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Competição de fantasias com cavalos movimenta Jockey Clube do Espírito Santo

Proposta do evento foi agregar a família capixaba aos esportes equestres

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Uma competição de fantasias entre famílias e seus cavalos. Este inusitado concurso aconteceu no sábado (11), no Jockey Clube do Espírito Santo, na Praia de Itaparica, Vila Velha, na capital do Estado.

Organizado pela WR Equitação, o “Concurso de Cavalos à Fantasia” teve o objetivo de eleger o cavalo, junto com o participante, com a fantasia e apresentação mais inovadora.

Realizado há cinco anos, o evento pra lá de inusitado bateu recorde de inscritos. Ao todo foram 29 conjuntos que abusaram da criatividade em fantasias para os humanos e seus cavalos.

O desfile contou com duas categorias individual e equipe, em que as fantasias deveriam conversar entre si.

A proposta da organização do evento é agregar a família capixaba aos esportes equestres.

Os participantes inovaram nas fantasias, com temas natalinos, vikings e até piratas.

Os campeões

Kissia Ramos e Bernardo Lemuel, fantasiados de mamãe Noel, elfo ajudante e as renas, foram os grandes vencedores do concurso.

O segundo lugar foi para a fantasia com o tema “O Mágico de Oz”, de Eduarda Netto, de 16 anos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: @nettoeduarda 

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Tradição espanhola Las Luminárias protege os cavalos das epidemias

Animais cruzam fogueiras que percorrem a principal rua da cidade para se purificarem

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A cidade de San Bartolome de Pinares, na Espanha, reviveu na noite do dia 16 a tradicional Las Luminarias, uma cerimônia que teve início no século XVIII, quando uma epidemia dizimou a população equina da região.

A cerimônia consiste em ascender fogueiras ao longo da rua principal da cidade, onde cavalos em velocidade atravessam as chamas para assim, evitar epidemias.

Os animais passam pelas chamas sem perder velocidade, um seguido do outro, pisoteando os galhos incandescentes. Seus cascos fazem as faíscas das chamas voarem, hipnotizando o público que se encanta com a atmosfera medieval da cerimônia.

Segundo a tradição, ao passam pelas chamas a fumaça promovida pela queima dos galhos verdes vai promovendo a proteção e purificação dos animais, visto que, quando a tradição começou os cavalos que adoeciam e morriam com as infecções eram queimados.

As chamadas “Chamas Purificadoras” são promovidas na véspera do Dia de San Antón Abad, o santo padroeiro dos animais. Por toda a Espanha são realizadas missas para abençoar os animais nesta data.

Em outras cidades do país também se acendem fogueiras, mas em datas diferentes e sem os cavalos, também com o intuito de relembrar as epidemias e a peste.

Apesar de muito criticada pelos defensores dos animais, os organizadores garantem que a cerimônia não faz mal aos cavalos.

Por: Camila Pedroso

Fonte: Correio Braziliense

Fotos: PIERRE-PHILIPPE MARCOU / AFP

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Curiosidades

Você conhece as cinco raças com os maiores cavalos do mundo?

Realizamos uma pesquisa e listamos os maiores exemplares de cavalos. Brasil possui seu representante

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Big Jake, cavalo mais alto do mundo, morre aos 20 anos

Existem cavalos das mais variadas raças. Uns mais altos, fortes, atléticos, dóceis, cada um com uma característica que o permite desenvolver diversas atividades como trabalho no campo, cavalgadas, esportes, entre outros.

Você sabia que existem raças com cavalos muito altos e fortes? Preparamos uma lista com cinco raças para você conhecer. Confira!

O maior cavalo do mundo

Big Jake, um exemplar da raça Belgian Draft, desaparecido em 2010, foi considerado pelo Guines Book o maior equino vivo do mundo, com 2,10 metros e pesando mais de uma tonelada.

Big Kake pertencia a um fazendeiro de Wisconsin, EUA.

