A meta dela é procurar sempre evoluir como competidoras e os cavalos que ela treina

Silmara Castro, 29 anos, começou a montar aos seis anos de idade. Com quem é hoje um mestre na arte de domar potros, Seu Dito Monzinho. Porém, a escolha pelo esporte foi na adolescência, como ela conta.

“Meu pai me levava para montar uma égua de passeio Mangalarga que ele tinha. A escolha de competir Três Tambores foi com 14 anos de idade. Minha amiga Maita, que treinava com seu Dito, um dia me chamou para assisti-la, então fui lá sem compromisso”, lembra Silmara.

“Mas aí acabei gostando do esporte. Vi via toda aquela adrenalina quando faziam um tempo baixo e pensei comigo: ‘será que consigo fazer esse trem?!’. Então comecei a treinar com o Dito mesmo, ele me emprestava alguns cavalos para competir”.

E a atleta, natural de Jacareí, foi galgando passos largos no esporte e se tornou uma profissional, hoje ela treina alguns animais em seu rancho, em Santa Isabel, interior de São Paulo. Atualmente Silmara monta os cavalos do Dr. Fabiano, que ficam alojados em seu CT: Emoção Ta Fame, First Lady Moose e Flower Líder, entre outros.

As provas que Silmara acompanha ultimamente são:  Campeonato Regional Oeste, Copa Victory Fly, NCQM e NAQM. E ela traz em seu currículo importantes títulos, entre eles: campeã Campeonato CT Victory Ranch, vice do Rodeio de Igaratá, campeã no Rodeio de Santa Isabel, top 10 Potro do Futuro ABQM Aberta Light e Feminino.

Ela fez o menor tempo no Potro do Futuro do Grand Prix, com a Galega Stug, porém não ganhou porque era média. “Mas entre todos, teve um especial, o Slot Race Feminino, em Maringá. Fui reservada campeã com a Galega Stug e fiquei muito feliz. O Marcos Monzinho que a treinou”, conta Silmara.

Há 15 anos no esporte, a treinadora tem seus sonhos. Como competidora é melhorar seus tempos e tentar se manter entre os Top 10. Também melhorar seu rancho, para proporcionar uma estrutura melhor ainda para os animais e os treinamentos.

Silmara analisa de forma positiva todo esse tempo que está no esporte e fala da evolução. “Hoje vejo que os Três Tambores evoluiu muito desde aquela época, melhorias foram feitas que ajudaram o esporte a evoluir, como: categorias melhor distribuídas, premiações,  incentivos para cavalos castrados, incentivos para jovens, amadores e paratletas. Acho que isso ajuda muito no esporte que só tem a crescer!”.

A competidora termina agradecendo primeiramente a Deus, pelos resultados que vem conquistando. Também agradece ao Seu Dito Monzinho, que a colocou no mundo dos Três Tambores e por sempre a ajudá-la e incentivá-la a ter bons resultados.

“Agradeço também ao Fabiano Bento, pela confiança no meu trabalho e esforço; ao Marcos Monzinho, que está sempre pronto a ajudar quando preciso; ao Juninho Medeiros, que me dá uns puxões de orelha (risos), me ajudando a melhor meu treinamento; ao Rancho Pais e Filhos, que me dá apoio nas provas!”

Por Verônica Formigoni
Foto: Hugo Lemes

3 Comentários

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