Internacional

Casey Deary foi o nome do 2017 NRHA Open Derby

Publicado

⠀em

Brasileiros foram para a final em todos os níveis e mais uma vez deixaram a marca do nosso talento em um evento de grande porte nos Estados Unidos

O NRHA Million Dollar Rider Casey Deary entrou na arena principal em Oklahoma na ordem de entrada 25 de 31 finalistas na segunda seção da final do 2017 NRHA Open Derby finals. O NRHA Two Million Dollar Rider Jordan Larson tinha acabado de marcar 227,5 e essa era a nota a ser batida no nível 4, no sábado, dia 1°.

Casey Deary. Foto: Adilson Silva/Foto Perigo

Os dois apresentavam dois campeões do NRHA Open Futurity: Deary com Shesouttayourleague (campeã em 2015) e Larson com ARC Gunnabeabigstar (ganhador em 2014). Shesouttayourleague, uma égua de 5 anos de idade (Walla Walla Whiz x Famer Wimpys Little Chic) entrou na arena e deu seu máximo ao seu treinador, de Weatherford, Texas. Parece que ela sabia que tinha que bater uma nota alta e deu tudo o que tinha. Ao final, ninguém na arena pode conter a euforia: um 229 apareceu na placa de pontuação. O título era deles!

“Para mim, isso não é nada menos que um milagre. No NRBC, ela meu deu alguns problemas. Então, para ela chegar tão longe como hoje – e eu dou crédito ao meu amigo Jordan Larson, por me ajudar no Redbud Spectacular – fizemos um trabalho intenso dia e noite. Não estava ansioso para bater a nota do Larson, porque seu desempenho foi fantástico. Estava sentado lá torcendo por ele, enquanto esperava pela minha vez, e quando ela chegou entrei por aqueles portões dizendo para minha égua – “apenas seja tão boa quanto você pode ser e me dê o que você tem” – e ela fez exatamente isso. Não posso ser mais agradecido por esse título essa noite!”, disse Deary logo após a premiação.

O valor recebido pela vitória foi de US$ 60.000,00. Larson e ARC Gunnabeabigstar, um garanhão de 6 anos de idade, ficaram com o segundo lugar e o prêmio de US$ 43.918,00. Foram 200 conjuntos na classificatória e vencer é sempre uma alegria, mesmo para eles, tão acostumados a essas emoções. Essas duas notas – 229 e 227,4 -, aliás, foram as duas maiores de todo o evento.

Casey Deary e Shesouttayourleague. Foto: NRHA

De 24 de junho a 2 de julho foi realizado o NRHA Derby, em Oklahoma City, OK, com os melhores cavaleiros do mundo em ação. Como sempre, diversas provas foram disputadas na recheada programação nesse evento tradicional no calendário da Rédeas mundial. O Brasil esteve muito bem representado, marcando o talento dos nossos cavaleiros.

Um grande desempenho entre os brasileiros foi o do tarimbado Thiago Boechat, do Xtra Quarter Horses. Ele está há tantos anos nos Estados Unidos, mas não deixa de levantar a bandeira do Brasil nos eventos que participa. Após uma boa passada na classificatória, acabou a prova empatado em primeiro lugar no nível 3 NRHA Open Derby. Sua montaria nessa empreitada foi o também tarimbado Ruf Lil Magnum (Magnum Chic Dream x Dunit A Lil Ruf). Dany Tremblay, com Magnums Guns R Reddy também marcou 223 na final e ambos ganharam, US$19.564,76 em prêmios pela vitória.

Thiago Boechat e Ruf Lil Magnum.
Foto: Xtra Quarter Horses

“Não faz muito tempo que estou montando esse cavalo. Ele veio para mim após o NRBC em abril. Antes de mim, Jordan Larson e Brian Bell fizeram ótimo trabalho com ele nas pistas e eu tinha essa responsabilidade. Tive a sorte de mostra-lo bem aqui no Derby e acredito muito no potencial dele e no grande cavalo que ele é. Tem ótimas manobras e eu não poderia pedir nada melhor”, disse o treinador principal do Xtra Quarter Horses, o brasileiro Boechat.

