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Mamães e fashionistas, preparem-se para enlouquecer!

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Marca americana cria aplique de franjas para botas e faz toda a sua campanha com foco nas crianças

A peça, por si só, já é algo fashion e top de se usar. São as custom handmade fringe boot buckles. Ou seja, fivelas de franjas artesanais personalizadas para botas. É algo como pegar aquela bota simples que você já tem em casa e adicionar um ‘tchan’!

A ideia é da Vagabond Boot Co e não tem muito segredo para explicarmos a peça. São alças de couro, presas ao redor do cano da bota com um botão, e franjas de couro caindo ao redor. A ideia é ter criatividade para escolher as cores, combinar tudo com as roupas que você já usa, e arrasar.

Sem mais delongas, vamos dar uma olhadinha nas fotos!!!

Fonte: Cowgirl Magazine
Fotos: Vagabond Boot Co

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Crianças x cavalgadas: a partir de qual idade podem participar?

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Criança andando a cavalo - Alexander Drummer

Pais e responsáveis devem ficar atentos com alguns cuidados antes de desfrutarem desses momentos em família

Foi-se o tempo – felizmente – em que cavalgada era algo restrito somente para adultos. Hoje em dia vemos a cada dia mais crianças participando deste tipo de evento, tornando-o uma boa oportunidade de convívio familiar, seja ele entre pai e filhos ou mesmo avó e netos.

Mas para que a cavalgada seja segura para a criança e, assim, possa proporcionar  boas recordações, é bom os pais ou responsáveis ficarem atentos com alguns cuidados. Entre eles está a idade ideal para que a garotada participe desses eventos.

Segundo especialistas, o ideal é que seja a partir dos 8 anos, posto que é a idade que a maioria das escolas de equitação iniciam suas aulas voltadas para o público infantil. Tal situação deixa evidente que para que uma criança possa participar de uma cavalgada ela precisa passar, antes de tudo, por um aprendizado.

Por isso, as escolas de equitação, hípicas e centros de treinamento tem recebido cada vez mais crianças interessadas em aprender a “andar a cavalo”. Atualmente existem até clínicas de cavalgada que tem como proposta justamente este tipo de aprendizado inicial e básico.

 

criança montada a cavalo

Criança precisa ter, pelo menos, conhecimentos básicos de equitação antes de participar de uma cavalgada

 

Nesse sentido, vale ressaltar uma dica importante: o aluno deve aprender a cavalgar com o ritmo e a segurança do próprio cavalo. Isto é, o bom cavaleiro, independente da idade, se une ao cavalo, ultrapassa a própria força e velocidade, e supera a condição humana.

Crianças são fascinadas por cavalos

Em sua grande maioria, as crianças são fascinadas por cavalos desde o primeiro contato, do olho no olho, do toque da pele com o pelo. Em contrapartida, a relação também parece ser bem recíproca. 

Com um sentido extremamente apurado, o cavalo parece sentir que tem uma criança em seu dorso e passa até a ter um comportamento diferenciado. Prova disso é que o afeto e a confiança que o cavalo transmite à criança auxilia no desenvolvimento da autoconfiança e do senso de responsabilidade.

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Diante disso, a cavalgada só tende a trazer benefícios para as crianças, desde que observados os cuidados necessários. Se assim for, a garotada poderá sentir a constante mudança de movimentos do cavalo e esses diferentes ritmos irão estabelecer uma relação com o ritmo interno, algo revelador para uma criança.

Sendo assim, uma das melhores coisas que você pode fazer a um criança, é colocá-la em cima de um cavalo. Porque os benefícios vão além dos físicos e transcorrem as barreiras das relações interpessoais e até educacionais.

Por Natália de Oliveira
Fonte: Cavalgadas Brasil 
Crédito das fotos: Divulgação/Alexander Drummer e Divulgação/Anne Johnson

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Conheça a competidora mais jovem da pista de tambor e baliza

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competidora-jovem

Helena Luz Pereira Senis participou da sua primeira prova com 1 ano e nove meses e, atualmente, com 3 anos já soma participações em mais de 10 eventos

Quem vê pela primeira vez a pequena Helena Luz Pereira Senis, de apenas 3 anos, circulando toda trajada pelas provas de Três Tambores e Seis Balizas nem imagina que a menina é mais do que uma fã das modalidades. Na verdade, ela é detentora do título de competidora mais jovem a correr na pista de velocidade.