Antes dele, o recorde pertencia à Luscombe Nodram, ou simplesmente ‘Noddy’, que mede 2,05 m e pesa 1,5 toneladas.

Raças com maiores exemplares

A raça Shire, originária da Inglaterra, é reconhecida como a maior dentre todas as raças. Devido ao seu grande porte, resistência e inigualável força, o cavalo Shire era utilizado para puxar carroças que transportavam todo tipo de carga através de terrenos irregulares, por vezes, cobertos de neve.

Originalmente, era a raça de cavalo mais utilizada para conduzir as carroças carregadas com cerveja, desde os produtores até os bares ingleses.

Outra raça com animais enormes são os Clydesdales. Originária da Escócia, são semelhantes ao cavalo Shire, mas com pernas mais longas.

Os animais dessa raça medem 1,60 metro de altura na cernelha. Muito ativo e forte, de temperamento disposto e equilibrado, apresenta-se nas pelagens zaino, zaino negro, negro ou tordilho.

Ele era utilizado para o transporte de todo e qualquer tipo de carga pesada no século 18.

Os Percheron, raça francesa, originária de Perche, também se destaca pelo tamanho dos animais.

O animal é referência em seu país por se tratar de uma típica raça de cavalo de tração, e a mais conhecida das raças equinas francesas. É um animal bem proporcionado, com ossos duros e de pé firme e forte, utilizado para carruagens e trabalho.

Seu tamanho pode variar entre 1,40 m e 1,60 m de cernelha.

Outra raça com exemplares grandalhões é a Suffolks. Desenvolvidos por fazendeiros ingleses das cidades de Suffolk e Norfolk, na Inglaterra, em 1800, eles eram utilizados para trabalhos de tração nas fazendas.  

O tamanho médio de um exemplar da raça é de 1,70m de altura e seu peso gira em torno de 810 kg.

Por fim, e não menos importante, temos o Australian Draught, raça nacional de cavalos da Austrália que se desenvolveu principalmente para uso em fazendas.

Seus exemplares possuem franjas nas patas e chegam facilmente a quase uma tonelada.

Representante brasileiro

O Brasil também possui seu exemplar de cavalos grandes. Um exemplar da raça Campolina pode ir de 1,58 m a 1,75 m de altura e pesar 500 kg.

Apesar da altura, eles são menos pesados devido ao seu corpo mais atlético.

Conhecido como “Grande Marchador Brasileiro”, o animal é o resultado de vários anos de seleção e cruzamentos de raças de cavalo feitos por Cassiano Campolina, um rico fazendeiro do Estado de Minas Gerais, no Brasil. O criador começou seus esforços para criação da nova raça de cavalos nos anos 1870.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo

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Curiosidades

Você conhece a história da ferradura?

No início, objeto era produzido com plantas transadas e couro

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Tão essenciais na vida dos cavalos, as ferraduras possuem seu surgimento muito difícil de se datar ao certo.

As primeiras evidências histórias são de 400 A.C., quando os egípcios e persas, ao domesticar os cavalos, perceberam a importância de proteger o casco do animal e passaram a produzir “ferraduras” de capim trançado e amarradas com cordas nos cascos do animais.

Os romanos também tinham a sua própria versão de ferraduras, chamadas “hipposandais”. Eram produzidas com couro e sola de ferro e eram amarradas ao redor do boleto.  

Na Ásia, para aliviar os ferimentos sofridos em decorrência das atividades, os cavaleiros equipavam seus cavalos com uma espécie de sapatos feito de plantas trançadas.

Ferradura de ferro

O surgimento do ferrageamento com ferro e cravos é datado dos séculos VI e VII. Em várias partes da Europa, devido ao clima frio e úmido, os cavalos tinham dificuldade de se locomover neste tipo de terreno, dando origem ao sapato de metal. Não se tem descrito em qual região, pois devem ter surgido em várias ao mesmo tempo, uma influenciando a outra.

