Curiosidades

Príncipe Willian estaria montando um cavalo dopado em ensaio do Trooping the Colour

Segundo o jornal Daily Mail, Geroge, cavalo montado pelo príncipe Willian, estaria muito cabisbaixo, dando a impressão de dopping

Publicado

⠀em

Príncipe Willian estaria montando um cavalo dopado em ensaio do Trooping the Colou

Mais uma notícias abalou as estruturas da família real britânica neste final de semana. Tudo isso porque, durante os ensaios dos eventos do jubileu da Rainha Elisabeth, seu neto e segundo sucessor ao troco príncipe William, segundo o jornal Daily Mail, estaria montando um cavalo dopado.

A afirmação foi realizada por militares veteranos ao jornal. A cena teria ocorrido durante os ensaios para o Trooping the Colour, o desfile anual de aniversário da rainha.

O duque de Cambridge, príncipe Willian de 39 anos, montava George, um cavalo Household Division, no momentos em que fazia a inspeção das tropas no centro de Londres.

Militares veteranos afirmaram ao jornal que o animal montado pelo príncipe Willian estava muito cabisbaixo, o que indicaria que ele estaria sob o efeito de sedativos que o impediriam de realizar algum movimento ou comportamento que levassem o príncipe a cair ou que atrapalhassem o andamento do desfile.

De fato, deve ser muito difícil homenagear sua avó quando ela é uma das rainha a mais longevas do mundo e uma das mais famosas. Um tombo do cavalo seria um vexame e tanto. Mas, será que George, o cavalo montado pelo príncipe Willian, estava mesmo dopado?

Trooping the Colour

As celebrações do Jubileu da Rainha serão realizadas no Fim de Semana do Jubileu de Platina, de 2 a 5 de junho, data que coincide com um grande feriado britânico.

A cerimônia oficial de celebração de aniversário de Sua Majestade, a chamada Trooping the Colour, será realizada no dia 2 de junho.

Por: Camila Pedroso

Fotos: getty

Fonte: https://revistamonet.globo.com/

Mais notícias no portal Cavalus

Curiosidades

Por que a PM utiliza os cavalos no patrulhamento diário?

Publicado

⠀em

Com certeza você já deve ter visto alguma ação da Polícia Militar com a Cavalaria pelas ruas, principalmente em eventos com grande concentração de pessoas. Mas, já parou para pensar por que a PM utiliza os cavalos neste tipo de ação?

Os animais da cavalaria da Polícia Militar são treinados diariamente desde o seu nascimento. Nos primeiros anos de vida, eles são acariciados e passam por um trabalho de movimentação dos membros.

Com três anos, inicia-se a doma e em seguida um treinamento específico, em que o cavalo começa a ser treinado para o dia a dia dentro da Cavalaria, como estar em lugares com movimentação de pessoas, barulhos de tiro, fogos de artifício, etc. Por isso, mesmo com toda a agitação das ruas, os animais não perdem o controle. Parecem até ignorar o barulho e a passagem dos carros e das pessoas.

Existem diversas justificativas para o uso dos cavalos, entre eles o campo de visão do policial, afinal, os cavalos são animais altos e montados, o PM consegue ter uma visão melhor, mais clara da situação.

Além disso, os cavalos são animais fortes, imponente. Segundo à corporação do Rio Grande do Sul, um cavalo equivale a dez homens a pé. Com isso, a simples presença do animal já ajuda a dispensar a multidão ou finalizar conflitos que estejam ocorrendo na rua.

Se o local de acesso estivem com alguma barreira, o uso do cavalo na Cavalaria também facilita a operação da PM, visto que ele consegue ultrapassar os obstáculos, além de conseguir passar em lugares estreitos, que os veículos não passariam. Sem contar que, por ser alto e forte, inibi a população de um eventual confronto com o policial.

Mas não é só a sua força e porte físico que o tornam essenciais em operações militares. Existe o fator psicológico. Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, em 2014, na Inglaterra, em parceria com a ONG Rand Europe, concluiu que os policiais montados geram seis vezes mais interesse da população do que se o mesmo estivesse caminhando. Com isso, o uso dos cavalos faz as pessoas, principalmente as crianças, se interessem e interajam mais com os PMs.

