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Confira seis curiosidades sobre o cavalo Azteca

Raça que é originária do México é uma mistura de exemplares das raças Andaluz, Quarto de Milha e linhagem mexicana Crioula

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Confira seis curiosidades sobre o cavalo Azteca

Raça originária do México, o cavalo Azteca foi introduzido no país após a Revolução Mexicana, que com o uso excessivo dos crioulos mexicanos para a guerra levou à sua extinção total. Assim, sendo necessário uma nova raça com porte e força para trabalhos de campo.

Então, a origem do cavalo Azteca é uma mistura de exemplares das raças Andaluz (sangue espanhol), Quarto de Milha (da lida com o gado) e linhagem mexicana Crioula. Em seguida, se espalharam para os Estados Unidos, onde entrou sangue Paint Horse.

Bem como, os cavalos dos charros, vaqueiros mexicanos, foram conhecidos, oficialmente, como a raça nacional do México em novembro de 1982, pelo Departamento Mexicano de Agricultura. Dessa forma, confira seis curiosidades sobre o cavalo Azteca:

  1. Altura mínima de 1,43m e chegam até 1,62m.
  2. Olhos expressivos, testa ligeiramente convexa.
  3. Pescoço musculoso e levemente arqueado.
  4. Não só a crina, como também as caudas são um pouco baixas e rasas.
  5. São os cavalos dos charros, os vaqueiros mexicanos.
  6. Proprietário da Casa Domecq México, o criador Antonio Ariza Cañadilla desenvolveu o fortalecimento dos Aztecas.
  7. Reconhecido como o cavalo nacional do México em 4 de novembro de 1982, pelo Departamento Mexicano de Agricultura.
  8. Atualmente, são regidos pela Associação Mexicana de Criadores do Cavalo Azteca e International Azteca Horse Association.

Fonte: Olympus Horse
Fotos: Wikipedia

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Curiosidades

Resgate de cavalo por helicóptero?

Exército da Suíça realiza teste para resgatar seus animais que atuam nas montanhas do país

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Você sabia que na Suíça, em pleno século XXI, o exército do país, o Swiss Army, ainda utiliza tropas montadas especializadas em ações nas montanhas?

O país é uma das poucas nações no mundo a utilizar os cavalos e possui um dos melhores treinamentos para operações em montanhas. O motivo é a versatilidade do animal nestes tipos de ações.

As ações realizadas pela tropa são diversas, desde a contenção de rochas de uma construção anti deslizamento de terras até o impedir o avanço de uma coluna blindada ou derrubar aeronaves que se aventurem pelos espaços das montanhas que cercam o país.

Entretanto, o que fazer com estes animais se eles sofrem algum tipo de lesão? Pois as montanhas de lá possuem mais de 1.700m de altitude.

A Força Aérea da Suíça realizou uma ação que chamou a atenção: um teste para resgate de um cavalo com um helicóptero. O objetivo da ação era testar se a técnica pode ser utilizada para transferir os animais mais rapidamente ao hospital veterinário.

Segundo o site do exército suíço, os testes foram realizados em parceria com a Faculdade de Veterinária da Universidade de Zurique.

Como içar em segurança o animal?

O principal objetivo do teste era saber qual seria a inclinação e velocidades adequadas para transportar o animal em segurança. O primeiro cavalo teve seu corpo quase coberto por uma roupa especial, tapando também seus olhos para evitar pânico durante o trajeto. Foram testadas cordas de suspensão de diferentes comprimentos e redes especiais.

Apesar de balançar com o vento, o animal não ficou agitado.

Na segunda fase dos testes, foram içados três cavalos de uma vez, por um helicóptero Super Puma, usando botas protetoras.

A Suíça é reconhecida internacionalmente pelos seus esforços para resgatar seus cavalos, afirmou o diretor de cirurgia equina da Universidade de Zurique, Anton Fürst.

Os testes concluíram que os animais não podem voar a uma velocidade maior que 130 km/h e agora todos os animais do exército poderão ser resgatados pelo helicóptero, se necessário.

Por: Camila Pedroso

Fotos: VBS/DDPS/Sam Bosshard

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Curiosidades

Soro anti-Covid é aplicado pela primeira vez em paciente diagnosticado com a doença

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Ótima notícia na luta contra a Covid-19! Um primeiro paciente recebeu o soro anti-Covid desenvolvido pelo Instituto Butantan com plasmas de cavalos. A aplicação do medicamento foi realizada em um paciente do Hospital do Rim de São Paulo, na última sexta-feira (12).

O homem possui 65 anos, é transplantado e não teve nenhum efeito colateral. Seguindo o hospital, a resposta ao medicamento foi adequada, mas por conta da idade e de possuir uma doença prévia de média gravidade, os médicos decidiram que ele será acompanhado no hospital, em um leito semi-intensivo, onde ficará por 28 dias em observação.

