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Papel da fêmea em uma manada de cavalos

Quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo, colocando em prática as lições que os cavalos ensinam

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Uma manada de cavalos tem, primordialmente, uma liderança matriarcal. São as fêmeas que lideram. Elas são, sobretudo, os indivíduos mais sábios e mais velhos do bando. Necessariamente, elas precisam ter ainda saúde física.

Portanto, as éguas matriarcas de uma manada de cavalos têm que ser mais velhas, fortes e saudáveis. Historicamente, existem mais de uma fêmea na liderança um grupo de cavalos, várias matriarcas. De tal forma que elas se alternam nas decisões conforme o talento de cada uma.

Essa é a primeira grande lição das manadas de cavalos. Esse sistema matricial, com toda a certeza, perpetuou a espécie por mais 50 milhões de anos. A sagacidade das fêmeas matriarcas e a forma com que elas lideram a manada.

éguas em uma manada de cavalos: quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo Brasil afora

Alternância de posto

Então, em uma manada de cavalos há mais de uma égua matriarca. Como acontece essa alternância de posto? Toma decisão a égua que tem mais talento para determinado momento.

Por exemplo, precisa suprir o fornecimento de água para o grupo, assim tem uma fêmea com sensibilidade maior para encontrar água. Enquanto encontramos outra com sensibilidade para sentir um predador por perto. Assim como existe no bando a égua que sabe o momento de pausa para descanso.

E esse comportamento é muito natural para elas. Todas estão conectadas com a manada. Entendem, acima de tudo, qual é a necessidade do grupo e também momentos de fuga ou de disciplina.

Só para ilustrar, veja o caso de um potro ou um cavalo jovem fazendo muita bagunça, com risco de atrair um predador porque está chamando muita atenção. Entra em ação uma das matriarcas, com o devido corretivo para esse cavalo. Vai impor limite, já que o jeito indisciplinado dele compromete e coloca a manada em perigo.

Elas estão sempre orquestrando isso. Tem sempre uma fêmea que é boa em determinado assunto importante. E elas alternam a liderança justamente porque a tomada de decisão de um bando é algo bastante complexo, muitas decisões a serem tomadas.

Com muita naturalidade elas dividem essas tomadas de decisões de acordo com talento de cada uma. Se a gente pudesse aplicar isso no ambiente corporativo, não teríamos necessidade de ter um ambiente parecido com o modelo militar.

O modelo de hierarquia piramidal não existiria. Quanto mais se sobe de posto, menos líderes tomam decisões. A concentração de poder fica na mão de um só. Com isso, mais responsabilidade e sobrecarrega, impedindo que esse líder tome as melhores decisões.

Por isso, ao adotar o sistema matriarcal, lidamos com alternância de posto e compartilhamento de  decisões.

éguas em uma manada de cavalos: quem fala do assunto é Flávia de Oliveira Ramos, formadora de líderes no mundo corporativo Brasil afora

Senso de bem comum em uma manada de cavalos

As matriarcas conquistam esse posto naturalmente dentro do bando. Não há brigas e nem disputas. A manada sabe que elas são as mais sábias e, portanto, as seguem. Acima de tudo, o foco principal delas é o bem comum da manada. Estão sempre pensando no todo, no que é melhor para todo o grupo.

Uma questão muito interessante é que as manadas podem ter algumas diferenças entre umas e outras. O convívio social, sobretudo, é determinado muito pelas matriarcas. Há manadas de 12, 25 e até 30 cavalos. E quanto maior, mais complexa será a gestão. Mais ‘gente’ para acolher e para considerar nas tomadas de decisão.

Em outras palavras, vemos um papel bem sofisticado da alternância de liderança das matriarcas, pois são elas que cuidam do todo. Patriarcado e matriarcado são coisas muito humanas. Para as espécies animais não existe isso. Existe o ser daquele bando que realmente se preocupa com o coletivo e assume a liderança. 

Foco no bem comum sempre e cada um no seu devido lugar, com a mesma importância, mas com seu com seu respectivo papel. E tem outra coisa também muito importante que são os ciclos, indo nesse mesmo quesito de bem comum. 

Quando um cavalo envelhece e percebe que não consegue mais acompanhar a manada, decide parar de segui-la a fim de não atrasar o bando. Para não prejudicar o coletivo, então ele mesmo se coloca fora. Ninguém é expulso de uma manada, a não ser quando há indisciplina que afete o coletivo.

Liderança matriarcal

Liderança essa que fica com as éguas, porque que são elas que possuem o senso de comunidade. O garanhão, por analogia, representa proteção e procriação. O macho não tem esse senso de coletivo, o foco dele é procriar e proteger.

É, portanto, um papel mais reduzido na organização de uma manada de cavalos. Contudo, não quer dizer que o papel da égua ou das éguas é mais ou menos importante do que o do garanhão. São papeis diferentes apenas, mas igualmente importantes.

Podemos dizer que as matriarcas de uma manada têm um papel holístico, que busca um entendimento integral dos fenômenos. Elas pensam no todo a fim de também contribuir com a perpetuação da espécie dela. Assim, a líder entende que para conseguir tem que manter o bando em harmonia e em equilíbrio.

E não existe uma bando só de éguas, pois para procriar e perpetuar precisam do garanhão. Além disso, eles são os que as protegem e aos potros. Elas entendem que tem que ter equilíbrio. E isso é muito natural para as éguas matriarcais.

Quando a gente fala, por exemplo, de liderança feminina nas palestras e workshops da For Leaders, é a liderança de quem pensa no bem comum, independente do gênero. Quem toma principais decisões o faz pensando no bem-estar do todo.

