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Haras Império detém o melhor garanhão e a melhor matriz de Laço do mundo

Dual Spark e Look At Her Glo lideram o ranking de melhores de todos os tempos da American Rope Horse Futurity Association

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Dual Spark e Look At Her Glo lideram o ranking de melhores de todos os tempos da American Rope Horse Futurity Association

Apesar de novo – no mercado desde 2016 -, o Haras Império possui em seu plantel um banco genético de fazer inveja. Entre eles, o melhor garanhão e a melhor matriz de Laço do mundo: Dual Spark e Look At Her Glo.

Isso de acordo com a American Rope Horse Futurity Association (ARHFA). Sobretudo, a entidade norte-americana promove, há alguns anos, as mais importantes provas técnicas de Laço Cabeça e Laço Pé nos Estados Unidos.

Dessa forma, recentemente, o Team Roping Journal divulgou os melhores de todos os tempos da ARHFA como Reprodutor, Reprodutora e Avô Materno, no Ranking Geral e Futurity.

E Dual Spark ocupa o topo como o nº1 entre os melhores garanhões de todos os tempos geral de Futurity – $90, 500.00. Bem como é o nº 1 de todos os tempos do ranking geral – .$ 135,375.50.

Inegavelmente, o garanhão é um dos reprodutores de sucesso do Haras Império. Como resultado, ele já possui no Brasil filhos de destaques também em pista.

Look At Her Glo – Foto: Divulgação

Melhor matriz de Laço do mundo

Já entre as matrizes, a grande mãe do Haras, Look At Her Glo, ocupa o 1º lugar no ranking das melhores matrizes de todos os tempos geral Futurity com $ 67,500,00 e o 2º lugar entre as melhores matrizes de todos os tempos geral, com $100,973.50.

Look At Her Glo é campeã Mundial e Produtora de Campeões Mundiais, mãe do craque e destaque do Haras Império, Dual Patron. Ganhadora de U$62.781,00, com 1.022 pontos na AQHA em Laço Cabeça, Laço Pé, Laço Individual, Working Cow Horse, Ranch Sorting, Team Penning e Conformação.

De acordo com Alonso Flores, assessor e estudioso de pedigrees, a tropa de Laço do Brasil está à frente da tropa norte-americana. “Saber que os melhores Garanhões e Matrizes de lá estão à disposição do nosso mercado, me leva a crer que continuaremos em constante evolução nas modalidades de Laço Técnico”, detalha.

Para o Haras Império é de tamanha alegria contar com essas joias em seu criatório e que pode contribuir para o enriquecimento do plantel nacional.
Conheça mais do Haras Império, acesse www.harasimperioqm.com.br.

Instagram: @harasimperio | Facebook: @harasimperioms

Fonte: AV Comunicação Equestre e Assessoria de Imprensa
Crédito da foto em destaque: Divulgação/Gerson Verga

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Dicas para lidar com cavalos difíceis e ansiosos

Sabemos que os cavalos são animais sensíveis e podem sentir nossas emoções (se temos medo, raiva, etc.), então como tratamos essa questão para que não se torne problema na rotina do dia-a-dia

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Como lidar com cavalos difíceis e ansiosos se, muitas vezes, nós mesmos temos essas característica. Será que é o contato conosco que acarreta tal comportamento? Do nada, você sente a mudança de comportamento do seu cavalo.

Em uma situação usualmente comum, ele trava de repente. A mesma trilha, o mesmo caminho, mesmas árvores, mas seu cavalo parece que viu algo que lhe deu medo. Até que você avista uma coisa aparentemente simples, como uma sacola solta lá no meio de tudo.

Antes de mais nada, qualquer que seja a questão, ter cavalos difíceis e ansiosos é um problema que afeta diretamente o treinamento e o gerenciamento para cada cavaleiro.

Não importa qual seja a causa ou expressão da ansiedade do seu cavalo, todas as amazonas e os cavaleiros precisam aceitar que ele terá medo de algo periodicamente. É a natureza de um animal estar sempre ‘atento’. E é um comportamento que devemos aceitar.

Em primeiro lugar, determine a causa dessa ansiedade. Não é algo lá muito fácil, mas você precisa tentar. Cavalos difíceis e ansiosos se tornam, por conseqüência, indisciplinados ou desobedientes.

Portanto, algo que torna os cavalos tão fabulosos para treinar, suas incríveis memórias e a capacidade de extrapolar de experiências anteriores, também os faz segurar memórias negativas e torna-se difícil convencê-los de que situações futuras não serão negativas.

cavalos difíceis e ansiosos: são animais sensíveis e podem sentir nossas emoções, então como tratamos para que não se torne problema

4 dicas para momentos de ansiedade em seu cavalo

  1. Não olhe para o objeto ou a área do medo. Concentre seus olhos em um lugar à frente e chegue até ele. Isso evita que você reconheça o objeto como algo que lhe dá medo e mantém seus olhos, cabeça e equilíbrio para cima e para frente.
  2. Se você tem um cavalo assustado com frequência, experimente montar com uma alça que você possa se agarrar, além do freio/rédeas. Puxar o cavalo pela boca em um momento que ele está assustado pode deixá-lo mais nervoso.
  3. Se o cavalo contorce seu corpo para olhar para um objeto dentro ou perto da sua pista toda vez que você passar e assim interromper seu trabalho, em vez de lutar para forçá-lo a não olhar para ele, force-o a olhar, mas continue trabalhando.
  4. Se o seu cavalo está se comportando como uma bomba prestes explodir, pegue o trote e comece a fazer figuras como serpentinas ou oito. Concentre-se na geometria das figuras e no ritmo do trote. Ignore todo o resto. Alguns cavaleiros cantam enquanto fazem isso para se forçar a respirar de forma consistente e liberar tensão. O ritmo da música também os ajuda a criar um ritmo consistente no trote.

Existem muitos conceitos e mais aprofundamento sobre o assunto. Você tem algo a compartilhar conosco?

Fonte: Equisearch
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Free Images

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Virtudes de um bom cavaleiro

Aluisio Marins comenta em sua coluna que devemos nos ocupar com as coisas positivas que nossos cavalos fazem e não somente nos ‘pré’ ocuparmos com o que ainda não aconteceu

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Uma das maiores virtudes de um bom cavaleiro – e adianto, é difícil de conseguir – é a de nos anteciparmos no pensamento, mas não nas ações. Explico dando um exemplo: imagine que você está montado em um cavalo e quer que ele ande em uma linha absolutamente reta.

Você sai com ele, na pista ou no campo – e planeja o traçado reto que quer fazer. Se o cavalo sai deste traçado, você o traz de volta para a linha que planejou. Então, você já sabia o que fazer se ele saísse da linha planejada.

Por outro lado, se ele não sair do traçado você não precisa fazer nada. Até aí tudo bem. O difícil é fazer com que sua antecipação seja somente mental e não mecânica. O fato de você ter planejado uma ação corretiva não significa que terá que utilizá-la.

