Esportes

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho tem saldo positivo

A primeira etapa da temporada 2021 da Associação Brasileira da Equitação de Trabalho aconteceu de 9 a 14 de março

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Um sucesso atrás do outro para a Associação Brasileira da Equitação de Trabalho. Ao se reinventar durante a pandemia da Covid-19, associação criou um modelo de provas ainda mais agregador. A primeira etapa do Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho reuniu 70 conjuntos e o feedback foi totalmente positivo.

No modelo atual de provas da modalidade, os inscritos se baseiam portanto no croqui divulgado para a sua categoria e monta a pista em casa. Dessa forma, seguindo orientações do regulamento, grava sua apresentação e envia para a Associação. Dois juízes por dia julgam as provas de acordo com uma programação previamente divulgada.

Nesse sentido, os inscritos pontuam para o Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho geral e ainda para seus núcleos. A modalidade realiza campeonatos estaduais em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Brasília e agora em Santa Catarina. Serão três etapas virtuais ao todo.

Segundo Ney Messi, presidente da ABET, a primeira etapa de 2021 seguiu o combinado junto a diretoria. “Fizemos algumas melhorias e correções no formato das provas virtuais, lançadas em 2020. A ideia é deixar o Ranking Brasil Virtual o mais parelho possível com as provas presencias, e acho que cumprimos essa meta”.

Com o intuito de alcançar esse objetivo, umas das principais mudanças foi o número de obstáculos impostos a cada categoria por nível. “Os juízes tiveram oportunidade de avaliar melhor, já que a pista ficou maior, com mais obstáculos. Além disso, os vídeos que chegaram também atenderam, em sua maioria, as observações do regulamento. O que ajudou no julgamento também”, reforça Messi.

Ranking Brasil Virtual de Equitação de Trabalho tem saldo positivo

Destaques Ranking Brasil Virtual Maripá

Para o presidente, deixar a prova mais perto da realidade presencial possível foi um dos destaques. “Observamos, então, que não houve tantos empates e isso é bastante positivo. Especialmente nas primeiras posições, a porcentagem foi muito perto uma da outra, mostrando o nível dos conjuntos”.

Messi também conta que o nível das apresentações subiu bastante e houve a participação de cavalos e iniciantes na modalidade bem preparados. “Nível subindo, mesmo sendo prova virtual, uma proximidade das provas presenciais. Isso é muito bom! Do mesmo modo, notamos que as pessoas prepararam melhor os vídeos e as pistas”, detalha.

Aliás, esse foi um dos pontos divulgados antes do início do campeonato. Que os concorrentes fossem o mais fieis possíveis aos croquis divulgados a fim de garantir uma melhor avaliação de suas apresentações. “Muito interessante ver que o pessoal conseguiu realizar o que a gente pediu. É, de fato, uma melhoria em relação ao ano passado. A grande maioria, realmente, atendeu ao chamado e se preocupou com esse quesito”.

Outro feedback positivo que a ABET teve em relação ao Ranking Brasil Virtual foi a alteração do regulamento mostrando a tabela de descontos que os juízes dão na fase de maneabilidade. “Uma inovação da ABET para 2021, que está logo no início do regulamento, e todo mundo gostou. Recebemos muitas mensagens dos competidores dizendo que essa medida os ajudou”, lembra Messi.

O concorrente que comete um erro, no andamento, por exemplo, consegue agora identificar melhor onde o juiz tirou nota dele. Melhor transparecia e, sobretudo, uma forma de ajuda na evolução técnica do competidor. Ele sabe onde errou de forma clara e pode consertar para a próxima etapa.

Resultados completos e demais informações: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Por Luciana Omena
Foto: Divulgação/Ney Messi

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Três Tambores & Seis Balizas

ANTT tem etapa especial durante o 30º Congresso Brasileiro da ABQM

O Circuito RAM ANTT é o mais antigo em atividade no Brasil, entre todas as modalidades de rodeio e o primeiro da história a realizar 17 temporadas consecutivas

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ANTT tem etapa especial durante o 30º Congresso Brasileiro da ABQM

No último final de semana, a ANTT – Associação Nacional dos Três Tambores realizou uma Etapa Especial no 30° Congresso Brasileiro do Quarto de Milha. A princípio, vale destacar que este é considerado um dos eventos mais importantes do calendário equestre no país.

