Hipismo

Brasil completa certificados do Concurso Completo para Toquio 2020

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Brasil completa certificados do Concurso Completo para Toquio 2020

Jovem talento Rafael Losano completou a rodada de índices técnicos (NOC Certificate of Capability) mantendo a vaga do país rumo às Olimpíadas

O Time Brasil do Concurso Completo de Equitação completou os certificados de índice técnico mantendo a vaga para as Olimpíadas de Toquio 2020. A modalidade, que reúne adestramento, cross country e salto, portanto, está garantida em definitivo para os próximos Jogos Olímpicos no Hipismo.

Logo após a conquista da medalha de prata nos Jogos Pan-americanos Lima 2019, conforme a regra, para manter a vaga olímpica o país precisava de três conjuntos com índice técnico até 31 de dezembro.

São os chamados NOC Certificate of Capability que precisam ser marcados em um evento Internacional cinco estrelas (5*) ou dois em Internacional quatro estrelas (4*) longo e curto.

O cavaleiro olímpico Marcio Jorge com Coronel abriu o processo de qualificação olímpica com seu resultado nos Jogos Equestres Mundiais 2018, evento 5*. Também olímpico, Marcelo Tosi com Genfly garantiu índice no Internacional 5* Kentucky em 2019.

Por último, o jovem talento Rafael Losano com Fuiloda G computou o primeiro índice na Itália há duas semanas em um Internacional 4* formato Curto. E neste domingo, 17, no Internacional 4* formato Longo em Pratoni del Vivaro, na região de Roma.

Tentativas

O Time Brasil de CCE para Toquio 2020 ainda pode aumentar. O cavaleiro olímpico Carlos Parro, o Cacá, integrante da equipe medalha de prata e bronze individual em Lima, também já tem um índice em um 4* longo após sua conquista no Pan.

De volta à sela após uma lesão no quadril, Cacá bateu na trave em Pratoni del Vivaro, uma vez que infelizmente após percurso limpo no cross seu cavalo Calcourt Landline apresentou uma lesão, provavelmente em decorrência de um tropeço.

Nilson Moreira da Silva com Rock Phantom também buscou seu segundo índice esse final de semana no Internacional 4* em Ocala, Estados Unidos. Com boas atuações no adestramento e percurso limpo no cross, Nilson ficou de fora da decisiva prova de salto também por um problema veterinário de sua montaria Rock Phantom.

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Em resumo, as chances agora passam para o ano que vem. Até 1° de junho, os candidatos a vaga no Time Brasil de CCE em Toquio precisam ter índices em um 5* ou dois em 4* curto e longo.

Regras

Contudo, as equipes de Hipismo nas Olimpíadas passaram a ter três integrantes cada e um reserva – antes eram quatro titulares e um reserva. Na competição em todas as modalidades não existirá mais a possibilidade do descarte de um dos resultados.

Ademir Oliveira, técnico, e Julie Purgly, chefe de equipe, estiveram frente a bem sucedida campanha do CCE em Lima 2019. Ao lado, sem dúvida, dos cavaleiros, equipes, patrocinadores e comissão da CBH, liderada por Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da CBH.

Bittencourt se encontra em Moscou para Assembleia Geral da Fderação Equestre Internacional. No final do mês participa da reunião de planejamento do Comitê Olímpico Brasileiro em que são estabelecidas todas as ações das modalidades olímpicas.

No Salto, em que o país vem de ouro no Pan Lima 2019. Sobretudo, mais de 20 atletas tem índices olímpicos (NOC Certificate of Capability) confirmando a vaga do país em Toquio 2020.

Já no Adestramento, bronze no último Pan, os atletas ainda estão em busca de parte dos índices até 31 de dezembro desse ano. As equipes olímpicas serão formadas com base em resultados do primeiro semestre de 2020.

Colaboração: Assessoria de Imprensa CBH
Na foto de chamada: Rafael Losano com Fuiloda G em ação no Pan Lima 2019. Crédito: Luis Ruas – Hipismo Brasil

Hipismo

Time Brasil segue fazendo história no ECCO FEI – World Championships

João Victor Marcari Oliva conquistou um feito inédito, Rodolpho Riskalla levou bronze no Adestramento Paraequestre e o time está classificado para a decisão por equipes

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O ECCO FEI – World Championships, prova que substitui os Jogos Equestres Mundiais (WEG) está movimentando o universo do Hipismo nessa semana. A prova, que ocorre na Dinamarca, na arena Herning até domingo (14), está sendo histórica para o time Brasil.

Já na segunda-feira (8), depois de se classificar na 26ª posição para a segunda fase do primeiro Grand Prix Special, (feito inédito para um atleta do país), o cavaleiro João Victor Marcari Oliva montando o lusitano Escorial Horsecampline, atingiu a média final de 73,313%, mais um recorde de aproveitamento conquistado em dois dias.

“Estou muito feliz. Meu cavalo está mostrando o melhor dele e eu também estou dando meu máximo. Trabalhamos para isso e agora estamos colhendo o fruto do nosso trabalho”, comemorou o atleta.

O GP Special contou com a participação dos 30 melhores conjuntos do Grand Prix, quando 93 duplas de 34 países competiram dias 6 e 7. Valendo medalha e vaga para a final individual para os 15 melhores resultados, o GP Special foi representado por amazonas e cavaleiros de 14 países.