Tubalcaim, segundo o livro de Génesis 4-22, foi o primeiro ferreiro que se tem evidências.

Na China, em 2000 A.C., os Mongóis ferravam seus cavalos. Eles tinham muitas habilidades com o aço.

Já na Itália, em 300 A.C., na Ilha de Taranto, existia uma moeda esculpida com um cavalo com o casco sendo examinado, comprovando que a região estava atenta à importância de cuidar dos cascos no animal.

O exército Romano, entre os séculos VIII e IX D. C., possuía uma lista de matérias e equipamentos para ferrar seus cavalos, segundo evidências históricas.

Em 400 D.C., segundo historiadores, surgiram os primeiros vestígios de ferrageamento frequente nos animais. Até então, eram apenas adornos utilizados em cavalos e guerra.

Na Roma Antiga XXVIII D.C., Nero ordenava que seus cavalos fossem ferrados com ferraduras de ouro e os de sua esposa com ferraduras de prata. Na França século IX, indícios levam a crer que os cavalos só eram ferrados em ocasiões especiais ou para batalhas.

Por volta de 2500 A. C., os cavalos de guerra que eram normalmente amarrados em carros, tinham que ser equipados com algum tipo de equipamento de proteção para os pés produzido em couro.

Contudo, em 1000 D. C., principalmente na Europa, é que a prática de ferrar os cavalos se difundiu. Elas eram produzidas de ligas de bronze leves, tinham a forma recortada e seis orifícios para as unhas.

Com o passar do tempo, dois furos para as unhas forma adicionados ao formato da ferradura, resultando em uma forma mais ampla e pesada.

No século XIV, as ferraduras passaram a ser uma mercadoria comum, vendida em grandes quantidades na Europa medieval.

Produção em massa

No século XIX, foi desenvolvido uma máquina que produzia ferraduras em massa, oferecendo uma enorme vantagem durante as guerras.

Em 1835, os Estados Unidos patentearam pela primeira vez uma máquina de ferraduras. Ela era capaz de produzir 60 unidades por hora.

Durante a Guerra Civil Americana ocorrida entre 1861 a 1865, a produção em massa de ferraduras foi uma vantagem significativa para o exército do norte. Eles adquiriram uma máquina de produção de ferraduras, deixando seus cavalos melhor equipados se comparados aos do sul, resultando em sua vitória.

As ferraduras se tornaram um sucesso comercial em 1900, devido ao surgimento da equitação esportiva. Durante os Jogos Olímpicos deste ano, o hipismo foi introduzido nos jogos, promovendo uma expansão nas vendas de ferraduras.

Por: Camila Pedroso

Fonte: mundoecologia.com.br/ comprerural.com

Fotos: Internet/ Pixabay

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Resgate de cavalo por helicóptero?

Exército da Suíça realiza teste para resgatar seus animais que atuam nas montanhas do país

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Você sabia que na Suíça, em pleno século XXI, o exército do país, o Swiss Army, ainda utiliza tropas montadas especializadas em ações nas montanhas?

O país é uma das poucas nações no mundo a utilizar os cavalos e possui um dos melhores treinamentos para operações em montanhas. O motivo é a versatilidade do animal nestes tipos de ações.

As ações realizadas pela tropa são diversas, desde a contenção de rochas de uma construção anti deslizamento de terras até o impedir o avanço de uma coluna blindada ou derrubar aeronaves que se aventurem pelos espaços das montanhas que cercam o país.

Entretanto, o que fazer com estes animais se eles sofrem algum tipo de lesão? Pois as montanhas de lá possuem mais de 1.700m de altitude.

A Força Aérea da Suíça realizou uma ação que chamou a atenção: um teste para resgate de um cavalo com um helicóptero. O objetivo da ação era testar se a técnica pode ser utilizada para transferir os animais mais rapidamente ao hospital veterinário.

