treinamento de Daniel Araújo, na cidade de Bauru/SP, onde estão três animais da família.

A inspiração de Francisco vem de casa. Seu irmão mais velho, Joaquim Conrado Feodrippe, de 10 anos, também é um atleta de Três Tambores, mostrando que o talento para os cavalos e a determinação correm na família.

Francisco Conrado Feodrippe é um exemplo de perseverança, dedicação e paixão pelo mundo dos cavalos e dos Três Tambores. Seu futuro no esporte promete ser brilhante, e todos esperamos ansiosamente suas futuras conquistas nas pistas de rodeio do Brasil.

Por Natália de Oliveira/Revista Tambor & Baliza
Fotos: Divulgação/Rodrigo Monteiro-Horse Trade

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Bruno Falcão Muniz Filho fala da sua história nos Três Tambores

O jovem competidor conta que o seu sonho é ser o jovem mais rápido do Brasil

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Bruno Falcão Muniz Filho fala da sua história nos Três Tambores

A paixão de Bruno Falcão Muniz Filho, de 13 anos, pelo Três Tambores começou de maneira inesperada, graças à busca de sua irmã por uma modalidade diferente da Vaquejada. “Fomos conhecer a modalidade numa prova aqui em Pernambuco. Foi aí que conheci o tambor e me apaixonei. Daí em diante foram muitas alegrias”, conta Bruno.

Desde 2017, Bruno Falcão está envolvido no mundo do Três Tambores, e sua jornada tem sido repleta de sucesso. Ele se aprimora na Fazenda Poço das Pedras e no CT de Décio Talon, onde desenvolve suas habilidades e aprimora sua conexão com os cavalos.

Bruno Falcão

Atualmente, ele monta cavalos como Einsten Jay Red, Crystalsanbadger, That’s The Trouble e Isinba Yeva Fly. Recentemente, ele celebrou a conquista do título de Campeão Nacional montando Einsten Jay Red, mas sua égua com a qual tem maior tempo de conjunto é Crystalsanbadger.

Com uma mistura de concentração e calma, Bruno já acumulou uma lista impressionante de títulos, incluindo Campeão Pernambucano, Campeão da Copa dos Estados NBHA/NE, Campeão do Grand Prix, Campeão do Haras 3DM, Campeão da Cutter Jeans e Reservado Campeão Nacional em 2021.

Para Bruno Falcão, o cavalo representa mais do que um animal de competição. “Ele é amor, família e confiança”. E o Três Tambores não é apenas um esporte, mas uma atividade que une a família. “Meu sonho é ser o jovem mais rápido do Brasil. Enquanto isso, quero estudar, me formar, mas nunca deixar a modalidade”, compartilha Bruno, demonstrando sua determinação em alcançar seus objetivos, tanto nas pistas quanto na vida acadêmica.

Em seus agradecimentos, Bruno reconhece a importância daqueles que o apoiam em sua jornada. “Agradeço a Deus, aos meus pais, meus treinadores/tratadores e meus animais, e aos meus patrocinadores, Irca Rações, Lavizoo e VIP Mares”, finaliza.

Por: Natália de Oliveira/Revista Tambor & Baliza
Crédito das fotos: Divulgação/Rodrigo Monteiro-Horse Trade

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Speed Bullion HRP

Cavalo conquistou o Brasil com sua beleza, genética e talento nas pistas de Três Tambores

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Speed Bullion HRP

Speed Bullion HRP, como todo grande raçador, sempre teve sua estrela própria. Filho de Tres Seis e Pies Bunny Bullion, por Bully Bullion, o cavalo conquistou fama nacional logo no início da sua campanha nas pistas de Três Tambores, sob o comando da família por trás do Haras Andrade, Sr. Denilson (in memoriam), Rosimara, Renan, o ferrador Reginaldo Leandro da Silva, conhecido como Bob Ferrador, o treinador Denivaldo Gonçalves e toda a equipe.

Ele é um verdadeiro ícone de desempenho, beleza e morfologia impecável. Seu nome é sinônimo de sucesso nas competições de Três Tambores. Com 162,5 pontos de Registro de Mérito na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), Speed Bullion HRP é um verdadeiro campeão. 

