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Pink Night Fashion na National Finals Rodeo

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O poder do rosa em Las Vegas

A Pink Night, ou Noite Rosa, durante as finais mundiais da PRCA, nos Estados Unidos, é muito especial para a comunidade do rodeio e para Tyson Durfey! O laçador de calf roping SEMPRE veste rosa quando está na arena porque acredita que podemos encontrar uma cura para câncer de mama e todo tipo de câncer, um dia.

A campanha foi lançada em 2008 e até agora arrecadou mais de 26 milhões de dólares. Porque não é apenas usar rosa para conscientizar a respeito da doença, mas também há um fundo em que as pessoas podem doar para a campanha – Tough Enough To Wear Pink – que visa combater o câncer de mama.

As principais damas da nossa indústria estiveram em mais uma página do livro de Tyson durante a Pink Night no dia 11 de dezembro, semana passada, em Las Vegas para mostrar seu apoio. Todos os profissionais da NFR também usam rosa nesse dia e até a fachada do Thomas & Mack Center ganha luzes cor de rosa. Foram tantos os looks favoritos, mas separamos aqui apenas alguns!

Sempre podemos contar com Bobbie Tryan para nos presentear com o look mais incrível!

Elle Woods brilhou com esse blazer rosa! Combinando com um scarpin rosa, calça maravilhosa preta
e essa t-shirt estilosa… uau!

Shaley arrasou com esse look totalmente moderno. Ela sempre arrasa e a Pink Night não seria exceção!

Nicole Brown foi perfeita nessa saia tutu rosa e ainda combinando com as botas
de pele de cobra e essa camisa jeans!

Linda a anfitriã da noite, Kadee Coffman, nesse blazer rosa pink show!

Fonte: Cowgirl Magazine

Moda

Wrangler comemora 75 anos de mercado revolucionando a moda western

Ao longo da história, marca se destacou pelo desenvolvimento do jeans 13MWZ, tecido utilizado até hoje nos principais modelos da grife

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Wrangler

Com certeza você tem, está usando ou almeja um produto da marca Wrangler. A marca se consagrou no mercado de moda western com artigos feitos por cowboys para cowboys. Este ano, a marca comemora 75 anos e tem sua história entrelaçada com a evolução do jeans, tecido antes usado exclusivamente para uniformes e hoje presente no corpo de toda uma geração.

A história dessa grande estrela dos produtos western iniciou em 1897, pelas mãos do jovem C.C. Hudson. O rapaz começou trabalhar em uma confecção de uniformes no condado de Willianson Country, estado do Tennessee.

Em 1904, a fábrica fechou e ele se juntou ao seu irmão Homer para abrir uma empresa de uniformes, a Hudson Overall Company, que veio a se chamar Blue Bell Overall Company.

Em 1926, houve uma mudança na propriedade da empresa. Os irmãos venderam a fábrica para a Big Ben Manufactoring, do estado de Kentucky e quatro anos depois, em 1980, a empresa se fundiu a outras do setor. Neste mesmo período, a fábrica lançou um modelo de macacão que marcou época: o Super Big Ben Overalls, um modelo completamente sanfonado, que reduzia as chances de encolhimento do tecido em 1%.

O nome Wrangler só começou a ser usado em 1940, quando o conglomerado comprou a empresa Casey Jones Work-Clothes Company, empresa que detinha os direitos da marca Wrangler.

Apenas em 1947, chegou ao mercado os Western Jeans Wrangler. Desenvolvidos por Ben Lichenstein, conhecido como Rodeo Ben por seu fascínio pelo universo de country. Os modelos de calças tinham o objetivo de vestir os cowboys com o maior conforto e para isso foram usados “testadores”.

O modelo Cowboy Cut com o tecido 13MWZ revolucionou o mercado, apresentando zíper, nunca antes usado em calças jeans. Além disso, os cortes se ajustavam aos corpos, e a parte do quadril era mais larga, com pernas soltas nas coxas para facilitar os movimentos.