Assim, realizada no Parque de Exposições de Araçatuba (SP), a etapa especial contou com pontos em duas categorias para o ranking do Circuito RAM ANTT de Três Tambores. Este é o terceiro ano a entidade realiza uma etapa oficial durante competições da ABQM – Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha.

“Para a ANTT é um orgulho muito grande realizar uma etapa do nosso Campeonato durante o Congresso Brasileiro da ABQM. Haja vista que é um evento que tem muita tradição e uma grande importância no mercado equestre. Agradecemos a ABQM, em especial ao presidente Caco Auricchio e ao gerente de esportes, Henrique Campana que confiaram nesta parceria” destaca Flávia Cajé, presidente da ANTT.

Destaques Circuito RAM ANTT de Três Tambores

Tricampeã nacional da ANTT e atual líder do ranking, Ana Carolina Cardozo, ganhou, novamente, na categoria Feminino. Na sela de Cromo Down Jet Wa, concluiu a prova com o tempo de 16s724.

Sendo assim, com essa vitória, Ana Carolina que foi campeã das últimas três temporadas da ANTT consecutivamente, abre um pouco mais de vantagem na liderança do ranking deste ano.

A associação informa ainda que, a final Nacional da ANTT que definirá o título desta temporada, tem data prevista para em setembro.

Do mesmo modo, aa categoria Jovens até 12 anos, o título ficou com Mariana Baldan, que garantiu a fivela de campeã ao marcar 17s414 com Miss Runaway Ta Fame.

Temporada 2020/2021

Por fim, vale lembrar que a temporada 2020/2021 da ANTT começou em setembro do ano passado e até então já foram realizadas quatro etapas. A ANTT foi pioneira no retorno das atividades com a realização de uma prova no mês de agosto, seguindo protocolos de segurança contidos em uma cartilha desenvolvida pela própria entidade em parceria com o NBQM.

Resultados completos e todas as informações no site da associação.

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação

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Esportes

ABET conclui etapa final do Campeonato Brasileiro

Associação segue agora com as inscrições para GP Brasil Virtual Maripá, com R$13 mil em prêmios já garantidos

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ABET conclui etapa final da Copa Brasil

No último dia 1º, a ABET – Associação Brasileira de Equitação de Trabalho concluiu a 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho. A princípio, vale lembrar que a entidade, em contrapartida de outras associações, optou pelo cancelamento das provas presenciais, criando o Campeonato Virtual, um simulado virtual das provas da modalidade.

Fases

Só para exemplificar, uma competição de Equitação de Trabalho é composta por três etapas distintas, disputadas individualmente pelo conjunto: Ensino, Maneabilidade e Velocidade. Em uma prova normal, presencial, o cavaleiro monta o mesmo cavalo nas três fases para ter sua nota final.

O Ensino é similar a prova de Adestramento e demonstra as habilidades atléticas do cavalo, que atendente aos comandos do cavaleiro. Visto que na Maneabilidade, o objetivo é evidenciar a capacidade do conjunto em superar com tranquilidade, precisão, estilo e regularidade alguns obstáculos que reproduzem dificuldades encontradas no campo. Similar a fase de Maneabilidade, a Velocidade precisa ser cumprida ao cronômetro.

Etapa Final

Ney Messi, presidente da associação, destaca que a última etapa contou com bastante equilíbrio. “Quase todas as categorias foram definidas na última etapa, com variações entre os ganhadores. Tivemos Quarto de Milha, Mangalarga Marchador, Crioulo e outras raças”, comenta.

Nesse sentido, o funcionamento das etapas, dividido em categorias, consiste em vídeos enviados pelos inscritos, publicados no feed do Instagram da ABET por 24 horas. Cada inscrito foi julgado dentro da sua categoria no percurso com cinco obstáculos.

