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Kaique Pacheco assume liderança do ranking da PBR

Competidor venceu em Louisville, Kentucky; etapa contou com três brasileiros nas três primeiras posições

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O competidor brasileiro de Montaria em Touros Kaique Pacheco foi impecável na etapa de Louisville, Kentucky. No último final de semana, dias 27 e 28 de março, os 30 melhores bullriders do ranking da PBR estiveram na disputa por mais pontos e performances perfeitas no campeonato mundial.

Em principio, Kaique Pacheco (foto) ganhou as duas rodadas classificatórias. Marcou 88,25 em Nailed e em seguida, 89,75 pontos em Mr. Winston. Antes de mais nada, foi sua nona montaria válida de 8 segundos consecutiva na temporada. E, mesmo não parando no round final, ficou com o título da etapa. Mas foi por pouco: caiu de Mike’s Motive com 7s5.

Dessa forma, nenhum dos competidores atingiu 100% de aproveitamento. Kaique levou 136 pontos ao ranking da PBR, bem como US$ 26.208,83 de premiação. Pontos importantes na corrida para o seu segundo título mundial, algo que ele busca desde 2018, quando foi campeão do mundo pela PBR.

O brasileiro ficou ainda em terceiro lugar na rodada especial 15/15 Bucking Battle. Parou em Homegrown para 89,50 pontos, levando mais 43 pontos para o ranking. Total, entre etapa e 15/15, suficiente ainda para levá-lo à liderança do campeonato.

Ultrapassou Cooper Davis em 55 pontos e agora soma 572,50. O norte-americano encerrou essa etapa apenas em oitavo lugar, com uma montaria válida.

Kaique venceu em Louisville, Kentucky e subiu no ranking da PBR; etapa contou com três brasileiros nas três primeiras posições
João Ricardo Vieira

Outros resultados

O segundo colocado de Louisville foi João Ricardo Vieira. Ele parou em Poncho Villa, 87,25 pontos na primeira rodada, e depois em Slingin Tears na rodada decisiva, 89,50 pontos. Aliás, sua performance no round 1 marcou a 300ª montaria qualificada de sua carreira, um marco importante para o competidor. É o 19° atleta a alcançar esse número.

João Ricardo recebeu de premiação US$ 17.813,75 e 95 pontos para o ranking da PBR, subindo de nono para quarto lugar. Em terceiro, José Vitor Leme. O atual campeão mundial também obteve duas paradas em Louisville. Em Twisted, recebeu dos juízes 84,25 pontos; e em Marquis Metal Works Draggin Up, sua nota foi 88,75 pontos.

As notas cortaram a sequência de cinco montarias na casa dos 90 pontos do brasileiro. Mas, no 15/15 Bucking Battle as coisas voltaram ao normal. Ficou em segundo lugar ao marcar 90,50 pontos em Apper’s Mind Freak. Sua soma total de pontos na etapa elevou sua posição para terceiro lugar na classificação geral.

Outro destaque nessa etapa foi Rafael Henrique dos Santos, que venceu o 15/15 ao marcar 91,75 pontos em Blue Crush. Ele é o sétimo colocado do ranking no momento. Pelo Brasil pontuaram ainda nessa etapa: Silvano Alves (5°) – que chegou a sua 430ª montaria na PBR -, Mauricio Moreira (9°), Eduardo Aparecido e João Henrique Lucas (12°), Dener Barbosa (16°).

O próximo rodeio da divisão principal – Unleash the Beast – acontece de 9 a 11 de abril, em Sioux Falls, South Dakota.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Junior Nogueira é campeão em Corpus Christi pela WCRA

João Ricardo Vieira também foi destaque pela World Champions Rodeo Alliance, e no caso dele ainda pontuando para a PBR; confira também resultados da rodada da PRCA

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Semana produtiva para os competidores do rodeio completo em Corpus Christi, Texas. Realizado desde 1938, o Buccaneer Days é um festival que tem como objetivo promover a cultura western na região. Só para ilustrar, em 2021 houve uma parceria com a WCRA – World Champions Rodeo Alliance.

Dessa forma, dentro da vasta programação do festival, a WCRA realizou uma de suas etapas de rodeio com US$ 500 mil em jogo para os competidores de todas as modalidades, ou seja, um WCRA Triple Crown. De 6 a 9  de maio, divididos em turmas e em formato progressivo, os atletas buscaram uma fatia dos prêmios. Não só das diárias, como também da final.

Junior Nogueira, ao lado do seu parceiro, o cabeceiro Kaleb Driggers, venceu o WCRA Triple Crown de Corpus Christi no Team Roping. A dupla passou por duas classificatórias e conquistou a vaga na rodada final ganhando a preliminar de sábado. Domingo (9) venceram as duas rodadas e ficaram com o título. 6s4 foi o tempo do último round que valeu US$ 16.500,00.

Na Montaria em Touro, João Ricardo Vieira entrou direto no Showdown Round de domingo e marcou 89,5 pontos. Um dos três a obter nota, classificado então ao lado de Derek Kolbaba e Josh Frost. Na decisão, somente Kolbaba parou, vencendo o rodeio, enquanto João e Josh dividiram o restante do dinheiro, ambos sem nota.

O bom é que esse evento pontuou para o ranking da segunda divisão da PBR, a Pendleton Whisky Velocity Tour. Assim como a PBR realizou ainda, no dia 6, duas etapas da terceira divisão, a Touring Pro. João Ricardo foi o melhor brasileiro nas duas oportunidades melhorando sua soma total no ranking.

João Ricardo Vieira também foi destaque do Rodeo Corpus Christi válido pelo WCRA; no caso dele ainda pontuando para a PBR
Keyla

PRCA

Quem acompanha o campeonato mundial de rodeio sabe que todos os atletas se desdobram para dar conta do máximo de etapas possíveis. Afinal, o que manda no ranking mundial é o dinheiro ganho em cada prova. Por isso, quanto mais possibilidades melhor para quem quer estar bem posicionado.

Junior Nogueira, além da WCRA, esteve no Matagorda County Fair & Livestock Exposition, em Bay City, Texas. Ao lado de Kaleb Driggers foi sexto lugar no Team Roping, 4s4 e a premiação de US$ 669,00. O brasileiro é o quarto melhor do ranking mundial da Laço Pé, com US$ 29.554,51.

Keyla Polizello Costa também pontuou nessa mesma rodada. Com o tempo de 15s57 terminou o Crockett Lions Club PRCA Rodeo, em Crockett, Texas, em quinto lugar. “Deus cuida de cada detalhe e do momento certo para tudo acontecer! Zumanity Cristal CMV me presenteia com uma grande corrida”, comenta ela em seu Instagram. A amazona brasileira somou US$ 679,00 para o ranking de Três Tambores.

Hoje, no ranking mundial WPRA/PRCA, ela está entre as 50 melhores do mundo. E foi noticia mais uma vez recentemente nos Estados Unidos com a venda da sua égua Spotlite Ta Fame com recorde de preço de um leilão em Oklahoma.

Por Luciana Omena
Fonte: WCRA e PBR
Crédito da foto de chamada: Divulgação/WCRA

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Internacional

Kassie Mowry é a melhor amazona de Três Tambores da década

Competindo em rodeios com destaque, o forte dela é mesmo as provas de potro do futuro, onde há ultrapassou US$ 3,5 milhões em ganhos

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Mais de 20 anos depois de sua primeira prova nos Três Tambores, em 1999, Kassie Mowry é um dos nomes mais respeitados no quesito treinamento de potros para a modalidade. Exímia amazona, de acordo com o Equi-Stat, já são mais de US$ 3,5 milhões em ganhos. Especialmente na última década, a treinadora têm tido êxito em provas e rodeios por todo os Estados Unidos.

Kassie Mowry, 39 anos, é natural de Corona, Califórnia, e entrou nesse meio por causa de uma grande paixão que tinha por cavalos. Ela adora treinar animais de três anos de idade e vê-los despertar para o esporte. Portanto, ensinar ao potro o percurso dos Três Tambores e fazê-lo correr bem uma prova são coisas que a inspiram.

Em 2003, entrou para a WPRA e de lá para cá se classificou para duas National Finals Rodeo (2005 e 2017). Contudo, seu forte mesmo são as provas de potro do futuro. Assim, entre seus títulos, é Barrel Futurities of America World Champion e ganhadora de múltiplos futurities, slot races, rodeios e provas abertas.

Competindo em rodeios com destaque, o forte de Kassie Mowry são as provas de potro do futuro, onde há ultrapassou US$ 3,5 milhões em ganhos
Com Epic Guy

A realidade, antes de mais nada, é que poucos têm o que é preciso para fazer um cavalo de Três Tambores de elite. Selecionar e treinar um vencedor em potencial é ainda mais difícil no circuito de potros do futuro, quando os cavalos precisam estar no topo desde muito cedo. Mas Kassie Mowry, moradora de Dublin, Texas, é especialista no assunto.

Muitos cavalos de seu programa também tiveram sucesso em alto nível na arena de rodeio. Não só com ela, como também com outros cavaleiros. Além de selecionar pedigrees que se encaixam em seu estilo, ela desenvolveu um olhar aguçado e sensibilidade para distinguir talentos.

