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Fotógrafo brasileiro é único da categoria com 100 mil no Youtube

Você sabia que André Silva é também o primeiro fotógrafo sul-americano a conquistar o Card da PRCA?

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Acostumados a ver artistas consagrados com a plaquinha de 100 mil inscritos no Youtube, mês passado foi a vez de vermos um brasileiro do rodeio atingir essa marca. André Silva, portanto, tornou-se o primeiro profissional da área de fotografia no rodeio com esse número extraordinário para o segmento. E, de acordo com o Rodeio S.A., comemorou com uma série de vídeos com os competidores.

Assim sendo, o fotógrafo André Silva entrou para um seleto grupo de criadores de conteúdo do rodeio mundial. Entre pessoas físicas desse nicho, poucos são os que chegaram a esse marco. Em outras palavras, fica até difícil nominar, já que não existe uma fonte de consulta precisa. Podemos citar, talvez, a Fallon Tayllor, fenômeno de interatividade.

Você sabia que André Silva é também o primeiro fotógrafo sul-americano a conquistar o Card da PRCA? Agora ele tem 100 mil no seu Youtube
O bullrider Fabiano Vieira abriu a placa em vídeo no canal

Com a humildade que lhe é peculiar, aliás, algumas semanas depois do anúncio, ao receber oficialmente a placa comemorativa enviada pela plataforma, Andrézão decidiu celebrar a conquista ao lado dos competidores. Se você ainda não viu o conteúdo e gosta de rodeio, vale à pena. Um dos sucessos do canal, por exemplo, é o quadro Conversa de Cowboy, que está perto de bater 130 vídeos.

“Eu sou responsável apenas por ‘um pingo’ dessa marca. Todo o resto eu devo, principalmente, aos competidores que emprestam sua imagem ao canal. Bem como às pessoas que assistem e aos que são inscritos”, declara o fotógrafo brasileiro.

Desde 2016 nos Estados Unidos, André é o fotógrafo oficial do Velocity Tour da PBR. Respeitado por seu trabalho e dedicação, ele não para de buscar conhecimento e crescimento profissional. Tanto é que também é o único fotógrafo sul-americano a ter passe livre para trabalhar nos rodeios da PRCA também.

Colaboração: Abner Henrique/Rodeio S.A

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Você sabia que o Team Roping profissional não tem força no Canadá?

Por exemplo, no famoso e tradicional Calgary Stampede nunca houve uma competição de Team Roping; e pela associação do rodeio completo de lá a modalidade só entrou em 2000

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Estamos tão acostumados com as provas de Team Roping – Laço em Dupla – que é difícil pensar que no Canadá, país com força nos esportes equestres, seja ainda uma modalidade tratada como amadora. E por amador, entre outros pontos, com prêmios não tão altos como no profissional e a exclusão em grandes eventos.

Sem dúvida, o Team Roping se desenvolve a cada dia no Canadá, graças os próprios competidores que buscam sempre mais espaço e notoriedade para o esporte. A CPRA – Canadian Professional Rodeo Association premia campeões desde 1945, mas somente em 2000 realizou a primeira final do Team Roping do campeonato de rodeio completo canadense.

Murray Linthicum, um laçador experiente, lembra para a Spin to Win Rodeo Magazine que até então, a fim de praticar e competir por bons prêmios nesse esporte, precisavam cruzar a fronteira para os Estados Unidos. Os laçadores tiveram que ‘suar a camisa’ para conseguir esse espaço no Canadá. A organização da CPRA não ofertou premiação na final, por exemplo. Os próprios laçadores que foram atrás de patrocínio para viabilizar a competição.

Por exemplo, no famoso e tradicional Calgary Stampede, rodeio centenário, nunca houve uma competição de Team Roping até hoje na programação

Team Roping em Calgary

Aos poucos a situação mudou, mas ainda não chegou ao nível de um campeonato mundial da PRCA nos Estados Unidos. Há uma evolução, isso é certo. De 2000 para cá o Team Roping nunca mais saiu da grade da CPRA e vários rodeios aderiram ao esporte. Mas, ainda existe resistência, como para o tradicional Calgary Stapede, um dos rodeios mais famosos do mundo.

Entre os motivos, falta de espaço no camping e na grade da programação. Até que ano passado firmaram uma parceria com a PRCA, que exige que o rodeio parceiro realize todas as modalidades quando for um evento completo.

Assim, para que o Stampede contasse de fato para o ranking mundial da PRCA a modalidade Team Roping entrou na jogada. 2020 seria a primeira edição – desde que Calgary realizou o primeiro rodeio em 1912 – em que o Laço em Dupla faria parte da programação. O que devemos ver em 2021 caso não cancelem o rodeio por conta da Covid-19.

Fonte: Team Roping Journal
Colaboração: Rodeio S.A.
Crédito das fotos: Divulgação/TRJ

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De amazona, Carola Brighenti chegou ao comitê dos Jogos Olímpicos

Ex-atleta de Concurso Completo de Equitação, a italiana atua como coordenadora das provas de CCE dentro do Comitê Olímpico

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Imagine você passar uma parte da vida praticando um esporte qualquer. Chegar ao ponto até de defender seu país em competições para jovens. E quando resolver parar com as provas continuar no esporte de alto rendimento como parte da organização de uma Olimpíada? Para a italiana Carola Brighenti, 31, isso é uma realidade.

A italiana não nasceu em uma família que convivia com cavalos, mas ainda criança montou pela primeira vez nas férias. Com 5 anos de idade entrou em aulas de equitação na cidade onde nasceu, Brescia, norte da Itália. Antes de mais nada, largou o ballet clássico a fim de se dedicar aos cavalos.

Anos mais tarde, com 12 anos, apaixonou-se pelo Concurso Completo de Equitação. Seu objetivo não era competir profissionalmente, contudo acabou defendendo a Itália no Campeonato Europeu de Juniores e Jovens Cavaleiros. Paralelamente, Carola Brighenti formou-se em Literaturas Modernas. Em seguida fez pós-graduação em Línguas e Mestrado em Gestão de Eventos.

Carola Brighenti
Em ação no CCE

Quando decidiu largar as pistas não queria sair totalmente do ambiente equestre. Foi então que passou a trabalhar com eventos esportivos de modalidades a cavalo. Atuou na equipe organizadora do Blair Castle Horse Trials em 2017 e 2018. Até que chegou ao cargo de coordenadora de CCE para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021.

Trabalhar em um evento tão grande como esse parece o sonho de qualquer apaixonado pelo esporte equestre. Carola Brighenti, porém, lembra que um dia normal de trabalho requer muitas horas longe das pistas e cavalos e mais perto do computador.

Ela planeja e coordena uma equipe on-line hoje, mas também há trabalho de campo, checando se está tudo certo com as instalações do Sea Forest Waterway em Tóquio, local das provas de Hipismo.  