Vida ativa dos cavalos

OS animais da Cavalaria da PM geralmente ficam na ativa por 18 anos. Possuem uma rotina de trabalho composta por dois dias trabalhados e dois de folga. Ao serem aposentados, estes animais podem ser adotados. Caso não consigam um dono, continuam sendo tratados pela corporação da Polícia Militar, sem sair mais para as ruas.

E não são apenas os cavalos que a PM utiliza…

Em Soure, município do estado do Pará, localizado na Ilha de Marajó, a polícia utiliza búfalos no patrulhamento diário, afinal, o animal é símbolo da região. Segundo o governo do estado, além do atrativo para os turistas e moradores, são animais seguros, por se tratar de uma região com muitos rios, e eles permitem a locomoção em lugares alagados.

Por: Camila Pedroso

Fonte: UOL

Fotos: UOL

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Equoterapia é utilizada para o tratamento da Síndrome de Burnout

A terapia é uma das iniciativas que empresas podem adotar para prevenir que seus funcionários adoeçam

Publicado

⠀em

A ONG EquoSorriso, localizada em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), desenvolve um trabalho de equoterapia e equitação lúdica para jovens e crianças com necessidades especiais e profissionais com sintomas de depressão e síndrome de Burnout. Criada em 2013, a entidade já atendeu mais de 600 pacientes, a partir dos dois anos de idade, oferecendo sessões de equoterapia.

Dentre os trabalhos desenvolvidos pela ONG, o uso da Equoterapia em pacientes diagnosticados com a síndrome de Burnout tem se destacado, visto o crescente número de profissionais atestados com a doença.

A síndrome ocorre devido ao esgotamento profissional, causado pela sobrecarga de serviços, ao estresse recorrente e à falta de reconhecimento de chefes e coordenadores.

Atualmente, a saúde mental é um dos assuntos que mais vem sendo discutido em todo o mundo, principalmente dentro das empresas. Segundo uma pesquisa realizada pela Mindsight (empresa de tecnologia especializada em recursos humanos), 86% das empresas ainda não agem para evitar o Burnout.

A importância de se atentar ao emocional é enorme, já que um colaborador doente adquire diversos sintomas, como dores de cabeça frequentes, cansaço excessivo físico e mental, insônia, problemas gastrointestinais, entre outros, o que, além de afetar sua vida pessoal, atinge seu rendimento profissional e o ânimo necessário para desempenhar suas funções e realizar tarefas simples.

Equoterapia como tratamento

A Equoterapia é uma das opções que pode ser adotada para o tratamento. A terapia ocorre por meio da interação com os cavalos, como explica a fundadora da EquoSorriso, Rosana Collect.

“A Equoterapia é uma grande aliada para combater a exaustão emocional cada vez mais evidente no meio corporativo. Na EquoSorriso, trabalhamos a terapia em meio a natureza, trazendo elementos da meditação, yoga e conexão sensorial ao vendar os olhos”, explica.

Para a psicóloga da EquoSorriso, Silvana Vaini, o praticante de equitação pode desenvolver outros aspectos pessoais. “A Equoterapia propicia um novo olhar, sob um novo ângulo, para a vida, trabalho, afetos, sendo este relacionado à vida animal (cavalo) e, principalmente, um novo olhar para si mesmo. Esses novos olhares poderão oportunizar uma espécie de ‘detox’, desestresse e reflexões para mudanças de rotinas, estilo de vida, tomada de decisões, ou seja, organizações necessárias para uma produtividade melhor e sem o cansaço excessivo que leva à Síndrome de Burnout“, finaliza.

Por: Assessoria de imprensa

Fotos: Divulgação

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Por que os celeiros americanos são vermelhos?

Mais que uma questão estética, a coloração era utilizada devido aos pigmentos encontrados na época, oferecendo maior durabilidade as madeiras

Publicado

⠀em

celeiro vermelho

Você que adora filmes americanos com aquelas paisagens lindas dos ranchos e fazendas dos Estados Unidos, com certeza já deve ter visto uma cena de um celeiro imponente e vermelho. Você já parou para pensar por que essas construções são dessa cor? Existem alguns motivos…

Embora a principal razão seja a aparência, a pintura protege a madeira das ações do tempo, fazendo ela durar mais. Mas, por que vermelho?

