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O nome forte por trás da Rações Fazendeiro

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 Atendimento eficaz e qualidade dos produtos são pilares para empresa

Sr. Luis Rosa (esquerda), fundador
da Rações Fazendeiro

A Rações Fazendeiro surgiu em 1998, com sede no sitio da família Rosa, em Jarinu, interior de São Paulo. O idealizador foi o sr. Luis Carlos Rosa, 55 anos, natural de Jarinu e morador hoje de Pilar do Sul, na mesma região, cidade em que está sediada a empresa. Tendo diplomas de Técnico em Agropecuária e Administração de Empresas, sr Luis iniciou sua vida profissional como bancário, de 1980 a 1986.

De uma conversa entre amigos, surgiu a ideia de comercializar milho ensacado e farelo de trigo. Foi assim que ele começou essa atividade voltada ao setor agropecuário. Após cinco anos, apareceu a oportunidade do arrendamento de uma fábrica de ração desativada. O dia a dia do presidente da Rações Fazendeiro passou de distribuidor de matéria-prima para atuar no ramo de elaboração de rações prontas.

Como sr. Luis já estava no meio, conhecia sobre o assunto e também muitos fornecedores de matéria-prima, o negócio foi prosperando. No início, com o arrendamento, o prédio era alugado e eles assumiram uma marca já existente no mercado. Com a extinção total da marca, sr. Luis decidiu então se manter no mercado e lançar o nome Rações Fazendeiro, por volta de 2004. A ideia é a de ter um produto de qualidade a um preço justo, seguindo a linha de nutrição animal, suprindo toda as necessidades dos pequenos e médios criadores.

Tendo visão empreendedora, sr Luis Rosa e o filho Jonathan focaram os objetivos em lançar sempre novos produtos e procuraram abrir novas praças de atuação. Para lidar com a concorrência, fábricas maiores, por exemplo, a estratégia desde o começo é mostrar para o cliente a qualidade do produto.

A Rações Fazendeiro hoje atua em lojas agropecuárias, com sua linha tradicional de produtos, e também junto aos criadores de equinos, com sua linha premium, sempre buscando novas parcerias e novas tecnologias. Segundo os proprietários, a projeção é que até o final de 2018 haja um crescimento de 60%.

O mercado de rações hoje, na visão de Sr. Luis, é um mercado cada vez mais profissionalizado, onde a inovação tem de ser constante. Em 2015, após inaugurada a nova sede da empresa em Pilar do Sul, houve uma grande reformulação e aquisição de equipamentos de ponta. Com todas as adequações, a Rações Fazendeiro obteve nota máxima no Ministério da Agricultura. Hoje são 36 produtos no portfólio, com linha premium para equinos.“Nossa empresa é familiar e possibilita custo operacional menor. Também nos preocupamos com a agilidade na entrega, temos uma logística própria”, encerra sr. Luis, que tem uma forte ligação com o meio rural por ter nascido e sido criado em criado em propriedade rural em constante contato com animais.

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ABET realiza 3º etapa do Paulista de Equitação e Trabalho

Evento celebrou ainda a filiação da entidade junto a World Association for Working Equitation

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O Centro Hípico de Tatuí (SP), recebeu no último dia 12, a 3º etapa do Paulista de Equitação e Trabalho. Realizada pela Associação Brasileira de Equitação de Trabalho (ABET), a etapa reuniu 55 competidores disputando, além do Campeonato, o título de Campeões Paulista da temporada.

Os grandes campeões que venceram a etapa e também levantaram o título do Paulista foram:

  • Aberta Jovens Cavaleiros – Giovanna C. Romano da Silva e Astro V8, Mangalarga Marchador da Villa Hippus;
  • Aberta Amadores – Marcelo dos Santos Chagas e Forrest do PEC, Mangalarga da Chácara São Marcelo;
  • Amador – Karla Junqueira e Fantástico da Prata, Lusitano do Rancho Du Jandin;
  • Cavalos Novos A – Celso Mariano Ferreira Jr e Zeca de Maripá, Mangalarga Marchador da Agro Maripá;
  • Cavalos Novos B – Luíza Magalhães e Importante da Boa Nova, Lusitano da Villa Hippus;
  • Aspirantes – Matheus Moraes e Soberano do Paraíso, Quarto de Milha da Fazenda Alto Paraíso;
  • Intermediária – Marcio Aparecido Almeida e Ícaro das Mangueiras, Lusitano do Haras das Mangueiras.

Filiação da ABET a WAWE

Durante a prova, a ABET anunciou sua filiação junto a World Association for Working Equitation (WAWE), Associação Mundial de Equitação de Trabalho. “Ficamos felizes com essa conquista, é a coroação de um trabalho que começou lá em 2012 com a criação da CIA de Equitação de Trabalho, passou pela fundação da ABET e agora somos representantes nacionais da Associação Mundial”, frisa Ney Messi, presidente da ABET.

Já o vice-presidente da associação, Geraldo Lefosse, comenta que agora a modalidade atinge um outro patamar no que diz respeito às competições, tanto nacionais como internacionais.

