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Cavalos: os erros mais comuns em pista de areia

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A pista é um dos lugares que mais os cavalos ficam em determinados períodos da vida. Como não errar na hora de saber o que é melhor para eles?

A pista é um dos lugares que mais os cavalos ficam em determinados períodos da vida. Como não errar na hora de saber o que é melhor para o bem-estar deles?

Existem vários erros comuns que você pode evitar ao fazer uma pista para cavalos. Acima de tudo, construir uma pista é um grande investimento. Então, para faze-lo de maneira correta você deve ter o máximo de informações em seu planejamento.

1- Localização

Em primeiro lugar, o primeiro passo para o planejamento ideal é escolher o local mais adequado. Ninguém ficará surpreso ao saber que drenagem é um dos maiores problemas na construção de uma pista. O quanto você irá gastar de energia, sobretudo, vai depender das propriedades naturais do solo. Se é pedregoso, arenoso. Se existe uma espessa camada de argila. A natureza do terreno irá determinar o quanto de esforço será necessário para levar a água fora e longe de sua arena.

Ao localizar a pista em um ponto alto do terreno, você já tem meio caminho andado para um bom escoamento das águas. Parece uma coisa óbvia, mas é surpreendente quantos proprietários de cavalos deixam de economizar muito dinheiro ao construir as pistas onde preferem que seja. Ao invés de deixar a topografia escolher o local ideal. É sempre melhor trabalhar com a natureza e não contra ela. É possível construir um pista em cotas mais baixas do terreno. Você só terá que desembolsar maior quantidade de dinheiro para isso.

2- Sistema de drenagem inadequado

O próximo passo é garantir que seu sistema de escoamento de águas pluviais irá aguentar as demandas do perímetro. Você deve ter pelo menos um dreno funcionando em toda a arena. Do mesmo modo que um em torno de seu perímetro. Estes drenos perimetrais são importantes. A pista normalmente acomoda a maior quantidade de tráfego. Se o solo é argiloso, é provável que você precise instalar drenos transversais adicionais. Assim como aumentar o diâmetro dos drenos externos para garantir um sistema adequado.

A pista é um dos lugares que mais os cavalos ficam em determinados períodos da vida. Como não errar na hora de saber o que é melhor para eles?

3- Materiais de má qualidade

Construir uma pista não é como uma receita de bolo. Com toda a certeza não dá para você pode buscar na internet e copiá-la. É preciso estar sempre ciente da qualidade dos materiais que está comprando. Alguns lugares são abençoados com abundância de boas pedras naturais. Enquanto outros nem tanto. O ideal é procurar um fornecedor confiável que te ofereça garantia.

4- Tamanho é importante

Ao escolher as dimensões sua arena, lembre-se que o tamanho importa. Principalmente quando se trata de valor de revenda. Você pode não pretender vender a sua propriedade num futuro próximo. Mas todo imóvel vai para o mercado, eventualmente.

O tamanho adequado da pista irá depender das modalidades praticadas, salto, adestramento, três tambores, laço, team roping, entre outros.. Mas deve-se sempre levar em conta a versatilidade da pista para mais de uma função.

5- Construir no período errado

Deve-se executar a pista de areia durante o período de maior seca do ano. A saber, a argila precisa ser cuidadosamente gerenciada. Especialmente durante trabalhos de terraplenagem, tais como ‘corte e aterro’. Por isso não pode haver barro. Em períodos de chuva, como janeiro a março, coisas que não queremos podem acontecer. A pista pode subir e mover a camada de brita e bidim. Assim, levando à contaminação da superfície e uma drenagem fraca. Se isso ocorrer, serão necessário trabalhos de reparação.

Colaboração: Arquitetura Equestre
Crédito das fotos: Reprodução/Facebook

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Justine Klaiber é a primeira mulher a vencer corrida de US$ 1 milhão

Jóquei marcou feito histórico nas corridas do Quarto de Milha em Los Alamitos

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Sem dúvida, a vitória de Justine Klaiber e Apollitical Gold em Los Alamitos é um feito histórico para uma jóquei. Ela ganhou o Golden State Million Futurity, uma corrida de Grupo 1 bastante conceituada, que pagou US$ 1.104.550,00. Antes de mais nada, nenhuma outra mulher na história do hipódromo havia conseguido algo assim.

Justine Klaiber, 25, e Apollitical Gold, castrado, filho de Apollitical Jess, fecharam as 440 jardas em 19s650. Largaram pela baliza sete e assumiram a ponta logo no início da corrida. Dessa forma, superaram a vencedora do Oklahoma Futurity, Aint She Tentting por uma cabeça. Ademais, a edição 2020 do Golden State Million Futurity foi a mais ‘rica’ desde 2012.

Justine Klaiber tornou-se a primeira mulher a vencer uma corrida de um milhão de dólares em Los Alamitos; ela montou Apollitical Gold

O cavalo é de propriedade de Grant Cox, treinado por Eddie Willis. “Foi incrível. E, antes de mais nada, sou grata a Eddie Willis por me deixar correr o ano todo nos cavalos que treina. Eu não poderia estar aqui sem ele e todos os meus amigos e familiares me apoiando”, alegra-se Justine Klaiber.

De acordo com ela, “todos os dias apareço para trabalhar, porque amo o que faço. O trabalho é duro, mas cada pequena conquista vale a pena. E tudo vem melhorando ao longo do tempo. As vitórias são constantes e é isso que me faz trabalhar duro todos os dias”.

A jóquei monta em Apollitical Gold desde o início da doma e participou de todo o processo de testes dele nas pistas junto ao treinador. “Ele é um cavalo fenomenal. Sempre dá o melhor que pode na corrida. Não posso pedir mais dele.”

