“O laço é muito radical e tanto nos treinos quanto nas provas, a adrenalina vai a mil, não tem como não gostar disso”

Quando a família cresce envolvida com os cavalos, a paixão pela criação e pelo esporte equestre costuma fazer parte da rotina de quem vive nesse meio. E foi exatamente o que aconteceu com Paulo Henrique Santos Balieiro, de Pontalina/GO. O jovem de 28 anos conta que seu pai era laçador e sua paixão pelo esporte foi certeira.

“Tudo começou porque a minha família gosta do mundo do cavalo e meu pai já laçava. Por isso cresci conhecendo de tudo um pouco do laço em dupla e dei continuidade nessa modalidade que hoje é a minha paixão”. Paulo Henrique que desde cedo via o pai laçar, ressalta que o que mais chamou sua atenção para o Team Roping foi principalmente a adrenalina do esporte.

“O laço é muito radical e tanto nos treinos quanto nas provas, a adrenalina vai a mil, não tem como não gostar disso”, conta destacando ainda que o laço além de tantos benefícios que atraem cada vez mais adeptos é também um esporte que envolve muito a família. E que, para ele, é sem duvida o melhor esporte do mundo.

Para ser um grande atleta e buscar cada vez mais profissionalismo e empenho, o competidor deve se dedicar nos treinos e manter um foco na modalidade que pratica. Paulo Henrique hoje tem seu próprio Centro de Treinamento chamado PH, localizado em Pontalina. 

Paulo Henrique Santos Balieiro

Ele fala que o preparo dos animais e os treinos em pista são freqüentes. Mas, antes das provas, costuma ficar mais puxado. “Precisamos ter uma rotina de treinos, mas antes de ir para as pistas, nós pegamos firme nos treinos para que os resultados sejam cada vez melhores”, explica.

Paulo Henrique garante que todo competidor tem seus favoritos, seus ídolos e exemplos no esporte, “é bom a gente ter uma referência, eu sempre terei meu pai como meu ídolo principal, mas admiro muito também o Edvaldo Martins, que me ajudou bastante desde o começo da minha carreira e o Thales Bodinho, que tem uma história de amizade comigo em meio aos cavalos”, conclui.

O competidor laça montando um cavalo da raça Quarto de Milha, chamado Gringo, e já se destacou com várias médias baixas em provas consagradas. “Meu melhor tempo até hoje foi 3s 82 durante uma prova realizada no rodeio de Goiânia laçando com o parceiro Bruno Luz. E a prova que admiro dentre tantas provas renomadas, é a do, que sem dúvida, uma é referência para Team Roping no Brasil”, pontua PH.

Ele finaliza agradecendo a todos que estão ao seu lado nessa jornada. “Agradeço a todo os parceiros que já lacei, ao meu pai por ter me apresentado o laço, ao Edvaldo, Bodinho, meus clientes e a minha família.”

Por Camila Furtado/Editora Passos
Foto: Arquivo Pessoal

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