Significa que se o seu cavalo errar, você tem a ferramenta imediata para corrigir. A dificuldade está em dois aspectos: jogarmos com uma hipótese e agirmos usando o ‘e se ele…’, então fazermos algo sem necessidade; não deixarmos nossos cavalos cometerem erros nunca.

Entre as virtudes de um bom cavaleiro, devemos nos ocupar com as coisas positivas que nossos cavalos fazem e não somente nos 'pré' ocuparmos

Procure ser um bom cavaleiro

Antes de mais nada, o primeiro aspecto leva para o segundo. A cada antecipação de algo que não aconteceu, estamos privando nosso cavalo de errar. Por consequência, de saber o que é o certo e o errado e, portanto, de aprender o certo.

Vejo cavaleiros que não admitem o erro nunca, em nenhum momento da sessão de treinamento ou montaria. Também vejo cavalos tentando cada vez mais adivinhar o que é para fazer. E com isso, errando ou acertando, mas nunca tendo uma certeza do que se é para fazer.

A correção vem a partir do erro e não a partir da prevenção de um possível erro. É verdade também que quanto mais conhecemos os cavalos que montamos, mais conseguimos fazer uma leitura destes cavalos e assim conseguiremos uma prevenção do erro.

Mas isto não deve ser algo impeditivo ao erro. Devemos nos ocupar com as coisas positivas que nossos cavalos fazem e não somente nos ‘pré’ ocuparmos com o que ainda não aconteceu…

Por Aluísio Marins
Diretor da
UC, instruindo cavaleiros a mais de 20 anos
Crédito das fotos: Divulgação/Freeimages

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Princípios fundamentais para o treinamento do cavalo

O bem-estar humano e do cavalo depende da metodologia de treinamento e manejo

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Quer seja para passeio, quer seja para competições, tudo que quem trabalha com cavalos busca é o bem-estar deles. Então, além dos cuidados básicos com nutrição e saúde física, o treinamento do cavalo deve fazer parte do topo da lista.

Confira, então, alguns princípios fundamentais de acordo com o Equitation Science. O bem-estar humano e do cavalo depende da metodologia de treinamento e manejo que demonstrem:

Segurança humana e do cavalo

Ter consciência do tamanho, da força e do instinto de fuga do cavalo. Antes de tudo, aprender a reconhecer precocemente os comportamentos de fuga, agressão (luta) e paralisia do animal induzida pelo medo. Assegurar-se que o ser humano e o cavalo se combinam, mutuamente, como um conjunto.

A natureza dos cavalos

Conhecer as necessidades de bem-estar dos cavalos, como forragear, ter liberdade e companhia de outros equinos. Ao mesmo tempo, ter consciência que os cavalos podem perceber os movimentos humanos como ameaças. Por isso, evitar papéis de dominância durante interações.

Habilidades mentais e sensoriais

Ter consciência que os cavalos pensam, enxergam e ouvem de forma diferente dos humanos. A princípio, manter a duração das sessões de treinamento em tempo mínimo. Não superestimar ou subestimar as habilidades mentais dos cavalos.

Emoções

Compreender que os cavalos são seres sencientes, capazes de sofrer. Dessa maneira, incentivar emocionais positivos. Reconhecer que a consistência das ações torna os cavalos mais otimistas na obtenção dos resultados dos treinamentos. Evitar dor, desconforto e / ou situações que desencadeiem o medo.

Condicionamento clássico

Reconhecer que os cavalos formam rapidamente associações entre os estímulos. Sempre usar um sinal claro antes da sequência pressão e alívio.

treinamento do cavalo: o bem-estar humano e do cavalo depende da metodologia de treinamento e manejo que demonstrem e isso é muito importante

Condicionamento operante

Entender que comportamentos são encorajados ou inibidos, dependendo das consequências relacionadas a eles. Assim, remover a pressão no exato momento em que o cavalo inicia a resposta desejada. Então, minimizar atrasos no reforço. Usar reforço combinado. Evitar punição.

Dessensibilização

Aprender a aplicar corretamente a dessensibilização sistemática, o estímulo de distração (sombreamento), contra condicionamento e reforço diferencial. Desse modo, evitar sobrecarregar o cavalo com estímulos aversivos para que ele não se habitue a situações desagradáveis.

Modelagem

Dividir o treinamento em etapas com tempo mais curto possível e recompensar progressivamente cada uma dessas etapas até atingir o comportamento desejado. Nesse ínterim, mudar o contexto (treinador, local, sinais), um aspecto de cada vez. Planejar o treinamento de modo a torná-lo óbvio e fácil.

Autossustentação

Treinar o cavalo a fim de manter o andamento, o ritmo, o comprimento da passada, a direção e a postura corporal (posição da cabeça, coluna e de todo o corpo). Evitar forçar uma postura ou mantê-la através de sinais incessantes

Dicas

Por fim, garantir que o cavalo possa discriminar um sinal do outro. Garantir que cada sinal tenha apenas um significado. Coordenar os sinais cronologicamente com a biomecânica dos membros, assim como evitar o uso de mais de um sinal ao mesmo tempo.

Tradução da versão para o português (Brasil): Kate M.C. Barcelos | Revisão: Denise P. Leme
Fonte: www.equitationscience.com
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Freepik

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Égua e garanhão: a função de cada um em uma manada

Quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo, colocando em prática as lições que os cavalos ensinam

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Semana passada falamos que um manada de cavalos tem, primordialmente, uma liderança matriarcal. Contudo, égua e garanhão possuem cada um o seu papel no bando. Uma função muito importante a do garanhão, aliás, que é a de proteger de predadores e procriar na manada.

Enquanto as matriarcas conquistam seu posto naturalmente, os garanhões conseguem chegar ao poder através da força. Então, é o garanhão mais forte que lidera e assume esse papel de proteção e procriação. Eventualmente, apenas ele cruza com as éguas e se coloca à frente de um predador ou o afugenta para proteger manada.

Égua e garanhão atuam juntos, de certa forma. Então, os garanhões protegem de predadores e ameaças, ficam vigiando quem se aproxima. Mas as éguas, por pensar no bem comum, também atuam protegendo o bando, como no controle da disciplina, organização, ordem e cuidado com os potros.

Elas lideram a caminhada e são elas que têm sabedoria para determinar o melhor local para comer ou beber água. E são as éguas que comem ou bebem primeiro para testar se é seguro para os demais membros do grupo. Mas elas nunca entrarão em uma disputa com um predador.

Nessa hora entram os garanhões. Afugentam o predador enquanto o resto do bando foge. Há formas de proteção e todos respeitam o papel de cada um dentro da manada.

Algumas peculiaridades nas funções

São as éguas que determinam o convívio social, mas os garanhões entram na definição das relações entre garanhões. Por exemplo, em uma manada com mais de um procriador são eles que determinam se um ou mais de um terá o posto.

Dessa forma, cada um com seu temperamento, têm a liberdade de sair da manada caso não aceitem se submeter a essa condição de eunuco, de não poder procriar com as éguas. Ele sai a fim de tentar exercer esse papel em outro bando ou formar o seu próprio.