João Victor foi o único atleta da América Latina e finalizou a prova no 21º lugar. “Não fomos para a final, mas estamos indo embora com muita alegria porque viemos e cumprimos nosso objetivo. Estou muito feliz com o meu cavalo, minha equipe e o resultado.

Adestramento Paraequestre no Mundial

E no Adestramento Paraequestre deu Brasil no pódio na quarta-feira (10). Rodolpho Riskalla montando Don Henrico conquistou a medalha de bronze na prova técnica.

O cavaleiro de 37 anos fez uma apresentação muito elogiada, no BB Horse Arena terminando sua performance com a nota média geral de 74,925%.

“Estamos super felizes, estava difícil, pois tinha bastante cavalo bom e eram 20 conjuntos, com diversos concorrentes novos. Estou muito contente, pois é o último concurso do meu cavalo que agora está com 19 anos e fez tanto por mim. Já vamos sair daqui com uma medalha e agora é ficar entre os 8 na prova por equipe do meu grau (IV) para classificar para o Freestyle se der tudo certo”, destacou Riskalla.

E as conquistas do cavaleiro não pararam por aí. Nesta sexta-feira (12), ele conquistou sua vaga para o Freestyle, valendo medalha individual, na grande final no domingo (14). O cavaleiro e Don Henrico registraram com 75,195% de aproveitamento na prova por equipes (Grau IV), conquistando o quarto posto entre os oito finalistas, competindo com 18 conjuntos.

A disputa será a última competição do craque Don Henrico, hannoverano de 19 anos, de propriedade da ex-amazona olímpica alemã Liselotte Lisenhof, que agora vai gozar de merecida aposentadoria.

Resultados no Salto do ECCO FEI – World Championships

Já na quinta-feira (10) foi a vez da modalidade de Salto realizar a sua estreia no Campeonato Mundial, no Estádio Stutteri Ask, em Herning, na Dinamarca.

Três conjuntos nacionais fizeram percurso limpo na prova de caça, a 1.55m (em que a cada falta são acrescidos quatro segundos ao tempo final), na seguinte ordem de largada: Marlon Zanotelli com Like a Diamond van Het Schaeck, em 84s27; Yuri Mansur e QH Alfons Santo Antonio, 86s38; e Pedro Veniss montando Nimrod de Muze Z, 85s15, computando respectivamente, 2,60, 3,04 e 3,66 pontos.

Todos ficaram a menos de uma falta do vencedor Julien Epalilard com Carcacole de Roque, 75s08, integrante da equipe da França, vice-líder.

Já Bernardo Alves com Mosito van Hellehof, primeiro em pista, teve um problema no número seis do percurso de 14 obstáculos, idealizado pelos holandeses Louis Konickx e Quintin Maertens, quando seu ainda jovem cavalo (10 anos) estranhou um muro branco e o cavaleiro desistiu, tendo seu resultado descartado para efeito de contagem da equipe.

O saldo do Brasil é o muito positivo, ocupa o sétimo lugar, com 9,29 pontos, a menos de uma falta da França, vice-líder, e a 5,6 pontos do time líder Suécia, 3,69. Dos 22 países, 12 computam menos de 12 pontos (equivalente a três faltas) na competição.

Vaga carimbada na decisão por equipes

Na quinta-feira, (11) a equipe do Brasil carimbou sua passagem para a final, depois de uma classificação em 10º lugar. A Suécia, atual campeã olímpica, lidera com menos de uma falta (equivalente a 4 pontos).

Dez das vinte e duas nações avançaram para a final por equipes. Ao mesmo tempo, os 60 melhores conjuntos também avançaram para final por equipes, também válida como terceira qualificativa individual.

Garantiram o passaporte para a decisão por equipes: Suécia, 3,69 pontos, França, 5,44, Alemanha, 11,76, Holanda, 13,31, Bélgica, 13,49, Grã-Bretanha, 14,66, Suíça, 14,83, Canadá, 15,56, Irlanda, 17,15 e Brasil, 17,29. Vale destacar que o Brasil está a menos de uma falta da Bélgica, quinta colocada.

As cinco primeiras equipes no mundial garantem vaga para Paris 2024 e a França, por ser país sede, independente do resultado, já tem vaga garantida. Assim, se o Brasil chegar em até sexto lugar também estará habilitado aos Jogos Olímpicos, independentemente do resultado do Pan 2023 no Chile, onde os três melhores países também irão se garantir nos Jogos de Paris.

Já a final individual, a 1.65m, dois percursos, acontece no domingo (14), a partir da 9h (fuso brasileiro). Entram na primeira volta os 25 melhores. Todas as disputas do ECCO FEI – World Championships serão transmitidas ao vivo pelo Canal Olímpico do Brasil.

Por Camila Pedroso • Redação Cavalus

Fonte: CBH

Fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Mundial de Hipismo tem brasileiros em destaque

João Victor Marcari Oliva montando Escorial Horsecampline conquistaram um feito inédito ao país. Provas ocorrem na Dinamarca até o próximo dia 14 e classificam os seis melhores países para as Olimpíadas

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Começou o Mundial de Hipismo com brasileiros em destaque

O ECCO FEI – World Championships está movimentando os atletas do hipismo no mundo. Não é para menos, pois a prova é um passaporte para as Olimpíadas de Paris 2024 para os países que se classificarem entre os seis primeiros colocados.