Competições Virtuais ABET

Do mesmo modo, a ABET segue agora com o GP Brasil Virtual Maripá, que a partir dessa sexta (11), abre as inscrições promocionais. Para essa competição, a associação já tem 13 prêmios de R$ 1 mil garantidos.

Contudo, o presidente da entidade fala da possibilidade do retorno das competições presenciais ainda neste ano. “Temos grande expectativas para uma prova presencial no final do ano, temos alguns campeonatos programados. Para este ano, vamos tentar uma prova ou duas no estado de São Paulo, uma em Brasília, claro que, tudo de acordo com o decorrer da pandemia de Covid-19”.

Por fim, os resultados completos da 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho estão disponíveis no site da associação e no Facebook: ABET – Associação Brasileira de Equitação de Trabalho.

Por Heloísa Alves
Crédito da foto: Divulgação/Ney Messi

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Três Tambores & Seis Balizas

Recorde Mundial: Evelino Rocha é o novo recordista dos Três Tambores

Na sela de Rollin In The Fame, o treinador sagrou-se campeão com o tempo de 16s369 durante o 30º Congresso Brasileiro da ABQM

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Na sela de Rollin In The Fame, o treinador sagrou-se campeão com o tempo de 16s369 durante o 30º Congresso Brasileiro da ABQM

O 30º Congresso Brasileiro da ABQM – Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha foi palco do recorde mundial de Três Tambores. O Parque Clibas de Almeida Prado parou para ver tal feito, que bombou em todas as redes.

O treinador Evelino Rocha, montando a égua alazã Rollin In The Fame (Dash Ta Fame x Rods Last Ladybug), se tornou o novo recordista mundial de Três Tambores com o tempo de 16s369, que foi alcançado na categoria Aberta Senior. Antes de mais nada, vale lembrar o recorde anterior que era de Sidnei Junior x Game Boy EK – 16s374, também batido em solo brasileiro.

Para Evelino, a conquista foi emocionante, sendo a terceira vez que ganha um Congresso da ABQM e dessa vez, com mais um recorde batido. “É uma emoção muito grande, só me dei conta quando o locutor anunciou o feito”, comenta.

Recorde Mundial: Na sela de Rollin In The Fame, o treinador sagrou-se campeão com o tempo de 16s369 durante o 30º Congresso Brasileiro da ABQM

Qualidade das pistas

Bem como, o treinador destaca que a qualidade da pista contribuiu bastante e elogia a competição realizada em Araçatuba (SP). “A pista estava ótima, não tinha como ser diferente. Não adianta ter o preparo do animal, o meu preparo, se a pista não estiver em boas condições para a prova”, destaca Evelino.

Igualmente, Octávio Faria, que contribuiu na orientação do preparo da pista, comemora o recorde mundial. “Em 2019, essa pista apresentou alguns problemas e teve algumas reclamações. E para este ano, a ABQM me procurou para auxiliar no preparo”, relembra.

Conforme Octávio, membro da Comissão de Pista e também competidor de Três Tambores, é muito satisfatório ver algo em que trabalhou apresentando um resultado positivo e com visibilidade mundial.

“Para mim, a pista é a parte fundamental da prova, onde os cavalos mostram o seu desempenho. Foi um trabalho que vinha sendo desenvolvido há algum tempo, com muito estudo. A sensação é de que todo o trabalho valeu a pena, é gratificante”, comenta Octávio que tem em sua trajetória duas pistas com recorde mundial.

Sob o mesmo ponto de vista, a segurança da pista também é parte fundamental na sua construção, o quartista destaca que para a pista funcionar, a base é a segurança que ela vai ter tanto para o competidor, quanto para o cavalo.

Por fim, ele agradece a todos que contribuíram para esse recorde. “Sozinho não fazemos nada, preciso agradecer ao tratorista ‘Zoi’, que trabalha comigo há um tempo, sempre me escutando e sendo parceiro”.

