Cavaleiro iniciou na modalidade Rédeas do cavalo Crioulo aos 15 anos de idade

Natural de São Luiz do Purunã/PR, a lida com o cavalo começou bem cedo na trajetória do cavaleiro Adilson da Cruz de Lima. Nesse sentido, foi aos 13 anos de idade que ele passou a trabalhar na área.

Porém, foi aos 15 anos que conheceu a modalidade de Rédeas como resultado do contato com o criador Alceu Estevão da Cruz, da Cabanha Esperança do AEC, de Balsa Nova/PR.

Sobretudo, com essa oportunidade em vista, Adilson abraçou de vez o cavalo e, literalmente, tomou as rédeas de sua própria vida.

“Trabalhei muito tempo com ele [Alceu], seis, sete anos, e temos uma amizade muito grande. Certamente, foi o cara que me colocou no mundo da Rédeas e que me deu a oportunidade de correr com O Caminho do AEC”.

Adilson Cruz no topo do Rédeas de Ouro

Contudo, foi com esse baio que Adilson Cruz chegou ao topo do Rédeas de Ouro 2018, na categoria Principiante Aberta. “O Caminho do AEC é um cavalo que ajudei a domar no começo, depois foi para fora. Passei um ano na Argentina, voltei e fui trabalhar com o seu Alceu novamente”.

Na ocasião, o cavaleiro teve a oportunidade de trabalhar com o Caminho do AEC novamente. “Ele é um bom cavalo. Daí a gente fez um projeto e, graças a Deus, deu tudo certo”, celebra.

Com a meta de ser “um excelente treinador, um nível 4 bom”, Adilson trabalha em Curitiba/PR e treina no CT Rancho das Araucárias. “Minha rotina de treino é forte. Treino todos os dias, praticamente, e os meus maiores objetivos nas rédeas, como todo mundo, é ser campeão”.

Leia mais notícias sobre o cavalo Crioulo

Para o Rédeas de Ouro 2019, que acontece de 9 a 14 de dezembro, em Campina Grande do Sul/PR, Adilson Cruz levará três animais para correr Potro do Futuro e Campeonato Nacional.

São eles Preciosa do AEC, Soberano do AEC e Cerro Campero Juramento. Assim, ele garante: “Vou tentar de novo ganhar um N2, talvez, um Potro do Futuro”, finaliza.

Fonte: ABCCC