Foi com 1 ano e nove meses que ela participou de sua primeira prova de Três Tambores, em Bauru, no interior de São Paulo. Na ocasião, ela até ganhou um troféu por ser a competidora mais jovem entre os demais inscritos.

Posteriormente, o feito se repetiu durante a sua participação nas provas de Seis Balizas do Congresso Nacional da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Quarto de Milha (ABQM).

competidora-jovem

Não basta ser a competidora mais jovem, Helena também gosta de andar toda trajada

Em entrevista ao portal Cavalus, a avó da menina, Cristina Ruiz Pereira conta que o amor da menina é tanto pelos esportes equestres que ela até chora caso a tirem de cima do cavalo.

“No congresso, ela já estava montada para a baliza e calhou do nosso treinador ter que correr com a mesma égua no tambor, na mesma hora. Como resultado, ela teve que sair da sela para que o treinador corresse e foi um escândalo, um chororô danado”.

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Mas para a felicidade da menina, esperaram o treinador dela, Daniel Araújo, participar da prova, para que ela pudesse voltar a montar no cavalo e, assim correr pelas Seis Balizas. “E saiu depois toda orgulhosa da pista”, relembra a avó.

Competidora mais jovem desde berço

A família de Helena é proprietária do Haras Thainá Cristál. Portanto, desde muito cedo a menina conviveu com esse mundo apaixonante do cavalo. A sua maior incentivadora é a madrinha Ágatha Cristál, que, inclusive, é competidora dos Três Tambores e Seis Balizas.

“Então já viu né, a Lêluz com desde bebê há estava na sela com a Ágatha. Para você ter uma ideia, chega sexta-feira ela já pede para irmos pega-la no colégio para ela ir para o haras. Vai embora no domingo super brava, porque não quer ir”, revela a avó da menina.

competidora-jovem

Competidora mais jovem gosta de combinar roupa com a sua madrinha e guia de prova

Vaidosa

Toda vaidosa, Helena faz questão de estar trajada durante as provas que participa. E se não bastasse isso, ainda pede para ir com a roupa combinado com a da madrinha, que é quem a guia, além de seu treinador, durante as provas.

Mas apesar de entrar em pista guiada, a menina já bate os pezinhos e grita: “corre madrinha, corre”. É tanto amor que sente por estar em cima de um cavalo, que Helena já soma mais de 10 participações em eventos. “Parece pouco, né. Mas se você pensar que ela só tem 3 aninhos, não é”.

Helena ama participar de provas equestres desde muito cedo

Helena ama participar de provas equestres desde muito cedo

Em conclusão, com estas provas, Helena já soma um terceiro lugar na Baliza pelo Núcleo Bauruense do Cavalo Quarto de Milha (NBQM), além dos títulos de competidora mais jovem das competições. Se continuar nessa pegada, com certeza, a menina ainda será, em suma, ainda muito vista em pódios.

Por Natália de Oliveira
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal/Cristina Ruiz Pereira

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Equitação lúdica ajuda no desenvolvimento cerebral de crianças

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Com linguagem apropriada para a faixa etária, elas aprendem as técnicas de equitação através de brincadeiras e jogos realizados junto ao cavalo

Que andar a cavalo regularmente é uma atividade extremamente benéfica para a saúde física e mental de pessoas de todas as idades, isso não é mais novidade para ninguém. Mas o que muitos não sabem é que a prática da equitação lúdica por crianças ajuda a potencializar o desenvolvimento cerebral normal do início da infância.  

Em entrevista ao portal Cavalus, a fisioterapeuta Letícia Junqueira explica que durante a prática da atividade a criança montada no cavalo recebe de 1800 a 2200 estímulos cerebrais. Isso ocorre devido ao deslocamento tridimensional do animal, que faz com que o corpo da criança realize movimentos automáticos de adaptação ao movimento do cavalo.

