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Dicas para uma cavalgada segura e prazerosa

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Dalva Marques fornece nesse artigo regras simples para uma cavalgada relaxante, divertida e sem aborrecimentos

Para muitos, o passeio a cavalo já é hábito. Mas, a cada cavalgada vejo surgir novos adeptos. Pessoas que descobrem as maravilhas de se estar em companhia dos cavalos e dos amigos. Sobretudo, conferindo as belezas das paisagens por onde passam.

É notória a paixão de variados equitadores por essa atividade. Desde as crianças até os avós. A fim de que a diversão seja totalmente proveitosa, elaborei algumas regras simples sobre o treinamento e a preparação da tropa. A ideia é que sua cavalgada seja relaxante e divertida. Além disso, não queremos pontos negativos.

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Antes do passeio

Você pode usar para a cavalgada os mesmo animais que participam de outras atividades. A saber: Copas de Marcha e exposições. Contudo, o que difere são trato e o trabalho. Antes de mais nada, em relação ao rigor do esforço, uma vez que o equino é visto como um atleta.

Desse modo, o animal submetido à cavalgada deve ser treinado para enfrentar situações variadas. A saber: como atravessar riachos, abrir e fechar porteiras. Ou ainda: passar sobre pontes de madeira, onde muitas vezes o barulho de suas próprias passadas o assusta.

Tomando essas medidas, evitamos o desconhecido em uma cavalgada. Não saber o que irá enfrentar provoca atitudes oriundas do medo. Nesse sentido, expondo ao risco o cavalo e o cavaleiro.

Todavia, não é necessário treinar o cavalo de forma diferenciada para curtos ou longos percursos. Para condicioná-lo, começamos com um trajeto menor e vamos aumentando de maneira gradativa. Não é recomendado submeter o cavalo à cavalgada sem antes tê-lo preparado corretamente para tal atividade.

Escolha do animal

A ideia de que algumas raças são mais resistentes do que outras em relação a cavalgada é relativa. Temos raças aptas para várias funções. Assim também, para cada modalidade o condicionamento é fundamental. Do mesmo modo que todo atleta necessita de treinamento adequado a fim de desempenhar bem sua atividade.

O Mangalarga, então, atende perfeitamente os requisitos necessários para um bom passeio. Não se esqueça: antes de montar confira o ferrageamento e os equipamentos (mantas, selas, embocaduras). Atente-se ao estado de saúde geral do animal. Nas paradas do percurso, verifique se não há nada incomodando ou machucando o equino. Algo que prejudique o seu desempenho.

Alimentação

A alimentação aos animais que participam de cavalgada precisa ser balanceada. Acima de tudo, rica em proteínas, minerais e volumoso à vontade (feno e alfafa frescos).

Dalva Marques fornece nesse artigo para o portal Cavalus regras simples para uma cavalgada relaxante, divertida e sem aborrecimentos

Durante o passeio

Nas cavalgadas programadas para vários dias, atente-se ao local adequado para o alojamento de seu cavalo. Hoje em dia, os simpatizantes das cavalgadas montam os próprios piquetes móveis ao lado dos trailers e caminhões. E mantêm os animais por perto para evitar transtornos no decorrer da noite.

Os animais bem treinados se acostumam a qualquer variável de temperatura. Visto que nos treinos enfrentam sol, chuva, frio e calor. Por isso, não são necessários cuidados excessivos. No entanto, quando está muito quente é importante usar o bom senso e sair cedo para andar em período mais fresco. Haverá menor desgaste físico, tanto do cavalo como do cavaleiro.

Não há média de tempo estipulada para a cavalgada. Isso depende do condicionamento de cada animal. Em passeios de um dia, por exemplo, o caminho dura em torno de 30 km. O bom senso é fator preponderante para uma atividade prazerosa. Verifique se seu cavalo está cansado através de sua respiração. Quando muito ofegante, volte-o ao passo. Caso ele demore para retomar os batimentos cardíacos normais, peça auxílio a um veterinário.

Geralmente, o trajeto é feito durante o dia para se apreciar a Natureza. Já que cada trilha traz algo diferente e especial. O ideal é que já tenha um lugar programado para passar a noite, onde o animal deve receber, se possível, uma ducha para relaxar. E ainda um pouco de ração, além de água e verde à vontade.

A escolha pelo passeio diurno ou noturno depende da necessidade e da preferência de cada cavaleiro. Não há restrições, desde que o animal esteja bem condicionado. À noite, embora os cavalos tenham visão extraordinária, o ideal é que se conheça o trajeto. Evite possíveis situações que possam assustá-lo e, consequentemente, trazer surpresas desagradáveis ao cavaleiro.