Segundo o site do exército suíço, os testes foram realizados em parceria com a Faculdade de Veterinária da Universidade de Zurique.

Como içar em segurança o animal?

O principal objetivo do teste era saber qual seria a inclinação e velocidades adequadas para transportar o animal em segurança. O primeiro cavalo teve seu corpo quase coberto por uma roupa especial, tapando também seus olhos para evitar pânico durante o trajeto. Foram testadas cordas de suspensão de diferentes comprimentos e redes especiais.

Apesar de balançar com o vento, o animal não ficou agitado.

Na segunda fase dos testes, foram içados três cavalos de uma vez, por um helicóptero Super Puma, usando botas protetoras.

A Suíça é reconhecida internacionalmente pelos seus esforços para resgatar seus cavalos, afirmou o diretor de cirurgia equina da Universidade de Zurique, Anton Fürst.

Os testes concluíram que os animais não podem voar a uma velocidade maior que 130 km/h e agora todos os animais do exército poderão ser resgatados pelo helicóptero, se necessário.

Por: Camila Pedroso

Fotos: VBS/DDPS/Sam Bosshard

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Soro anti-Covid é aplicado pela primeira vez em paciente diagnosticado com a doença

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Ótima notícia na luta contra a Covid-19! Um primeiro paciente recebeu o soro anti-Covid desenvolvido pelo Instituto Butantan com plasmas de cavalos. A aplicação do medicamento foi realizada em um paciente do Hospital do Rim de São Paulo, na última sexta-feira (12).

O homem possui 65 anos, é transplantado e não teve nenhum efeito colateral. Seguindo o hospital, a resposta ao medicamento foi adequada, mas por conta da idade e de possuir uma doença prévia de média gravidade, os médicos decidiram que ele será acompanhado no hospital, em um leito semi-intensivo, onde ficará por 28 dias em observação.

Trinta pacientes diagnosticados com a Covid-19 em estágio leve participarão do estudo e receberão o soro. A estimativa é que o corpo dos pacientes, ao receber o soro, passe a produzir anticorpos que combatam a doença. Ainda não há um prazo para divulgação dos primeiros resultados.

Produção do soro

O soro foi produzido com plasmas de cavalos, retirados de seu sangue. Os anticorpos são separados do plasma e se transformam em um soro anti-Covid.

O soro funciona de forma parecida com o usado para tratar picadas de serpentes peçonhentas. Na fase de testes em animais, o vírus inativado por um processo de radiação é inoculado em cavalos, que produzem anticorpos do tipo imunoglobulina G.

Além de ajudarem na produção do soro, os cavalos participaram dos testes. O vírus inativo não provoca nenhum danos aos animais, nem se multiplica no organismo, mas estimula a produção de anticorpos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Pixabay

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Amor e superação marcam a vida do Mangalarga Marchador Hulk da Pedra Verde

Quebradura grave no membro inferior quase tirou sua vida

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O maior temor dos proprietários de cavalos são as fraturas nos membros inferiores e posteriores, pois, infelizmente, ainda nos dias de hoje, geralmente o animal é sacrificado, devida ás poucas chances de ter uma recuperação bem-sucedida.

Hulk da Pedra Verde, um Mangalarga Marchador, chegou a vida de Giovanna de Castro de presente. O animal, muito dócil e indicado para trabalhar com crianças e iniciantes, tinha um ótimo histórico em competições da raça, mas já havia deixado de competir.

Ao chegar as mãos de Giovanna, ela observou que ele adorava saltar e começou a treinar o garanhão para participar de provas.

Para a sua surpresa, Hulk, em sua primeira competição na 2° Etapa da Copa de Santo Amaro, realizada em fevereiro de 2020, participou do salto de 60 cm e conquistou o segundo lugar.

Giovanna ficou encantada com o feito de Hulk e passou a treiná-lo para subir de categoria no próximo campeonato, passando de 60 para 80 cm.