“Os estímulos chegam ao sistema nervoso central por meio da medula espinhal e colaboram com o processo evolutivo e para o melhor desempenho do aprendizado”.

Letícia ministra desde 2005 aulas de equitação lúdica para crianças

Letícia ministra desde 2005 aulas de equitação lúdica para crianças

A fisioterapeuta – que possui um espaço dentro do Jockey Club de São Paulo – ainda frisa que isso ocorre porque os estímulos cerebrais que chegam ao sistema nervoso atingem uma parte do cérebro que é responsável pela cognição e equilíbrio. “Com isso, reações de aprendizado e noções de equilíbrio são estimuladas na criança”, acrescenta.

Mas para alcançar tais objetivos Letícia faz uso de brinquedos, fantasias, argolas e jogos educativos durante as aulas de equitação. “Através de brinquedos lúdicos em cima do cavalo a gente consegue que a criança realize mais facilmente algumas técnicas. Por exemplo, aulas de rédeas a gente coloca cores, o trote elevado a gente coloca um bichinho junto. A ideia é ensinar brincando”.

Relação da criança com o cavalo é estreitada com a equitação lúdica

Relação da criança com o cavalo é estreitada com a equitação lúdica

Resultados da equitação lúdica

A atividade é recomenda para qualquer criança entre 2 e 8 anos e não há restrições de participação. A duração das aulas é, em média, de 30 minutos e os resultados, segundo a fisioterapeuta, são notáveis a partir do terceiro mês de prática. 

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“Durante todo esse trabalho eu vejo que a criança melhora não só a parte física, mas elas ficam também menos tímidas, começam a virar líderes do grupo na escola se colocando mais a frente, tem mais destreza nas atividades físicas, melhora o caráter”.

Equitação lúdica é recomendada para crianças de 2 a 8 anos

Equitação lúdica é recomendada para crianças de 2 a 8 anos

Letícia ainda faz questão de enfatizar. “Não é uma melhora de reabilitação, é uma melhora de potencialização, aonde a criança que estava numa zona de conforto é levada para o brilho, onde pontencializamos o que ela tem de melhor”, finaliza.

Por Natália de Oliveira
Fotos: Divulgação/Espaço Letícia Junqueira

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Quarto de bebê totalmente decorado para um mini-cowboy

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Muitos são os elementos que vão deixar esse espaço muito fofo

Se você pode ser qualquer coisa nesse mundo, porque não um cowboy? Do berço ao móbile, tudo em um quarto de bebê pode ser decorado para que o ambiente seja a personificação do verdadeiro mundo western.

Um berço de madeira, imitando uma cerca? Temos! Abuse dos tons em marrons ou de peças em madeira mesmo. Aquela corda que já não usam mais para laçar vai ser totalmente bem-vinda. Adicione um pouco de quadros com imagens do estilo, chapéu, uma min-sela, e voilá.

O cactus está muito presente na decoração western e caí bem para usá-los nesse espaço. Um tapete ou almofadas com estampas Navajo também são ótimas peças para compor. Poltrona aconchegante e cavalos, claro!

Babe nas fotos abaixo!

Fonte: Cowgirl Magazine

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Lavínia Cachoni externa seu amor por cavalos e Três Tambores

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“Minha avó falava ‘caiu bate a poeira e vamos de novo’, sempre levei isso comigo”

Lavínia Cachoni Nunes Felix, 8 anos, natural de Ourinhos e morando em Ipaussu/SP, filha de João Paulo Felix e Marcela Cachoni, sempre foi apaixonada por cavalos. Com apenas dois aninhos seu pai já a levava ao sítio do avô João para que ficasse junto com ele na sela, tocando bois de rodeio. Sempre participava das cavalgadas em sua região, com a família.

Quando ela estava com quatro anos, a avó Vera Cachoni a colocou em uma escola de equitação em Santa Cruz do Rio Pardo/SP, no Rancho São Luiz, do tio Celinho, devido a grande paixão da garota pelos cavalos. Ela já se destacava entre as outras crianças e a escolha pelo Três Tambores foi por acaso. Com apenas seis meses nas aulas, Lavínia já dominava os cavalos no tambor.

