Corrida

Recorde batido nos 402 metros no Jockey Club de Sorocaba

Publicado

⠀em

corrida

Três importantes Grandes Prêmios no Jockey Club de Sorocaba, tiveram seus resultados nesse sábado dia 11 de agosto

Uma tarde extremamente agradável acolheu os apaixonados pelas corridas do Quarto de Milha nas dependências do Jockey Club de Sorocaba, em Sorocaba, interior de São Paulo, cidade que fica distante da capital cerca de 90 km. Somando as premiações dos três Grandes Prêmios programados e mais dois Páreos Especiais, foram distribuídos R$ 284.000,00 aos melhores colocados.

No último páreo do dia, fechando a tarde, o Grande Prêmio Presidente do Jockey Club de Sorocaba – III Derby teve o recorde dos 402 metros batido. Over The Moon cruzou a fotocélula em 20s938. Over The Moon é de propriedade do Haras Weisheimer de Fortaleza. O castanho, filho de Panther Moutain e First Regards, conduzido por L S Pereira e treinado por V B Silva, levou R$ 70.000,00 como prêmio.

 Jockey Club de Sorocaba

Over The Moon bateu recorde dos 402 metros

O recorde anterior, 21s064, era de Thru Separatist, batido em setembro do ano passado. Cavalos que vêm se destacando na temporada estavam na disputa, como Special Gold Medal. O craque já tem nessa temporada três títulos – I Derby, Rei da Velocidade e II Derby – e por pouco não fez a trifeta no III Derby. Conduzido por A Arteman marcou 21s003.

Na sequência chegaram Invictus Beduino, Jack Stone Toll, Revanche da Shalakô, Perfect Panther e Panther Signature. A bolsa total do III Derby foi de R$ 100.000,00.

O primeiro páreo da tarde reuniu uma disputa impressionante pelo título do GP Taça de Bronze 2018. A vencedora Fortuna Gold representa as cores do Dr. Julio Saucedo, que comemorou muito a vitória, mostrando a força do Quarto de Milha e a empolgação das boas pessoas. A alazã superou os 275 metros em 15s226, conduzida por J D Pereira e treinada por J Sampaio. Filha de Gold Medal Jess e Atacama Bryan SA, superou o segundo lugar por uma cabeça de diferença.

Jockey Club de Sorocaba

Fortuna Gold

Com 15s246, Kadilac Gold cruzou a linha de chegada em segundo lugar. Esse macho alazão de quatro anos é também filho de Gold Medal Jess, em Darlin Bryan PK. Outra coincidência, os dois são netos maternos de Blazen Bryan. Na sequência chegaram Carson Lake, Carpe Diem Rlt, Separatist Six MRL e Kiara Blue Toll.

“Com bolsa de R$ 80.000,00 no geral, o GP Taça de Bronze é aberto a todas as idades e para cavalos com índice de velocidade até 89. O impressionante é que a vencedora e o segundo lugar fizeram índice AAAT 103 na final”, comentou Mauro Zaborowsky, presidente do JCS.

Depois dos dois páreos especiais veio o Grande Prêmio São Paulo, com R$ 100.000,00 de bolsa. Foi a primeira prova da Tríplice Coroa do Jockey de Sorocaba e teve vitória de Corona Daytona MRL, do Haras Porto Fino, que veio de grande disputa com o craque Miracle For Me PK, ambos já ganhadores clássicos. Campeã do GP Sorocaba Futurity, Corona Daytona MRL venceu agora a I Tríplice Coroa.

Jockey Club de Sorocaba

Corona Daytona MRL

Conduzida por A Santana e treinada por D Melo, filha de Corona For Me e Daytona Apollo MRL, a alazã de três anos chegou ao final dos 301 metros em 16s407. Superou com a distância de uma cabeça Miracle For Me PK, que cruzou a linha de chegada em 16s431. Conduzido por A Arteman e treinado por M Arteman, também filho de Coroana For Me, Miracle é campeão nessa temporada do prestigioso GP Megarace, classificatória e final.