Entre os anos de 1700 e início de 1800, os celeiros localizados nas fazendas no nordeste dos EUA eram, em sua maioria, cobertos com tábuas verticais grossas. Essas tábuas se não fossem pintadas desgastavam rápido demais e ganhavam uma coloração cinza-acastanhada.

Este tipo de construção ainda não oferecia todo o conforto térmico necessário para o inverno e, em meados de 1800, para reduzir das correntes de ar, muitos fazendeiros passaram a reforçar os celeiros com a aplicação de tábuas na horizontal, pregadas na parte externa do celeiro. Assim, impediam que as correntes de ar entrassem dentro da construção.

Era tábuas serradas bem fino e para proteger das intempéries do tempo, pintá-las seria a solução.

Nessa época era comum as pessoas prepararem suas próprias tintas, misturando óleo de linhaça a outros ingredientes. Este vermelho-veneziano muito comum nas construções americanas era oriundo de pigmentos de terras escavados dos estados da Geórgia, Pensilvânia, Virgínia, Alabama, Califórnia, Iowa e Vermont. 

Segundo a edição de 1884 do livro Everybody’s Paint Book, de F.B. Gardner, o vermelho-veneziano penetrava bem nas tábuas de madeira e resistia ao desbotamento quando exposto à luz solar. 

O vermelho-veneziano recebeu esse nome porque, historicamente, era produzido a partir de argilas naturais encontradas perto de Veneza, na Itália. As argilas continham um composto de óxido de ferro, que produzia essa coloração.

No final de 1800, além do vermelho, tornou-se moda pintar celeiros com outras cores, especialmente aquelas projetadas para complementar os estilos arquitetônicos e acabamentos das casas dos fazendeiros. Tais como vários tons de amarelo, verde e marrom. Além disso, a tinta branca era aplicada a celeiros e residências.

Ainda assim, o vermelho permaneceu popular em muitas fazendas porque era mais barato. Em 1922, o catálogo da loja Sears, Roebuck oferecia o galão por apenas US$ 1,43, enquanto outras cores eram vendidas por pelo menos US$ 2,25 por galão, quase o dobro.

Hoje, os celeiros estão mais modernos e não se parecem mais com os antigos. Os maiores são produzidos de metal e abrigam centenas de animais. Mas a tradição de pintar celeiros menores de vermelho continua tão forte que o Serviço Postal dos EUA fez uma homenagem a eles com selos lançados em 2021. 

Por: Camila Pedroso

Fonte e fotos: Casa e Jardim / Pinterest

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Você já ouviu falar na Cavalhada?

Festejo tradicional de Portugal, a Cavalhada chegou ao Brasil no século XX e mistura folclore, cavalgada e resgate das raízes

Publicado

⠀em

Cavalhada

Celebração tradicional portuguesa, a Cavalhada chegou ao país pelas mãos dos nossos colonizadores e hoje é tradicional no Paraná, Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul, celebrada durante as festividades do Divino Espírito Santo.

A festividade consiste em uma encenação de uma batalha medieval, em que cristãos e os mouros (mulçumanos) se enfrentam. Na batalha, a rainha dos mouros é sequestrada, e será devolvida apenas após a conversão do povo ao cristianismo.

Na encenação, 12 cavaleiros de cada lado, vestidos com trajes típicos e acompanhados por seus auxiliares, entram na arena para encenar a batalha.

Poconé, no Mato Grosso, mantem viva a tradição, e a população se divide entre os que preferem os cristãos e os mouros, divisão essa que é passada de pai para filho.

Diz a lenda que a batalha teve início na época dos Medievais, e que a guerra se deu devido à conquista de território. Os cristãos teriam perdido terras e entravam na batalha para reconquista-las.

Além da rainha, os personagens principais são os cavaleiros, vestidos de azul (cristãos) ou vermelho (mouros) e armados de lanças e espadas. A corte é representada por personagens como o rei, o general, príncipes, princesas, embaixadores e lacaios, todos vestidos com ricas fantasias.