Nesse segundo caso, o nome técnico é ‘sequestrar’. Égua e garanhão passam por um processo de sedução. Caso dê tudo certo, ele leva uma égua de um bando e começa o dele. Tudo com o consentimento dela. Não há brigas.

Égua e garanhão: Quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo e cavaleira nas horas vagas

Égua e garanhão em busca da perpetuação da espécie

Por conseqüência, existem várias trocas de papeis dentro de uma manada. Fato que, acima de tudo, ao longo dos anos, também garantiu a perpetuidade desse modelo de vida dos cavalos, que é a diversidade.

A primeira coisa é o foco no bem comum das líderes da manada, as éguas. E a segunda, é que os cavalos gostam de se misturar, porque eles sabem que desse modo ficam mais fortes. E assim garantem a perpetuidade da espécie, essa diversidade ou mistura entre raças.

Quando vemos fotos de uma manada de cavalos, por exemplo, ou em filmes, identificamos uma variedade grande de pelagens no grupo. Justamente porque os cavalos fazem essas trocas.

Há manadas de 12, 25 e até 30 cavalos. Na maior delas, de 30, com certeza teremos mais de um garanhão procriando. E assim dividem o posto de proteger seus filhos, seus frutos, e todo o bando.

Seguindo por essa linha, não existe uma manada só de éguas, sempre veremos pelo menos um garanhão. Por outro lado, encontramos manada de vários jovens garanhões, que são temporárias. Os mais novos se reúnem e saem em busca de encontrar éguas de fora para formar seu próprio bando.

Em conclusão, não há um papel mais importante que o outro, égua e garanhão são essenciais para o funcionamento da manada. Ela com a visão do bem comum e ele de proteção e procriação.

O que tirar de lição para a nossa vida cotidiana

E como podemos aplicar tudo isso na vida humana? O que tirar de lição para usar na nossa vida pessoal ou profissional. A funcionalidade de uma manada nos diz muito sobre liderança. Mas também o quanto de todo esse ensinamento serve de exemplo de convívio social para os humanos.

Entre outros pontos, a organização das manadas nos mostra que a perpetuidade das espécies vem de cada um entender o seu lugar, identificando que um não é mais nem menos que o outro. Vamos conseguir perpetuar atuando com compartilhamento de decisões, na divisão de responsabilidade.

Com toda a certeza, os cavalos nos ensinam a sermos uma sociedade mais equilibrada. Se essa espécie perpetuou por quase 60 milhões de anos é porque tem a sagacidade de se ajudar, se proteger. Soube se adaptar ao meio. O cavalo tem uma grande capacidade de se adaptar.

E algo que é bastante impressionante é o fato dos cavalos se atrelarem aos humanos. Os cavalos também garantiram a sua perpetuidade como espécie a partir do momento que se colocaram à serviço do homem. E assim ele ensina para o homem o que é todo mundo fazer parte, estar junto. O líder também se coloca à serviço, ou seja, ele não precisa mandar no outro. 

E houve uma troca, pois o homem também se colocou á serviço dos cavalos. O cavalo serve de meio de transporte, por exemplo, mas para tê-lo o homem precisa cuidar. Nesse momento, o homem entende que o cavalo faz parte da sua vida e o ajuda a se desenvolver. E assim fazem parte da evolução um do outro.

Por Flavia de Oliveira Ramos – Bacharel em Administração de Empresas; Executive Coaching e Life Coaching; dona da For Leaders, consultoria de desenvolvimento de liderança
Crédito das fotos: Divulgação/Pinterest

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Maremmano é dócil, inteligente, sensível e robusto

As condições ambientais do seu habitat natural, na região de Maremma, sobretudo, determinaram a adaptação da raça a ambientes difíceis

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O Maremmano é uma raça de cavalos originária da região de Maremma, Toscana e Lácio na Itália. Tradicionalmente uma linhagem de cavalos trabalhadores usados pelos Butteri (pecuaristas toscanos) para serviços pecuários. Hoje, principalmente, é um cavalo de sela.

Extensivamente cruzado com puro-sangues e outras raças, o Maremmano ganhou um tipo mais atlético. É uma raça inteligente, sensível e robusta. Além disso, também possui uma boa adaptabilidade a diferentes tipos de exigências.

Dessa forma, evoluiu a partir do cavalo Napolitano e de outras raças europeias. A princípio, usado originalmente para trabalhos agrícolas e pecuários na região toscana da Maremma, ao norte de Roma.

Sem dúvida, é uma das raças italianas mais importantes e antigas. Atualmente, implementou-se na região um programa sistemático de reprodução a fim de manter o genótipo antigo e garantir uma variação mais ampla dentro da raça.

Maremmano: as condições ambientais do seu habitat natural, na região de Maremma determinaram a adaptação da raça a ambientes difíceis

Sua origem data de 800 a.C. como a raça de cavalos dos etruscos, os primeiros italianos a levar a sério a criação desses animais. Assim, o Maremmano esteve presente ao longo da costa do Tirreno. Posteriormente, houve um longo período improdutivo. No entanto, durante o Renascimento (Século 16), ressurgiram.

Outro uso para essa raça era o de puxar as carruagens senhoriais dos Papas por causa da sua força e grande imponência. Após a Segunda Guerra Mundial, a raça quase caiu em extinção, mas o interesse por ela ressurgiu na década de 1970.

A altura na cernelha é de cerca de 1,58m para os machos e 1,55m para as fêmeas, aos 42 meses de idade. Geralmente, a cabeça é grande e, em alguns casos, um pouco curvada. Na região acidentada da Toscana é possível cavalgar em maremmanos no Parque Nacional de Maremma.

Fonte: Wikipedia e Meus Animais
Crédito das fotos: Divulgação/Horsebreedpictures

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De filho para mãe: uma homenagem do portal Cavalus no Dia das Mães

Para comemorar essa data especial esse ano pedimos que filhos competidores contassem um momento especial com suas mães a fim de homenagear todas as mães nesse dia

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Qual melhor jeito de comemorar o Dia das Mães senão com uma bela homenagem dos filhos em forma de depoimentos? Queremos com esse artigo que todas as mães, do cavalo ou não, se sintam homenageadas!

Antes de mais nada, você sabe a origem dessa data? Conta a história que o Dia das Mães foi criado como uma homenagem à vida de Ann Jarvis. O falecimento dela, em 9 de maio de 1905, afetou bastante a sua filha, Anna Jarvis. Anos depois, ela decidiu criar uma data comemorativa para homenagear a sua mãe. Realizou então um memorial em maio de 1908.

A popularização dessa data nos Estados Unidos fez com que ela eventualmente chegasse ao Brasil. Apesar de historiadores datarem o dia 12 de maio de 1918 como o começo dessa celebração por aqui, o Dia das Mães foi oficializado no Brasil na década de 1930. O presidente Getúlio Vargas emitiu o Decreto nº 21.366, em 5 de maio de 1932, estabelecendo o segundo domingo de maio como momento para comemorar os ‘sentimentos e virtudes’ do amor materno.