Na sequência chegaram Black Granite PK, Zidorf Verde, Flap Daring HBR e Men In Black. O próximo encontro dos amantes do turfe brasileiro será no dia 25 de agosto com GP Brasil e Taça de Prata. Outras informações: jockeyclubdesorocaba.com.br.

Por Luciana Omena
Fonte: JCS e Haras Vista Verde
Fotos: JCS

Comentar com o Facebook

Corrida

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade

A corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade

Publicado

⠀em

Turfe é o esporte que promove e incentiva a Corrida de cavalos. Em sua forma mais difundida, teve origem no Reino Unido e é hoje um dos esportes mais tradicionais. Envolve, acima de tudo, treinamento do cavalo, competição e apostas. Tudo começou 1689, quando os britânicos resolveram importar do Oriente Médio e da África alguns cavalos. Entre eles, animais das raças Byerley Turk, Darley Arabian e Godolphin Barb, em outras palavras, árabes e berbéres.

Para as competições, foram selecionados cavalos com aptidão para corridas, comprados ou tomados em batalhas. Portanto, ao chegarem a terras inglesas foram cruzados com éguas da região e deram à luz a animais de grande velocidade e resistência. Ademais, a palavra Turfe vem do inglês ‘turf’, que designava os primeiros eventos de corrida de cavalos.

Os cavalos podem correr montados por jóqueis – corrida a galope – ou atrelados a uma aranha ou charrete (harness racing) – corridas de trote. O traçado comum em linha reta, como as canchas no meio rural ou as corridas do Quarto de Milha. Do mesmo modo que encontramos o traçado de forma ovalada, ou triangular, como em sofisticados hipódromos nas grandes cidades.

A corrida mais comum tem o percurso plano, mas há corridas com obstáculos, chamadas steeplechase. Outra particularidade é a distância, que varia de 201 a 2400 metros. Alguns raças são de explosão, tiros mais rápidos, distancias mais curtas. Enquanto outras possuem os chamados fundidas, dos percursos mais longos. Há registro de que um cavalo de corrida atinja 60 km/hora. Nos diversos hipódromos espalhados pelo mundo, é comum que a disputa aconteça no sentido horário, contudo há locais que realizam corridas no sentido anti-horário.

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade. Então, a corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade
Foto: Americas Best Racing

A corrida no Brasil

O esporte tradicionalmente britânico chegou ao Brasil em meados do século 19. Inicialmente, os proprietários dos animais treinavam e corriam eles mesmos. Com o passar do tempo, isso mudou. Hoje os donos focam sua atenção em criar os mais velozes animais do mundo e deixam a montaria para os profissionais chamados de jóqueis. Quer seja lá no século 17 ou nos dias de hoje, o que importa é velocidade e equilíbrio.

No Brasil existem quatro Jockeys Clubs principais: o Jockey Club Brasileiro, que fica no Hipódromo da Gávea no Rio de Janeiro, o Jockey Club de São Paulo, no Hipódromo de Cidade Jardim em São Paulo. Assim como o Jockey Club do Paraná no Hipódromo do Tarumã em Curitiba e o Jockey Club do Rio Grande do Sul no Hipódromo do Cristal em Porto Alegre.

Além de outras entidades espalhadas por todo país, como o Jockey Club de Sorocaba, o mais importante hipódromo do Quarto de Milha de Corrida na América do Sul. Além disso, a corrida tem seu lugar em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e no Nordeste. Os studs (um ou mais donos) e os proprietário têm sempre uma cor estampada na camisa dos jóqueis, assim como os times de futebol.