Cavalhadas no Brasil

As Cavalhadas chegaram ao Brasil no século 20, com o objetivo de evangelização dos moradores do país.

Em Pirenolopolis (Goiás), a festa ainda resiste ao tempo. A Cavalhada da região inclui também personagens mascarados que representam o povo. Vestindo roupas coloridas e montando cavalos enfeitados, eles saem pelas ruas a galope, fazendo algazarra.

A encenação dura três dias, cada um deles com uma batalha. Ao final, os cristãos vencem os mouros, que acabam se convertendo ao cristianismo.

No Mato Grosso, a cidade de Poconé realiza a festividade no mês de junho. Considerada uma das maiores manifestação artísticas e culturais do estado de Mato Grosso, simula uma batalha cheia de provas e com um colorido exuberante.

Em Guarapuava no Paraná, cavaleiros, de lados opostos do campo, se entregam a uma série de competições equestres (sortes), oferecendo os troféus às suas “damas”. Duas bandas de música acompanham o espetáculo: a de “pancadaria” ou “infernal” apupa os faltosos e a outra toca em louvor dos vencedores.

No Rio Grande do Sul as Cavalhadas são realizadas principalmente em Cazuza Ferreira, distrito de São Francisco de Paula, Vacaria, Mostardas, Santo Antonio da Patrulha e Caçapava.

Por: Camila Pedroso

Fonte: G1/ Sua Pesquisa/ Fundação Joaquim Nambuco

Fotos:

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Quais foram os cavalos mais rápidos do primeiro semestre?

Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador realizou um levantamento sobre quem são os cavalos mais rápidos nos Três Tambores e na Corrida

Publicado

⠀em

Quem foram os cavalos mais rápidos do primeiro semestre?

Quem foram os cavalos mais rápidos nos Três Tambores neste primeiro semestre? O que está sendo esse período na modalidade? Seria possível imaginar tantas quebras de recordes? Ainda estávamos curtindo o Evelino Rocha e a Rollin In The Fame no 30º Congresso Brasileiro do Quarto de Milha, pouco mais de um ano (2021) e de lá pra cá o 16s369 nem aparecem mais na lista dos Top 10. Outra dúvida: o que foi essa pista do Rancho Mariana, palco do Top Show Rancho Vinte Vinte 2022? Tem ai uma mudança de paradigma em preparo de pistas.

Vale destacar que desde o recorde mundial de Evelino Rocha e Rollin In The Fame (16s369) que ocorreu em maio/2021, já se tem 17 tempos abaixo e todos eles neste primeiro semestre de 2022. Vejamos os Top 5 da velocidade neste 1º semestre de 2022.

Conforme já divulgado pelo Portal Cavalus o recorde mundial ainda é nosso. Indiscutível que a melhor tropa de Tambor está no Brasil. Dos Top 5, somente 3 animais são detentores dos 5 tempos mais baixos: Order a Victory LW, In Love Fame HR e EF Eurus Ta Fame. Com exceção de EF Eurus Ta Fame, filho de Dash Ta Fame, todos os outros são filhos de garanhões nacionais: Victory Fly VM e El Shady Zorrero. Em contrapartida, das três matrizes: Slostartfastfinish, Cheyenne Fame I Am e EF Brahma Brown, somente esta é nacional.

O 5º melhor tempo é de EF Eurus Ta Fame, cavalo filho de Dash Ta Fame e de EF Brahma Brown (EF Shady Brown), hoje de propriedade de um condomínio formado pelo Haras ZD, MJ Ranch, Sidnei Junior e Haras São Francisco, montado pelo Sidnei Junior cravou 16s277 durante o Top Show Rancho Vinte Vinte.

Na 4ª colocação está Order a Victory LW, filho de Victory Fly VM e de Slostartfastfinish (Rare Bar), de propriedade e criação de LW Agrícola e Participações LTDA, montado por Edson Carlos da Rosa, durante o Top Show Rancho Vinte Vinte, marcaram o tempo de 16s257.

