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SIF garante a manutenção do abastecimento de produtos de origem animal

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SIF garante a manutenção do abastecimento de produtos de origem animal Atividades de inspeção e fiscalização continuam sendo totalmente cobertas para manutenção do abastecimento público

Atividades de inspeção e fiscalização continuam sendo totalmente cobertas para manutenção do abastecimento público

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem mantido em funcionamento suas atividades essenciais, com todos os cuidados necessários. Mesmo diante a pandemia do coronavírus (COVID-19), as atividades de inspeção e fiscalização junto aos estabelecimentos submetidos à inspeção permanente continuam sendo totalmente cobertas. Visando a manutenção do abastecimento público de produtos de origem animal para consumo humano. E ainda produtos destinados à alimentação animal com segurança à sociedade.

“Nos estabelecimentos onde ocorrem abate de animais, a presença de equipes de servidores do SIF é imprescindível para que sejam realizadas as atividades de inspeção ante mortem e post mortem. Visto que somente por meio destes procedimentos é possível identificar os animais com patologias que representam riscos à saúde pública. Sendo insubstituíveis como instrumentos de vigilância sanitária animal e de medicina preventiva”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lucia Viana.

Atualmente, estão registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) 3.263 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos. E ainda leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados.

Em funcionamento

Durante o mês de março, nenhum abatedouro frigorífico de aves e de suínos registrados no Mapa comunicou paralisação significativa de suas atividades. Já nos abatedouros de bovinos, nove, de um total de 224 registrados, informaram a paralisação temporária das atividades de abate. Permanecendo com outras atividades em funcionamento, tais como desossa e o setor de expedição.

“O Serviço de Inspeção Federal atendeu, neste mês, demandas de forma emergencial. Que resultaram na autorização de 209 de atividades de abate em turnos ou dias adicionais à regularidade operacional dos abatedouros frigoríficos. Já estão programados e autorizados 52 turnos extras para o mês de abril. Os SIPOA regionais estão adotando medidas gerenciais para atendimentos dessas demandas. Sobretudo, que tem sido salutares para o fornecimento de produtos de origem animal para a sociedade”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal.

Certificação Sanitária

Assim como outro serviço considerado como essencial é a certificação sanitária. Medida que assegura que os produtos e os sistemas de produção atendem a todos os requisitos acordados com os países para os quais o Brasil exporta seus produtos. Embora, apesar do momento atual, 28.164 Certificados Sanitários Internacionais (CSIs) foram emitidos até o dia 29 de março. De fato, número superior ao mesmo período no ano de 2019, quando foram em emitidos 27.240 CSIs.

Além disso, o Mapa analisa previamente as solicitações de Licenças de Importação (LI) de produtos de origem animal para avaliar se os produtos são provenientes de empresas e países que não contenham restrições sanitárias.

Dessa forma, visando conferir mais segurança no controle oficial sobre os produtos importados que serão consumidos pelos brasileiros. O prazo estabelecido em legislação para as análises de LI é de 30 dias, porém o tempo médio de análise está atualmente em 3,7 dias. Em março, foram analisadas 4.580 LIs, sendo 3.767 deferidas e 813 indeferidas.

Fonte: Agrolink | Mapa
Crédito da foto: Divulgação/ suinoculturaindustrial

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Ex-Ministro da Agricultura do Brasil é indicado ao Prêmio Nobel da Paz 2021

Alysson Paolinelli é uma figura importante para o agro brasileiro, com diversos feitos de destaque no setor

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O diretor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Durval Dourado Neto, protocolou a indicação de Alysson Paolinelli ao Prêmio Nobel da Paz 2021. A nomeação, portanto, já está com o Conselho Norueguês responsável por premiar os vencedores, o The Norwegian Nobel Committee.

Antes de mais nada, especialistas confirmam indicação de Alysson Paolinelli ao Prêmio Nobel da Paz 202 com base na sua dedicação ao conhecimento científico e desenvolvimento da agricultura tropical.

Alysson Paolinelli é ex-Ministro da Agricultura e fundador – no final da década de 60 – da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (Embrapa). Mineiro de Bambuí nasceu em 1936 e formou-se em 1959 em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Lavras.

Feitos

Em 1971, Paolinelli assumiu a Secretaria de Agricultura de Minas e criou incentivos e inovações tecnológicas para o Estado. Nessa época, por exemplo, Minas Gerais era o maior produtor de café do Brasil.

Alguns anos depois, aceitou o cargo de ministro da Agricultura no governo de Ernesto Geisel (1974 a 1979). Como Ministro, modernizou a Embrapa e promoveu a ocupação econômica do Cerrado. Envolvido na política, em 1986 elegeu-se deputado federal por Minas Gerais. 

Alysson Paolinelli, figura importante para o agro brasileiro, foi indicado pelo diretor da Esalq ao Prêmio Nobel da Paz 2021
Foto: Agência Senado

O indicado brasileiro ao Prêmio Nobel da Paz 2021 sempre incentivou a pesquisa, a ciência e a tecnologia. De tal forma que, entre outros feitos, implantou um programa de bolsa de estudos para estudantes brasileiros em diversos centros de pesquisa em agricultura pelo mundo.

Cuidou também da reestruturação do crédito agrícola e do reequacionamento da ocupação do bioma amazônico. Sobretudo, foi com a iniciativa de Paolinelli que o Brasil se tornou uma potência alimentar para todo o planeta.

Tem fama de, desde jovem, ter talento para revolucionar setores inteiros. Sua carreira conta ainda com o cargo de presidente do Banco do Estado de Minas Gerais, assim como presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Em 2006, Paolinelli ganhou o prêmio World Food Prize, o equivalente ao Nobel da alimentação. De acordo com o site da Esalq, em junho do ano passado assumiu como Titular da Cátedra Luiz de Queiroz de Sistemas Agropecuários Integrados.

Fonte: Esalq, Wikipedia, Canal Rural
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Esalq

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5G vai trazer US$ 77 bilhões para agricultura

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Transformação digital para a agricultura pode ser “um dos motores da recuperação econômica do país no pós-pandemia”

A chegada da internet 5G no Brasil deve ampliar em cerca de US$ 77 bilhões os ganhos na agricultura. É o que aponta estudo elaborado em conjunto pela Nokia e pela Omdia. Representará, acima de tudo, uma “verdadeira transformação digital. Assim como impulsionará a produtividade na América Latina. Principalmente no Brasil, com ganhos significativos para a economia”.

De acordo com o White Paper ‘Why 5G in Latin America?’, o impacto econômico estimado é de até um ponto percentual a mais no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Conforme os autores, essa transformação digital pode tornar-se “um dos motores da recuperação econômica do país no pós-pandemia”.

Destaque

O estudo aponta o cenário brasileiro com destaque. A expectativa é que o 5G tenha um impacto de até US$ 1,2 trilhão no Produto Interno Produto do país no período de 2021 até 2035. “Os setores mais positivamente impactados serão: Tecnologia, Informação e Comunicação (US$ 241 bilhões). Em seguida, Governo (US$ 189 bilhões), Manufatura (US$ 181 bilhões), Serviços (US$ 152 bilhões). Por fim, Varejo (US$ 88 bilhões), Agricultura (US$ 77 bilhões) e Mineração (US$ 48,6 bilhões)”.

Aliás, o documento ainda aponta que a agricultura no Brasil é altamente produtiva. Sobretudo, orientada para a exportação, com importantes efeitos em outras indústrias. A saber: Manufatura e Serviços. Por isso, o 5G tem o potencial de ser a única camada necessária para conectar casos de usos diferentes.

Por exemplo, coleiras de animais, sistemas de irrigação, sensores de equipamentos, câmeras, veículos autônomos e UAVs (drones). A maioria das fazendas no Brasil não possui cobertura de celular, portanto os ganhos potenciais são grande. Conectar a força de trabalho e a infraestrutura pode ter um impacto significativo na produtividade do setor. Principalmente, considerando a possibilidade de avançar diretamente para o 5G.

Análise

Ari Lopes, analista sênior da Omdia, afirma que o 5G terá força. De acordo com ele, “trará grandes impactos para a sociedade e muitos benefícios também. O estudo voltado para a América Latina com a Nokia traz informações interessantes. Antes de mais nada, de como a tecnologia poderá ser aproveitada e o que há em jogo com o atraso da adoção do 5G”.

Para Wilson Cardoso, diretor de soluções da Nokia para a América Latina, o 5G “não é apenas um G. Proporcionará a digitalização da sociedade e todas as máquinas, equipamentos e sensores. Um grande impulso na economia. Além de que todos os elementos conectados irão buscar e trazer informações. Estamos ansiosos em contribuir para o debate público sobre a importância da adoção do 5G na América Latina e no Brasil”.

