Serão R$ 600 mil em prêmios e o evento acontece no Complexo Franskim Pedro

Com a sanção da Lei nº 13.873/2019 pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, na última terça-feira, 17 de setembro, o Ceará reassume destaque no cenário de vaquejadas depois anos de recessão. Quem afirma são os organizadores do Circuito de Vaquejada no Complexo Franskim Pedro. O local de 200mil m² fica no distrito de Forquilha, zona rural de Maranguape, distante 35 quilômetros da capital Fortaleza.

“Após diversos movimentos em prol da prática, a exemplo da ida dos vaqueiros à Brasília em 2016, os praticantes estão se preparando para comemorar a sansão durante a realização do que vai ser a maior competição de toda a história no Ceará. Pela primeira vez, os vaqueiros disputam R$ 600 mil, premiação nunca vista antes no estado. E a maior do Brasil este ano”, afirma organizador da prova Teógenes do Amanari.

Esporte, entretenimento, geração de emprego e renda marcam a programação com estimativa de 75 mil pessoas nos cinco dias de evento. De 2 a 6 de outubro, a Vaquejada do Complexo Franskim Pedro terá em pista as categorias Amador, Profissional, Aspirante, Derby e Feminina. Além da premiação em dinheiro e troféu para cada uma delas, a prova valerá pontos para o conceituado Campeonato Portal Vaquejada, o maior do país.

“Trazer o CPV ao Franskim Pedro pela primeira vez revela nossa luta pelo esporte que já é bastante reconhecida. É por isso que seguimos prezando pela realização de uma Vaquejada legalizada”, reforça Teógenes. Nesta edição, a prova ainda resgata a tradicional disputa pelo título de Campeão dos Campeões, realizada no último dia de programação. Envolve os primeiros lugares de cada categoria em disputa única entre vaqueiros de maior desempenho nas pistas. 

É importante salientar que a tradição do esporte e cultura que norteiam a Vaquejada, uma prática que no Nordeste data do começo do século passado, até hoje promove o aquecimento da economia. “Para esta edição, estima-se a geração de 450 empregos diretos e indiretos e uma significativa injeção na economia local”.

Segundo o organizador, entre os empregos diretos estão juízes de prova, locutores, veterinários, vaqueiros e mão de obra em administrativo. “Como a competição acontece em plena zona rural isenta de restaurantes e locais de hospedagem, muita gente aproveita para buscar renda com aluguel de casas e venda de comida, ampliando assim a gama de empregos indiretos”.

O Complexo Franskim Pedro tem uma área total de 200mil m², com destaque a ‘Cidade dos Vaqueiros’. Um espaço equivalente a 20 campos de futebol, onde ficam alojados os caminhões das equipes. Todos têm acesso a banheiros, iluminação e segurança. “Outro cuidado pode ser percebido na área de banho dos animais atletas, que foi quadriplicada. Mesmo com a ampliação, a responsabilidade socioambiental continua sendo primordial com medidas que evitam o desperdício de água e disseminação de doenças”, reitera Teógenes.

Como não podia deixar de ser, a programação tem esporte e muito entretenimento. Mais de dez atrações estão sendo esperadas, entre artistas nacionais e bandas da região. Tudo pensando por quem entende do assunto. O diretor geral e proprietário do Complexo, fã do esporte, Teógenes do Amanari, começou a ter contato com a tradição da Vaquejada há cerca de 20 anos.

O Complexo Franskim Pedro começou a ser construído em 2017 mesmo diante da instabilidade quanto a legalização do esporte. A ideia é que o Circuito de Vaquejada que envolve o local e mais uma outra pista ainda a ser divulgada premie com um milhão de reais em 2020.

Colaboração: Assessoria de Imprensa
Fotos: RDGA Fotografia

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