Os modelos eram pensados em todos os detalhes. Pra se ter uma ideia, a parte da frente era mais alta para poder prender a camisa no lugar. Os bolsos com isso também ficavam mais altos, permitindo que o cowboy se sentasse sem estragar seus pertences.

O pesponto, que até hoje diferencia a marca em suas coleções, o W, entrou no mercado em 1948, marcando a trajetória da marca. Outro ponto chave que se iniciou neste período foi a adição da etiqueta que contava histórias em quadrinhos com um personagem chamado Rodeio Stories, atraindo a atenção dos pequenos, que colecionavam as histórias.

O jeans 13MWZ se consolidou, se tornou o preferido do mundo western e até hoje, não precisou passar por grandes alterações em sua padronagem. Prova deste sucesso foi que o jeans migrou não apenas para as calças, mas para as jaquetas e camisas da marca, que passaram a ser reconhecidas como rancheiras. Como resultado, a Wrangler se consolidou como uma marca que oferecia peças acessíveis e que se identificavam com o universo dos cowboys.

Em 1950, chegou a vez das mulheres. A marca passou a inserir no seu catálogo roupas femininas, com calças com o zíper pregado na lateral, um grande sucesso da época, que fez com que a marca fosse levada para o mercado europeu em 1962, que resultou em uma fábrica no velho continente.

Em 1960 outra revolução. A marca desenvolveu uma peça chamada Broken Twill Denim, com sarja em sua estrutura. O tecido impedia que o jeans torcesse na lavagem.

A grande jogada de mestre da marca ocorreu em 1967, quando lançou no mercado uma peça desenvolvida por Peter Max – artista germano-americano conhecido por usar cores brilhantes em seu trabalho. As obras de Max estão associadas às artes visuais e à cultura da década de 1960, particularmente a arte psicodélica e a pop art -.  

A coleção desenvolvida por Max tinha shorts de cintura alta, jaquetas e muitas estampas, ganhando o coração do público jovem, marcando uma geração.

Outro grande marco da Wrangler ocorreu em 1974, quando a Associação Americana Profissional dos Cowboys de Rodeio (PRCR) reconheceu o jeans 13MWZ como o mais adequado para os cowboys.

A chegada da Wrangler ao Brasil se deu em 1980 e logo caiu no gosto dos cowboys brasileiros.

Em 1986, após a marca ser vendida para a VF Corporation, que detém marcas como Timberland e JanSport, a Wrangler expandiu a sua atuação no mercado internacional.

A linha Cowboy Cut Relaxed Fit foi lançada na década de 1990, e se destacou no mercado por oferecer conforto extremo com um jeans com a mesma qualidade do modelo western. E em 2000, a marca mudou seu posicionamento, investindo em um visual mais despojado.

Hoje a marca possui 125 tamanhos, em diferentes trabalhos de lavagens e cores.

Uma história de sucesso marcada pela evolução sem deixar de lado a tradição e a qualidade nos seus produtos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Rodeio West / Cowgirl Magazine / Wrangler

Fonte: Rodeio West / Cowgirl Magazine

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Moda

Carolina Herrera lança bolsa com inspiração no Hipismo

Maison buscou nos acessórios do Hipismo detalhes que transcreveu para a coleção

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O Hipismo mais uma vez, marcando presença no mundo fashion. Essa semana, a grife Carolina Herrera anunciou uma nova coleção, a Fusta Bag, uma homenagem ao Hipismo.

O chicote de montaria ou fusta é o maior destaque da coleção. Para a estilista, ele simboliza uma ligação entre o cavaleiro e o cavalo, e é um instrumento indispensável, pois através dele, animal e homem se comunicam.

O artesanato que envolve os acessórios da selaria é inspiração da coleção. A bolsa tem inspiração nessa arte secular da selaria, tendo o chicote como ponto focal em torno do qual essa bolsa foi criada.

Quem vive o ambiente do hipismo vai encontrar a estética do esporte em cada detalhe da bolsa: a costura de quatro milímetros e a escolha do couro Sequoia dupla face, que se destaca pela beleza e flexibilidade.

O nome do couro escolhido pela Maison é uma homenagem a própria árvore, em uma alegoria das características e propriedades de sua casca, que o protegem e o tornam único.