Quem teve uma torcida grande dos brasileiros foi o conjunto João Felipe Lacerda e Gunner Dun It Again (do Tripol Ranch). Por mais uma vez, representaram o Brasil de forma brilhante. Não é para qualquer um pegar um avião e ir competir em meio a todas aquelas feras e ídolos e fazer sua terceira final consecutiva em um grande evento da NRHA. Sem contar nos feitos do NRBC nos últimos anos. Na final, um erro de percurso tirou a chance de uma melhor classificação.

Torcida também para Franco Bertolani. Com duas máquinas – Inferno 66 e Dun It For Whizkey -, ele também mostrou que para estar entre os ponteiros é preciso trabalho diário. Mais uma final para ele e seus cavalos, só que sem uma boa pontuação. “Os cavalos estam muito bem, mas eu arrisquei. Fui para o tudo ou nada e tivemos penalidades que baixaram as notas. Com o Inferno perdemos na redução de velocidade, e com o Whizkey, no Rollback”, contou Franco. Com Inferno ele terminou na 19ª colocação N4 – nota 218,5 – mesma nota de Boechat com Xtra Voodoo Doc (8° N3).

E olha só quem mais esteve na final: Eduardo Salgado! Com The Best Gunner marcou 215,5 terminando a competição em 18° lugar N3. Lorinaldo Gomes entrou para este seleto time de finalistas com Gunners High Roller. Ao marcar 213,5 voltou para casa com o 9° lugar N1, 15° lugar N2 e 24° lugar N3. Mais um cavaleiro que representou as cores da nossa bandeira foi Gabriel Borges, com Nite Bizness, fizeram a final no N1 e marcaram 204, terminando em 23° lugar. Fernando Salgado e Pedro Baião não entraram na zona de classificação.

Pela Non Pro quem voltou a vencer foi Mandy McCutcheon. A final aconteceu na sexta, dia 30 de junho, entre 31 finalistas no N4. Montando Hollywood Starburst , a única Non Pro NRHA Two Million Dollar Rider fez a Jim Norick Arena ir abaixo. Após um 221,5 de um dos favoritos Dr. Bill Rhoads e Mega Maggie Mae (campeões do ano passado), a competidora NRHA Hall of Fame entrou com essa filha de Hollywood Dun It fechando sua passada com um 224 e garantindo o título.

“Nossa corrida esta noite foi bem desde o início e eu não poderia ter pedido que ela fosse melhor. Meu marido [Tom McCutcheon] a montou quando ainda era um bebê de 3 anos, e meu pai [NRHA Hall of Famer e Three Million Dollar Rider Tim McQuay], a montou um pouco nesta primavera. Debbie Brown – que treina para nós – realmente colocou todo seu esforço e carinho nos treinos nos últimos dois meses, o que foi decisivo para essa vitória. Eu tive uma corrida muito boa nela em Tulsa, mas não tão boa no NRBC, mas juntamos nossas cabeças para descobrir o que faltava e funcionou”, comentou Mandy.

Resultados completos e outras informações: www.nrhaderby.com.

Por Luciana Omena

Internacional

Kaique Pacheco vence etapa da PBR em Arcadia

Após protesto dos competidores, entidade mudou o formato da competição a partir dessa segunda etapa

Publicado

⠀em

Final de semana com outra vitória brasileira no campeonato mundial da PBR. Kaique Pacheco, campeão mundial de 2018, venceu a etapa da Arcadia, Flórida. A entidade realiza um começo de temporada inusitado, em arenas abertas, por conta da pandemia do novo coronavírus. Portanto, esses primeiros dois meses de 2021 a PBR chama de Unleash The Beast: American Roots Edition.

Diferente do anunciado, a competição dos dias 23 e 24 de janeiro na Mosaic Arena mudou de formato. O campeão geral da etapa foi o atleta que teve a maior pontuação agregada. Ou seja, maior soma das notas obtidas nas montarias. Em contraste com o que aconteceu na primeira etapa de Ocala, em que o campeão geral foi o que somou mais pontos de bônus adicionados ao ranking mundial.

