Cultura & Estilo

Aprenda como cuidar de suas botas de couro country

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Cuidados simples são importantes para prolongar a vida útil do item indispensável no armário de qualquer cowboy e cowgirl

Sem dúvidas, as botas de couro no estilo cowboy são uma tendência de moda que chegou para ficar. Além disso, é um item indispensável no armário daqueles que respiram o mundo country, sejam eles homens ou mulheres.

Dessa forma, saber cuidar corretamente de suas botas é extremamente importante para prolongar a sua vida útil. Nesse sentido, você sabia que os cuidados com a bota são, basicamente, os mesmos que você deve ter com a sua pele? Ou seja, consistem em limpar e hidratar.

Antes de mais nada vale ressaltar que a sujeira e a poeira podem ser os piores inimigos da sua bota. No entanto, a limpeza adequada impedirá que sejam danificadas as fibras microscópicas que tornam suas botas de cowboy tão fortes e duráveis.

Sabendo disso, preparamos um passo a passo de como cuidar de sua bota de couro country. Certamente, se você seguir estas dicas (que também servem para qualquer sapato de couro) a sua bota irá se manter bonita, mesmo depois de anos de uso.

Produtos necessários

Inicialmente, separe todos os produtos necessários para fazer a limpeza da sua bota. Em primeiro lugar, você vai precisar de três tipos de escovas, uma para tirar a poeira, outra para limpar os lugares de difícil acesso e uma terceira que você vai usar para passar o hidratante na bota.

Aprenda a cuidar da forma correta da sua bota de couro country

Depois, separe um pano para aplicar o creme/cera de polir. Pode, por exemplo, ser uma camiseta velha. Além disso, você vai precisar de uma flanela para polir e dar brilho na bota.

Na sequência, você vai precisar de alguns produtos: um para limpeza mais pesada de couro, outro para hidratar o couro e, por fim, outro para polir e dar brilho ao couro.

Pode ser um creme, óleo, condicionar ou cera. Estes tipos de produtos recuperam as propriedades do couro, deixam ele mais flexível, evitam ressecamento e também podem ajudar na impermeabilização.

Passo a passo

  1. Limpar: primeiro remova o excesso de poeira com as escovas. Não se esqueça dos cantos de difícil acesso. Se a bota estiver muito suja, use o produto que limpa couro e, por isso, espere a bota secar antes de fazer o próximo passo.
  2. Hidratar: quando a bota estiver seca, passe o produto para hidratar o couro. A aplicação é fácil, é só pegar um pouco com a escova e esfregar na bota com movimentos circulares até cobrir toda a superfície. Espere o produto secar e você verá que a bota vai escurecer um pouco, podendo até ficar fosca. Caso queira um pouco mais de brilho, esfregue uma flanela ou escova.
  3. Polir: o último passo, é totalmente opcional. Afinal, há aqueles que preferem a bota com o brilho natural do couro e a cor desgastada. Se não for seu caso, para recuperar a cor e esconder arranhões você pode usar uma cera de polir. É bem simples, pegue um pano (ou a camiseta velha), enrole nas pontas dos dedos, molhe a ponta na cera e esfregue por toda a bota. Para finalizar, é só usar a flanela.

Inevitavelmente, para se ter uma boa bota é preciso de muito cuidado e trabalho para que você continuar usufruindo do produto por muitos anos.

Ahhh, e sabe onde você encontra uma variedade de botas no estilo country, uma mais linda do que a outra? E ainda um Muss Express incolor desenvolvido para proteger artigos de couro de todas as cores? Nas lojas físicas da Cowboys em Presidente Prudente e em São José do Rio Preto/SP, ou ainda pelo site www.cowboys.com.br. Não perca tempo, acesse e confira!

Por AV Comunicação Equestre e Assessoria de Imprensa
Crédito das fotos: Divulgação/Loja Cowboys

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Decoração

Paixão pelos cavalos inspira decoração de casamento

O estilo está em alta e aparece na decoração, vestido e na entrada dos noivos na cerimônia. Tudo é válido para deixar o casamento com a sua cara

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O estilo está em alta e aparece na decoração, vestido e na estrada dos noivos na cerimônia. Tudo é válido para deixar o casamento com a sua cara

Atenção noivinhas que estão preparando a tão sonhada festa de casamento! Que tal inovar e levar seu amor pelos cavalos ao altar?