A prova, realizada na Dinamarca, na arena Herning, é o palco das modalidades hípicas até o próximo dia 14 e chega para substituir os Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês) que entre 1990 e 2018 foram realizados a cada quatro anos, reunindo a elite das oito modalidades regidas pela Federação Equestre Internacional (FEI) em um único local.

A complexidade da infraestrutura de um evento desse porte levou a FEI a retomar o nome e modelo do ECCO FEI – World Championships, instituído em 1953, evento que inspirou o WEG, com a volta da realização dos Mundiais em diferentes palcos e países.

Em Herning, o Brasil é representado por equipe nas modalidades Salto, Adestramento Paraequestre e Volteio, e com representantes no individual no Adestramento (Dressage).

Conheça time Brasil de cada modalidade no Mundial de Hipismo

O Salto é a única modalidade que o país já conquistou uma medalha no WEG, outo no individual para o conjunto Rodrigo Pessoa e Gandini Lianos, nos jogos realizados em Rooma, no ano de 1998.

O time verde e amarelo conta com atletas olímpicos, medalhistas e campeões panamericanos: Marlon Zanotelli montando Like a Diamond van het Schaeck, Bernardo Alves com Mosito van het Hellehof, Yuri Mansur montando QH Afons Santo Antoni e Felipe Amaral com Androide 3K. O técnico é o suíço Phillipe Guerdat e o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda.

João Victor Marcari Oliva montando Escorial Horsecampline e Nuno Chaves de Almeida com Feel Good V serão os representante do Brasil no Adestramento (Dressage).

Até a semana passada, o Brasil estava inscrito para participar como equipe, mas devido à problemas de saúde, o cavalo Famous do Vouga, montaria de Pedro Tavares de Almeida, não conseguiu embarcar da Alemanha para a Dinamarca. O alemão Norbert

A modalidade de Volteio, esporte que exige muita técnica e equilíbrio na execução das acrobacias realizadas no lombo do cavalo, terá Nicolas Martinez Valencia, Clara Zerwes Tremblay, Giovanna da Matta Ghidetti Pimentel, Giovanna Teixeira Ricardo, Manuela Santos Garcia, Carolina Plihal Ferreira, Flávia da Rocha Brito, Hélène Natalle Lejeune, Edoardo Crivelli Visconti e Sophie Marie Cambrai Martin. A técnica é a alemã Agnes Werhahn, colecionadora de títulos mundiais, e a chefe de equipe é Maria Luiza Giugni, ex-atleta com participação em Mundiais.

No Adestramento Paraequestre, Rodolpho Riskalla montando Don Henrico (Grau IV) e Sérgio Oliva com Millenium (Grau I) – duas duplas medalhistas paraolímpicas -, e os estreantes Thiago Fonseca dos Santos com Johnny Walker Plus (Grau V) e Flamarion Pereira da Silva montando Francis (Grau II) são os representantes do Time Brasil no Adestramento Paraequestre.

Andrea Kober é a técnica da equipe, Rosana Ayrosa como chefe de equipe e Luana Kim como médica fisiatria multidisciplina.

Com duas pratas no último Mundial, em Tryon, Estados Unidos, em 2018, e prata na prova técnica na Paralimpíadas de Tóquio 2021, Rodolpho Riskalla compete pela última vez com Don Henrico em Herning, com expectativa de somar mais um pódio na carreira da dupla.

Primeiros resultados promissores no mundial de Hipismo

E o time brasileiro começou muito bem no mundial. João Victor Marcari Oliva conquistou um feito inédito para o país: ficou na 26ª posição entre 93 competidores de 34 países, avançando para a segunda fase da competição. A segunda etapa ocorre hoje (08) com os 30 melhores conjuntos. A prova é válida para a classificação para a disputa do pódio individual com participação de 15 duplas finalistas.

“Estou muito feliz, foi uma boa prova, meu cavalo estava escutando bem as ajudas e concentrado. Fiquei feliz com o resultado e a nossa apresentação. Desde Tóquio tivemos tempo de fazer alguns ajustes e temos melhorado os resultados com muito trabalho. O Escorial vem correspondendo a este trabalho e conto com a ajuda de uma boa equipe”, comemorou o atleta.

“É a primeira vez que temos um brasileiro no segundo dia de competição individual. O João fez uma prova excelente, chamou a atenção de todos e merecidamente recebeu essa classificação inédita. Está de parabéns!”, comemorou Sérgio de Fiori, diretor de Adestramento da Confederação brasileira de Hipismo (CBH).

O GP também definiu o pódio por equipes neste domingo com participação de times de 19 países. Para efeito de classificação foram consideradas as três melhores notas de cada país, e quem conquistou o ouro foi a Dinamarca com 235,451%, a prata ficou com a Grã Bretanha (234,223%) e o bronze com a maior detentora de títulos mundiais e olímpicos, a Alemanha (230,791%).

Acompanhe todas as provas ao vivo do ECCO FEI – World Championships no site https://www.canalolimpicodobrasil.com.br/.

Por Assessoria de Imprensa CBH

Fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Parque Marechal Osório no RS recebe provas de Hipismo do Exército

Instituição realizou o Concurso Completo Internacional, Nacional e Brasileiro do Exército

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Entre 29 e 31 de julho, o Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osorio, em Tramandaí, no Rio Grande do Sul, foi palco do Concurso Completo de Equitação (CCE) Internacional com Séries Internacionais, Nacionais – CCN Bicentenário da Independência do Brasil, o Campeonato do Exército e Campeonato Gaúcho 2022.