Acima de tudo, sabe que cada um tem o seu devido papel no grupo, não mais e nem menos importante, apenas um papel diferente. Assim, para que perpetuemos como espécie o líder tem que focar no bem comum, a exemplo das éguas matriarcais.

Por Flavia de Oliveira Ramos – Administradora; Executive Coaching; Life Coaching; Consultora em desenvolvimento de liderança
Crédito das fotos: Arquivo/Pinterest

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Mais uma participação de sucesso da Vetnil no Congresso ABQM

Entre os destaques da participação, o recorde mundial nos Três Tambores batido pelo parceiro e patrocinado Vetnil, Evelino Rocha com Rollin In The Fame

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Mais uma participação de sucesso da Vetnil no Congresso ABQM

A Vetnil esteve presente como patrocinadora ouro da 30ª edição do Congresso Brasileiro – Trabalho & Conformação, da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), que ocorreu de 26 de maio a 06 de junho. As provas foram realizadas apenas para competidores e equipes técnicas, no Parque de Exposições de Araçatuba (SP), cidade que ficou conhecida como a capital do cavalo. As disputas bateram recorde de inscrições com uma premiação histórica.

Plantéis e competidores de 16 estados participaram de 18 modalidades esportivas, que totalizaram mais de 8,5 mil inscrições. As provas contaram com 1,2 mil competidores e 2,2 mil animais em pista disputando prêmios em dinheiro, que ultrapassou a casa dos R$ 2 milhões, e ainda, contou com a distribuição de 1,3 mil troféus e 385 fivelas.

Foi um evento de grandes emoções em pista, dentre elas a quebra do recorde Mundial de Três Tambores, batido novamente pelo parceiro Vetnil, Evelino Rocha e Rollin In The Fame, com a marca de 16s369.

De acordo com o recordista o resultado é fruto de toda uma equipe e preparo adequado no dia a dia. “Foi um momento incrível pra mim! A gente trabalha duro para obter bons resultados e as provas da ABQM são as mais cobiçadas por nós competidores. Ganhar um Congresso e ainda bater o recorde mundial foi mais do que eu sonhei! Fiquei muito feliz e muito grato a Deus e minha equipe por tudo”, expôs Evelino Rocha.

Ações Vetnil

Em mais um ano de parceria entre Vetnil e ABQM, a empresa retomou sua participação como patrocinadora ouro do evento. Ela contou com seu tradicional estande e equipe técnica de veterinários, atendendo aos parceiros, competidores e veterinários.

Em parceria com o projeto “Bem-estar animal” da ABQM, a Vetnil contribuiu com a disponibilização de suplementos vitamínicos e eletrólitos para suporte aos animais de manejo atuantes das modalidades do Laço e Apartação. Uma das principais atribuições do projeto foi assegurar que as atividades relacionadas com os temas fossem cumpridas de acordo com Regulamentos Internos e o Manual de Boas Práticas para o Bem-Estar Animal em Competições Equestres do MAPA.

“A 30ª edição do Congresso ABQM foi um sucesso. A equipe técnica da Vetnil esteve presente durante todos os dias do evento, dedicada ao suporte aos nossos parceiros e clientes. Foram dias de fortes emoções dentro e fora das pistas e pudemos acompanhar orgulhosamente cada uma delas. Parabenizamos toda a equipe e organização da ABQM, seguiremos juntos para os próximos eventos.” comenta Maria Amélia Salviano, responsável pela organização de eventos equinos da Vetnil.

Ainda, aproveitando o recorde quebrado pelo parceiro de longa data, a Vetnil homenageou o conjunto carimbando em forma de adesivo a marca do recorde conquistada no evento, num banner de 8 metros, aplicado em seu stand.

Fonte: Vetnil/AV Comunicação Equestre
Crédito da foto: Divulgação


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Treinamento de cavalos: entendendo os fundamentos dos animais

Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, comenta nesse artigo sobre treinamento de cavalos e o entendimento dos fundamentos dos animais

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Treinamento de cavalos entendendo os fundamentos dos animais

Há uma frase de Conwy Lloyd Morgan escrita em 1903 que diz: “em nenhum caso uma atividade animal deve ser interpretada em termos de processos psicológicos superiores, se pode ser interpretado de forma justa em termos de processos que estão mais abaixo na escala de evolução e desenvolvimento psicológico”.

Ademais, a frase parece ser difícil de ser entendida, sim, é complexa. Todavia, sua compreensão é a base de uma iniciação de potros ou treinamento de cavalos. Podemos destacá-la como um dos pilares da técnica horsemanship.

Aliás, em vários textos publicados no Portal Cavalus destacamos importância de uma técnica de treinamento com equinos, nestes casos, entendemos o treinamento como uma ponte entre o ensino e o aprendizado. O que você (treinador) quer ensinar e se o cavalo aprendeu.

Estes caminhos entre o ensino até o aprendizado acontecem de diferentes formas, técnicas e jeitos. Uns são mais rápidos, outros nunca acabam, outros causam dor e outros são mais gratificantes. Mas, vamos ao que importa: o que Lloyd Morgan quer dizer em sua frase.

PROCESSOS PSICOLÓGICOS SUPERIORES

Um grande erro na relação entre humanos e equinos é a de entender o animal como um bicho de estimação, um “urso de pelúcia”, de romantizar uma relação entre um animal e um humano. Tudo bem isso acontecer, é até saudável para o humano, entretanto, para cavalo não é muito não. O que ele mais quer é ficar solto com os outros animais, comendo e sem perturbação.