Com a chegada da pandemia, os treinamentos foram interrompidos, pois não teriam provas para participar.

Hulk conquistou o segundo lugar na 2° Etapa da Copa de Santo Amaro, na categoria Salto de 60 cm

Porém, no dia 10 de novembro de 2020, um grave incidente mudou a vida de Hulk para sempre.

“Soltaram o Hulk no piquete, ao lado de uma égua no cio e deixaram eles sozinhos lá o dia inteiro. No dia seguinte, quando chegaram ao piquete, Hulk estava deixado, quieto. Ele estava cheio de lesões e estava com o membro interior esquerdo lesionado”, relembra a proprietária.

Ao chegar ao piquete, Giovanna descobriu que as lesões de Hulk foram feitas pela égua no cio que ele, escondido, pulou o piquete e a cobriu. “Ninguém afirmava o que havia acontecido, pois deixaram um garanhão ao lado de uma água no cio. Chamamos o veterinário Dr. José Ricardo Barreto, achando que poderia ser algo muscular ou algo do tipo e para a nossa surpresa, já no primeiro toque, o Dr. José percebeu que poderia ser uma fratura. Feito o raio-X, veio o diagnóstico: fratura no olecrano. Meu mundo caiu, entrei em desespero”, relembra.

O maior desespero de Giovana era de a lesão não ter um tratamento ou de ele não aguentar e acabar sendo eutanasiado.

O veterinário, que já conhecia o garanhão, entrou em contato com o radiologista da sua equipe para juntos decidirem qual seria o melhor tratamento para Hulk.

“Fraturas completas, tanto em membros toráxicos, quanto nos membros pélvicos são fraturas que prejudicam muito a vida do animal. Fora que a chance de o animal vir a óbito ou ter um choque neurogênico é muito comum. E a fratura do Hulk tinha um prognóstico de reservado a ruim” explica Dr. José.

Como ele já conhecia o histórico no animal e sabia que ele era agitado, o veterinário resolveu, junto da sua equipe, não realizar uma cirurgia, visto que o osso não havia se fragmentado, e não usou ligas ou talas, pois Hulk ficaria agitado e poderia lesionar o outro membro. “Em alguns casos, no pós-operatório, ao se levantar da cirurgia, como eles estão ainda muito atordoados devido à anestesia, podem acabar quebrando outros ossos do outro membro. Por isso, optamos por não realizar a cirurgia e acompanhar o desenvolvimento dele com medicação”, relembra o veterinário.

Fratura do Hulk tinha um prognóstico de reservado a ruim

O tratamento

As medicações eram injetáveis e perduraram por longos três meses. Entretanto, Hulk parecia não esboçar melhoras e, como o animal não pode ficar tanto tempo com o mesmo medicamento, haveria a necessidade de trocar, o que poderia prejudicar ou não o tratamento.

“Neste momento achei que ia perder meu cavalo. Ele ficava parado, com os olhos arregalados não se levantava. Já estava perto do Natal e eu pensei: Hulk não passa de janeiro”, relatou Giovanna.

Para a surpresa de todos, no dia 15 de janeiro de 2021, Hulk esboçou reação e se levantou. Foi o começo de sua recuperação.

No mês seguinte, ele foi liberado para tomar sol e comer grama e no em março Giovanna finalmente pode montar em seu cavalo, ao pelo, para não sobrecarregar e por apenas cinco minutos. “Passou um filme pela minha cabeça. Passei o tratamento dele inteiro indo quase todos os dias na baia e passava horas ali, deitada com ele conversando. Tiveram momentos que achei que ia perdê-lo, mas graças a Deus ele se recuperou. Não sei se vou poder voltar com ele para provas, mas apenas agradeço por ter meu Hulk de volta, são e salvo”, comemora Giovanna.

A previsão de alta do garanhão é fevereiro de 2022.

