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Uso de cães de pastoreio na lida dos cavalos com o gado

Algumas características dos cães de pastoreio que são extremamente proveitosas no trabalho da lida dos cavalos com um rebanho

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Cachorro, o melhor amigo do … cavalo! Sem dúvida, o uso de algumas raças de cães de pastoreio na lida dos cavalos com o gado é algo comumente visto em ranchos e fazendas. As dias raças mais usadas são Border Collie ou Kelpie. De fato, os cachorros ajudam os fazendeiros montados a tocar os bois, entre outras atividades.

Eles são inteligentes e amam esse trabalho com os cavalos na lida em fazendas e ranchos. Por seu instinto, é um trabalho que lhes dá prazer de realizar. Aprendem fácil os comandos e são companheiros de seus donos.

Algumas características dos cães de pastoreio que são extremamente proveitosas no trabalho da lida dos cavalos com um rebanho

Borde Collie

  • É a raça de pastoreio mais antiga ainda em atividade nas propriedades rurais
  • Sua origem é datada do Século 15 e sua fama vai além do nome. Sua popularidade alcançou os quatro cantos do planeta
  • São destinados a diversos serviços, já que são capazes de realizar todas as atividades necessárias no manejo
  • O Collie arrebanha, traz e conduz rebanhos a grandes distâncias
  • Assim como auxilia no curral, apartando e tocando os bois
  • Ajuda a carregar e descarregar animais de caminhões
  • Conduz os animais de volta ao pasto
  • Trabalha silenciosamente, com uma postura do corpo rebaixada, semelhante a de um predador
  • Seu instinto se baseia, na verdade, em um instinto de caça
  • É capaz de correr até 150 km por dia
Algumas características dos cães de pastoreio que são extremamente proveitosas no trabalho da lida dos cavalos com um rebanho

Kelpie

  • É uma raça australiana, provavelmente, a segunda raça mais popular de cães de trabalho no mundo
  • Sua origem vem de, aproximadamente, 200 anos atrás, quando alguns cães de pastoreio de pelo curto da Escócia foram introduzidos na Austrália
  • Tem habilidade natural para manejar rebanhos, constituição robusta, conformação atlética
  • As patas são firmes e fortes a fim de resistir aos solos duros e seu temperamento é bom e amigável
  • É cuidadoso e observador. Tira, por exemplo, um rebanho de locais difíceis, como morros íngremes
  • O latido é forte, dessa forma, ajuda na hora de carregar e descarregar o rebanho em caminhões
  • Trabalha em galpões de tosquia ou em qualquer lugar onde muita força se faz necessária
  • Capaz de realizar longas corridas para arrebanhar no pasto

Ao redor do mundo, portanto, os cães de trabalho são peças fundamentais no manejo de diversos rebanhos. Não só do gado que usamos nas provas, ou para quem cria bovinos de corte, mas de ovinos, bovinos de leite, porcos, veados, avestruz, gansos, entre outros.

Qual a sua preferida?

Por Equipe Cavalus
Colaboração e Fotos: José Couto Neto

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Você sabia que apenas três ‘pararam’ nos 10 touros da NFR?

Em mais de 100 anos de história, apenas Adriano Morares, Jim Sharp e Norman Curry garantiram esse feito

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O ano de 1994 foi histórico para o brasileiro Adriano Moraes. Foi sua primeira temporada nos Estados Unidos e ele não só foi campeão mundial da PBR, como também parou nos dez touros da National Finals Rodeo. Vale lembrar que a PBR começou seu campeonato nesse ano, mas a PRCA já era uma instituição lendária.

Assim, montando em Copenhagen Chase no último round da NFR (foto), Adriano Moraes começou em definitivo sua carreira internacional na Montaria em Touros. Era 11 de dezembro de 1994 e esse foi o décimo touro vencido por ele no evento. Dessa forma, o brasileiro entrou para a lista de três competidores na história a terem ‘parado’ nos dez touros da final mundial da PRCA.

Antes dele, apenas Jim Sharp e Norman Curry haviam registrado este feito. E, desde então, não foi obtido por mais nenhum outro competidor até hoje. Ademais, com as dez paradas, o brasileiro venceu a NFR daquele ano pela somatória de notas, 773 pontos. Dois touros a mais que o segundo colocado.

Já naquela época a PRCA pagava bônus por rodada. Então, Adriano venceu o round oito e ganhou premiação em outros dois. Nesse tempo, pagavam a ‘diária’ somente para as quatro melhores notas – hoje são para as seis melhores. Por conseqüência de seu desempenho na competição, o brasileiro embolsou US$ 44.979,00.

Valores que incluíram as premiações diárias e o bônus pelo título da etapa. Ele não foi o campeão mundial da PRCA, contudo subiu de 11° para 5° colocado na classificação final da temporada. Ao todo, somou US$ 94.113,00 em prêmios durante o ano.

Em mais de 100 anos de história da NFR, apenas Adriano Morares, Jim Sharp e Norman Curry garantiram esse feito; ninguém mais depois deles
Jim Sharp – Foto: ProRodeo

NFR daqueles tempos

Vale lembrar que na época a NFR pagava um total de US$ 411 mil em prêmios para a Montaria em Touros durante os dez dias da competição. Em contraste com US$ 1,25 milhões distribuídos na edição 2020.

Se aplicássemos a tabela de premiação do evento deste ano aos resultados de 1994, Adriano Moraes teria embolsado somente na NFR cerca de US$ 124,5 mil. Ou seja, quase três vezes a quantia que de fato ganhou. Ele voltou a NFR em 1996, onde também conquistou o título da etapa. Parou nos nove primeiros touros, caindo apenas na última noite, muito próximo de atingir a marca duas vezes.