“Peço que os competidores, criadores e apaixonados pela modalidade, com cavalos de qualquer raça, participem para podermos desde já formar cavaleiros, amazonas e cavalos, visando assim a participação nos próximos campeonatos mundiais”, finaliza.

A próxima competição da ABET será o Campeonato Brasileiro e Copa Brasil de Equitação de Trabalho 2022 que acontecerá no dia 5 de novembro, ainda com sede a definir.

Fonte: ABET

Fotos: Ney Messi/ABET

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Equoterapia muda a vida dos praticantes e de seus familiares

Mais que uma terapia com um cavalo, ação contribui no desenvolvimento humano de todos que participam

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Equoterapia muda a vida dos pacientes e seus familiares

No último dia 09 de agosto foi comemorado o Dia Nacional da Equoterapia. De acordo com o Ministério da Saúde, a equoterapia ou terapia assistida por cavalos é um método terapêutico que utiliza o cavalo por meio de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência.

Educação e Reeducação

Vale destacar que além do processo de reabilitação, a equoterapia contribui em diversas fases da vida do indivíduo. É o caso de alguns pacientes do HC Centro de Equoterapia de Araçatuba (SP), que atende também crianças da rede pública municipal de ensino.

Nestes casos, as crianças fazem parte do Projeto Piloto de Equoterapia no Tratamento pós Covid-19, que tem como objetivo oferecer o acesso à prática da equoterapia para essas crianças, que são diagnosticadas com Transtorno e Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) com agravamento em virtude do período de isolamento social, imposto pela pandemia da Covid-19.

“É gratificante poder ver que através da equoterapia conseguimos ajudar famílias, é possível ver uma evolução em todos os pacientes”, comenta a fisioterapeuta Carolina Vicentini Verdi, que é sócia do também fisioterapeuta Henrique Sartori Coutinho no HC.

Marinez Pereira Cardoso, mãe do Francisco Júnior, fala um pouco sobre a mudança do comportamento do filho após o tratamento no centro de equoterapia. “O Francisco, além do autismo no grau mais severo, ele tem também outros CID’s e desde que começamos a vir ao HC, percebi uma mudança nítida, coisas que ele não fazia, agora já faz”.

Mãe e filho, que são da cidade de Santo Antônio do Aracanguá, cerca de 38 km de distância de Araçatuba, vão até o HC, localizado no Recinto de Exposições Clibas de Almeida Prado todas às sextas-feiras.

Além da terapia com os cavalos, as crianças também brincam entre si, o que estimula a convivência, melhorando assim o dia a dia delas, seja na classe de aula ou não.

Equoterapia na reabilitação

A terapia de reabilitação também é bastante presente no centro de equoterapia. Neste caso, o processo é baseado na neurofisiologia tendo como base os padrões de movimentos rítmicos e repetitivos da marcha do cavalo. Ao caminhar, o centro de gravidade do cavalo é deslocado tridimensionalmente, resultando em um movimento similar ao da marcha humana com movimentos alternados dos membros superiores e da pelve.

Claro que, toda as ações da equoterapia são desenvolvidas de acordo com a necessidade de cada paciente, levando em consideração o diagnóstico médico e sua evolução a cada sessão.

A pequena Manuella, de apenas três anos de idade, nasceu com paralisia cerebral e epilepsia, o que fez com que a sua mãe, Brenda Vianna, procurasse uma equoterapia. Hoje, após quase dois anos de terapia, Manu já mostra o quanto essa decisão foi importante para a sua vida e da sua própria mãe. “É uma excelente terapia, ela era bem rígida, hoje em dia é bem menos, não tinha postura nenhuma, hoje já consegue ficar mais tempo com o tronco reto”, ressalta Brenda.

Vale destacar também que o HC Centro de Equoterapia também tem alguns paratletas, que competem no Paratambor, mostrando em pista a superação de seus limites.

Por Heloísa Alves • Redação Cavalus

Fotos: Heloísa Alves

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Double Bull, o segundo animal registrado na ABQM

Jornalista Abdalla Jorge Abib escreve em sua coluna dessa semana sobre a importância histórica de Double Bull

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Como avô, ocupa ao longo dos anos a 57ª posição no Ranking de Trabalho da ABQM, com mais de 2,7 mil pontos

Texto: Abdalla Jorge Abib

Seguindo o perfil dos cavalos históricos da raça Quarto de Milha, volto bem no tempo e dedico esse espaço a um dos importantes garanhões que, também, foi responsável por essa expansão pelo Brasil: Double Bull. Nascido em 4 de abril de 1966, esse zaino, filho de Double Devil e Burning Match (Hijo The Bull – TB), teve em sua origem a criação e propriedade do SB Burnett State, do histórico 6666 Ranch, em King County, um dos mais importantes berços norte-americano de cavalos Quarto de Milha do Texas.

Double Bull, vencedor de vários eventos e detentor de Registro de Mérito nas 440 jardas (402 metros) em Ruidoso Downs, foi adquirido 15/01/1969 em uma viagem feita aos EUA pelos bauruenses Heraldo de Araújo Pessoa e Guilherme Rodrigues Ferraz, que tinham como finalidade adquirir bons animais da raça que, até então, estava começando a ser difundida pelo Brasil, impulsionada pela chegada dos primeiros exemplares trazidos em 1954/1955 pela Swift King Ranch.