E assim vamos seguir, comemorando os sentimentos e virtudes do amor materno, através de alguns depoimentos que colhemos. Pedimos que os filhos contassem o momento mais marcante com a sua mãe em uma situação envolvendo cavalos.

Será que eles vão contar o que sentem quando estão em pista e as mães estão por perto? Ou quando eles estão na arquibancada acompanhando suas mães na pista? Até mesmo momentos engraçados dos bastidores, do dia-a-dia de treinos. Certo mesmo que a mãe é a fã N° 1 dos filhos, e vice e versa. Vamos lá, então?!

Família Boer

Do filho Albertus de Boer Neto para a mamãe Letícia Dayana Teodoro de Boer

“Desde que comecei a competir tive a presença de minha mãe nas provas. Ela sempre me apoia, me reconforta nos erros, filma tudo e ajuda a me acalmar quando necessário. Assim como em vários outros momentos.

Acredito que ter a mãe presente nessas horas é de grande importância para criar confiança, principalmente no início. Saber que ela está perto, nos erros e nos acertos, sem dúvida, me passa segurança.

Minha mãe é uma pessoa descontraída, divertida, animada, que sempre deixa os lugares mais leves com suas brincadeiras. Vejo que eu minha irmã tivemos muita sorte em ter o apoio de nossa mãe nas provas e nos treinos. Sem ela, provavelmente, não iríamos conseguir enfrentar desafios e situações desagradáveis em nossas vidas. Só tenho a agradecer por tudo que ela fez e faz por nós até hoje.”

Cris e Lelo

Do filho Marco Aurélio Pereira Filho para a mamãe Maria Cristina Todescato Pereira

“Com toda a certeza, não tem só apenas um momento marcante. São vários. Passamos todos tipos de situações juntos boas, ruins, alegrias e tristezas. Tanto minha mãe quanto meu pai sempre foram muito presentes em treinos e provas.

Mais uma coisa que mais me lembro até hoje foi o fato de quando mais novo, há uns 25 anos atrás mais ou menos, ainda em São João da Boa Vista/SP, todos feriados e fins de semana estava lá ela, no sol da arena, sempre filmando nossos treinos ou até mesmo soltando bezerro. Sempre registrando as imagens e momentos que temos até hoje em DVD.

Minha família sempre foi o combustível para nós continuarmos no laço. Nunca mediram esforços e se privaram de muitas coisas para eles a fim de que pudéssemos praticar e estarmos sempre em junto em torno do cavalo.”

Para comemorar o Dia das Mães pedimos que filhos competidores contassem um momento especial com suas mães em homenagem a todas as mães
O momento descrito abaixo virou quadro

De José Carlos Rodrigues Filho para a mamãe Jacira Rodrigues de Oliveira

“Em 2013, durante o Potro do Futuro da ANCA, uma prova emocionante e desafiadora entre todas as outras, estava muito ansioso em busca de mostrar o meu trabalho, que tanto me dedico. Minha mãe, com sua imensa paciência e sabedoria, conversou muito comigo naquele momento tão importante.

Meu pai classificou uma potra para a final da categoria Aberta e se sagrou campeão e a minha categoria seria no dia seguinte. Logo após o titulo do meu pai busquei novamente o consolo da mãe. E ela me disse: ‘Filho, não tenha dúvida do seu trabalho, da sua capacidade. Entregue seu espirito nas mãos de Deus, pois ele sabe da sua luta’.

Era meu primeiro Potro do Futuro como finalista e ela do meu lado, como em todos os outros momentos. Acordei tranquilo no dia seguinte. Mais uma vez, antes de entrar em pista, recebi seu apoio: ‘Vai com Deus meu filho, confia no seu trabalho, por que você já meu campeão’. Em seguida, recebi uma boa nota e fui campeão na minha categoria.

Como prometido, minha mãe tirou o chapéu dela e me deu, e lembro de novo das suas palavras: ‘Deus sabe da sua luta, da sua garra, da sua dedicação, está aí resultado, meu filho, te amo muito e você merece estar no pódio’. Uma emoção muito grande tomou conta de nós dois.

E com esse relato quero dizer que toda a minha base para domar os cavalos veio dela. E que todo apoio das suas palavras sábias e carinhosas são importantes. Aprendi com ela todo cuidado com os animais nos mínimos. Espero que ela saiba o quão importante é em nossas vidas. Apaixonada pelos animais e que sempre esteve, junto com meu pai, em inúmeros momentos de nossas vidas.

Arrisco-me a dizer, por fim, que brincamos em casa que meu pai é o Doc Bar e minha mãe é a Royal Blue Boon. Feliz Dia das Mães! Te amo, mãe, inspiração para nossas vidas.”

Pedro e Carol

Do filho Pedro Vieira Dadalto para a mamãe Caroline Dadalto

“Eu gosto que a minha mãe vai comigo em todas as provas, porque ela me apoia e me ajuda em tudo. Te amo, mãe! Feliz Dia das Mães!”

Para comemorar o Dia das Mães pedimos que filhos competidores contassem um momento especial com suas mães em homenagem a todas as mães
Juninho e Eliziane Nogueira

Do filho Junior Nogueira para a mamãe Eliziane Nogueira

“São vários os momentos que foram muito marcantes para mim ao lado da minha mãe. Ela é a minha companheira desde sempre, durante toda minha vida, minha melhor amiga. Pensei bastante e lembrei de dois momentos. 

Antes do meu pai falecer, eu gostava de laçar pé, ele laçava pé, então treinávamos e eu resolvi laçar cabeça. Quando ele partiu, um tempo depois, estávamos no Rancho Quarto de Milha, em Presidente Prudente/SP. Eu já estava correndo prova nessa época, bem como início de tudo.  E eu lembro que estava com ela e fui no pé.

Ela laçou um boi e eu, em seguida, lacei também e foi a primeira vez que eu enrolei. E dei aquela esticada no boi e essa é uma das primeiras lembranças fortes, me marcou muito. E o outro momento que sempre gosto de frisar como destaque, já é mais para frente um pouco na minha história.

Sempre tive o sonho de vir para os Estados Unidos. Falava que um dia eu ia laçar um boi na Finals [National Finals Rodeo da PRCA] e minha mãe estaria lá. Quando isso acontecesse, iria apontar para ela na arquibancada. E isso aconteceu!  Acho que foram as duas coisas mais importantes  da minha vida ao lado dela, marcante na nossa vida, essa minha primeira laçada na Finals.”

Para comemorar o Dia das Mães pedimos que filhos competidores contassem um momento especial com suas mães em homenagem a todas as mães
Silvia e Juninho Simionato

Do filho Wagner Toledo Simionato para a mamãe Silvia Toledo Simionato

“Ter minha mãe torcendo por mim nas pistas é algo inexplicável, porque ela me passa muita confiança, assim como me dá vários conselhos, no dia-a-dia também. Me motiva muito tê-la sempre comigo nas competições, e é um privilégio, visto que muitos não tem essa mesma oportunidade.