Fonte: BarrelHorseNews, WPRA
Crédito das fotos: Divulgação/Springer

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Internacional

Rodrigo Dib conta como as provas estão ‘a todo vapor’ na Austrália

Com a Covid-19 controlada no país, competidores seguem os campeonatos em todas as modalidades, como o Laço em Dupla, esporte do brasileiro

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Há cerca de 2 anos o laçador brasileiro Rodrigo Dib mudou-se para a Austrália a fim de estudar e trabalhar. Levou consigo, sobretudo, a paixão pelos cavalos e pelo Laço em Dupla. Então, assim que se ambientou por lá conseguiu começar a laçar em provas e campeonatos da modalidade.

Como em todo o mundo e para todas as atividades, a pandemia da Covid-19 afetou a vida e os eventos equestres na Austrália. Contudo, desde que as provas e rodeios voltaram, seguem normalmente sem restrições. “Aqui praticamente zeramos a pandemia. Eventos ocorrem normalmente, mas com todo o controle, assim como em todo o País”, conta Rodrigo Dib.

Antes de qualquer prova ou rodeio, a organização realiza uma entrevista com todos os atletas. “Preenchemos um termo atestando que não estivemos próximos a lugares em que há comprovadamente pessoas que testaram positivo”.

De acordo com o laçador, toda Austrália é muito bem monitorada. “Hoje, todos os casos que surgem são de pessoas que chegam ao País de viagem ao exterior e ficam, obrigatoriamente, em quarentena. Além disso, para circular fazemos leitura de QR Code nos lugares em que vamos. Toda a nossa movimentação fica registrada”, reforça.

Quando conversamos com ele ano passado, Rodrigo Dib liderava os campeonatos de Laço em Dupla que participa. E aguardava o retorno das competições, que estavam paralisadas, na época, por conta do lockdown. “Eu encerrei a temporada em terceiro lugar na categoria #soma12 do SWRS. Quando os eventos voltaram, não fui a muitas provas, acabei ficando sem cavalo”.

Campeonatos em 2021

Rodrigo Dib corre no Laço em Dupla em dois campeonatos, o ECTRA – East Cost Team Roping Association e o SWRS – Sydney Western Riders Series. Assim como em provas independentes. O maior é o ECTRA, que começou agora maio e vai até o final do ano, e que paga as melhores premiações. A final, em dezembro, é a prova que mais dá prêmios na Austrália – além dos 70% das inscrições + $ 50 mil. O SWRS já começou em fevereiro e também ocorre até o final do ano.

O brasileiro, que laça no Laço Pé com cabeceiros australianos e um brasileiro (Antônio Bissoli), já ganhou provas ou ficou no Top 5 na temporada 2021. Pelo SWRS, duas etapas já aconteceram. Rodrigo Dib ganhou uma delas na #soma12 e em outra ficou em quinto lugar. Na #soma10, encerrou uma das provas em quarto lugar.

Recentemente também ficou em terceiro lugar no Summer Series na #soma10. É um campeonato também, que começou em dezembro de 2020, com cinco etapas até o momento. “Até agora, com o Antônio, conquistei um quinto lugar. Porém, tenho ido melhor com o Warren Byres, um australiano. Fazemos as inscrições via aplicativo, pagamento também, e por lá escolhemos os parceiros”.

De Bragança Paulista/SP, Rodrigo Dib mora em Sydney, com a namorada. Engenheiro, trabalha como designer para a Boo Group, uma empresa de marketing. Está animado agora para a sequencia da temporada 2021 na Austrália. Desde outubro treina e laça em Just Spin N Drive, de 5 anos, Filho do Hydrive Cat em égua Smart Little Lena.

“Não corri muitas etapas desde que as provas voltaram ano passado, estava sem cavalo, Comprei meu cavalo em outubro de 2020, passei alguns meses treinando e agora voltei à competições”, finaliza.

Por Luciana Omena
Crédito da foto: Arquivo Pessoal

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Internacional

Égua de brasileira é o lote mais caro de leilão nos Estados Unidos

Ganhadora de mais de US$ 40 mil, Spotlite Ta Fame, de Keyla Polizello Costa, foi a sensação do 41st Triangle Spring Sale; veja também resultados do Guymon Pioneer Days Rodeo

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Quando colocou Spotlite Ta Fame à venda, a amazona brasileira Keyla Polizello Costa não imaginava o desfecho tão impressionante dessa história. Mas, no último sábado (1°), a égua foi o lote melhor valorizado do 41st Triangle Spring Sale: R$ 170 mil.

“Inexplicável tudo que vivi no último final de semana. Apesar de ter experiência de anos nesse negócio, a venda da Spotlite Ta Fame foi um dos momentos mais sensacionais que já passei aqui nos Estados Unidos. Com tantos animais bons de Três Tambores por aqui ela sair como o recorde de preços nos deixou muito felizes”, conta a brasileira que mora nos Estados Unidos há quase 4 anos.

Com mais de US$ 40 mil em ganhos até o momento, Spotlite Ta Fame coleciona alguns bons resultados. Em 2021, por exemplo, bateu recorde da pista em Rapid City. Assim, esse fato aumentou o interesse das pessoas e ela já era cobiçada há alguns meses. O casal Keyla e Marcos Costa (laçador e marido da competidora), que treinou e preparou a égua para o circuito mundial de PRCA, ficou satisfeito pelo reconhecimento do trabalho deles.

“É difícil para nós brasileiros, que entramos nesse jogo a menos tempo, fazer um animal chegar onde ela chegou. De fato, eu nunca imaginei essa visibilidade e esse interesse das pessoas nela. E quando o leilão começou, com 240 animais, não esperava que a Spot fosse o recorde de venda. Deus é maravilhoso a todo o momento”.

Kellie Collier, na PRCA desde 2015 e com uma qualificação para a NFR em 2017, já pagou e levou a égua para casa.

Égua de brasileira, ganhadora de mais de US$ 40 mil, Spotlite Ta Fame, de Keyla Polizello Costa, foi a sensação do 41st Triangle Spring Sale
Spotlite Ta Fame, Rafael Celeste, da ProFfture Equine e uma das donas do leilão – Foto: H Photography

Futuro

Passada a emoção da partida da Spotlite Ta Fame, Keyla conta que ainda não sabe se vai comprar outro cavalo. “Por enquanto, fico com a Zumanity Cristal CMV, minha outra égua, que veio do Brasil, e temos mais três potrinhos para chegar, projeto mais a longo prazo”, conta.

Mesmo com alguns rodeios adiados ou cancelados por conta da pandemia, o circuito mundial da PRCA tem uma agenda apertada. Agora, parece que as etapas voltaram a acontecer em maior número a cada semana, e com um cavalo só Keyla conta que diminuirá um pouco sua participação.

“Tem muito rodeio e eu conseguia revezar as duas éguas entre três a quatro etapas por semana. Mas agora farei uma reprogramação. Cheguei a estar na posição 23 do ranking WPRA/PRCA e agora, com pouco mais de US$ 5 mil, ocupo a 47ª posição. Minha melhor colocação desde que comecei a disputar o circuito mundial”.

lote 38, Égua de brasileira é o lote mais caro de leilão nos Estados Unidos

Guymon Pioneer Days Rodeo

Enquanto aguardava o desfecho do leilão, Keyla estava em Guymon, Oklahoma, para mais um rodeio. Entre quase 200 cavalos, ela fez o 13° melhor tempo da segunda rodada, 17s38, e por pouco não alcançou a zona de premiação e a classificação para a final da etapa.

Mas, seu marido, Marcos Alan Costa, ficou em oitavo lugar na média do Tie-Down Roping. Somou 30s11 no total. Sua melhor colocação foi no terceiro round quando marcou 9s3, o quarto melhor tempo. No total, somou quase US$ 3 mil dólares elevando sua posição para 17° no ranking mundial. Marquinhos agora tem US$ 17.477,69.

Junior Nogueira também esteve em Guymon no Team Roping. Ao lado de Kaleb Driggers marcou o sexto melhor tempo da primeira rodada, 9s6. Com quase US$ 800,00 conquistados continua em quarto lugar do ranking mundial da Laço Pé, agora com US$ 29.554,51.

Por Luciana Omena
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Jackie Jensen

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Internacional

José Vitor Leme assume a liderança do ranking da PBR

O segundo lugar na etapa da Omaha deu ao brasileiro a ponta do ranking mundial; Dener Barbosa e João Ricardo Vieira também encerraram no Top 10

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Jose Vitor Leme deu aos fãs um motivo para prender a respiração por um minuto no domingo, 2 de maio. Ele se encaminhou ao vestiário segurando seu braço de montaria logo depois da apresentação na segunda rodada em Jayded. No entanto, quando voltou para o round final o brasileiro afastou qualquer preocupação.

Apenas José Vitor Leme, o campeão da etapa Cooper Davis e Dener Barbosa tiveram 100% de aproveitamento na etapa de Omaha, Nebraska, nesse final de semana. Para o brasileiro, mais um encontro vencedor com I’m Legit Too fez toda a diferença. Com 91,75 pontos e a segunda posição ao final do rodeio ele assumiu a liderança do ranking mundial da PBR.

Acima de tudo, foi sua décima montaria com nota na casa dos 90 pontos na temporada 2021. E ele quase venceu essa etapa, não fosse a ótima performance do americano ao marcar 92,25 pontos. A classificação, portanto, deu a Leme 107,5 pontos para o ranking. Ele ficou apenas com 27,50 pontos a mais que o agora segundo melhor do campeonato, Kaique Pacheco.