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade. Então, a corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade
Foto: Americas Best Racing

Peculiaridades

O calendário das provas varia de país para país. E cada uma delas existe um ritual de apresentação. Por exemplo, os jóqueis montam os animais em frente aos espectadores e fazem um desfile. É dessa forma que vão ao encontro da linha de partida. Dentro de cada box, previamente designado, aguardam o sinal de largada. Os percursos variam de acordo com cada competição.

O temperamento do animal, por muitas vezes, era algo que ficava em segundo plano. Mas isso vem mudando hoje em dia. Os proprietários investem em treinamento tanto do animal quanto da montaria e em troca recebem uma percentagem dos lucros obtidos com os visitantes e apostadores das corridas. Aliás, o animal é treinado não apenas para ser veloz, como também para saber largar corretamente, sem se assustar com o barulho dos portões, por exemplo.

Para montar um cavalo de corrida é necessário ter certas peculiaridades. Assim, um jóquei deve pesar no máximo 48 kg e ter uma altura recomendável de 1,50m. O preparo físico daquele que vai montar tem que ser tão bom quanto do animal que será seu parceiro nas corridas. É praxe nos hipódromos treinos logo ao raiar do dia, onde os treinadores fazem as tomadas de tempo para possíveis ajustes.

Do mesmo modo que o cruzamento no Reino Unido resultou o Puro Sangue Inglês, nos Estados Unidos nasceu o Quarto de Milha. Na época da guerra da Independência, os colonizadores popularizaram a disputa entre dois cavalos que corriam a distancia de até um quarto de milha. As primeiras corridas, então, aconteceram em Enrico County, Virgínia, em 1674. Na era Colonial, qualquer campo inculto ou rua servia como pista de corrida.

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade. Então, a corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade
Foto: GGF Race

O que você precisa saber para acompanhar

Todo o cavalo é classificado de acordo com o Índice de Velocidade. Através dos resultados dos últimos anos, cada hipódromo realiza uma tabela com os Índices de Velocidades (I.V.). Esta tabela atribui um índice, de acordo como tempo que o cavalo fez em determinada distância. Os animais também recebem Registro de Mérito: animais com IV entre 80 e 89, o registro é o AA (Double A); em seguida, com IV entre 90 e 99, recebem o AAA (Triple A); por fim, os animais com IV superior a 100 receberem o AAAT (Top Triple A).

Antes de cada corrida acontece o enfrene, um jogo realizado no sistema de leilões. Os animais de cada páreo ou torneio têm suas pules (jogos) leiloadas. O comprador da primeira pule tem o direito de escolher o animal de sua preferência para vencedor. O comprador da segunda pule poderá escolher outro animal, com exceção do primeiro já escolhido. E assim por diante até que todos os animais tenham suas pules compradas.

Chama-se Futurity os Grandes Prêmios reservados aos potros que iniciam o ano com dois anos hípicos. E no segundo semestre contarão três anos hípicos. Por outro lado, no Derby os Grandes Prêmios abrigam os animais que iniciam o ano calendário já com três ou mais anos hípicos. Nos Estados Unidos, os Derbys são apenas para animais de três anos hípicos.

O Torneio é o Grande Prêmio com uma quantidade de animais que impossibilita a realização de um só páreo. Então, acontecem as eliminatórias, chamadas de ‘ternos’, cujos vencedores (e às vezes os melhores tempos) classificam-se para a final. É comum existir um lance de obrigação nos páreos ou torneios. Este lance vale como uma pule (jogo) do proprietário do animal em uma das rodadas do enfrene.

Tríplice Coroa da Corrida

No meio equestre, a Tríplice Coroa da Corrida é a mais famosa. Consiste em três grandes eventos de determinada modalidade, região ou hipódromo. Antes de mais nada, é considerado tríplice coroado o conjunto que vencer as três provas no mesmo ano hípico. Nos Estados Unidos, são provas clássicas o Kentucky Derby, o Preakness Stakes e o Belmont Stakes. Só 13 cavalos, desde 1919, conquistaram a façanha em de vencer as três corridas no mesmo ano.