A utilização do chicote é o elemento diferenciador que se integra em cada uma das suas versões: shopping, hobo ou crossbody. As alças tornaram-se um diferencial fundamental da modelagem para os artesãos do Atelier de Couro da marca, na Espanha. Eles dedicaram muitas horas de pesquisa para alcançar um resultado impecável, mantendo a estética original da colheita e o aspecto prático necessário para seu uso.

A bolsa Fusta combina tradição com um design contemporâneo inspirado em uma das disciplinas mais bonitas do mundo.

Outras coleções envolvendo o mundo equestre

Essa não é o primeiro acessório que a marca produziu com inspiração nos cavalos. Para os cavaleiros mais descolados, a marca possui uma sela, com as letras da marca CH cravadas em relevo sobre o couro. Confeccionada em couro bovino, a sela pode ser encontrada na cor caramelo.

Por: Camila Pedroso

Fonte: @canaldohipismo

Fotos: Billionaire Business

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Moda

Baia Country promove sorteio de uma bota exclusiva

Modelo confeccionado exclusivamente para o Congresso será sorteado em live na sexta (29) aos seguidores que cumprirem as regras do sorteio

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A Baia Country está com uma promoção surpreendente em seu perfil nas redes sociais. A loja está sorteando uma linda e exclusiva bota da marca Vimar Boots para seus seguidores. É muito fácil participar. Basta curtir a publicação do sorteio, marcar três amigos e compartilhar no Story.

O sorteio dessa linda bota será na sexta-feira (29) durante uma live diretamente do 31º Congresso da ABQM. Demais né?!

“É um modelo exclusivo, desenvolvido por nós para essa ocasião tão especial: o Congresso.”, afirma Luana Grizi Pimentel Affonso, uma das proprietárias da loja.

A Baia Country

Uma empresa familiar, formada por apaixonados por cavalos. Essa é a Baia Country. O patriarca da família, Caetano Marcos Affonso é competidor de Bulldog e sempre buscou suas roupas e acessórios no exterior. Essas peças chamavam a atenção de outros competidores, que pediam para ele trazer os modelos exclusivos para eles também.

Assim, explica Luana, surgiu a Baia Country. Há 12 anos no mercado, a loja se especializou em roupas e acessórios countries, uma moda inspirada nos modelos texanos.

“Importamos o que há de melhor no mercado, tanto para os cavalos quanto para os cavaleiros, os principais lançamentos, além de modelos exclusivos desenvolvidos para nós por parceiros nacionais”, explica Luana.

 A loja possui ainda uma marca própria, a Stable Brand que trabalha com a venda de crucifixos e acessórios de ouro e prata.

Siga a Baia Country nas redes sociais e participe do sorteio.

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fotos: Divulgação

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Moda

F@rm Girl traz moda e estilo às apaixonadas pelo universo western

Nova loja chega ao mercado reunindo uma mistura dos estilos boêmio, cowboy e do oeste norte-americano, com um toque de conforto e sofisticação

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Quem curte o universo Western sabe que encontrar peças únicas, que estejam de acordo com o estilo, sem estar datada, com excesso de informação e brilho, demais é muito difícil de encontrar no mercado nacional.

Quando encontradas, são peças muito parecidas, com brilho em excesso e mesmo com baixa qualidade.

Stefani Ferreira e Rosana Corte são apaixonadas pela vida no campo e pelos cavalos, e encontraram neste nicho de mercado, o universo western, uma grande oportunidade de negócio.

Chega hoje ao mercado a F@rm Girl, uma loja que contempla uma mistura dos estilos boêmio, cowboy e do oeste norte-americano, com um toque de conforto e sofisticação.

São peças inspiradas nos modelos encontrados nas principais lojas do oeste americano, que traduzem uma natureza única, para que você se sinta exclusiva e inspire admiração por onde passe.

“Morei por um tempo nos Estados Unidos e trouxe muitas peças de lá. Quando estou nos eventos as pessoas me abordam e comentam dos meus acessórios e minhas peças. Aqui no Brasil eu nunca consegui encontrar nada parecido, por isso a ideia de ter a nossa loja, a F@rm Girls, que reúne materiais únicos”, conta Rosana, uma das idealizadoras.