Por: Heloísa Alves
Crédito das imagens: Hugo Lemes/ABQM

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Corrida

GP Megarace, um dos maiores da América Latina distribui bolsa de R$555 mil

GP Megarace teve disputa acirrada. O zaino Splendido foi quem alcançou o topo mais alto do pódio, concluindo a prova em 21s546

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GP Megarace, um dos maiores da América Latina distribui bolsa de R$555 mil

No último sábado (05), o Jockey Club de Sorocaba foi palco da grande final o GP Megarace – Gianni Franco Samaja. Uma prova de 402 metros que é considerada uma das maiores da América Latina. Com uma bolsa de R$ 555 mil, quatro animais estavam na disputa desse páreo.

Na sela de D Oliveira, o zaino Splendido foi quem alcançou o topo mais alto do pódio do GP Megarace. De criação de Érico Braga e propriedade de Eladio Benevides, alcançou a marca de 21s546, com um pescoço de vantagem de The Good Kisser Wa.

GP Megarece, um dos maiores da América Latina distribui bolsa de R$555 mil
Ganhador do GP Megarace

Sendo assim, The Good Kisser Wa (Good Dash Reason Wa X Kiss Me For Me Sa), ficou com o segundo lugar, com o tempo de 21s592. Logo após, Valentino Fantastic com 21s742 em terceiro e Party Hard em quarto com a marca de 21s820.

Além da bolsa de R$ 555 mil, o GP entregou um carro ao treinador e uma moto ao jóquei vencedor e uma moto aos demais treinadores.

Outros páreos

Ainda no sábado, o Jockey Club recebeu as disputas de cinco páreos do GP Super Speed, o torneio especial Guilherme Gregolin, páreo Haras Fazenda São José e páreo Edi Carlos Rodrigues de Paula.

Todos os resultados já estão disponíveis no site do Jockey Club de Sorocaba.

Fonte: Jockey Club de Sorocaba
Crédito das fotos: Divulgação/JCS

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Hipismo

Top 10: Marlon Zanotelli integra seleto grupo do ranking mundial

Maranhense radicado na Europa, campeão pan-americano individual e por equipes no Pan 2019, é forte candidato ao Time Brasil de Salto em Tóquio

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Maranhense radicado na Europa, campeão pan-americano individual e por equipes no Pan 2019, é forte candidato ao Time Brasil de Salto em Tóquio

No ranking mundial de Salto FEI Longines, com eventos válidos entre 01/06/2019 e 31/05/2021, pela primeira vez, Marlon Modolo Zanotelli, campeão individual e por equipes no Pan Lima 2029, adentrou o seleto grupo Top 10.

Antes de mais nada, vale destacar que a liderança mudou de mãos, indo do campeão olímpico suíço Steve Guerdat, que agora aparece em 2º com 3225 pontos, para o alemão Daniel Deusser, atual líder com 3385 pontos.

Cabe ressaltar que Marlon é 10º com 2645 pontos, apenas 35 pontos a menos que o 8º o irlandês Darragh Kenny, 2680 pontos, e apenas 3 pontos atrás do norte-americano Mc Lain Ward, 9º, com 2648 pontos.

Além disso, dentre os títulos do campeão pan-americano Marlon, maranhense que reside na Europa há cerca de 13 anos, estão a vitória no GP5* em St Tropez 2020 e o recente vice-campeonato GP5* Rolex Masters s´Hertogenbosch 2021 na Holanda.

Maranhense radicado na Europa, campeão pan-americano individual e por equipes no Pan 2019, é forte candidato ao Time Brasil de Salto em Tóquio

Rumo a Tóquio

Nesse ínterim, o cavaleiro é forte candidato a integrar o Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. E na próxima semana defende o país em busca do bi na prestigiada Copa das Nações do CSIO5* de La Baule, na França. O Brasil garantiu o seu histórico ouro em La Baule, em maio de 2018.

A comissão técnica do Time Brasil de Salto é formada pelo técnico Philippe Guerdat, Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe, Rodrigo Sarmento, diretor técnico, e ainda ao lado do conselheiro Nelson Pessoa. E tem até 21 de junho para enviar a lista de atletas nomeados para os Jogos Olímpicos, com definição até 5 de julho.