Ela sempre faz muita oração por mim também. Mesmo quando calha dela não ir a alguma prova, está presente a todo momento, me manda mensagem a fim de me me ajudar e me manter motivado. Agradeço muito a Deus por ter uma mãe como ela na minha vida. Graças a Deus sempre me ajudou e motivou.

E quando precisa, ela dá sim alguns puxões de orelha, e eu respeito muito isso. Por isso eu só sou o que sou hoje por causa dela.”

Malu e Juliana Fruet

Da filha Maria Luisa Fruet Bernardes para a mamãe Juliana Fruet

“Minha mãe é tudo para mim. Ela que me trouxe ao mundo equestre e é meu porto seguro.
Ela começou bem nova, nos Três Tambores, mas parou na época da faculdade. Depois de terminar a faculdade e me ter, ela tentou me levar pra fazer Tambor, mas eu nunca liguei.

Até que ela começou a fazer Rédeas, aí eu me apaixonei pelos cavalos e comecei a fazer também. E desde então praticamente todo fim de semana vamos treinar e também em quase todas as provas vamos competir. São muitos os momentos marcantes, não consegui escolher um!”

Por Luciana Omena
Colaboração: Ana Olivera
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Depositphotos

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Pontos a observar quando for comprar um cavalo

Dalva Marques, em sua coluna da semana, dá dicas preciosas do alto dos seus 35 anos como cavaleira, treinadora e instrutora

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Apenas beleza não é o fator fundamental quando você decide comprar um cavalo. É importante saber se ele terá aptidão ao que se destina, quer seja cavalgadas, poeirões, quer sejam as provas oficiais.

Sabemos que além de suas qualidades morfológicas, aptidão e função dependem muito de três fatores: doma, treino e exigências ao animal. Idade, porte físico, bem como sua índole, temperamento principalmente sua saúde, devem ser avaliados.

Comprar um cavalo adequadamente não só exige investimento financeiro, mas também emocional. Temos o hábito de agir com o coração e não com a razão. Algo que devemos fazer com mais calma. Nem sempre conseguimos comprar com segurança, imediatamente após nos decidimos comprá-lo.

Devemos ainda montar e experimentar vários para se ter um parâmetro. Não monte em qualquer animal quando for ver, principalmente, se não tiver prática. Desse modo, peça sempre ao responsável para montar primeiro e apresentá-lo a você.

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Ouça sempre um profissional experiente e de sua confiança. Caso tenha um instrutor, ele é o mais indicado para saber suas habilidades e orientá-lo na hora de você comprar um cavalo ideal para seu nível de equitação.

Em seguida, peça a um veterinário para examiná-lo. Checar sua integridade física, se não há nenhuma lesão grave nos tendões e nas articulações, se não sofre nenhuma claudicação, a ponto de ter que ficar tratando e medicando.

Observe bem o comportamento desse cavalo. Monte várias vezes. Dê preferência a lugares diferentes, pois os cavalos têm hábito de ter reações em lugares que não estão acostumados e você precisa estar apto para essas situações.

Cavalo para cavalgadas

Dê preferência a animais adultos. Cavalo novo ou potro não são ideais. A menos que você tenha muita experiência.

Ao iniciante ou o amador, um cavalo já traquejado, que já passou por várias situações e transmita segurança sempre a quem monta.

Potros e recém nascidos são para pessoas experientes.

Procure saber sobre a reputação do vendedor, sempre! Não compre na mão de qualquer pessoa. Assim como é importante levantar informações seguras do negociantes.

Cavalo para poeirões

Índole, temperamento e integridade física também são fatores importantíssimos. Idade e, principalmente, qualidade em seu diagrama de marcha comodidade e maciez

Assim, procure um animal com um bom estilo, rendimento em suas passadas, sendo amplo os movimentos com equilíbrio.

Essa modalidade não exige que o animal possua registro. O ideal é que tenha pois assim pode participar das provas oficiais em sua respectiva categoria, seja movimento de tríplice apoio ou diagonalizado.

Dalva Marques, em sua coluna da semana, dá dicas preciosas de como comprar um cavalo do alto dos seus 35 anos como cavaleira, treinadora

Cavalos para copas de marcha

Seguimos buscando também os itens de base essências: idade, integridade física, temperamento, índole, qualidade em seu andamento, movimentos sincronizados e em equilíbrio.

Não deve ser nem rasteiros, nem exarcebados. Sem movimentos parasitas, ou seja, oscilações nas espáduas ou na garupa, nem lateral, nem vertical, que altere ou tire o contato do cavaleiro.

Movimento progressivo com liberdade de espáduas, movimento tomados dos anteriores, porém sem exageros, assim como nos seus posteriores. Eficiente, que realmente empurre a massa trazendo rendimento a sua toada.

Lembrando que sendo bem orientado ou tendo um pouco de conhecimento, há detalhes para melhorar em treinamento, quando são costumes. Dessa forma, detalhes de uma boa equitação e um treinamento adequado farão com que cavalgadas, poeirões e copas de marcha sejam um verdadeiro ESPETÁCULO!

Por Dalva Marques
Criadora, apresentadora e treinadora |
CT Rancho Bigorna | jurada de equinos e muares de marcha
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Papel da fêmea em uma manada de cavalos

Quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo, colocando em prática as lições que os cavalos ensinam

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Uma manada de cavalos tem, primordialmente, uma liderança matriarcal. São as fêmeas que lideram. Elas são, sobretudo, os indivíduos mais sábios e mais velhos do bando. Necessariamente, elas precisam ter ainda saúde física.

Portanto, as éguas matriarcas de uma manada de cavalos têm que ser mais velhas, fortes e saudáveis. Historicamente, existem mais de uma fêmea na liderança um grupo de cavalos, várias matriarcas. De tal forma que elas se alternam nas decisões conforme o talento de cada uma.

Essa é a primeira grande lição das manadas de cavalos. Esse sistema matricial, com toda a certeza, perpetuou a espécie por mais 50 milhões de anos. A sagacidade das fêmeas matriarcas e a forma com que elas lideram a manada.

éguas em uma manada de cavalos: quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo Brasil afora

Alternância de posto

Então, em uma manada de cavalos há mais de uma égua matriarca. Como acontece essa alternância de posto? Toma decisão a égua que tem mais talento para determinado momento.

Por exemplo, precisa suprir o fornecimento de água para o grupo, assim tem uma fêmea com sensibilidade maior para encontrar água. Enquanto encontramos outra com sensibilidade para sentir um predador por perto. Assim como existe no bando a égua que sabe o momento de pausa para descanso.

E esse comportamento é muito natural para elas. Todas estão conectadas com a manada. Entendem, acima de tudo, qual é a necessidade do grupo e também momentos de fuga ou de disciplina.

Só para ilustrar, veja o caso de um potro ou um cavalo jovem fazendo muita bagunça, com risco de atrair um predador porque está chamando muita atenção. Entra em ação uma das matriarcas, com o devido corretivo para esse cavalo. Vai impor limite, já que o jeito indisciplinado dele compromete e coloca a manada em perigo.