Segundo o dr. Heraldo, chegando lá conheceram o sr. Ruy Assumpção, que com a esposa e o filho, Ruy Jr, também estavam com o mesmo propósito, bem como Coriolano Moreira, baiano de Itapetinga e o paulista Ary Moreira. “A essa altura, o sr. Garon Maia, de Araçatuba (SP), já contava com um pequeno rebanho de animais importados, assim como os irmãos Rezende Barbosa (José Eugênio, Renato e Paulo), de Assis (SP), e Antônio Carlos Quartim Barbosa, de Avaré (SP)”, destacou ele. Já no retorno ao Brasil, em novembro, Guilherme Ferraz junto com o dr. Heraldo fundaram o Bauru Haras, na região de Bauru (SP).

“Na oportunidade, entramos em contato com alguns criadores, entre eles o dr. José Eugênio de Rezende Barbosa, o Antônio Quartim Barbosa, o Roberto Reichert, o Ruy Assumpção (pai) e o Francisco Jacinto da Silveira, e demos a ideia de fundar a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM)”, revelou Heraldo. Segundo ele, já haviam iniciado a comercialização de animais mestiços de suas criações – por nascerem em nossas propriedades – e sentíamos a necessidade de futuros potros terem um registro oficial, o que veio a ocorrer em 15 de agosto de 1969”, concluiu ele.

O desembarque de Double Bull ocorreu em 19/02/1970 e no mês seguinte, no dia 19 de março, recebeu o registro da ABQM de nº P000002. Já em maio de 1977, Double Bull foi transferido para o Haras 4 Irmãos, também em Bauru, agora somente pertencente ao criador Heraldo Pessoa e seus filhos. Nesse haras, Double Bull fez campanha reprodutiva até abril de 1984 quando passou para Ademar Silva Pereira. A qualidade de Double Bull como reprodutor também despertou o interesse do criador Wilson Vitório Dosso, que o adquiriu quatro anos depois, até morrer em sua propriedade, no Haras WV, em Mariápolis (SP), no dia 20 de fevereiro de 1991.

Entre os dez primeiros netos de Double Bull mais pontuados, oito são premiados nos Três e Cinco Tambores, Seis Balizas e Maneabilidade

Em sua campanha reprodutiva, Double Bull teve poucos filhos nas pistas que somaram 228,5 pontos. No Trabalho, destacam-se 72 pontos nos Três Tambores; 61,5 pontos nas Seis Balizas; 25 pontos no Laço Individual; 10,5 pontos cada nos Cinco Tambores e na Vaquejada; 10 pontos no Laço em Dupla; além de 14 pontos somados na Maneabilidade e Velocidade, Rédeas e Western Riding; e ainda 25 pontos na Conformação.

Por modalidade, entre seus filhos mais premiados aparecem os participantes nas provas de velocidade (Tambor, Baliza, Maneabiliadde): Blenda do Guara, égua que soma 111 pontos, com destaque para os 55 pontos nos Três Tambores, com 11 vitórias e detentora de Registro de Mérito Superior na classe Jovem; 45 pontos nas Seis Balizas, com 9 vitórias; e mais 11 pontos obtidos na Maneabilidade e Velocidade; além da fêmea Baby Double Bull; dos machos Adil EB 27 e Flash Bull; e do castrado Rio Nilo. O Laço Individual é representado pelos cavalos Grão Duke e Dr Heraldo, além da égua California Bull WV, que também foi premiada na Vaquejada. Pela Conformação os nomes são: Sany Bull Daddy, 18 pontos obtendo 8 vitórias, e o cavalo Getaway JZ, somando 7 pontos em 3 apresentações, com 2 vitórias e 1 segundo lugar.

Já como avô, Double Bull é o 57º colocado no Ranking da ABQM em todos os tempos, com 101 netos em campanha, que totalizam 2.761,75 pontos. Entre os dez netos mais pontuados, oito deles são detentores de Registro de Mérito Superior em suas respectivas modalidades. Também pelas provas de velocidade destacam-se as éguas: Indiana Bull, que soma 461 pontos nos Três Tambores, com 27 vitórias (R.M.S. nas classes Aberta e Amador); Hortelã FJ, totalizando 210 pontos, sendo 182 pontos em Seis Balizas, com 24 vitórias (R.M.S. – Ab. / Jov.), além de 28 pontos nos Três e Cinco Tambores; Cat’s King, com 77,5 pontos em Três Tambores (R.M.S. – Ab.); e Fauna 2F, com 93,5 pontos, sendo 59 deles nos Três Tambores (17 vitórias), 23 pontos nas Seis Balizas (7 vitórias), além de 11,5 pontos nos Cinco Tambores e na Maneabilidade e Velocidade. Entre os machos, os nomes são: Gold Leo RC, apurando 271,5 pontos, dos quais 152,5 pontos em Seis Balizas, com 25 vitórias (R.M.S. – Ab. / Jov.) e mais 119 pontos nos Três Tambores, com 13 vitórias, sendo em ambas as modalidades R.M.S. pelas classes Aberta e Jovem; Alabama II, com 239 pontos, sendo 200 pontos em Seis Balizas, com 50 vitórias (R.M.S. – Jov.), mais 27 pontos nos Cinco Tambores, além de 12 pontos nos Três Tambores e na Maneabilidade e Velocidade; e mais dois animais castrados premiados nos Três Tambores, respectivamente: Hijo The Bull WV, somando 112,5 pontos, com 16 vitórias (R.M.S. – Ab.); e Tom Poker RC, com 57 pontos e 13 vitórias, e mais 10 pontos em Seis Balizas.