Recentemente, após uma negociação que uniu quatro grandes parceiros, Central Rancho das Américas, Haras Relincho, Haras Nova América 777 e o Dr. Tuco Vet, foi criado o Condomínio Speed Bullion HRP. Dessa forma, o cavalo está pronto para disponibilizar seu incrível potencial genético para o mercado nacional.

“Ele sempre teve ótimos resultados em pista, uma índole, beleza e morfologia impecáveis. Essas características proporcionaram aos antigos proprietários muita evidência dentro da modalidade de Três Tambores”, afirmam os proprietários do animal. 

E sua produção não fica para trás, somando mais de 220 pontos na ABQM em poucas gerações. Sua primeira já revelou alguns talentos, como Splash Bullion e Chick Bullion Bryan, que impressionaram e impressionam a todos com seu desempenho nas competições de Três Tambores.

Speed Bullion HR: : o garanhão ideal para acasalar com grandes matrizes

Como resultado do seu potencial genético, Speed Bullion HRP é um garanhão procurado para acasalar com grandes matrizes em todo o país. Sua lista de éguas cobertas inclui nomes como Designer Buena 5T, Prime Fishers MCM, Potira Dashn Zorrero, Balalaika Question, Royally Fiesta, Poco Buena Lena DV, Taylor Lane, KR The Black Pearl, Perfection Firewater, Lorellay Crusher, Devassa Creek Fame, Dona Jay Bar’s, Creekita Times, entre outras.

Atualmente, ele está alojado na Central Rancho das Américas, com palhetas regularizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), oferecendo sêmen fresco e palhetas de alta fertilidade para criadores de todo o Brasil.

Para obter informações sobre a venda de coberturas de Speed Bullion HRP, entre em contato com o Dr. Tuco, da Central Rancho Das Américas, pelo telefone (15) 99101-8552. Não perca a oportunidade de fazer parte desta história de sucesso e elevar o nível de sua criação com o DNA campeão de Speed Bullion HRP.

Por Natália de Oliveira/Revista Tambor & Baliza
Fotos: Divulgação/Condomínio Speed Bullion HRP

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Circuito Nacional RAM ANTT acontece no Jaguriúna Rodeo Festival

Cavalos e competidores de alto nível estarão na disputa pelo prêmio recorde de R$ 163 mil no Circuito Nacional RAM ANTT

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ANTT promove etapas do Circuito Nacional RAM ANTT

Dentro do tradicional Jaguariúna Rodeo Festival, acontecem, em dois finais de semanas, eventos importantes do Circuito Nacional RAM ANTT. Nos dias 22 e 23/09, será realizada a última etapa da temporada 2022/2023, enquanto de 28 a 30/09, acontece a primeira etapa da temporada 2023/2024, que vem a ser o principal campeonato de Três Tambores do Brasil nos rodeios.

Promovido pela Associação Nacional dos Três Tambores (ANTT) que, neste ano, completa 20 anos, o Circuito Nacional RAM ANTT distribuirá mais de R$ 163 mil em prêmios para os competidores só nessa etapa.

A presidente da ANTT, Graziella Agnes, avalia de forma positiva essa final de temporada, tanto pelas premiações, que foram de R$ 20 mil em prêmios por etapas regulares e bônus e chegará a mais de R$ 500 mil com a final, como pelo número recorde de etapas. “Ficamos muito felizes com esse resultado e a parceria que tivemos de todo mundo”, destaca ela, chamando a atenção para o alto nível dos competidores e dos cavalos de alta performance. 

Agora é que são elas no Circuito Nacional RAM ANTT 

A presidente ainda destaca a força das mulheres no Circuito Nacional RAM ANTT que, nesta etapa, consagrará como melhor  treinadora, Keyla Mendonça no dia da final. “É interessante lembrar que, desde o lançamento da categoria de Melhor Treinador do Ano, nunca tivemos uma mulher campeã, e ela será a primeira, e para nós é motivo de muita alegria já que a ANTT é uma associação comandada por mulheres”, completa.