Contudo, mudamos a história e o cavalo fez parte dela, seja para o que for: viajar, lutar, trabalhar e, nos últimos séculos, para práticas esportivas. O cavalo tem características que humanos não tem: força e velocidade. O humano mesma coisa: raciocínio, consciência, fala, entre outros. Juntando os dois temos uma máquina quase que perfeita.

E quando perguntamos o que difere o humano dos animais, todos irão dizer que é o raciocínio. Não, não é. A grande diferença é que o humano consegue imaginar coisas antes mesmo de se materializar. Conseguimos pensar o que devo fazer para vencer o Campeonato Nacional em julho, o animal nem sabe o que é isso. Sua preocupação é “estou com fome, preciso comer”.

Pois bem, Processos Psicológicos Superiores são as capacidades que os humanos tem e que os animais não tem. Souza e Andrada (2013) apresentam como Processo Psicológicos Superiores a memória, consciência, percepção, atenção, fala, pensamento, vontade, formação de conceitos e emoção.

Mas os animais não têm memória, comunicação? Óbvio que tem, entretanto, como instinto, suas ações são sempre para a sobrevivência. Como resultado, eles aprendem o exercício para preservar a sua sobrevivência e não porque gostam de correr em volta de tambor, fazer zigue-zague nas balizas, tampouco tem o tal cowsense.

RECOMPENSAS

Dessa forma, o mais próximo de cowsense para o equino, é fazer o trabalho para cair fora dali e ser recompensado: deixar ele em paz. O mesmo no tambor, ele não gosta de correr, por isso percebemos muitos animais eufóricos e irritados no partidor.

Nesse sentido, retomamos a frase de Lloyd Morgan: “em nenhum caso uma atividade animal deve ser interpretada em termos de processos psicológicos superiores”. Ou seja, em nenhum caso podemos entender a atividade, a iniciação, o treinamento dos equinos com as nossas capacidades mentais, devemos entender os animais com a sua capacidade instintiva de sobrevivência.

Treinamento de cavalos: Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, comenta nesse artigo sobre o entendimento dos fundamentos do cavalo

UM EXEMPLO ROMANTIZADO

Provavelmente chegou até vocês um vídeo de uma égua atacando uma criança enquanto ela o alimentava, são cenas fortes (caso não tenha visto, pode assistir a explicação aqui). Isso é o que falávamos sobre a romantização da relação com os equinos: que belezinha é ir tratar os animais, como a criança está feliz, a mamãe filmando, fazendo post, etc.

Mas ali está um animal, usamos nossa cabeça de humanos para julgar os cavalos, a égua é perigosa, ela é cruel, tem que ser abatida, ela não presta, etc. Agora veja os fatos com uma cabeça de equino.

Cavalo não é romântico e legal, cavalo morde, dá coice, da manotaço, sempre para se proteger ou proteger seus filhotes. Na cabeça da égua ela irá atacar sempre que alguém representar perigo ao seu filhote, se olhar no vídeo ela está dando de mamar. Todavia, a égua é uma mãe superprotetora, está defendendo o seu potro.

Do contrário, os adultos que acompanhavam a criança não entenderam o perigo da situação, olharam um animal com cabeça de adulto, principalmente romantizando a relação com os cavalos é um erro. Equinos não são “ursos de pelúcia”, e por mais que suas ações possam ser de brincadeiras, essa brincadeira é muito mais forte e violenta para os humano.

Você pode assistir esse outro vídeo que, felizmente, não aconteceu nenhuma tragédia.

Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, comenta nesse artigo sobre treinamento de cavalos e o entendimento dos fundamentos dos animais.

OS FUNDAMENTOS DOS ANIMAIS

Vamos conversar sobre a técnica horsemanship. Existem vários conceitos que explicam todo o processo de iniciação e treinamento. Primeiro, e que muitos proprietários chegam até o nosso Centro de Treinamento Leandro Souza, é sobre o tempo.

Querem que a doma seja a mais rápida possível (máximo 2 meses) e que saia espinando, esbarrando, rodando no tambor, querem que façamos o milagre de tornar o cavalo num atleta em 2 meses. Isso não existe, o tempo é do conjunto, presta atenção, não é o tempo do treinador, é o tempo do conjunto. O treinador também tem suas barreiras, tem que pensar, rever o que não está dando certo, por isso é doma racional. E racional, como vimos, é o treinador, é ele quem tem que pensar.

O tempo para a maturação, não comemos as frutas verdes, esperamos madurar, o treinador e o animal também amadurecem. As técnicas são revistas, os animais são analisados e, de repente, o animal está aprendendo. Veja o treinamento como uma processo de ensinar e aprender, para isso há um longo caminho. Se já temos um passo, valorize, já é um avanço, o destino já fica mais curto.

Um passo primeiro, depois dois, depois três, nesta progressão teremos um spin. E nada com violência, agressão, esporada, o spin está na sua cabeça, mas não está na cabeça do equino. Lembra da diferença sua com o animal?

Por fim, o treinamento deve ser agradável, sem risco ou perigo para o equino. O animal só quer se proteger, então proteja-o. E quanto maior for a docilidade no treinamento, menor será as consequências aos equinos, no partidor teremos cavalos mais tranquilo e menos estressado.

 

REFERÊNCIAS

  • Rodrigues Filho, Luciano Ferreira; Rosa, Eder Ribeiro da. Entre cavalos e humanos: sobre relacionamento interpessoal. Curitiba/PR: Editora CRV, 2019.
  • SOUZA, Vera Lucia Trevisan de. ANDRADA, Paula Costa de. Contribuições de Vigotski para a compreensão do psiquismo. Estudos de Psicologia, Campinas, v. 30, n. 3, set, 2013.