5G vai trazer US$ 77 bilhões para agricultura. Transformação digital pode ser um dos motores da recuperação econômica do país no pós-pandemia
Foto: Pixabay

CNA mostra que agro abre 86,2 mil vagas e lidera expansão de vagas de janeiro a julho de 2020

O setor agro abriu mais de 86,2 mil postos de trabalho de janeiro a julho deste ano. Como aponta análise feita pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Ao analisar dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.

A agropecuária seguiu liderando a geração de novas vagas de trabalho em 2020. Depois de ser o único setor de atividade econômica a abrir vagas no primeiro semestre do ano. Foram 62.663 mil no acumulado dos primeiros seis meses. Segundo o levantamento, em julho o setor apresenta novo saldo positivo com a abertura de mais 23 mil vagas.

Os principais segmentos que mais abriram vagas em julho foram produção de lavouras temporárias, produção de lavouras permanentes. E ainda hortícolas, criação de bovinos, florestas plantadas, criação de aves e criação de suínos. Principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Bahia.

O setor da construção civil também teve aumento dos postos de trabalho, com 8.742 mil de janeiro a julho. Acesse o comunicado técnico da CNA e veja o comparativo entre os setores da economia e o saldo líquido de vagas entre janeiro e julho de 2020.

Fonte: Agrolink / CNA
Crédito da foto: Portal Campo e Negócios

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3 mil caminhões estão atendendo pecuaristas por aplicativo

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O serviço, voltado para criadores de todos os portes, permite a contratação de frete e seguro por meio do celular

De olho no potencial da pecuária brasileira, o braço de transportes da JBS está investindo um milhão de reais no Uboi, aplicativo que atende pequenos, médios e grandes pecuaristas. A ideia, portanto, é usar a frota do grupo para transportar gado de terceiros, um nicho de negócio altamente especializado e com grande demanda no Brasil.

De acordo com a revista Exame, o volume de abates no país gira em torno de 35 milhões de cabeças ao ano. Para cada bovino abatido, ocorrem pelo menos dois transportes – entre engorda e destino final. Com isso, o potencial desse nicho de negócio é de no mínimo 70 milhões de cabeças transportadas por ano.

O serviço do Uboi poderá ser contratado, inicialmente, por produtores dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e na região do Vale do Araguaia, Mato Grosso. A meta é ampliar o alcance nos próximos meses para áreas que contam com operações da JBS.

100% monitorado, para o Uboi são três mil veículos para transporte de gado, somando a frota própria, de 600 caminhões, e a terceirizada. Além disso, o aplicativo é muito intuitivo e que, em três telas é possível fazer o pedido do frete. Para os pecuaristas mais tradicionais, com pouca intimidade com tecnologias, a empresa também tem atendimento por telefone.

Sem metas, o Uboi deve continuar expandindo a oferta para outras regiões do país. O entrevistado da revista Ricardo Gelain, diretor da JBS Transportadora, disse que esse é um segmento extremamente pulverizado. A ideia é entender este mercado, mas ainda não definiram metas, e querem profissionalizar o transporte de gado no país.

Fonte: Exame
Credito da foto: Divulgação/JBS

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Congresso Brasileiro do Agronegócio trata dos desafios do setor

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Evento, acima de tudo, apontará os caminhos para o agro depois da pandemia

A responsabilidade do agronegócio brasileiro em levar alimentos à mesa das famílias no país e no mundo foi posta à prova  com o distanciamento social imposto pela pandemia da Covid-19. E, o setor respondeu de maneira contundente, ao manter sua produção, a fim de garantir o abastecimento em supermercados, feiras livres e centrais de alimentos.  

Mesmo assim, o segmento está enfrentando desafios, com a brusca transformação imposta pelo vírus. Por isso, precisou acelerar a adoção de tecnologias, de processos e gestão, como forma de sustentar toda a cadeia produtiva.

Em meio a esse novo cenário, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), cumprindo seu papel de trabalhar para o desenvolvimento do agro nacional, decidiu promover o Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA) em parceria com a B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, um dos eventos mais relevantes do universo do agronegócio brasileiro. Marcado para o dia 3 de agosto, a partir das 9h, terá um formato totalmente virtual. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no site oficial. 

De acordo com o Marcello Brito, presidente do Conselho Diretor da ABAG, o segmento está buscando entender seu papel depois da pandemia. Com a finalidade de, ainda, direcionar seus esforços para manter sua produtividade e competitividade em um cenário global de crise. Brito receberá a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na solenidade de abertura do evento online. 

Congresso Brasileiro do Agronegócio trata dos desafios do setor. O evento, acima de tudo, apontará os caminhos para o agro depois da pandemia

Destaques do Congresso Brasileiro do Agronegócio

Desse modo, para responder os principais questionamentos dos produtores rurais e profissionais do agro, a ABAG optou por dividir o Congresso Brasileiro do Agronegócio em três painéis. Moderados pelo jornalista William Waack. São eles: O Agro Brasileiro e a Crise Global, Mercado Financeiro, Seguro e Crédito Rural e O Agro e A Nova Dinâmica Econômica, Social e Ambiental. 

Em cada um deles, os internautas acompanharão o depoimento de uma importante personalidade nacional. como o Embaixador do Brasil junto à União Europeia, Marcos Galvão, o Presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto. E ainda o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Celso Luiz Moretti.  

Além disso, em todos os painéis, os participantes também poderão fazer perguntas durante os debates. Serão respondidas pelos especialistas dos segmentos do agronegócio e da economia, da indústria alimentícia, de institutos de pesquisa e do comportamento social e humano.

Para Marcello Brito, neste momento desafiador pelo qual passa o planeta, o Congresso Brasileiro do Agronegócio ressalta o esforço do agro nacional em trazer avaliações que colaborem para um entendimento sobre os caminhos a seguir em um futuro próximo. O presidente da ABAG também será responsável pelo encerramento do evento junto com o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, atual coordenador do GVagro da FGV.   

Fique por dentro: congressoabag.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Crédito da foto: Pexels

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Seminário virtual aproxima jovens rurais e promove troca de experiências

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3º Seminário Regional de Juventude Rural cumpriu a proposta de valorização do trabalho e vida no campo e de troca de experiências

3º Seminário Regional de Juventude Rural cumpriu a proposta de valorização do trabalho e vida no campo e de troca de experiências

Pelo primeiro ano com edição virtual, o 3º Seminário Regional de Juventude Rural cumpriu sua proposta de oportunizar um espaço de valorização do trabalho e vida no campo e de troca de experiências entre jovens rurais.

Promovido pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), o evento teve 881 inscritos. E foi realizado exatamente no Dia da Juventude Rural, 15 de julho, com transmissão foi feita pelas redes sociais da instituição.

O secretário Covatti Filho, que também é um jovem de 32 anos, lembrou o desafio de ser secretário de Estado. Acima de tudo, em busca constante pela modernização dentro da gestão pública.

Segundo ele, também é um desafio numa propriedade fazer a sucessão rural, e ela é necessária, até porque o futuro depende dessa nova geração. “Visto que precisam de tecnologia, de oportunidades e é isso que a Emater nos ajuda a fazer essa construção. Por isso este seminário”, ressaltou Covatti.

Jovem quer permanecer

Na oportunidade, o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, avaliou que se fala-se muito em fixar o jovem no campo e esta é a semana para o debate aprofundado do tema. Ademais, considerado fundamental para o meio rural.

“Sucessão não é apenas ficar no campo. É a garantia de alimentos, de continuidade do fornecimento de produtos de qualidade, com os jovens trazendo novas técnicas, novas ideias, novas tecnologias, com mais gestão e, consequentemente, maior resultado. A ideia de planejar e administrar para ter bons resultado é essencial”, frisa.

Sandri ressaltou que o RS possui 2,7 milhões jovens entre 12 e 29 anos, sendo que 350 mil (12%) estão no meio rural. De fato, um percentual que vem se mantendo ao longo do tempo. Ele ressalta ainda que a maioria dos estudos indica que parte dos jovens deseja permanecer no campo e construir projetos futuros na própria localidade.

“Os pais valorizam o conhecimento, mas nem sempre o conhecimento é usado na propriedade. Então eu diria que a valorização desse conhecimento e sua aplicação na propriedade são fundamentais para que a juventude se sinta reconhecida, emancipada e passe a ter independência”.