O concurso foi promovido pelo Comando Militar do Sul do Exército e pelo 3º Regimento de Cavalaria de Guarda (Regimento Osório) do Exército, responsável pelo Parque Histórico, que reúne condições ideais para prática da modalidade considerada um triatlo equestre com provas de Adestramento, Cross-Country e Salto.

Os percursos “Cross Country” do Parque foram todos renovados e sobre eles os atletas brasileiros buscaram se qualificar para o Campeonato Sul Americano de Concurso Completo de Equitação que acontece na Argentina, entre 4 e 6 de novembro. Ao todo, o evento reuniu 67 conjuntos inscritos nas diversas séries.

Vencedores Séries Internacionais 3* e 2*

O destaque foi para o Capitão Pedro Henrique de Resende Nunes, com Tamanho do Rincão, e o cavaleiro de São Paulo Ricky Candi, com Nice, vencedores das séries 3 Estrelas Longo e 3 Estrelas Curto, respectivamente.

Na série 2 Estrelas, o troféu foi para o Tenente Coronel Gustavo Lopes da Cruz, com Opala do Rincão e na série 1 Estrela, para o Tenente Coronel Marcelo Machado Ferreira, montando Toque do Rincão.

Campeões do Campeonato do Exército

O Campeão do Exército na série principal (2 Estrelas) foi o Tenente Coronel Gustavo Lopes da Cruz, com Opala do Rincão, representando o Comando Militar do Sul. Na série cavalos novos 5/6 anos (1 Estrela), sagrou-se vencedor o Subtenente Marlon Santos da Conceição, com Bárbaro do Rincão, também pelo Comando Militar do Sul.

Destaques Séries Nacionais

Na série BR 90m a vitória ficou com o Capitão Rafael Silva Gouveia, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, com IZ Orquídea, e a série BR 75 com o Sargento Dionefer Severo de Almeida, montando Javolo do Rincão. A série 1 Estrela a 1ª colocação coube ao Subtenente Marlon e Bárbaro do Rincão.

Séries Estaduais

Na série BR 75m sagrou-se vencedor o Sargento Dionefer Severo de Almeida, com Javolo do Rincão. A BR 90m a vitória foi do Capitão Alexsei da Silva Peres, com Bandoleira do Rincão. Já o campeão da série 1 Estrela (Cavalos Novos 5/6 anos) foi o Subtenente Marlon Santos da Conceição, com Bárbaro do Rincão.

Na série 1 Estrela Amador Top, o troféu foi para o Capitão Mclelland Mozart Diniz Soares, com Angico do Rincão. O campeão gaúcho da série 2 Estrelas foi o Tenente Coronel Gustavo Lopes da Cruz, com Opala do Rincão.

Os cavalos do Rincão são produzidos pelo Exército Brasileiro na Coudelaria de Rincão, com sede em São Borja (RS).

Visitação aberta

Além de ser um excelente local para a prática dos esportes equestres, o Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osorio é um sítio histórico com um imenso museu a céu aberto, funcionando para visitação durantes todos os dias da semana. Vale a pena conferir.

Fonte e fotos: Seção de Comunicação Social do 3° Regimento de Cavalaria de Guarda

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Hipismo

Atletas do Salto brasileiro brilham nas pistas internacionais neste final de semana

Francisco Musa foi campeão na Inglaterra, João Castro vice, Rodrigo Pessoa venceu na França e Yuri Manssur foi quinto na Holanda

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Neste final de semana, os atletas do Salto brasileiro brilharam nas pistas internacionais. Inglaterra, França e Holanda receberam atletas vestindo a camisa verde e amarela e estes ocuparam posições de destaque nos pódios.

Fechando as provas CSIO5* Hickstead, realizadas no The All England Jumping Course, na Inglaterra, o brasileiro Francisco Musa montando Catch me Marathon, hannoverana de 14 anos, foi o campeão do The Royal Internacional Speed Clássico, sem faltas em 61s47, superando outros 29 concorrentes. Jack Whitaker Scenletha, 6, finalizou no segundo lugar.

Já João Victor Castro com Coco Chanel conquistou o vice 4º na prova The Royal International Salver, a 1.50m. Dos 38 conjuntos, 15 foram ao desempate e João montando Coco Chanel, westfalen de 12 anos, zeraram em 39s56. A vitória foi do belga H&M Miro, pista limpa, 36s24. Ao lado de Marlon Zanotelli, Luiz Felipe de Azevedo, João e Musa integraram a equipe medalha de bronze na Copa das Nações Longines FEI 5*, realizada na sexta.

Salto na França e Holanda

E não foi só na Inglaterra que os brasileiros brilharam nas pistas. Na série 3* do Internacional de Dinard, na França, Rodrigo Pessoa com Chili, faturou a prova de Salto de 1.45m, sem faltas no desempate, em 37s93. Participaram da disputa 39 concorrentes, entre os quais 12 foram para decisão final. Pelo Brasil, Eduardo Menezes com Geavanta C ficaram no sexto lugar, uma falta, 36s46.