“Destacava-me no meio das crianças de minha idade e minha primeira prova foi na minha cidade, eu já ganhei em primeiro lugar com cinco anos”, conta a competidora. As quedas nunca foram motivos para desistir do esporte. “Minha avó falava ‘caiu bate a poeira e vamos de novo’, sempre levei isso comigo”, lembra.

A pequena competidora já tem em seu currículo 128 troféus, sendo 70 de primeiro lugar, onde disputa com competidores de 11 e 12 anos, mas sempre sobe ao pódio entre os cinco colocados.

Lavínia já participou de diversas provas, entre elas, Congresso ABQM, Copa dos Campeões, ANTT, Núcleo Bauru, Copa NBHA e diversos rodeios e prova da região de Bauru. Inclusive, ocupou importantes posições no pódio dessas competições.

Atualmente treina no CT Edvaldo Cardoso, em Santa Cruz do Rio Pardo, com Edvaldo Cardoso, popular Diva. E monta na Active Doc Bay e na EF Proud To Líder. Como toda criança, Lavínia gosta de andar de bicicleta e, é claro, treinar com seus cavalos, ir a cavalgadas. Também gosta de fazer Muay Thay junto com a avó, na academia.

Como toda competidora, a pequena também sonha alto. “Meu sonho é ser campeã de Barretos/SP, da ANTT e de Colorado/PR”. Para finalizar, faz seus agradecimentos.

“Agradeço, primeiramente, a Deus e Nossa Senhora Aparecida, minha família, em especial minha avó Vera, meus pais que sempre me apoiam em tudo e estão comigo em todas as provas, meu treinador, meu tio Luiz Fernando Cachoni e também agradecer meus patrocinadores Dog Choni e Douradinho Alimentos, que sempre confiaram no meu trabalho.”

Por Equipe Cavalus
Foto: Lealdini Fotografias

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João Gabriel se diverte nos Três Tambores enquanto treina e compete

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“Meu grande sonho como competidor é ser campeão no Grand Prix do Haras Raphaela, ganhar uma camionete e quem sabe um trailer”.

O futuro na prova dos Três Tambores está aos poucos, sendo escrito por jovens competidores que se dedicam. E, cada vez mais, se destacam na modalidade como verdadeiros atletas. E, para muitos, como grandes profissionais. João Gabriel, natural de São Roque/SP, tem apenas nove anos e já coleciona títulos seguindo rumo ao sucesso com grandes expectativas e responsabilidade de sobra.

Gabriel conta que tinha um amigo que já fazia Três Tambores e que passou a praticar a modalidade por incentivo do companheiro. “Meu amigo me convidou para conhecer e desde a primeira vez que montei, já gostei”, explica o jovem competidor que empolgado, garante que o que mais gosta de fazer é treinar e competir.

Montando os cavalos Guadalupe Royal HR, Fisher`s Bold e Key Pepy San Lena, João Gabriel treina hoje com o profissional Jair Souza, no Rancho 2T. Feliz com tantos resultados já alcançados, o pequeno atleta destaca que foi Campeão Kids durante o Potro do Futuro no Haras Raphaela deste ano, e na Jovem A no mesmo evento.

Sempre apoiado pelo pais, Karina Aparecida Tanzi Terrassan e Giuliano Augustus Zumkeller Terrassan, também já foi campeão no Rodeio de Americana, no Tira Teima NCBQM do Haras GKF, na jovem A durante a NBHA Circuito Barrel Race 2017/2018, além de campeão Mirim do Centro Hípico Paineiras em 2017, do GP São Roque em 2016, no Regional Oeste Haras Raphaela, entre outros.

Um competidor mirim, porém com coração de gigante, agradece pelo incentivo e apoio de todos que sempre mostraram além de todo ensinamento, o que é importante no crescimento como atleta.

“Agradeço muito ao meu pai Giuliano, a mamãe Karina, ao meu irmão Luiz que sempre me apoiaram. Também ao meu treinador Jair por me ensinar e a toda minha família que estão sempre torcendo. Agradeço também a Deus por me proteger e por tantas conquistas que ele já me deu”, conclui Gabriel.