Sim, é possível transformar o altar com um toque do estilo western, deixando o ambiente romântico, estiloso, inusitado e, é claro, com a sua cara!

O site CowGirl fez uma lista com algumas opções de altares que com certeza vão deixar a sua cerimônia simplesmente incrível!

Que tal inovar e usar um anel de feno no altar? Com algumas flores da estação, tecidos, adornos típicos ou simplesmente só o feno, vão deixar o espaço lindo e surpreendente.

Até um crânio de vaca personalizado pode ser adicionado, por que não?!

Outra opção muito utilizada em cerimônias americanas são as decorações com capim dos pampas.  Só ele já traz um charme a mais para a decoração, mas se você preferir também pode adicionar flores frescas e folhagem.

Vestidos com toque western

Decoração escolhida, é hora de pensar no seu vestido! Sim, também podemos ter um toque western no modelito. Modelos com um toque de estilo boho hippie, somados à um par de saltos de couro trabalhado e um toque de turquesa vão deixar seu visual simplesmente incrível!

Mas, cadê o cavalo no casamento?

Calma, se você está se perguntando onde a estrela principal, o cavalo, vai estar na sua cerimônia, saiba que ele vai entrar com você! Sim!

Hoje, muitas amazonas estão levando seus melhores amigos para um dos momentos mais importantes de suas vidas: o casamento. E o resultado é muita emoção e surpresa entre seus convidados durante a entrada dos noivos!

A amazona Thaísa Ribeiro surpreendeu a todos na entrada do seu casamento

E aí, gostou das dicas? Fez alguma coisa diferente no seu casamento que marcou? Conta pra gente nas redes sociais!

Por Camila Pedroso

Fonte: CowGilr

Fotos: CowGilr

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Cavalgadas Brasil

Falcoaria a cavalo no sul da Inglaterra

Nesta semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira relata sobre o uso de cavalos em falcoaria

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Falcoaria a cavalo no sul da Inglaterra

No último texto relativo à minha recente viagem à Inglaterra, destaco uma atividade que nem sabia que existia na Europa. Fazem alguns anos, em uma cavalgada nos Emirados Arabes, cruzei com alguns beduínos treinando seus falcões no deserto, eles estavam de jipe e eu a cavalo.

Também na Mongólia, eu tive um breve contato com essa atividade tão tradicional nas montanhas do pais.

Agora na Inglaterra, tomei conhecimento do Centro de Falcoaria a Cavalo que fica junto do parque nacional de Dartmoor.

Leia mais:

Dentre suas atividades, incluem a caça simulada aonde ambos, cavalos, águias e falcões mostram suas aptidões. Cursos também estão disponíveis, mostrando como treinam os falcões e os cavalos, e como resultam em uma equipe feliz.

O curso ensina os fundamentos da falcoaria, equipamentos, manuseio, treinamento básico de aves de rapina, introdução de falcões e cavalos uns aos outros, manuseio prático montado, melhores práticas e o que fazer se algo der errado.

O curso inclui caça simulada com águias e falcões, dando a oportunidade de sentir como seria a falcoaria em campo. Até onde sei, este é o único curso desse tipo disponível no mundo.

A equipe de marido e mulher Martin e Philippa Whitley combinam a paixão pela falcoaria e cavalos puro-sangue inglês. “Nossa missão é mostrar às pessoas o quão versátil um ex-cavalo de corrida bem treinado pode ser, quando eles chegam ao fim de sua carreira de corrida, nós os treinamos para trabalhar com nossas águias e falcões, combinando as antigas artes da equitação e falcoaria de uma forma adequada ao mundo moderno”

Por Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação

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Moda

Wrangler comemora 75 anos de mercado revolucionando a moda western

Ao longo da história, marca se destacou pelo desenvolvimento do jeans 13MWZ, tecido utilizado até hoje nos principais modelos da grife

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Wrangler

Com certeza você tem, está usando ou almeja um produto da marca Wrangler. A marca se consagrou no mercado de moda western com artigos feitos por cowboys para cowboys. Este ano, a marca comemora 75 anos e tem sua história entrelaçada com a evolução do jeans, tecido antes usado exclusivamente para uniformes e hoje presente no corpo de toda uma geração.

