Ele é atualmente o sétimo do ranking mundial de Laço Pé

O laçador de Throckmorton, Texas, Wesley Thorp chegou às National Finals Rodeo da PRCA por dois anos consecutivos. Em 2016 ele laçou com Zac Small e em 2017 com Cody Snow. No momento, ele soma US$ $26.133,36 e é o sétimo do ranking mundial de Laço Pé (Team Roping Heeling). Sua meta é, novamente, conquistar uma das vagas para a NFR e poder disputar o título mundial. Ele encerrou a temporada passada ficando com o 14° lugar e pouco mais de 110 mil em ganhos.

Ele lembra que nessa mesma época do ano passado já estava no top 10 do ranking o que é bastante promissor. “Fomos a menos rodeio esse ano, então sinto que estamos um pouco a frente. Com menos rodeios mas ainda sim em uma boa classificação”, contou o competidor ao Team Roping Journal.

Ele mantém a parceria com Cody Snow, de Los Olivos, Califórnia. A sintonia deles é algo que anima Thorp, já que é algo essencial para ser dar bem no Laço em Dupla. “Eu acho que a coisa mais importante é que nós somos muito honestos com nossa capacidade técnica e sobre onde estamos em geral sobre tudo. Somos bons amigos para podermos falar sobre isso facilmente. Sinto que fizemos muito progresso se consideramos nosso início, tanto como equipe e como em nossas apresentações. Não fizemos nada além de melhorar”. Thorn também laça com Clay Tryan, da Califórnia.

À medida que a temporada se desenrola, os objetivos de Thorn são de melhorar o seu nível competitivo. Muito treino e a participação em rodeios e jackpots são importantes. E ele procurar deixar os cavalos afinados para cada tipo de prova. São dois seus companheiros atualmente, um rosilho que o acompanha há dois anos e um alazão que ele adquiriu em fevereiro, mas que já considera um dos melhores que montou. Um terceiro animal, um palomino, ainda está em fase de preparação, e ele vai começar a leva-lo nas provas nos próximos dias.

Além do treinamento dos cavalos, é preciso trabalhar sua própria resistência mental. “A cada três ou quatro meses eu paro para refletir sobre tudo que tenho feito e como está meu desempenho. Então sempre faço isso algumas vezes por ano, em momentos diferentes da temporada. Tento descobrir quanto progresso fiz e como meus cavalos estão se comportando. Mesmo se acabo não entrando nas finais ou ficando sem pontuar, analiso tudo e tento me concentrar em trabalhar o que preciso melhorar, achar o lado positivo. Se estou sempre fazendo progresso, estou satisfeito.”

Por Luciana Omena
Fonte: Kaitlin Gustave/Team Roping Journal

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