Kaique encerrou a etapa em 12° lugar, com uma montaria válida. João Ricardo Vieira foi o oitavo melhor do final de semana, também com uma montaria válida. Mas perdeu o posto de terceiro melhor do mundo para Davis.

Dener Barbosa fez uma ótima etapa também. Além do terceiro lugar no resultado final, onde ganhou US$ 20.655,98 e 138,5 pontos para o ranking mundial, venceu o 15/15 Bucking Battle. Na rodada especial marcou 91,25 pontos em Marquis Metal Works Red Clark, tirando a invencibilidade do touro. Se manteve em quinto lugar no ranking geral. 

O segundo lugar na etapa da Omaha deu José Vitor Leme a ponta do ranking mundial; Dener e João Ricardo Vieira também encerraram no Top 10
Caic Cassio – Foto: André Silva

Outros resultados

Pela 12ª etapa da Unleash the Beast ainda pontuaram para o Brasil: Silvano Alves (11°), Junior Patrik de Souza (13°), Maurício Moreira (15°) e Ramon de Lima (16°). Junior Patrik também foi bem no 15/15, segunda melhor nota, 87,50 pontos. Agora ele é o sétimo do ranking mundial, atrás do líder por 521 pontos.

Ainda falando em ranking mundial, sete brasileiros figuram entre os dez melhores no momento. Leme, Kaique, João Ricardo, Dener e Junior Patrik já citados. Assim como Marco Eguche, oitavo colocado, e Rafael Henrique dos Santos, décimo.

No mesmo final de semana a PBR esteve em Corpus Christi, Texas, para mais uma etapa da Velocity Tour, primeira divisão de acesso à categoria principal do campeonato. A vitória foi do brasileiro Caic Cassio Carvalho, único com três paradas em três bois montados.

Foram duas notas 87 pontos, nas duas primeiras rodadas, e 86,50 pontos no round decisivo, em Just Another Gangster. Como resultado, Caic ganhou 44 posições no ranking mundial e agora ocupa o 46° lugar. Melhor ainda, ganhou uma vaga para montar na primeira divisão daqui algumas semanas.

A próxima etapa da Unleash the Beast acontece de 14 a 16 de maio, em Billings, Montana.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Brasileiro Frederico Werneck sobe ao pódio na USTRC Finals

A USTRC National Finals é uma das provas de Laço em Dupla mais aguardadas e que mais pega premiação nos Estados Unidos

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Laçadores de todo os Estados Unidos estão reunidos no Will Rogers Memorial Center, em Fort Worth, Texas. A USTRC National Finals mudou a data de realização do seu evento principal para abril, mas continua forte e com alta premiação. Quem se deu bem por lá essa semana foi o brasileiro Frederico Werneck na categoria #12,5 Shootout.

Ao lado do peseiro TJ Bowler, o laçador brasileiro, nos EUA desde 2017, somou 31s22 em quatro rodadas e encerrou a prova em segundo lugar. A fatia de prêmio reservada para esse posição foi de US$ 42 mil. Em seu perfil no Instagram ele agradeceu pelo resultado e ao seu parceiro.

Frederico Werneck (à direita na foto) mora em Burleson, Texas. É laçador profissional, treinador de cavalos e mentor de laçadores. Além disso, é um ponto de apoio para os amantes do cavalo que, frequentemente, saem do Brasil para conhecer de perto como se vive nesse meio por lá.

Inclusive, para a própria USTRC National Finals em anos anteriores, os brasileiros que se classificavam através do campeonato do CPLD sempre puderam contar com ele em diversos aspectos.

Ademais, quem gosta de laço e acompanha a modalidade certamente lembra dos tempos de Frederico Werneck aqui no Brasil, atuando fortemente no Laço Individual.

O evento segue de 26 de abril a 2 de maio. Ano passado, o primeiro ano de realização em Fort Worth em abril coincidiu com o começo da pandemia de Covid-19. A empresa que administra resolveu, então, adiar para setembro. Um das maiores finais de 32 anos de história, com 6.400 duplas e 2.200 laçadores.

Disputam a prova competidores das categorias Open, #16,5, #15,5, #14,4, #13,5, #12,5, #11,5, #10,5, #9,5, entre outras. Resultados completos, clique aqui.

Por Luciana Omena
Crédito da foto: Reprodução/Instagram

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Internacional

Junior Nogueira pontua no Clóvis Rodeo e agora é o quarto do ranking

Competidores brasileiros se juntaram a um time de peso nesse que é um dos rodeios mais tradicionais dos Estados Unidos

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O Clovis Rodeo existe desde 1914, portanto, a edição 2021 comemorou 107 anos de rodeio na cidade de Clóvis, Califórnia. De 22 a 25 de abril, os atletas que disputam o campeonato mundial da PRCA estiveram por lá e o brasileiro Junior Nogueira encerrou sua participação no Team Roping em terceiro lugar.

Foram quatro rodadas, sendo três classificatórias e a final. Juninho (foto de chamada) e Kaleb Driggers somaram 40s3 ao final de todos os rounds. As duas melhores performances foram no terceiro round, 10s2, oitavo lugar empatados com Cody Snow/Wesley Thorp; e na rodada final, 9s8, terceiro melhor tempo.

Assim, com ganhos de mais de US$ 4 mil nesse rodeio, Junior Nogueira soma agora US$ 28.666,48 no ranking mundial da PRCA no Laço Pé. Subiu uma posição e é o quarto colocado.

Competidores brasileiros se juntaram a um time de peso para o Clóvis Rodeo, que é um dos rodeios mais tradicionais dos Estados Unidos
Marcos Alan em Red Bluff, etapa anterior na Califórnia – Crédito da foto: Weasel Load Photo

Marcos Alan Costa também fez um bom Clóvis Rodeo esse ano, considerado um dos 12 melhores rodeios da PRCA. Ao lado da esposa Keyla Polizello, ele viajou do Texas, na porção central dos Estados Unidos, para a Califórnia, na costa Oeste, com o intuito de competir em algumas etapas por lá.

Encerrou sua participação em sexto lugar no Tie-Down Roping ao somar 45s1. Seus dois melhores resultados foram no primeiro round, sétimo melhor tempo, 9s5; bem como na terceira rodada, sexto melhor tempo, 10s4. Ao todo, Marquinhos somou quase US$ 3 mil dólares.

Apesar de ter elevado seus ganhos para US$ 16.179,56, o brasileiro permanece na 18ª posição no ranking mundial da modalidade.

Por Luciana Omena
Crédito da foto de chamada: Divulgação PRCA/Dan Hubbell

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Internacional

Brasileiros garantem boas colocações no NRBC de Rédeas

A segunda prova mais aguardada da modalidade no calendário mundial aconteceu de 18 a 25 de abril em Katy, Texas

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O NRBC – National Reining Breeders Classic é, sem dúvida, a segunda prova mais aguardada da temporada de Rédeas. Não só pelo prestígio do título e pela alta premiação, como também pelo nível técnico de cavalos e cavaleiros. Em outras palavras, todo mundo quer ganhar o NRBC um dia e ostentar essa vitória no currículo.

Caso dos brasileiros Eduardo Salgado, Leonardo Kellerman e Lucio Casalecchi. Os três foram campeões da edição 2021 e voltaram para casa felizes da vida. Antes de mais nada, a primeira edição do NRBC foi em 1998, em Guthrie, Oklahoma, um ano depois da criação do evento por um grupo forte de criadores de Rédeas: Tom McCutcheon, Tim McQuay, Colleen McQuay, Pete Kyle, Dick Pieper, Carol Rose, Gary Putman e Robert Chown.

A segunda prova mais aguardada da modalidade no calendário mundial, o NRBC aconteceu de 18 a 25 de abril em Katy, Texas; Brasil no pódio
Eduardo Salgado

NRBC Open N2

Eduardo Salgado, que tem seu centro de treinamento em Gainesville, Texas, e Leonardo Kellerman, assistente do Six Million Dollar Rider Andrea Fappani, empataram na primeira colocação do NRBC Open Nível 2.

Com a égua Isnt She Dreamy, de propriedade da brasileira Renata Lemann, Eduardo Salgado marcou 219,5 pontos. Mesma nota de Leonardo Kellerman e Blazed By Magnum, de propriedade de Diane Yoder.

De acordo com Eduardo, a passada deles na final foi perfeita. “Ela tem ótimas paradas e me deu tudo dela esta noite. Eu a monto há dois anos, mas não participamos de muitas provas antes. Então, de fato, essa foi a primeira grande prova dela em alto nível. Eu a amo e ela foi incrível!”

Profissional desde 1999 e nos Estados Unidos desde 2013, esse foi o primeiro título de NRBC do treinador. Renata Lemann estava lá e viu de perto o êxito de Isnt She Dreamy: “Tenho muito orgulho do Eduardo e da égua. Ela tem um coração muito forte e dá tudo na pista, é muito especial”.

Kellerman contou que fez uma classificatória com menos pressão a fim de garantir uma vaga. Mas na final, ele e Blazed By Magnum adicionaram mais velocidade e melhoraram sua performance. Há dois anos e meio no Arizona, o jovem brasileiro conta que ama esse mundo da Rédeas e tem feito seu trabalho com muita alegria, especialmente agora que começou a participar efetivamente das provas.

“Eu realmente amo isso, é muito divertido. E o Blazed By Magnum é um cavalo muito especial. Bastante parador e muito bem-humorado”. Treinando Rédeas desde os 11 anos de idade, Léo se mudou para os Estados Unidos aos 19 anos e aproveita ao máximo a oportunidade ao lado de Fappani.