A prova do crime nasceu

O proprietário da égua que Hulk cobriu não sabia do feito, mas meses depois, ela passou a ficar com a coluna baixa e abria muito as pernas. Ela estava prenha e hoje, o potrinho já corre feliz ao lado de sua mãe.

Por: Camila Pedroso
Crédito das fotos: Divulgação

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Curiosidades

Criatório americano possui valor estimado de US$ 400 milhões

Casa do melhor garanhão dos EUA, Into Mischief, a Spendthrift Farm surpreende pelos números

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Uma propriedade de US$ 400 milhões. Essa é a Spendthrift Farm, um criatório de cavalos puro-sangue, casa do melhor garanhão dos Estados Unidos, o Into Mischief.

A propriedade, localizada em Lexington, no Kentucky, era do bilionário B. Wayne Hughes, que faleceu recentemente aos 87 anos, deixando uma fortuna estimada em UR$ 8 bilhões a sua filha Tamara Gustavson.

Mas, como uma propriedade pode alcançar valores tão impressionantes como este?

Segundo levantamento realizado pela ForbesAgro, este valor é resultado da somatória dos valores da propriedade e de seus animais.

Into Mischeif

Garanhão puro-sangue, Into Mischeif é o cavalo da raça considerado o mais disputado dos EUA.

Em 2012, quando ele tinha apenas 7 anos de idade, o valor da sua cobertura era de US$7.500 mil.

Em 2013, quando seus filhos começaram a disputar provas e se destacar em páreos importantes, o valor da sua cobertura saltou para US$ 20 mil.

Atualmente, com 16 anos, o valor da sua cobertura subiu mais de 11 vezes, saltando para US$ 255 mil, o maior valor da América do Norte em 2021.

Levando-se em consideração que um cavalo jovem com idade entre 8 e 11 anos, que pode cobrir até 100 éguas/ano, num período de 3 ou 4 anos, o Into Mischeif sozinho, vale US$ 135 milhões.

Fazendo essa mesma fórmula com os outros garanhões do haras, juntos eles atingem a marca de US$ 165 milhões.

A Spendthrift Farm anunciou recentemente que a taxa de cobertura do Into Mischief aumento para US$ 250 mil para 2022.

Éguas e potros

Se levarmos em consideração os outros animais da fazenda (éguas e potros), o valor total dos animais atinge a casa de US$ 360 milhões.

Adicionando a essa soma a propriedade em si, somando o valor do terreno e da construção, que possui 133,5 hectares, teremos o valor de US$ 25 milhões.

Filial na Austrália

A Spendthrift Farm possui uma filial na Austrália. Adicionando a essa soma o valor dos animais e suas possibilidades de monta, visto que eles podem aproveitar a estação de monta do hemisfério sul, além da propriedade em si, chegamos ao valor de US$ 15 milhões.

Somando todos estes valores, a estimativa é que a Spendthrift Farm tenha o valor de mercado de US$ 400 milhões.

Por: Camila Pedroso

Crédito das fotos: Divulgação

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Curiosidades

Provas de Laço Comprido utilizando moto vaca se espalham pelo país

Modalidade vem atraindo público e laçadores e oferece premiações atrativas

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Você já ouviu falar em moto vaca?

O nome é inusitado, mas já diz o que é o objeto. Uma moto vaca ou vaca mecânica nada mais é do que um “boneco” em formato de uma vaca fixado e puxado por uma moto, utilizado pelos laçadores para treinar Laço Comprido em suas propriedades.

O objeto começou a ser utilizado para evitar o desgaste do gado, visto a repetição dos movimentos, além de não precisar de uma equipe composta por seis pessoas para cuidar do gado.

O que não se imaginava é que já existem provas que estão substituindo o gado pelas moto vacas. O motivo é um só: custo, visto que o valor investido para a manutenção do gado é muito alto.