Projeto F@rm Girl

Rosana cresceu em contato com o meio equestre. Vivia em fazendas, sempre rodeada dos cavalos e este contato a fez gostar e se interessar pelo universo western.

Laçadora e zootecnista, Rosana passou a percorrer os eventos de laço, seu esporte preferido, e começou a atrair a atenção das mulheres que frequentam as provas. Elas sempre se interessavam por seus acessórios e looks.

Já Stefani trabalhou por muitos anos em uma grande loja de produtos western e acabou fazendo muitos amigos no meio. Casada com Kin Yuda, laçador e treinador de cavalos, sempre acompanhou seu marido nas provas.

Stefani também gosta muito da moda western e sentia na pele a mesma dificuldade de Rosana para encontrar seus looks. Ela mandava confeccionar suas peças que também atraiam a atenção das mulheres.

Como o marido de Stefani é treinador dos cavalos de Rosana e isso, aliado a presença de ambas nas provas, elas acabaram se aproximando e se tornaram grandes amigas.

Um dia, em uma conversa descontraída entre as amigas, Stefani compartilhou seu desejo de ter sua própria loja de moda western. Ela já havia trabalhado por muito tempo em lojas do meio e tinha muita experiência.

Foi assim que as amigas uniram forças e criaram juntas a F@rm Girl.

“A F@rm Girl é a união dos nossos sonhos. Somamos minha experiência com vendas de produtos western com os conhecimentos de moda e estilo de Rosana, e graças a Deus, hoje estamos lançando a nossa marca. Convidamos todas para conhecer de perto nossos produtos e se apaixonar pela F@rm Girl”, finaliza Stefani.

Conheça mais sobre a F@rm Girl no Instagram e se surpreenda!

Por: Equipe Cavalus Comunicação Equestre

Fotos: Divulgação

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Moda

Égua na passarela?

Chanel inova utilizando a amazona e modelo Charlotte Casiraghi montada em uma égua para abrir seu desfile na Semana de Moda de Paris

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Essa semana, o mundo da moda deu o que falar na internet. A famosa Maison francesa Chanel apresentou sua coleção de alta-costura primavera-verão no Grand Palais Éphemere, durante a Semana de Moda de Paris.

E ai você se pergunta, mas qual é a relação dessa notícia com os cavalos?! Pois é, ai que está a questão! A marca inovou abrindo o desfile com a filha de uma princesa real montada em uma égua na passarela!

Na sela do animal estava a sobrinha do príncipe Albert de Mônaco, Charlotte Casiraghi, amazona competidora de provas de Salto. A apresentação foi acompanhada ao vivo pelo músico Sébastien Tellier.

Assista a apresentação: https://www.instagram.com/reel/CZMGdalK0Wd/?utm_source=ig_web_button_share_sheet.

A proposta da marca ao utilizar a égua foi homenagear a fundadora da marca, Gabrielle “Coco” Chanel, que era apaixonada pelo meio equestre.

Xavier Veilhan, artista francês que projetou o cenário do desfile afirmou que a proposta era que as roupas e as modelos contrastassem com a beleza do cavaleiro e do cavalo.

A apresentação gerou polêmica na internet, com vários apaixonados por animais e ambientalistas criticando o uso da égua.

O fato é que a marca conseguiu o que queria: mais destaque internacional.

Por Camila Pedroso

Fonte: CNN Brasil

Foto e vídeo: Divulgação/CNN Brasil

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Moda

Participe da promoção “Meu Cavalo é Cutter”!

O vencedor terá o nome do seu cavalo batizando uma das calças da próxima coleção da marca

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Quer ter um de seus cavalos batizando uma das calças da próxima coleção da Cutter Jeans? Então, participe da promoção “Meu Cavalo é Cutter”, que está sendo realizada exclusivamente na página oficial da marca no Instagram: @cutterjeans.