Sandri destacou que a Emater/RS-Ascar está investindo mais na capacitação da juventude, a partir de suas demandas. Sobretudo, ouvindo a família, valorizando o planejamento e dando uma atenção especial ao jovem. “Possibilitando ouvir os anseios para junto com os pais fazer o casamento perfeito para que as coisas aconteçam, ouvindo os jovens antes de agir”.

Exemplos

O jovem Diego Terlan Baldissera e seu pai, Adelir Paulino Baldissera, do município de Machadinho, além de relatarem suas experiências sobre a importância das políticas públicas na sucessão rural familiar, deram uma aula sobre relação familiar.

“Como pai tenho obrigação de dar apoio ao meu filho. Eu, quando jovem, estudei, trabalhei seis anos fora da propriedade e depois voltei”, conta Adelir. Na propriedade, a família trabalha com piscicultura e erva-mate e o filho, diz o pai, está dando conta do recado.

Já a jovem Alessandra Vinhaga, do município de Coxilha, que decidiu ficar no meio rural cuidando da atividade leiteira, mostrou o protagonismo e a força jovem feminina no meio rural. “Estou realmente realizada, faço meu trabalho com amor e é possível ganhar dinheiro”.

Durante o Seminário foi exibido um vídeo com depoimentos de jovens da região de Passo Fundo, que já estão inseridos no processo produtivo, mostrando o lado positivo de viver e trabalhar no meio rural.

O evento contou ainda com uma participação especial de Ed Júnior, César Grisa e Carlos Magrão, integrantes do grupo Multivozcional, que trouxeram arte e música.

Avaliação

Para a Gerência Regional da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, composta por Oriberto Adami e Dartanhã Luiz Vecchi, o evento superou as expectativas. Acima de tudo, cumpriu o papel de dar voz aos jovens, promovendo uma troca de experiência com os relatos feitos por eles mesmos e aproximando os jovens das lideranças do setor agropecuário.

“Com este seminário buscamos levar informações, proporcionar trocas de experiências entre jovens rurais, famílias e extensionistas, mostrando o potencial do rural. Também nos propomos motivar ações como a de olhar para a propriedade e identificar suas belezas”, afirma a extensionista da Emater/RS-Ascar e coordenadora do evento, Doriana Miotto.

Ela acrescentou a importância da música, da cultura, da arte, da inovação tanto na produção. Assim como em ações sociais, valorizando o trabalho na propriedade, mas também incentivando a interação, a liderança e a construção de um mundo melhor. “Hoje é o Dia Estadual do Jovem Rural, desejamos a todos muito sucesso em todas as suas escolhas e força para continuar na bela missão de alimentar o mundo”.

Fonte: Agrolink
Crédito da foto: Divulgação/Pexels

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O impacto da Covid-19 na produção de proteína animal

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O impacto da Covid-19 na produção de proteína animal Os primeiros sintomas já podem ser sentidos no agronegócio, com a queda nos preços das carnes e a possível tendência de se agravar com o aumento do desemprego

Os primeiros sintomas já podem ser sentidos no agronegócio, com a queda nos preços das carnes e a possível tendência de se agravar com o aumento do desemprego

O agronegócio brasileiro tem um importante papel a cumprir no novo cenário mundial: ajudar a alimentar o mundo, seja na produção de grãos ou de proteína animal. O impacto da Covid-19 representa uma nova reorganização da sanidade humana e animal em um momento de fragilidade que se espalhou pelo mundo em uma velocidade extraordinária.

Para debater o tema, o grupo Aqua Capital – fundo de investidas do agronegócio e detentor da empresa YesSinergy – organizou uma live especial. Houve a participação, principalmente, do CEO da Yes, Luciano Roppa. E ainda do professor de Agronegócio Global do Insper, Marcos Jank e, do ex-CEO da Marfrig, Eduardo Miron. O trio analisou a Covid-19 sob o prisma do agronegócio. A iniciativa contou com o engajamento online de mais de 500 pessoas.

“2020 caminhava para ser um ano incrível para o mercado de carnes. Sobretudo, em virtude da China ainda não ter resolvido totalmente o problema de desabastecimento causado pela peste suína africana. Agora, o cenário é completamente incerto. As reais consequências da Covid-19 estão sendo conhecidas apenas no dia a dia, na medida em que a crise vai evoluindo”, avalia o CEO da Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, segura e sustentável.

Roppa reforça ainda que, “para quem está dentro da granja, não havia como se planejar para uma situação como essa, principalmente depois de um primeiro trimestre excelente com crescimento de 33% nas exportações de carne suína, 9% de carne de frango e 5% de carne bovina. Mas, o coronavírus saiu da Ásia e chegou até nós”.

Marcas

A Covid-19 atingiu o Brasil em seu momento de produção máxima em todos os setores de proteína animal, pois havia grandes expectativas de exportações e melhora da demanda interna. Com os primeiros sintomas da enfermidade desde o início do isolamento, o desemprego entre os informais aumentou. E, por fim, chegou ao setor agrícola. Se o consumidor não tem renda, ele passa a selecionar o que consome e, no agronegócio, o reflexo é confirmado no aumento da demanda por carne de frango e ovos.

“Percebemos que as cadeias começaram a sentir os impactos a partir da semana do dia 30 de março, com o início da retenção. Houve queda na venda de carnes na casa de 30% e o frango chegou a R$ 2,90 no mercado. A carne bovina começou a apresentar represamento nos cortes nobres, e a suinocultura também tanto nos produtores quanto nos frigoríficos”, detalha Roppa.

Consumo

Sobre o consumo, Eduardo Miron alerta que a mudança já começa a beneficiar as proteínas mais baratas e a cadeia avícola tem vantagem nesse cenário. No entanto, ela precisa se manter atenta, já que com o aumento da velocidade e necessidade dos mercados poderá ocorrer um sufocamento na cadeia de frango, que corre o risco de sofrer um oversupply.

Em exportação, e adiantando-se à depressão do mercado interno, Roppa indica que essa é uma oportunidade para os suinocultores e avicultores, que, ao exportar, trazem uma receita importante que não virá internamente.

Insegurança alimentar em um mundo em desenvolvimento

Para Marcos Jank, a pandemia passa de uma crise de saúde para uma crise de segurança alimentar também, já que a recessão, as rupturas nas cadeias de suprimentos e as restrições ao comércio internacional podem causar desabastecimento, volatilidade de preços, pânico e instabilidade social. “Agora começam as restrições ao comércio internacional alimentar, com o retorno do estado-nação, controles rígidos de fronteiras e favorecimento da produção e dos produtores locais”.

Nesse momento, segundo o professor, as melhores medidas para mitigar uma crise global de segurança alimentar consistem no monitoramento de mercados e preços, em manter a população bem informada, assim como os mercados abertos para a transação internacional, evitando interrupções das cadeias de suprimento. Além disso, o apoio aos agricultores é essencial, bem como garantir a nutrição infantil com a merenda escolar.

Jank pontua que o Brasil tem agora o momento de se afirmar no mundo como um importante abastecedor global de alimentos. “O País precisa liderar a discussão mundial sobre a consistência dos sistemas de vigilância e controle de doenças que atingem animais e humanos”.

Conclusão

A Covid-19 trouxe um novo pensamento para o mundo de que é preciso pensar nas questões sanitárias, E, acima de tudo, combater o uso de carnes de animais selvagens, que pode ter dado origem ao novo coronavírus. “O Brasil pode ser protagonista nessa área de debate global de sanidade animal no mundo. Temos muito a dizer pelo papel que já cumprimos em termos de segurança alimentar e sustentabilidade”, afirma Jank.

“O brasileiro tem por essência uma grandeza única, afinal somos os maiores produtores de alimentos do mundo. O nosso produtor não abandona sua missão de alimentar o Brasil e o mundo. Acredito nisso, pois participo dessa cadeia há 48 anos e sei da fibra e do valor dos nossos produtores rurais”, finaliza Roppa.

Fonte: Assessoria de imprensa
Crédito da foto: Divulgação/ Pexels

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Sistema CNA/Senar defende ampliação da conectividade no campo

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Sistema CNA/Senar defende ampliação da conectividade no campo Seminário online debateu a importância da conectividade no campo

Seminário online debateu a importância da conectividade no campo

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu a relevância da conectividade no campo durante seminário sobre a importância das redes privativas para o sucesso da tecnologia 5G no país. A reunião aconteceu por videoconferência na quarta (10).

Assim sendo, o coordenador técnico do Instituto CNA, Joaci Medeiros, falou sobre a atuação do Sistema CNA/Senar com o intuito de levar a conectividade ao meio rural.