Fonte e Fotos: FEI

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Você sabia que 94 pontos é a nota mais alta no Bareback?

Essa pontuação foi marcada apenas seis vezes na história do rodeio, incluindo as duas vezes de Tim O’Connell

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Tricampeão mundial de Bareback pela PRCA, Tim O’Connell entrou para o livro de recordes da ProRodeo mais uma vez. Durante a etapa de Weatherford, Texas, no começo de abril, recebeu dos juízes a nota 94 logo após sua montaria em Gun Fire. Essa foi a sexta fez que a pontuação foi atribuída na história do rodeio nos EUA.

Experiente aos 29 anos, na PRCA desde 2012, Tim O’Connell sabia que tinha feito uma grande apresentação. Assim que desmontou de Gun Fire – que ele considera um cavalo acima da média – ficou de olho no placar aguardando sua nota. Sua expectativa tinha um motivo, que se confirmou logo em seguida: igualou novamente o recorde mundial no Bareback.

Aliás, ele mesmo marcou 94 pontos ano passado abordo de Stevie Knicks na etapa de San Angelo. Feitos que se juntam aos de outros quatro atletas: Wes Stevenson, 94 pontos em Cover Girl, etapa de Dallas 2002; Will Lowe em Sky Reach, rodeio de Omaha 2003, 94 pontos; Ryan Gray, 94 pontos em Grass Dancer, em Eagle 2009; e por fim, Tilden Hooper, em Big Tex, na cidade de Silver City em 2010, 94 pontos.

“Marcar duas vezes a maior nota do Bareback em minha carreira é, simplesmente, especial. Eu não sabia o que aconteceria nesse rodeio, mas sentia que algo de muito bom estava para acontecer. Além disso, uma conquista ao lado de muitos amigos e colegas da modalidade, comemorando comigo. Isso significa mais do que qualquer coisa”.

Tim O’Connell, de Zwingle, Iowa, tem quase US$ 2 milhões em ganhos em sua carreira no Bareback. São três títulos mundiais, de 2016 a 2018, assim como três vitórias na média da NFR (2016-18); e sete qualificações para a NFR (2014-20).

Fonte: ProRodeo
Crédito da foto: Divulgação

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Você sabia que o Príncipe Philip foi presidente da Federação Equestre Internacional?

O Duque de Edimburgo, marido da Rainha Elizabeth II, faleceu na última sexta-feira (9) pacificamente no Castelo de Windsor

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Presidente da Federação Equestre Internacional por 22 anos, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, marido da Rainha Elizabeth II, faleceu na manhã da última sexta-feira em Londres. Estava ao lado da sua companheira por 74 anos no Castelo de Windsor, onde a família Real mora. Sua morte, aos 99 anos, foi anunciada pelo Palácio de Buckingham.

Antes de mais nada, a ligação da família Real com cavalos é extensa. Vem desde a época das batalhas a cavalo pelos antecessores, passando pelo amor da Rainha por esses animais. Do mesmo modo, a ligação esportiva é grande, Polo e Salto, praticados por diversos membros da realeza.

Assim sendo, o Príncipe Philip presidiu a Federação Equestre Internacional pelo mais longo período, de 1964 a 1986. Logo depois, a Princesa Anne, sua filha, o sucedeu pelos oito anos seguintes.

Entre seus feitos à frente da FEI, a introdução da Atrelagem como uma nova disciplina no quadro da federação. Modalidade que ele ajudou a se desenvolver durante sua presidência. Em sua gestão, o Duque de Edimburgo contribuiu para a padronização das regras internacionais desse esporte.

O Príncipe Philip apoiou fortemente a série FEI Jumping Nations Cup ™, que agora é uma das ‘joias’ do calendário de Salto da FEI. Também auxiliou enormemente o lançamento da FEI Jumping World Cup ™ na década de 1970. Sua participação como presidente da entidade foi ainda fundamental na criação dos Jogos Equestres Mundiais FEI ™. 

“O falecimento do Príncipe Philip é uma grande perda para o esporte equestre e seu legado, particularmente na Federação Equestre Internacional, viverá por muitas décadas”, comenta Ingmar De Vos, presidente da FEI. 

Outra curiosidade é que ele nasceu no mesmo ano de fundação da FEI e se tivesse vivo comemoraria o centenário da instituição em 2021.

Presidente da Federação Equestre Internacional por 22 anos, o Príncipe Philip, marido da Rainha Elizabeth II, faleceu na última sexta (9)

Atleta

Algumas das maiores conquistas esportivas do próprio Príncipe Philip foram na modalidade Atrelagem. Sem dúvida, tornou-se um competidor de enorme sucesso, ganhando o ouro por equipe no Campeonato Mundial de Atrelagem de 1980. Assim como o bronze em 1978, 1982 e 1984. Ele também ficou em sexto lugar individual em 1982.

Cavaleiro versátil, o Duque jogou Polo durante seu tempo na Marinha Real na década de 1940. Em sua trajetória, tornou-se um dos dez melhores jogadores da Grã-Bretanha nesse esporte. Sua paixão por todas as modalidades equestres foi compartilhada por sua esposa e passada para seus filhos.

Em especial, o Príncipe Charles, que também era um jogador de Polo, e a Princesa Anne, que conquistou o ouro individual no Campeonato Europeu de Concurso Completo de Equitação em 1971. A Princesa foi ainda prata individual e por equipe quatro anos depois, antes de se tornar a primeira British Royal a competir em uma Olimpíada – Montreal 1976.

Os netos do príncipe Philip também herdaram o amor pelos esportes equestres. A filha da Princesa Anne, Zara Tindall, conquistou o título mundial de CCE em 2006. Ela foi ainda membro equipe britânica medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Os príncipes William e Harry, do mesmo modo, são vistos regularmente no campo de Polo.

Fonte: CBH
Crédito das fotos: Divulgação/FEI

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Você sabia que existe uma competição de doma de potros?

Fundado em 2003 por Tootie Bland – passando para as mãos da Morris Communications Company em 2020 – é um evento que se esforça para entreter e educar os fãs na arte da equitação natural

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Antes de mais nada, o Road to the Horse desafia os melhores cavaleiros do mundo a construir uma parceria com um cavalo de três anos xucro. Portanto, nesse evento de doma de potros, os concorrentes têm três dias intensos de competição. Com a edição 2020 cancelada por conta da pandemia, 2021 apresentou o evento de 26 a 28 de março no Texas.

Aliás, houve ainda uma alteração de local para o Road to the Horse desse ano. Uma mudança sem precedentes, de acordo com os organizadores. Do Kentucky Horse Park para Fort Worth, Texas, no Cowtown Coliseum. Além disso, uma preparação para cumprir regras sanitárias e todos os protocolos de saúde para a segurança dos participantes e público.