Dentre tantas provas cobiçadas pelo competidor mirim, o Regional Oeste é para ele, a principal competição. “Mas meu grande sonho como competidor é ser campeão no Grand Prix do Haras Raphaela, ganhar uma camionete e quem sabe um trailer”, expõe o competidor.

Grandes vitórias já estão sendo levadas para a vida do pequeno Gabriel que sonha com títulos, prêmios, ama uma rotina em meio aos cavalos e humildemente agradece pelo apoio e pela torcida de todos que reconhecem seu esforço e determinação de campeão.

Por Camila Furtado/Editora Passos
Foto: Beto Negrão

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Conheça Sofia Fritzen Esser, que vem arrasando nos Três Tambores

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A pequena, de oito anos, é natural de Marechal Candido Rondon e hoje mora em Pato Bragado, ambas no Paraná

A paranaense Sofia Fritzen Esser, de oito anos, conta que sua história com os cavalos começou devido ao convívio com a sua prima, Juliana, que já montava. Junto com a família, passou a frequentar cavalgadas em sua região. Aos cinco anos de idade, enquanto participava de uma dessas cavalgadas, o cavalo de Sofia disparou. Ela caiu e foi parar no hospital.

Depois deste ocorrido, ela afirma que seus pais venderam seu cavalo pensando que ela iria desistir deste hobby. “Mas em 2016, com muita insistência, meus pais compraram a Dani Melodys (Melodys Dun Colab x Casual Dani Colab). Aí então, já em julho de 2017, comecei a treinar com meu atual treinador, o Robinho, para competir nos Três Tambores”, conta a atleta.

Sofia já participou de diversas provas, entre elas, Campeonato Paranaense, Campeonato Expovel, Copa RECOPAR, Prova Terra das Águas, Campeonato NCQME, entre outros. Inclusive, já conseguiu, por diversas vezes, ocupar importantes posições no pódio dessas competições.

Ela conta que seus treinamentos acontecem no sitio dos seus pais, na Granja Rainha, onde foi construída uma pista. “Desde que iniciei, tenho o mesmo treinador, o Robson Joaquim da Silva, com quem treino três vezes por semana, na parte da tarde”, disse a garota.

Sofia afirma ter umas pessoas que a inspiram no esporte e cita aqueles em que ela mais se espelha: “O Robinho, pois ele deixa os animais calmos no partidor e rápidos na prova; a minha prima Juliana, que corre bastante; e ainda a Amy Fleming, do seriado Heartland, com quem aprendi bastante sobre cavalos”, explicou.

Sobre seu esporte favorito, os Três Tambores, ela é enfática: “Gosto muito da corrida nos Três Tambores, pois ela me deixa muito feliz. Sonho em melhorar sempre e ser campeã Brasileira”.

Por fim, Sofia agradece a Deus, por sempre a proteger, aos seus pais, por sempre estarem junto com ela e também ao seu treinador, pelos treinos dedicados.

Por Juliana Antonangelo
Foto: Hugo Lemes

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Manuella Sismeiro Dedemo tem o cavalo no sangue

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Natural de Marilia/SP, a pequena cowgirl tem seis anos, completará sete em novembro, e já tem sua primeira medalha em competições

A paixão de Manuella Sismeiro Dedemo pelos cavalos vem de outras gerações. Quando ela nasceu, sua família já morava no Haras ZD, um dos mais tradicionais criatórios de Quarto de Milha no Brasil. “Comecei a andar a cavalo aos oito meses com meu vovô Bem (Paulo Z. Dedemo), mas minhas primeiras provas foram aos três anos. O que eu mais gosto é de ir nas provas com meu vovô e minha vovó, encontrar meus amigos, e o melhor de tudo: o cheiro do cavalo”, contou a pequena competidora.

Manu com o vovô ‘Bem’

Há aproximadamente nove meses, Manuella monta na sela de Fling Time ZD (Leo Cath Bid x Sandy Time ZD), mãe da ZD Manuella Ta Fame (Dash Ta Fame x Fling Time ZD), que é a atual líder do ranking geral da ABQM em 2018 na categoria Fêmeas. “Eu treino no Haras ZD, com a professora Bruna Morotte três vezes na semana, mas todos os dias ajudo no manejo dos animais, junto com a veterinária Angélica”.