Saltando no Internacional 4* de Valkenswaard, na Holanda, Yuri Mansur levou Vitiki ao 5º posto na prova de velocidade a 1.50m, sem faltas, 69s37. Estiveram em pista 33 conjuntos com vitória do alemão Christian Kukuk montando Nice van´t Zorgvliet, pista limpa, 65s57.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos:  CSI Dinard / Sporfot / All England Jumping Course

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Hipismo

Brasil é bronze no Salto em competição na Inglaterra

Time finalizou os dois primeiros percursos empatado com França e Alemanha. Francisco e Alea Marathon registraram um derrube, em 44s38, resultado que garantiu o terceiro lugar

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Salto

A equipe brasileira de Salto conquistou o terceiro lugar na tradicional Copa das Nações CSIO5* Hickstead, realizada no centenário Royal International Horse Show na Inglaterra, na tarde desta sexta (29).

João Victor Castro, montando Dispo Cece, Francisco Musa com Alea Maraton, Luiz Felipe de Azevedo Filho com Hermes van de Vrombautshoeve e Marlon Zanotelli montando Harwick VDL, conquistaram o pódio na competição de Salto que foi disputada pelas equipes brasileira, da França e Alemanha.

As três equipes terminaram os dois percursos na tradicional Copa das Nações de Salto empatadas com oito pontos: França, Alemanha e Brasil levando a decisão do pódio ao desempate.

O destaque do Brasil ficou por conta do jovem talento João Victor Castro, amazonense de 25 anos radicado na Europa, montando Dispo Cece, primeiro a largar a cada rodada e único a zerar os dois percursos.

Francisco Musa e Alea Maraton fecharam com uma falta a cada volta e Luiz Felipe de Azevedo Filho montando Hermes van de Vrombautshoeve, e Marlon Zanotelli com Harwick VDL, ambos com um derrube no primeiro percurso e pista limpa no segundo.

Pela regra, cada uma das equipes escalou um conjunto para o desempate e o Brasil foi representando por Francisco e Alea Marathon que registrou um derrube, em 44s38, resultado que garantiu o bronze para o Brasil.

A França representada por Roberto Olivier com Vivald des Meneaux; Levy Edward montando Uno de Cerisy; Marc Dillaser com Arioto du Gevres e Kevin Staut montando Visconti du Telman foi campeã, com Mark e Arioto no desempate que zerou em 41s95.

O segundo lugar ficou com a Alemanha com Ludger Beerbaum montando Mila; Tobias Meyer com Greatest Boy H, Marcus Ehning montando A la Carte NRW e Philipp Weishaupt com Asathir. Tobias e Greatest Boy zeraram o desempate em 42s89.

Ouro do Brasil no Salto

Em 2017, o Brasil garantiu o inédito ouro no CSIO5* de Hickstead com Marlon Zanotelli montando Sirene de la Motte, Pedro Veniss com For Felicia, Yuri Mansur e Babylotte, e Pedro Muylaert montando Prince Royal Z MFS.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Arquivo pessoal

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Hipismo

Amor pelos cavalos rege a vida de Zé Durante

Cavaleiro profissional e instrutor de Salto, Claudio Durante, ou Zé Durante, é um atleta de destaque no cenário nacional com uma classificação para Olimpíadas e Mundial na carreira

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Claudio Durante Junior, ou simplesmente Zé Durante é cavaleiro e instrutor de Salto. Nascido em São Paulo, hoje mora em São Roque, interior de estado, onde realiza a sua maior paixão: seu trabalho com os cavalos.

“O cavalo é praticamente tudo na minha vida, com exceção da família e filhos. Amo muito viver perto dos cavalos, e trabalhar com eles é um privilégio em que posso aprender mais todos os dias. E o melhor, é através deles que ganho a minha vida! Nós cuidamos da vida dos cavalos e eles cuidam do nosso coração”, enfatiza animado.

Cavaleiro profissional e instrutor de Salto, Zé Durante iniciou suas atividades com os cavalos em 1987, com o Hipismo Rural. “Comecei no Hipismo Rural, fiz Três Tambores, Concurso Completo de Equitação (CCE) e hoje atuo no Salto Clássico, minha maior paixão”, comenta Durante.

Suas principais conquistas no esporte foram no CCE, modalidade em que foi três vezes Campeão Brasileiro, três vezes Campeão Paulista e conquistou duas provas internacionais 3 estrelas. “No CCE conquistei ainda uma importante classificação para a Olimpíadas de Sidney em 2000 e uma classificação para o Mundial de Jerez de La Fronteira, na Espanha, em 2002”.

Dentre seus animais de montaria, Zé Durante destaca Krug Pullman, que está entrando nos Grande Prêmios a 1,45m. “Ele é um animal fantástico.  Juntos, fomos campeões Paulista por equipe na categoria Sênior em 1,40/1,45 m este ano, e estamos trabalhando para estreia-lo ainda em 2022 no 1,50”, comenta.

Em 1998, Claudio resolveu dar uma reviravolta em sua vida profissional e decidiu seguir seu coração e trabalhar apenas com os cavalos. “Deixei de trabalhar com o comércio e passei a ensinar. Sempre gostei muito de aprender e ensinar tudo o que eu sei”, comenta.

Durante já ministrou aulas para importantes nomes na modalidade de Salto como: Fernando Perracini, Renan Guerreiro, Matheus Sant’anna, Thiago Sant’anna, José Ricardo Sant’anna, entre outros. “Hoje treino a amazona Paula Rodrigues de Sá”.