Com transmissão do Cowboy Channel, duelaram nessa competição de doma de potros Wade Black (campeão Wild Card 2019), Craig Cameron e Ken McNabb (convidados). Enquanto que pelo Wild Card (competidores inscritos e depois selecionados), disputaram Wylene Davis, Cole Cameron e Craig Moore. Ao todo, US$ 100 mil em prêmios.

Wade Black sagrou-se campeão do Road to the Horse 2021 ao acumular 1417 pontos em três rodadas. McNabb ficou em segundo lugar, 1373 pontos. Por fim, Craig Cameron foi o terceiro colocado, 1300 pontos. Cole Cameron, filho de Craig, venceu o Wild Card e tem vaga garantida para a edição 2022. Ele somou 1380 pontos. Davis encerrou em segundo lugar, 1319 pontos, com Moore em terceiro, 1237 pontos.

Fundado em 2003 por Tootie Bland, o Road to the horse é um julgamento de doma de potros que educa os fãs na arte da equitação natural
Cole Cameron

Road to the Horse – um julgamento de doma de potros

Os expectadores testemunham toda a jornada dos concorrentes, desde a seleção do potro até o desafio final dos obstáculos. Do lote disponível, o time de juízes escolhe os três cavalos xucros. Logo depois, cada treinador selecionado tem três dias para trabalhar com esses potros.

Há tempo estipulado para cada atividade e eles têm uma série de pré-requisitos que julgados a cada fase do trabalho. As seções se dividem em cada um trabalhar ao mesmo tempo em currais um ao lado do outro dentro da arena. E em outro momento, cada treinador realiza suas funções com o espaço da arena todo para ele, um de cada vez.

Cada atividade vale pontos. O julgamento dos treinadores, sempre convidados pessoas de vários estilos de montaria e países, consiste em quesitos como aproximação, grau de dificuldade, tranquilidade ao montar, grau de força usado e confiança, curiosidade e sensibilidade, resposta do cavalo a vários tipos de movimentos.

Clique aqui para assistir uma parte do evento.

Fonte: Road to the Horse, Cowboy Channel
Crédito das fotos: Divulgação

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Campeão mundial de montaria vence prova de laço ao lado da esposa

Mike White, aposentado das arenas de rodeio desde 2010, campeão mundial de Montaria em Touros pela PRCA, hoje treina cavalos de laço e participa de provas ao lado da esposa

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Uma dupla de marido e mulher foi destaque por mais um ano no Bob Feist Invitational. O campeão mundial de montaria em touros Mike White venceu a categoria #12,5 ao lado da esposa Hannah. Somaram ao todo 34s67 e ganharam US$ 130.000,00.

E não foi a primeira vez que eles conquistaram essa prova. Na edição 2020 também foram campeões juntos. A BFI Week que abriga entre outros o Bob Feist Invitational é uma das maiores provas de laço dos Estados Unidos. Não só pela alta premiação, como também pela qualidade dos competidores.

De DeKalb, Texas, o ex-competidor e campeão mundial de montaria e sua esposa foram a Guthrie, Oklahoma em busca do ‘bi’. Curioso que apenas uma semana antes, no World Series em Tunica, Mississippi, ela errou todos os bois para o marido. Contudo, com um casamento sólido de 21 anos, nada os abalou.

Mike White, aposentado das arenas de rodeio desde 2010, campeão mundial de Montaria em Touros pela PRCA, hoje treina cavalos de laço

Hannah passou todo o tempo antes do BFI treinando incansavelmente no cavalete. Além disso, o casal ganhou ainda mais US$ 4 mil pela vitória na primeira rodada da categoria. Enfrentaram outras 240 duplas e uma pressão deles mesmos por um bom resultado.

Mike White teve uma carreira sólida no rodeio. Ganhou o título mundial da PRCA em 1999 e entrou em três finais mundiais. Em 1999 ele migrou para a PBR, chegando a nove finais mundiais. Ganhou mais de US$ 2 milhões em sua carreira e se aposentou em 2010. Mesmo com toda a experiência de competição, disse que estava nervoso ao entrar na pista da Lazy e Arena.

Nascido na Louisiana, Mike treina cavalos de laço e cria gado no Texas. Nas horas vagas, trabalha como ringman em leilões regionais. Ele planeja usar o prêmio no BFI para investir.

Fonte: BFI
Crédito das fotos: Divulgação

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Evento trágico pode ter mudado o rumo das mulheres nas competições de rodeio

Em 1929, Bonnie McCarroll era uma cowgirl superstar que morreu após um acidente durante uma montaria na arena de Pendleton

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Antes de mais nada, a participação das mulheres no berço do rodeio tinha um caminho totalmente diferente do que é hoje. Elas montavam em cavalos xucros e eram parte da atração dos principais eventos. Contudo, acredita-se que o trágico acidente de Bonnie McCarroll mudou o rumo das mulheres nas competições.

Em 1929, a cowgirl Bonnie McCarroll morreu como resultado de um acidente de montaria em Pendleton, Oregon. Logo após sua morte, muitos rodeios da época abandonaram as competições femininas. Alguns especialistas do segmento acreditam, sobretudo, que se não fosse por essa tragédia, a história seria bem diferente.

Segundo eles, a necessidade de criação da WPRA – Womens Professional Rodeo Association, uma associação feminina, é improvável. Por outro lado, até as provas de Três Tambores talvez não existissem. De fato, muita gente acredita que esse acontecimento com McCarrol realmente fortaleceu a criação da nova modalidade feminina.

Em 1929, Bonnie McCarroll era uma cowgirl superstar que morreu após um acidente durante uma montaria na arena de Pendleton; isso mudou tudo

Em grande parte como resultado da morte dela, a organização da RAA – Rodeo Association of America não contou com as mulheres nas competições de rodeio que organizaram. Era, antes de tudo, uma entidade exclusivamente masculina. Criada nesse mesmo ano, 1929, com o intuito de regulamentar o esporte.

E, apesar dos apelos para fazê-lo, a RAA se recusou a incluir as mulheres nas competições em qualquer concurso que fosse. Era o foco dessa associação padronizar regras e eventos, bem como eliminar do negócio os promotores inescrupulosos que ameaçavam a integridade do esporte.

Inclusive, partiu da RAA a ideia de um campeonato que elegesse os ‘verdadeiros cowboys campeões do mundo’. A base era um sistema de pontos derivados do dinheiro ganho em seus rodeios sancionados. Sabemos que isso evoluiu até chegar às fortunas que a PRCA distribui hoje.

Em 1929, Bonnie McCarroll era uma cowgirl superstar que morreu após um acidente durante uma montaria na arena de Pendleton; isso mudou tudo

Bonnie McCarroll

A superstar Bonnie McCarroll, nascida Mary Ellen ‘Dot’ Treadwell, em 1897, atuava no rodeio como performer, praxe na época. Mas também montava em cavalos xucros e era excelente no bulldog e laço. Ao lado de outras mulheres que faziam o mesmo, como Tad Lucas, Mabel Strickland, Fox Hastings, Dorothy Morrell (Robbins) e Florence Hughes.