Colaboração: Luciano Ferreira Rodrigues Filho
Cavaleiro e Pesquisador | 
Campeira Dom Herculano
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Pixabay

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Fivelas: paixão que vai além de um hobby, se torna um estilo de vida

Paixão que virou estilo de vida, destaca histórias de cada conquista, sendo peças únicas do colecionador

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Fivelas: paixão que vai além de um hobby, se torna um estilo de vida

Em todas as competições, além dos almejados prêmios em dinheiro, as fivelas também são altamente desejadas por todos, sendo uma paixão não só dos competidores. Adevaldo Souza Feitoza, é um desses admiradores, que fez da sua paixão um hobby.

Fã incondicional do mundo do Rodeio e sempre apaixonado pelo esporte, Feitoza conta que começou com a sua coleção em 2008. Que foi quando decidiu comprar algumas lembranças por onde passava, adquirindo fivelas de amigos e eventos realizados. “Não perdia um evento, mesmo que regional, faço longas viagens para prestigiar cada espetáculo que são esses eventos e nada melhor do que fivelas para guardar como lembranças”, destaca.

Inicio

Com uma coleção vasta, que tem 621 fivelas, Feitoza não se lembra ao certo qual foi a sua primeira aquisição, mas recorda que começou em campeonatos como o da PBR, com fivelas que estavam no comércio para seus fãs. “Em seguida, consegui adquirir as fivelas da Cia É o Bicho, pois sempre fui fã da forma que trabalham e valorizam seus animais. E assim, damos um pontapé inicial para essa jornada de Colecionador de Fivelas”.

“Comecei a colecionar fivelas quando vi que histórias do mundo do rodeio me encantavam; a luta de cada competidor para conquista-las, a peleja de cada tropeiro para selecionar excelentes animais”.

Para Feitoza, tudo está relacionado aos bastidores de cada conquista. Não é apenas a fivela, mas os sacrifícios por trás. “E hoje sou muito grato de poder fazer parte de cada um desses contos”.

Histórias

 A coleção de fivelas vai além dos objetos, Feitoza tem como intuito colecionar histórias, onde nelas estavam os amigos, cowboys de todo o mundo, tropeiros, marcas, eventos, campeonatos. Para o colecionador, não é apenas uma fivela, se trata de história, conquista e lembranças.

O colecionador comenta que cada fivela tem suas particularidades, que envolve não somente a sua beleza, mas valores sentimentais e a trajetória dela ao ser conquistada. “Fivelas antigas com suas peculiaridades e fivelas modernas com seus estilos diversos e chamativos. Mas vale sempre ressaltar que, o que sempre vai me chamar a atenção será a forma que ela chegou nas mãos do proprietário, isso sim é o que chama minha atenção”, destaca Feitoza

E é praticamente impossível falar em fivelas e não falar da Sumetal, para Adevaldo, a marca apresenta variedade e novidade em todos os produtos. “Até hoje não tive a oportunidade de contar e saber exatamente quantas fivelas da Sumetal tenho em minha coleção, mas garanto que são várias, que embelezam os olhos dos clientes e parceiros”.

Se você, assim como Feitoza, tem paixão por fivelas e deseja adquirir as melhores do mundo country do Brasil entre em contato com a Sumetal pelos seguintes canais de atendimento: telefone (18) 3902-6040, WhatsApp (18) 98114-9210 ou e-mail vendas@sumetal.com.br. Além disso, acesse também o site: www.sumetal.com.br

Instagram: Fivelas.Sumetal | Facebook: Fivelas.Sumetal

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Por Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Turismo equestre exclusivo reúne benefícios que vão além de um atendimento único

Cavalgada é ótima opção para quem busca passeio em meio a natureza, se ‘desligando’ dos problemas urbanos

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Turismo equestre exclusivo reúne benefícios que vão além de um atendimento único

Viajar a cavalo pode ser considerado muito prazeroso, ainda mais se for um passeio único e exclusivo. Além de conhecer novos lugares, a viagem proporciona momentos que contribuem para inúmeros benefícios.

Um dos principais atrativos de uma cavalgada, é que ela pode ser feita mesmo em tempos de pandemia, com efeitos terapêuticos para aqueles que praticam, já que em tempos de pandemia, é uma boa alternativa para aliviar o estresse, de forma segura, sem aglomeração e desfrutando do contato com a natureza.

Benefícios

São vários os benefícios da cavalgada, além de contribuir na diminuição do estresse, o passeio ajuda na saúde física também, considerando que atividades físicas ajudam a fortalecer a imunidade em geral e o sistema respiratório, podendo minimizar, assim, a morbidade e mortalidade decorrentes do vírus.

São mais de 10 grupamentos musculares que são ativados com a prática de andar a cavalo. Haja vista que a atividade causa bastante gasto calórico e, consequentemente, melhora o estado físico geral através da liberação de endorfina, que causa a sensação de bem-estar e relaxamento.

Turismo equestre exclusivo

Além dos fatores que são benéficos para a saúde física e mental, o turismo equestre exclusivo conta com atendimento diferenciado e com vantagens únicas. Como por exemplo: animais treinados para função, guias especializados na região, carro de apoio e até seguro individual. Bem como parceiros que recebem os turistas para dar suporte no percurso, com alimentação, pousos e muito mais.

Pioneira em viagens a cavalo por Santa Catarina, a Coxilha Rica conta com seis pacotes de passeios. Podendo ser de um ou até seis dias de cavalgadas. Uma delas é, aliás, pela região da Coxilha Rica, percurso que conta com pequenas montanhas ou campos ondulados, rica pela sua vegetação, farta para os animais.