O “boneco” de vaca é puxado pela moto simulando o gado

Provas pelo Brasil

A modalidade de prova de Laço Comprido com moto vaca já está se espalhando por vários estados do país, com destaque para o Rio Grande do Sul e São Paulo. São provas pequenas, mas que estão atraindo a atenção do público e do meio, oferecendo premiações significativas.

Em Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul, o Clube de Laço Terra do Chimarrão realizou em setembro a primeira prova de Laço Comprido utilizando moto vaca da região

A prova recebeu 150 inscrições e ofertou R$ 3 mil em premiação.

Em Angatuba, interior de São Paulo, O Rancho Américo recebeu, também em setembro, o 2° Titã Moto Vaca, o maior duelo de moto vaca do pais. A prova reuniu 120 laçadores e distribuiu R$ 35 mil em prêmios.

André Ricardo Rocha é laçador e já competiu em ambas as modalidades: com vaca e gado. O laçador já ganhou várias premiações em ambas as modalidades.

O laçador André Ricardo Rocha já participou de provas com moto vaca e com gado

Segundo Rocha, a diferença entre um evento com moto vaca e um tradicional rodeio de laço é apenas a ausência do gado, pois nessa modalidade também tem todo o regulamento de pista e arreamento completo, igual em um rodeio tradicional.

“Só muda a questão do gado mesmo, que é uma moto puxando uma vaca de mentira, em vez de um animal”, explicou.

Moto vaca ou gado, qual é mais fácil?

André Ricardo explica que na moto vaca as provas são mais fáceis, pois a “vaquinha” corre apenas em uma direção. Já no gado, como ele é um ser vivo, corre para qualquer lado.

“No gado é mais difícil porque muitos aprendem a tirar o laço da cabeça, se assustam quando o laço se aproxima, o que tira ele da direção, pulam e correm para qualquer lado, exigindo mais técnica do laçador”, explica.

As provas com moto vaca estão atraindo laçadores amadores e profissionais em busca das premiações

Entretanto, relata o laçador, as provas de moto vaca já estão com premiações interessantes que atraem todos os atletas, desde amadores até profissionais.

“Nas provas com gado a premiação é bem maior, e a inscrição também. Então, o laçador gosta de competir na vaca até como treino mesmo”, afirma.

Inusitado ou não, a modalidade tem atraído o público e chamando a atenção do meio. Será o nascimento de uma nova modalidade do esporte?

Créditos: Camila Pedroso

Fotos: André Ricardo Rocha

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Curiosidades Mangalarga Marchador

Cavalo tipicamente brasileiro, Mangalarga Marchador vem de uma descendência real e tem um plantel mais ou menos meio milhão de animais em todo o país

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Curiosidades Mangalarga Marchador

Considerada uma raça brasileira, o cavalo Mangalarga Marchador surgiu há cerca de 200 anos na Comarca do Rio das Mortes, no Sul de Minas. Tal surgimento se deu através do cruzamento de cavalos da raça Alter – trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal – com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira.

De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador – ABCCMM, o Mangalarga Marchador teve como berço a fazenda Campo Alegre, no Sul de Minas. Ela pertencia a Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, a quem é atribuída a responsabilidade pela formação da raça.

A fazenda era uma herança de seu pai, João Francisco Junqueira. Outro fazendeiro importante na história do Mangalarga Marchador foi José Frausino Junqueira, sobrinho de Gabriel Junqueira. Exímio caçador de veados, José Frausino aprendeu a valorizar os cavalos marchadores por serem resistentes e ágeis para transportá-lo em suas longas jornadas.

Curiosidades

Ainda segundo a associação, são várias versões para o nome Mangalarga Marchador, mas a mais consistente está relacionada à fazenda Mangalarga, localizada em Paty do Alferes, no Rio de Janeiro.

Dessa forma, o nome da fazenda era o mesmo de uma serra que existia na região. Seu proprietário era um rico fazendeiro que, impressionado com os cavalos da família Junqueira, adquiriu alguns exemplares para os passeios elegantes realizados no Rio de Janeiro. Então, quando alguém se interessava pelos animais, ele indicava as fazendas do Sul de Minas.