Nasceu destinada ao meio western. Cresceu em uma fazenda de gado em High Valley, perto de Boise, Idaho. Logo se destacou no rodeio. No início de sua carreira, ganhou dois campeonatos de Bronc Riding no Cheyenne Frontier Days, em Cheyenne, Wyoming. Assim como também foi campeã do primeiro rodeio realizado no Madison Square Garden, em Nova York.

Planejava se aposentar depois do Pendleton Roun-Up daquele fatídico setembro de 1929. Ao lado do marido, Frank Leo McCarroll, bulldogueiro, curtiria aposentadoria em Boise, Idaho. Enquanto fazia uma exibição em um cavalo xucro, foi repentinamente jogada de sua montaria, ‘Black Cat’. O animal deu uma cambalhota sobre ela. Levaram McCarroll às pressas para um hospital, mas ela morreu logo depois em decorrência dos machucados na coluna e uma pneumonia.

Fonte: Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/Idaho Experience

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Cavalos puro-sangue têm seus corpos descobertos 2 mil anos depois

Escavações e restaurações no sítio arqueológico de Pompeia, na Itália, seguem até hoje com importantes descobertas

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A erupção do Monte Vesúvio, em 79 d.C., foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. Assim, desde 2013, arqueólogos trabalham no local. Entre as descobertas, três cavalos puro-sangue que tiveram seus corpos descobertos intactos quase dois mil anos depois. E ainda uma carruagem cerimonial puxada por cavalos e feita de bronze e estanho, quase totalmente intacta.

O que se sabe da história: as cercanias romanas de Pompeia, Herculano, Estábia e Oplontis foram afetadas, com Pompeia e Herculano completamente destruídas. O Vesúvio espalhou uma nuvem mortal de rochas, cinzas e fumaça a uma altura de mais de 30 km. Cuspiu lava e púmice (rocha vulcânica) a uma proporção de 1.5 milhão de ton/seg. Liberou, no total, uma energia térmica centenas de milhares de vezes maior do que a bomba de Hiroshima.

Realizaram no local inúmeras escavações. A primeira em 1860, por exemplo. Contudo, a mais recente delas, desde 2013, faz sucessivas descobertas importantes, resgatando história. De acordo com o portal G1, o investimento, que inclui restauração, é de mais de US$ 282 milhões. Antes de mais nada, considera-se esse sítio arqueológico de Pompeia patrimônio da humanidade pela Unesco.

Cavalos puro-sangue: Escavações e restaurações no sítio arqueológico de Pompeia, na Itália, seguem até hoje com importantes descobertas
Ruínas de uma rua antiga em Pompeia

Cavalos puro-sangue encontrados

Até o momento, as escavações chegaram a apenas dois terços da antiga cidade. Ou seja, o restante, cerca de 22 hectares, ainda encontra-se coberto pelos destroços. Os profissionais, entretanto, acreditam, pelas descobertas recentes, que essa parte mais profunda está melhor preservada.

Como quando alcançaram a região de um estábulo no Sul da Itália. Lá, encontraram três cavalos puro-sangue mortos na erupção. Em um deles ainda se vê freio e arreios, enquanto também identificaram o que se imagina ser uma sela.

Esse mesmo grupo de arqueólogos descobriu uma carruagem cerimonial da Roma Antiga durante escavações nessa vila nos arredores do Parque Arqueológico de Pompeia. Encontram a carruagem perto do estábulo em uma varanda, que provavelmente dava para um pátio.

A carruagem de quatro rodas puxada por cavalos estava ‘em excelente estado’. Conforme os relatos, manteve os elementos de ferro, decorações de bronze e estanho, bem como restos de madeira mineralizada e vestígios de elementos orgânicos, como cordas.  

Além dos cavalos puro-sangue, carruagem, ruínas da cidade emergem dos escombros por conta desse trabalho arqueológico. Como objetivo, revelar parte da história do mundo. Mas, acima de tudo, preservá-la.

Fontes: G1, Istoé, CNN, Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/Parco Archeological di Pompeii e Getty Images

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Entenda o que significam as manchas na face do cavalo

Mais do que um charme, as manchas auxiliam na identificação do animal, servindo como uma espécie de digital

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Todo criador, certamente, já se pegou observando aquelas manchas na face do cavalo. Na sequência, até atribuiu aquela marca a um “charme a mais” na aparência do seu amigo de sela. Contudo, você sabe, de fato, para quê elas servem?

Sobretudo, são características de nascença. Mas, além do charme admirado pelos criadores, as manchas na face do cavalo também auxiliam na identificação do animal. Haja vista que não se modificam ao longo da vida.

De acordo com especialistas em criação animal, outra curiosidade é que sob essas manchas, em geral, a pele também é despigmentada. Algumas se apresentam como uma pequena mancha, outras ocupam uma área maior e até mesmo formam desenhos.

Além disso, são comuns em algumas pelagens específicas. Há ainda criadores e especialistas em criação animal que denominam a mancha na face do cavalo. Sendo chamadas, portanto, de estrela, luzeiro, cordão, filete, dentre outros.

Mancha na face do cavalo serve como uma digital

Segundo o superintendente do Serviço de Registro Genealógico da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), Henrique Machado, essas particularidades funcionam com uma espécie de digital dos animais. Ele cita que todas as raças de equinos possuem essas características,

Contudo, existe uma espécie de convenção em torno da pelagem e suas particularidades. “Até mesmo no Ministério da Agricultura e Pecuária, para que haja uma padronização determinando cada uma dessas características que funcionam como uma espécie de identidade.”, esclarece.

Por fim, Henrique ainda lembra que ao resenhar um animal, essas peculiaridades também serão observadas e registradas. Ou seja, na primeira resenha, chamada de controle de potro ao pé, depois que o criador faz a comunicação de nascimento, o técnico vai até a propriedade e coleta todas as características daquele animal para que ele seja identificado a vida inteira.

“Entre as particularidades observadas também estão as de pelagem e de cabeça. Mas vale destacar que após o animal completar 36 meses de vida, uma nova resenha deverá confirmar essas informações.”,  finaliza o Superintendente.

Fonte: ABCCMM
Crédito das foto em destaque: Divulgação/ABCCMM

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Kory Koontz reafirma seu posto de maior vencedor de ‘Grand Slams’

Sua vitória mais recente no Bob Feist Invitational estendeu ainda mais a grandiosidade dos recordes do laçador

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No esporte, a reunião dos maiores torneios, o mais importantes, são chamados de Grand Slam ou Major. Com o rodeio e esporte equestre não é diferente. Você sabia que no laço tem um competidor que se destaca por ser o maior vencedor de provas de alta magnitude? Sim, Kory Koontz, 49, de Stephenville, Texas, não para de aumentar ainda mais seu rol de importantes vitórias.