Trinta pacientes diagnosticados com a Covid-19 em estágio leve participarão do estudo e receberão o soro. A estimativa é que o corpo dos pacientes, ao receber o soro, passe a produzir anticorpos que combatam a doença. Ainda não há um prazo para divulgação dos primeiros resultados.

Produção do soro

O soro foi produzido com plasmas de cavalos, retirados de seu sangue. Os anticorpos são separados do plasma e se transformam em um soro anti-Covid.

O soro funciona de forma parecida com o usado para tratar picadas de serpentes peçonhentas. Na fase de testes em animais, o vírus inativado por um processo de radiação é inoculado em cavalos, que produzem anticorpos do tipo imunoglobulina G.

Além de ajudarem na produção do soro, os cavalos participaram dos testes. O vírus inativo não provoca nenhum danos aos animais, nem se multiplica no organismo, mas estimula a produção de anticorpos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Pixabay

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Amor e superação marcam a vida do Mangalarga Marchador Hulk da Pedra Verde

Quebradura grave no membro inferior quase tirou sua vida

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O maior temor dos proprietários de cavalos são as fraturas nos membros inferiores e posteriores, pois, infelizmente, ainda nos dias de hoje, geralmente o animal é sacrificado, devida ás poucas chances de ter uma recuperação bem-sucedida.

Hulk da Pedra Verde, um Mangalarga Marchador, chegou a vida de Giovanna de Castro de presente. O animal, muito dócil e indicado para trabalhar com crianças e iniciantes, tinha um ótimo histórico em competições da raça, mas já havia deixado de competir.

Ao chegar as mãos de Giovanna, ela observou que ele adorava saltar e começou a treinar o garanhão para participar de provas.

Para a sua surpresa, Hulk, em sua primeira competição na 2° Etapa da Copa de Santo Amaro, realizada em fevereiro de 2020, participou do salto de 60 cm e conquistou o segundo lugar.

Giovanna ficou encantada com o feito de Hulk e passou a treiná-lo para subir de categoria no próximo campeonato, passando de 60 para 80 cm.

Com a chegada da pandemia, os treinamentos foram interrompidos, pois não teriam provas para participar.

Hulk conquistou o segundo lugar na 2° Etapa da Copa de Santo Amaro, na categoria Salto de 60 cm

Porém, no dia 10 de novembro de 2020, um grave incidente mudou a vida de Hulk para sempre.

“Soltaram o Hulk no piquete, ao lado de uma égua no cio e deixaram eles sozinhos lá o dia inteiro. No dia seguinte, quando chegaram ao piquete, Hulk estava deixado, quieto. Ele estava cheio de lesões e estava com o membro interior esquerdo lesionado”, relembra a proprietária.

Ao chegar ao piquete, Giovanna descobriu que as lesões de Hulk foram feitas pela égua no cio que ele, escondido, pulou o piquete e a cobriu. “Ninguém afirmava o que havia acontecido, pois deixaram um garanhão ao lado de uma água no cio. Chamamos o veterinário Dr. José Ricardo Barreto, achando que poderia ser algo muscular ou algo do tipo e para a nossa surpresa, já no primeiro toque, o Dr. José percebeu que poderia ser uma fratura. Feito o raio-X, veio o diagnóstico: fratura no olecrano. Meu mundo caiu, entrei em desespero”, relembra.

O maior desespero de Giovana era de a lesão não ter um tratamento ou de ele não aguentar e acabar sendo eutanasiado.

O veterinário, que já conhecia o garanhão, entrou em contato com o radiologista da sua equipe para juntos decidirem qual seria o melhor tratamento para Hulk.

“Fraturas completas, tanto em membros toráxicos, quanto nos membros pélvicos são fraturas que prejudicam muito a vida do animal. Fora que a chance de o animal vir a óbito ou ter um choque neurogênico é muito comum. E a fratura do Hulk tinha um prognóstico de reservado a ruim” explica Dr. José.

Como ele já conhecia o histórico no animal e sabia que ele era agitado, o veterinário resolveu, junto da sua equipe, não realizar uma cirurgia, visto que o osso não havia se fragmentado, e não usou ligas ou talas, pois Hulk ficaria agitado e poderia lesionar o outro membro. “Em alguns casos, no pós-operatório, ao se levantar da cirurgia, como eles estão ainda muito atordoados devido à anestesia, podem acabar quebrando outros ossos do outro membro. Por isso, optamos por não realizar a cirurgia e acompanhar o desenvolvimento dele com medicação”, relembra o veterinário.

Fratura do Hulk tinha um prognóstico de reservado a ruim

O tratamento

As medicações eram injetáveis e perduraram por longos três meses. Entretanto, Hulk parecia não esboçar melhoras e, como o animal não pode ficar tanto tempo com o mesmo medicamento, haveria a necessidade de trocar, o que poderia prejudicar ou não o tratamento.