Para participar é simples: basta acessar a página da Cutter, procurar o post oficial da promoção e curtir. Depois, você vai precisar responder nos comentários dessa postagem, em até 600 caracteres, porque o seu cavalo deve ser escolhido.

Ah… e não esqueça de marcar dois contatos nos comentários também. A melhor justificativa, escolhida pela equipe da marca, será a vencedora da promoção “Meu Cavalo é Cutter!”.

Lembrando que não serão consideradas participações que excedam os caracteres nem com marcações de fakes, marcas ou famosos que não sejam influencers do mundo equestre no Instagram.

Não perca tempo e participe da promoção “Meu Cavalo é Cutter”. O resultado será divulgado antes para a vencedora. Então, fique de olho nas suas redes sociais. Cutter: exclusiva como nenhuma outra.

Site: www.cutterjeans.com.br | WhatsApp: (15) 99105-5851

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fotos: Divulgação/ Pexels

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Moda

Novo site traz modernidade e segurança a Country Home

Clientes ganham novo canal de contato com a loja, ainda mais seguro e moderno

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O advento da pandemia fez aumentar consideravelmente as vendas online. Apenas no primeiro semestre de 2021, o e-commerce no país atingiu a marca de R$ 53,4 bilhões em vendas, segundo o site do E-Commerce Brasil.

Os empresários tiveram que aprender, de última hora, como vender online e um dos meios mais procurados foi o WhatsApp. Os lojistas passaram a utilizar sua rede de contatos para oferecer os produtos e assim, continuar com as vendas.

Com a Country Home não foi diferente. A loja passou a ter um canal direto com os clientes via WhatsApp para a venda dos produtos. Assim como no Brasil inteiro, o canal foi um sucesso de vendas e levou a loja a se modernizar ainda mais.

Agora os clientes da Country Home possuem mais um canal de compra e venda: o novo site da loja.

Segundo a proprietária da loja, Janaina Nicola Moraes Pereira a proposta do novo site foi facilitar o acesso dos clientes. “Pelas redes sociais muitos clientes não conseguiam localizar os produtos desejados ou mesmo nos encontrar. Com o site, o cliente visualiza mais facilmente o produto e consegue efetuar a compra com facilidade e agilidade”, afirma Janaina.

Segurança

Além da agilidade e facilidade de acesso, o site trouxe ainda mais segurança às transações. “Apesar do nosso WhatsApp ser totalmente seguro com relação ao dados dos clientes, visto que enviamos um link de pagamento, alguns pediam outras alternativas. Foi assim que surgiu a ideia de desenvolvermos o site. Com isso, buscamos agradar ainda mais nossos clientes e conquistar novos” expõe a proprietária.

O novo site possui um sistema antifraude que protege tanto a lojista de golpes, quanto o cliente. “Nossos clientes podem se sentir seguros, pois o sistema protege os dados financeiros e pessoais deles no momento da transação. Além disso, nos protege de fraudes. Uma segurança a mais para todos os lados, o nosso e do cliente”, explica.

Conheça o site da Country Home e se surpreenda!

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Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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Moda

Bonés são a pedida deste Verão

Além de proteger do Sol e amenizar o calor, o acessório confere estilo as produções. Conheça o modelo ideal para seu formato de rosto

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O calor está marcando presença neste verão e para se proteger do Sol nada melhor que um boné, ainda mais para os atletas que praticam suas atividades sobre o calor escaldante.

Para aliviar ainda mais a sensação térmica, os bonés ganham tecidos mais leves como o algodão e telas na parte de traz para deixar a cabeça mais ventilada.

Outra opção que agrada aos apaixonados por bonés são as viseiras. Como permitem que a parte superior da cabeça fique livre, agradam principalmente nos passeios ao ar livre como parques e praia.

A Fashion Art é uma empresa especializada na confecção de bonés e oferece uma vasta linha de modelos específicos para os dias mais quentes do ano. São modelos Marketing Premium, Countrys, Bonés Trucker, Viseiras, além de modelos casuais, bonés promocionais entre outros.

Como escolher um boné?