Kory Koontz, ao lado de Manny Egusquiza, estendeu seu recorde de vitórias em Grand Slams ao ganhar o Bob Feist Invitational 2021. Uma das maiores provas de Laço em Dupla do calendário, reúne apenas 130 duplas convidadas, para uma premiação de US$ 700 mil. Egusquiza e Koontz somaram 46s48 em seis rodadas, incluindo a vitória no short go.

De acordo com os especialistas, quebrou ainda seu próprio recorde de ganhos de todos os tempos no Team Roping profissional. Aliás, essa foi sua terceira vitória na The Feist, categoria de destaque da BFI Week. Antes de mais nada, montou um cavalo que ele criou e cuidou da saúde após um terrível acidente de carro um ano atrás.

E o mais legal é que as duas primeiras vitórias de Kory Koontz nessa prova foram há 25 anos. Ganhou por dois anos seguidos ao lado de Rube Woolsey e Matt Tyler, respectivamente. Em 2021, o valor do prêmio de US$ 75.000,00 (metade dos US$ 150.000,00 para cada membro da dupla) só aumentou ainda mais a fama do laçador.

A vitória mais recente de Kory Koontz no Bob Feist Invitational estendeu ainda mais a grandiosidade dos recordes do laçador que é ídolo

Feitos

Já avô, Kory Koontz tem mais de US$ 2,5 milhões em ganhos na carreira. A vitória na 44ª edição do BFI elevou para 12 a soma total de títulos em eventos de grande importância. Por exemplo, ganhou cinco vezes (recorde) a Wildfire Open to the World. Já na George Strait Team Roping Classic são três títulos. E um do US Open.

Deixou para trás, de longe, outras duas lendas, Clay O’Brien Cooper e Travis Graves, com sete vitórias cada um. Em outro dado apresentado, se falarmos só de BFI, o peseiro Kory Koontz empata com Rich Skelton com três vitórias cada. Mas o total de prêmios do Koontz no BFI (US$ 239.514,00) supera o do ídolo Skelton. Fora dos jackpots, Koontz também tem história.

São 22 National Finals Rodeo no currículo. Pela PRCA, o laçador venceu ainda todos os grandes rodeios do circuito mundial americano. Em 1997, ganhou as dez rodadas da Finals. Até hoje, mesmo acostumado a estar à frente dos holofotes, Koontz só pensa em laçar. E está feliz com a recuperação de Remix do acidente ocorrido ano passado.

Em janeiro de 2020, ele sofreu um acidente na estrada que destruiu sua caminhonete, o trailer e matou seu outro cavalo. Aliás, o prêmio de melhor cavalo de Pé do BFI 2021 ficou para Remix. Vale lembrar ainda de Iceman, Jackyl e Switchblade, os outros três companheiros de arena do laçador ao longo desses 30 anos de carreira.

Fonte: BFI
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Você sabia que são 4 os tricampeões do The American?

A amazona Hailey Kinsel, ao carimbar o tri na edição 2021, se juntou ao brasileiro João Ricardo Vieira, a Wade Sundell e a Kaleb Driggers nesse recorde

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Todos os anos, a disputa do The American começa com quase dois mil atletas participando das Semifinais. Em seguida, apenas seis por modalidade se juntam aos dez convidados através do ranking da PRCA. E a coisa vai afunilando até que quatro em cada modalidade decidem, de fato, os títulos.

Uma jornada bem difícil para alguns, mas para outros parece que chegar ao topo do evento ‘mais rico de um final de semana só’ é tranquilo. Hailey Kinsel, por exemplo, brilhou novamente na edição 2021. Além do título e de mais US$ 100 mil para a conta, tornou-se recordista em vitórias.

Soma três, mesmo número que tem o brasileiro João Ricardo Vieira, na Montaria em Touros, Wade Sundell, na Sela Americana, e Kaleb Driggers, no Team Roping. Antes de mais nada, a texana chegou ao seu terceiro título em cinco participações no evento. Uma dos nomes mais fortes da nova geração dos Três Tambores venceu também em 2017 e 2019.

João Ricardo Vieira ganhou o The American em 2016 e repetiu o feito em 2019. Ano passado chegou ao recorde quando empatou e dividiu o prêmio com Sage Kimzey. Chamado por alguns de ‘Mr. Arlington’, além desses, João também já venceu duas vezes o PBR Iron Cowboy no AT&T Stadium.

Wade Sundell tem seu primeiro título logo na estreia da competição, em 2014. E venceu de novo em 2015 e 2016. Do mesmo modo, Kaleb Driggers venceu em 2014, ao lado de Patrick Smith. Em 2015, o titulo se repetiu com Travis Graves. E ele marcou o recorde de três vitórias em 2018 em dupla com o brasileiro Junior Nogueira.

O The American 2021 aconteceu em Arlington, Texas, nos dias 6 e 7 de março.

Colaboração: Rodeio S.A.
Crédito das fotos: Divulgação

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Você sabia que a Princesa Anne já competiu nos Jogos Olímpicos?

Única filha do casal Elisabeth II e Philip, respectivamente Rainha e Príncipe Consorte da Inglaterra, Anne herdou da mãe a paixão por cavalos

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Anne Elizabeth Alice Louise, que você deve conhecer como Princesa Anne da Inglaterra, nasceu em 1950. Dos quatro filhos de Elizabeth II com o príncipe Philip, é a única filha mulher do casal. Sua mãe se tornou Rainha quando ela tinha apenas 2 anos de idade e nem imaginava como esse fato iria mudar sua vida para sempre.

Todos os deveres reais começaram para a Princesa Anne na década de 1960. Desde menina, Sua Alteza apresentava uma personalidade forte, muito parecida com a de seu pai, além de nutrir um amor por cavalos, assim como sua mãe. Diferentemente dos outros membros da família real, ela sempre se permitiu viver, mesmo que suas escolhas não fossem agradar a todos.

Sobretudo, a Princesa Anne escolheu usar sua influência para o bem. É, portanto, patrona de mais de 200 organizações e realiza por volta de 500 compromissos reais e aparições públicas por ano.

Única filha do casal Elisabeth II e Philip, respectivamente Rainha e Príncipe Consorte, a Princesa Anne herdou da mãe a paixão por cavalos

Ainda jovem, a princesa percebeu que tinha um talento nato para esportes. Desse modo, foi o primeiro membro da realeza inglesa a participar dos Jogos Olímpicos, por puro prazer. O amor dela pelos cavalos, sem dúvida, era muito influenciado por sua mãe. E por isso, as duas mantinham uma relação muito próxima quando Anne era adolescente.

Foi nos Jogos Olímpicos de Verão de 1976 em Montreal, Canadá, que a Princesa Anne se aventurou como competidora. Participou das provas individuais de Salto. Na curta carreira também possui duas medalhas de prata e uma de ouro do European Eventing Championship. Alias, paixão que passou para usa filha Zara, que ganhou uma medalha de prata os Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Aos 71 anos, a Princesa Anne vive com seu segundo marido em Gloucestershire, condado inglês.