Em relação às provas de Laço, o representante é o castrado Colly Bull, que totaliza 123 pontos, sendo 105 atingidos no Laço Individual Cronômetro, com 14 vitórias (R.M.S. – Ab. / Am.), além de somar mais 18 pontos no Laço em Dupla e no Laço Individual Técnico.

E, finalizando, o cavalo Gabinete, com 117 pontos, referentes aos 61 pontos obtidos no Team Penning (R.M.S. – Ab.) e 48 pontos nas Seis Balizas (R.M.S. – Jov.).

Pelo Sistema de Gerenciamento de Provas (SGP), Double Bull soma ganhos de R$ 114 mil como avô materno. Entre os principais netos estão: Hijo The Bull WV (R$ 25,2 mil), Indiana Bull (R$ 17,2 mil) e WV Bombardeiro Bull (R$ 13,2 mil).

Contatos: (11) 99918.6501 / ajabibeditor@hotmail.com / Facebook / Instagram

Por Jorge Abdalla Abib

Foto: Loly Eventos

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Pai, sinônimo de inspiração

Neste dia especial, mais três histórias inspiradoras de amor entre pais e filhos e o universo dos cavalos

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Pai, sinônimo de inspiração

Continuando nosso especial do Dia dos Pais, vamos reportar mais algumas histórias inspiradoras entre pais e filhos no meio equestre.

No mundo do Rodeio, existe uma história de amor e parceria entre pai e filhos que inspira muitas famílias. Todo mundo que é apaixonado pela modalidade conhece a história de sucesso nas arenas de Adriano Moraes, mais conhecido como “The Phenomenon”, tricampeão mundial de montaria em touros pela PBR.

Sua carreira de sucesso é conhecida por todos no meio, mas o que muita gente não conhece é a relação de amor e parceria entre ele e seus três filhos: Jeremias (24), Antônio (22) e Pedro (19). Segundo sua esposa, Flávia Moraes, a paixão do pai pelos animais, pelos cavalos, foi repassada de pai para filhos. “Os três são apaixonados pela PBR, são fãs dos competidores, acompanham as provas, tudo em virtude da carreira de Adriano. Quando ele ia competir, ficávamos em casa, rezando para que tudo ficasse bem”, relembra.

Segundo a matriarca da família, o mais parecido com o pai é Antônio. “Ele ama os cavalos como o pai, laça e é o mais ‘cowboy’ dos três. Antônio é cantor, mora nos Estados Unidos, e até isso eu digo que herdou do Adriano, pois ele, para quem não sabe, é muito sensível para música”, afirma a mãe.

Jeremias e Pedro são o braço direito e esquerdo do pai. Estão atuando junto de Adriano à frente da PBR Brazil, Jeremias na parte dos negócios e Pedro na parte de design gráfico. “Quando Adriano aceitou o desafio de estar à frente da PBR Brazil foi uma decisão que tomamos em família, os cinco unidos. E Adriano sempre afirmou que não faria nada sozinho e como sempre, os filhos foram ajudar o pai”.

Para Flávia a principal característica que os filhos herdaram do pai foram os princípios do Código dos Cowboys. “Os princípios do pai são características que todos herdaram. São muito honestos, prestativos, e fico muito feliz com a família que tenho”, finaliza Flávia.

Das arenas para o Laço Individual

Fernando Pires é um nome de destaque dentro do Laço Individual, mas o que muita gente não conhece é a sua relação com seus filhos, Beatriz (27), Guilherme (19) e Tiago (14).

Sua filha Beatriz, que hoje mora em Portugal, também possui o mesmo amor que o pai pelos cavalos. “Beatriz já praticou Tambor, gosta muito de cavalos assim como eu, mas hoje seguiu outros rumos, está morando fora do país”, relembra.

Seu filho mais velho, Guilherme, já percorreu os caminhos do pai no Laço e hoje, se dedica mais aos estudos. “Todos nós sempre fomos próximos ao cavalo. Aliás, conheci minha esposa Lisandra numa prova de Laço! E ela também competiu nos Três Tambores por muitos anos, ou seja, não tinha como os meninos não gostarem de cavalos”, afirma animado o pai coruja.

Para ele, o fato dos filhos seguirem seus passos representa a sua continuidade. “Fico muito feliz de ter os três atuando comigo, cada um em um momento da vida. Hoje é o mais novo que me acompanha, me ajudando no aquecimento dos animais, no manejo com os bezerros, e isso me deixa muito feliz, é a continuação da minha caminhada”, relembra.