A história dessa grande estrela dos produtos western iniciou em 1897, pelas mãos do jovem C.C. Hudson. O rapaz começou trabalhar em uma confecção de uniformes no condado de Willianson Country, estado do Tennessee.

Em 1904, a fábrica fechou e ele se juntou ao seu irmão Homer para abrir uma empresa de uniformes, a Hudson Overall Company, que veio a se chamar Blue Bell Overall Company.

Em 1926, houve uma mudança na propriedade da empresa. Os irmãos venderam a fábrica para a Big Ben Manufactoring, do estado de Kentucky e quatro anos depois, em 1980, a empresa se fundiu a outras do setor. Neste mesmo período, a fábrica lançou um modelo de macacão que marcou época: o Super Big Ben Overalls, um modelo completamente sanfonado, que reduzia as chances de encolhimento do tecido em 1%.

O nome Wrangler só começou a ser usado em 1940, quando o conglomerado comprou a empresa Casey Jones Work-Clothes Company, empresa que detinha os direitos da marca Wrangler.

Apenas em 1947, chegou ao mercado os Western Jeans Wrangler. Desenvolvidos por Ben Lichenstein, conhecido como Rodeo Ben por seu fascínio pelo universo de country. Os modelos de calças tinham o objetivo de vestir os cowboys com o maior conforto e para isso foram usados “testadores”.

O modelo Cowboy Cut com o tecido 13MWZ revolucionou o mercado, apresentando zíper, nunca antes usado em calças jeans. Além disso, os cortes se ajustavam aos corpos, e a parte do quadril era mais larga, com pernas soltas nas coxas para facilitar os movimentos.

Os modelos eram pensados em todos os detalhes. Pra se ter uma ideia, a parte da frente era mais alta para poder prender a camisa no lugar. Os bolsos com isso também ficavam mais altos, permitindo que o cowboy se sentasse sem estragar seus pertences.

O pesponto, que até hoje diferencia a marca em suas coleções, o W, entrou no mercado em 1948, marcando a trajetória da marca. Outro ponto chave que se iniciou neste período foi a adição da etiqueta que contava histórias em quadrinhos com um personagem chamado Rodeio Stories, atraindo a atenção dos pequenos, que colecionavam as histórias.

O jeans 13MWZ se consolidou, se tornou o preferido do mundo western e até hoje, não precisou passar por grandes alterações em sua padronagem. Prova deste sucesso foi que o jeans migrou não apenas para as calças, mas para as jaquetas e camisas da marca, que passaram a ser reconhecidas como rancheiras. Como resultado, a Wrangler se consolidou como uma marca que oferecia peças acessíveis e que se identificavam com o universo dos cowboys.

Em 1950, chegou a vez das mulheres. A marca passou a inserir no seu catálogo roupas femininas, com calças com o zíper pregado na lateral, um grande sucesso da época, que fez com que a marca fosse levada para o mercado europeu em 1962, que resultou em uma fábrica no velho continente.

Em 1960 outra revolução. A marca desenvolveu uma peça chamada Broken Twill Denim, com sarja em sua estrutura. O tecido impedia que o jeans torcesse na lavagem.

A grande jogada de mestre da marca ocorreu em 1967, quando lançou no mercado uma peça desenvolvida por Peter Max – artista germano-americano conhecido por usar cores brilhantes em seu trabalho. As obras de Max estão associadas às artes visuais e à cultura da década de 1960, particularmente a arte psicodélica e a pop art -.  

A coleção desenvolvida por Max tinha shorts de cintura alta, jaquetas e muitas estampas, ganhando o coração do público jovem, marcando uma geração.

Outro grande marco da Wrangler ocorreu em 1974, quando a Associação Americana Profissional dos Cowboys de Rodeio (PRCR) reconheceu o jeans 13MWZ como o mais adequado para os cowboys.

A chegada da Wrangler ao Brasil se deu em 1980 e logo caiu no gosto dos cowboys brasileiros.

