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Dia da Saudade: faz 10 anos da morte do juiz Jean Clanei Guimarães

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Relembre como foi a carreira do árbitro que é lembrado até hoje por todos do meio do cavalo

No Dia da Saudade, celebrado no Brasil nesta quinta-feira (30), o portal Cavalus resolveu homenagear uma pessoa que é, até hoje, muito querida por todos no meio do cavalo e que deixou muita saudade. Trata-se do juiz de provas, Jean Clanei Guimarães, que faleceu em 2010, aos 36 anos, após ser vítima de um acidente no Centro de São Paulo.

Embora 10 anos tenham se passado, o nome do juiz ainda é muito lembrado por todos do meio do cavalo. Ainda mais por conta da sua fala mansa, abraço amigo, gestos firmes e trabalho sério. Ademais, Jean era uma pessoa que distribuía sorrisos sinceros e palavras de incentivo.

Por conta disso, resolvemos relembrar todas conquistas de Jean Clanei neste Dia da Saudade. Afinal, a saudade tem rosto, nome e sobrenome. Tem cheiro e tem gosto. A saudade é a vontade que não passa, é a ausência que incomoda. Mas saudade é a prova de que tudo valeu a pena.

De Minas, Jean foi e conquistou o mundo

Natural de Inconfidentes/MG, a paixão pelos cavalos surgiu logo na infância de Jean e, depois, acabou virando profissão. Afinal, em 1998, ele passou a julgar provas chanceladas pela Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Quarto de Milha (ABQM).

Jean Clanei, à direita, durante julgamento em solo americano

Pelo seu jeito batalhador e determinado, logo alcançou o patamar de juiz internacional credenciado pela American Quarter Horse Association (AQHA). Assim, ele conquistou o seu espaço no mundo dos cavalos e tinha a sua credibilidade reconhecida por todos. 

Como a modalidade de Rédeas era uma paixão a parte, ele optou por se especializar na área e também tornou-se um juiz oficial da Associação Nacional de Rédeas (ANCR).

No entanto, as conquistas de Jean não pararam por aí. Em 2004, ele foi se aventurar em solo americano ao atuar como juiz da National Reining Horse Association (NRHA), um feito inédito para brasileiros na época. Se não bastasse isso, ele também chegou a ser aprovado na prova para credenciamento de novos juízes, realizada pela Federação Equestre Internacional (FEI), em 2005.

E foi dessa paixão pelo mundo dos cavalos que Jean viveu até 2010, sempre honrando sua esposa e seus três filhos. O mineirinho de jeito cativante ganhou status de prestígio entre os árbitros da associação americana, por conta da sua forma correta de trabalhar, pela sua busca incessante por mais conhecimento e um coração que não cabia no peito.

Por Natália de Oliveira e Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação

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