Fonte: CBH
Créditos as fotos: Divulgação/Luis Ruas/Peggy Schroeder

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ROPER'S SPORTS

Laçador busca seguir carreira como profissional

Paixão pela modalidade começou quando ainda era criança e ajudava o seu avô na fazenda

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Laçador busca seguir carreira como profissional

Natural de Pontalina (GO), o laçador Marcos Paulo Rodrigues Rezende, mas conhecido como Nonete, começou a sua história no meio do cavalo quando ainda era criança. “Quando pequeno ajudava meu avô na fazenda, assim começou a minha paixão pelos cavalos”, conta Marcos.

Foi através desse contato, que fez Nonete se tornar um amante de laço. “Como eu era apaixonado pelos cavalos, eu ganhei uma oportunidade de praticar o Team Roping, e depois disso não abandonei mais o esporte e decidi seguir carreira e ser um profissional”.

Um dos seus principais sonhos é ser um grande profissional, e ele já está nesse caminho. Com títulos na Copa Eldorado, Copa Cactus, Rancho JR e Desafio TA, provas que sempre participa e laça cabeça.

O laçador, que atualmente treina no Rancho PH com Paulo Henrique Santos Balieiro, agradece a todos que contribuem para o seu sucesso. “Agradeço primeiramente à Deus, a minha família por me apoiar a fazer o que eu mais gosto, que é praticar o esporte Team Roping, e meus amigos por sempre me apoiar e me ajudar no dia a dia. Agradeço o apoio de sempre dos meus patrocinadores pelo o suporte: 2K Jeans, 2K Trailer, Mid Country, World Country, Excellence Equine”.

Colaboração: Verônica Formigoni
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Hipismo

15ª CSN Copa JK tem campeões definidos da primeira Seletiva para Sul Americano da Juventude

Felipe Pimenta e HFB Kentucky conquistaram a Copa Ouro (1.35m), Marco Antônio Modesto Filho e Cashley foram campeões da Copa Prata (1.30) e João Victor Cunha e Elegance Cequipel levaram a Copa Bronze (1.20m)

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XV CSN Copa JK define campeões da primeira Seletiva para Sul Americano da Juventude

A Sociedade Hípica de Brasília (SHBr) recebeu, no período de 28 a 30 de maio, a 15ª edição da tradicional CSN Copa JK, que foi marcada pela reativação da pista de grama da hípica e o recorde de mais 435 conjuntos participantes.

Após três dias de provas, foram revelados os campeões da primeira seletiva para o Sul Americano da Juventude. Na categoria Junior (1.40m), Lis de Paula Lacerda e Tigger Van de Held, representantes da Federação Hípica de Goiás, foram os campeões, com atuação excelente e quatro pistas zeradas durante o concurso.

“Estou muito contente com o resultado da seletiva de Brasília, superou todas as minhas expectativas porque não esperava zerar todos os percursos. Fiquei muito contente com o nosso conjunto, estamos muito bem, e senti que podemos superar todos os desafios que vierem por aí. Também foi muito bom saltar na pista de grama, gostei muito da experiência e é uma pista muito bonita”, comentou a campeã.

Na categoria Pré Junior (1.30m) o destaque foi para o brasiliense João Vitor Lemos (FHBr) montando Cristiano JMen, conjunto que é atual campeão Sul Americano na categoria Mirim.

A vitória da categoria Mirim (1.20m) foi para Federação Hípica de Minas Gerais (FHMG), o representante Henrique Renno Silva foi campeão montando Charlotte da Ceciliana. O campeão da categoria Pré Mirim (1.10m) foi Vítor Iaze e Oracle Tok (FHMG).

Seletiva Sul Americano da Juventude

A próxima seletiva para o Sul Americano da Juventude já tem data marcada, e será no período de 01 a 04 de julho, na Sociedade Hípica Paranaense, com os campeonatos brasileiros das categorias valendo como seletiva.