As pessoas procuravam os fazendeiros perguntando pelos cavalos da fazenda Mangalarga e esta referência se transformou em nome. Já o nome Marchador foi acrescentado pelo fato de alguns daqueles cavalos terem a função de marchar em vez de trotar.

Uma outra curiosidade acerca da raça é que, desde 2014, o cavalo Mangalarga Marchador é considerado uma raça nacional, sancionada na Lei nº 12.975, sancionada pela então presidente, Dilma Rousseff.

Então, para saber mais sobre o Mangalarga Marchador você pode acessar o site da ABCCMM.

Por Heloísa Alves
Fonte: ABCCMM/Tecnologia no Campo
Crédito imagem: Divulgação/ABCCMM

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Curiosidades

Conheça algumas curiosidades sobre o cavalo Árabe

Raça é a mais antiga do mundo, com a origem cercada por histórias; funcionalidade foi o que contribuiu para a resistência do cavalo Árabe ao logo dos anos

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Conheça algumas curiosidades sobre o cavalo Árabe

Considerada a raça mais antiga do mundo, o cavalo Árabe, também conhecido como Puro-Sangue Árabe, tem um mistério acerca da sua história. Apesar disso, algumas evidencias apontam que a raça já estaria presente na Mesopotâmia há cerca de 4000 aC, onde hoje se localiza o Iraque.

Apreciado pela inteligência e característica física única, o cavalo Árabe se destaca também pela funcionalidade. Dessa forma, a funcionalidade é comprovada nas pistas de Halter e até as provas montadas, como Enduro, Cross Country, Três Tambores, Seis Balizas, entre outras.

Origem

Entre as curiosidades da raça mais antiga do mundo, uma delas é de que o Cavalo Árabe se faz presente na história mundial. Há registros de que nomes como Alexandre O Grande, Napoleão e até George Washington cavalgaram nos Puro Sangue Árabe.

De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe – ABCCA, os fatores que contribuíram para a resistência da raça após longos anos incluem a capacidade como cavalo de guerra, com velocidade, resistência e agilidade.

Tais qualidades conquistaram povos e reinos em todo o mundo e esses reinos se esmeraram em mantê-las puras como forma de utilizar seu sangue na criação de tropas para o exército e trabalho através do cruzamento com cavalos locais, dando origem a praticamente todas as raças que conhecemos hoje.

Assim também, a entidade ainda ressalta que os beduínos, primeiros criadores da raça, são os responsáveis pela domesticação e seleção genética das qualidades e da preservação da pureza racial do Cavalo Árabe.

Então, junto com o cristianismo, a raça se espalhou pelo mundo, com popularização nos Estados Unidos em 1893, após sua aparição na Feira Mundial de Chicago. Já no Brasil, os Cavalos Árabes chegaram por volta de 1920, no Rio Grande do Sul. E o primeiro animal Puro Sangue Árabe foi a Airé, que nasceu em 1929.

Curiosidades

Logo, dentro das curiosidades da raça, uma delas é de que o Cavalo Árabe também é utilizado para desenvolver várias raças mais populares, como o Quarto de Milha e o Morgan.

Bem como, a raça também possui uma vértebra a menos nas costas. Por isso, em geral, eles são menores em relação a cumprimento.

Por fim, com a alta influência da raça, recentemente, o ‘Cavalo Mais Completo’ ganhou uma homenagem no Qatar, um dos países no Oriente Médio. Sendo assim, a homenagem foi feita na nova nota de 5 Rial Catarino, moeda oficial do Qatar. A nova impressão teve dois cavalos PSA ilustrados.

Por Heloísa Alves
Fonte: ABCCA/Tecnologia no Campo
Crédito imagem: Divulgação/Pixabay

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