Elas estão sempre orquestrando isso. Tem sempre uma fêmea que é boa em determinado assunto importante. E elas alternam a liderança justamente porque a tomada de decisão de um bando é algo bastante complexo, muitas decisões a serem tomadas.

Com muita naturalidade elas dividem essas tomadas de decisões de acordo com talento de cada uma. Se a gente pudesse aplicar isso no ambiente corporativo, não teríamos necessidade de ter um ambiente parecido com o modelo militar.

O modelo de hierarquia piramidal não existiria. Quanto mais se sobe de posto, menos líderes tomam decisões. A concentração de poder fica na mão de um só. Com isso, mais responsabilidade e sobrecarrega, impedindo que esse líder tome as melhores decisões.

Por isso, ao adotar o sistema matriarcal, lidamos com alternância de posto e compartilhamento de  decisões.

éguas em uma manada de cavalos: quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo Brasil afora

Senso de bem comum em uma manada de cavalos

As matriarcas conquistam esse posto naturalmente dentro do bando. Não há brigas e nem disputas. A manada sabe que elas são as mais sábias e, portanto, as seguem. Acima de tudo, o foco principal delas é o bem comum da manada. Estão sempre pensando no todo, no que é melhor para todo o grupo.

Uma questão muito interessante é que as manadas podem ter algumas diferenças entre umas e outras. O convívio social, sobretudo, é determinado muito pelas matriarcas. Há manadas de 12, 25 e até 30 cavalos. E quanto maior, mais complexa será a gestão. Mais ‘gente’ para acolher e para considerar nas tomadas de decisão.

Em outras palavras, vemos um papel bem sofisticado da alternância de liderança das matriarcas, pois são elas que cuidam do todo. Patriarcado e matriarcado são coisas muito humanas. Para as espécies animais não existe isso. Existe o ser daquele bando que realmente se preocupa com o coletivo e assume a liderança. 

Foco no bem comum sempre e cada um no seu devido lugar, com a mesma importância, mas com seu com seu respectivo papel. E tem outra coisa também muito importante que são os ciclos, indo nesse mesmo quesito de bem comum. 

Quando um cavalo envelhece e percebe que não consegue mais acompanhar a manada, decide parar de segui-la a fim de não atrasar o bando. Para não prejudicar o coletivo, então ele mesmo se coloca fora. Ninguém é expulso de uma manada, a não ser quando há indisciplina que afete o coletivo.

Liderança matriarcal

Liderança essa que fica com as éguas, porque que são elas que possuem o senso de comunidade. O garanhão, por analogia, representa proteção e procriação. O macho não tem esse senso de coletivo, o foco dele é procriar e proteger.

É, portanto, um papel mais reduzido na organização de uma manada de cavalos. Contudo, não quer dizer que o papel da égua ou das éguas é mais ou menos importante do que o do garanhão. São papeis diferentes apenas, mas igualmente importantes.

Podemos dizer que as matriarcas de uma manada têm um papel holístico, que busca um entendimento integral dos fenômenos. Elas pensam no todo a fim de também contribuir com a perpetuação da espécie dela. Assim, a líder entende que para conseguir tem que manter o bando em harmonia e em equilíbrio.

E não existe uma bando só de éguas, pois para procriar e perpetuar precisam do garanhão. Além disso, eles são os que as protegem e aos potros. Elas entendem que tem que ter equilíbrio. E isso é muito natural para as éguas matriarcais.

Quando a gente fala, por exemplo, de liderança feminina nas palestras e workshops da For Leaders, é a liderança de quem pensa no bem comum, independente do gênero. Quem toma principais decisões o faz pensando no bem-estar do todo.

Acima de tudo, sabe que cada um tem o seu devido papel no grupo, não mais e nem menos importante, apenas um papel diferente. Assim, para que perpetuemos como espécie o líder tem que focar no bem comum, a exemplo das éguas matriarcais.

Por Flavia de Oliveira Ramos – Administradora; Executive Coaching; Life Coaching; Consultora em desenvolvimento de liderança
Crédito das fotos: Arquivo/Pinterest

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Vitória do autoconhecimento

Marcelo Pardini comenta em sua coluna da semana sobre como a melhoria contínua é fundamental para nos tornarmos a nossa melhor versão, visando a sermos os agentes das transformações que tanto queremos

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Independentemente da postura do outro, a nossa sempre tem que ser correta. Por isso, criei a máxima: ‘A Fé é o meu guia e a consciência o meu juiz’. Hoje, infelizmente, ser desonesto é comum. Mas não é algo normal! Então, que sigamos fora da manada, para sermos diferentes e termos uma vida repleta de bênçãos!

Certa feita, um dos principais líderes da história humana, Nelson Mandela, logo após deixar a prisão, respondeu à imprensa algo muito valoroso acerca de seus algozes: “posso responsabilizá-los pelas suas atitudes, porém, eu sou o único responsável pelos meus sentimentos”. Nobreza de caráter, resiliência, sabedoria.

Dessa maneira, o coach brasileiro Paulo Vieira reforçou: “você é o único responsável pela vida que tem levado, portanto, somente você pode mudar as circunstâncias”. Isso evidencia a autorresponsabilidade por nossas condutas e palavras. Os nossos pensamentos têm total influência no grau de evolução e satisfação que nos encontramos.

A melhoria contínua é fundamental para nos tornarmos a nossa melhor versão, visando a sermos os agentes das transformações que tanto queremos no mundo. “Quando sou fraco, Deus é forte. Quando colocamos a Fé em prática, somos imbatíveis”, disse o palestrante Nick Vujicic.

Ele é um australiano que nasceu sem braços e pernas, e que fez de suas limitações físicas trampolins para as vitórias, as suas e as dos outros. Antes de mais nada, fonte de inspiração em força, resignação, coragem e Fé para milhares de pessoas. São muitos os seus seguidores nas redes sociais ou pessoas que assistem suas palestras mundo afora.

Como questionou Richard Bandler, co-criador da Programação Neurolinguística: “por que continuar sendo a mesma pessoa de sempre se você pode ser alguém muito melhor?”.

“Os outros não podem nos dizer o que podemos ou não realizar – somente nós mesmos somos capazes de estabelecer os nossos limites e as nossas metas”, falou Walt Disney.

Assim, eu uso esta célebre frase do criador do maior conglomerado de entretenimento do mundo para elucidar que antes de vencer o concorrente ou quem quer que seja, temos que superar a nós mesmos. Ter autoconhecimento, reconhecendo as nossas potencialidades, sem nos abater por nossas próprias limitações (muitas delas impostas a nós pelos outros).

Rhonda Byrne, uma das maiores escritoras contemporâneas, autora do best-seller ‘O Segredo’ (2006), deixou marcado: “dê amor aos outros através da gentileza, do encorajamento, do apoio, da gratidão ou de qualquer outro bom sentimento, e ele voltará para você”.

Sejamos os melhores dentro de nossas possibilidades – qualidades e defeitos. Compreendamos o plano sistêmico, em que tudo tem relevância. Tenhamos rotinas de excelência! Façamos o bem! Visão holística: cuidemos do todo!