Vale lembrar que em 2020, o Sul-americano da Juventude no Equador foi cancelado devido a pandemia e esse ano, após a desistência do Uruguai de realizar o campeonato, a Confederação Brasileira de Hipismo pleiteou o evento junto à Federação Equestre Internacional para o mês de setembro em São Paulo.

Disputas das Copas Ouro, Prata e Bronze 

Além das seletivas, a pista de grama da Sociedade Hípica de Brasília também recebeu as emoções das Copas Ouro, Prata e Bronze, e provas das categorias Cavalos Novos e 1.20m, que distribuíram mais de R$ 25 mil durante os três dias de evento.

Na sexta-feira, a Copa Prata encerrou o dia de disputas com obstáculos a 1.30m. Sagrou-se campeão o brasiliense Amador Top Marco Antônio Modesto Filho, montando Chevaux Cashley:

A disputa de sábado foi a Copa Bronze (1.20m), e o grande campeão foi o Jovem Cavaleiro João Victor Cunha montando Elegance Cequipel, com tempo de 35s22 no desempate, seguido por Daniel da Rocha e Lambrusco 2M com tempo de 39s89, e o terceiro lugar de Renata Lustosa Vieira e Zea das Cataratas, com tempo de 39s92.

Encerrando a XV edição do CSN Copa JK, a Copa Ouro (1.35m) contou com apenas cinco conjuntos zerados na primeira volta. Um deles foi de Luiz Felipe Pimenta Alves com HFB Kentucky que no desempate garantiu a vitória com outro zero e o menor tempo, de 45s01. A segunda colocação foi de Gabriel Galvão e Carlucci GMS, com zero pontos perdidos e 48s87, seguido por Flávio Grillo e Kirk do Cach com 50s98, únicos três conjuntos que zeraram o desempate.

Todos os resultados da 15ª Copa JK podem ser consultados no site da Federação Hípica de Brasília.

Colaboração: Assessoria FHBr
Crédito das fotos: TM Foto e Vídeo

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Hipismo

Tony Fortino vence GP na 3ª Copa Santo Amaro 2021

Essa edição de um dos campeonatos mais concorridos de Salto no Brasil bateu novo recorde com 1,5 mil inscrições

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Entre as provas mais aguardadas da programação da Copa Santo Amaro, o GP aconteceu no sábado (29), e garantiu momentos de muita adrenalina. Dos 40 conjuntos, 15 foram no desempate. Penúltimo em pista o ‘top’ da casa Tony Fortino (foto) levou Protocolo à vitória. Sem faltas, o conjunto marcou 35s12.

Em segundo lugar, o medalhista pan-americano Cesar Almeida com Chicago O. Pista limpa em 35s55. Já o jovem talento santamarense Dudu Barbara, com RSF Princesa, garantiu o terceiro posto. Em meio as consagradas feras do Hipismo brasileiro, zerou os dois percursos e marcou 35s69. 

Por outro lado, o mini-GP, a 1.30m,  na sexta (28), foi o ponto alto. Entre 79 conjuntos, 14 garantiram vaga no desempate. O último em pista levou a melhor: Guilherme Foroni com Estrela del Semilly. Único a zerar abaixo da casa dos 30 segundos, pista limpa, 28s92. Maique Venâncio montando Carabella foi vice, pista limpa, 30s0.

Copa Santo Amaro: essa edição de um dos campeonatos mais concorridos de Salto no Brasil bateu novo recorde com 1,5 mil inscrições
Guilherme Foroni

Recorde de inscritos

Com toda a certeza – e os números mostram isso – o maior ranking interclubes de Salto do país surpreende a cada prova, com sucessivos recordes de participação e crescimento do esporte. A 3ª Copa Santo Amaro 2021 aconteceu no último final de semana, de 26 a 30 de maio, com mais de 1,5 mil inscritos.

Essa é a 23ª edição da Copa Santo Amaro de Salto no Clube Hípico de Santo Amaro de todos os tempos. Ademais, em 2021, o evento já começou batendo recordes. Na primeira etapa, em fevereiro, 1.115 participações. Em seguida, a segunda etapa, entre 6 e 9 de maio, registrou o segundo recorde consecutivo, 1.272 participações.