Em 1986, após a marca ser vendida para a VF Corporation, que detém marcas como Timberland e JanSport, a Wrangler expandiu a sua atuação no mercado internacional.

A linha Cowboy Cut Relaxed Fit foi lançada na década de 1990, e se destacou no mercado por oferecer conforto extremo com um jeans com a mesma qualidade do modelo western. E em 2000, a marca mudou seu posicionamento, investindo em um visual mais despojado.

Hoje a marca possui 125 tamanhos, em diferentes trabalhos de lavagens e cores.

Uma história de sucesso marcada pela evolução sem deixar de lado a tradição e a qualidade nos seus produtos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Rodeio West / Cowgirl Magazine / Wrangler

Fonte: Rodeio West / Cowgirl Magazine

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Cavalgadas Brasil

Cavalgadas Brasil – Teatro Equestre

Nesta semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira conta sobre sua experiência com Teatro Equestre, na Inglaterra

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Cavalgadas Brasil

Em minha viagem recente a Inglaterra (junho) tive conhecimento de um empreendimento interessante para todos nós apaixonados por cavalo e equitação, o Teatro Equestre.

Das páginas da história sai o Cavalo Espanhol e com ele o drama da guerra e a arte da equitação clássica.

O Teatro Equestre é dedicado ao avanço do adestramento clássico como uma forma de arte, através do teatro. Através de histórias criativas, traz a história à vida através dos cavalos. São apresentações celebrando a Equitação Clássica em todas as suas formas e sua história até os dias de hoje.

Leia mais:

Do cavalo de guerra à arte equestre

O cavalo espanhol tem sido uma das maiores influências no mundo do Adestramento Clássico. Excelentes cavaleiros, fazem exibições na arte da batalha. Nos combates a curta distância do período medieval, o choque de lança e espada. Uma oportunidade de viver a equitação da era renascentista, de onde veio o adestramento de hoje.

O local e as pessoa

O Teatro Equestre é baseado no Centro Equestre White Horse Farm, situado na bela vila de Harvel, em Kent, Inglaterra.

O Teatro Equestre é uma ideia de Peter Maddison-Greenwell e conduzido por Treinadores Internacionais de Adestramento e de Equitação Histórica, todos apaixonados por equitação clássica e alta escola histórica (equitação dos séculos XVI, XVII e XVIII).

Não há nada mais mágico do que cavalos atuando em harmonia.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação

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Cavalgadas Brasil

Cavalgada Coreografada, uma maneira de vivenciar a cultura local

Nessa semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira nos conta a sua experiência em cavalgadas que misturam dança e cavalos

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Cavalgada Coreografada, uma maneira de vivenciar a cultura local

A Claudia Lechonski faz uma comparação muito boa da dança com a equitação no Podcast Cavalgadas – “um movimento com relacionamento”.

Escolhi nessa semana 3 destinos que são famosos por sua dança:

Flamenco em Sevilha/Andaluzia

Andaluzia – o próprio nome já relaciona a região com cavalos (a raça Andaluz). Lá está Jerez de La Frontera a “Capital do Cavalo da Espanha”, que tem em sua Real Escola Andaluza de Arte Equestre uma das maiores atrações equestres do mundo.

As cavalgadas na região incluem trilhas através de floresta, com longas faixas de areia, no campo ao longo de antigos caminhos de tropeiros e cavalgadas na praia que se estendem por vários quilômetros.

As batidas nos pés e as palmas do flamenco

Com influência árabe, judaica e cigana, o flamenco teve origem nos bairros pobres ciganos (as gitanerias) e foi passado de geração para geração transformando-se em uma expressão artística bastante elaborada. Está presente na identidade do povo andaluz e é considerado um ícone da cultura espanhola.

Em 2010 o flamenco foi eleito como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Tango na Argentina

A Argentina é um país reconhecido por suas tradições equestres, terra do gaúcho e do polo, esporte dos reis. A relação homem/cavalo encontrada na Argentina só é comparada com muito poucas culturas equestres no mundo.

São muitas as opções de cavalgadas nas regiões de Salta, Mendoza, Córdoba e em toda a Patagônia.
Cavalgar na Patagônia é uma oportunidade de percorrer trilhas em áreas remotas, com cenários espetaculares formados por montanhas com picos nevados. De norte a sul do país, o cavalo está presente no cotidiano do povo e nas tradições.