Outra curiosidade é que a família Cox cria cavalos há 30 anos. Seus pais começaram, justamente, com a bisavó do cavalo campeão.

Fonte: AQHA e Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Divulgação/Scott Martinez

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Conheça a força, beleza e tradição da Escaramuza mexicana

A Escaramuza é uma prova em que equipes de mulheres realizam exibições equestres de precisão, cavalgam de lado e vestidas de Adelita

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O vestuário extravagante, com padrões ornamentados, chamam a atenção. Mas a incrível habilidade como cavaleiras é o que dá o tom às mulheres que competem na Escaramuza. Antes de mais nada, são consideradas pelos mexicanos as vaqueiras mais arrojadas do planeta. O esporte combina beleza, história e equitação em uma exibição deslumbrante de arte e atletismo.

Sobretudo, a Charrería é o esporte nacional do México. Um evento semelhante a um rodeio, onde charros (cavaleiros mexicanos) competem a cavalo em eventos a fim de mostrar suas habilidades de equitação. Eventualmente famosa com o desenvolvimento das grandes cidades, a Charrería encontra suas raízes no interior do México.  Em contrapartida, é um movimento ainda dominado pelos homens.

Contudo, assim como vaqueiras em todo o mundo, as mexicanas são igualmente habilidosas como amazonas. Por isso que encontraram seus próprios caminhos com a tradicional Escaramuza.

A Escaramuza é uma prova em que equipes de mulheres realizam exibições equestres de precisão, cavalgam de lado e vestidas de Adelita

Prova

A Escaramuza é uma prova em que equipes de mulheres realizam exibições equestres de precisão. Oito vaqueira montam de lado e ficam lado a lado, realizando percursos difíceis em sincronicidade. A competição consiste em 12 movimentos, julgados pela velocidade, sincronização e execução exata. As escaramuzas mostram sua habilidade com a equitação e destreza. Bem como com o treinamento dos cavalos, truques complexos e execução impecável.

Por mais detalhada que seja a competição em si, o traje barroco igualmente chama a atenção. Desde o momento em que os oito cavalos pisam os cascos na arena todos os olhos nas arquibancadas estão vidrados e alertas. Antes de ais nada, como em todo esporte, o uniforme encontra raiz na história.

Os vestidos Adelita são baseados nos usados durante a revolução mexicana. E cada equipe tem o seu estilo. Todavia, as cores preferidas são sempre as tradicionais e os bordados sempre feitos à mão. Por fim, os sombreros usados por cada escaramuza são igualmente extravagantes e cada um é exclusivo para o vestido.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Merilee Raynor/Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Vogue.com

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Passo a passo para fazer um cavalo de pau

O cavalo de pau nada mais é do que um brinquedo com uma cabeça de cavalo presa a um pedaço de madeira, podendo ou não ser acompanhado de rodas

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O cavalo de pau, assim como cataventos, multiplicaram-se principalmente a partir do Século 15. Dessa forma, surgiram do espírito de imitação das crianças. Nesse caso, as crianças imitavam as atividades dos adultos de montar a cavalo.

Antes de mais nada, o cavalo de pau surgiu em uma época em que este animal era o principal meio de transporte e de tração. De acordo com nossas pesquisas, esse brinquedo teve origem no Brasil e se espalhou pelo mundo. Não é raro ver uma criança que curte cavalos pedir um cavalo de pau de presente para os pais. E isso acontece até hoje.

De modo que o cavalo de pau nada mais é que um pedaço de madeira com a réplica de uma cabeça de cavalo implantada na parte superior. A partir dai, você pode usar sua imaginação para produzir o melhor brinquedo para o seu filho, neto, sobrinho, amigo. E o melhor, eles podem participar da confecção junto com você!

O cavalo de pau nada mais é do que um brinquedo com uma cabeça de cavalo presa a um pedaço de madeira, que surgiu no Brasil

Como fazer:

Antes de tudo, você vai precisar de: meia de adulto; tesoura; agulha e linha de costura; cadarço ou corda; lã colorida; feltro na cor marrom; 4 botões (2 pequenos e 2 grandes); fibra siliconada; fio de algodão ou barbante; cabo de vassoura.

1.Comece enchendo a meia com a fibra siliconada de modo fique bastante firme.

2.Com o fio de algodão ou barbante, prenda a meia ao cabo de vassoura. Finalize dando um nó bem forte nas duas pontas.

3.Os botões farão os olhos do cavalinho. Junto o menor no centro do maior e em seguida prenda-os de cada lado da meia.

4.Por outro lado, o feltro ajudará na confecção das orelhas. Corte o tecido em formato de v e ao prender com agulha e linha certifique-se de que elas fiquem dobradas.

5.Para a boca, na ponta da meia, passe a agulha e linha de uma lateral a outra, formando um vinco. Logo depois, passe a linha por fora, como arremate.

6.Com a lá colorida você fará a crina. Enrole a lã em alguma superfície que dê voltas, se baseando no tamanho da sua meia. Posicione um fio no meio desse que enrolou, corte as laterais, e vá dando nós prendendo a parte que você cortou ao fio do meio. Por fim, costure a crina centralizada na cabeça do cavalo de pau.

7.Para a rédeas, use o cadarço. Passe-o em volta da fuça e de um nó bem rente, deixando as pontas soltas.

O cavalo de pau nada mais é do que um brinquedo com uma cabeça de cavalo presa a um pedaço de madeira, que surgiu no Brasil

Essa é apenas uma das formas, mas existem diversas outras maneiras de fazer você mesmo, basta pesquisar

Fonte: Wikipedia, Revista Artesanato
Crédito das fotos: Babyccino Kids, Crafts&DIY

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