Vindo de uma família de campeões, o cowboy de 25 anos ganhou ânimo depois de uma temporada não tão especial como ele gostaria
Riley em ação em Waco. Foto: James Phifer

Riley só é sobrinho de ninguém menos que Roy Duvall, tricampeão mundial (1967, 1969, 1972) de Steer Wrestler (Bulldog) e 24 vezes classificado para a National Finals Rodeo, e Spud Duvall, duas vezes qualificado para NFR (2001, 2004), duas lendas do rodeio mundial; primo de Tom Duvall, também duas vezes finalista da PRCA (1996, 1997). O sobrenome forte não deixa dúvidas da sua capacidade e carreira longa no rodeio. Ganhador de US$ 317.986,00, depois de classificar para sua primeira final mundial ano passado, ele não teve um 2017 como imaginou.

Natural de Checotah, Okla., entrou para a Professional Rodeo Cowboy Association em 2011. Só em 2016 conseguiu estar entre os 15 melhores do Bulldog durante a NFR, terminando o mundial em oitavo lugar. Quando chegou 30 de setembro de 2017, ele se encontrava em 31° do ranking mundial, ficando de fora da final. “Foi um ano estranho, não fiz o que deveria”, conta Riley, que não se abateu e foi com tudo para grande final circuito do Texas, o All American Series, que aconteceu de 7 a 14 de outubro, em Waco. “Depois de não ter feito um bom ano, queria ter um bom mês de outubro. Este é o melhor inverno que já tive e está apenas começando”.

Após três rounds e uma semifinal, realizada em sistema eliminatório, ele cravou 4s6 na final. O último a entrar na arena era Curtis Cassidy. Os dois duelaram nessa final, já que superaram os adversários e foram os melhores na semi. “Se eu ficasse com o segundo lugar, também estaria feliz, mas para minha surpresa o tempo de Curtis foi 5s8 e eu consegui voltar para casa vencedor”. Com essa vitória, ele chega ao bicampeonato, já que levou a fivela de campeão também em 2011. Seu companheiro de prova foi Scooter, ‘Cavalo de Ano’ de Bulldog pela American Quarter Horse Association/PRCA. De propriedade de Tyler Pearson e Kyle Irwin, o animal está indo aos rodeios com Riley desde setembro.

As premiações da All American ProRodeo Finals e da RAM National Circuit Finals Rodeo já contam para o ranking mundial de 2018 e a meta de Riley é se manter entre os dez primeiros para garantir sua ida a NFR do ano que vem.

Por Luciana Omena
Fonte: ProRodeo

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