Tie-down Roping

André Taneguchi conheceu o laço e se encantou de cara

“Sonho como competidor é que o laço continue se fortalecendo cada vez mais e nunca acabe”

Natural de São Bernardo do Campo/SP, André Taneguchi começou desde sua infância a trajetória junto aos cavalos. “Quando criança ia muito com meu pai para o Mato Grosso pescar”.

Dessa forma, ele convivia muito com peões de fazenda. “Ficava encantado com os cavalos, as tralhas e as modas de viola”.

Até que em 1995, André comprou uma égua comum. “O ‘vírus’ equestre me contaminou”. Aos 38 anos, residindo em Pirassununga/SP, o laçador lembra que sua escolha pelo Laço de Bezerro foi logo em seguida.

Em 1996 André Taneguchi assistiu uma prova no Rodeio de Piracicaba. De tal sorte que se encantou com o laço e não parou mais de laçar.

Atualmente suas parceiras de sela são Festa Ray Jassy e Sonhadora Bee Dee. Dessa maneira, André Taneguchi tem entre os títulos: reservado campeão Campeonato da CRLB 2004, finalista Rodeio de Piracicaba 2004.

E ainda: quinto lugar Amador 2004 Rancho Ryallis (Prova do Fezinha), quinto lugar 2005 CRLB, campeão da Feife 2007, terceiro lugar Exposhow 2007, terceiro lugar  Copa dos Campeões ABQM – Principiante, quarto lugar ARLI 2018. Entre outros.

Para o laçador não existe uma prova melhor que a outra, pois hoje no Brasil tem muita prova boa.

Futuro

O seu sonho é bem simples: “Como competidor é que o laço continue se fortalecendo cada vez mais e nunca acabe”, expõe.

André agradece sua família e os que o apóiam nessa jornada. Não só a esposa Fernanda, como também José Milton, Branco Billy (Rancho Nativa) e seu cavalo Poco Brown RD, o começo de tudo.

Por fim, o laçador finaliza fazendo um resumo do laço, sob seu ponto de vista. “O Laço de Bezerro hoje mudou muito da época que comecei. Já que naquela época tinha muitas provas em rancho, mas não tinha categoria, premiação era baixa, pois era rateio das inscrições. Atualmente é dividida em categoria,a premiação melhorou em dinheiro, fivela para o primeiro lugar e a tropa aprimorou também geneticamente, enfim houve uma evolução visível.”

Por Verônica Formigoni
Foto: Rodolfo Lesse

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