Mas não são só os cavalos que enriquecem a vida de Zé Durante. Seus dois filhos Pedro (11) e Thiago (7), são a alegria deste paizão. Pedro, já participou de algumas provas e fala que quando crescer quer ser veterinário. Já o mais novo, quer seguir os passos do pai. “Ele fala que quer ser cavaleiro como eu. Fico muito feliz com isso! O que mais gosto é que ambos amam os animais e quero que sejam pessoas do bem, mas se escolherem montar vai ser bem legal. Acho o meio do cavalo um dos melhores pra formar caráter, aprender a ser humilde e ser determinado”, afirma animado.

Zé Durante é filho de Claudio e Nair Durante, grandes nomes da raça Árabe. Todo o envolvimento da família com os cavalo se deu através de Claudio. “Meu pai não era de uma família tradicional no cavalo, mas era um apaixonado e eu vivia com ele para todos os lados. Aprendi com ele a amar e cuidar dos animais”, pontua.

Claudio e Nair Durante

Durante relembra que a criação de seu pai serviu de estopim para este grande amor dele com os cavalos.  A criação em si durou pouco, mas nunca mais largamos os cavalos. Devo ele essa vida que eu levo com os cavalos, pois foi ele quem me ensinou a amá-los”.

Entre todos os ensinamentos que aprendeu com seu pai, Zé gosta de enfatizar um: “Acho importante, além de ser cavaleiro, ser do cavalo, entender como o cavalo vive, suas necessidades e o que é melhor para ele”, finaliza.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo pessoal

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Hipismo

Luciana Diniz volta a defender a bandeira do Brasil

Depois de 16 anos vestindo a camisa de Portugal, amazona retorna ao time Brasil de Salto

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Luciana Diniz

Boa notícia para o hipismo brasileiro. Após 16 anos sem competir pelo país, Luciana Diniz, amazona de cinco Olimpíadas, volta vestir a camisa verde e amarela.

A amazona é integrante da tropa de elite do hipismo mundial e estava defendendo a bandeira de Portugal desde 2006. O país é a terra de seus avós. O anuncio do retorno ao time brasileiro ocorreu na segunda (18).

A tradição, o amor pelos cavalos e os esportes estão no DNA da família Diniz. Lica Diniz, mãe de Luciana, foi oito vezes campeã brasileira de adestramento, seu pai Arnaldo dos Santos Diniz, jogador de Polo, modalidade também praticada em alto nível por dois de seus irmãos: André e Fábio, e Pedro Diniz, ex-piloto de Fórmula 1.

Aos 18 anos, Luciana, que começou a montar aos 9 anos e iniciou sua carreira na Sociedade Hípica Paulista, se mudou para Bélgica para época treinar com Nelson Pessoa Filho, o Neco, um dos principais treinadores do hipismo mundial.

A carreira deslanchou. Em 1994, Luciana disputou seu primeiro Mundial, na Holanda, em 2004 integrou o Time Brasil, nono colocado em Jogos Olímpicos de Atenas. “Saltar uma Olimpíada pelo Brasil foi a realização de um sonho”, lembra Luciana.

Em 2006, Luciana passou a defender Portugal. Desde então, foram cinco Jogos Olímpicos. Na Rio 2016, Luciana foi nona colocada com Fit for Fun, e em Tokyo 2020+1, Luciana com Vertigo du Desert “bateu na trave” na disputa por uma medalha fechando em décimo lugar com apenas uma falta no penúltimo obstáculo na grande final.

Luciana ainda venceu e se classificou para inúmeros GPs5*. Em 2015, a amazona com sua égua Fit For Fun foi campeã da classificação geral do Global Champions Tour, com vitória nos GPs de Madrid, Viena e Doha, entre outras classificações.

No último dia 3, no CHIO Aachen 2022, meca do hipismo mundial na Alemanha, Luciana aposentou oficialmente sua égua Fit fo Fun, também duas vezes vice-campeã no GP Rolex de Aachen.

O que te motivou a voltar a defender a bandeira do Brasil?

Luciana Diniz: Meu retorno tem motivações pessoais, familiares e profissionais. Diria que as de cunho pessoal são as mais fortes, um sentimento de voltar para casa.

Você bateu na trave nos Jogos de Tokyo 2020+1. Como foi e que lição você tirou dessa situação?

Luciana Diniz: Sofri uma queda apenas dois meses antes dos Jogos Olímpicos. O Andreas, meu ex-marido, pai dos meus filhos e treinador estava montando o Vertigo. Pude ficar cinco semanas sem montar às vésperas do Jogos e meus cavalos estavam em plena forma.

A falta foi um dos grandes ensinamentos do esporte. Cair sete vezes e se levantar oito. Os tombos, os “up and downs” fazem parte do esporte e da vida. O importante é perseguir seus sonhos. De maneira estratégica e equilibrada.

Você segue treinando em Centro de Treinamento de Andreas Knippling, em Hennef, na Alemanha?

Luciana Diniz: Sim, agora estamos nos preparando com vistas a Paris, estou vivendo esse sonho de saltar pelo Brasil na Olimpíada da França.

Qual conquista da sua vida você diria que é uma das mais marcantes?

Luciana Diniz: Vencer o GCT 2015 com Fit sem dúvida foi uma das minhas conquistas mais marcantes.

A metodologia Butterfly (Borboleta) que você desenvolveu aprimora não somente o cavaleiro e cavalos, como também o desenvolvimento e equilíbrio pessoal. Pode nos falar um pouco sobre ela?