Manuella falou que em 2018 já participou de competições, como o Congresso da ABQM, o GP Haras Raphaela e provas regionais. “Ainda não conquistei nenhum grande título, mas no GP Haras Raphaela ganhei minha primeira medalha, na qual uso com muito orgulho”, garantiu a atleta.

Apesar da pouca idade, a garota tem grandes anseios: “meu sonho é um dia correr na ZD Manuella Ta Fame e na Manu Ta Fame ZD (Dash Ta Fame x Catchum Koko Vixen), e quem sabe um dia colocar minha sela na Milos Heart of Gold (Fire Water Flit x Lady Perks)”.

Além disso, Manuella disse que no esporte se espelha no Sidnei Júnior e afirmou: “Eu não canso de vê-lo treinar e de assistir seus vídeos no YouTube e no Instagram. E eu gosto muito dele porque ele sempre corre na casa dos 16 segundos”. Aliás, para ela, concluir uma prova nesse tempo é seu principal desafio na modalidade.

“Gostaria de agradecer ao vovô Bem, que me proporciona o convívio com os cavalos, toda equipe do Haras ZD que cuida muito bem deles, a minha professora Bruna pela dedicação, a Tia Sílvia Toledo por todo carinho, a mamãe Paula e ao papai Stenio por me apoiar, e a todos que me seguem no meu Instagram @Manuella_haras_zd”, concluiu a futura campeã.

Por Juliana Antonangelo
Fotos: Arquivo Pessoal

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Lavínia Pavan está encantando a todos ao se aventurar no Breakway

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Aos sete anos, ela pratica Três Tambores e agora começou a trilhar boi no Breakaway Roping

A leve propagação do Breakaway Roping entre as mulheres aqui no Brasil está despertando os sonhos de muitas meninas. Não só as apaixonadas por laço, namoradas ou esposas de laçadores, mas as crianças também estão se interessando pela modalidade. Mesmo com todo cuidado, deixando espaço para escola, brincadeiras, estudo, Lavínia Pavan, 7 anos, é um exemplo de dedicação ao esporte equestre. E vem encantando todo mundo nas provas que participa.

Filha e neta de pessoas ligadas ao cavalo, a pequena pratica Três Tambores desde pequenininha. Com um ano de idade entrou na pista em provas que sua mãe, a treinadora e competidora Carina Pavan, realiza no CT Carina Pavan, em Maristela/SP, cidade que moram. Nos sonhos da pequena, estão a vontade de ser Médica Veterinária para trabalhar com cavalos e também ser treinadora igual sua mãe. E quem a vê competindo, pode apostar que ela seguirá mesmo esse caminho.

Cavaleira, ela não se intimida não. Sua segunda prova de Breakaway foi no Rancho Mombuca, na final do Circuito Interanchos, ela fez tudo como manda o figurino e foi aplaudida por uma arquibancada lotada e maravilhada. Lavínia se interessou pela modalidade ao ver sua mãe laçando e pediu que queria aprender também. Desde então, o pai de Carina, Vovô Lilo, vem sendo o treinador da neta. Uma vez por semana ela passa algumas horas preciosas, prestando atenção a cada detalhe, desde como girar a corda até o momento de pedir o boi, passando por todos as etapas do treinamento.

Seus companheiros nessa jornada, além do Vovô Lilo, da mãe Carina, do pai Eduardo e da irmãzinha Valentina, são os animais Question Cody e Victoria. A ideia é que ela continue treinando, sem a pressão de ir a provas. Para a mamãe, vê-la com toda essa dedicação e se realizando na pista, é motivo de muito orgulho: “É muito orgulho! Um sonho! Lavínia é dedicada em tudo que faz! A maior parte do seu tempo ela treina Três Tambores, mas gosta muito do Breakaway. Além de tudo, é criança, tem que estudar, tempinho para brincar. E ela faz tudo no tempo dela, e ainda vamos para as provas de Tambor nos finais de semana”.