Outro fato marcante desta noite de 1994 foi o acidente com Brent Thurman. Levou um ‘pisão’ do touro Red Wolf e saiu inconsciente da arena poucos minutos antes de Adriano montar em seu último touro. Thurman, que era amigo do hoje tricampeão mundial, faleceu seis dias depois em decorrência dos ferimentos no crânio.

Falando em brasileiro na NFR, não podemos esquecer de citar os demais que já passaram pela famosa arena da final mundial. Além de Adriano Moraes (1994 e 1996), Paulo Crimber (2004), ambos na Montaria em Touros. Junior Nogueira no Team Roping competiu sua sétima NFR em 2020 (rookie em 2014, all-around em 2016 e vice-campeão 2016 e 2019). Marcos Alan Costa (2015, 2016 e 2017) no Laço do Bezerro, com direito a título mundial em 2017.

Colaboração: Abner Henrique/Rodeio S.A.
Crédito da foto de chamada: Divulgação ProRodeo Sports News/Dan Hubbell

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Atores da série Yellowstone em ação na pista de Apartação

No final do ano passado, durante o NCHA Futurity, os astros da série de TV da Paramount participaram do Careity Celebrity Cutting

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Apartadores da vida real por um dia. Foi assim que atores da famosa serie de TV Yellowstone se sentiram no final do ano passado. Jennifer Landon, que interpreta Teeter, e Moses Brings Plenty (foto), que faz o motorista Mo, disputaram a prova de celebridades durante o NCHA Futurity 2020. Aliás, você sabia que a série mostra a vida em um rancho de cavalos ao mesmo tempo que fomenta as modalidades Rédeas e Apartação?

Yellowstone é uma série criada por Taylor Sheridan e John Linson. Estreou em 20 de junho de 2018 na Paramount Network e tem Kevin Costner no papel principal (John Dutton). No enredo, conflitos ao longo das fronteiras compartilhadas de uma grande fazenda de gado, uma reserva indígena e desenvolvedores de terras. Em sua terceira temporada, já tem a quarta confirmada para 2021.

No final do ano passado, durante o NCHA Futurity, os astros de Yellowstone, série da Paramount, participaram do Careity Celebrity Cutting
A lenda Lindy Burch e Jennifer Landon

Voltando para o Careity Celebrity Cutting, pela primeira vez Jennifer Landon sentiu aquela sensação indescritível de baixar a mão da rédea e deixar o cavalo trabalhar um boi. Antes de mais nada, como é comum nesse tipo de evento, a atriz fez equipe com Tom Watson, famoso jogador de Golfe que tem a Apartação como seu segundo esporte. A dupla encerrou o evento em terceiro lugar.

Enquanto Brings Plenty, em sua segunda aparição no Careity Celebrity Cutting, fez par com a atriz Nicole Sheridan, esposa da Taylor. Os dois marcaram as duas maiores notas, 228 e 229 pontos, ficando com o título. Em segundo lugar, Monica Russo, do restaurante Mamma Monica, e Matt Blevins, do reality show Storage Wars.

Acima de tudo, o evento levantou fundos para ajuda direta a pacientes com câncer e suas famílias em North Texas.

Fonte: Quarter Horse News
Crédito da foto: Larri Jo Starkey

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Ator que interpreta Ty Borden em Heartland nunca tinha montado

Graham Wardle conta que aprendeu a amar os cavalos enquanto filmava a série canadense Heartland; e ele só aprendeu a montar dias antes do início das filmagens

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Sucesso na TV, Heartland, produzida no Canadá, estreou em 2007. Quando aceitou viver Ty Borden, o ator Graham Wardle nem sabia montar. De fato, na série, Ty não monta o mesmo número de vezes que Amy Fleming, mas todos estão sempre precisando cavalgar por diversos motivos. Então, a fim de interpretar seu personagem, Wardle teve que aprender.

Antes de mais nada, foram lições rápidas e urgente. O ator tomou contato com os cavalos apenas alguns dias antes de começarem as filmagens. A sorte dele é que recebeu muita ajuda dos outros cavaleiros no set. Incluindo a própria Amber Marshall, que vive sua esposa. Ela é uma exímia cavaleira e mora em seu rancho em Alberta, Canadá.

Graham Wardle conta que aprendeu a amar os cavalos enquanto filmava a série canadense Heartland; só aprendeu a montar dias antes do início
A vida do seu personagem também mudou quando Ty tornou-se médico veterinário. Ele era um menino rebelde e chegou ao rancho como parte da sua reabilitação no centro de correção. Seu cavalo favorito na série é o Sugarfoot (foto)

“Tive minha primeira aula de equitação dias antes do primeiro dia de filmagem. Estava usando o que achei que seria a roupa perfeita, shorts e tênis de corrida. Sem dúvida, o departamento de figurino foi generoso e sábio o suficiente para enviar algumas botas de montaria para mim. Isso ajudou um pouco. Eu sempre ando de calças agora”, lembra Graham ‘Ty Borden’ Wardle.

Com efeito, Heartland já estreou a 14ª temporada na CBC do Canadá – deve chegar logo por aqui através do Netflix. Portanto, são 14 anos convivendo não apenas com os colegas de elenco, como também com os cavalos. “Os cavalos são majestosos, amo a presença deles, estar no meio deles. Antes de trabalhar no programa, eu não prestava muita atenção aos animais. Isso mudou desde então!”

Fonte: Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Divulgação/CBC

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