A segunda prova mais aguardada da modalidade no calendário mundial, o NRBC aconteceu de 18 a 25 de abril em Katy, Texas; Brasil no pódio
Leonardo Kellerman

NRBC Open N1

No Great Southwest Equestrian Center outro brasileiro recebeu prêmio de primeiro lugar no NRBC 2021. Campeão da Open Nível 1, Lucio Pontes Casalecchi apresentou Ruffed Up Spooks, de propriedade do Ixtul Quarter Horses, LLC. Marcaram, portanto, 217,5 pontos na final. No Nível 2, o conjunto empatou em terceiro lugar. Lucinho trabalha para o também brasileiro Thiago Boechat, em Purcell, Oklahoma.

Há 2 anos nos Estados Unidos, essa foi a segunda final de NRBC do jovem treinador. “Ano passado cheguei à final do Nível 1 e agora entrei na decisão dos Níveis 1 e 2. Ruffed Up Spooks tem cinco anos agora e é um cavalo realmente consistente. Parou muito bem e fizemos uma ótima final juntos. Amo esse cavalo”, conta o campeão, que já está ansioso para o NRHA Derby em junho.

A segunda prova mais aguardada da modalidade no calendário mundial, o NRBC aconteceu de 18 a 25 de abril em Katy, Texas; Brasil no pódio
Lucio Casalecchi

Outros resultados

No Nível 4, a categoria máxima do evento, o melhor brasileiro foi Franco Bertolani. Com Gangsta Sixtysix marcou 222,5 pontos na final para garantir o nono lugar, empatado com Kole Price e Trendsettter. Franco classificou dois dos três cavalos que apresentou. Com Hollys Hijacker a nota foi 220 pontos, empatado com mais quatro conjuntos.

Gabriel Bittar Borges e Fernando Salgado também estiveram na final do Nível 4. Gabriel apresentou Lenas Shining Gun e marcou 222 pontos na final, 11° lugar, empatado com mais três conjuntos. Fernando apresentou Gotta Shiney Peso e não obteve nota na final.

Clemerson Barbalho classificou Spooks Gotta Outfire para a final nos Níveis 2 e 3. Ao marcar 216,5 pontos encerrou a competição em sétimo lugar do Nível 2, empatado com outro conjunto, e em 15° lugar no Nível 3, também empatado com mais um conjunto.

Com Sonshinewhiz, Marcos Guimarães fez a final NRBC Open nos níveis 1 e 2. Terceiro lugar no Nível 1, com 214,5 pontos. Nota que lhe deu também o 13° lugar do Nível 2. Lucio Casalecchi também classificou Xtra Voodoolicious para a final do Nível 1 e com 211 pontos encerrou sua participação em 11° lugar, empatado com outro conjunto.

Por fim, os campeões da Open Nível 4 foram Jason Vanlandingham e A Vintage Smoke, empatados com Dany Tremblay e Tinker With Dreams. Ambos marcaram 228,5 pontos e decidiram por dividir o prêmio e o título. Pelo NRBC Non Pro, Mandy McCutcheon venceu o Nível 4 (Jlosa – 224,5 pontos), enquanto sua filha, Carlee McCutcheon, foi campeã dos Níveis 2 e 3 (Dun With Guns – 218,5 pontos).

Renata Lemann

Rookie

A programação do NRBC, tradicionalmente, congrega outras categorias ao longo da semana. O NRBC é um Classic, para cavalos mais velhos, então há também provas para cavalos mais novos, por exemplo, entre outras. Devido a uma parceria do evento com a Paramount Network e os produtores do The Run For A Million, prova milionária lançada em 2019, houve uma classificatória para a categoria Rookie durante o NRBC.

E a brasileira Renata Lemann, que atualmente mora na Flórida, competiu. Com Survivorman, de sua propriedade, ela encerrou sua participação em sétimo na primeira classificatória, terça (20), em sexto na segunda classificatória, na quinta (22), e em segundo lugar no Yellowstone Paramount Network Rookie Shootout Consolation, no domingo (25).

“Foi uma prova muito forte, 70 cavalos mais ou menos competindo, estava mais forte que o normal para a categoria. E para quem não classificou ao The Run For A Million, teve o consolation e eu participei também. Foi a minha terceira corrida na semana e consegui melhorar muito algumas coisas durante os dias de treino com o Eduardo [Salgado]. Consegui tocar mais o meu cavalo nos círculos e nas paradas, o que foi muito bom.”

Resultados completos, clique aqui.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/ Waltenberry
Nas fotos de chamada: Eduardo, Léo e Lucinho/Crédito: NRBC

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Internacional

Kaique Pacheco conquista invicto etapa de Nampa da PBR

Brasileiros dominaram o evento, um dos mais tradicionais da entidade; no ranking, as três primeiras posições também são do Brasil

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Campeão mundial da PBR em 2018, o brasileiro Kaique Pacheco foi o único com 100% de aproveitamento na tradicional etapa de Nampa, Idaho, pela PBR. Nos dias 23 e 24 de abril, os 30 melhores do ranking se reuniram para a 11ª etapa do campeonato mundial de montaria em touros. Além disso, das dez primeiras posições, oito foram ocupadas por brasileiros.

Em sua trajetória para a quarta fivela da temporada, Kaique Pacheco superou na segunda rodada Ain’t Easy Being Me para 74,75 pontos. Nota abaixo do esperado, contudo, manteve o competidor em quinto lugar na etapa. Pensando em buscar mais uma vitória, selecionou o touro número dois do mundo, Chiseled.

Apenas uma semana antes, Kaique Pacheco conquistou a maior nota da carreira ao montar esse touro no 15/15 da etapa de Oklahoma City. Grande expectativa para esse novo encontro, com os fãs indo à loucura à medida que os segundos avançavam. Todos estavam de pé quando anunciou-se no telão a nota 90,25 pontos.

Feliz ele subiu ao shark-cage no centro da arena para receber o cheque de US$ 25.431,87, enquanto computou 125 pontos para o ranking mundial. Foi a quarta vitória de Kaique Pacheco em 2021 e a confirmação da liderança no ranking mundial.

De acordo com o portal Rodeio S.A., essa quarta vitória em 11 eventos na temporada até o momento, além de mostrar a excepcional fase do brasileiro, é um fato raro na história da PBR. Marca alcançada até hoje somente por outros três competidores.

Com a vitória em Nampa, o líder do ranking totaliza 18 vitórias na elite da PBR. Segundo o Rodeio S.A., sexto melhor índice de todos os tempos e agora está apenas quatro conquistas de igualar a marca do quinto colocado, Chris Shivers, que venceu 22 vezes.

Kaique Pacheco puxou a filha do domínio brasileiro em Nampa, Idaho; no ranking, as três primeiras posições também são do Brasil
José Vitor Leme x Top Shelf

Outros resultados

José Vitor Leme encerrou Nampa em segundo lugar. Ele caiu na segunda rodada, porém a vitória no round anterior lhe deu vaga na decisão. O atual campeão mundial da PBR montou em The Right Stuff e marcou 89,50 pontos. Assim, somou US$ 16.151,58 e 90 pontos para o ranking mundial. Subiu uma posição na classificação geral do campeonato, agora é o vice-líder, atrás de Pacheco por 66 pontos.

Em terceiro lugar na etapa, Dener Barbosa. Sua melhor performance foi na rodada final, 90 pontos. Classificação que lhe rendeu 71 pontos para o ranking mundial, mantendo a quinta posição, e US$ 13.399,48. O quarto lugar em Nampa foi de João Ricardo Vieira, levando 63 pontos para o ranking. Ele agora é o terceiro colocado, 129 pontos atrás de Kaique.

Mauricio Gulla Moreira e João Henrique Lucas empataram em número de pontos e dividiram os prêmios da quinta e sexta posições. Maurício, portanto, é agora o 12° melhor do ranking mundial. Eduardo Aparecido em oitavo e Alex Cerqueira em nono completaram o domínio do Brasil nesse rodeio. Assim como pontuaram ainda Marco Eguche (13°) e Marcelo Procópio Ferreira (14°).

Os competidores também disputaram um 15/15 Bucking Battle em Idaho. José Vitor Leme foi o único com nota nessa rodada extra especial. Marcou 92,50 pontos em Top Shelf, um passo a mais na busca pela liderança da temporada. Pela Velocity Tour, segunda divisão, Paulo Ferreira Lima conquistou o segundo lugar na etapa de Wichita, Kansas. A próxima etapa da Unleash the Beast acontece dias 1° e 2 de maio em Omaha, Nebraska.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Pete Knight tem quatro títulos mundiais de Sela Americana

Nascido em 5 de maio de 1903, na Filadélfia, Pensilvânia, curiosamente faleceu quase seis meses após a conquista do seu quarto título mundial da PRCA, em 23 de maio de 1937, e Hayward, Califórnia

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Pete Knight dominou a modalidade Sela Americana mais do que qualquer outro competidor de sua época. Ganhou quatro campeonatos mundiais pela PRCA (1932-33; 1935-36), assim como quatro títulos canadenses.

Também venceu várias vezes alguns dos rodeios importantes da época: Cheyenne Frontier Days (1930); Pendleton Round-Up (1929-30; 1932, 1935-36); Reno Rodeo (1932, 1935-36).