Fonte: Aventuras na História
Crédito das fotos: GettyImages

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Atleta de Adestramento, Erin Williams é forte também na moda

A britânica atua em diversas frentes, entre elas, dentro e fora das pistas de Adestramento, influenciando pessoas e competindo

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Para muitos, a ascensão de Erin Williams ao estrelato no mundo da mídia social equestre foi vista como repentina e inesperada. Aliás, ela mesma concorda com isso. Mais de 1,5 milhão de seguidores no TikTok e tudo começou de forma despretensiosa.

“Quando os eventos de Adestramento pararam por conta da pandemia eu fiz uma conta nessa rede social para passar o tempo. Em outras palavras, de jeito nenhum eu imaginei ter até mil seguidores, quanto mais um milhão”. Erin Williams é humilde, desenvolta e uma pessoa realista. Na verdade, se você tiver contato com ela, compreenderá eventualmente porque mais de um milhão de pessoas a considerem digna de seu tempo e atenção.

Erin Williams, antes de mais nada, é uma atleta equestre muito respeitada. Quem vive o circuito europeu de Adestramento conhece sua história. São vários títulos de campeonatos e medalhas europeias ao longo do tempo. E tudo começou porque ela cresceu em uma família de cavaleiros amadores.

A britânica Erin Williams atua em diversas frentes, entre elas, dentro e fora das pistas de Adestramento, influenciando pessoas e competindo

Aos 7 anos de idade ela já montava cavalos de Adestramento. E sua carreira nas pistas se desenvolveu com forte apoio dos pais. Contudo, se engana que pensa que seu dia a dia se resuma aos cavalos e ao trabalho como influenciadora. Erin Williams criou uma marca de roupas equestres, a Blackheart Equestrian.

Ademais, criou a empresa de roupas do zero, lançando-a em seu primeiro ano na universidade. Além disso, a multifacetada mulher atuou ainda nas passarelas. Isso mesmo! Participou até de concursos de Miss Universo.

Certamente, há algo sobre crescer como um cavaleiro que ensina os benefícios de trabalhar duro, ser empático e resiliente aos desafios que a vida lhe lança. E ela abraçou desde cedo essas lições, seguindo ao longo de sua jornada como uma jovem amazona.

Fonte e Fotos: FEI

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Cavalos selvagens existem na América desde o Século 16

Muitos programas nos Estados Unidos visam proteger e preservar o contingente de mustangs ainda existentes

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Você sabia que os mustangs são cavalos selvagens que circulam livres em terras públicas nos Estados Unidos? Marcam, sem dúvida, um lugar especial na história do oeste americano. Mas de onde se originou esse grupo? De acordo com a Mustang Heritage Foundation, há a herança como descendentes de cavalos que vieram pela primeira vez às Américas com exploradores e missionários espanhois no Século 16.

Oeste selvagem, inexplorado, com cavalos selvagens que vivem livres do contato humano. É por isso que os mustangs têm essa aura de mistério, mas não há risco de extinção. O contingente caiu, é verdade, mas ainda existem muitos exemplares bem cuidados e protegidos, inclusive, por entidades que se dedicam a preservar essa raça. A conta já foi de 2 milhões no Século 19, mas hoje está em cerca de 25 mil exemplares.

A culpa desse ‘desaparecimento’ dos cavalos selvagens foi o processo civilizatório do continente americano. A expansão da civilização também criou competição pela terra que fornece abrigo, comida e água aos mustangs. Por conseguinte, aumentou a necessidade de cavalos domesticados.

Muitos programas nos Estados Unidos visam proteger e preservar o contingente de cavalos selvagens mustangs ainda existentes no mundo

Lei de proteção

Na década de 1950, surgiu uma árdua defensora dos cavalos selvagens. Ativista do bem-estar animal, Velma B. Johnston liderou uma campanha para impedir a erradicação de mustangs e burros selvagens de terras públicas nos Estados Unidos. Conhecida como ‘Wild Horse Annie’, foi fundamental na aprovação de legislação para impedir o uso de aeronaves e veículos terrestres na captura desumana dessas espécies.

Entre outros projetos, ela lançou a ‘Guerra do Lápis’, em que convidou outras pessoas, incluindo muitas crianças em idade escolar, a se juntar a ela para escrever cartas ao Congresso. Queria mudanças e não ia desistir. Até que um projeto de lei (Lei Pública 86-234) proibindo o uso de veículos motorizados para caçar cavalos selvagens foi aprovado em 1959. Lutou mais até que o Congresso aprovou a ‘Lei de Cavalos e Burros Selvagens Livres’ (Lei Pública 92-195) em 1971.

E tudo porque um dia, dirigindo para o trabalho, viu um caminhão suspeito cheio de cavalos. Mudou seu caminho e o seguiu até um matadouro. Assim, Velma buscou a origem desses cavalos e descobriu que foram capturados em terras privadas e estaduais em Nevada. Então, a ativista tomou medidas para garantir um tratamento mais humano aos cavalos selvagens quando capturados e transportados.

Criada em um rancho, em Reno, Nevada, deixou um importante legado. Sua causa apareceu em todos os veículos mais importantes da época. Incluindo a presença em um filme western, Running Wild.

Muitos programas nos Estados Unidos visam proteger e preservar o contingente de cavalos selvagens mustangs ainda existentes no mundo

Bureau of Land Management

Em 15 de dezembro de 1971, o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, sancionou o projeto de lei, encarregando o Bureau of Land Management da tarefa de preservar e proteger a população americana de cavalos selvagens e burros.

Hoje, o BLM continua a gerenciá-los em 26,9 milhões de acres de terras públicas. Além dessa responsabilidade, a instituição também tenta manter o equilíbrio ecológico saudável, diminuindo os danos à vegetação nativa e desencorajando o crescimento de ervas invasoras que reduzem o abastecimento natural de água e alimentos.

Isso requer monitoramento cuidadoso do tamanho do rebanho para garantir que a população de cavalos selvagens e burros não exceda a capacidade do habitat. Como resultado, há programas de adoção de mustangs

Fonte e Fotos: Mustang Heritage Foundation

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Filho de Wesley Safadão compartilha amor por cavalos

O amor pela cultura do interior e pelos animais é uma característica muito forte do cantor, que pelo visto já ‘picou’ seu filho caçula

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Filho caçula de Wesley Safadão, Dom, 2, parece que tem o mesmo amor do pai. Em momentos raros, o cantor aparece em sua vida privada. Entre as coisas que ele ama fazer quando não está cantando é ficar em meio aos cavalos. Assim, em um desses momentos, apareceu montado ao lado do filho mais novo. Ele é pai ainda de Yhudy, 9, e Ysis, 5.