Mas não é só dos seus próprios filhos que Pires “toma conta”. O laçador também é conhecido pelo apoio que oferece a todos os novatos. “Gosto de acompanhar a evolução deles, temos grandes campeões hoje que eu acompanho desde o início, e isso me deixa muito orgulhoso”.

Pai e filhos mordidos pelo mosquitinho do cavalo

Finalizando a lista de pais exemplares do meio equestre, seguimos com a história de Ricardo Barbara, pai de duas figurinhas de destaque no meio, Eduardo e Gabriela Barbara, além da Fernanda.

Ricardo sempre foi um apaixonado por cavalos, e na sua infância, apesar dos pais não terem um haras, cresceu na propriedade dos primos, onde passava o dia inteiro montado nos cavalos e sonhando com o dia que teria o seu próprio animal.

Quando os filhos nasceram, foram morar em um condomínio que possui uma hípica e seus filhos, desde muito pequenos, já começaram a montar. “Com três para quatro anos, eu comecei a puxar eles nos cavalos, passei a leva-los para fazer passeios, comecei puxar, até que eles começaram a cavalgar sozinhos e passaram a fazer aulas. E como dizem no meio, eles foram ‘picados pelo mosquitinho do cavalo’, que hoje se tornou a paixão da vida de ambos”, relembra o pai.

Eduardo, hoje com 17 anos, participou de todas as categorias de base, é um multicampeão. Foi campeão Brasileiro, Sul-americano e campeão do ranking de todas as categorias que passou no Brasil.

“Como sou apaixonado pelo esporte, poder ver o animal com meus filhos é incrível e apensar da minha agenda de trabalho (sou executivo de uma multinacional), me organizei e consigo acompanhar meus filhos, pelo menos nos principais campeonatos. Isso me deixa muito feliz, vale todo o investimento”, afirma orgulhoso.

“Tive situações de vir correndo de um voo internacional e embarcar correndo para Curitiba para poder acompanhar eles em uma prova ou de ter um motorista na porta do aeroporto me esperando para irmos correndo para o interior acompanhar alguma prova.  Eles são muito dedicados e sempre que consigo, dou uma fugidinha até para acompanhar o treino deles”.

Ainda de acordo com Ricardo, o esporte é a paixão da vida da família inteira. “Fico muito feliz em poder acompanhar todo o trajeto deles. São motivo de muito orgulho para mim”, finaliza.

São histórias diferentes, com diversas realidade, mas com uma coisa em comum: o amor dos pais pelos filhos e a influência que eles exercem na vida de seus filhos. São mais quee pais, são espelhos, inspiração.

Que todos os pais possam sentir a importância que possuem na vida de seus filhos. Um feliz Dia dos Pais para todos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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Pais que são exemplos a serem seguidos no mundo do cavalo

Conheça a história de dois grandes homens que dedicaram as suas vidas aos filhos e aos animais

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O Dia dos Pais é amanhã (14/08) e nós do Portal Cavalus não poderíamos deixar de prestar uma homenagem para esta figura tão importante no meio equestre: o pai. De sangue, consideração, adoção ou mesmo pelo carinho e dedicação que oferecem a todos, nossos esportes possuem muitos homens com essas características e que merecem uma grande homenagem.

Infelizmente, não cabem todos aqui, mas selecionamos alguns que podem representar a todos, homens que com muito carinho, amor, respeito e dedicação, inspiram seus filhos e outros jovens no esporte.

Entre os animais da raça Árabe, Acácio Franco é um nome que se destaca. Casado com Dona Ivone, pais de três filhas – Carol, Cleide e Cátia -, sempre foi um trabalhador incansável. Por grande parte da sua vida profissional, foi o braço direito e também o esquerdo da criadora Lenita Perroy, do Haras Meia Lua.

Quando Lenitta começou a se interessar pela criação de cavalos Árabes, em meados da década de 1970, ela virou assídua frequentadora do Haras Esperança e em muitas dessas visitas, ia acompanhada por Acácio, que sempre demonstrava por ela um comportamento fiel, observador, atencioso e respeitador.

Acácio estava à frente de todas as atividades do Haras Meia Lua e suas filhas, ainda adolescentes, auxiliavam o pai nos trabalhos. Filhas ajudando o pai na lida com os cavalos era novidade no país. Meninas trabalhando com cavalos era uma situação que só se via na Europa e nos Estados Unidos na época. Uma demonstração de visão, pioneirismo e boa educação que seus pais lhes proporcionaram.

Quando Lenitta faleceu, deixou como agradecimento uma boa quantia a Acácio. Na época, ele poderia ter se aposentado, mas cuidar dos cavalos Árabes é o que ele mais sabe fazer na vida, além da responsabilidade de carregar o legado que Lenitta deixou, com tantas histórias em conjunto, tantos aprendizados de ambos os lados.

Hoje, suas filhas estão bem encaminhadas na vida, aprenderam tudo o que se podia aprender com o exemplo do pai, incansável, sempre com um sorriso no rosto.

Pais no Mangalarga do Brasil

Quem atua com o Mangalarga do Brasil, com certeza conhece essa figura que é um verdadeiro paizão: Guilherme Cardeal de Oliveira, pai da pequena Isabela, de 9 anos, e de Lucas, de 8 anos.