Mais informações sobre a empresa podem ser obtidas pelo WhatsApp (49) 9.9973.1817 ou pelo e-mail: coxilharica@terra.com.br

Instagram: @coxilharica_turismoacavaloFacebook: coxilharica | Site: www.coxilharica.com.br

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Por Equipe Cavalus
Crédito da fotos: Divulgação/Coxilha Rica

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Roxão e as amizades que surgem em nossas vidas

Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, comenta nesse artigo sobre como o cavalo tem o poder de unir pessoas

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No dia 20 de maio tivemos uma linda homenagem para o grande garanhão Silver Wild SLN, mais conhecido como Roxão. Garanhão chefe do Ana Dantas Ranch, deixou seu nome na Vaquejada, tornando-se uma lenda em definitivo.

Roxão foi mais que um cavalo, uniu pessoas e sonhos, não só para Jonatas Dantas e a família roxa, mais também para muitas outras pessoas. Talvez nem o próprio Jonatas tenha ideia da importância do Roxão Brasil afora.

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Uma de muitas histórias

Roxão representa muitas amizades, muito encontros e desencontros durante a sua vida. Um bom exemplo disso sou eu e meu pai aqui no interior do Paraná. Acompanhamos a vida de Roxão desde as vaquejadas em Xerém. Não, nós não conhecemos Vaquejada, só pela televisão. Também não conhecemos o Jonatas, e nenhum parque de vaquejada. Mas sim, conhecemos Roxão.

Até que passando por Boituva/SP descobrimos o Ana Dantas Ranch. Então, decidimos sair de nossa rota. Não sabíamos como íamos conhecê-lo, nem se íamos entrar no haras, mas decidimos ir. Demos com o portão fechado.

Mas, não entregamos os pontos. Demos a volta no haras e encontramos um portão aberto, o portão dos fundos. Disse para meu pai: “se alguém perguntar, diga que viemos buscar uma cobertura”.

Fomos entrando, ninguém nos parou e quando vimos estávamos do lado do Pitomba, que dava um banho no Roxão. Uma emoção tremenda, como ver um dos nossos ídolos.

Para nós, que gostamos de cavalos, temos nossos ídolos: Shady King Times, El ShadyZorrero, Top Firewater, Shady Leo, Mr Fritz Wood, Designer Red, Keys To The Moon, e mais alguns.

Passamos um dia bacana! Os seguranças perguntaram o que estávamos fazendo ali e como tínhamos entrado. Aquelas 20 câmeras não deram conta de nossa entrada.

Logo depois de explicarmos que Roxão era patrimônio nacional e que não fazia sentido privá-lo dos fanáticos por cavalo, nos apresentaram tudo, uma baita recepção na qual somos muito gratos.

Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, comenta nesse artigo sobre como o cavalo tem o poder de unir pessoas; inspirado no Roxão

Outras histórias

Antes de mais nada, a morte de Roxão gerou inúmeras homenagens pelo Brasil. Na procura por reconstruir a história deste fenômeno, a TV Vaquejada convidou várias pessoas que tiveram relação na história de Roxão.

Conhecemos pessoas com histórias únicas, conhecemos novas histórias. Antes de Jonatas Dantas, com Roxão ainda potro, participando de provas de Conformação e Três Tambores. Conhecemos o emocionado domador Rogério, quem colocou o primeiro bridão em Roxão. Suas emoções e sentimentos, um misto de memória oral e lembranças comprovadas em objetos, troféus e fotografias.

Tampouco Jonatas tinha conhecimento destas histórias. Das passagens vivenciadas por Roxão, de feitos extraordinários, da quase possibilidade de ser castrado, da quase ida para os Três Tambores. E assim é a vida, cavalos e humanos tomam rumos que desconhecemos, o tempo passa, é a vida em movimento.

Uma última história de amizade

A última história desta matéria, mas não a última história de nossas vidas. O cavalo tem suas histórias, às vezes desconhecidas por nós, entramos nas deles e eles entram nas nossas. Ou por eles conhecemos pessoas e histórias são feitas, de amizade, companheirismo, carinho e afeto.

Poderia aqui contar a história de Must Go Fame e a minha. Passei 20 anos pensando num encontro com a descendência de Shady Leo. Logo após estudos e cuidar das prioridades da vida, consegui, ele está em casa e com muitas historias bacanas.

Mas não, não é essa história, essa posso contar mais pra frente. Quero contar a minha história com Luciana Omena, jornalista do Portal Cavalus. Nunca nos vimos, não conheço muito o seu passado, não conheço os seus familiares, nada.

Conheço por fotografias, pelo Instagram ou pelo WhatsApp. Foi ela quem abriu caminhos para poder escrever sobre cavalos, foi ela quem me deu liberdade para pesquisar o que quisesse. Ela quem corrigia, revisava, mudava os textos, dava ideias.

Foi com ela que trocamos longas mensagens sobre o mundo do cavalo, sobre as coisas da vida. Muitas histórias foram trocadas. Ela sabe um pouquinho de mim e eu um pouquinho dela.

Sempre tentei entregar o texto na data, às vezes não dava, ela entende. Não é um texto de despedida, é de histórias que são formadas pelo mundo do cavalo. Assim como a de Roxão e de muitas outras pessoas, nem Jonatas tem conhecimento.

Semana passada recebi uma mensagem de Luciana, pensei: “pronto, lá vem perguntando cadê o texto”, mas não, era dizendo sobre sua saída como jornalista do Portal Cavalus. Ia seguir novos projetos de vida.

Fiquei triste? Óbvio, mas tem meu total apoio nesta nova história que será construída. Muito obrigado por tudo, pela paciência, por me ensinar uma pouco de jornalismo e por compartilhar muitas de suas histórias. Até breve.