O 3º tempo mais rápido foi de EF Eurus Ta Fame, novamente o conjunto formado com Sidnei Junior marcaram o tempo de 16s251, também durante o Top Show Rancho Vinte Vinte.

Na 2ª colocação é In Love Fame HR, filha da lenda branca El Shady Zorrero e de Cheyenne Fame I Am (Dash Ta Fame), propriedade de Lúcia Cristina Sávio, criação do Haras Raphaela LTDA, montada pelo Décio Talon, marcaram o tempo de 16s213, durante o GP Haras Raphaela.

E o novo recorde mundial é de Order a Victory LW, montado pelo Edson Carlos da Rosa, com o tempo de 16s109, durante Top Show Rancho Vinte Vinte, que aconteceu em junho de 2022.

Os 20 cavalos mais rápidos dos Três Tambores no primeiro semestre

Fonte: SEQM/SGP Sistemas.
Gráfico: Autor.
Obs.: Até a data de publicação desta matéria, alguns números podem ter mudado.

Índices dos cavalos mais rápidos do Jockey Club de Sorocaba

Através das publicações dos resultados emitidos pelo Jockey Club de Sorocaba, no 1º semestre de 2022, foram realizadas 59 corridas (páreos), em 8 finais de semana, sendo páreos de 201 metros, 275m, 301m, 320m, 365m, 402m.

Neste período (19 de março até 18 de junho), foram promovidas 15 páreos de 201 metros, destes, o mais rápido foi Bueno Lake com o tempo de 11s710, macho, filho de Granite Lake e Eye Am Bueno (Mr. Eye Opener), de criação do Haras 2M, propriedade do Stud K&P, com o jockey V. A. Barros, treinado por A. Artemam, no Grande Prêmio Super Speed.

Nos 275 metros foram realizados 7 páreos, Sir Runaway JM com o tempo de 15s264, macho, filho de Wicked Eagle e de Miss Runaway (Ocean Runaway), criação de Jorge Maluf Neto, propriedade de Jorge Maluf Neto, conduzido pelo jockey A. Ramos, treinado por A. Artemam, no Grande Prêmio Super Sprint.

11 Páreos foram realizados nos 301 metros, pelo GP Pres. do Centro Hípico do Oeste – I Derby, destaque para Primeira Fast HWS, criação de Antonio Lirio Simon, propriedade do Stud Rancho alegre, a fêmea cruzou a linha nos 16s314, uma filha de Granite Lake com Jewel Fast HWS (Fast Pass Jess), a égua foi conduzida pelo jockey J. D. Pereira e treinada por M. Praxedes.

Nos 320 metros, com 17 páreos, destaque para Miss Isao JQM, com 17s155 no Grande Prêmio Brazilian Futurity, a fêmea alazã, filha de Mr Jess Perry com Cortona Cartel (Corona Cartel), de criação e propriedade do Haras Jaguaruana, treinada pelo M. M. Tavares, e pelo jockey C. Medina. Miss Isao lidera na soma de ganhos até o momento, com o faturamento de R$ 400.000,00.

Meteoro Senator HF, com 19s607 cruzou a linha de chegada para os 365 metros durante o Grande Prêmio America Futurity , macho, filho de Louisiana Senator com Mongoose Separatist (Separatist), conduzida pelo jockey V. A. Barros, treinada por A. Artemam, esse cavalo é de propriedade do Stud K&P e criação de Fernando Rabelo Gonçalves. Com 365 metros foram realizados 4 páreos.

Por fim nos 402 metros, de onde surgiu o Quarto de Milha, teve 5 páreos, destaque, novamente, para Miss Isao JQM, com 21s361, durante o GP Megarace – Gianni Franco Samaja.

Recordes do Jockey Club de Sorocaba

Neste primeiro semestre, nenhum recorde anterior foi quebrado, mantendo-se, assim, as marcas:

FONTE:

http://www.jcsorocaba.com.br/

https://www.sgpsistema.com/

Colaboração: Luciano Ferreira Rodrigues Filho

Cavaleiro e Pesquisador | Haras Dom Herculano

Foto: Unsplash

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Trabalho voluntário oferece atendimento a cavalos de carroceiros

Wagner Rocha atua há seis meses com a ação que já ajudou muitos cavalos que perambulavam pelas ruas de Viamão/RS puxando carroças

Publicado

⠀em

Você já parou para pensar nos cavalos que puxam as carroças no interior do Brasil? Muitas vezes, devido às dificuldades financeiras dos proprietários e mesmo o desconhecimento, são animais adoecidos, que quase nunca são casqueados e ferrados.