Dalva Marques fornece nesse artigo para o portal Cavalus regras simples para uma cavalgada relaxante, divertida e sem aborrecimentos

Acidentes

Deve-se contar com veículo de apoio, que tenha água, alimentação e medicamentos para os primeiros socorros a cavalos e cavaleiros. Antes de tudo, a presença de médico veterinário é fundamental, pois imprevistos acontecem. Sob qualquer anormalidade deve-se manter a calma, o que também refletirá no comportamento do cavalo.

 Ainda que todo cuidado seja adotado pelos organizadores para evitar acidentes, recomenda-se que nunca exija de seus animais mais do que eles podem oferecer. Uma toada exagerada, sem que ele esteja bem condicionado, coloca em risco a saúde e até mesmo a vida do cavalo. Respeite os limites, os seus e os do seu parceiro equino.

Junte os amigos para uma cavalgada agradável. Nem todos chegarão ao final. Alguns desistirão logo no início e outros no meio do caminho. Somente um nunca o abandonará: o sempre fiel e companheiro cavalo.

Por Dalva Marques
Criadora, apresentadora e treinadora |
CT Rancho Bigorna | jurada de equinos e muares de marcha
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal e Pixabay

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As dificuldades nos Três Tambores que levam à desistência

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores

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Quando amadores se sentem perdidos e acreditam que só eles têm problemas nos Três Tambores. Porque olhando as passadas alheias fica a impressão de que com os outros tudo é fácil.

Todo início de Mentoria vem com relatos que só falam de problemas. Mas esse foi demais, muito longo e detalhado. Já era mais de onze da noite quando o pai da Lana contratou a Mentoria para ela. 

Ela queria desistir de correr e ele não queria que ela desistisse. Então, lá estava eu no meio disso. 

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Desistir dos Três Tambores?

Na manhã seguinte a Lana me passou um relatório gigante com mil motivos para desistir dos Três Tambores.

Contou que já havia feito seis cursos presenciais com vários treinadores e nem assim deu certo. Tipo ‘Ok, Claudia, não deu certo com eles do meu lado e vai dar certo com você a 700 km de distância?’.

Lana, eu preciso te contar uma coisa: através de vídeos eu vejo muito mais do que qualquer um pode ver pessoalmente.

Em primeiro lugar, porque o vídeo me dá a chance de rever a cena. E, em segundo, porque sou capaz de entender cada reação do seu cavalo e o motivo delas. E tem mais: presencialmente seriam três dias e online serão 30.

Ela mandou um emoji sem graça e começamos. Estou treinando a Lana há 22 dias. 

Para alguém que há mais de ano não conseguia virar o primeiro tambor sem abrir e o segundo sem estufar, imaginem o que está sendo dar passadas justas e rápidas.

Mas, enquanto não saiu para uma prova ela ainda tinha uma ponta de dúvida: ‘Será que vai dar certo?’.

Sábado passado esse tormento chegou ao fim.

A Lana correu seu primeiro 17 e saiu da pista dando risada e repetindo ‘Nunca mais’! O pai dela filmou e mandou pelo Whatsapp. Simplesmente, animal!!!

Por que estou contando o caso da Lana? Porque ela não foi nem será a primeira a acreditar que pessoalmente os resultados são melhores. 

Essa é uma crença que atrasou a evolução dela e de muitas outras alunas que tive. Porque demoraram para aceitar a solução online com a crença de que não seria eficiente.

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores; por isso: não desista!!!

Afinal, como treinar um competidor de longe?

Método minha gente, método.

Lana, Cris, Ana, Flávia, Pedro, Dani, Sil, Re, Rachel, Fabiana, anônimos e toda a galera que um dia teve essa crença, mas venceu o medo do novo: vocês estão colhendo o que plantaram!

Beijo para vocês!

P.S. Não bloqueie a sua evolução, porque existe solução para todos os problemas nos Três Tambores.

Por Claudia Ono
Três Giros
Crédito das fotos: Reprodução/Facebook

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Connemara Pony é uma raça de pôneis originária da Irlanda

São atraentes, encantadores e amigáveis ​​quanto a própria Ilha Esmeralda na Irlanda onde surgiram

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A região de Connemara, no condado de Galway, oeste da Irlanda, é o local de procedência da raça. Daí levar seu nome. Sua paisagem agreste deu origem a pôneis individualmente fortes e resistentes. É uma terra de lagos azuis brilhantes, praias remotas, montanhas áridas e escarpadas. Bem como de paisagens pontilhadas, pântanos isolados e, muitas vezes, traiçoeiros.

Alguns sugerem que o Pônei Connemara descendeu de cavalos andaluzes que nadaram em terra e se reproduziram com pôneis de montanha selvagens depois que os galeões da Armada Espanhola afundaram na costa rochosa de Connemara em 1588. Por outro lado, muitos acreditam que os ancestrais dos cavalos modernos viveram na Irlanda por milhares de anos, na época dos celtas.