“Neste momento achei que ia perder meu cavalo. Ele ficava parado, com os olhos arregalados não se levantava. Já estava perto do Natal e eu pensei: Hulk não passa de janeiro”, relatou Giovanna.

Para a surpresa de todos, no dia 15 de janeiro de 2021, Hulk esboçou reação e se levantou. Foi o começo de sua recuperação.

No mês seguinte, ele foi liberado para tomar sol e comer grama e no em março Giovanna finalmente pode montar em seu cavalo, ao pelo, para não sobrecarregar e por apenas cinco minutos. “Passou um filme pela minha cabeça. Passei o tratamento dele inteiro indo quase todos os dias na baia e passava horas ali, deitada com ele conversando. Tiveram momentos que achei que ia perdê-lo, mas graças a Deus ele se recuperou. Não sei se vou poder voltar com ele para provas, mas apenas agradeço por ter meu Hulk de volta, são e salvo”, comemora Giovanna.

A previsão de alta do garanhão é fevereiro de 2022.

A prova do crime nasceu

O proprietário da égua que Hulk cobriu não sabia do feito, mas meses depois, ela passou a ficar com a coluna baixa e abria muito as pernas. Ela estava prenha e hoje, o potrinho já corre feliz ao lado de sua mãe.

Por: Camila Pedroso
Crédito das fotos: Divulgação

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Curiosidades

Criatório americano possui valor estimado de US$ 400 milhões

Casa do melhor garanhão dos EUA, Into Mischief, a Spendthrift Farm surpreende pelos números

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Uma propriedade de US$ 400 milhões. Essa é a Spendthrift Farm, um criatório de cavalos puro-sangue, casa do melhor garanhão dos Estados Unidos, o Into Mischief.

A propriedade, localizada em Lexington, no Kentucky, era do bilionário B. Wayne Hughes, que faleceu recentemente aos 87 anos, deixando uma fortuna estimada em UR$ 8 bilhões a sua filha Tamara Gustavson.

Mas, como uma propriedade pode alcançar valores tão impressionantes como este?

Segundo levantamento realizado pela ForbesAgro, este valor é resultado da somatória dos valores da propriedade e de seus animais.

Into Mischeif

Garanhão puro-sangue, Into Mischeif é o cavalo da raça considerado o mais disputado dos EUA.

Em 2012, quando ele tinha apenas 7 anos de idade, o valor da sua cobertura era de US$7.500 mil.

Em 2013, quando seus filhos começaram a disputar provas e se destacar em páreos importantes, o valor da sua cobertura saltou para US$ 20 mil.

Atualmente, com 16 anos, o valor da sua cobertura subiu mais de 11 vezes, saltando para US$ 255 mil, o maior valor da América do Norte em 2021.

Levando-se em consideração que um cavalo jovem com idade entre 8 e 11 anos, que pode cobrir até 100 éguas/ano, num período de 3 ou 4 anos, o Into Mischeif sozinho, vale US$ 135 milhões.

Fazendo essa mesma fórmula com os outros garanhões do haras, juntos eles atingem a marca de US$ 165 milhões.

A Spendthrift Farm anunciou recentemente que a taxa de cobertura do Into Mischief aumento para US$ 250 mil para 2022.

Éguas e potros

Se levarmos em consideração os outros animais da fazenda (éguas e potros), o valor total dos animais atinge a casa de US$ 360 milhões.

Adicionando a essa soma a propriedade em si, somando o valor do terreno e da construção, que possui 133,5 hectares, teremos o valor de US$ 25 milhões.

Filial na Austrália

A Spendthrift Farm possui uma filial na Austrália. Adicionando a essa soma o valor dos animais e suas possibilidades de monta, visto que eles podem aproveitar a estação de monta do hemisfério sul, além da propriedade em si, chegamos ao valor de US$ 15 milhões.

Somando todos estes valores, a estimativa é que a Spendthrift Farm tenha o valor de mercado de US$ 400 milhões.

Por: Camila Pedroso

Crédito das fotos: Divulgação

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Curiosidades

Provas de Laço Comprido utilizando moto vaca se espalham pelo país

Modalidade vem atraindo público e laçadores e oferece premiações atrativas

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Você já ouviu falar em moto vaca?

O nome é inusitado, mas já diz o que é o objeto. Uma moto vaca ou vaca mecânica nada mais é do que um “boneco” em formato de uma vaca fixado e puxado por uma moto, utilizado pelos laçadores para treinar Laço Comprido em suas propriedades.

O objeto começou a ser utilizado para evitar o desgaste do gado, visto a repetição dos movimentos, além de não precisar de uma equipe composta por seis pessoas para cuidar do gado.

O que não se imaginava é que já existem provas que estão substituindo o gado pelas moto vacas. O motivo é um só: custo, visto que o valor investido para a manutenção do gado é muito alto.