Sejamos equilibrados! Já que somos os nossos anjos e demônios, que tenhamos benevolência para conosco! Vamos escolher a paz, o amor, a felicidade, a generosidade, a simplicidade, a gratidão!

Façamos caridade e vivamos o agora, tal qual ensinou Siddhartha Gautama, o Buda: “o segredo está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, mas viver serenamente o presente”.

Por Marcelo Pardini – narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural; titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.
E-mail: contato@agromp.com.br | Instagram: agromp.marcelopardini
Crédito da foto: Nelsinho Servilheira

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Mamães do cavalo contam como voltar ao trabalho depois do bebê

Na semana do Dia das Mães conversamos com algumas mamães do cavalo, que contaram um pouco da história delas com os filhos da gravidez aos primeiros dias de vida

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Voltar ao trabalho ou à antiga rotina depois de ter um bebê é um dos momentos mais delicados da vida de uma mãe. Seja em que área de atuação for uma possível separação momentânea pesa na tomada de algumas decisões. Pensando nisso, conversamos com algumas mamães do cavalo a fim de entender como foi esse processo para elas.

Os dias atuais, sem dúvida, promovem em todos nós muita correria e um sem número de atividades que, às vezes, pensamos que não daremos conta. Homens e mulheres vivem jornadas extenuantes, por muitas vezes, longe de casa por vários períodos. Adicione um bebê a essa equação e o planejamento precisa estar em dia para que tudo corra bem.

Rotina intensa de treinos e competições, por exemplo, ficam em segundo plano quando a mulher engravida. Toda a rotina muda inesperadamente. Perto do bebê nascer, sobretudo, questões como quem ficará com o filho na volta ao trabalho/rotina passa a ter um peso grande na vida da família como um todo.

Como fazer para tudo isso dar certo? Por isso convidamos algumas mamães do cavalo com o intuito de conhecer as histórias e inspirar outras famílias. Confira!

Na semana do Dia das Mães conversamos com algumas mamães do cavalo que contaram um pouco da história delas com os filhos recém-nascidos
Grávida de José Elias e ao lado de Safira

Juviliana – DJ Treinamento – Mato Grosso

Juviliana Aparecida da Silva, 36, e o marido, o treinador Dimas Donizete, começaram no Ranch Sorting em 2012 na cidade de Holambra/SP. Logo a rotina estava atribulada com eles em busca de conhecimento e aperfeiçoamento com o propósito de se destacar no esporte. Entre buscar novas técnicas e participar das provas, os títulos foram chegando. Uma parte desse dia-a-dia mudou quando ela descobriu a segunda gravidez.

“Quando descobri parei sim de montar. Mas, adaptei o trabalho e continuei dando aula e acompanhando o Dimas nas provas. Sem dúvida, uma forma de estar ao lado dos cavalos ainda até o dia do bebê nascer”, afirma ela que é mãe de Safira, 11, e José Elias, 4 meses. Ela não via a hora de voltar a montar. E 21 após o parto estava em Araçatuba aguardando ser chamada para competir.

“Todo mundo lá em casa ia para a prova e eu fiz duas inscrições sem ninguém saber. Entrei em pista e fui campeã no Ranch Sorting em duas categorias. Foi um dia incrível, felicidade que não cabia no peito. Muitos falaram que eu estava doida, mas a confiança em Deus foi maior”, relembra Juviliana. Dois meses depois estava de volta aos treinos oficialmente.

Ela conta com ajuda do marido e da filha mais velha nos cuidados com o bebê e ainda no ajuste da rotina. “Treino na parte da tarde e eles ajudam a olhar o Zé. Mas ele não dá trabalho nenhum. Muitas vezes enquanto estou montando ele está no carrinho na beira da pista dormindo. Fui muito abençoada.

Juviliana faz questão de dizer que não nasceu no meio do cavalo, mas se apaixonou e largou tudo depois que conheceu o marido. “Foi a melhor decisão da minha vida. Hoje tento conciliar casa, família, cavalos. Não é fácil, mas amo demais essa vida”. Além do marido e dela, a filha mais velha também compete e eles desejam ainda que o caçula siga esse mesmo amor.

A gravidez não foi a primeira vez que ela ficou afastada das pistas. Pouco antes teve uma lesão séria na coluna, contudo, até agora, a vida segue seu curso. “Tenho muito orgulho em poder ver minha filha competindo, meu marido me ajudando com o bebê e com os treinos, como sempre fez. Posso dizer que sou realizada e grata por esta vida que Deus me deu”, encerra Juviliana. Depois de nove anos em São Paulo, eles acabaram de mudar o CT para o Mato Grosso.

Na semana do Dia das Mães conversamos com algumas mamães do cavalo que contaram um pouco da história delas com os filhos recém-nascidos
Dalva e Octávio recém-nascido

Dalva  – CT Rancho Bigorna – São Sebastião da Grama/SP

Há 35 anos trabalhando com cavalos, Dalva Marques, 46, não competia na época que engravidou do seu filho Octávio, hoje com 26 anos. Nascida no meio, ela domava, treinava e preparava os cavalos para outros competirem. Casou aos 19 anos e aos 20 engravidou. Mas, continuou montando até o oitavo mês.

“Com toda a certeza, montava com muita consciência. Minha rotina seguiu praticamente a mesma, pois tive uma gravidez muito tranquila. Passei sempre bem e disposta. Apenas inclui nela o pré-natal e todos os exames rotineiros peculiares do momento”, comenta a treinadora.

Quando Octávio nasceu, quatro dias depois ela foi para a pista montar. “Minha vontade era a de também apresentar meu filho ao mundo dos cavalos e que ele conhecesse o nosso garanhão na época, um Mangalarga chamado Power MJ”. Tomando todos os cuidados, Dalva retomou a rotina. De acordo com ela, logo após o parto normal sua recuperação foi incrível, permitindo seguir os treinamentos com sucesso.

Faltava, então, organizar e definir todo o dia-a-dia após a chegada do filho. “Acabei inserindo o bebê em tudo. Ele estava sempre por perto, acompanhando os trabalhos. Ensinava a ele o principal, amar e respeitar os cavalos, independente de sua raça e finalidade. Octávio cresceu com a ideia que qualquer animal tem sua importância como indivíduo, seja ele quem for”.

Em suas palavras, Dalva é “herdeira de uma paixão”, já que seu pai foi um grande peão. Cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, ela também é jurada de equinos e muares de Marcha. Além de treinadora e apresentadora, ela também ministra aulas particulares e workshops e mantém ainda uma pequena criação de cavalos Mangalarga e de muares.

Em sua visão, portanto, “não existe sucesso, se não amar e respeitar em primeiro lugar. Entre tantas opções de vida, não tem como deixar de viver intensamente algo que está intrínseco em você. Cavalo sempre foi e continuará sendo um verdadeiro espetáculo em minha vida.”