O Departamento de Competição da PBR discutiu o assunto com os 30 melhores atletas do ranking ao lado do Comitê de Competição. Informações de bastidores, entretanto, dão conta de que os competidores fizeram um protesto no sábado (23). A greve iniciada pelos bullriders norte-americanos levou à tomada de decisão por parte da PBR.

Aliás, a entidade teve que contornar a crise por conta do contrato de transmissão com a TV. Encerrada a primeira rodada, os competidores avisaram que não iriam mais montar. Em resumo, depois de muita conversa, a PBR convenceu 12 a voltarem para arena, mas esse short go não contou pontos. A etapa foi decidida com a soma das notas da primeira rodada no sábado e as duas rodadas do domingo (24).

Kaique Pacheco vence etapa da PBR em Arcadia que teve protesto dos competidores; entidade mudou o formato da competição a partir dessa etapa
Kaique x Marquis Metal

Kaique Pacheco tem vitória importante

O brasileiro Kaique Pacheco foi o competidor que somou a maior pontuação agregada em Arcadia. Com toda a polêmica, a PBR considerou as notas da primeira rodada, da segunda e do short go de sábado. Com três montarias válidas em três tentativas, o único com 100% de aproveitamento, ele somou 262 pontos. Sua primeira parada foi em Skeeter Peter, 88 pontos.

No dia seguinte, parou em Rocket Man para 84,25 pontos. Por fim, selou o título com 89,75 pontos em Marquis Metal Works Bill The Butcher. Arcadia marcou a 15ª vitória de Kaique Pacheco em etapas da primeira divisão da PBR. Ele somou no final de semana US$ 30.200,72 e 116 pontos para o ranking mundial. E agora é terceiro melhor na classificação geral.

O segundo melhor brasileiro da etapa foi Marco Eguche, terceiro lugar na soma geral de notas. Em quarto lugar, Junior Patrik de Souza, afirmando a liderança do ranking mundial. Pontuaram ainda Dener Barbosa (7°), Alex Cerqueira (12°), Claudio Montanha Jr (13°) e Mauricio Moreira (14°). Com essa classificação, Maurício assegura a segunda colocação no ranking geral. 

Nesse mesmo final de semana teve etapa da segunda divisão, a Pendleton Whisky Velocity Tour. Vitória do novato brasileiro Marcelo Procópio Pereira. Somou 173,50 pontos por duas montarias válidas em três. De bônus, ganhou 40 pontos e agora chega em segundo lugar no ranking da VT.

Kaique Pacheco vence etapa da PBR em Arcadia que teve protesto dos competidores; entidade mudou o formato da competição a partir dessa etapa
Marcelo Pereira – Foto: André Silva

Como ficará daqui em diante

O formato implementado, de cada dia ser uma competição diferente, com o público vendo um campeão por noite, era o desejo da PBR. Foi assim em Ocala. Nesse formato anunciado antes da primeira etapa, a soma de notas nas montarias servia para definir os bônus de pontos adicionados ao ranking. E era a soma desse bônus que definia o campeão geral.

Mas, depois da conversa com os atletas, a PBR voltou ao formato antigo. Uma etapa de dois dias, por exemplo, todos montam no primeiro e segundo dias. Então, há a rodada decisiva entre os 12 melhores. O campeão da etapa será o que tiver maior soma de notas. Ele ganhará bônus em dinheiro pela vitória e uma fivela. 

Uma mudança que permanece é a quantidade de competidores habilitados: 30. Os 30 melhores do ranking geral montam na divisão principal, ao contrário de 35 em anos anteriores.

A próxima etapa será dias 30 e 31 de janeiro, em Okeechobee, Flórida.