Wagner Rocha é um ferreiro com 20 anos de formação e possui uma ação social que realiza em sua cidade, Viamão, no Rio Grande do Sul, que atua justamente com estes animais: os cavalos dos carroceiros.

“Comecei minha vida profissional com os cavalos de carroça, e ficava indignado com a situação deles. Gostaria de realizar uma ação com eles para ajudar, mas os custos são muito altos”, relembra Rocha.

Com este pensamento em mente, o Wagner Rocha se reuniu com outros amigos ferreiros e veterinários e há seis anos realiza anualmente uma ação de ferrageamento, casqueamento e atendimento veterinário gratuito aos animais dos carroceiros da sua cidade.

“Cada ferrador traz seus materiais e arca com o custo do trabalho no cavalo. Atendemos animais muito debilitados, muitas vezes machucados e doentes. Realizamos o trabalho de casqueamento e ferrageamento e o veterinário faz uma avaliação no animal, tratando feridas, medicando. Ainda é muito pouco, mas como os custos são altos, é o que podemos fazer para ajudar”, afirma.

Na última edição do encontro, foram tratados 46 animais. “É muito gratificante poder ajudar estes cavalos. Gostaria de poder viver apenas de cuidar destes animais, mas não consigo. Quem sabe um dia”, afirma Rocha.

Início da carreira de ferrador

Nascido em uma família humilde, Wagner Rocha sempre teve contato com cavalos. Com 11 anos foi trabalhar em uma pequena criação de gado leiteiro, onde ordenava as vacas e vendia o leite.

Neste emprego, Wagner sempre precisou do cavalo para fazer seus trabalhos diários e começou a se interessar pelo trato do animal. “Lá, quando a gente precisava ferrar o cavalo, levávamos para um rapaz que estava sempre com a agenda cheia, além disso, eu não gostava muito do trabalho dele. Comecei a correr atrás de cursos para poder fazer o trabalho”, relembra.

Mas, encontrar cursos de qualidade naquela época era muito difícil e com o apoio do Senac ele conseguiu se especializar. “Como a propriedade leiteira estava minguando, passei a trabalhar com ferrageamento. Coloquei uma placa no portão de casa e passei a atender alguns cavalos”, relembra.

Certo dia, um rapaz o convidou para trabalhar na propriedade dele, um criatório de cavalos de Polo. Conforme ele começou a atuar com os animais, o proprietário do haras perguntou a ele se conhecia um ferrador.

“Falei que eu sabia fazer o serviço e comecei a ferrar os cavalos do haras. Para a minha sorte, ele namorava uma moça que tinha um haras muito grande e forte na região. Ela chamava um rapaz de Curitiba/PR para ferrar seus animais e eu passei a acompanhar. Ele era muito bom e eu aprendi muito com ele”.

Com isso, Wagner passou a fazer mais cursos para se especializar e hoje tem o ferrageamento como profissão. “Devo toda a minha carreira aos cavalos de carroça. Comecei atuando com eles e sou grato a cada um. Vou continuar realizando essa ação com uma forma de agradecimento e ajuda a estes cavalos que são muitas vezes esquecidos e abandonados. Gostaria de agradecer ao apoio dos amigos que me ajudam a desenvolver essa ação tão importante”, finaliza Wagner Rocha.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Capa de novo álbum de Beyoncé traz diva montada em um cavalo

Foto teria inspiração em pintura pré-rafaelita do século XIX. Beyoncé não confirma, mas sua publicação nas redes sociais traz diversas conotações que remetem a obra

Publicado

⠀em

A internet foi à loucura com a nova capa do álbum Renaissance da Beyoncé, divulgado na última quinta-feira (30). A diva pop aparece montada em um cavalo prateado todo iluminado.