Pai e filhos são apaixonados pela raça, Isabela inclusive recebeu uma homenagem da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM) na última Exposição Nacional da entidade, por ter realizado uma apresentação junto aos profissionais.

“Minha relação com os meus filhos é ótima, acredito que os cavalos fazem parte desta relação de amor, carinho e amizade, pois meus filhos sempre tiveram contato com os cavalos. Os dois sempre moraram no haras e isso é um dos grandes motivos dessa proximidade”, afirma Oliveira.

Guilherme Cardeal de Oliveira é treinador e apaixonado por cavalos, e seu pai foi a sua grande influência. “O meu pai era administrador de uma fazenda em Minas Gerais e com isso sempre tive contato com os cavalos. Aos 9 anos, nos mudamos para Itu (SP), e com essa mudança acabei perdendo o contato com os cavalos, mas a paixão nunca acabou. Aos 13 anos, comecei a trabalhar no Haras Lua Nova, onde o proprietário era conhecido do meu pai. Desde então, estou até hoje trabalhando com Mangalarga”.

E a influência de pai para filho não parou por ai. Hoje, são os filhos de Oliveira que se inspiram no pai. “Esse contato com os cavalos aconteceu de uma forma natural, hoje os meus filhos são completamente apaixonados pelo cavalo”, afirma.

Ainda segundo o treinador, ser pai é tudo na vida de um homem. “Para mim, a paternidade é tudo na minha vida. O que faço, conquisto, ou projeto em fazer é pensando nos meus filhos. Eles são o combustível para eu ir além”, finaliza.

São histórias inspiradoras, de pais que fazem de tudo por seus filhos, mas ainda temos muitas para contar. Continue acompanhando aqui histórias de amor entre pais, filhos e cavalos.

Por Camila Pedroso. Redação Cavalus

Fotos: Arquivo pessoal

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Poesia em forma de música

Marcelo Pardini, em sua coluna da semana, comenta sobre suas novas composições, inspiradas no e-Book, “Coração de Poeta – O legado do Bem”

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As primeiras composições do poeta Marcelo Pardini, que vão de moda de viola a country, estão disponíveis nas principais plataformas digitais de áudio

A beleza da palavra ganha diferentes contornos através da Poesia. E quando um verso e uma rima se encaixam harmonicamente numa canção, a vida sorri! É assim que entendo a Música…

Leia mais:

Atrevi-me a compor as primeiras canções. Claro que as referências estão atreladas ao meio rural, cenário ao qual me identifico e conheço tão bem, mas ousei e escrevi músicas em diferentes estilos, de moda de viola a samba, de blues a MPB, de forró a country! Elas estão disponíveis nas principais plataformas digitais de áudio, para serem baixadas e ouvidas a qualquer hora e em qualquer lugar.

Trata-se de um trabalho totalmente inédito para mim. As letras vieram em minha mente e logo a melodia se formou, daí já imaginei os instrumentos a serem usados nos arranjos e… voilá! O poder criativo ganhou forma devido à parceria profícua com o músico multinstrumentista Mateus Guimarães.

Os arquivos musicais foram para o banco de dados da One RPM, uma das maiores distribuidoras de música do mundo, que as compartilhou nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, Apple Music. Basta digitar “Marcelo Pardini” e clicar no álbum para ouvir as 16 canções.

As composições são oriundas do meu recém-lançado e-Book, “Coração de Poeta – O legado do Bem”, vendido com exclusividade na Amazon. Você pode baixar o seu por apenas R$ 9,90 através do link: https://www.amazon.com.br/dp/B0B668FPGT/ref=sr_1_1?qid=1657439384&refinements=p_27%3AMarcelo+Pardini&s=digital-text&sr=1-1&text=Marcelo+Pardini.

Marcelo Pardini é narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural. Titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.

E-mail: contato@agromp.com.br / Instagram: marcelopardinioficial

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Conheça o BTU, a revolução no treinamento de atletas equestres

A Balance Training Unit (BTU) é um aparelho com metodologia específica capaz de organizar o sistema sensório-motor dos atletas, tratando, prevenindo lesões e refinando os movimentos necessários para se obter melhora na performance esportiva durante as provas

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Conheça o BTU, a revolução no treinamento de atletas de Três Tambores

A fim de se obter os melhores resultados nas pistas de Três Tambores, criadores investem fortemente na busca pela melhor genética do Quarto de Milha. Além disso, não medem esforços para terem acesso ao treinamento dos melhores profissionais da modalidade. Mas já parou para pensar que não é só o cavalo que merece atenção especial, como também os atletas que estarão no comando das rédeas durante a prova, na manutenção do equilíbrio na virada do tambor e no arranque final até cruzar a fotocélula?

E foi pensando nestes atletas equestres que o fisioterapeuta especialista em traumato ortopedia funcional, Fernando Perrella, e o francês Regis Cholley, professor de equitação western, desenvolveram um mecanismo capaz de revolucionar o treinamento de cavaleiros e amazonas. Trata-se da Balance Training Unit (BTU), um aparelho com metodologia específica capaz de organizar o sistema sensório-motor do atleta, tratando, prevenindo lesões e refinando os movimentos necessários para se obter uma melhora significativa na performance esportiva. 