Colaboração: Luciano Ferreira Rodrigues Filho
Cavaleiro e Pesquisador |
Campeira Dom Herculano
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Wikimedia Commons

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Lições da vida: superação e beleza

Marcelo Pardini comenta em sua coluna da semana que as maiores lições da vida, invariavelmente, vêm na dificuldade. Podemos buscar forças em situações desfavoráveis e experiências desagradáveis

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Começo esta reflexão com duas frases do célebre físico alemão Albert Einstein: 1) “na confusão busca-se a simplicidade; na discórdia busca-se a harmonia; na dificuldade está a oportunidade” e 2) “dificuldades e obstáculos são fontes valiosas de saúde e força para qualquer sociedade”. Isso porque as maiores lições da vida, invariavelmente, vêm nos momentos de tribulação, contrariedade, desajuste, discórdia, pendenga, rixa, dúvida.

Podemos buscar forças em locais inóspitos, em situações desfavoráveis, em experiências desagradáveis… Devemos crescer nas adversidades, com graça e alegria – tal qual a flor aqui retratada, a qual ilustra o texto devido à força e à beleza. Ela brotou em meio ao caos, mostrando-se esplendorosa e altiva, mesmo pressionada pelo asfalto e pela calçada. Ressignifiquemos as nossas dores, transformando-as em motivos para sorrirmos!

O californiano e especialista em Coaching, Allan Percy, diz que “a mudança e o caos precedem uma tormenta de possibilidades”. O mesmo fala Caio Carneiro, um dos escritores brasileiros de maior sucesso na atualidade: “lembre-se: toda transformação acontece a partir do reconhecimento de uma necessidade de mudança e da coragem de recusar o óbvio”. Saiamos do automático! Sejamos a parte boa do elo!

“Quem quer atingir seus objetivos precisa partir de uma autoanálise profunda, uma vez que o processo de transformação exigirá firmeza de pensamentos e metas”, escreveu o coach e best-seller brasileiro Paulo Vieira. Independentemente das barreiras, o poder sempre estará dentro de nós! Portanto, sejamos a mudança que tanto queremos! Façamos o nosso melhor, dentro das nossas limitações!

Tal qual no ano passado, o meio rural segue firme, confirmando a sua pujança, reiterando a máxima de que o Agronegócio é o Brasil que dá certo. Do coração da minha família para o coração da sua, que tenhamos um segundo trimestre de 2021 repleto de bênçãos e realizações! E, sobretudo, amor e saúde!

Tenhamos humildade para reconhecer as nossas falhas; generosidade para o autoperdão; nobreza para perdoar quem nos machucou; equilíbrio para ajudar o outro; coragem para vencermos as dificuldades, e força para seguirmos em frente, tendo a sabedoria de vivermos o hoje, agora!

Gratidão aos que se foram em 2020, especialmente por causa da pandemia da Covid-19. Luz e boas vibrações ao Universo! Vamos seguir firmes, trabalhando arduamente e, claro, sempre agradecendo as bênçãos do Pai. Tenhamos em mente que é fazer a nossa parte e simplesmente confiar, pois Ele nos guia, protege e ilumina.

Por Marcelo Pardini – narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural; titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.
E-mail: contato@agromp.com.br | Instagram: agromp.marcelopardini
Crédito da foto: Arquivo Pessoal

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UC promove evento online e gratuito de conhecimento sobre cavalos

O Cultura do Cavalo, de 4 a 6 de junho, levará ao público três aulas ao vivo com Aluisio Marins e convidados

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Aluisio Marins e todo o time da UC estão na reta final de preparação de um evento online e gratuito sobre cavalos. Assim, de 4 a 6 de junho, acontece o Cultura do Cavalo, com três aulas ao vivo e gratuitas.

“Serão três Master Classes em formato de live, em que eu e convidados ensinaremos sobre os três principais pontos na vida de um cavalo: manejo, equitação e trabalho do cavalo”, conta Aluisio, diretor da UC, instruindo cavaleiros a mais de 20 anos.

Portanto, o evento online e gratuito Cultura do Cavalo começa na sexta-feira (4), às 19h30. Em seguida, sábado (5) e domingo (6) terá início às 9h. Aluisio ressalta que as aulas durarão em média três horas, como já visto em outros eventos nesse formato realizados pela UC ao longo do último ano, especialmente.

E como será ao vivo pelo Youtube da UC o público poderá fazer perguntas, haverá essa interação que enriquecerá ainda mais os três das de Master Classes. Ademais, vale ressaltar que esse conceito de aulas é universal. Demonstrações em tempo real onde as pessoas assistem o profissional trabalhando.

Temas

O primeiro tema será Manejo, abrindo a série de lives do Cultura do Cavalo na sexta (4), às 19h30. De acordo com Aluisio, ele e seus convidados falarão, entre outros assuntos, sobre nutrição, sela, casco, equipamentos em geral, higiene do cavalo.

No dia seguinte, sábado (5), a partir das 9h, o tema central será Equitação. Então, ele e seus convidados mostrarão de forma prática tudo que você precisa saber para montar melhor. Como, por exemplo, todo posicionamento do cavaleiro na sela, ou seja, postura de modo geral, posição de perna, costas, ombro, mãos; equilibrio.

Por fim, no domingo (6), também a partir as 9h, o evento online e gratuito abordará o tema Treinamento do Cavalo. Então, Aluisio e os demais especialistas convidados demonstrarão um cavalo sendo trabalhando e o que a pessoa precisa conhecer e entender nessa questão, como função, biomecânica e etc.