Embora tenha nascido na Filadélfia, Pensilvânia, Knight cresceu em Stroud, Oklahoma, e perto de Crossfield, Alberta (Canadá). Montou em seu primeiro rodeio aos 16 anos, encerrando em segundo lugar na Montaria em Touros.

Nos 12 anos seguintes, contudo, ele dominou a Sela Americana, entrando em todas as finais de rodeios e campeonatos, com muitos títulos. Nos Estados Unidos e Canadá.

O ‘Rei dos Cowboys’ da década de 30 entrou para o Rodeo Hall of Fame do National Cowboy and Western Heritage Museum em 1958. Bem como para o ProRodeo Hall of Fame em 1979.

Nascido em maio de 1903 na Pensilvânia, Pete Knight curiosamente faleceu quase 6 meses após a conquista do seu quarto título mundial da PRCA

Além dos rodeios já citados, Pete Knight também ganhou o famoso Calgary Stampede e World Series Rodeo, no Madison Square Garden, em Nova York. Por seu destaque, também montou na Inglaterra e na Austrália.

Quando foi campeão mundial a PRCA ainda se chamava Rodeo Association of America (RAA). Por consequência, ele foi um dos fundadores da Cowboys Turtle Association (CTA) em 1936. No entanto, sua vida e sua carreira foram interrompidas alguns meses depois, em 23 de maio de 1937.

Durante o Rowell Ranch Rodeo, em Hayward, Califórnia, um cavalo chamado Duster o derrubou e pisou nele. Knight se levantou e deixou a arena por conta própria, mas morreu na ambulância a caminho do hospital. Teve o fígado perfurado e uma costela quebrada.

Alguns de seus pertences, como troféus, selas e fivelas, encontram-se expostos no National Cowboy Museum.

Fonte: ProRodeo, Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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Internacional

Dois mentores de peso na vida e na carreira de Junior Nogueira

O brasileiro passou dois curtos períodos nos Estados Unidos, em 2007 e 2009, quando trabalhou para Robbie Schroeder. Até que em 2014 viajou novamente do Brasil e encontrou apoio em Jake Barnes; confira essa história

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Nascido em uma família do cavalo, dos dois lados, Junior Nogueira dá continuidade ao talento inato que tem para os esportes equestres, especialmente para o laço. Morando nos Estados Unidos, tornou-se conhecido e respeitado pela comunidade mundial de rodeio. Sua categoria principal é o Laço Pé, mas ele também é exímio na Cabeça e no Bezerro.

Impossível nominar todos os seus títulos desde quando ele começou a competir. Mas o que se destaca hoje é sua participação no campeonato mundial da PRCA, entre outras provas e rodeios nos Estados Unidos. Antes de mais nada, ele tem ciência de que não ganhou apenas títulos e notoriedade nesse período. Sua coleção de fãs, apoiadores e mentores só aumenta.

Ninguém conquista nada sozinho em nenhum esporte ou atividade que seja. E Junior Nogueira agradece pela benção das pessoas que Deus colocou em seu caminho. A começar pelos pais. Lucinei Nunes Nogueira ‘Testa’ faleceu quando Juninho tinha 5 anos de idade. Um dos maiores ídolos do Laço no Brasil até hoje, sem dúvida. Eliziane Nogueira, a guerreira, também exímia laçadora e um dos maiores suportes que o laçador tem em sua vida. Nessa conta além da irmã Ludmila, a esposa Jaqueline, a filha Isabella, e seus amigos.

“Meu pai era um cavaleiro e treinador respeitado, por isso tenho orgulho de dar continuidade ao que ele começou, ao seu legado”, conta Junior Nogueira à reportagem da AQHA Journal. “Venho de uma família de bons treinadores de cavalos – meu pai, meus tios, meus primos. Sempre sonhei em ser um cavaleiro bom o suficiente para ganhar provas importantes”.

Com toda certeza, o laço está em seu DNA. Juninho vive com uma corda na mão desde que se entende por gente.

Junior Nogueira trabalhou para Robbie Schroeder e laçou por dois anos com Jake Barnes; duas lendas que se tornaram amigos e mentores
Juninho e Robbie Schroeder

Robbie Schroeder

Ainda para a reportagem da AQHA, Junior Nogueira contou que tem o falecido cavaleiro Robbie Schroeder como uma grande influência e mentor. “Foi o melhor cavaleiro de todos os tempos, na minha opinião”, comenta. “A primeira vez que vim para a América, o primeiro lugar em que lacei foi a arena de Robbie. E ele me convidou para ficar. Robbie era incrível com cavalos”. Foi uma passagem curta pelos Estados Unidos. Mas Juninho voltou mais duas vezes e nas duas trabalhou com o então mentor.

“Com o passar dos anos, Robbie me dizia toda vez que eu falava com ele: ‘Estou tão orgulhoso de você, amo você como um filho’. A última vez que falei com ele – antes dele falecer no dia 30 de dezembro em decorrência da Covid-19 – foi durante a NFR 2020. Me fortaleceu com confiança quando eu precisei. Robbie era um grande amigo e me ensinou muito sobre cavalos e equitação”.

Junior Nogueira trabalhou para Robbie Schroeder e laçou por dois anos com Jake Barnes; duas lendas que se tornaram amigos e mentores
Juninho e Jake Barnes

Jake Barnes

Juninho cresceu assistindo aos vídeos de laço que seu pai tinha de Jake Barnes, Clay O’Brien Cooper, Allen Bach e Walt Woodard, entre outros. Quando resolveu ficar de vez nos Estados Unidos foi Jake Barnes e sua esposa, Toni, que o acolheram. Uma relação familiar, além da profissional, surgiu rapidamente. E hoje Juninho os chama de papai e mamãe. São sua segunda família, com toda certeza.

“Quando vim para ficar com Jake, não trouxe nada do Brasil. Tinha um sonho e US$ 500,00 no bolso quando cheguei à América para laçar com ele em 2014. Jake e Toni me acolheram e me trataram como uma família. Essa foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. Ele trabalha duro e é intenso, foi rígido comigo. Foram dois anos que mudaram a minha vida. Agradeço a Deus e a Jake por tudo o que tenho”.

Admiração e gratidão também são sentimentos de Jake em relação a Juninho. O experiente treinador, sete vezes campeão mundial pela PRCA, acredita que Junior foi ‘enviado do céu’. “Deus enviou Junior para mim”, afirma Jake para a AQHA Journal. Tudo que aprendeu com Alln Bach, Leo Camarillo e Clay O’Brien Cooper, seus parceiros, ele passou para o brasileiro.

“Esse é o círculo da vida no rodeio. Leo olhou para caras como eu e Tee Woolman como filhos. Senti o mesmo por Júnior, e ainda sinto. Foi muito legal ajudá-lo e ver agora todo o seu sucesso. Me deixa muito orgulhoso”.

Kaleb Driggers e Juninho – Foto: National Team Roping

Gratidão

Nessa trajetória vencedora, são muitos os amigos e mentores no Brasil e nos Estados Unidos, como seu atual parceiro Kaleb Driggers. Para o brasileiro, o que importa hoje é olhar para trás e ser grato por todos que contribuíram e contribuem para que ele chegasse onde está hoje. “Amo laçar, está no meu sangue. Não poderia fugir dessa vida de cowboy, é quem eu sou. Ser laçador sempre esteve no meu coração”, finalizou Juninho.

Fonte: AQHA Journal
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Brasileiro Rodrigo Taboga encerra Super Stakes no Top 10

Evento, que é um dos maiores de Apartação da temporada, aconteceu em Fort Worth, Texas, de 25 de março a 17 de abril

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O NCHA Super Stakes de Apartação encerrou sua edição 2021 no Will Rogers Memorial Center, em Fort Worth, Texas, logo depois de três semanas de ação entre os melhores da modalidade. Entre eles, o treinador brasileiro Rodrigo Taboga, finalista da categoria Open para cavalos de seis e sete anos de idade.

Montando Rocky Mountain Blues (Smooth As A Cat x Diva In Denim), Rodrigo marcou 221 pontos na final e ficou em sétimo lugar na classificação da categoria. “Graças a Deus, um bom desempenho do Rocky. Ele vem se mantendo consistente. Eu o monto há quase 2 anos, desde maio/junho de 2019. Um cavalo muito firme e solido, de coração grande e bem fiel. Deus me abençoou com mais esse resultado, sem dúvida”, conta o treinador.

A próxima grande prova é daqui 20 dias mais ou menos, o Breeders Invitational, em Tulsa, Oklahoma. “Seguimos treinando para mais essa prova. Aqui no Texas não temos cancelamento de eventos por conta da Covid-19, está tudo funcionando. Mas seguindo ainda os protocolos visando o combate e a contenção da propagação da doença”, reforça.

O brasileiro Rodrigo Taboga, que recentemente montou seu próprio centro de treinamento em Weatherford, lembra ainda que esse foi um NCHA Super Stakes diferente. Ano passado houve o cancelamento do evento por conta da pandemia. Então, os cavalos de seis anos na época não disputaram a prova.

A fim de compensar esse ‘hiato’, a associação mudou o formato de disputas. “Os eventos de Super Stakes e Derby acontecem sempre para cavalos de 4 anos e para cavalos de 5/6 anos. Em 2021, portanto, disputamos três categorias, cavalos de 4 anos, cavalos de 5 anos e cavalos de 6/7 anos”.