De tal forma que desenvolveram-se a partir de pôneis escandinavos levado à Irlanda pelos vikings. Ademais, as tribos do oeste da Irlanda são conhecidas por serem excelentes cavaleiros. Enquanto isso, tem uma corrente que afirma ser o Irish Hobby, uma raça estabelecida antes do século 13, mas agora extinta, responsável para a linhagem Connemara.

Sabe-se ainda que há sangue árabe à linhagem no Século 18 com a finalidade de aumentar resistência e força do Pônei Connemara. E, nesse meio tempo, os pôneis foram cruzados com Hackney e Puro Sangue (Thoroughbreds).

Connemara Pony é uma raça de cavalos atraentes, encantadores e amigáveis quanto a própria Ilha Esmeralda na Irlanda onde surgiram

Características do Connemara

Com tanta raça no ‘jogo’, entrou em cena a Connemara Pony Breeder’s Society. A entidade trabalha a fim de preservar o padrão racial. Um livro genealógico foi estabelecido em 1926 e os Connemaras são criados em todo o mundo. Na Irlanda e na Grã -Bretanha, bem como no continente europeu, América do Norte, Austrália, Ásia e África do Sul.

Os cuidados com a seleção formaram uma tropa inteligente, ágil, resistente, de bom temperamento, doce e amados por adultos e crianças. Você encontra o Connemara nas pelagens tordilho, preto, baio com variáveis roan e alazão), castanho, palomino e dark-eyed cream. Medem de 1,24m a 1,45m e possuem possuir orelhas pequenas, cabeça de pônei com boa largura entre olhos grandes e gentis. Indicado para Salto, Adestramento, Atrelagem, Enduro e Trail Riding.

Fonte: Wikipedia, Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Horse&Hound

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Benefícios da hidroterapia em cavalos

A natação para cavalos vem se apresentando como uma prática cada vez mais comum, no intuito de aumentar a longevidade de suas carreiras nas pistas

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Coisas acontecem. A vida fica ocupada. Ocorrem lesões. Antes de mais nada, há sempre uma competição agendada. Por isso, a questão é: como encontrar recursos além dos convencionais? E aí que entra a hidroterapia em cavalos e seus benefícios.

Não somente para animais em tratamento, mas também como uma ferramenta complementar de trabalho e condicionamento do equino atleta. Entre as vantagens desta terapia estão os benefícios psicológicos. Especialmente quando levamos em conta que os animais passam o dia em confinados em baias.

Portanto, toda a energia reprimida pode ser extravasada em uma atividade de baixo impacto em um ambiente seguro e controlado. Há, de fato, uma estimulação mental. Além disso, há o auxílio na reabilitação após uma lesão. Reduz ainda dor, inflamação e dependência de medicamentos para dor.

É, sobretudo, uma terapia indicada para cavalos com artrite, laminite aguda ou crônica e contusões. A hidropterapia melhora também a força e a resistência cardiovascular e respiratória. Bem como reduz a chance de lesões musculoesqueléticas.

Também se mostra eficaz na reabilitação pós-operatória, visto que, com dias de imobilização pós-cirurgica os músculos dos cavalos podem sofrer graves lesões ou até mesmo atrofiar.

A natação para cavalos vem se apresentando como uma prática cada vez mais comum, no intuito de aumentar a longevidade da carreira dos cavalos

Dicas sobre hidroterapia em cavalos e seus benefícios

De acordo com a Cowgirl Magazine, se você nadar um cavalo por sete dias é o equivalente a 14 dias de cavalgada tradicional. Então, é uma terapia que reduz pela metade o tempo de recuperação e retorno dos animais à competição.

A piscina pode variar conforme as necessidades de cada local. No entanto, segundo o blog Arquitetura Equestre, recomenda-se que tenha uma rampa de acesso para uma descida gradual. E ainda piso anti-derrapante para maior segurança.

Algumas instalações utilizam uma profundidade de 3 a  4,50m. A temperatura da água deve girar em torno de 19°C. Em outras palavras, essa temperatura permite que os músculos do cavalo permaneçam relaxados. Filtre a água da piscina completamente de três a seis vezes por dia. E é recomendável que o animal seja lavado antes de depois da natação a fim de eliminar sujeiras e produtos químicos.

Como todo exercício, realize-o com moderação, pois o excesso pode prejudicar o animal devido a sua postura (pescoço alto). Uma vez que quando o cavalo está exausto de nadar posiciona-se assimetricamente o que resulta em uma tonificação desigual dos músculos envolvidos no movimento.

Por fim, lembrem-se de que todo tratamento deve ser feito em conjunto com um profissional veterinário especializado na área.

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Divulgação/Byler Performance Horses

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