De acordo com informações do CHSA, sediado na capital paulista, a busca pela prática do Hipismo durante a pandemia da Covid-19 surpreende. De modo que pode ser sentida com fila de espera na Escola de Equitação e por cocheiras no tradicional clube na zona sul de São Paulo.

Resultados completos: www.chsa.com.br.

Fonte: Brasil Hipismo
Crédito das fotos: Divulgação/Luis Ruas

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Hipismo

Enduro Equestre é um dos sete esportes hípicos regulamentados

Com resistência e velocidade, nada mais é do que uma corrida de longa distância a cavalo, com percursos que variam de 35 a 160 quilômetros

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Palavra de origem inglesa, o Enduro Equestre (Endurance) se traduz como competição longa em que a velocidade deve se adequar à resistência. Seus fundamentos são simples e a prática proporciona uma interação do homem com o cavalo e dos dois com a natureza.

Além disso, as corridas a cavalo por longas distâncias fazem parte da história do homem desde a domesticação desses animais. O Enduro que conhecemos hoje é resultado de uma evolução já quase bicentenária. Seu precursor foi o ‘Pony Express’, correio americano a cavalo. Entre 1860 e 1861, atravessava os Estados Unidos de leste a oeste, entre Saint Joseh, no Missouri, e Sacramento, na Califórnia.

Antes de mais nada, o ‘Pony Express’ teve como criadores William Russell, William Waddell e Alexander Magors. Na rotina, estabelecia postos onde os cavalos eram trocados, em trechos que variavam de 10 a 15 milhas, enquanto substituam-se os cavaleiros a cada 75 ou 100 milhas.

Por outro lado, em 1883, o lendário Búffalo Bill criou um show que incluía uma prova de longa distância em homenagem ao ‘Pony Express’. Dessa forma, as apresentações do Wild West Show na Europa inspiraram a criação das provas de resistência.

Enduro Equestre: com resistência e velocidade, nada mais é do que uma corrida de longa distância a cavalo, com percursos em distâncias

O Enduro

Modalidade integrante do quadro da Confederação Brasileira de Hipismo, o Enduro é um dos sete esportes hípicos regulamentados pela Federação Equestre Internacional. De acordo com as especificações do esporte, seus fundamentos são simples e a prática proporciona uma interação do homem com o cavalo e dos dois com a natureza.

Logo após a largada (todos juntos, como numa maratona), os conjuntos percorrem trilhas marcadas com tinta e fitas coloridas. Bosques, parques, florestas, pastos, estradas de terra e demais cenários típicos do meio rural. As trilhas impõem percursos que vão de 35 a 160 quilômetros e as competições se dividem em Velocidade Limitada e Velocidade Livre.

Quem começa na modalidade disputa provas de Velocidade Limitada, por exemplo, com percursos vão de 15 a 60 quilômetros, velocidade determinada pelos organizadores da prova. Quem termina dentro do tempo pré-determinado, ou o mais próximo dele, vence. No entanto, é imprescindível que o animal apresente batimento cardíaco baixo e boas condições físicas para o conjunto não ser eliminado.

A cada etapa do percurso, ou a cada anel, como se chamam as fases da prova, e que variam de 15 a 25 km entre um e outro, o animal passa pelo vet-check (avaliação veterinária). Portanto, a equipe só libera para dar continuidade à prova se o cavalo apresentar condições de permanecer na trilha. Caso contrário o conjunto sai da competição. A mudança de categoria se caracteriza pelo aumento do percurso e da velocidade.

Disputadas contra o relógio, nas provas de Velocidade Livre as distâncias variam de 40 a 160 quilômetros. Condicionamentos físico e emocional estão atrelados e garantem o cumprimento do percursos. Os aneis são distribuídos de 10 a 40 quilômetros e, da mesma forma que na Limitada, o animal só é liberado com tudo ok no vet-check.