Brasileiro Rodrigo Taboga esteve em evento que é um dos maiores de Apartação, aconteceu em Fort Worth, Texas, de 25 de março a 17 de abril
Rodrigo Taboga e Rocky Mountain Blues

Outros resultados

O brasileiro Armando Costa Neto apresentou Niki Sixx (Metallic Cat x Lil Foxie Starlight) na final da categoria Open para cavalos de cinco anos e marcou 209 pontos. Para chegar à final, Armandinho somou 437 pontos nas duas rodadas classificatórias, onde a nota de corte foi 435,5 pontos.

No começo do evento, Rodrigo fez a final da Open Intermediária 6/7 anos com Rocky Mountain Blues, terminando em décimo lugar. Vale lembrar que o NCHA Super Stakes é uma prova de idade limitada para os animais. Ou seja, só concorreram aos prêmios e títulos cavalos de quatro, cinco e seis/sete anos de idade hípica.

E para cada faixa de idade há provas ainda para subdivisões intermediária e limitada (de acordo com os ganhos dos cavaleiros). Bem como separadas ainda nas classes Open (profissional), Non Pro (semi-profissional) e Amador.

Foram campeões: Tarin Rice e Catolena Cashin In – 230 pontos – Open 4 anos; Kenneth Platt e Dr Sueish – 229 pontos – Open 5 anos; Geoffrey Sheehan e Hiss N Vinegar – 228 pontos – 6/7 anos.  Resultados completos, clique aqui.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Shella Langford

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Internacional

João Ricardo Vieira captura sua primeira vitória em 2021

Brasileiro assumiu a segunda posição no ranking mundial em final de semana perfeito; em mais uma etapa da PBR, sete brasileiros entre os dez melhores

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Único a ter 100% de aproveitamento em Oklahoma City nos dias 17 e 18 de abril, João Ricardo Vieira (foto de chamada) venceu a etapa e de quebra subiu para segundo lugar no ranking mundial. Ademais, são dois rodeios seguidos pela PBR sem cair de um touro. E ele ainda foi um dos quatro com nota no 15/15 Bucking Battle.

A 10ª etapa da temporada da Unsleash the Beast 2021 marcou, portanto, a 21ª vez que a PBR esteve em Oklahoma City. Dedicado a conquistar o título mundial de Montaria em Touros desse ano, João Ricardo Vieira segue impecável. Na primeira rodada marcou 87,75 pontos em Good Whisky. Em seguida, sua nota foi 84,50 pontos em Stinger.

Liderando a etapa antes da rodada decisiva, foi o primeiro a escolher seu touro. Decidiu montar em Homegrown pela primeira vez. Mas o conhecia, inclusive por ter dado a Kaique Pacheco o título da etapa de Louisville em março. Por ser o líder do rodeio, foi o último a montar na noite de domingo e emplacou 91 pontos.

Assim sendo, o único com três paradas e campeão do evento. Com efeito, marcou sua segunda nota na casa dos 90 pontos em Oklahoma ao carimbar o terceiro lugar no 15/15 Bucking Battle: 91 pontos em cima de Diddy Wa Diddy. Essa performance no final de semana lhe rendeu US$ 29.246,36 e 182,5 pontos para o ranking.

O brasileiro saiu então da quarta posição para a segunda na classificação geral. João Ricardo Vieira está agora 59,90 pontos atrás do líder do ranking, o brasileiro Kaique Pacheco. Além disso, apesar desta ter sido apenas sua primeira vitória em 2021, ele tem um dos melhores retrospectos da temporada, pontuando em nove das dez etapas que competiu.

João Ricardo Vieira assumiu a 2a. posição no ranking mundial em final de semana perfeito; etapa da PBR teve 7 brasileiros entre os melhores
Kaique Pacheco

Demais destaques

Ainda de acordo com o Rodeio S.A., essa foi a 14ª vitória na carreira de João Ricardo Vieira na elite da PBR, o colocando novamente na lista dos dez maiores vencedores de todos os tempos empatado com os norte-americanos Mike Lee e Wiley Petersen.

Forte candidato ao título mundial, João ainda carrega a marca de ter ficado entre os dois melhores na classificação nas últimas três etapas da Unleash the Beast, como confirmado por Abner Henrique. E são três notas na casa dos 90 pontos até agora, a terceira melhor marca do ano.

Oklahoma City, por sua vez, foi ótima para outros brasileiros também. Marco Eguche encerrou a etapa em segundo lugar. Ganhou US$ 16.204,07 em premiação e 86,50 pontos somados ao ranking. Saiu de 15° para 7° melhor do ranking geral.

Também pontuaram entre os dez melhores Alex Cerqueira (5°), Claudio Montanha Jr (6°), José Vitor Leme (7°), Rafael Henrique dos Santos (8°), Marcelo Procópio (9°). Dos 30 atletas que montaram, apena 12 pontuaram, lista que conta ainda com João Henrique Lucas (11°) e Junior Patrik de Souza (12°).

O líder do campeonato, Kaique Pacheco, não parou em nenhum dos bois da etapa, mas venceu o 15/15 Bucking Battle. Segundo o site da PBR, um ‘encontro de titãs’ entre ele e Chiseled, rendendo uma das melhores montarias do ano até agora.

Recebeu dos juízes nota 94 pontos, a maior da sua carreira até o momento. Essa montaria ainda lhe deu um fôlego no ranking, justamente 59 pontos a mais somados. José Vitor Leme foi o segundo no 15/15, 92,50 pontos, enquanto Dener Barbosa, o quarto, 88,25 pontos.

A próxima etapa acontece em Nampa, dias 23 e 24 de abril.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Dick Pieper entrou para o NRHA Hall of Fame em 1993

Campeão do NRHA Futurity Open 1977, ao lado da esposa Brenda toca o Pieper Ranch, em Marietta, Oklahoma; um centro de treinamento e central de reprodução de cavalos

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Dick Pieper nasceu na fazenda da sua família no sul de Ohio. As operações agrícolas do local consistiam na criação de gado, ovelhas e cavalos. Usando não só cavalos de tração, bem como cavalos de trabalho diariamente.

Logo após o colegial, Dick frequentou a Ohio State University e serviu como oficial na Marinha dos Estados Unidos. Enquanto passava cada momento livre que podia montando e treinando.

Sua paixão por cavalos, sobretudo, ofuscou todas as outras atividades. Desde então, ele atua como profissional tempo integral. Nessa época, alcançou o reconhecimento nacional da indústria de Rédeas com Mr Jim 45. Os dois chegaram ao título AQHA Honor Roll Reining Stallion de 1972.

Alguns anos depois, conquistou seu único título da principal prova da modalidade. Venceu o NRHA Open Futurity em 1977 a bordo de Spanish Mountain. Em 1979, foi co-reservado campeão, com Cee Blair Masota. Mesmo ano em que conquistou seu primeiro título mundial AQHA, na Open Junior Reining, no mesmo cavalo.

Dick Pieper, campeão do NRHA Futurity Open 1977, ao lado da esposa Brenda toca o Pieper Ranch, em Marietta, Oklahoma, centro de treinamento

Entre 1976 e 1995, Dick Pieper montou 23 finalistas do NRHA Futurity e foi um dos vinte maiores ganhadores de dinheiro nos anos seguintes.

Por exemplo, em 1985, o treinador levou Cee Blair Masota ao título de NRHA World Champion Open Horse. Estabeleceu um recorde de dinheiro ganho em um ano nessa temporada.

Outro cavalo importante da carreira dele foi Texas Kicker, campeão Mundial de Rédeas AQHA Open Junior em 1991. Seu garanhão-chefe hoje. E com direito a nota recorde, 228 pontos na final.

Durante sua carreira de quatro décadas, Dick Pieper venceu ou foi finalista em todos os principais eventos de Rédeas do continente norte-americano e em vários países na Europa. Hoje ele também é juiz NRHA/AQHA e já foi presidente da NRHA.

Fonte: WebsiteOfficial
Crédito das fotos: Divulgação/PerformanceHorseDigest

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Após surto de EHV-1, FEI melhora a rastreabilidade do cavalo no retorno das provas

A rastreabilidade do cavalo é feita através do fornecimento do escaneamento do microchip do animal pelo FEI Horse APP

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Com o intuito de promover uma retomada segura das competições na Europa após o surto de Herpes Vírus Equino (EHV – Equine Herpes Vírus), a Federação Equestre Internacional (FEI) melhorou as técnicas de rastreabilidade do cavalo. Ou seja, adicionou novos módulos ao FEI Horse App.

Antes de mais nada vale lembrar que as provas foram retomadas na Europa na última segunda-feira (12) após seis semanas de interrupção. Dentre as principais áreas cobertas pelos protocolos de retorno à competição, incluem:

  • testes PCR antecipados (apenas para determinados eventos)
  • monitoramento da temperatura dos cavalos,
  • procedimentos aprimorados de exames na chegada.
  • medidas rigorosas de biossegurança
  • planos de gerenciamento de crise, de acordo com os Regulamentos Veterinários da FEI, também fazem parte dos protocolos.

Ademais, as medidas incluem uma série de disposições temporárias em viror até 30 de maio de 2021. Proporcionando uma margem de segurança com base científica para permitir o monitoramento de quaisquer outros surtos relacionados. Essa data, se necessário, pode ser prorrogada.

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Sem evidência de risco

O Grupo de Trabalho de Epidemiologia Veterinária da FEI chegou ao consenso que atualmente não há nenhuma evidência indicando que seria inseguro retomar à competição internacional na Europa continental. Isso desde que as medidas preventivas obrigatórias sejam implementadas. Ao mesmo tempo, o Grupo continuará acompanhando a evolução dos surtos diariamente.