Inscrição

Para ter acesso, será necessário inscrever-se. O link é www.culturadocavalo.com.br. Ao confirmar sua inscrição logo depois do cadastro, será direcionado ao grupo VIP do Whatsapp e receberá os links diários das aulas e todas as informações.

“Preparamos uma produção muito especial para todos que estarão online conosco. Desde de iluminação, diversas câmeras que alcançarão todos os ângulos das lives e detalhes. São assuntos bacanas e uteis para quem gosta e vive do cavalo. Espero todo mundo”, finaliza Aluisio.

Por Luciana Omena
Crédito da foto: Divulgação/UC

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Geral

Cocheiras: confira os tipos e a melhor localização na sua propriedade

Ao projetar um estábulo ou cocheira você tem algumas opções de layout de planta baixa. No projeto você escolhe, por exemplo, o melhor tipo e ainda o melhor local para construir

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Fazer o planejamento de construção das cocheiras da sua propriedade requer, antes de mais nada, paciência. Pesquise, converse com especialistas, contrate pessoas que já fizeram isso anteriormente. Dois pontos são fundamentais, como o tipo e a localização.

Ao projetar um estábulo ou cocheira, você tem algumas opções de layout de planta baixa. É importante trabalhar com a opção que vá atender de maneira mais eficiente as suas necessidades.

Sem dúvida, cocheiras bem projetadas, antes de tudo, visam a proteção dos cavalos. Por exemplo, protegê-los de climas extremos (calor ou frio). Você leva em conta também as tarefas diárias que o espaço demanda. Assim como oferta segurança e conforto para todos que circulam no pavilhão.

Ao projetar cocheiras, você tem algumas opções de layout. No projeto você escolhe, por exemplo, o melhor tipo e o melhor local

São quatro os layouts básicos para as cocheiras, definidos pela localização do corredor e baia dos cavalos

1 – Fileira única de baias/corredor aberto

Este tipo de configuração funciona somente em lugares de clima ameno (sem estações bem marcadas), especialmente pela sua alta exposição ao ambiente externo. Minimiza o número de estruturas em comparação com as outras configurações.

Assim,  os cavalos estão mais próximos do ambiente natural, tem mais contato com o exterior, o que é benéfico e saudável de muitas formas. Como desvantagem, em grandes estruturas, aumenta, eventualmente, o tempo de passar o trato e manejo dos animais.

2 – Corredor central

Sem dúvida, a forma de layout mais comum encontrada nas cocheiras. Sua planta baixa mostra eficiência no trato dos animais, bem como oferece proteção frente as condições extremas de temperatura (altas, baixas e chuvas).

Acrescente portas de acesso externas a fim de otimizar o espaço. Além de ajudar na ventilação também serve para evacuar os cavalos em caso de incêndio.

Corredor aberto

3 – Layout tipo ilha com baias de costas

Com dois corredores laterais, esta configuração ajuda a separar a área de circulação dos cavalos. Mantém os animais protegidos do clima externo, porém oferece pouca ventilação dentro das baias.

Ocupa maior área coberta do que a de corredor central, portanto, a não ser que seja imprescindível segregar a circulação ou que os corredores sejam bastante utilizados, este design se mostra ineficiente.

4 – Layout tipo ilha com corredor central

Planta com um corredor central e dois corredores laterais. As áreas de circulação podem ser utilizadas para esfriar os animais após o treino ou até mesmo caminhar um cavalo em recuperação de lesão, se o pé direito for alto o suficiente para que eles possam fazer isso sem se machucar.

É a configuração de cocheira que ocupa a maior área de estrutura.

Qual a melhor posição das cocheiras no terreno?

Uma das decisões mais importantes para se tomar na hora de fazer o projeto do seu haras ou instalação equestre. Impactará diretamente na saúde e qualidade de vida dos cavalos, além da eficiência de mão de obra.

Pois você leva em conta as rotas, circulações sociais e de serviço (fornecedores de serragem, feno, grãos), drenagem, insolação, ventilação, entre outros inúmeros fatores. Não torne a localização do estábulo um problema para a salubridade das baias e as fluência das tarefas diárias.

Ao projetar cocheiras, você tem algumas opções de layout. No projeto você escolhe, por exemplo, o melhor tipo e o melhor local
Levantamento topográfico

Para economizar:

1 – Levantamento topográfico da área

Ele tem um custo inicial, porém, ofertará inúmeros benefícios, incluindo economia em terraplenagem e drenagem. É possível calcular exatamente onde implantar a cocheira, minimizando a movimentação de terra e diminuindo os custos com tubulação de escoamento das águas pluviais.

2 – Posicionamento em relação ao Norte

Logo após o levantamento planialtimétrico da área, escolhendo uma área mais alta para a locação no terreno, é hora de escolher o posicionamento em função do sol. Acredite, impacta na eficiência do pavilhão.

Um bom posicionamento em relação ao sol ajudará em maior eficiência energética (não acender luzes das cocheiras durante o dia). Bem como deixa o ambiente mais salubre, consequentemente animais mais saudáveis. Menos idas ao veterinário e gastos com medicamentos.

3 – Ventos predominantes

Ótimos aliados ou terríveis inimigos. Explicamos: se você tem um bom posicionamento, terá sempre circulação de ar fresco. Mesmo durante o verão, não serão necessários ventiladores.

Por outro lado, se você tem um animal resfriado dentro do pavilhão, com posicionamento ineficiente, a brisa facilmente levará este resfriado para o cavalo na baia ao lado, que ao contaminar-se pode levar para o cavalo ao lado e por aí vai.