O “boneco” de vaca é puxado pela moto simulando o gado

Provas pelo Brasil

A modalidade de prova de Laço Comprido com moto vaca já está se espalhando por vários estados do país, com destaque para o Rio Grande do Sul e São Paulo. São provas pequenas, mas que estão atraindo a atenção do público e do meio, oferecendo premiações significativas.

Em Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, o Clube de Laço Terra do Chimarrão realizou em setembro a primeira prova de Laço Comprido utilizando moto vaca da região

A prova recebeu 150 inscrições e ofertou R$ 3 mil em premiação.

Em Angatuba, interior de São Paulo, O Rancho Américo recebeu, também em setembro, o 2° Titã Moto Vaca, o maior duelo de moto vaca do pais. A prova reuniu 120 laçadores e distribuiu R$ 35 mil em prêmios.

André Ricardo Rocha é laçador e já competiu em ambas as modalidades: com vaca e gado. O laçador já ganhou várias premiações em ambas as modalidades.

O laçador André Ricardo Rocha já participou de provas com moto vaca e com gado

Segundo Rocha, a diferença entre um evento com moto vaca e um tradicional rodeio de laço é apenas a ausência do gado, pois nessa modalidade também tem todo o regulamento de pista e arreamento completo, igual em um rodeio tradicional.

“Só muda a questão do gado mesmo, que é uma moto puxando uma vaca de mentira, em vez de um animal”, explicou.

Moto vaca ou gado, qual é mais fácil?

André Ricardo explica que na moto vaca as provas são mais fáceis, pois a “vaquinha” corre apenas em uma direção. Já no gado, como ele é um ser vivo, corre para qualquer lado.

“No gado é mais difícil porque muitos aprendem a tirar o laço da cabeça, se assustam quando o laço se aproxima, o que tira ele da direção, pulam e correm para qualquer lado, exigindo mais técnica do laçador”, explica.

As provas com moto vaca estão atraindo laçadores amadores e profissionais em busca das premiações

Entretanto, relata o laçador, as provas de moto vaca já estão com premiações interessantes que atraem todos os atletas, desde amadores até profissionais.

“Nas provas com gado a premiação é bem maior, e a inscrição também. Então, o laçador gosta de competir na vaca até como treino mesmo”, afirma.

Inusitado ou não, a modalidade tem atraído o público e chamando a atenção do meio. Será o nascimento de uma nova modalidade do esporte?

Créditos: Camila Pedroso

Fotos: André Ricardo Rocha

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Curiosidades Mangalarga Marchador

Cavalo tipicamente brasileiro, Mangalarga Marchador vem de uma descendência real e tem um plantel mais ou menos meio milhão de animais em todo o país

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Curiosidades Mangalarga Marchador

Considerada uma raça brasileira, o cavalo Mangalarga Marchador surgiu há cerca de 200 anos na Comarca do Rio das Mortes, no Sul de Minas. Tal surgimento se deu através do cruzamento de cavalos da raça Alter – trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal – com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira.

De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador – ABCCMM, o Mangalarga Marchador teve como berço a fazenda Campo Alegre, no Sul de Minas. Ela pertencia a Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, a quem é atribuída a responsabilidade pela formação da raça.

A fazenda era uma herança de seu pai, João Francisco Junqueira. Outro fazendeiro importante na história do Mangalarga Marchador foi José Frausino Junqueira, sobrinho de Gabriel Junqueira. Exímio caçador de veados, José Frausino aprendeu a valorizar os cavalos marchadores por serem resistentes e ágeis para transportá-lo em suas longas jornadas.

Curiosidades

Ainda segundo a associação, são várias versões para o nome Mangalarga Marchador, mas a mais consistente está relacionada à fazenda Mangalarga, localizada em Paty do Alferes, no Rio de Janeiro.

Dessa forma, o nome da fazenda era o mesmo de uma serra que existia na região. Seu proprietário era um rico fazendeiro que, impressionado com os cavalos da família Junqueira, adquiriu alguns exemplares para os passeios elegantes realizados no Rio de Janeiro. Então, quando alguém se interessava pelos animais, ele indicava as fazendas do Sul de Minas.

As pessoas procuravam os fazendeiros perguntando pelos cavalos da fazenda Mangalarga e esta referência se transformou em nome. Já o nome Marchador foi acrescentado pelo fato de alguns daqueles cavalos terem a função de marchar em vez de trotar.

Uma outra curiosidade acerca da raça é que, desde 2014, o cavalo Mangalarga Marchador é considerado uma raça nacional, sancionada na Lei nº 12.975, sancionada pela então presidente, Dilma Rousseff.

Então, para saber mais sobre o Mangalarga Marchador você pode acessar o site da ABCCMM.