“O recente surto de EHV-1 ressaltou a importância da detecção e prevenção precoce na transmissão de doenças”, destaca Göran Åkerström, diretor veterinário da FEI.

“O FEI HorseApp é uma ferramenta crucial para facilitar a rastreabilidade de cavalos que participam de eventos FEI, bem como a coleta de dados para permitir uma melhor análise de avaliação de risco e tomadas de decisão acertadas. Trata-se de um elemento-chave para garantir um retorno seguro à competição e minimizar o impacto de um surto de doenças no futuro. ”

Como funciona o FEI HorseApp?

A rastreabilidade do cavalo é feita através do aplicativo. Nele proprietários enviam resultados de PCR negativos à organização dos concursos. Além disso, o Veterinário FEI durante os exames na chegada escaneia o microchip do cavalo com um leitor conectado via Bluetooth ao FEI HorseApp. Bem como registra a temperatura do cavalo.

De acordo com os protocolos de retorno à competição, também será obrigatório que todos os cavalos sejam oficialmente checados na secretaria do concurso usando o FEI HorseApp. Garantindo, assim, a rastreabilidade em caso de um eventual caso de doença.

“As tecnologias baseadas em dados são uma parte fundamental da solução para a atual pandemia de EHV-1”, disse Gaspard Dufour, diretor de Informação e Tecnologia Esportiva da FEI. “Podemos usar as funcionalidades existentes do FEI HorseApp para monitorar ativamente o movimento e o estado de saúde do cavalo. Portanto, adicionamos novos módulos que proporcionam um retorno mais seguro à competição”, acrescenta Dufour.

“Mas, mais importante, a coleta desses dados quantitativos é fundamental para acompanhar a evolução da doença e nos permite tomar decisões mais bem embasadas quanto ao reinício inteligente e seguro das atividades esportivas equestres.”

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: FEI

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Brasileira encerra temporada de rodeio da Nova Zelândia no Top 8

Essa foi a segunda temporada completa de Nancy Franco pela New Zealand Rodeo Cowboy Association

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De 1° a 4 de abril, a brasileira Nancy Franco disputou a final da New Zealand Rodeo Cowboy Association nos Três Tambores. O encerramento da temporada de rodeio da Nova Zelândia aconteceu em Taupo, cidade localizada na ilha norte, entre os oito melhores classificados em todas as modalidades.

Assim como a PRCA, a NZRCA pontua os atletas através do dinheiro ganho nas etapas. De acordo com a brasileira, foram cerca de 30 rodeios na temporada 2020/2021 entre as ilhas norte e sul da Nova Zelândia.

Na final, cada competidor disputou quatro rodadas, encerrando o campeonato com os campeões da etapa final e da temporada.

temporada de rodeio da Nova Zelândia: esse foi o segundo ano completo de Nancy Franco pela New Zealand Rodeo Cowboy Association

Essa foi a segunda temporada de rodeio da Nova Zelândia completa que Nancy Franco disputou. Em 2019/2020 ela sagrou-se Rookie of the Year e agora já disputa no ranking pela categoria principal.

Entrou para a final em sétimo lugar, classificação em que encerrou a temporada, mas na etapa em Taupo, ela foi a quarta melhor na soma de tempos (média).

“Foi ótimo! No Round 3, com minha égua Texan, fiquei em quinto e no ultimo round, fiz o segundo melhor tempo. Ao passo que nos dois primeiros rounds, não fomos muito bem, ficamos em sexto e em sétimo colocadas”, conta ela.

Lembrando que lá na Nova Zelândia os rodeios acontecem durante o dia. “Fizemos uma passada de manhã e outra a tarde em dois dias da competição”. A média final dela foi 16s797.

Uma grande conquista para a brasileira, que chegou à Nova Zelândia há pouco mais de 6 anos sem conhecer ninguém. “Comprei a Texas ainda potra, há quase 5 anos, fiz todo o treinamento dela. Até que no ano passado começamos a colher os frutos. Então, fazer a minha primeira final na Aberta foi incrível”.

temporada de rodeio da Nova Zelândia: esse foi o segundo ano completo de Nancy Franco pela New Zealand Rodeo Cowboy Association

Despertando atenção de todos por lá

Nancy conta ainda que a Texan sofreu um pouco no começo da temporada. Precisou se recuperar de uma tosse forte. Ao longo do calendário, muitas viagens, algumas bem distantes de onde moram, a égua também sentiu.

“Ela só ficou 100% agora no ultimo mês. No começo eu me concentrei em ir aos rodeios da ilha sul, onde moro, mas quando vi que dava para chegar entre as finalistas, fui às demais etapas, e a Texan foi maravilhosa!”

O fato de Nancy ser de fora da Nova Zelândia e se destacar por lá despertou atenção do pessoal que vive do rodeio.

“Sem dúvida, ser brasileira desperta curiosidade das pessoas. Todo mundo sempre me pergunta a respeito das diferenças entre rodeios no Brasil e aqui, sobre treinamento e etc. Além disso, elas têm muita vontade de correr no Brasil. Quando tudo tiver mais normalizado por conta da pandemia, o número de pessoas que quer ir ao Brasil para correr pelo menos um rodeio é grande!”

O rodeio na Nova Zelândia é considerado esporte de verão. A temporada segue de outubro a abril. Em agosto/setembro começam algumas provas e jackpots. Portanto, até lá ou o atleta prática algum esporte de inverso ou fica apenas nos treinos. O maior esporte de inverno por lá é o Hunter.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Helen Mclean e Mark Burgess

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Brasileiro Junior Nogueira é o quinto melhor no Laço Pé

Laçador disputa o circuito mundial de rodeio pela PRCA e seus ganhos no RAM National Circuit Finals Rodeo elevaram sua posição no ranking

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Uma viagem para Kissimmee, Flórida, foi bastante produtiva para o laçador brasileiro Junior Nogueira. Até poucas rodadas atrás ele não aparecia entre os 50 melhores e agora é o quinto melhor do ranking mundial da PRCA no Laço Pé com US$ 23.769,22. A final nacional da PRCA, que aconteceu de 8 a 10 de abril, pagou um total de US$ 465.719,00

O brasileiro Junior Nogueira laçou nesse rodeio com Dustin Egusquiza. Isso porque os dois foram os campeões regionais do circuito do Texas (com seus parceiros oficiais). A final desse regional aconteceu em Waco, de 31 de dezembro a 2 de janeiro e Juninho laçou com Cody Snow, pontuando apenas na primeira rodada. Contudo, no ranking do circuito o brasileiro somou o maior ganho, mais de US$ 21 mil, conquistando a vaga para a final Nacional.

Em Kissimmee, Juninho e Egusquiza venceram a primeira rodada, 4s8, e US$ 5.080,00 de premiação para cada. Com 4s5, foram a segunda melhor dupla da segunda passada, mais US$ 3.849,00 para a conta. Dessa forma, avançaram como líderes do evento para a semifinal e por essa posição mais US$ 5.080,00 de prêmio.

Já na semi, ficaram em segundo lugar, 6s6, e somaram mais US$ 4.618,00 cada. Em seguida, o terceiro melhor tempo do round final, 9s6, e US$ 3.079,00 em ganhos. Ou seja, Juninho entrou na zona de premiação em todas as rodadas do National Circuit Finals Rodeo e só nesse final de semana somou US$ 21.706,00.

No formato da disputa, as duas primeiras rodadas foram classificatórias e os tempos somados a fim de decidir quem passaria para a semifinal. Na semi e na final apenas quatro duplas concorreram. Resultados decidiram os campeões do rodeio; e de acordo com a pontuação do ranking geral do circuito, os campeões nacionais.

Campeões Nacionais – Foto: Divulgação/ProRodeo

Final Nacional da PRCA

O RAM National Circuit Finals Rodeo nada mais é do que a tradicional Final Nacional dos circuitos regionais ou estaduais da PRCA. Reúne somente os melhores da temporada em cada circuito, representados pelo melhor do ranking da temporada 2020 e pelo campeão da final regional. Então, 24 atletas de cada modalidade estiveram em Kissimmee, na Flórida.

Vale lembrar que em 2020, devido a pandemia, o evento aconteceu somente em setembro, em Greeley no Colorado. Em seguida, a PRCA realizou todas as finais regionais, definindo os classificados para a final nacional.

São 12 os circuitos regionais ou estaduais da PRCA. Cada competidor do circuito mundial, filiado à associação, deve escolher um circuito para pontuar no início de cada temporada. Eles participam de eventos em qualquer estado, valendo pontos para o ranking mundial, mas quando competem em rodeios dentro do seu circuito somam pontos também para o ranking regional.

Além desses 12 circuitos dentro do território norte-americano, o RNCFR tem vaga também para os melhores pontuados em eventos chancelados pela PRCA no Canadá e no México. Porém, este ano os mexicanos não participaram já que não houve eventos válidos para o ranking na temporada passada.

Mais importante ainda, e o fato que ajudou não só o brasileiro Junior Nogueira, como também outros atletas, historicamente o dinheiro ganho durante o RNCFR não valia para o ranking mundial da PRCA. Desde a edição 2020 isso mudou, permanecendo agora para 2021.

Houve muitas reviravoltas no ranking depois desse final de semana. Como para o ranking mundial o que conta é o dinheiro ganho nas etapas, somar os ganhos da final nacional tornou o evento uma competição ainda mais importante na briga pelo título mundial.