Em rápida pesquisa, você chega à informação que nos Estados Unidos cada região tem a sua tríplice na Corrida. Assim como a de Ruidoso Downs, que fica no Novo México, e tem três grandes prêmios milionários no calendário: Rainbow Futurity, Ruidoso Derby e All American Futurity. Entre outros. No Brasil, no Quarto de Milha de Corrida, as provas atuais da tríplice são GP São Paulo, GP Brasil e GP Consagração, ocorridas no Jockey Club de Sorocaba. Desde 1981, temos nove tríplices coroados.

Fonte: Rural Centro, Wikipedia, Jockey Ckub de Sorocaba, Horse Racing Nation
Crédito da foto: Divulgação/Wikimedia Commons

Veja mais notícias da modalidade Corrida no portal Cavalus

Comentar com o Facebook

Continue lendo

Corrida

Brave Granite cruza em primeiro no GP Consagração – III Tríplice

O Jockey Club de Sorocaba recebeu ainda as classificatórias do GP Taça de Ouro e dois páreos especiais

Publicado

⠀em

Por conta da pandemia, os portões do Jockey Club de Sorocaba continuam fechados ao público. Contudo, é possível acompanhar todas as corridas ao vivo, através do canal do Youtube da entidade. Dessa forma, entusiastas de diversas cidades aplaudiram de casa a vitória de Brave Granite no GP Consagração – III Tríplice Coroa no último dia 21 de novembro. Filho de Granite Lake x Jess Because (por Mr Jess Perry) cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com 21s636.

Primeiro páreo da tarde, portanto, o GP Consagração reuniu seis craques para a disputa de R$ 90 mil de bolsa nos 402 metros. Favorito, Brave Granite, de criação de Érico Braga e propriedade do Stud Brave Granite (Haras Mantovani /Luiz Meneghel Neto/Erico Braga), não decepcionou. Pela baliza 6, o macho alazão tostado venceu com mais de um corpo de vantagem,  montado por A Andrade e treinador por V Antunes.

Entre outras classificações, Brave Granite (foto) venceu esse ano o GP America Futurity em junho. Em segundo lugar cruzou Eurico For Me JQM (21s806). Seguido por Fantastic Blush (21s857), Guapa Negra (21s085), Ibope Lake (22s150) e Boris Verde (22s174).

A novidade do final de semana ficou por conta do aplicativo oficial de apostas do Jockey Club de Sorocaba. Apostas online através do app estiveram liberadas já para o GP Consagração – III Tríplice Coroa.

As quatro classificatórias do GP Taça de Ouro nos 301 fecharam a programação do dia. Com R$ 45 mil de bolsa, a final acontece no dia 5 de dezembro entre os vencedores de cada páreo e mais dois menores tempos. Os vencedores Fahrenheit For Me (16s720), Moon Roses MRL (16s388) – mais rápida da classificatória; Teller Apollo MRL (16s514), Fascynio Perry (16s754) e mais os dois menores tempos Espirit Seis (16s757); Mister Eagle MRL (16s760) disputam o título.

Brave Granitre cruza em primeiro no GP Consagração – III Tríplice, em dia que o JCS recebeu as classificatórias do GP Taça de Ouro
Swingin Granite

GP Taça de Prata

De acordo com a Resolução da Comissão de Corridas (19/2020), as finais do GP Taça de Prata foram adiadas de 24 para 31 de outubro. Sem acesso aos resultados dos exames antidoping das classificatórias, o JCS prorrogou a decisão. Em nota, o Jockey comentou que sempre prezou pelo bem-estar animal, pela transparência e por iguais condições entre os competidores.

“Isso significa respeito aos proprietários, criadores, apostadores e turfistas em geral. Por isso são realizados exames antidoping em todos os páreos, seguindo rigorosos critérios internacionais. Antes de mais nada, foi uma surpresa quando os resultados dos exames das classificatórias do GP Taça de Prata não chegaram a tempo para a confirmação dos animais na final”, corrobora o Informativo.