Por Heloísa Alves
Fonte: ABCCMM/Tecnologia no Campo
Crédito imagem: Divulgação/ABCCMM

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Curiosidades

Conheça algumas curiosidades sobre o cavalo Árabe

Raça é a mais antiga do mundo, com a origem cercada por histórias; funcionalidade foi o que contribuiu para a resistência do cavalo Árabe ao logo dos anos

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Conheça algumas curiosidades sobre o cavalo Árabe

Considerada a raça mais antiga do mundo, o cavalo Árabe, também conhecido como Puro-Sangue Árabe, tem um mistério acerca da sua história. Apesar disso, algumas evidencias apontam que a raça já estaria presente na Mesopotâmia há cerca de 4000 aC, onde hoje se localiza o Iraque.

Apreciado pela inteligência e característica física única, o cavalo Árabe se destaca também pela funcionalidade. Dessa forma, a funcionalidade é comprovada nas pistas de Halter e até as provas montadas, como Enduro, Cross Country, Três Tambores, Seis Balizas, entre outras.

Origem

Entre as curiosidades da raça mais antiga do mundo, uma delas é de que o Cavalo Árabe se faz presente na história mundial. Há registros de que nomes como Alexandre O Grande, Napoleão e até George Washington cavalgaram nos Puro Sangue Árabe.

De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe – ABCCA, os fatores que contribuíram para a resistência da raça após longos anos incluem a capacidade como cavalo de guerra, com velocidade, resistência e agilidade.

Tais qualidades conquistaram povos e reinos em todo o mundo e esses reinos se esmeraram em mantê-las puras como forma de utilizar seu sangue na criação de tropas para o exército e trabalho através do cruzamento com cavalos locais, dando origem a praticamente todas as raças que conhecemos hoje.

Assim também, a entidade ainda ressalta que os beduínos, primeiros criadores da raça, são os responsáveis pela domesticação e seleção genética das qualidades e da preservação da pureza racial do Cavalo Árabe.

Então, junto com o cristianismo, a raça se espalhou pelo mundo, com popularização nos Estados Unidos em 1893, após sua aparição na Feira Mundial de Chicago. Já no Brasil, os Cavalos Árabes chegaram por volta de 1920, no Rio Grande do Sul. E o primeiro animal Puro Sangue Árabe foi a Airé, que nasceu em 1929.

Curiosidades

Logo, dentro das curiosidades da raça, uma delas é de que o Cavalo Árabe também é utilizado para desenvolver várias raças mais populares, como o Quarto de Milha e o Morgan.

Bem como, a raça também possui uma vértebra a menos nas costas. Por isso, em geral, eles são menores em relação a cumprimento.

Por fim, com a alta influência da raça, recentemente, o ‘Cavalo Mais Completo’ ganhou uma homenagem no Qatar, um dos países no Oriente Médio. Sendo assim, a homenagem foi feita na nova nota de 5 Rial Catarino, moeda oficial do Qatar. A nova impressão teve dois cavalos PSA ilustrados.

Por Heloísa Alves
Fonte: ABCCA/Tecnologia no Campo
Crédito imagem: Divulgação/Pixabay

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Curiosidades

Corinna Schumacher, esposa de Michael Schumacher, atinge o marco da NRHA

Corinna iniciou na criação de cavalos após sua filha, Gina, comprar um pônei, atualmente a família tem o CS Ranch, na Suíça, e o XCS Ranch, no Texas

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Corinna Schumacher, esposa de Michael Schumacher, atinge o marco da NRHA

Não é só dentro das pistas que o sobrenome Shumacher faz sucesso. Corinna Schumacher, esposa do heptacampeão, Michael Schumacher, aproveitou o desempenho de cavalos das suas fazendas CS e XCS e entrou para o seleto grupo Million Dollar Owner da National Reining Horse Association (NRHA). São apenas 16 proprietários a atingir esse marco. Com ganhos de US $ 1,2 milhão e contando, as fazendas tornaram-se conhecidas pela qualidade em cavalos e no cuidado de cavalos.

Cavalos

Embora ela tenha crescido com amor e paixão por cavalos, controlar a competição não era um dado para Schumacher. Como esposa do lendário piloto de Fórmula 1, seu tempo foi gasto viajando ao redor do mundo com ele. Mas, como a maioria dos pais sabe, os filhos podem e irão mudar o caminho da vida de uma pessoa.

A história da família com os cavalos começou quando a filha do casal, Gina, comprou pela primeira vez um pônei Shetland. Logo após, Corinna comprou mais cavalos e começou a exibi-los na competição da American Quarter Horse Association, concentrando-se nas aulas de Trail e Pleasure Classes. Ela gostou de apresentar, mas olhou para outros eventos, foi quando começou a sua história de sucesso.