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José, Lucas e Aude

Aude – CT Le Domain – Bragança Paulista/SP

Aude Beurdouche Machado é natural de Le Mans na França e atualmente reside em Bragança Paulista/SP, proprietária do CT Le Domaine, centro especializado em Enduro Equestre. Já estava no Brasil com o filho Lucas nasceu. Trabalhando com cavalos – Árabe e ‘derivados’ e Crioulo – profissionalmente há 15 anos, ela conta que deixou de montar quando engravidou, mas continuou na gestão das atividades do CT. 

Além disso, durante a gravidez, Aude participava ativamente também da organização das provas de Enduro Equestre no Estado de São Paulo, até bem próximo ao nascimento do Lucas. Ela conta que teve uma gravidez muito tranquila, permitindo manter algumas atividades e ficar perto dos cavalos enquanto aguardava a chegada do bebê.

Na gestão das atividades do CT, contou com o apoio e ajuda do marido, José Antônio Machado, que também é profissional do cavalo e seu sócio. Além disso, contrataram mais um funcionário a fim de auxiliar, principalmente nos treinos dos cavalos.

“Apesar de todo o apoio e ajuda, o momento coincidiu com um período de dificuldade no negócio. Estávamos há apenas 2 anos por conta própria e o mercado passava por um período de escassez. Alguns clientes deixaram o esporte e nossos serviços e estávamos em busca de novos negócios para continuar a crescer. Porém, o comércio de cavalos e um prêmio muito importante que meu marido ganhou nos permitiu avançar”, relembra.

Aude conta que desde a descoberta da gravidez e o nascimento ficou  1 ano sem montar e treinar. “No início pude perceber que o corpo havia perdido a destreza. Levei dois tombos e ainda tive que segurar um cavalo disparado. Mas foi isso que me motivou a me superar e me aperfeiçoar ainda mais”. Novos aprendizados, com toda a certeza, não apenas como atleta, mas também na nova rotina que vinha pela frente.

“Com o nascimento do Lucas eu tinha a ideia que conseguiria equilibrar melhor minha rotina, entre o lado pessoal e profissional, mas logo percebi que foi uma falsa ilusão. Quando voltei aos treinos e competições percebi que sozinha não seria possível alcançar tal equilíbrio. Tive muita sorte de ter minha mãe ao meu lado nesse momento. Ela veio comigo para o Brasil e teve um papel muito importante no cuidado do Lucas. Estavam sempre nas provas e nos treinos e ela cuidava dele com o mesmo carinho que eu!”

Ser mãe a transformou, especialmente no sentimento da competidora. Aude atesta que mudou a forma como encara os momentos desde então. “Nos momentos de maior pressão nas provas a gana por ganhar foi reduzida, dando mais espaço à análise dos riscos envolvidos. O pensamento de que havia uma pessoa que dependeria de mim por diversas ganhava força”, reforça ela.

Por consequência, algo que pode acontecer com todas as mamães do cavalo aconteceu com Aude. “O engraçado disso foi que o cuidado com os cavalos também aumentou. Me tornei uma treinadora mais consciente dos efeitos do treinamento no físico e psicológico dos cavalos, o que me conduziu a também me preocupar mais com seu bem estar. Logo, minha vocação para treinar cavalos ganhou maior espaço, em detrimento da vocação para competição.”

Na semana do Dia das Mães conversamos com algumas mamães do cavalo que contaram um pouco da história delas com os filhos recém-nascidos
Com Laura e Otávio

Ana Flávia – CT Vinicius Moraes – Jaguariúna/SP

Ana Flavia Duarte Belumat pratica equitação desde muito jovem. Seus primeiros registros em cima de um cavalo são com ela aos 3 anos de idade. No começo, participou  de cavalgadas e concursos de marcha ao lado de animais da raça Mangalarga Marchador. Posteriormente, vieram os cavalos Quarto de Milha e as competições de Três Tambores.

Ou seja, uma vida toda com a intensa rotina de treinos e provas. Quando descobriu que estava gravida, Flavinha optou então por suspender qualquer atividade envolvendo montaria em cavalos. “A minha ideia inicial era voltar aos treinos logo após o nascimento do Otávio, porém veio a fase de amamentação. E, como eu gosto de ser mais presente, achei por bem acompanhá-lo mais de perto e adiar meu retorno ao esporte”.

Passados alguns meses, ela voltou aos treinos, embora com pouca frequência. Chegou até a participar de algumas provas. O filho já tinha 1 ano, mais independente, e ela se preparou para retornar à antiga rotina quando foi surpreendida de modo muito feliz com a segunda gravidez. “Os planos foram revistos e voltei a mesma rotina adotada anteriormente”.

Hoje a Laura já tem 1 ano e 10 meses e o Otávio 3 anos e 8 meses. “E eu me dedico exclusivamente a eles. Minha rotina com eles inclui idas frequentes ao haras, apresentando os cavalos, os tambores, montando junto com eles e incentivando pra que eles também gostem e participem deste esporte que é uma paixão para mim”.

Flavinha aguarda agora, a normalização das aulas das crianças, suspensas no modo presencial por conta da pandemia da Covid-19. Quem está acostumado a vê-las nas pistas, com certeza tem saudade, mas ela avisa: pretende voltar. “Pretendo voltar a me dedicar aos treinos preparativos visando o retorno às competições.”

Joana e Anita

Joana – Cabanha A Tala – Dom Pedrito/RS

Competidora da modalidade Rédeas há 17 anos, Joana Giudice Azevedo, 31 anos, conta que engravidou ‘no susto’. “Não sabia que já estava grávida da Anita e só descobri depois que corri uma prova de Rédeas e uma de Paleteada (risos)”.

Assim, quando a gravidez se confirmou Joana decidiu parar de montar. “Acabei enviando os meus cavalos para que os treinadores corressem neles todo o resto do ano hípico. Minha ideia era voltar a treinar, assim que eu tivesse minha filha e assim foi”, lembra.

Nesse processo, inclusive, Joana começou a domar um cavalo. Do mesmo modo que preparou tudo para voltar às pistas. “Quando a Anita completou 5 meses, voltei a montar e comecei a doma de um cavalo. Logo depois, quando ela já estava com 9 meses, corri a primeira prova, bem em meio a pandemia. Juntas fomos campeãs Nacionais Amador de Rédeas em 2020. Digo juntas, porque ela esteve 100% do tempo comigo”.

Joana lembra que a preparação foi intensa para que tudo desse certo nesse novo modelo de rotina ao lado da filhota. “Organizava as mamadas antes de treinar e o tempo de treino pensando, antes de tudo, no conforto da Anita. Foi uma experiência incrível, que Graças a Deus, acabou da melhor maneira possível!”

A partir de então, Anita é presença constante com a mamãe ao lado dos cavalos, seja nos momento de lazer ou provas. “Ela está em tudo comigo. Tenho uma babá, que nos ajuda e faz com que ela esteja presente em todas as minhas rotinas de treino. Lavamos, inclusive, o cavalo juntas, após os treinos! Ela ama! Me sinto completa hoje. E o fato de eu saber que terei uma companheira ao meu lado, faz tudo isso ser ainda mais maravilhoso.”

Por Luciana Omena
Colaboração: Ana Olivera
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Depositphotos

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