“Não basta só gastar dinheiro em treinamento de cavalos. Quanto vocês investem no treinamento neuro motor de vocês? Está aí um sistema, BTU + metodologia para fazer de vocês campeões nas pistas”, frisa Perrella. “O trabalho para atletas de Três Tambores visa organizar o sistema neuro motor, melhorando a consciência corporal, as reações de equilíbrio, do controle lombo pélvico e da estabilidade dinâmica para melhora na posição de assento durante a virada no tambor e para prevenir lesões na coluna, principalmente, no momento que o cavalo explode após virar no tambor”.

O fisioterapeuta ainda explica que, a partir do treinamento com a BTU, o atleta irá conquistar a estabilização de tronco para que tenha liberdade de membros inferiores ao utilizar-se das ajudas de pernas, facilitando a flexão lateral do cavalo nas viradas. “Trabalhar as transferências de peso no assento para o lado oposto do tambor e automatizando as mesmas para facilitar a tirada de peso na mão do cavalo. Em resumo, um cavaleiro equilibrado facilita o desempenho do cavalo e a melhora da performance do conjunto nos Três Tambores”, acrescenta.

BTU para a reabilitação dos atletas

Eleita quatro vezes Melhor Amazona, Caroline Rugolo é uma das atletas dos Três Tambores que fez uso da BTU durante seu processo de reabilitação, em decorrência de algumas lesões ocasionadas pela prática esportiva. Além disso, atualmente, já recuperada, ela faz o treinamento neuro motor para melhora da performance com a BTU. 

“O aparelho trabalha o corpo todo, dando bastante estabilidade corporal, corrigindo a postura e forçando bastante o equilíbrio usando o abdômen. No aparelho também conseguimos ver a compensação nos estribos, já que tem que ser nos dois lados iguais. Achei o aparelho sensacional, muito preciso para o nosso esporte, o Três Tambores”, pontua a amazona.

Vale destacar que o aparelho consiste em uma estrutura de metal em forma de gaiola, com acessórios fixos através de molas. Sobretudo, essa junção propicia instrumentos de desenvolvimento e melhora do equilíbrio, força, coordenação motora e flexibilidade, nas mais variadas posições e nos mais variados níveis de dificuldade.

O aparelho é fabricado e comercializado pela empresa New Pilates, sendo enviado com um manual da metodologia. Contudo, Fernando Perrella ainda ministra cursos de formação da metodologia, que dá uma ótima noção de como utilizar a BTU e adaptá-la para realidade do esporte praticado.

Mais informações sobre como adquirir o aparelho ou mesmo descobrir o profissional de saúde mais perto de você que faz uso da metodologia, basta acessar o site: http://btutraining.com.br/.

Por Natalia de Oliveira

Fotos: Divulgação

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Leiloeiro que participou do programa do Jô Soares, comenta morte do apresentador

Para Aníbal Ferreira, ele foi um excelente entrevistador, pois fazia questão de entender sobre o assunto que ia abordar

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Aníbal Ferreira Jô soares

Na manhã desta sexta-feira (05/08), os brasileiros foram pegos de surpresa com a notícia da morte do apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP), que confirmou a morte através de uma nota divulgada pela assessoria de imprensa.

Jô tinha 84 anos e contava com uma vasta carreira artística. Além dos programas de humor, Jô Soares comandou o “Programa do Jô”, exibido na TV Globo, por 16 anos. Em uma das edições, Aníbal Ferreira, um dos maiores leiloeiros do Brasil, falou sobre a sua história, trabalho e curiosidades da profissão.

“Jô Soares foi um grande profissional, indo além do apresentador e humorista que víamos na TV. Ele foi um excelente entrevistador, pois fazia questão de entender sobre o assunto que ia abordar no seu programa. Sem dúvida alguma, é uma grande perda para o Brasil”, comentou o leiloeiro Aníbal Ferreira.

Aníbal Ferreira no programa do Jô Soares

Confira a participação de Ferreira no Programa do Jô:

Por Heloísa Alves

Imagem: Imagem: Reprodução/TV Globo

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Guarda da Rainha grita com turista que coloca as mãos nas rédeas do cavalo

Atitude repercutiu nas redes, mas segundo treinador Marcos Toledo Filho esse erro da turista poderia ter ocasionado um grave acidente

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Guarda da Rainha grita com turista que coloca as mãos nas rédeas do cavalo

Quem já visitou a Inglaterra e passou pela cidade de Westminster, com certeza ficou impressionado com a beleza do Palácio de Buckingham e dos Guardas da Rainha. A presença e postura deles é realmente surpreendente.

Essa semana, viralizou na internet uma cena que promoveu muita discussão nas redes entre os que apoiaram a ação e os que rejeitaram.

Uma turista foi fazer uma foto ao lado de um dos Guardas da Rainha e resolveu colocar as mãos nas rédeas do cavalo. No mesmo instante, o Guarda gritou para a turista não tocar nas rédeas do animal.

“Afaste-se do salva-vidas da rainha. Não toque nas rédeas”, gritou alterado o guarda da Rainha.