Luciana Diniz: Trata-se de uma visão holística sobre o esporte. Um método que considera os aspectos que influenciam no seu desempenho, desde o emocional, o físico, o técnico, etc. E este aprendizado pode e deve ser aplicado na sua vida profissional e pessoal: “a better person and a better rider” – uma pessoa melhor e um cavaleiro/amazona melhor.

Como é a sua preparação física, especialmente após a sua queda?

Luciana Diniz: Faço um acompanhamento com pilates, fitness, exercícios myoflex, trabalho de toda forma para fortalecer um problema que foi fruto de uma queda. Estou ótima e aprendi a viver com uma artrose crônica e tenho que tomar sempre bons cuidados como aprender a cair com ajuda de aulas de judô e outras.

Qual é a sensação de competir em alto nível?

Luciana Diniz: Espero ser uma motivação para as jovens amazonas. O hipismo é singularíssimo neste aspecto de que homens e mulheres de diferentes idades competem em igualdade. É fantástico. Chegar ao nível internacional é difícil independente do gênero, embora o meio seja machista, como em tudo.

Como foi a sua recepção pela Confederação Brasileira de Hipismo?

Luciana Diniz: Fui recebida de braços abertos, o que me deixou muito feliz e ainda mais entusiasmada. O Fefo, (Fernando Sperb, presidente da CBH), disse que sempre foi meu fã e que seu sonho seria me trazer de volta. Fiquei muito feliz ao escutar isso. O Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe, também foi sempre fiel e há anos tenta me persuadir a voltar. Tudo tem a hora certa. O Pan-americano no Chile e Olimpíadas de Paris são meus próximos objetivos.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Time Brasília conquista o bi Brasileiro de Salto por equipes Senior Top 2021/2022

Stephan Barcha é líder no Salto Individual. Time São Paulo garantiu o vice-campeonato

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Time de Brasília conquista o bi brasileiro por equipes Senior Top 20212022

O time de Brasília conquistou o Bicampeonato Brasileiro de Salto por equipes Senior Top 2021/2022. O grupo formado por Stephan Barcha e Chevaux Primavera Montana Império Egípcio; Flávio Grillo Araujo, Lorentino JMen e Luciana Lossio com Lady Louise JMen; Flávio Grillo Araújo, Lorentino JMen e Rafael Rodrigues dos Santos com Caramel JMen, conseguiu a façanha na última sexta (15).

Além do bi, Stephan, Luiz Felipe Pimenta e Thiago Rhavy conquistaram, pela terceira vez, o título de campeões de Brasília.

O vice-campeonato coube ao time de São Paulo formado por Guilherme Dutra Foroni, Chelsea JMen e Cicero Faustino Barros com Casino Blue HR JA; Cleison Botelho Souza, Dom da Essência e José Roberto Reynoso Fernandez Filho com Cornet D Or JMen.

Disputa individual de Salto

Na disputa individual de Salto, Stephan Barcha com Chevaux Primavera Montana Egípcio, dupla campeã brasileira senior top 2021, foi a única a se manter zerada após a segunda parcial, segue na liderança do Campeonato em busca do bi individual.

“É sempre uma motivação a mais saltar uma prova de equipes e ser bicampeão com a mesma equipe de cavalos e cavaleiros. Faz ser bem especial esse momento. Agradeço a todos os apoiadores. A Primavera mais uma vez foi muito bem”, declarou Stephan, que também lidera o ranking da seletiva para os Jogos Sul-americanos Odesur 2022.

Na contagem do campeonato, seis conjuntos vêm com menos de duas faltas: Stephan Barcha e Chevaux Primavera Montana Império Egípcio, com 0 pontos perdidos (pp); Guilherme Foroni e Casella Blanca Jmen, 1 pp; Flávio Grillo Araujo e Lorentino JMen, José Roberto Reynoso Fernandez Filho e Santiago Rosebud; Cicero Faustino Barros e Cassino Blue HR JA, empatados com 4 pp e finalizando, Marcello Ciavaglia com Premier 2S, 5 pp.

A grande final individual acontece hoje, com dois percursos distintos, a 1.60m, definindo não só título brasileiro, mas também a contagem da seletivas objetivas para formação do Time Brasil no Odesur 2022. Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe do Time Brasil de Salto, está acompanhando a competição.

Seletiva rumo ao Sul-americano 2022

O Campeão Brasileiro tem vaga assegurada nos Jogos Sul-americanos 2022, em Assunção, no Paraguai, entre 7 e 11/10. Outras duas vão para o vencedor e vice da seletiva. Ao todo foram quatro as etapas seletivas, além do Brasileiro em curso. A equipe é de cinco conjuntos (incluindo um reserva). As outras duas vagas serão definidas pela comissão técnica.

Líderes seletiva de Salto

Stephan Barcha com Chevaux Primavera Montana lidera com 0 pp, Flávio Grillo e Lorentino JMen e Marcello Ciavaglia com GR Garuda, estão empatados em 2º lugar com uma 4 pp (1 falta). Marcello, dessa feita, com Premier 2S, ocupa o 4º posto, 8 pp, seguido por Rafael Collares de Lucas Rosa com Horus Método, 9 pontos.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Felippe Saad

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Hipismo

Murilo Machado vence o Small Tour e caminha a passos largos rumo aos Jogos Sul-Americanos

Montando Jorge V.O, Machado foi o campeão das duas provas do Small Tour na primeira seletiva do Hipismo Adestramento

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Murilo Machado vence o Small Tour e caminha a passos largos rumo ao Jogos Sul-Americanos

Os atletas do Hipismo nacional estão trabalhando arduamente em busca de uma vaga na equipe brasileira dos Jogos Sul-Americanos, que serão realizados em Assunção, Paraguai.