O primeiro passo para escolher um boné é levar em consideração o formato do seu rosto. Os ovais e redondos podem apostar em modelos com as abas retas. Já quem tem a face mais longilínea, as melhores opções são os modelos com aba curvada.

Para quem tem o rosto quadrado, a melhor opção são os modelos com abas menores e modelagem mais baixa.

Escolhido o modelo ideal, agora é só sair pro ai, despojando seu estilo.

Você sabe como higienizar seu boné?

Não basta apenas escolher o modelo ideal, é preciso mantê-lo sempre limpo para garantir a durabilidade da peça e dar ainda mais destaque a sua produção. Parece uma tarefa complicada, mas não é. Para lavar, basta mergulhar a peça em uma bacia com água fria, adicionar sabão neutro e com uma escova macia, escovar a sujeira. Retire bem o sabão e deixe seca sobre uma bancada, na sombra para não descorar ou perder o formato.

Lembre-se: nunca coloque seu boné na máquina de lavar ou secadora.

Sobre a Fashion Art

A Fashion Art está no mercado de confecções a 10 anos, desenvolvendo e produzindo confecções para conceituadas marcas licenciadas, magazines e empresas brasileiras na área promocional.

Conta com equipamentos modernos em todos os processos de industrialização e tecnologia de ponta, além de uma equipe especializada que atuam visando sempre o melhor resultado: a satisfação de todos os clientes.

Para mais informações acesse: http://fashionartbones.com.br/home/

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Por: Camila Pedroso

Foto: Pixel

Crédito do vídeo: Carolina Lemes

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Moda

Bonés conferem estilo e modernidade aos apaixonados pela moda western

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Mais do que estilo, os bonés conferem um ar mais moderno e jovial para quem gosta de se vestir com a moda western.

Além de um acessório de moda, os bonés são muito utilizados durante as provas de velocidade como Três Tambores, por exemplo, sendo inclusive permitidos pelas regras. Todo mundo espera o boné voar sobre a pista conforme o conjunto acelera. É emocionante!

Com isso, todas as marcas atentas ao mercado estão em busca de colocar suas marcas em destaque nos bonés. Para chamar a atenção de todos, são escolhidos modelos desenvolvidos especialmente para os competidores, com abas confortáveis e estilos modernos que chamam a atenção e despertam o interesse.

A Fashion Art se especializou na confecção de bonés western para ser utilizado durante as provas. São modelos desenvolvidos estrategicamente para trazer conforto, estilo e proteção aos cavaleiros, sem deixar de lado a marca dos clientes, sempre em destaque nos produtos.

“Estamos sempre atentas ao mercado western, buscando inovar nossos produtos para que sejam não apenas brindes, mas bonés desejados por todos, pela beleza, usabilidade e o estilo que conferem as produções”, explica Márcia Calomeno uma das proprietárias da marca.

Sildemar Sanna, da Smith Brothers, possui bonés da marca produzidos pela Fashion Art e ressalta a modelagem da marca, sempre conectada à moda western. “A Fashion Art sempre nos oferece modelos novos, está sempre conectada com a moda e com o mercado western, sendo assim, estamos sempre à frente dos concorrentes”, afirma Sanna.

Ainda de acordo com Sanna, a empresa honra todos os prazos e entrega realmente o que promete.

Já José Carlos, representante da Classic Import. e Export., empresa representante de diversas marcas americanas de linha country para a América Latina, possui bonés da Fashion Art para a marca Classic, maior empresa americana de laços para competição. “Escolhemos a Fashion Art pelo profissionalismo, qualidade dos produtos, confiabilidade na parceria, além da rapidez na entrega”, ressalta José Carlos.

Para ele, o grande diferencial da marca é a tecnologia no desenvolvimento dos produtos, que conferem qualidade e rapidez na entrega.

Se você também quer ter sua marca estampada em bonés de qualidade e atentos à moda, procure pela Fashion Art.

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Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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Moda

O que levar em consideração para comprar um chapéu?

Hat Shoper Willian Marcondes dá dicas sobre como comprar um chapéu

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O chapéu é essencial na vida dos cavaleiros. Mais do que uma questão cultural, ele protege das intempéries do clima e fora que são muito estilosos e dão um toque western na produção.