“Entendemos a importância do desenvolvimento de políticas públicas que facilitem o acesso às inovações tecnológicas. E, ainda, proporcionem a fixação das famílias no campo, o aumento da renda, da produtividade e da segurança rural”, destaca.

Na avaliação do coordenador, a falta de conectividade é um dos principais gargalos enfrentados pelo agro. “Dos mais de 5 milhões de estabelecimentos rurais existentes no Brasil, cerca de 72% são propriedade offlines, ou seja, não têm qualquer tipo de conexão. Nem mesmo aquelas mais simples, como chamada de voz”, observa.

Dessa forma, para superar esses obstáculos, Joaci explicou que o Sistema CNA/Senar está desenvolvendo projetos para ampliar e melhorar a conectividade em áreas rurais. Desde o segundo semestre de 2019, estão sendo realizados testes que estudam a viabilidade de conexão por satélite e cobertura terrestre.

“Pela relevância da agropecuária para a economia, acreditamos que a priorização da conectividade no meio rural vai gerar benefícios para todo o País, tendo em vista que o setor é responsável por 43% das exportações brasileiras, emprega 44% da mão-de-obra e é responsável por mais de 20% do Produto Interno Brasileiro”, disse.

Fonte: Notícias Agrícolas | CNA/Senar
Crédito da foto: Divulgação/ RCIA Araraquara

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27ª edição da Agrishow é adiada para 2021

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Diante do atual cenário, empresa organizadora reagendou a feira para ser realizada de 26 a 30 de abril, em Ribeirão Preto

A empresa organizadora da Agrishow – uma das maiores feiras agrícolas no mundo -, informou através de nota oficial que optou por adiar a 27ª edição do evento, que aconteceria neste ano, para 2021. Dessa forma, a feira será realizada de 26 a 30 de abril, em Ribeirão Preto/SP.

De acordo com a nota oficial, a empresa estava aguardando as novas diretrizes do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura do Município de Ribeirão Preto. Isso com relação à reabertura gradual dos negócios e, consequentemente, dos grandes eventos, para que a empresa pudesse confirmar a nova data da 27ª edição.

Antes de mais nada vale ressaltar que a Agrishow é uma feira que reúne cerca de 800 marcas expositoras. Sobretudo, boa parte dos equipamentos expostos são de grande porte.

Com isso, demanda tempo de preparação e muitas vezes liberação alfandegária. Bem como um longo período de planejamento minucioso para que esses equipamentos sejam expostos no evento.

Nesse sentido, dois fatores complementares foram analisados. O primeiro é com relação ao extenso e complexo período de montagem da feira, que habitualmente leva cerca de 40 dias. Além disto, a empresa avaliou o cronograma de reabertura das atividades econômicas da Prefeitura de Ribeirão Preto.

Assim, só seria possível realizar a feira na semana de 17 de agosto, período indicado pela maioria dos expositores como sendo ideal para o mercado. Isso desde que não houvesse nenhum retrocesso neste cronograma em virtude do aumento dos casos de COVID-19 na região.

Diante deste cenário, a Informa Markets, organizadora do evento, resolveu adiar o evento para 2021. “Aproveitamos para reiterar nosso compromisso com a qualidade do evento e a segurança de todos os participantes de acordo com as normas do Governo do Estado de São Paulo. Estamos certos de que a próxima edição será uma grande oportunidade para o setor se reencontrar. Além de conhecer tecnologias inovadoras e realizar bons negócios, para o desenvolvimento do agronegócio e, consequentemente, para a retomada da economia do Brasil”, finaliza a nota.

União de entidades do agronegócio

A Agrishow é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio; Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos; Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos; Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira.

Fonte: Agrishow
Crédito da foto: Divulgação/Agrishow

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Relatório mostra crescimento na exportação de produtos

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Relatório mostra crescimento na exportação de produtos do agronegócio Documento partiu do monitoramento do Abastecimento no Estado de São Paulo

Documento partiu de monitoramento do Abastecimento no Estado de São Paulo

O Grupo Técnico de Monitoramento do Abastecimento de Alimentos e produtos agropecuários no Estado de São Paulo lançou nono diagnóstico. Dessa forma, foi possível atualizar os principais impactos da pandemia do novo coronavírus ao agronegócio. Os dados englobam toda a cadeia, nos 645 municípios, e foram colhidos de 18 a 22/05/2020.

O relatório faz referência, sobretudo, às pesquisas do Cepea (Centro de Pesquisas Econômicas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz). De janeiro a abril de 2020 o volume de produtos do agronegócio exportado pelo Brasil cresceu 6%.

Antes de mais nada, frente ao mesmo período de 2019 e teve faturamento externo de US$ 31 bilhões. Diante desse resultado, a participação do setor nas exportações totais do País foi de 47% no primeiro quadrimestre.

Neste período, o maior volume embarcado esteve atrelado à elevação das vendas da maioria dos produtos do agronegócio. Assim sendo, destaque para algodão, carne suína, açúcar, soja em grão, óleo de soja, carnes bovina e de aves.

A China continua expandindo suas relações comerciais com o Brasil. Além disso, vem aumentando a sua participação no total exportado pelo agronegócio. Do início de 2020 até abril, a participação do país asiático foi superior a 37% nas exportações totais.

Indicativos

Internamente, a alta nominal nos preços sobre o boi gordo segue inalterada em 27,8% nos últimos 12 meses (FinPec). A consultoria também registrou estabilidade na alta de 2,7% nas cotações do frango vivo registrada nos últimos 30 dias. Contudo, se mantém o recuo nominal de 16,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em relação aos suínos, as cotações do suíno vivo também têm se mantido em alta, na média de 2,6%. Porém ainda acumulando recuo de 29,5% para os cinco primeiros meses de 2020.

O grupo Técnico de monitoramento, de acordo com o comparativo da FinPec, destacou o frango e o suíno como itens que melhor remuneraram o produtor nos últimos 30 dias. Assim, registrando aumento de preço de 2,7% e 2,6%, respectivamente.

Quanto aos ovos, a evolução das médias mensais dos preços pagos pelo frango abatido e pelo ovo no atacado da cidade de São Paulo mostra que ambos registram desempenhos opostos em 2020. O frango enfrenta baixas praticamente contínuas desde o início do ano, enquanto o ovo registra altas sucessivas, brevemente interrompidas em maio.

Documento

O nono diagnóstico também apresenta dados da pesquisa realizada quinzenalmente pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, junto aos representantes das Câmaras Setoriais com o objetivo de identificar os principais gargalos decorrentes da crise gerada pela pandemia do COVID-19.

14 câmaras setoriais participaram nesta pesquisa. Todos os participantes relataram aumento de seus custos de produção em comparação àqueles vigentes antes da pandemia. Tais aumentos decorrem da alta nos preços dos insumos, dificuldades logísticas, custos de produção aumentados com redução no faturamento e despesa para adequação aos novos protocolos de segurança para mitigação das possibilidades de contágio da COVID-19.

O relatório finaliza com informações de que a demanda pelo serviço de transporte rodoviário de carga se manteve em queda, repetindo padrão muito próximo daquele registrado em semanas anteriores de 41,3%. Outro setor ainda bastante impactado é o de bares e restaurantes, com queda de faturamento anual acumulada, em relação ao mesmo período em 2019, da ordem de 59,5%.

Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento, Gustavo Junqueira, na agricultura e no agronegócio, para o alimento ir do campo à mesa do consumidor final é preciso planejamento e coordenação. “Este relatório é parte dessa ação e junto ao monitoramento de ações tomadas pelos agentes, visa promover meios para que o abastecimento seja sustentado e ampliado em todo o Estado de São Paulo”.

Fonte: Notícias Agrícolas | Sec. de Agricultura de SP
Crédito da foto: Divulgação/Sec. de Agricultura de SP

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Coronavírus: 99% de chance de vacina chinesa funcionar

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Testes estão no segundo estágio e devem ir para o exterior em breve

A Sinovac, uma empresa de biotecnologia com sede em Pequim, afirmou que a sua vacina contra a Covid-19 está em desenvolvimento na segunda fase e, acima de tudo, tem 99% de chances de ser eficaz. As informações foram divulgadas para a rede britânica Sky News. 

“Sim, sim. Deve ser bem sucedido … 99% [com certeza]”, disse Luo Baishan, pesquisador da Sinovac, quando indagado se a vacina funcionaria. 

No mês passado, Sinovac publicou resultados na revista científica Science, que mostrou que a vacina, chamada CoronaVac, protege macacos da infecção pelo coronavírus. O maior problema que a empresa enfrenta é o baixo número de casos de COVID-19 na China, o que dificulta o teste da vacina em uma situação epidêmica. Como resultado, a empresa está procurando um local com estágio mais avançado e, ao que tudo indica, o estágio três dos testes será no Reino Unido. 