A capa enigmática logo rendeu comparações com a pintura famosa Lady Godiva, do pintor britânico John Colier, que retrata uma mulher nua montada em um cavalo.

Diz a lenda que a pintura, associada ao movimento pré-rafaelita do século XIX, retrata a imagem de Lady Godiva, uma mulher que cavalgou nua em algum período do século XI para impedir que seu marido Leofric impusesse impostos abusivos aos cidadãos de Coventry, na Inglaterra.

Segundo a lenda, o marido dizia que se a mulher aparecesse na cidade nua a cavalo ele cancelaria os planos dos impostos abusivos.

Em suas redes sociais, a cantora não mencionou a pintura, mas suas palavras deram algumas conotações à lenda.

“Minha intenção era criar um lugar seguro, um lugar sem julgamento. Um lugar para ser livre de perfeccionismo e pensamento excessivo. Um lugar para gritar, soltar, sentir liberdade. Foi uma bela jornada de exploração”, divulgou a cantora.

Para divulgar o novo álbum, a diva ainda estrelou a capa da revista britânica Vogue, edição de julho, em um ensaio realizado pelo brasileiro Rafael Pavarotti.

Vestindo um vestido preto, a cantora aparece em um cenário vermelho, montada em um cavalo negro. Ao lado, os dizeres: “Beyoncé turns up the heat” que, em tradução livre, significa “Beyoncé aumenta o calor

Essa não foi a primeira vez que a cantora aparece com um cavalo em suas produções. No clip da música Run The World (Girls), Beyoncé está em uma paisagem desértica, vestida de branco e aparece empinando um cavalo negro.

O lançamento do álbum Renaissance será agora, dia 29 de julho.

Por: Camila Pedroso

Fonte: Vogue/ Veja

Fotos: Vogue/ Veja

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Ultramaratonista vence cavalo em corrida

Britânico Ricky Lightfoot venceu a corrida “The Whole Earth Man V Horse”. Com ele, apenas três homens realizaram este feito de vencer o cavalo

Publicado

⠀em

cavalo

Em uma corrida entre um homem e um cavalo, em quem você apostaria?

Pois é, parece impensável uma corrida como essa, mas ela existe! A corrida “The Whole Earth Man V Horse”, realizada em Llanwrtyd Wells, no País de Gales tem como objetivo, como o próprio nome diz, uma disputa entre homem e cavalo para ver quem leva a melhor.

Nessa edição, o atleta de resistência britânico Ricky Lightfoot conquistou o improvável e venceu a competição com o tempo de 2h22min23seg.

Ele fez parte de um grupo de 1.200 corredores e 60 conjuntos que participaram da etapa, que aconteceu entre as colinas escarpadas e terrenos lamacentos do interior do País de Gales. O percurso era de 22 milhas, cerca de 34 quilômetros.

Ricky Lightfoot é um bombeiro de 37 anos da Vila de Dearham, em Cumbria, no noroeste da Inglaterra. Com a vitória ele se tornou a terceira pessoa a vencer um cavalo na história da corrida.

Faziam exatos 15 anos que nenhum homem vencia a disputa.  O último campeão foi Florien Holtinger em 2007.

Lane House Boy ficou em segundo lugar, atrás de Lightfoot e do cavaleiro Kim Alman, terminando com um tempo de 2h24min24seg.

História da “The Whole Earth Man V Horse”

A competição foi criada na década de 1980, após duas pessoas apostaram no pub Neuadd Arms Hotal se um homem conseguiria derrotar um cavalo em uma corrida de longa distância.

Huw Lobb se tornou o primeiro homem a vencer a prova em 2004, quando derrotou o cavalo mais rápido em 2h05min.

Desempenho impressionante

Lightfoot é um corredor de resistência, venceu anteriormente a corrida Zegama-Aizkorri na Espanha em 2009. Três anos depois, conquistou sua primeira ultramaratona no Hammer Trail, na Dinamarca, antes de vencer mais três trilhas de resistência no País de Gales, na Ilha da Reunião e na África do Sul em 2013.

Em 2014, ficou em primeiro lugar no Dodo Trail nas Ilhas Maurício e a Ultra SkyMarathon na Ilha de Madeira no ano seguinte.