Guarda da Rainha repreende mulher que toca nas rédeas do cavalo

Um porta-voz do exército britânico disse ao jornal The Mirror: “Levamos todos os incidentes como esse a sério e queremos garantir que todos aqueles que visitam os Guardas da Rainha tenham um tempo agradável. A área retratada nas imagens é particularmente movimentada e, às vezes, os soldados precisam gritar bem alto para alertar o público. Ainda temos placas colocadas ao lado das baias dos cavalos, informando que eles mordem e, por serem animais, podem ser imprevisíveis.”

Mas a atitude do Guarda da Rainha está errada?

Muitos internautas criticaram a atitude do Guarda da Rainha, outros concordaram com ela dizendo que a mulher passou dos limites. Mas, será que o Guarda da Rainha exagerou? O que poderia ter acontecido?

Segundo o treinador Marcos Toledo Filho, toda a sensibilidade do cavalo está nas rédeas, portanto, quando a turista coloca a mão nela o cavalo poderia ter se assustado, levantado e até caído de costas com o cavaleiro.  “Nas rédeas está o controle total do cavaleiro. Todos os comandos dele para com o animal estão ali”, ressalta.

Ainda de acordo com o treinador, em uma situação como essa a pessoa nunca deve se aproximar do cavalo sem a permissão do cavaleiro. “Nunca devemos tocar em um cavalo, muito menos nas suas rédeas sem permissão do cavaleiro”, alerta.

Por isso, ao montar um cavalo, o cavaleiro precisa estar preparado para agir em situações como essa, “prevendo o movimento e protegendo o animal, visto que o cavalo se assusta muito facilmente”.

“O cavaleiro precisa estar atento, e em uma situação como essa pedir para a pessoa desavisada não encostar no animal”, enfatiza e complementa que “para as pessoas que queiram tirar foto, pergunte antes se pode para não haver constrangimento”.

Como tudo nesta vida, não custa nada perguntar antes para evitar um grande constrangimento.

Por: Camila Pedroso

Colaboração: Heloísa Alves

Fonte: UOL

Fotos: Metrópole

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Sucesso da Festa do Peão de Barretos inspira curso de imersão para empreendedores e empresários

Projeto visa trazer toda a experiência da festa para o dia a dia do mundo corporativo, usando o know-how dos organizadores para a resolução de questões rotineiras nos negócios

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Saiba como montar um look para Barretos

A Festa do Peão de Barretos, que chega a sua 65º edição, é um dos melhores cases de sucesso no universo empresarial. Sua primeira edição surgiu em 1947, dentro de uma quermesse realizada pela prefeitura de Barretos, sendo considerado o primeiro Rodeio do País.

A festa surgiu da união de um grupo de rapazes solteiros e autossuficientes, como era a regra, ligados à agropecuária local, que tiveram a ideia de promover festas inspiradas na lida das fazendas – nascia assim “Os Independentes”.

Em 1956, a festa passou a ser reconhecida como a 1ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

Hoje, depois de 65 anos, a Festa do Peão de Barretos se tornou uma das mais importantes do mundo, reunindo os principais atletas do país e do mundo em busca o almejado título de Campeão da Festa do Peão de Barretos.

Como a união de um grupo de rapazes se tornou uma das maiores festas do mundo? Qual foi o segredo deste sucesso? Visando trazer essa experiência ao mundo corporativo, o projeto Riders Business School realiza no próximo dia 17 de agosto o Barretos Experience.

Segundo Thaciana Reis, uma das idealizadoras do projeto, a proposta é utilizar o “core business” da Festa do Peão de Barretos e de Os Independentes para inspirar e auxiliar empreendedores e empresários no desenvolvimento de características chaves para o sucesso de seus negócios.

Conteúdo traz os bastidores da Festa do Peão de Barretos

Ao longo do curso, quatro pilares fundamentais serão trabalhados: Cultura e Tradição, Marketing e Inovação, Gestão e Experiência. “Todo conteúdo é uma curadoria da história da Festa do Peão de Barretos e da Associação Os Independentes, que traduz esses quatro pilares para o dia a dia corporativo e empreendedor”, afirma Thaciana.

Ainda durante o curso, os alunos poderão conhecer de perto os bastidores da Festa que começa no dia 18 de agosto, no Parque do Peão, com visitas guiadas e oportunidades de viver de perto toda preparação para o evento.

Para o empresário e presidente de Os Independentes, Jeronimo Luiz Muzetti, um evento do tamanho atual da Festa traz inúmeras possibilidades de aprendizado em termos de gestão.

“Ser palco de uma escola de negócios é um grande orgulho para o evento e para a Associação. São mais de 60 anos promovendo a Festa, que só cresceu ao longo destas décadas, se consolidando e defendendo o setor. Mostrar um pouco destes bastidores e, através de todo know-how dos nossos profissionais, poder contribuir com a formação de empreendedores é um grande orgulho”, afirma Muzetti. 

O curso será ministrado por especialistas e com a participação direta de integrantes da diretoria de Os Independentes e da organização da Festa do Peão de Barretos.

As inscrições para o Barretos Experience e mais informações podem ser obtidas pelo site: www.ridersbarretos.com.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo

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