“Cresci no campo ajudando meu pai e sempre fiquei em meio aos cavalos, já com foco no mundo do laço em dupla”

Quando um esporte passa a fazer parte da vida de um profissional, levando em conta todo o envolvimento, além da responsabilidade e dedicação necessárias, faz que o reconhecimento seja uma consequência. A família, os amigos e todos que conhecem este profissional passam a vivenciar um pouco dessa rotina nada fácil.

Assim é a vida de Edivaldo Martins Gomes, que aos 31 anos de idade é considerado o melhor laçador de cabeça do Brasil. Na temporada 2018, ficou em primeiro lugar no ranking geral da Elite Team Roping.

Edivaldo nasceu em Itapuranga/GO e reside hoje, em Luiz Eduardo Magalhães/BA. Ele diz que seu envolvimento com o Team Roping vem sendo passado por gerações nascidas e criadas na fazenda. “Cresci no campo ajudando meu pai e sempre fiquei em meio aos cavalos, o que me fez tomar gosto pelo esporte já com foco no mundo do laço em dupla”, explica o laçador.

O que ele mais gosta nesta modalidade são as verdadeiras amizades que conquistou no decorrer de todos esses anos. Atualmente o profissional treina no Rancho Liberdade, localizado no estado da Bahia, montando os cavalos Cauntry e Mico. Juntos participam de grandes provas como a ETR, a CPTR, a CPLD e a Revolution.

Dentre tantos títulos já conquistados, o laçador destaca que o mais importante para ele, é sem dúvida, ter sido consagrado o melhor Cabeceiro da temporada 2018 pela ETR. Edivaldo diz que seu grande sonho é ir para os Estados Unidos representar seu país na modalidade que pratica.

Quando perguntado sobre os seus ídolos, ele garante que sua principal base e seu ídolo número um sempre será seu pai. Foram muitas laçadas que marcaram a história do profissional, mas ele destaca uma em especial. “No Rodeio de Goiânia, eu e meu parceiro Tales Miranda, conseguimos cravar um tempo de 3s56. Esse registro ficou marcado de forma especial pra mim”, conta.

Outro momento que ficará para sua história foi o dia em que foi homenageado em Barretos, recebendo a fivela de melhor Cabeceiro de 2018. O laçador finaliza agradecendo por tudo que é hoje. “Agradeço primeiramente a Deus, pois sem ele jamais chegaria onde estou! Também aos meus patrocinadores que acreditam em meu trabalho.”

Por Camila Furtado/Editora Passos
Foto: Marilza Barros

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