De acordo com Helen Yang, diretora sênior de relações com investidores, vários países europeus podem ser consultados para a realização dos testes. “Atualmente, é um estágio muito preliminar para a discussão”, comentou. 

A empresa está avançando com a produção, apesar de continuar a pesquisa. Atualmente, está construindo uma planta comercial em outra parte de Pequim, com o objetivo de fornecer 100 milhões de doses e esse número, por maior que seja, significa limitar quem recebe a vacina. 

“É nossa recomendação que não seja toda a população que tome a vacina. Estamos discutindo isso e recomendando para outros países também. Primeiro, visamos grupos de alto risco, por exemplo, profissionais de saúde ou idosos, que podem ter um nível mais alto de mortalidade. Acho que esse será o ponto de partida. Para ser sincero, a vacina precisa ser produzida em grande escala por muito tempo”, conclui. 

Fonte: Agrolink
Crédito da foto: Divulgação/Pixabay

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Ministra da Agricultura anuncia protocolo diante da pandemia

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Ministra da Agricultura anuncia protocolo unificado para frigoríficos diante da pandemia Documento do governo prevê cerca de 70 recomendações mínimas que deverão ser implantadas pelo setor empresarial

Documento do governo prevê cerca de 70 recomendações mínimas que deverão ser implantadas pelo setor empresarial

Em audiência na comissão externa da Câmara que analisa as medidas de combate ao coronavírus, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou que, possivelmente nesta semana, será editado um novo protocolo para o funcionamento dos frigoríficos durante a pandemia. Acima de tudo, o foco será a proteção do trabalhador e a manutenção da atividade econômica.

Recentemente, a detecção de funcionários contaminados com o coronavírus levou ao fechamento de frigoríficos de aves e suínos no Rio Grande do Sul e ao abate sanitário dos animais. De acordo com a ministra, a intenção é estabelecer regras gerais que reduzam lacunas e ações judiciais por conta de divergências entre normas municipais e estaduais.

“Havia, sem dúvida, uma falta de coordenação entre municípios, estados e governo federal. Hoje nós conseguimos harmonizar e para isso sairá essa portaria que vai contemplar a maioria das ações que precisam ser feitas. Os frigoríficos trabalharam muito forte para dar segurança aos seus funcionários. Os EPIs dos funcionários da grande maioria dos frigoríficos hoje são, às vezes, melhores do que os de alguns hospitais”.

O protocolo está sendo concluído com orientações do Ministério Público do Trabalho e dos ministérios da Agricultura, da Saúde e da Economia. Coordenadora geral de saúde do trabalhador do Ministério da Saúde, Karla Baêta explicou alguns itens do documento.

Regras

“Vão desde etiqueta respiratória, reorganização do espaço de trabalho de forma a manter algum distanciamento com barreiras físicas, medidas de proteção individual e coletiva, formato de trabalho em turnos para se ter menos possibilidade de contato entre as pessoas”, observou.

As associações de frigoríficos já dispunham, sobretudo, de um protocolo próprio em tempos de coronavírus. O novo documento do governo prevê cerca de 70 recomendações mínimas que deverão ser implantadas pelo setor empresarial. O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, citou a colaboração do Hospital Israelita Albert Einstein no protocolo e elogiou a definição de regras claras para interdição e reabertura de frigoríficos.

“Tudo foi sendo juntado, filtrado e arrumado, inclusive com a validação do (Hospital) Albert Einstein para nós, o que, sem dúvida, é um subsídio para os próprios ministérios. O que nós queremos é uma direção única e, principalmente, um regramento único para a gente saber ‘fecha nessas condições’ e ‘reabre nessas condições’ e não por simples vontade de um prefeito”, disse.

Programar o futuro

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Antônio Camardelli, afirmou que a pandemia dá um novo recado ao setor: a necessidade de “programar o futuro no sentido da segurança alimentar, saudabilidade e sustentabilidade”. O coordenador da comissão externa do coronavírus, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira (PP-RJ), defendeu os esforços pelo protocolo unificado para o funcionamento dos frigoríficos.

“Eu acho que dá para se ter o apontamento claro de que o Brasil e as associações de frigoríficos têm a dimensão da responsabilidade da necessidade de protocolos claros que possam proteger os funcionários e também garantir o abastecimento da população brasileira”, disse.

O Brasil tem cerca de 200 frigoríficos: 13 deles chegaram a ser fechados com casos de contaminação de funcionários por coronavírus, no início da pandemia. Hoje, estão interditados apenas um em Santa Catarina e outro em Pernambuco. O Ministério da Agricultura também anunciou o reforço das atividades do SIF, Serviço de Inspeção Federal.

Os presidentes das associações empresariais que compareceram à audiência afirmaram que, apesar da crise sanitária, o setor cresceu economicamente nos quatro primeiros meses deste ano. O Brasil é o maior exportador do mundo em carne de aves e o quarto na exportação de suínos.

Fonte: Notícias Agricolas | Agência Câmara de Notícias
Crédito da foto: Divulgação/Agência Câmara de Notícias

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MP da regularização fundiária perde validade

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MP da regularização fundiária perde validade E ainda é substituída por projeto de lei A Medida Provisória 910/2019, que trata da regularização fundiária de ocupações em terras da União,

E ainda é substituída por projeto de lei

A Medida Provisória 910/2019, que trata da regularização fundiária de ocupações em terras da União, perdeu a validade na terça-feira (19). Dessa forma, não foi votada nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Com efeito, diante da polêmica sobre o texto, os deputados resolveram apresentar um projeto de lei em substituição à medida (PL 2.633/20).

A MP estabelecia novos critérios para a regularização fundiária de imóveis da União e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ocupados. Sobretudo, o texto original passou de julho de 2008 para até maio de 2014 a data máxima de posse de propriedades que podem ser regularizadas.

Além disso, permitiu que a regularização fosse feita por autodeclaração para terras com até 15 módulos fiscais. Afinal, antes, isso valia apenas para pequenos lotes de até quatro módulos e apenas na Amazônia Legal. Dependendo da região, um módulo fiscal varia de 5 a 110 hectares. De acordo com a oposição, as mudanças favoreciam a grilagem e serviam como uma anistia àqueles que cometeram crimes ambientais.

Por conta da pandemia de coronavírus, a MP não chegou a ser votada pela comissão mista e foi direto para o Plenário da Câmara dos Deputados.

Agora cabe ao Congresso Nacional regulamentar, por meio de projeto de decreto legislativo (PDL), os atos ocorridos na vigência da MP. Se isso não ocorrer, esses atos serão convalidados, já que a medida provisória teve força de lei no período de 120 dias em que esteve em vigor.

Projeto de lei

O PL 2.633/20, de autoria do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), estabelece critérios para a regularização fundiária de imóveis da União, incluindo assentamentos.

As regras são restritas a áreas ocupadas até julho de 2008 com até seis módulos fiscais — unidade fixada para cada município pelo Incra, que varia de 5 a 110 hectares. O relator do texto, que está em análise na Câmara, é o deputado Marcelo Ramos (PL-AM).

Fonte: Notícias Agrícolas | Agência Senado
Crédito da foto: Divulgação/Pixabay

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Laboratório da Embrapa no MS começa a fazer testes de coronavírus

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Laboratório da Embrapa no MS começa a fazer testes de coronavírus Estrutura contará com oito profissionais e terá capacidade de realizar cerca de 100 testes por dia

Estrutura contará com oito profissionais e terá capacidade de realizar cerca de 100 testes por dia

A partir desta semana, a Embrapa Gado de Corte, unidade localizada em Campo Grande/MS, começará a ajudar o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MS) nos diagnósticos de COVID-19.

Acima de tudo, com o Laboratório Multiusuário de Biossegurança para a Pecuária (Biopec) habilitado e operacionalização estruturada, a empresa segue no combate à pandemia. Tudo isso em parceria com a Fiocruz-MS e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).

O Biopec foi inaugurado em 2017 e conta com áreas de biossegurança nível 1, 2 e 3 (NB1, NB2 e NB3). Assim, o laboratório atende aos critérios de biossegurança, confirmados em visita técnica realizada por profissional da equipe do Lacen-MS.

De acordo com Luiz Henrique Ferraz Demarchi, diretor-geral do Lacen-MS, a Embrapa possui estrutura para diagnóstico molecular de alta complexidade. A princípio, para diagnóstico de Covid-19, a unidade da Embrapa “iniciará a pesquisa do vírus em amostras de pacientes que foram coletadas na macrorregião de saúde de Corumbá pelo sistema de drive-thru, garantindo entrega dos resultados em tempo oportuno”.