Rédeas

Corinna ganhou títulos de afiliados europeus da NRHA e um campeonato mundial intermediário não profissional da NRHA. Contudo, ela não foi a única Schumacher apaixonada por Rédeas, já que Gina se formou no mundo das Selas Inglesas e também voltou sua atenção para o esporte. Ela mostrou pela primeira vez um pônei nas Rédeas aos 9 anos, depois passou para os cavalos de sua mãe. Um padrão viável e bem-sucedido evoluiu, onde Corrina montava um cavalo por algumas temporadas antes de passá-lo para Gina.

CS Ranch e Ranch XCS

Ela fundou o CS Ranch em Givrins, Suíça, que se tornou a base de operações, lar de cerca de 25 cavalos de Rédeas e palco de vários eventos da modalidade de prestígio. Quando Corinna reconheceu o escopo da disciplina nos Estados Unidos, isso levou à compra de 460 acres em Gordonville, Texas, sobre os quais ela construiu uma instalação de última geração. Chamado de Rancho XCS e concluído em 2012, é o lar de um show impressionante e 130 éguas reprodutoras com NRHA $ 2 milhões Rider Duane Latimer como o treinador residente.

Agora as duas fazendas trabalham juntas. Os cavalos são enviados do Rancho XCS para o Rancho CS todos os anos, onde são exibidos na Europa e depois vendidos a clientes europeus.

É um programa de sucesso para ambas as mulheres Schumacher. Em sua carreira, Corinna ganhou mais de $ 53.000. Gina, agora com 24 anos, tem lucros da NRHA acima de US $ 716.000. Ela acumulou importantes campeonatos de Rédeas e elogios na Europa e nos Estados Unidos e foi a única mulher e não profissional a se qualificar para o Run For The Million de 2021 apresentado por Teton Ridge.

Para Corinna, o marco da conquista de Million Dollar Owner não é o ponto focal de seu tempo envolvido na modalidade. Em vez disso, são os momentos e memórias ao longo do caminho que ela compartilhou com sua filha. “Isso é algo que Gina e eu fizemos juntas. Isso tem sido o mais importante”, explica Corinna.

Além disso, ela sente que eles se tornaram parte de uma família maior – que é mundial. “Para nós, estar envolvido no controle é como fazer parte de uma família”, finaliza.

Ganhadores de Schumacher (no momento da propriedade) na NRHA

  • Revolution Is Dun (Einsteins Revolution x Miss Whiz Done Dunit x Hollywood Dun It)– $120,294
  • Snip O Lution (Einsteins Revolution x Snip O Chex x Nu Chex To Cash) – $107,114
  • Gotta Nifty Gun (Dun It Gotta Gun x Custom Nifty Nic x Custom Crome) – $69,906
  • Shine N Whiz (Topsail Whiz x Spark N Pretty x Shining Spark) – $63,054
  • Oh Starry Nite (Gunners Special Nite x Chic Olena Starbuck x Smart Starbuck) – $56,776

Fonte: Quarter Horse News
Crédito da imagem: Divulgação/Tom Hautmann Photography

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Escolha de uma matriz vai além da genética

Escolha da égua reprodutora vai além da genética, saiba como identificar fatores que contribuem para o sucesso final

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Escolha de uma matriz vai além da genética

A determinação do sucesso da reprodução dos equinos vai além da escolha do garanhão. É fato que, o macho escolhido para ser o doador do sêmen precisa ser um animal que com o maior número de características desejáveis.

Escolha matriz

Dessa forma, além do garanhão, a escolha da matriz deve ser levada em consideração. Então, neste caso, deve-se observar se a égua apresenta habilidade materna para assegurar o desenvolvimento do potro.

É necessário pesquisar por completo o histórico reprodutivo e produtivo. Verificar se a égua já apresentou algum tipo de problema durante uma reprodução e quantos produtos já foram gerados.

A avaliação do status reprodutivo da égua e a manutenção do seu estado de saúde determinam sua inclusão e permanência na atividade reprodutiva. Contudo, é necessário evitar o acasalamento entre animais aparentados próximos. Porém, se o animal gerado em um determinado acasalamento atender as expectativas esperadas, aconselha se repetir esse mesmo acasalamento, de forma a multiplicar a qualidade gerada.

A idade da égua matriz é mais variável, porém há um limite. Após a faixa entre 15 a 18 anos de idade, dependendo do número de crias já produzidas, a capacidade reprodutiva e produtivo da égua declina, principalmente devido ao desgaste sofrido pela parede uterina. Entretanto, a qualidade da cria independe da idade da mãe.

O histórico em competições deve ser detalhadamente pesquisado. As premiações relevantes são as de campeonatos e reservado campeonatos, dependendo do grau de competitividade.

Fatores de escolha

A seguir, você confere alguns parâmetros que podem e devem ser utilizados no momento da escolha da matriz.