Alias, o amor pela cultura do interior e pelos animais é uma característica muito forte de Wesley Safadão. Ele monta cavalos em seus momentos de relaxamento e tem criação no Haras WS. O cantor também compete em vaquejadas pelo nordeste, quando a agenda permite. Apaixonado pela modalidade, ele investe na sua criação.

Quando Dom nasceu, aliás, ele comprou um garanhão da raça Quarto de Milha como investimento para sua fazenda. De olho na linhagem do cavalo, o cantor aproveitou a oportunidade de um leilão em João Pessoa/PBR. Portanto, adquiriu Don Príncipe Bar HJG por mais de R$ 2,2 milhões.

O garanhão fez campanha na vaquejada na sela do vaqueiro Nando Ceres. A fim de não perder tempo, o cantor e vaqueiro já apresentou os primeiros filhos do Don Príncipe Bar HJG ao mercado ano passado.

Seja como for, fato é que o filho de Wesley Safadão, Dom, já demonstra seguir os mesmos passos do pai. Veja abaixo:

Fonte: vaquejadanoestilo, Pure People, ABQM, Lance Rural
Crédito da foto: Reprodução/Instagram

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Whitney DeSalvo é a primeira mulher em décadas convidada para o BFI

Uma das maiores provas de laço dos Estados Unidos, em sua 44ª edição, acontece de 14 a 18 de março, na Lazy E Arena, em Guthrie, Oklahoma

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A peseira Whitney DeSalvo, de Wilmar, Arkansas, é presença constante na prova só para mulheres dentro da BFI Week. Inclusive, ano passado, acertou 11 de 12 bois em competição pela Charlie 1 Horse All-Girl em Guthrie, Oklahoma. Só que 2021 será diferente, ela formará uma das 130 duplas do The Feist, prova aberta que é a sensação do evento.

A Bob Feist Invitational – BFI – é a prova aberta de Team Roping mais rica do mundo. Somente na The Feist pagará US$ 600 mil em prêmios. Disputada durante 35 anos em junho, em Reno, Nevada, a 44ª edição acontecerá na Lazy E Arena. A mudança de local ano passado foi devido ao cancelamento do Reno Rodeo. Do mesmo modo na atual temporada, as incertezas da pandemia da Covid-19 fizeram os organizadores até antecipar a data.

Whitney DeSalvo estará em uma das maiores provas de laço dos Estados Unidos, em sua 44ª edição, acontece de 14 a 18 de março, na Lazy E Arena
DeSalvo

As 130 duplas convidadas para a categoria The Feist disputam seis rodadas em um só dia. Consideradas, acima de tudo, as melhores equipes de Team Roping do mundo. O parceiro de Whitney DeSalvo será Clint Wallace, de Little Rock, Arkansas. Os dois se conhecem há anos e treinam juntos uma vez por semana ou, pelo menos, uma vez por mês.

Whitney DeSalvo, 26, trabalha no dia a dia com dois laçadores de nível mundial. Shay Carroll e Paul Eaves, esse segundo o atual campeão mundial de Laço Cabeça. Sem dúvida, ela aperfeiçoa seu ofício diariamente e agora chamou atenção dos organizadores do BFI, Corky Ullman e Daren Peterson. Será, portanto, a única competidora do sexo feminino em 2021 na prova aberta.

Claro que ela também estará novamente na lista da Charlie 1 Horse All-Girl com suas parceiras com as quais ganhou em primeiro e segundo no ano passado.

Fonte: BFI
Crédito da foto: Divulgação/Olie’s Images

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Você sabia que a Missa do Vaqueiro tem origem com o ‘Rei do Baião’?

Realizada desde 1970, é um evento religioso, tradicional na cultura popular do sertão pernambucano

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Uma tradição cinquentenária, pela primeira vez a Missa do Vaqueiro aconteceu sem público em 2020. A pandemia da Covid-19 interrompeu, momentaneamente, a tradição de reunir centenas de vaqueiros em Serrita/PE. Contudo, uma celebração simbólica marcou os 50 anos do evento idealizado pelo ‘Rei do Baião’.

De fato, essa celebração teve origem a partir do desaparecimento do vaqueiro Raimundo Jacó, primo de Luiz Gonzaga, cantor e compositor pernambucano. Considerado de muita coragem do Sertão nordestino, Jacó foi assassinado traiçoeiramente em 1954 nas caatingas do Sítio das Lages, distrito do município de Serrita.

A primeira homenagem de Luiz Gonzaga foi a música ‘A morte do vaqueiro’. Criada a fim de lembrar a morte do e imortalizada no LP ‘Pisa no Pilão (Festa do Milho)’ de 1963. Sete anos depois, o ‘Rei do Baião’ voltou a homenageá-lo criando, junto com o padre João Câncio, a Missa do Vaqueiro.

Realizada desde 1970, a Missa do Vaqueiro é um evento religioso, tradicional na cultura popular do sertão pernambucano, ideia do Rei do Baião

Celebrada sempre no terceiro domingo do mês de julho, ao ar livre, em um local onde foi construído um altar de pedra rústica em forma de ferradura. Vaqueiros de vários estados do Norte e Nordeste se confraternizam diante da fé cristã. Todos de gibão, chapéu de couro e perneira, como se vestem tradicionalmente. Celebrando bravura, dedicação e a fé do homem sertanejo.

Além da Missa, os vaqueiros participam da tradicional Pega do Boi. Para a cidade, é uma alegria, já que a programação começa uma semana antes com Vaquejada, banda de pífanos, zabumbeiros, sanfoneiros, comida típica, exposição de artesanatos.

Para 2020 não passar em branco então, a Fundação Padre João Câncio, que organiza o evento, preparou uma peça musical Rezas do Sol com artistas que gentilmente de suas casas realizaram uma Live transmitida pelo Youtube.

Fonte: basilio.fundaj, diariodonordeste
Crédito das fotos: Divulgação/G1 e Diário do Nordeste

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Cavalos que têm ligação com o Brasil foram finalistas em prova importante

O NRCHA Celebration of Champions, primeiro grande evento da NRCHA de Working Cow Horse da temporada nos Estados Unidos, tem em sua programação o World’s Greatest Horseman

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‘O Melhor dos Melhores’! Esse é, sem dúvida, o ponto alto do NRCHA Celebration of Champions, primeiro grande evento da NRCHA de Working Cow Horse da temporada. O curioso na edição 2021, no entanto, foi a presença entre os finalistas de dois cavalos que têm ligação com o Brasil.

O World’s Greatest Horseman, traduzindo de forma literal, quer dizer: Maior Cavaleiro do Mundo. Isso porque o cavaleiro e seu cavalo em um mesmo evento competem em quatro diferentes provas. Mostram para os juízes, então, suas habilidades no trabalho de rebanho (cowhorse), trabalho de rédeas, trabalho com gado (apartação) e guia de parada (laço).