A equipe é formada por oito profissionais, sendo cinco da Embrapa Gado de Corte (três pesquisadores e dois técnicos de laboratório), dois pesquisadores da Fiocruz-MS e um da UEMS. Os pesquisadores têm expertises em virologia, imunologia, genética e biologia molecular.

Conforme os especialistas envolvidos, é possível realizar cerca de 100 testes por dia. A extração é manual e esse número pode ser ampliado, caso seja necessário. A Embrapa ressalta, também, que a unidade não atenderá diretamente a população.

Fonte: Revista Globo Rural
Crédito da foto: Divulgação/Flabio Araujo

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Senado aprova prorrogação de contratos do MAPA

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181 Senado aprova prorrogação de contratos do Ministério da Agricultura

A medida tinha até o dia 28 para ser votada

O Senado aprovou nesta terça-feira (5) a medida provisória que prorrogou contratos temporários no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Anteriormente, a MP 913/2019 havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada e, assim, tinha até o dia 28 de maio para ser votada. Como não sofreu alterações de conteúdo, segue para a promulgação.

Acima de tudo, o texto permitiu a prorrogação, por até um ano, do contrato de nove servidores da área de tecnologia da informação e comunicação da pasta. Os servidores foram contratados em 2015 e teriam o vínculo extinto até 15 de maio de 2020.

Eles são responsáveis pela gestão de 17 contratos e pela manutenção de 48 sistemas de informações. Segundo o Poder Executivo, o desligamento dos servidores poderia comprometer a execução de programas estratégicos, como o Plano Safra.

Destaques

O relator do texto, senador Chico Rodrigues (DEM-RR), explicou que os contratos estão sendo ampliados de cinco para seis anos, o que é uma exceção. A média de tempo dos contratos no Ministério da Agricultura, segundo o senador, é de dois a três anos.

“A prorrogação dos contratos temporários dos nove servidores em questão, pelo prazo de mais um ano, proporciona condições para que o Ministério da Agricultura ajuste seus processos de trabalho sem interrupções e atende necessidade temporária de excepcional urgência”.

A medida foi aprovada no Senado com um ajuste de redação, com 79 votos favoráveis e nenhum contrário. Apesar de votarem a favor da aprovação pela urgência da situação, alguns senadores criticaram a renovação dos contratos por MP.

O senador Telmário Mota (Pros-RR) afirmou que houve negligência na gestão dos contratos e que a prorrogação não deveria ter sido feito por medida provisória. Os senadores Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e Eduardo Braga (MDB-AM) também criticaram a renovação dos contratos por medida provisória, mas se disseram favoráveis à aprovação, em caráter excepcional.

“Chamo a atenção ao fato de que nós estamos aprovando uma medida provisória, que é uma exceção criada na nossa Constituição, para prorrogar nove contratos. É preciso que o governo esteja atento para que isso não se transforme numa rotina, mas, entendendo a excepcionalidade do momento, encaminhamos o voto ‘sim'”, orienta Braga, que é  líder do MDB.

Fonte: Notícias Agrícolas/Agência Estado
Crédito da foto: Pixabay

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Exportações do setor agropecuário registram aumento de 17,5%

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Exportações do setor agropecuário registram aumento de 17,5%

Índice foi observado no primeiro quadrimestre de 2020

As vendas externas da agropecuária brasileira tiveram um crescimento de 17,5% pela média diária nos quatro primeiros meses do ano, comparando com igual período do ano anterior. Apesar da pandemia do novo coronavírus, o trabalho de abertura de mercado para o produto agropecuário brasileiro continua trazendo bons resultados para o país. Houve aumento das exportações para a Ásia, com destaque para a China. A participação do agro no total das exportações passou de 18,7% em 2019 para 22,9% em 2020.

Os produtos que tiveram aumento no período foram: soja (+ 29,9%, de US$ 8.968,3 milhões para US$ 11.653,7 milhões), algodão em bruto (+ 69,5%, de US$ 659,2 milhões para US$ 1.117,6 milhões), madeira em bruto (+ 28,9%, de US$ 26,1 milhões para US$ 33,6 milhões), mel natural (+ 17,2%, de US$ 18,4 milhões para US$ 21,6 milhões), especiarias (+ 3,2%, de US$ 85,7 milhões para US$ 88,5 milhões).

Dados

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (4) pelo Ministério da Economia, no mês de abril de 2020 as exportações brasileiras somaram US$ 18,312 bilhões e as importações, US$ 11,611 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,702 bilhões e corrente de comércio de US$ 29,923 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 67,833 bilhões e as importações, US$ 55,569 bilhões, com saldo positivo de US$ 12,264 bilhões e corrente de comércio de US$ 123,402 bilhões. Diferentemente do quadro mundial, o Brasil manteve sua balança praticamente estável.

Acima de tudo, alguns produtos do agronegócio bateram recordes históricos mensais de exportações em volume no mês de abril. Assim como a soja, com 16,3 milhões de toneladas; farelo de soja, com 1,7 milhão de toneladas. Ao mesmo tempo em que a carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, com 116 mil toneladas; carne suína, com 63 mil toneladas e algodão bruto, com 91 mil toneladas. Por outro lado, tiveram queda: trigo, centeio e milho não moído, exceto milho doce, café não torrado, animais vivos, frutas e nozes.

Fonte: portalnovonorte
Crédito da foto: Pixabay

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Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres

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Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo

Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo

O 5° Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA terá nesta edição comemorativa como tema ‘Mulher Brasileira: A Voz Global’. Portanto, espera reunir cerca de 2.100 participantes do Brasil e de outros países para debater o protagonismo feminino no setor.

O CNMA 2020 será realizado nos dias 27 e 28 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo/SP. E comemora cinco anos de evento.

Assim sendo, uma pesquisa inédita, que traçou o perfil da mulher no agronegócio brasileiro, conduzida em parceria com a ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio e a empresa de auditoria PwC, deu origem à história do CNMA em 2016.

“Foi quando nasceu em nós o desejo de debater a atuação feminina no setor e criar um evento totalmente delas. Naquele primeiro ano reunimos 600 mulheres e exploramos o tema ‘Desenvolvendo oportunidades na era da eficiência e sensibilidade’”, conta a então show manager do evento na ocasião, Renata Camargo.

Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo

Edições

Com o sucesso da primeira edição, em 2017, o próximo passo foi debater a ‘Liderança globalizada, empreendedora e integrada’. Mulheres de várias partes do Brasil prestigiaram palestrantes nacionais e internacionais e também fazendo parte de um grande movimento que o CNMA começava a colocar em evidência: o do protagonismo das mulheres no agronegócio.

Na ocasião, a alta procura pela participação no evento fez com que as inscrições batessem recorde de público e os mil ingressos se esgotaram dois meses antes do evento.

Em 2018, com o tema ‘2030: o futuro agora, na prática’, a organização buscava uma mulher real para representar as milhares de profissionais que atuam no agro do Brasil. Assim foi escolhida Elizana Baldissera Paranhos, engenheira agrônoma, mãe de três filhos e produtora de cereais como embaixadora.Foram 1.500 congressistas nacionais e internacionais, um novo recorde de público.  

A terceira edição do CNMA também lançava duas novidades: o prêmio ‘Mulheres do Agronegócio’, realizado pela Bayer. Em parceria com a ABAG visou reconhecer e valorizar a importância da presença feminina no campo e incentivar a atuação delas no setor.

E ainda a Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio, da Corteva, também em parceria com a ABAG e a Fundação Dom Cabral (FDC), para capacitar as mulheres brasileiras que tiram seu sustento e de suas famílias da atividade no campo.

Em 2019, a embaixadora escolhida foi a produtora rural, pecuarista e empresária Norma Gatto. Faltando um mês para o evento, todas as inscrições se esgotaram. Foram 1.900 congressistas e mais de 50 patrocinadores.

Antes de mais nada, outra novidade da edição foi o lançamento da campanha #minhavoznoagro. Só para exemplificar, as congressistas tiveram a oportunidade de subir no palco e contar suas histórias de sucesso, seus objetivos e compartilhar dificuldades.

Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo
Sonia Bonato – Foto: Rinaldo de Oliveira

Edição comemorativa de cinco anos

O encontro deste ano abordará temas estratégicos que contribuirão para se deslumbrar um cenário pós-pandemia no agronegócio. Entre eles: Ambiente Econômico Político, Comércio Internacional, Visão e Gestão de Negócio, além das perspectivas 2020-2021. O evento contará ainda com ações especiais em comemoração aos cinco anos desse movimento que é o CNMA, em busca do protagonismo feminino.