Colaboração: Arquitetura Equestre
Crédito das fotos: Divulgação/DC Builders, Stable Style e Gornall Equestrian Stables

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5 dicas de sucesso para acampar com seu cavalo

Talvez você esteja acostumado a montar acampamento com seu cavalo em provas, mas e durante um passeio, em um momento relax?

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Você e seu cavalo são melhores amigos e companheiros, não é mesmo? Então, já pensou em viver uma aventura divertida saindo totalmente da sua zona de conforto? Pensando nisso, preparamos esse texto com dicas para você acampar com seu cavalo e fazer sucesso.

Especialmente se você é do tipo que gosta de cavalgar em trilhas. Fazer um trabalho diferente com seu cavalo é essencial para manter sua mente e a dele em dia e relaxada. Por isso, em vez de programar um passeio rápido, marque de acampar com seu cavalo e amigos.

Alguns partem para uma única aventura durante a noite, enquanto outros fazem viagens de vários dias. Antes de mais nada, é ainda uma ótima maneira de entrar em contato com a natureza e vivenciar diferentes momentos, conhecer novos locais.

Confira algumas dicas e se anime para começar:

  • Escolha um acampamento adequado. Em primeiro lugar, certifique-se de que o local tenha ou seja perto de pastagem e água.
  • Determine como conter seu cavalo durante a noite. Assim, busque como alternativa currais portáteis.
  • Certifique-se de que seu cavalo está pronto. Principalmente, se está acostumado a passeios desse gênero, por trilhas e a noite. Se for o caso, pratique essas habilidades antes.
  • Embale os suprimentos certos. Lembre-se de pegar todos os equipamentos necessários para cavalos e pessoas. Por exemplo, balde para deixar água para seu cavalo à vontade ou roupas adequadas, protetor solar, repelente de insetos e um kit de primeiros socorros para você.
  • Prepare seu trailer. Confira se está tudo em ordem na parte mecânica, se ele está limpo e equipado com tudo que precisa. Se for o caso, leve mapas e um GPS também a fim de evitar dores de cabeça.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Cowgirl Magazine
Crédito da foto de chamada: Divulgação/stablegroundcounseling

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Geral

Começou o 30° Congresso Brasileiro de Quarto de Milha

A Vetnil é uma das patrocinadores oficiais do evento, que vai até dia 06 de junho, em Araçatuba (SP), e contará com restrição de circulação de pessoas, seguindo todos os protocolos exigidos

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Começou o 30° Congresso Brasileiro de Quarto de Milha

O Congresso Brasileiro de Quarto de Milha é uma das maiores e mais importantes competições equestres do país, contando neste ano com 13 dias de prova, mais de 18 modalidades esportivas e R$ 2.000.000,00 de premiação garantida. Por mais impressionantes que sejam, os números não chegam perto de descrever a emoção do esporte para os quartistas.

O Congresso Brasileiro do Quarto de Milha

De 26 de maio a 06 de junho, acontece a 30ª edição do Congresso Brasileiro do Quarto de Milha – Trabalho & Conformação, em Araçatuba (SP). É mais um grande evento esportivo da raça, em âmbito nacional e internacional, que abre a temporada dos grandes eventos oficiais da Associação Brasileira do Quarto de Milha (ABQM), na temporada de 2021.

A competição ocorre no Recinto Clibas de Almeida Prado, um complexo de 14,5 alqueires que possui 3 grandes arenas cobertas, além de pistas de aquecimento. Desde 2018, a parceria entre a ABQM, o Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran) e a Prefeitura Municipal de Araçatuba, possibilita a realização dos eventos oficiais da raça na cidade. Araçatuba, antes conhecida como a cidade do boi gordo, agora também é a capital do cavalo.

O cenário dos eventos equestres

O calendário de competições equestres vem trazendo apreensão aos competidores por conta da instabilidade gerada pela pandemia de COVID-19. A data inicial da 30ª edição do Congresso Brasileiro – Trabalho & Conformação era de 17 a 25 de abril, tendo sido adiada seguindo recomendações dos órgãos de saúde. Para continuar a segui-las, o evento contará com restrição de pessoas, sendo permitida somente a entrada de competidores e equipes técnicas.

Para a Vetnil, patrocinadora ouro do evento, esta é uma oportunidade de garantir a retomada das atividades esportivas de maneira segura, preservando a saúde e o bem-estar de todos os participantes. De casa, a torcida pode vivenciar as conquistas, os desafios e os aprendizados das pistas, pois o evento será transmitido pelos canais oficiais da ABQM.

A presença Vetnil

A empresa, que renovou sua parceria com a ABQM até 2023, participará com stand, um ponto de apoio aos seus parceiros e clientes nos longos dias de competição. Sua equipe de atendimento estará presente – seguindo todos os protocolos de segurança, realizando campanha comercial em loja e cobertura de mídias.

“A Vetnil está confiante com a retomada dos eventos equestres, temos a certeza que em breve voltará tudo ao normal e a família quartista poderá estar junta novamente. Por acreditar e querer estar sempre próxima do ecossistema do cavalo quarto de milha que renovamos nossa parceria com a ABQM, com a aquisição da cota ouro, por mais três anos. Temos a certeza que será um grande ano equestre.” comenta Cristiano Sá, diretor de Marketing e Novos Negócios da Vetnil.

Ainda que restrita e, por vezes, incerta, a retomada dos grandes eventos equestres é motivo de comemoração para aqueles que dedicam sua vida ao esporte.

Para mais informações sobre o evento, acesse o hotsite: www.abqm.com.br/congressobrasileiro.

Fonte: Vetnil/AV Comunicação Equestre
Crédito da foto: Divulgação


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