Por Luciana Omena
Fonte: PBR
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

Veja mais notícias da editoria Internacional no portal Cavalus

Continue lendo

Internacional

Terry Riddle dedica mais de 40 anos da sua vida à Apartação

Cavaleiro NCHA Hall of Fame, criador, dirigente faleceu recentemente deixando um legado importante para a indústria

Publicado

⠀em

Quando a notícia do falecimento de Terry Riddle chegou, toda a indústria mundial do cavalo sentiu. Sem dúvida, a perda de uma pessoa considerada um de seus grandes cavaleiros da Apartação, especialmente. Aos 74 anos, ele morava em Foster, Oklahoma, de onde seguia uma vida de mais de 40 anos dedicados a sua paixão.

Terry Riddle foi um dos pilares do mundo da Apartação. Não só como cavaleiro – Members Hall of Fame (2008) e NCHA Riders Hall of Fame (1989) – mas também como criador. Nesse meio tempo, ganhou US$ 2 milhões em prêmios e foi diretor da NCHA participando do comitê executivo e da vice-presidência (1996-97). Do mesmo modo que integrou o comitê de diversas associações – gado, eventos de idade limitada e leilões.

Criado em um rancho no norte do Texas, começou a domar cavalos para seu pai ainda jovem. Enquanto frequentava a faculdade, decidiu tornar-se treinador de cavalos. Rodeio e laço eram sua paixão nessa época. Contudo, a chance de ganhar bastante dinheiro com as premiações o atraiu para a Apartação.

Sua carreira nesse esporte começou quando ele formou conjunto com Lenaette. A égua era filha de Doc O’Lena e uma das grandes matrizes da história. Terry Riddle montou muitos dos grandes cavalos e garanhões da Apartação. Freckles Playboy, por exemplo; Young Gun e Freckles Merada, irmãos próprios, filhos de Freckles Playboy e Lenaette, que ele mesmo criou; assim como Docs Stylish Oak, Lizzies Gotta Player e Hes A Peptospoonful, para citar alguns.

Cavaleiro NCHA Hall of Fame, criador, dirigente, Terry Riddle faleceu recentemente deixando um legado importante para a indústria

Terry Riddle nas pistas

Seu primeiro sucesso foi Lenaette. Shorty Freeman, vencedor do NCHA Futurity de 1970 em Doc O’Lena e sogro de Riddle, apresentou a égua no NCHA Futurity de 1975. Foram campeões e Terry já era o proprietário dela em sociedade com Joe Ayres. Havia treinado a campeã até abril daquele ano. Lenaette, aliás, gerou filhos e filhas que ganharam mais de meio milhão de dólares nas provas.

No ano seguinte, Riddle apresentou Freckles Playboy encerrando o NCHA Futurity 1976 como co-reservado campeão. Dividiu o segundo lugar com seu cunhado, Bill Freeman. Ademais, foi o cruzamento entre Freckles Playboy e Lenaette que marcou o legado do treinador. Com Docs Stylish Oak e as filhas de Freckles Playboy, aprimorou ainda mais o pedigree dos cavalos de Apartação.

Com Shesa Playmate, Riddle ganhou logo em seguida o NCHA Derby 1982. Linhagens presentes em muitos dos melhores cavalos da atualidade. Por falar em linhagem, Terry Riddle influenciou a carreira do irmão, Bill Riddle. Por volta de 1977, com seu novo negócio em alta, ele ligou e pediu que o irmão se unisse a ele, largando o laço e os rodeios. Deu certo! Os dois são duas das lendas do cavalo e da Apartação para sempre.

Fonte: NCHA
Na foto de chamada com o lendário Freckles Playboy/crédito: Don Shugart

 Veja histórias de outros Legends no portal Cavalus

Continue lendo

Internacional

Salto, Laço e Tambor: brasileiros no pódio em provas internacionais

O Winter Equestrian Festival acontece na Flórida sempre com presença de brasileiros; veja também boa classificação de Marcos Alan na PRCA; Keyla Polizelo e um cavalo de brasileiro nos Três Tambores

Publicado

⠀em

Entre os brasileiros no pódio em provas internacionais, teve um no top 3 da edição 2021 do Winter Equestrian Festival, que abriu calendário no dia 6 de janeiro. Competidores de todo o mundo, mesmo com algumas restrições de translado, estão no famoso Palm Beach International Equestrian Center, em Wellington, Flórida.