Neste final de semana, o jovem talento que vem se despontando no Adestramento, deu mais um grande passo rumo à vaga nos Jogos Sul-americanos. Murilo Machado, de 26 anos, montando o Puro Sangue Lusitano Jorge V.O., foi o campeão do Prix St. Jorge no sábado, (9), registrando a nota média final de 68,088%.

E no domingo, (10) faturou mais um título, na Intermediária I com a nota 67,088%. Para efeito de classificação, vale a média das duas notas, ou seja, a dupla ocupou o 1º lugar do pódio com a nota média final de 67,588%.

Murilo integra o Ilha Verde Team e por vários anos acompanhou o olímpico João Victor Marcari Oliva no circuito europeu. Na posição privilegiada, assistiu tops mundiais em pista e inspirado e instigado por João Victor e pelo criador Victor Oliva transformou a paixão por cavalos em profissão.

Convidado a fazer parte do time de atletas, não perdeu a oportunidade, foi aprender os princípios básicos da modalidade e com muita dedicação vem se aperfeiçoando e colecionando títulos.

Hoje, é um dos destaques da nova geração e o sonho de fazer sua estreia internacional está prestes a se realizar nos Jogos Sul-americanos.

Sua montaria, Jorge V.O, é um Puro Sangue Lusitano de criação da Coudelaria Ilha Verde.

O próximo desafio dos candidatos à vaga no Time Brasil de Dressage é o CDI3* que acontece entre 22 e 24 de julho na Sociedade Hípica Paulista.

Para efeito de avaliação para escalação da equipe para o Odesur, a CBH vai considerar a maior pontuação média entre os dois CDIs, ou seja, nos conjuntos do Small Tour a nota média na soma do Prêmio São Jorge + Intermediária I, e no Big Tour o Grand Prix + GP Special.

Importante ressaltar que apesar de o índice estabelecido pela FEI ser de 62% para conjuntos do Small Tour e de 60% para os de Big Tour, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) objetivando a melhor representação do país nos Jogos Sul-americanos almeja um índice de 68%.

Os países têm até 29 de agosto para enviar as inscrições indicadas, e até 20 de setembro a relação da equipe definitiva. Caso haja necessidade de substituição, o prazo é primeiro de outubro. A equipe pode ter até cinco conjuntos com um mínimo de três e um máximo de 4 conjuntos, com um reserva. Se não constituir equipe, o país pode inscrever até dois conjuntos para competir individualmente.

Sobre os Jogos Sul-americanos

Maior evento esportivo da América do Sul, os Jogos Sul-americanos são realizados a cada quatro anos. Na edição 2022 serão realizados na primeira quinzena de outubro em Assunção, capital do Paraguai.

As competições de Adestramento acontecem entre os dia 1º e 5 no Clube Hípico Paraguaio. Foram convidados e estão em processo de seleção de equipes e atletas de 11 países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) com expectativa de participação de 44 conjuntos.

Por: Assessoria de Imprensa CBH

Fotos: Ney Messi

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Hipismo

Bernardo Alves com Mosito é vice em GP na Bélgica

GP5* Rolex serviu como observatória para a formação da equipe brasileira no Mundial 2022 em Herning, na Dinamarca. Bernardo Alves é um dos cotados

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Bernardo Alves com Mosito é vice em GP na Bélgica

Nesse domingo (10), o cavaleiro olímpico e medalhista pan-americano Bernardo Alves com seu Mosito van het Hellehof, conquistou o vice-campeonato no GP5* Rolex, a 1.60m, em Knokke, na Bélgica.

Dos 49 conjuntos, sete foram ao desempate e três voltaram a zerar. Bernardo e Mosito, sela belga de apenas 10 anos, cruzaram a linha de chegada, sem faltas, em 44s23. No último dia 25 de junho, o conjunto venceu o GP3*, a 1.55m, também em Knokke.

A vitória foi do sueco Peder Fredericson, ouro por equipe e prata individual em Tokyo 2021, com H&M All In, 44s23. Em terceiro lugar chegou o medalhista olímpico holandês Maikel van der Vleuten apresentando Beauville Z, pista limpa, 44s70. A disputa distribuiu 500 mil euros, contabilizando 65 mil euros e um Audi para o campeão. O vice-campeão Bernardo levou a fatia de 100 mil euros. 

O Internacional 5* Knooke foi um importante evento de preparação e seleção para equipe brasileira no Mundial 2022, em Herning, na Dinamarca, entre 6 e 14 de agosto. A lista de convocados da equipe brasileira será anunciada essa semana.

Sobre Bernardo Alves

Cavaleiro olímpico Bernardo, 47, dono de dois ouros por equipes nos Pan-americanos de Winnipeg 1999 e Rio 2007, prata por equipes e bronze individual no Pan Guadalajara 2011, é um dos mais experientes ginetes brasileiros em atividade no Exterior. Já figurou entre os top 10 do mundo e vem com tudo para voltar a integrar as principais equipes do Brasil.

Por: Assessoria CBH

Fotos: Luis Ruas

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