Carina, Lavínia e Vovô Lilo

Ao ser questionada sobre o que ela sente quando está em cima de um cavalo, não titubeia ao responder: “Me sinto muito bem em cima do cavalo. Quando ele corre mais, é quando me sinto mais feliz. E quando o boi corre mais, eu gosto de chegar pertinho dele para poder laçar”. Com propriedade de quem já tem experiência e convive no dia a dia com os esportes equestres e os cavalos, ela diz que o que mais gosta no Breakaway é poder correr atrás do boi.

Com pouco tempo de treino, Lavínia já pegou o jeito do giro da corda, dos comandos aos cavalos, e agora está lapidando o seu arremesso. Tudo com muito cuidado, pois ela ainda é muito novinha. E cuidado o Vovô Lilo tem de sobra! Sem pular etapas, Lavínia vem mostrando que amor e dedicação podem levar qualquer pessoa a um futuro brilhante.

Por Luciana Omena
Fotos: Arquivo Pessoal e Ricardo Marioto

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Assessoria

Crianças participaram de ação solidária em Avaré

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Há seis anos, Prova do Tamborzinho agita programação dos eventos da ABQM

Elas são informais, não fazem parte do ranking do Quarto de Milha, mas dão um charme a mais nos eventos. O futuro do esporte equestre fica representando e sente o gostinho da competição, é uma forma de atrair as crianças ainda mais para o meio e inicia-las na vida esportiva. Laço de Cavalete e a Prova do Tamborzinho são duas dessas ações que colocam a criançada para se divertir. E o público também, já que ao redor não ficam somente os pais, mas a alegria contagia todo mundo que passa.

No Congresso ABQM, encerrado no último dia 29 de abril, a Prova do Tamborzinho ganhou um plus. Tornou-se uma ação Beneficente em prol do Hospital do Câncer de Barretos, o Hospital de Amor, reunindo mais de 20 crianças. A Prova do Tamborzinho é realizada há seis anos por Francisco Chiari, da empresa Chiari Profissional, expositor cativo dos eventos da ABQM. Junto com outros parceiros, promove essa ação em prol ao Hospital do Câncer de Barretos, contando esse ano com apoio e organização da Editora Passos e da BRB Collection. A ação teve ajuda e colaboração de vários voluntários e de outras marcas, que patrocinaram a prova com prêmios.

Apoiadores e organização

As disputas aconteceram no dia 27 de abril, em frente ao estande da Editora Passos, em Avaré, para as crianças divididas em duas categorias, de 0 a 6 anos e de 7 a 10 anos de idade. Os campeões levaram uma fivela Sulmetal e brindes das marcas patrocinadoras para casa. Todo mundo saiu com presentes e medalha. A campeã da categoria de 0 a 6 anos foi Manuela Maia, 6 anos, com tempo de 9s966. Já o campeão de 7 a 10 anos foi Kauã Costa, com a marca de 8s572.

Manuela Maia

Enquanto aconteciam as disputas, foi passado o balde de doação, onde às pessoas que estavam assistindo puderam contribuir com qualquer quantia para ajudar também nessa causa. O valor total arrecadado ainda não está computado. Com as inscrições da prova, reuniram R$ 180,00. Mas o balde de doações será aberto somente por Francisco Chiaro junto com um representante do Hospital na sede, em Barretos.

Kauã Costa

A organização agradece a todos que apoiaram, participaram e contribuíram para essa ação, em especial os voluntários: Jackson de Oliveira (locutor), Melo Som, DJ TJ, Thiago Juri (Juiz), Hugo Lemes (fotos), Horse Time (fotocélula) e aos patrocinadores: Sulmetal Fivelas, Paty Cowgirl, BRB Collection, Protécnica, Docks Jeans, M Horse, Nutrivet, Protec Horse, Revista Tambor & Baliza, Cutter Jeans, Divino Country, Organnact, Falcão Botas, ANTT, Chiari Professional, Univitá, Deltavet, Star Horse, Lifer Metais e Botupharma.

No Campeonato Nacional ABQM tem mais!

Por Luciana Omena
Colaboração Verônica Formigoni
Fotos: Hugo Lemes

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