A programação da primeira etapa da temporada 2023/2024 contemplará provas de Test Horse, GP ABQM, Classificatórias, Semifinais e Finais Mirim e Feminino.

Mais informações sobre a Nacional do Circuito RAM ANTT podem ser adquiridas no site oficial da entidade. 

Por Wesley Vieira/Portal Cavalus
Fotos: Divulgação/Dani Venturini

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Revista Tambor e Baliza volta em grande estilo

Após dois anos de pausa, publicação tem retorno marcado para o dia cinco de março, durante o Grand Prix do Haras Raphaela

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Você pediu e ela voltou! A maior revista do segmento de Três Tambores e Seis Balizas, a Tambor e Baliza está de volta! E sua reestreia já tem data marcada: dia 5 de março, durante o Grand Prix de Três Tambores do Haras Raphaela, em Tietê (SP).

Após uma pausa de quase dois anos, Adriane Passos, editora do título, sentiu que agora era a hora de retornar. E retornar com grande estilo, pois a publicação volta a ser publicada de maneira impressa e online, em formato interativo.

” Fizemos uma pausa de dois anos da revista, e neste período o que a gente entendeu é que a marca Tambor e Baliza é forte no mercado e o entendimento que este segmento é forte vem muito de encontro com a forma como a revista se posicionou durante todo este tempo, sempre de uma forma muito atuante, a favor do mercado, do competidor, do criador, do treinador e dos fornecedores desse segmento, e tivemos um olhar muito amplo para a modalidade. Eu acredito sim que o início dela neste mercado foi de total importância, pois participamos ativamente do crescimento das modalidades ao longo destes últimos dez anos”, afirma a editora Adriane Passos.

A revista Tambor e Baliza sempre foi referência de conteúdo e informação para o segmento. Todos os profissionais que atuam no setor dos Três Tambores e Seis Balizas desejavam estar na publicação, e os que saíam na revista, seja em matérias ou anúncios, guardam até hoje com carinho a sua edição, para mostrar aos amigos e familiares. Virou um registro histórico das modalidades.

Novidades

Atenta as novas tendências do mercado, a nova revista Tambor e Baliza terá um formato interativo. Além da impressão em papel que todos adoram, as edições terão formato online com vídeos, áudios e conteúdos exclusivos, tudo para levar ainda mais informações ao leitor.

“O leitor poderá assistir vídeos com mais informações sobre a reportagem, bastidores, entrevistas na integra, conteúdos exclusivos para trazer ainda mais interação. Ele poderá opinar sobre os temas e sugerir reportagens. Estaremos ainda mais próximos do leitor”, afirma Adriane.

Dezesseis anos de história

A revista Tambor & Baliza foi idealizada em 2006, um projeto formatado por Adriane Passos. Na época, ela já visualizava o potencial do mercado e a necessidade de uma publicação que levasse ao leitor tudo sobre o meio. Neste momento, o segmento já estava em expansão e hoje o esporte de Três Tambores se tornou a maior de todas as modalidades equestres.

No início, a publicação era encartada na revista Western Magazine e trazia notícias das modalidades de Três Tambores e Seis Balizas.

Posteriormente, passou a fazer parte da HS Editora e, em 2010, Adriane Passos adquiriu a publicação e essa passou a fazer parte da Editora Passos. “Nunca tive dúvida desta história de amor com a revista, sei que essa é a prova do sucesso da Tambor e Baliza. Ainda hoje, revista é o maior meio de divulgação do Tambor e as pessoas carecem do retorno dela”, afirma Adriane.

Quatro edições por ano

E os leitores que tanto pediam o retorno da revista já podem anotar na agenda. Serão quatro edições anuais, com veiculação de três mil exemplares por edição, distribuídas durante os eventos da modalidade.

“A edição 88 será distribuída no Grand Prix do Haras Raphaela, 89 no Congresso da ABQM, 90 na Nacional e a 91 no Potro do Futuro. Já estamos ansiosos por essa reestreia”, finaliza Adriane.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo

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Edição 84

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Edição 83

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Edição 82

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