No norte a presença do cavalo Paso Peruano é forte. No restante do país, o crioulo predomina. O cavalo Crioulo Argentino alcançou reconhecimento internacional e está presente em vários países.

O tango originou-se no final do século XIX nas margens do Rio da Prata, em Buenos Aires, na Argentina, e em Montevidéu, no Uruguai. No tango tal qual na equitação, a coreografia é complexa e as habilidades dos participantes são celebradas pelos aficionados. Em Montevideo existe um Museu que une cavalos e a dança, o Museu do Tango e corridas de cavalos. Museo del Tango y del Turf.

Dança do ventre na Jordânia e Emirados Árabes

Refazer a cavalo a Trilha de Lawrence na Jordânia é uma viagem através da história, reunindo os três grandes destinos da Jordânia num mesmo programa: a famosa cidade de Petra, o fascinante deserto Wadi Rum, e depois visita ao Mar Morto.

O primeiro dia da viagem é destinado a explorar as ruínas incríveis de Petra. Suas fachadas ornamentadas foram esculpidas em rochas de arenito pelos nabateus em torno 400 AC. Os próximos dias são passados explorando o deserto Wadi Rum a cavalo.
A cavalgada no deserto de Abu Dhabi é uma experiência única para os amantes de cavalos árabes e das paisagens desérticas. Uma combinação perfeita de modernidade e tradição.

Desvendar os mistérios do Oriente a cavalo junto com uma das danças mais antigas da humanidade é uma grande experiência.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação/ Ilustracao de Sandy Rabinowitz

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Cinema

Filme Adeline traz emoção e drama em torno de um cavalo muito especial

Dica dessa semana é baseada em fatos reais e conta a história de amor entre uma cidade e um cavalo

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Filme Adeline traz emoção e drama em torno de um cavalo muito especial

Finalmente chegou a sexta-feira e separamos uma dica de filme incrível para quem gosta de fatos reais e, é claro, cavalos.

Adeline é o cavalo de um médico misterioso que chega a uma pequena cidade no meio-oeste americano e impressiona a todos pela sua capacidade de ajudar e curar as pessoas.

Suas habilidades começam a atrair a atenção dos moradores do vilarejo, uns céticos e outros incrédulos.

O filme dá uma reviravolta quando a fazenda é abalada por um tornado, e Adeline salva a vida de 12 pessoas, acurralando-as no canto do estábulo, sobre uma parede. A ação heroica resulta na quebradura de sua perna, e a comunidade se une para salvar o cavalo muito amado pelo qual foram tocados.

“Milagres acontecem quando você solta as rédeas!”

Adeline é produzido por Pandora Persephone Films e foi lançado no último dia 12. A produção americana tem direção de Greg James, o primeiro filme do diretor, e John Schneider, do seriado “Smallville: as aventuras de Superboy”, como protagonista.

O ator é muito conhecido nos Estados Unidos por ter participado de seriados clássicos como “Os Gatões” (1979-1985), em que atuou no papel de Bo Duke/Joe Duke.

Adeline já está disponível nos canais digitais.

Por: Camila Pedroso

Fonte e fotos: Cow Magazine/ Nicely

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Cavalgadas Brasil

Gallops Tunisia

Nesta semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira conta sobre a cavalgada de Gallops Tunísia

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Os organizadores do Gallops lançaram sua nova aventura equestre que terá uma centena de cavaleiros-aventureiros pelo deserto da Tunisia no próximo dia 12 a 19 de novembro de 2022.

Depois do Sultanato de Omã e suas fascinantes areias de Wahiba (2014), Marrocos e as dunas de Merzouga (2017), Índia e as areias do Rajastão (2018) e Jordânia e as paisagens extraterrestres de Wadi Rum (2021), é no Sahara tunisino, no sopé da Cordilheira do Atlas, que vai acontecer a quinta edição do Gallops Tunisia.