Genética

O primeiro passo para escolher qual égua será a reprodutora é a genética. É necessário definir as bases genéticas de sua seleção. Logo após, escolher as éguas matrizes que têm esse perfil genético, com preferência aos pedigrees superiores, que é mensurado com base no mérito zootécnico dos familiares mais próximos, até a terceira geração ascendente, no máximo.

De cada um dos pais, a égua recebe 50% da bagagem genética, dos avós, 25%, bisavós, 12,5%, seguindo assim por diante a contribuição genética perde em relevância. Qualquer ancestral de baixo valor zootécnico, pode comprometer o resultado de produção.

Conformação

O proprietário precisa interpretar corretamente as definições inseridas no respectivo Padrão Racial. Em caso de dificuldade nessa interpretação, recomenda-se procurar um consultor especialista da área.

Funcionalidade

Item quase sempre subestimado em éguas matrizes, por serem introduzidas ainda em idade jovem na reprodução. Assim, em raças de andamento marchado a marcha deve merecer a mesma importância dada à conformação.

Por ser uma característica genética, que tem no diagrama e no estilo os parâmetros de herdabilidade mais alta, o criador deve evitar escolher éguas de diagrama excessivamente diagonalizado ou lateralizado, se necessário escolher entre um e outro, a preferência ainda será para o lateralizado, pois tem mecanismo genético recessivo, que pode ser erradicado do plantel com mais facilidade.

Todavia, o melhor diagrama é o da marcha de centro, que apresenta uma clara dissociação visual nos deslocamentos. Então, é recomendado, sempre que possível, montar para conferir a qualidade da comodidade, o equilíbrio dinâmico, vigor e disposição.

O temperamento é qualidade das mais relevantes. Mesmo que a égua tenha genética superior, boa conformação e bom andamento, se a personalidade for forte, já é uma contraindicação à seleção.

Uma ficha de controle de valor zootécnico produtivo pode ser organizada, que visa avaliar a qualidade da conformação e desempenho dos produtos gerados pela égua.

Avaliação

Por fim, o comprador precisa solicitar uma avaliação atual de fertilidade, mesmo que a égua tenha um bom histórico produtivo. Os mais comuns são os problemas de má conformação da vulva, que deve ter posição vertical, a fim de reduzir a introdução de ar e fezes na vagina; infecção uterina; casos de ruptura reto/vaginal; cervicite; vaginite; ovários inativos; tumores ovarianos; útero infantil; mal posicionamento do útero, devido ao relaxamento de ligamentos durante gestações anteriores.

Dessa forma, será com base nessa avaliação que a égua será classificada como doadora de embriões (mérito zootécnico superior), égua matriz mediana, égua receptora, égua para reprodução e competições.

Fonte: Mundo Equino
Foto:  Jan Laugesen/Pexel 

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Confira 10 curiosidades sobre os cavalos

Animais que estão presentes na vida dos seres humanos por milhares de anos, reúne diversas curiosidades, confira algumas

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Confira 10 curiosidades sobre os cavalos

Os cavalos têm acompanhado os seres humanos por milhares de anos, sempre se fazendo presente de maneira importante. Dessa forma, se tornaram muito conhecidos pela sociedade.

Sendo assim, os cavalos são muito especiais para simplesmente passarem desapercebidos. Confira uma lista com 10 curiosidades sobre eles:

1 – Sorriso

Dentre as 10 curiosidades, você já deve ter visto a foto de um cavalo fazendo uma expressão estranha, na qual ele enrola seu lábio superior e mostra os seus dentes em um grande sorriso. Isso faz com que pareça que o cavalo está sorrindo. Contudo, isso é uma técnica de aumentar o seu nariz, que é conhecida como reflexo Flehmen.

Os cavalos utilizam dessa técnica para conseguir sentir cheiros flutuando no ar a partir de glândulas olfatórias especiais localizadas no final da passagem nasal dos cavalos. O dobramento do lábio e uma leve virada de cabeça ajudam o animal a direcionar esses cheiros para as glândulas.

O reflexo Flehmen é muito mais comum em cavalos do que é em éguas. Muito parecido com as girafas, os garanhões normalmente cheiram a urina de égua para checar se elas estão prontas para acasalar.

2 – Indústria equina

Para pessoas que nunca estiveram envolvidas com os equinos é fácil assumir que eles só precisam de um pouco de feno de vez em quando e um campo para poder correr. Entretanto, a criação de um cavalo vai além disso.

Os cavalos são animais que, na maioria das vezes, participam de competições esportivas, além de cruzamento, recreação e trabalho em fazendas. É necessário muito mais do que somente um fazendeiro e um arado para manter tudo nos trilhos. Na verdade, eles representam um grande negócio.

3 – Cavalos da Polícia

Os cavalos são grandes aliados da polícia desde o século XVII, e a primeira unidade de polícia montada oficial foi fundada no ano de 1805. Essa unidade com base em Londres foi um grande sucesso, e em alguns anos, tanto a Austrália quanto os Estados Unidos adotaram a ideia de ter sua própria polícia montada.