A primeira delas é a nomeação da embaixadora, a agropecuarista Sônia Bonato. Que foi, portanto, homenageada pelo Prêmio Mulheres do Agro Bayer na edição de 2019. “É um grande orgulho poder representar as mulheres do agronegócio e uma honra ter um Congresso que nos leva a conhecer melhor o nosso potencial”, afirma Sônia.

Entre as novidades está a criação de um comitê com representantes de empresas, entidades e formadores de opinião do setor. Sobretudo, a fim de formatar conteúdos que contribuirão para a programação do evento. Terá a curadoria do professor e jornalista, José Luiz Tejon Megido

Além da arena principal, que este ano será dividida em cinco partes, a edição comemorativa contará com a Arena do Conhecimento ativa durante os intervalos, com capacidade para 50 pessoas, nos dois dias.

Mais informações e inscrições: www.mulheresdoagro.com.br.
Fonte: Attuale Comunicação
Crédito da foto: Divulgação/CNMA

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Conab reafirma que não há indícios de desabastecimento no país

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Conab reafirma que não há indícios de desabastecimento no país

Conab divulga produtos que tiveram alta e queda de preços

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) voltaram a afirmar em Brasília que, apesar da corrida inicial a centrais de abastecimentos e supermercados, por conta da COVID-19, o Brasil não corre risco de desabastecimento.

Tal afirmação foi feita pelo órgão ao anunciar os números do 4º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas), pesquisa que aponta o total de frutas e hortaliças comercializadas no país.

Em outras palavras, falaram também sobre a influência das medidas de enfrentamento ao novo coronavírus na dinâmica da comercialização desses produtos.

De acordo com o presidente da Conab, Guilherme Bastos, “as centrais de abastecimento estão em pleno funcionamento e adotaram diversas medidas de controle sanitário para a segurança, na prevenção ao novo coronavírus. Primordialmente com o objetivo de assegurar à população o acesso aos mais variados produtos, não havendo, portanto, indícios de desabastecimento de hortifruti no país”.

Caso sejam identificados problemas, Bastos afirma que atuarão para que sejam mitigados [reduzidos] o quanto antes.

Demanda

O diretor executivo de Operações, Abastecimento e de Política Agrícola da Conab, Bruno Cordeiro, disse que, enquanto estabelecimentos de hortifrutis e supermercados intensificaram as compras em razão de uma maior demanda, observou-se também a redução do fluxo de movimentação nas centrais de abastecimento, devido ao fechamento de bares e restaurantes e das recomendações de isolamento social.

“Essas variáveis geraram um cenário atípico que repercutiu nas cadeias produtivas e no elo de comercialização”, afirma Cordeiro, antes de detalhar as altas identificadas em março nos preços de produtos como batata, cenoura tomate, cebola e de frutas.

Segundo ele, as exceções ficaram com a maçã, que teve baixas variando entre -3,38% (em Minas Gerais) e -7,14% (Pernambuco) e folhosas perecíveis, como o alface, que registrou baixas de -15,69% no Espírito Santo, e de -9,84% em São Paulo.

Entre os aumentos destacados na entrevista estão a batata (29% na Ceasa de MG e de 1,49% em SP); cenoura (52% em Pernambuco e 13,15% em Goiás); tomate (alta de 44,4% no Espírito Santo e de 1,66% em Goiás); e a cebola (85% no Rio de Janeiro, 26,28% em São Paulo).

!É importante frisar que esses aumentos são sazonais, pois o excesso de chuvas em importantes regiões produtoras prejudica o cultivo”, disse Cordeiro.

Frutas

Em relação às frutas analisadas, com exceção da maçã todas as demais apresentaram alta de preços, com destaque para banana (17,39% na Ceasa de Pernambuco, e de 1,73% na de Minas Gerais); laranja (alta de 35,9% em Pernambuco e de 2,78% em Goiás); mamão (35,26% em Goiás e de 0,56% no Rio de Janeiro); e melancia (65% em Goiás e 9% no Espírito Santo). Já a maçã teve uma baixa de -7,14% em Pernambuco e de -3,38% em Minas Gerais.

No caso de citros como laranja, tangerina e limão, os aumentos na procura estão relacionados à pandemia, já que são frutas ricas em vitamina C.

“A demanda por citros aumentou. O motivo principal está ligado à pandemia do novo coronavírus, que está levando as pessoas a modificarem hábitos de consumo. Frutas ricas em vitamina C auxiliam no aumento da imunidade. Por isso, passaram a ser mais procuradas, elevando a demanda e pressionando cotações”, explica a gerente de modernização do mercado hortigranjeiro da Conab, Joice Fraga.

A safra 2019-2020 no cinturão citrícola se encerrou com a produção de 386,79 milhões de caixas. Essa quantidade é 35,2% maior do que a da safra anterior. Joice ressaltou que, em termos de produtividade, a safra de cítricos foi recorde com 1.045 caixas por hectare.

Na avaliação da gerente, a expectativa é de normalização da oferta nos meses seguintes. Não só para a indústria de suco como também para o varejo. O que, segundo ela, pode contribuir para uma redução de preços.

Para ela, a comercialização total do setor de frutas mostrou redução de 10% em relação a março de 2019. E ainda incremento de 2% em relação ao mês anterior, o que pode ser explicado em função de fevereiro ser um mês com menos dias (29 este ano).

4º Boletim Prohort

De acordo com o levantamento da Conab, no primeiro trimestre a exportação de frutas apresentou um acumulado de 236,8 mil toneladas (-1,96% na comparação com o mesmo período de 2018). Isso corresponde a US$ 203 milhões, valor 8,73% menor do que o registrado no ano anterior.

O setor hortigranjeiro comercializou 16,81 milhões de toneladas de frutas e hortaliças em 2019. O que representou uma movimentação de mais de R$ 41 bilhões em todo o país. Na comparação com 2018, estes números demonstram estabilidade na quantidade comercializada. No entanto, com relação aos valores das transações, representam um aumento de 12,97%.

Fonte: Notícias Agrícolas | Conab
Crédito da foto: Quang Nguyen Vinh/Pexels

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Agro Notícias

Agrishow prepara semana de conteúdo exclusivo nas mídias digitais

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Iniciativa contará com a participação de especialistas do agronegócio que irão debater temas relevantes do setor 

A Agrishow 2020 – 27ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – preparou uma surpresa especial para todo o agronegócio brasileiro. Até o dia 1º de maio irá divulgar conteúdos exclusivos e de qualidade em suas mídias sociais.

A Semana da Agrishow tem como intuito levar informação relevante ao segmento. Além disso, ainda pretende relembrar as edições anteriores da maior vitrine de tecnologias para o setor na América Latina.

A iniciativa começou na segunda-feira (27) e segue até sexta-feira (1º), justamente na semana em que aconteceria a feira física e que foi adiada por conta da pandemia da COVID-19.

Dessa forma, todos os dias especialistas participarão de entrevistas, bate-papos e webinar sobre temas importantes para o agricultor, pecuarista e todos os profissionais da cadeia do agro.

Programação

Antes de mais nada vale lembrar que a programação teve início com a participação do especialista em planejamento estratégico para o agronegócio Marcos Fava Neves, professor da Universidade de São Paulo e Fundação Getulio Vargas, que falou sobre Protagonismo do Brasil como fornecedor de alimentos para o mundo.

Nesta terça-feira (28), às 17h00, será a vez de acompanhar o webinar da Agrishow em parceria com a Feira Futurecom, que terá o tema Tecnologia no Agronegócio: os benefícios da inovação no campo em tempos de COVID-19.

Ademais, o evento online contará com as seguintes presenças: Silvia Massruhá, chefe geral da Embrapa Informática; Fernando Degobbi, diretor-presidente da Coopercitrus; Luciano Cesar Alakija Palma, business development lead na Nokia; Luiz Carlos Faray de Aquino, multi-industry business development leader da IBM, e, por fim, será moderado por Hermano Pinto, diretor do Futurecom.

Na quarta-feira (29), às 11h00, o jornalista e escritor José Luiz Tejon falará sobre Saúde Metal em tempos de COVID-19. Já na quinta-feira (30), às 17h00, João Castro da Climatemplo discutirá sobre Como fazer do clima um aliado para o profissional do agro.

Por fim, na sexta-feira (1º), às 11h00, o engenheiro agrônomo Celso Moretti, presidente da Embrapa trará informações a respeito das Soluções tecnológicas (remotas) para o agro.