A Tunísia é um país fascinante, cheio de verdadeiros tesouros escondidos. É um país que tem um patrimônio, uma cultura e uma história riquíssima. Cartago, cidade fenícia de influência grega, é um dos sítios arqueológicos mais emblemáticos do planeta. A Tunísia foi uma joia do Império Romano. E um país abraçado pelo mar, e os berberes têm marcado a montanha e o deserto com a sua presença durante séculos. Algumas aldeias de montanha com as suas grutas são maravilhas notáveis.

Anantara, um refúgio de paz no deserto

Partindo do super hotel Anantara Sahara Tozeur Resort, base da aventura, os cavaleiros vão atravessar as dunas de Nefta por dois dias até chegar a Ong-jmal, local famoso por ser uma das cenas filmadas em Star Wars.

A rota continuará no famoso triângulo do Oásis das Montanhas do Atlas, cujo sopé começa na Tunísia antes de se expandir pela Argélia e Marrocos. No percurso o local de mais um filme, Black Gold. O final será no oásis de montanha de Midès.

O bem-estar dos cavalos

Os cavalos estão sendo selecionados. Serão Berberes alugados de criadores e centros equestres tunisianos que começarão seu treinamento de resistência em breve.

O bem-estar dos cavalos é uma das principais prioridades da organização Gallops. Cinco veterinários farão duas verificações por etapa e os cavalos serão constantemente monitorados pela “caravana” que os acompanha. A duração de cada etapa foi reduzida para trinta quilômetros e, como em todas as edições, o nível equestre dos cavaleiros será verificado de perto.

Sem a necessidade de serem especialistas em Enduro, os participantes devem ser cavaleiros experientes. Nas edições anteriores do Gallops, alguns pares inseparáveis foram formados entre cavaleiro e cavalo durante a aventura no deserto, a ponto de não poderem ser separados um do outro. Os competidores adquiriram e importaram seus cavalos para serem reunidos em seu novo lar para sempre.

O bem-estar dos cavaleiros

Às vezes a aventura pode ser difícil para alguns, mas o conforto espera todos os participantes no final de cada etapa: um bivaque confortável com tendas que mais parecem lounges reais. As refeições sob comando dos chefs do restaurante Anantara Sahara Tozeur Resort, com sabores berberes e asiáticos.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação

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Cavalgadas Brasil

Cavalgada da Migração – 70 anos

Nessa semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira conta sobre a cavalgada de Witmarsum no Paraná

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A História

Em 1930, imigrantes alemães menonitas se estabeleceram na região de Santa Catarina fugindo das perseguições Bolchevique e fundaram uma vila que batizaram “Witmarsum”.

Na década de 1950, em busca de novas terras, eles adquiriram a Fazenda Cancela no município de Palmeira, Estado do Paraná e reimigraram para essa região aonde fundaram a Colônia Witmarsum sob o tripé Igreja, Escola e Cooperativa.

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A cavalgada

Para homenagear os 70 anos dessa migração, um grupo de 16 cavaleiros e amazonas de Witmarsum-Pr decidiu refazer a trajetória de seus antepassados. No dia 5 de junho saíram de Witmarsum, SC e depois de 8 dias e um total de 307Kms chegaram na Colônia Witmarsum, PR no dia 12 de junho.

Cavalos e cavaleiros foram preparados e treinados por 30 dias antes de enfrentar o desafio. Toda a trilha, lugares de pouso e alimentação dos cavaleiros e cavalos foram planejados antecipadamente pelo organizador Fritz Kliewer, e o cardápio e preparo das refeições ficaram por conta da Chef Rosane Radecki.

A tropa e os cavaleiros enfrentaram bravamente as dificuldades, chuva, frio e vento, sempre com muito bom humor e companheirismo. Cruzaram rios, montanhas, matas, belíssimas paisagens e reviveram um pouco do passado, sempre imaginando as dificuldades que os pioneiros enfrentaram. A cada dia vencido ao final da tarde, tinham um merecido descanso com uma boa comida e um lugar para confraternizar e ouvir as histórias sobre os antepassados menonitas.