Keyla e Marcos – Foto: Arquivo Pessoal

Keyla e Marcos Alan

Nos Três Tambores, a brasileira Keyla Polizello é, no momento, a terceira melhor na média (soma de tempos) do tradicional San Angelo Rodeo. Acontecendo desde o dia 9 de abril, essa etapa só termina dia 23, com semifinal e final. E as chances de classificação para ela são muito boas. Na segunda rodada, em conjunto com Spotlite Ta Fame, Keyla marcou 14s44, o quinto melhor tempo.

Enquanto não chega a confirmação, ela disputa ao lado do marido rodeios na Califórnia nos próximos dias, como o de Red Bluff. Marcos Alan Costa, no Tie-Down Roping soma ainda US$ 13.423,00 no ranking mundial e é o 18° colocado no momento. Assim como os demais atletas, o laçador brasileiro busca estar em uma das 15 vagas para a final mundial da PRCA.

Por Luciana Omena
Colaboração: Abner Henrique/Rodeio S.A. e Eugenio José
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Matt Cohen

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Internacional

Brasileiro André Coelho garante vaga para o Breeders Challenge

Com US$ 1milhão em prêmios programados para 13 a 19 de setembro, competição de Três Tambores realizará, ao todo, quatro classificatórias

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O brasileiro André Coelho permaneceu em Washington a fim de participar de mais uma competição de Três Tambores em Walla Walla. As mais de 16 horas que separam a sua casa, em Bennet, Colorado, do local das provas o fizeram tomar a decisão de permanecer mais tempo na estrada. Logo depois do Sand Cup foi a vez do VGBRA Barrel Daze.

Antes de mais nada, a primeira passada da categoria Futurity valeu como a segunda classificatória para o Breeders Challenge. Entre 13 a 19 de setembro, no Will Rogers Coliseum, em Fort Worth, Texas, 80 finalistas em quatro categorias concorrerão a US$ 1 milhão.

Com Slym Shady (Frenchmans Fabulous x SF Tiny Bit Of Fame), o brasileiro André Coelho marcou o segundo menor tempo da classificatória do Breeders Challenge, 15s461. Assim, garantiu um lugar na final da competição em setembro. Ainda restam mais duas provas – Memphis (TN) e Montrose (CO) – e ele poderá tentar uma segunda vaga.

Brasileiro André Coelho garante presença na prova que pagará US$ 1milhão em prêmios, programada para 13 a 19 de setembro no Texas
André e Slym Shady durante o Sand Cup – Foto: Divulgação/Shane Rux

O desempenho do treinador com Slym Shady durante o VGBRA Barrel Daze também rendeu a ele o sexto lugar na categoria Futurity (31s271). Esse potro, ao lado de uma filha o A Streak Of Flying, são dois dos cavalos mais promissores do brasileiro no momento. A temporada de futurities segue a todo vapor nos Estados Unidos e é importantes escolher bem qual a prova participar.

Uma semana atrás, o brasileiro André Coelho foi terceiro lugar com o Slym Shady no Sand Cup Futurity. Agora ele passa uns dias em casa e logo depois segue para Oklahoma, para o Ruby Buckle Futurity. Os campeões do Barrel Daze foram Samantha Flannery e Promise Me Fame (30s678).

Por Luciana Omena
Crédito da fotos Arquivo Pessoal

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Internacional

José Vitor Leme supera dor e vence mais uma etapa da PBR

No primeiro rodeio da PBR com 100% de capacidade da arquibancada nesse período de um ano de pandemia, brasileiros conquistam seis das dez primeiras posições

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Com 100% de aproveitamento, mesma porcentagem de fãs na arquibancada de uma arena coberta, José Vitor Leme (foto) venceu a 9ª etapa da PBR 2021, em Sioux Falls, South Dakota, de 9 a 11 de abril. Contudo, uma vitória de superação, já que logo no começo da terceira rodada torceu seu tornozelo no brete, o mesmo que havia lesionado no começo do ano.

Assim, montou em Lil 2 Train sentindo dores. Parou os 8 segundos e marcou 90,5 pontos. Classificado em primeiro lugar para a rodada decisiva, José Vitor Leme foi ‘para o sacrifício’ como dizemos aqui no Brasil. Selecionou Hundred Bad Days e valeu a pena. Recebeu dos juízes 92,25 pontos, sua sétima nota na casa dos 90 pontos, e carimbou o título da etapa.

“Eu só me concentrei nos meus touros a fim de tentar fazer o meu melhor. Senti um pouco de dor, mas sei que preciso ser um cowboy e montar meus touros. Foi para isso que vim. Tento me concentrar nos meus touros e fazer meu trabalho”, comenta o brasileiro à reportagem da PBR. Por seus esforços, ele ganhou um cheque de US$ 37.414,41 e 178,5 pontos pra o ranking mundial. 

Dessa forma, manteve a terceira posição na classificação geral, mas encurtou a distância para o líder. José Vitor Leme tem agora 95,50 pontos a menos que o brasileiro Kaique Pacheco, primeiro colocado do mundial de Montaria em Touros da PBR. Além disso, Leme somou sua 15ª vitória em eventos da elite da PBR nos Estados Unidos na tarde deste domingo.

De acordo com o Rodeio S.A., com mais esta vitória – a segunda na atual temporada – o brasileiro entra para o seleto clube de competidores que atingiram a marca de 15 títulos na principal divisão da PBR, feito alcançando somente por outros oito atletas até então.

No primeiro rodeio com 100% da capacidade da arquibancada, brasileiros conquistam seis das dez primeiras posições; José Vitor Leme vence
Paulo Lima – Foto: André Silva

Outros resultados

Nessa etapa Kaique Pacheco não foi bem, uma parada apenas, 86 pontos em Rising Sun. Cooper Davis é o segundo colocado do ranking geral, 69 pontos atrás do brasileiro. O norte-americano também fez uma etapa menos expressiva, contando ainda que não montou nas rodadas finais por conta de uma concussão.

João Ricardo Vieira foi o outro único competidor com 100% de aproveitamento em seus touros nessa etapa. Chegou bem perto de vencer a etapa. Para a decisão, o brasileiro selecionou um bom touro, I’m Legit Too. Em busca do seu primeiro título mundial na modalidade, parou e ‘fez bonito’: 93 pontos, a maior nota da etapa e da rodada. 

Ele deixou Dakota do Sul com 134 pontos adicionados ao ranking e US$ 26.028,92 pelo vice. É o quarto na tabela geral de classificação, 183 pontos atrás do líder. O terceiro colocado foi Dener Barbosa, caiu apenas no round final. Boogie Bomb o derrotou em 4s96. Mas o final de semana lhe rendeu pontos importantes, pois subiu de 12° para quinto no ranking mundial.

Pontuaram ainda Marco Eguchi (5°), Eduardo Aparecido e Marcelo Procopio Pereira (7°), Ramon de Lima (11°), Silvano Alves (13°), Kaique (14°), Rafael Henrique dos Santos (17°), Alex Cerqueira (18°), Junior Patrik Souza (19°).

No mesmo final de semana, pela segunda divisão – Velocity Tour – o brasileiro Paulo Ferreira Lima venceu a etapa de College Station, Texas. Parou nos três touros que montou e com o resultado subiu para a importante 37ª posição na classificação geral do campeonato.

A próxima etapa da Unleash the Beast acontece dias 17 e 18 de abril, em Oklahoma City. Pela Velocity, etapa em Grand Forks, North Dakota, dias 16 e 17.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Norman Curry foi o segundo a vencer os 10 touros da NFR

Na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

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A história do bullrider Norman Curry, de DeBerry, Texas, tem o forte apelo por ele, até hoje, estar em uma seleta lista de recordistas. Talvez uma das coisas mais difíceis de conseguir no rodeio é não cair de um touro dez dias seguidos e no mesmo evento.

Mas Norman Curry conseguiu. E além dele, outros dois competidores. Primeiro foi Jim Sharp, em 1988. Em seguida, Curry em 1990. Por fim, o brasileiro Adriano Moraes em 1994. Depois deles, ninguém.

Alguns atletas têm feitos incríveis ao longo da história da Professional Rodeo Cowboys Association, mas só eles têm no currículo 100% de aproveitamento durante a NFR. Sim, a final mundial do rodeio completo da PRCA, a National Finals Rodeo. O momento máximo do campeonato mundial. Por esse motivo há pressão da busca pelo título mundial no momento e no evento mais importante da temporada.

Norman Curry: na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

Enfim, preocupado em vencer seus touros, Norman Curry foi o segundo atleta a parar nos dez touros em 1990. Por conseqüência, venceu a etapa com a maior soma de notas. Aliás, a maior soma recorde de todos os tempos, 800 pontos em dez rodadas.

Voltou para casa ainda com o título de reservado campeão mundial de Montaria em Touros daquele ano ao somar somente na NFR US$ 63.109,00. Ele se qualificou novamente para a NFR em 1991, contudo um acidente na arena no sétimo round o tirou da disputa.

Norman Curry também integrou o time da Professional Bull Riders. Seus resultados na PBR aprecem de 1998 a 2002. Vale lembrar que ele atuava em uma época que tinha como adversários o próprio Jim Sharp, e ainda Tuff Hedeman, Clint Branger, Cody Snyder, Ty Murray, Cody Lambert, Michael Gaffney, Ervin Williams, Cody Custer.

Fonte: Oklahoman
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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