Houve um problema no laboratório paulistano. Assim, de forma clara, em respeito a todos, as finais foram prorrogadas, em caráter excepcional. Portanto, a final do GP Taça de Prata nos 275 metros teve vitória de Swingin Granite (Granite Lake x Swingin Jessie, por Mr Jess Perry). De propriedade do Stud LM e criação de Erico Braga, o macho alazão colocou um corpo de vantagem na chegada.

Saindo na baliza 7, venceu com a marca 15s265 (IV-96) deixando em segundo lugar Fantastic Granite (15s438). Treinado A P Melo e guiado por E B Melo, levou pra casa os R$ 21.600,00 da bolsa destinados ao campeão. Em seguida, cruzaram a linha Breeze Wagon FS (15s473); Guzman JQM (15s598); Granite Fly Easy (15s635). “Apesar das adversidades no caminho, com o menor transtorno possível, as disputas puderam ocorrer de forma limpa e clara”, finalizam os responsáveis pelo hipódromo.

Fonte: Jockey Club de Sorocaba
Crédito das fotos: Divulgação/JCS

Veja mais notícias da modalidade Corrida no portal Cavalus

Comentar com o Facebook

Continue lendo

Corrida

No Way José obtém vitória em importante GP no Jockey de SP

Publicado

⠀em

No Grande Prêmio ABCPCC, destaque da programação do Jockey Club de São Paulo,  No Way José mostrou uma história de superação

Logo depois de ultrapassar inúmeros contratempos físicos ao longo de sua campanha, No Way José alcançou a vitória mais importante de sua história nas pistas. Com Michael Silva esbanjando talento em seu dorso, o cavalo de propriedade do Stud JCR cruzou o disco do Grande Prêmio ABCPCC (G1) em primeiro lugar.

O GP da Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida foi destaque da programação do final de semana passado no Hipódromo Paulistano, em Cidade Jardim. Com vantagem de pescoço sobre o favorito Nantucket, No Way José marcou o tempo de 55s53 para os 1.000 metros da pista de grama macia.

“Que dia especial!! Que emoção!! Uma vitória no Grande Prêmio de velocidade mais importante do Brasil!”, postou seu proprietário em sua página do Facebook. 

No Way Jose, 4 anos, filho de Victory is Ours e Heart of The Ocean (Ocean of Wisdow), tem criação do Haras Vale Verde. Ademais, conta agora com 4 vitórias clássicas em 9 atuações. Antes de mais nada, o animal suplantou dez adversários dos mais qualificados e conferiu emoção aos resultados do páreo.

No Grande Prêmio ABCPCC, destaque da programação do Jockey Club de São Paulo,  No Way José mostrou uma história de superação

Corrida

De acordo com o portal da ABCPCC, o favorito dos apostadores, Nantucket, buscou a ponta logo na largada. Por fora dele, Tácio e Urich Ralph corriam em segundo e terceiro, respectivamente. O veterano Consul American aparecia em quarto, enquanto No Way José acionava na quinta colocação.

Na reta final, o campeão ganhou terreno. Em forte arremate, pela baliza 7, No Way José encostou em Nantucket quando faltavam 200 metros para o final da corrida. A cada galão, já na dianteira, o animal vencedor então deu tudo de si, comandado por seu jóquei. 

Nantucket fechou em segundo lugar, com Yes Champion, que acelerou nos metros finais, em terceiro. Em seguida, Consul American, Nice Lady, Tácio, Itagiba, Ulrich Ralph, Geluve, Icelandic e Newark.

Assista:

Fonte: Jockey Club de São Paulo e ABCPCC
Crédito da foto: Divulgação/Porfírio Menezes

Veja outras notícias no portal Cavalus

Comentar com o Facebook

Continue lendo
X
X