O Grupo

O cavaleiro mais idoso, Rodolfo Sawatsky, aos 70 anos era quem mais histórias tinha para contar. Além dele e o irmão Artur, atual presidente da cooperativa Witmarsum, participaram Fritz Kliewer, Hartmut Siebert, Marcos Epp, Günther Schartner, Ewald Wiens e Denise Dück Schultz todos de famílias fundadoras da Colônia Witmarsum. Também participaram da cavalgada Edward Schultz , Rosane Radecki e Fernando Fonseca (Petiço) como cavaleiros e no apoio Márcio Penner, também de família pioneira , e os amigos de Santa Catarina Sony, Toco e Raul.

A chegada

Chegando na Colônia Witmarsum, após este longo trajeto, os cavaleiros tiveram uma recepção calorosa da comunidade, em frente ao Museu, antiga sede da Fazenda Cancela, onde os pioneiros iniciaram a história da Colônia 70 anos atrás. Receberam uma benção do pastor Werner Braun.

Trouxeram uma nova história que será contada para as futuras gerações.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação

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Moda

Carolina Herrera lança bolsa com inspiração no Hipismo

Maison buscou nos acessórios do Hipismo detalhes que transcreveu para a coleção

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O Hipismo mais uma vez, marcando presença no mundo fashion. Essa semana, a grife Carolina Herrera anunciou uma nova coleção, a Fusta Bag, uma homenagem ao Hipismo.

O chicote de montaria ou fusta é o maior destaque da coleção. Para a estilista, ele simboliza uma ligação entre o cavaleiro e o cavalo, e é um instrumento indispensável, pois através dele, animal e homem se comunicam.

O artesanato que envolve os acessórios da selaria é inspiração da coleção. A bolsa tem inspiração nessa arte secular da selaria, tendo o chicote como ponto focal em torno do qual essa bolsa foi criada.

Quem vive o ambiente do hipismo vai encontrar a estética do esporte em cada detalhe da bolsa: a costura de quatro milímetros e a escolha do couro Sequoia dupla face, que se destaca pela beleza e flexibilidade.

O nome do couro escolhido pela Maison é uma homenagem a própria árvore, em uma alegoria das características e propriedades de sua casca, que o protegem e o tornam único.

A utilização do chicote é o elemento diferenciador que se integra em cada uma das suas versões: shopping, hobo ou crossbody. As alças tornaram-se um diferencial fundamental da modelagem para os artesãos do Atelier de Couro da marca, na Espanha. Eles dedicaram muitas horas de pesquisa para alcançar um resultado impecável, mantendo a estética original da colheita e o aspecto prático necessário para seu uso.

A bolsa Fusta combina tradição com um design contemporâneo inspirado em uma das disciplinas mais bonitas do mundo.

Outras coleções envolvendo o mundo equestre

Essa não é o primeiro acessório que a marca produziu com inspiração nos cavalos. Para os cavaleiros mais descolados, a marca possui uma sela, com as letras da marca CH cravadas em relevo sobre o couro. Confeccionada em couro bovino, a sela pode ser encontrada na cor caramelo.

Por: Camila Pedroso

Fonte: @canaldohipismo

Fotos: Billionaire Business

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Cavalgadas Brasil

Fell:uma raça rara desenvolvida na Grã-Bretanha

Você conhece o cavalo da raça Fell? Nessa semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira conta como conheceu essa raça durante uma viagem para a Inglaterra

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Cavalgada Brasil Fell

Durante minha recente viagem a Inglaterra, tive oportunidade de conhecer a raça Fell, que é rara. “Fell” é um termo para as colinas de Cumbria, onde a raça começou há centenas de anos.

Naquela época, eram usados para transportar carga em carroças e arado. Os serviços realizados pelos Fells foram fundamentais para comunidades remotas de Lakeland até o século XVIII.

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Eles têm crina e cauda grossas e uma plumagem nas pernas. Embora possam ter algumas outras cores, na sua grande maioria são pretos.

Existem cerca de 250 deles semi-selvagens, divididos em 12 rebanhos vivendo livres nos campos e montanhas em Cumbria, Inglaterra. A história é um testemunho da resistência desta raça nativa que sobrevive nessa região desde os tempos romanos.

A raça desenvolveu-se na fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, com a introdução de cavalos fresianos pelos romanos.

Há também evidências deles sendo usados na Idade Média para impedir que lobos atacassem rebanhos de ovelhas.

A rainha Elizabeth tem seu Fell favorito, chamado Carltonlima Emma.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação

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