Sem dúvida, um retorno bem-vindo ao maior e mais antigo circuito de Salto mundo. Vale lembrar que as duas últimas semanas do evento ano passado foram canceladas por conta do início da pandemia. O WEF 2021, portanto, terá duração de 13 semanas, seguindo até 4 de abril.

E como de praxe, os brasileiros do Salto já começaram bem a competição. Só para exemplificar, a participação brasileira costuma ser forte. Esse ano não deve ser diferente, embora com participações pontuais. Já que cavaleiros e amazonas que estão no Brasil têm restrições de viagem impostas pela pandemia.

Assim sendo, o primeiro resultado positivo chegou já nessa segunda semana de competições. Na quinta-feira, 14, Cassio Rivetti (foto) fez terceiro lugar com Genesis. O top brasileiro garantiu o prêmio no Internacional 3* WEF Challenge Round 1, a 1.45m, ao zerar os dois percursos e marcar 43s156 no desempate.

Dos 70 conjuntos, 17 zeraram a primeira volta. Somente três voltaram a zerar na principal disputa de Salto do dia. Na mesma prova, oitavo lugar para Rodrigo Pessoa e Calle, 4 p.p. na segunda volta. No sábado, 16, Eduardo Menezes emplacou um nono lugar com H5 Quintol. Quatro pontos perdidos na primeira volta durante o Wellington Regional Medical Center Grand Prix CSI3*.

Resultados completos, clique aqui.

Winter Equestrian Festival no Salto; PRCA no Laço; Fort Worth e Arizona no Tambor; confira a atuação dos brasileiros nesse final de semana
Marcos Alan – Foto: Cedida

PRCA

Passando para o campeonato mundial de rodeio completo, um laçador entra nesse time dos brasileiros no pódio do final de semana. Aliás, um rodeio que sempre ‘deu sorte’ ao brasileiro Marcos Alan Costa terminou no último dia 16 de janeiro. Sandhills Stock Show & Rodeo, em Odessa, Texas.

Marquinhos fez sua laçada no meio da semana e somente depois das performances de todas as turmas pode comemorar o sétimo lugar. No Tie-Down Roping, seu tempo foi 7s9, empatado com Shane Hanchey.

Antes de mais nada, o ranking mundial da PRCA é medido por dinheiro ganho nas etapas. Com alguns dos maiores rodeios cancelados ou adiados agora no começo de ano, todos os competidores adequaram suas estratégias. No momento, Marquinhos é o 20° colocado no Tie-Down Roping com US$ 3.674,71.

Outro brasileiro somou dólares nesse rodeio. Na Montaria em Touros Alex Cardozo foi oitavo colocado ao marcar 81 pontos. A saber, ele disputa simultaneamente os circuitos da PRCA e da PBR.

Outras informações, clique aqui.

Três Tambores

Mais brasileiros no pódio, agora na prova de Três Tambores. Mais um fim de semana de rodeio em Fort Worth, Texas para a brasileira Keyla Polizelo. O Cowtown Coliseum, no coração do Stockyards, realiza um rodeio por final de semana e ela ficou em terceiro lugar no dia 16 de janeiro.

No Arizona, durante o Greg Olson Futurity & 5D Derby, teve cavalo de brasileiro ganhando dólares. Mended Heart, de propriedade do criatório B2B Ranch, ficou em segundo lugar no 2D da categoria Derby, sob condução de Lacey Harmon. O conjunto marcou 17s077. Assista a passada clicando aqui.

Nesse mesmo evento em Buckeye, Arizona, vale destacar a vitória de Kassie Mowry e Sand In My Socks no Slot Race. Com toda a certeza, um conjunto que os amantes do Tambor devem prestar atenção ao longo do ano.

Por Luciana Omena
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Arquivo Pessoal

Veja mais notícias da editoria Internacional no portal Cavalus

Continue lendo
X
X