Existem três tipos materiais que são utilizados para produzir os chapéus: palha, feltro e pelo, e cada um possui suas peculiaridades e devem ser utilizados em ocasiões específicas. Os de palha devem ser utilizados mais no dia a dia, para a lida no campo ou mesmo eventos ao ar livre. Os de feltro e pelo devem ser utilizados em eventos noturnos ou em dias muito frios.

Um bom chapéu, se bem armazenado e cuidado, pode durar até 30 anos. Entretanto, no momento da compra, o que devemos levar em consideração? Como escolher um chapéu?

Conversamos com Willian Marcondes, profissional hat shoper, durante o 19° Encontro de Horsemanship da Universidade do Cavalo em Sorocaba/SP, e ele nos deu várias dicas sobre como comprar, armazenar e manter seu chapéu por mais tempo.

“Muita gente quando vai a uma loja para comprar o seu chapéu não sabe o que está comprando. Ás vezes compra um modelo de feltro achando que está levando de pelo”, alerta o especialista.

Para saber se o modelo escolhido é mesmo de pelo, explica o hat shoper, você precisa assoprar o chapéu. “Se o ar atravessar, o modelo é de feltro. O chapéu de pelo a massa é maior e o ar não passa”, ensina Marcondes.

Segundo o especialista, o chapéu de pelo de boa qualidade pode durar até 30 anos e um de feltro a durabilidade é menor. “O chapéu de pelo é uma mistura de pelo de castor e de lebre. Quanto mais pelo de castor, melhor ele é, mais caro ele é e maior será a sua durabilidade.  Já o de feltro é uma mistura de lã animal (ovelha) com lã acrílica, mesmo material que é feito o carpete, por isso a durabilidade dele é menor”, explica Marcondes.

Ainda de acordo com o hat shoper quanto maior a exposição do chapéu de feltro ao sol e chuva, menor será a sua durabilidade.

Na hora de comprar um chapéu, ensina Marcondes, devemos levar em consideração o uso do adorno. “Se você vai utilizar ele durante o dia, o indicado é que seja um chapéu de palha, pois ele respira melhor, é mais leve, e se adapta melhor ao clima do Brasil. Se sua ideia é usar a noite, em um leilão, uma festa, o indicado é o de pelo que são mais chiques e finos”, explica.

Outro ponto que devemos levar em consideração, no caso dos modelos em palha, é a firmeza das abas. “Elas precisam ser firmes, resistentes ao tentar dobrar, pois isso mostra que ele foi bem engomado e durará mais tempo”, ressalta o especialista que aconselha optar por modelos resinados, pois aumentam a durabilidade.

Tramas da palha

Dentro do chapéu existe uma marcação com a letra X que determina a quantidade de tramas que a palha tem. Quanto mais tramado, maior a quantidade de X e mais caro será o modelo. “A palha será mais fina, mais bonita”, explica Marcondes.

Para quem vai viajar para o exterior e quer comprar um chapéu, Marcondes dá algumas dicas. “Nos Estados Unidos, é uma questão cultural, no inverno eles usam o modelo de pelo e no verão os de palha. E na hora de comprar você precisa estar atento a estação do ano, pois no verão você só encontra modelos em pelo e no inverno modelos em palha, para você se preparar para a próxima estação, além do custo ser menor”, aconselha Marcondes.

Higienização e armazenamento

Os chapéus devem ser armazenados dentro dos cases ou em suportes específicos, para não perder suas formas.

A higienização pode ser feita com detergente neutro e uma esponja macia. Você pode esfregar com cuidado para retirar a sujeira.

Nos modelos em pelo ou feltro, utilize uma fita crepe dobrada ao contrário e passe sobre a superfície para retirar a sujeira e pelos soltos. Escove com uma escova macia e em casos de sujeiras mais grossas, passe uma escova mais resistente.

Se o chapéu perdeu a goma ou está muito sujo, com as abas tortas, uma boa notícia: o hat shoper afirma que tem como arrumar.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação/Pixabay

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