Enduro Equestre: com resistência e velocidade, nada mais é do que uma corrida de longa distância a cavalo, com percursos em distâncias

Enduro Equestre no Brasil

No Brasil, o Enduro Equestre chegou no início dos anos 80. As competições de 12 a 20 quilômetros faziam parte das provas da Associação Brasileira de Hipismo Rural. Só para ilustrar, a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Árabe também foi importante no fomento do esporte nesse início.

A primeira prova aconteceu em 1989, em Tremembé/SP. A Maristela Cup, promovida por Homero Diacópulus, da Verdes Eventos. Desde o ano seguinte, 1990, o Enduro faz parte do quadro de modalidades oficiais da CBH. Aliás, foi justamente nesse ano que a CBH realizou o primeiro campeonato brasileiro da modalidade.

Nas décadas de 80 e 90, três vertentes dominavam o esporte no Brasil. A Verdes Eventos, de Homero Diacópulus, como dito, deu a largada. As provas que ele organizava seguiam o modelo francês.

Em seguida veio a Copercom, de Adolpho de Souza Naves Jr e Malu Frisoni. Apoiadores que espelhavam sua conduta no modelo norte-americano. Por fim, o Enduro contou a Malheiro & Malheiro, de Sebastião Malheiro Neto. Ele foi o responsável pela instituição do modelo ‘trail’, baseado em planilhas.

Não importando o gênero, modalidade chama atenção de homens e mulher. A partir dos 14 anos, os interessados já ficam aptos a começar. Acima de tudo, o sucesso no Brasil, entre outros fatores, se deu por conta do clima e volume de animais. Apesar de aberto a todas as raças, são os cavalos de sangue Árabe os maiores protagonistas do esporte.

Fonte: CBH, Instituto Enduro Brasil
Crédito das fotos: FEI

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Tie-down Roping

Valter Firmino de Holanda conta que a paixão pelo Laço foi imediata

Apaixonado por cavalos desde pequeno, o laçador e treinador fez um curso de Três Tambores e no mesmo dia conheceu o Laço; nunca mais parou

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“Desde criança sempre gostei de cavalo e queria estar no meio”, conta Valter Firmino de Holanda, o Bill, de Pirassununga/SP. Até que em 2000 ele teve a oportunidade de fazer um curso de Três Tambores com Paulo Saraiva.

“Como a tarde ele treinava Laço Individual e eu fiquei por lá o dia todo, acabei assistindo o treino. No mesmo dia comecei a laçar no cavalete. Me apaixonei de cara e nunca mais aquilo saiu de mim”, lembra o laçador.

Mais somente em 2007 ele decidiu se dedicar integralmente. “Tive uma oportunidade com o Marcelo Ferreira, então comecei a levar a coisa mais a sério. Assim, passei a ir às provas com o intuito de maiores conquistas no esporte”. E deu tudo certo!

Entre os títulos que Valter Firmino de Holanda destaca, estão os de campeão da Copa Vale 2009 categoria Iniciante, campeão de etapas da ANLI em 2012 como Amador. Pela ABQM, ele foi campeão Potro do Futuro 2010 Aberta Castrado, campeão Nacional Profissional Light 2017 e 2019 no Laço Individual Técnico. Galga, portanto, todos os degraus da profissão de treinador.

Apaixonado por cavalos desde pequeno, Valter Firmino de Holanda fez um curso de Três Tambores e no mesmo dia conheceu o Laço; até hoje

Destaques

Nessa trajetória de quase 15 anos no Laço Individual, Valter Firmino de Holanda atesta que guarda algumas pessoas em um lugar mais especial. “Meus ídolos no esporte são as pessoas que mais me ajudaram desde sempre, como o Paulinho Saraiva e também o Marcelo Ferreira (Véio). O Marcelo foi, sem dúvida, o profissional que mais me ensinou sobre o Laço Individual.

E os cavalos também fazem parte dessa caminhada. Entre os que mais marcaram a carreira do treinador, está o Penacho, com quem Bill saiu da categoria Amador para a Profissional. Mas ele destaca ainda Justus Dell Ciello, de propriedade de Ícaro Dellai, companheiro no título de campeão Nacional ABQM.

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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