De 58 cavalos das classificatórias, 11 chegaram à final e dois cavalos que têm ligação com o Brasil

CSR Lay Down Sally é irmã própria de Dual Patron, de propriedade do Haras Império. Enquanto a mãe de Dual Chexx, Starlight Chex, é de propriedade de Valtoir Ferreira da Silva e mãe de Real Starlight Gun, campeão Potro do Futuro da ANCR.

CSR Lay Down Sally, apresentada por Chris Dawson, encerrou a sua participação em quinto lugar. Sua melhor prova na final foi Steer Work, ou seja, o trabalho com o laço. Antes de mais nada, seus pais são Dual Spark e Look At Her Glo, reprodutores também de propriedade do Haras Império, de Cassilândia/MS. Dual Patron, que é do criatório e também está no Brasil, é um cavalo ganhador em provas de laço, assim como seus pais produziram outros campeões nessa modalidade.

Sexta colocada, apresentada por Jake Gorrell, Dual Chexx é filha de Starlight Chex. A matriz compõe o plantel do criador Valtoir Ferreira da Silva, do Haras Gravataí, no Rio Grande do Sul. Entre outros, Starlight Chex é mãe de Real Starlight Gun, de Joana Azevedo. Os dois foram campeões do Potro do Futuro da ANCR Amador em 2018 e são os atuais campeões Nacionais de Rédeas pela ANCR Amador 2020.

Fonte: NRCHA e Plusoneandahalf
Na foto de chamada: CSR Lay Down Sally/crédito: Reprodução/Instagram

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Você conhece os presidentes dos EUA que gostam de cavalos?

Desde que foi criado em 1789, o cargo já foi ocupado por 45 pessoas e cinco eram apaixonados e muito ligados aos cavalos

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O presidente dos Estados Unidos é o chefe de Estado e chefe de governo do País. Dessa forma, alguns deles ao longo de mais de 230 anos tinham nos cavalos uma forma de lazer. Imagine só, comandar a maior nação do planeta deve ser algo estressante. Por outro lado, para alguns era instrumento de trabalho.

Desde que foi criado em 1789, o cargo de presidente dos EUA já foi ocupado por 45 pessoas e 5 gostam de cavalos e eram apaixonados por eles
Entre os presidentes dos EUA que gostam de cavalos, o famoso Theodore Roosevelt – Foto: friendsofsagamorehill

Desde os primórdios

Como general das forças armadas, andar a cavalo era uma obrigação para o presidente George Washington (1789-1797). Ele começou a cavalgar muito jovem e tinha um profundo respeito por seus parceiros equinos. Durante a Guerra Revolucionária, preferiu montar seu cavalo, Nelson. No entanto, a maioria das pinturas o mostra em seu cavalo tordilho, Blueskin.

O 18° presidente, Ulysses S. Grant (1869-1877), tinha uma incrível habilidade para cavalgar. Dessa forma, sempre foi muito estimado por sua proficiência a cavalo. Ele não era apenas um cavaleiro, mas também um treinador. Ou seja, conhecido por sua habilidade para manejar cavalos. Há rumores de que com apenas 7 anos de idade, Grant ensinou um potro, até então xucro, a puxar um trenó a fim de carregar lenha em apenas um dia.

Como presidente, Theodore Roosevelt (1901-1909) mantinha vários cavalos nos estábulos para que sair e cavalgar a hora que quisesse sozinho ou com os filhos. Ele cresceu cavalgando em fazendas nas Dakotas (Sul e Norte). Roosevelt  fez parte ainda dos Rough Riders (Primeiro Regimento de Cavalaria Voluntária dos Estados Unidos) na Guerra Hispano-Americana.

Desde que foi criado em 1789, o cargo de presidente dos EUA já foi ocupado por 45 pessoas e 5 gostam de cavalos e eram apaixonados por eles
Lyndon B. Johnson também está entre os chefes de estado da nação americana que gostam de cavalos – Foto: historic_imagery

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Lyndon B. Johnson (1963-1969), o 36° presidente, cresceu no trabalho com gado em uma fazenda no Texas. A casa da fazenda na propriedade, inclusive, tinha o nome de Casa Branca do Texas. Famoso por criar gado Hereford, o Rancho LBJ participava de exposições e seus animais tinham grande valor. Ao longo de sua carreira política, ele ajudaria a manter o rancho, local em que foi quando se aposentou.

Já o presidente Ronald Reagan (1981-1989) usou cavalos para fazer uma pausa em sua carreira política. Tanto é verdade, que criou a Unidade Montada de Serviços Secretos. Ele era dono de um rancho em Santa Bárbara, Califórnia, conhecido como ‘Ranch in the Sky’. Sua esposa Nancy também era vista cavalgando ao lado dele.

Fonte: Cowgirl Magazine
Na foto de chamada: George Washington|Crédito: thesummitlighthouse

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Atriz de Bridgerton mentiu sobre andar a cavalo para ganhar papel

Sucesso na plataforma de streaming Netflix, a série se passa na época da Regência, por volta de 1830, onde o meio de locomoção eram os cavalos e carruagens

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Phoebe Dynevor, atriz de Bridgerton, não foi completamente honesta sobre suas habilidades de cavalgada durante os testes para a série. Ela interpreta Daphne Bridgerton, o papel principal da história.

Em entrevistas, Dynevor dizia que não sabia o motivo de não gostar de cavalos. Mas como as mulheres inglesas da alta sociedade costumavam andar a cavalo no início do século 19, esse era um requisito fundamental para o papel.

A atriz de Bridgerton sabia que a personagem Daphne teria que cavalgar em várias cenas, então mentiu sobre suas habilidades equestres na tentativa de conseguir o papel principal. Quando perguntaram, ela respondeu: “Sim, eu sou incrível. Já montei tantos cavalos. Eu seria perfeita para esse papel”.

Logo depois de ser escalada para o papel de Daphne, Dynevor começou a ter aulas de equitação com seu colega de elenco Regé-Jean Page, que interpreta seu namorado na tela, Simon Basset.

Atriz de Bridgerton, Phoebe Dynevor, conta bastidor sobre a série de sucesso na plataforma de streaming Netflix; ambientada na Regência

Ela teve seis semanas para se preparar para as gravações da série. Assim, o que era um medo inexplicável tornou-se uma paixão. Em entrevistas posteriores, a atriz de Bridgerton comenta sempre que agora adora andar a cavalo. E que adoraria voltar a montar o mais rápido possível: “foi divertido”.

Além disso, ela considera que ganhou uma nova habilidade. E esse fato a fez ter coragem de se arriscar em outras atividades, como aulas de piano e dança.

A história da série ganhou notoriedade rapidamente – mais de 82 milhões de visualizações – e é uma das mais vistas da plataforma de streaming Netflix. Ao longo dos oito episódios, os cavalos desfilam belos e majestosos, quer seja puxando carruagens, quer seja em passeios

Fonte: Insider
Crédito das fotos: Divulgação/The York Press

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