Para um policial, andar montado traz muitos benefícios: agilidade, maior respeito, parceria do animal. O número de cavalos que trabalham para a polícia está diminuindo, mas muitos países ainda mantêm algumas unidades de polícia montada para relações pública e propósitos de controlar grandes multidões.

4 – Olhos

Os cavalos enxergam muito bem graças aos seus olhos peculiares. Com um diâmetro de 5 centímetros, eles são os mais largos entre qualquer mamífero terrestre. Quando medidos em volume, os olhos de um cavalo são nove vezes maiores do que o olho de um ser humano.

Os olhos possuem três pálpebras – duas normais e uma terceira que recebe o nome de membrana nictitante – localizada na parte interna do olho. Não há foco na visão como ocorre com os humanos. Ao invés disso, as partes mais baixas da retina veem objetos à distância e as partes mais altas servem para uma visão mais próxima. Isso significa que se você quer saber para onde um cavalo está olhando, você deve prestar atenção na direção de sua cabeça.

5 – Equídeos híbridos

Seguindo com a lista de 10 curiosidades sobre os cavalos, o cruzamento dele com qualquer outro equídeo – zebra ou burro – dão origem ao equídeo híbrido. Muitas pessoas conhecem apenas a mula, originada do acasalamento de um burro com uma égua. Mas, esse é só um dos muitos que existem no mundo.

Uma das combinações possíveis é o que nasce de um pai cavalo e uma mãe burro, que recebe o nome de bardoto. Zebras e cavalos também podem ser cruzados e formar “zarvalos” ou “cavebras”, que também são conhecidos como zebras douradas.

6 – Ferraduras

Todo mundo sabe que a maior parte dos cavalos usam ferraduras em seus cascos, mas, ao contrário do que pensam, esses pedaços de metal não estão lá só com o intuito de proteger o casco. Essas partes duras do casco são de queratina – a mesma proteína das unhas e do cabelo humano – e por isso não é das melhores quando o assunto é tração.

A ferradura serve como um sapato e impede que o animal escorregue, além de dar uma absorção de choque extra. Em outras palavras, as ferraduras são, mais ou menos, tênis de corridas equinos.

Confira 10 curiosidades sobre os cavalos
Ferraduras são como sapatos

7 – Nomes

Se você já esteve em uma corrida de cavalos, provavelmente sabe que a maior parte dos nomes são diferentes. Enquanto cães e gatos normalmente recebem designações fofas ou engraçadas, os equinos tendem a ficar com nomeações incomuns. Isso acontece porque existem muitas tradições e superstições associadas ao ato de nomear um cavalo.

Muitos nomes respeitam o pedigree, o que pode levar a algumas variações com o tempo. Não se escolhe o nome na tentativa de agradar alguém. Por isso e por uma superstição de sorte a maioria opta por apelidos fortes.

Existem algumas regras. Há lugares que colocam um limite de 18 caracteres, além de proibir nomes que são obscenos, racistas ou muito parecidos com cavalos que já estão competindo. Os que remetem números também não são permitidos. Se um cavalo ficar famoso o suficiente, seu nome pode não ser mais utilizável.

8 – Cavalos Árabes

O Cavalo Árabe é considerado por muitos o mais majestoso de todos. Eles apareceram pela primeira vez há pelo menos 4.500 anos, o que também os faz uma das raças mais antigas. Geralmente assume-se que os beduínos estão por trás do surgimento da raça.

Com uma silhueta facilmente reconhecível de qualquer lugar, é fácil reconhecer um Cavalo Árabe. A calda alta, a cabeça de formato único, as costelas largas e a capacidade de correr por 160 quilômetros sem pausa o tornam especial.

9 – Memória

Um estudo de 2010 revelou alguns resultados bastante surpreendentes sobre a inteligência dos cavalos, especialmente sobre sua memória. Eles não somente entendem o que os humanos falam, são capazes de guardar isso tão bem quanto um elefante.

Se um cavalo é tratado com carinho, ele vai lembrar da pessoa como um amigo para o resto de sua vida. Eles também se lembram muito bem de lugares. Uma vez que os cavalos aprendem alguma técnica, nunca mais esquecem.

10 – Idade dos cavalos

Um cavalo pode viver, em média, 40 anos. Contudo, com 25 anos ele já é considerado um idoso. Outra curiosidade com relação a idade é a comparação com a do ser humano. Apesar de não ser uma comparação 100% precisa, é importante saber a diferença de idade. Um cavalo de um ano, possui, aproximadamente, seis anos e meio em idade humana.

Em média, um cavalo pode chegar até os 30 anos. Segundo o Guiness Book, o cavalo mais velho do mundo é Old Billy, da Inglaterra, que faleceu aos 62 anos, em 1822.

Fonte: Canal do Pet
Fotos: Pexel

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