Rememorar edições anteriores

Além do conteúdo, a Semana da Agrishow tem ainda a proposta de rememorar edições anteriores da feira, por meio de posts #tbt em suas redes sociais – facebookInstagram e LinkedIn. No YouTube do evento, estão também todos os vídeos produzidos desde 2013.

A Agrishow 2020 é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio; Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos; Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos; Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira.

Fonte: Mecânica de Comunicação Ltda
Crédito da foto:

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Nova lei federal facilita crédito rural

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Nova lei federal facilita crédito rural Notícia foi dada pelo MAPA A Lei 13.986, sancionada no dia 7 de abril de 2020, aperfeiçoa a Cédula de Produto

Notícia foi dada pelo MAPA

A Lei 13.986, sancionada no dia 7 de abril de 2020, aperfeiçoa a Cédula de Produto Rural (CPR) e os títulos do agro. Assim, lançando as bases para um mercado privado de crédito com maior liberdade de contratação e segurança jurídica. Sobretudo, menos oneroso e mais transparente, é o que avalia o secretário-adjunto da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Angelo Mazzillo Jr.

“O objetivo é facilitar ao máximo o carreamento de dinheiro privado, tanto doméstico quanto externo. Que deverá começar a chegar em maior volume, mais tempestivamente, a juros mais acessíveis e suportado em garantias mais compatíveis para o nosso agronegócio”.

Mazzillo afirma ainda que para isso, a Lei também estimula maior competição entre os financiadores e a adoção de inovações tecnológicas em desenvolvimento  no da sistema financeiro, mercado de capitais e pelas agrofintechs. Destaca também a necessidade da adaptação desses instrumentos financeiros para promover a entrada da agropecuária nacional nos mercados das finanças verdes.

De acordo com o especialista, há necessidade de se colocar a lei ‘de pé’, ou seja, fazer com que os novos mecanismos sejam efetivos na intenção de se carrear mais recursos financeiros privados para o agronegócio. Segundo ele, adaptações regulamentares  serão necessárias, assim como novas atualizações legais.

“O principal desafio será romper a inércia do próprio mercado, forçado, nas últimas décadas, a esperar o comando Estatal para direcionar crédito para giro e  investimentos do setor. Novos tempos, nova lei e, com certeza, nosso empresariado enfrentará tais desafios com muito sucesso. Além de, a exemplo do que foi sua participação na elaboração dessa lei,continuar a participar ativamente da formulação das políticas de seu interesse”, avalia o secretário-adjunto.

Regras

Ele também avalia que será necessário fazer tanto uma reavaliação regulatória infralegal, para potencializar os efeitos pretendidos pela Lei, quanto novos aperfeiçoamentos legais num futuro próximo.

“A nova rodada de modernização legal deverá começar pelo registro das garantias da CPR. Pois, com a nova lei, o registro da cédula passou a ser efetuado nas tecnologias registrais mais modernas do planeta, enquanto o registro de suas garantias permaneceram em tecnologias ultrapassadas, onerosas e morosas”.

Aliás, algo que vem retardando o avanço do mercado de crédito e comprometendo a evolução do próprio agronegócio. “O maior exemplo disso é o registro de garantias imobiliárias em cartórios. Ele ainda é burocrático, caro, sem padronização e moroso. Quando deveria ser ágil, simples e a custos compatíveis com a racionalidade econômica do serviço prestado”.

Complementa afirmando que “é  o vem sendo feito pelas entidades registradoras que empregam tecnologia mais moderna e amplamente difundida no país. Todavia, apesar dos esforços empreendidos, não se conseguiu aprimorar esse aspecto crucial na Lei 13.986”.

Confira alguns pontos da nova Lei

– A partir da Lei 13.986, a CPR poderá ser emitida não somente sobre a produção primária (agropecuária), mas sobre os produtos oriundos do primeiro processamento dessa produção (agroindústria). Agora, por exemplo, produtores de biocombustíveis e o setor de atividades florestais (conservação, manejo e implementação) poderão emitir o título. Antes, somente produtor rural agropecuário poderia fazer essa emissão.

– A Cédula também admitirá todos os tipos de garantia previstos em lei – aval, penhor, garantias imobiliárias e fiduciárias. Até mesmo o Fundo Garantidor Solidário (FGS) e o Patrimônio Rural em Afetação (PRA), instituídos pela Lei.

– Outra novidade é a possibilidade de emissão imediata da CPR referenciada pela variação cambial, taxa de juros fixas ou flutuantes. Sejam quais forem seus emissores, compradores ou produtos, o que não era permitido antes. O Conselho Monetário Nacional (CNM) poderá eventualmente regulamentar pontos específicos se houver necessidade. Assim, o mercado de crédito privado está liberado para contratação imediata nessas condições sem  necessidade de regulamentação prévia, o que se espera acontecer desde já.

– A CPR deverá ser registrada em registradoras de alta tecnologia, a exemplo do que ocorre no âmbito do Sistema Financeiro Nacional. O registro empodera o produtor, que passará a ser o dono de seus dados, de seu histórico como bom devedor. E, dessa forma, ter acesso a fontes mais baratas de financiamento. Além disso, confere ao Estado maior capacidade de monitoramento. Dessa forma, conforme os mercados privados de crédito forem incrementando sua atuação, e caso surja alguma atipicidade que justifique eventual ação regulatória posterior, isso poderá ser providenciado pelos órgãos competentes.

E mais

– Ao trazer para o ambiente legal muitas práticas que já vinham sendo feitas, a Lei confere à CPR e aos títulos do agro nível bastante superior de segurança jurídica.

– Apesar de estar voltada ao desenvolvimento do mercado privado de crédito, a Lei aproveitou para ampliar o acesso ao mecanismo de equalização de taxas de juros, antes permitido a apenas oito bancos, agora aberto a todas as instituições financeiras autorizadas a operar em crédito rural. Dessa forma, todos os bancos públicos e privados, além de centenas cooperativas de crédito, passarão a ter acesso a esse mecanismo. Tal providência também abre espaço para que outras instituições financeiras que vierem a ser autorizadas a operar com crédito rural, a exemplo das Agrofintechs, possam pleitear subvenção de taxas de juros para seus clientes produtores rurais.Tal medida aumentará a competitividade pelos recursos federais, diminuindo tanto os custos para o Tesouro, quanto as taxas de juros cobradas, além de expandir o número de operações de crédito rural contempladas com esse benefício.

Fonte: Agrorevenda | MAPA
Crédito da foto: Pixabay

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Agro Notícias

Sistema CNA/Senar lança plataforma para estimular venda

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Sistema CNA/Senar lança plataforma A ideia é estimular venda de produtos do agro

A ideia é estimular venda de produtos do agro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou quarta-feira passada, 15/4, com apoio do Ministério da Agricultura, uma plataforma nacional de comércio eletrônico. Assim sendo, o projeto vai reunir produtores rurais, aplicativos, redes de supermercados e prestadores de serviço de frete para facilitar a comercialização de produtos do campo.

No portal Mercado CNA Brasil, o produtor poderá cadastrar a sua região e os produtos que têm à disposição. Dessa forma o interessado em comprar informará sua demanda e abrangência. As entregas poderão ser feitas por empresas de logística com atuação nacional ou regional, que estiverem cadastradas na Plataforma.

“O objetivo da ferramenta é diminuir a distância de quem produz e quem consome, além de facilitar a comercialização não apenas nesse momento em que os canais de distribuição convencionais estão prejudicados pela pandemia do coronavírus”, afirma o coordenador de Inovação do Sistema CNA/Senar, Matheus Ferreira.

Os compradores poderão se cadastrar na plataforma da CNA e indicar a sua necessidade por produtos, quantidades e regiões de abrangência. Ao mesmo tempo, poderão localizar os produtores que estão mais próximos. “Com isso, esperamos viabilizar o comércio eletrônico também nos pequenos e médios municípios do País”.

Guia

O Sistema CNA/SENAR também disponibiliza ao produtor rural um guia com orientações sobre como comercializar seu produto pela internet. A publicação trata de informações sobre embalagem, volume e peso, dicas de como tornar o produto mais atrativo para o consumidor.

“Essas são algumas das ações que a CNA tem desenvolvido para auxiliar o produtor rural. Já temos a parceria do Ministério da Agricultura, e estamos conversando com outras instituições e empresas interessadas em participar da iniciativa. Em breve teremos atualizações na plataforma com a inclusão de novas funcionalidades.”

Fonte: Notícias Agrícolas | CNA
Crédito da foto: Tim Mossholder/Pexels

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