O desempenho do atleta no “The Whole Earth Man V Horse” foi simplesmente incrível. Ele chegou a prova duas horas antes do início, depois de enfrentar quase 24h de estrada para chegar de Tenerife, na Espanha ao País de Gales.

 “Estou satisfeito por ter vencido o Whole Earth Man V Horse”, disse Lightfoot à CNN. “Eu tinha ouvido falar dos dois vencedores anteriores, Huw Lobb e Florien Holtinger, e estou muito feliz por estar eles que já venceram o cavalo”, comemorou.

“Foi ótimo competir em uma corrida tão lendária e única que começou a partir de uma conversa em um pub local. Fiquei acordado por 29 horas antes da corrida e tive que dirigir cinco horas para casa depois, então nem preciso dizer que estou acabado, mas valeu a pena”, acrescentou.

Por: Camila Pedroso

Fonte: CNN

Fotos: CNN

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Rainha Elizabeth desobedece ordens médicas e volta a passear de cavalo

Segundo o jornal The Sun, a monarca estava sentindo muita falta de andar a cavalo. Rainha Elizabeth é apaixonada pelos equinos e era presença constante em páreos

Publicado

⠀em

Quem gosta de cavalos vai concordar com a rainha Elizabeth II. A monarca mais longeva do mundo desobedeceu as ordens médicas e voltou a cavalgar.

Segundo uma fonte do jornal britânico The Sun, Rainha Elizabeth estava cavalgando pelo castelo de Windosr. “A Rainha sentiu muita falta de suas cavalgadas nos últimos nove meses”, disse a fonte.

Também pudera, você conseguiria?

“Ela só vinha passeando nos jardins de Castelo de Windosr com o carrinho de golfe na companhia dos corgis. Voltar a cavalgar é um ótimo sinal após todas as preocupações com a saúde da rainha Elizabeth. Fazer isso aos 96 anos é um feito notável”, afirmou a fonte.

Leia mais

A paixão da rainha Elizabeth por cavalos vem da infância. Dizem que ela começou a cavalgar com apenas três anos, em aulas ministradas em um pônei. Ela compartilhou esse amor pelos cavalos com sua mãe.

Elizabeth sempre gostou de cavalos e era particularmente interessada em corridas. Ao longo dos anos, a monarca foi presença constante em corridas de cavalo e leilões de animais, cuidando pessoalmente da rotina e da administração dos estábulos da Família Real. 

Rainha Elizabeth tem se ausentado da vida pública

Mas, nos últimos meses, a monarca tem marcado menos presença em eventos oficiais da realeza devido à sua saúde debilitada. Em maio, ela não compareceu pela primeira vez desde que assumiu o trono ao Trooping the Colour, a uma tradicional cerimônia militar.

A rainha também se ausentou de alguns eventos do Jubileu de Platina, a comemoração de 70 anos de seu reinado. No início do mês, Kate Middleton ressaltou que Elizabeth estava bem, “apesar de cansada”.

Os assessores oficiais da Família Real Britânica não comentaram a matéria do The Sun e também não confirmaram se a monarca realmente voltou a montar a cavalo.

Por: Camila Pedroso

Fonte: The Sun/ Monet

Fotos: Getty Images

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Curiosidades

Notícias do portal Cavalus transformam a vida de jovem do interior de São Paulo

“O cavalo mudou a minha vida e eu conheci este mundo através do Portal Cavalus”, afirma Leonardo Barboza Cerqueira

Publicado

⠀em

Portal Cavalus

Todos que acompanham o portal Cavalus sabem que escrevemos sobre este animal incrível porque somos apaixonadas por cavalos. E quando tomamos conhecimento de histórias como a de Leonardo Barboza Cerqueira, ficamos emocionadas e com a sensação de dever cumprido.

Cerqueira é tratador de cavalos no Haras JML e conheceu o universo do cavalo através do nosso portal. Em uma pesquisa na internet, acabou encontrando o portal Cavalus e se interessou pelas notícias relacionadas ao manejo e cuidado com os animais.

O rapaz ficou tão interessado no assunto que apenas as leituras diárias das notícias do portal Cavalus não eram mais suficientes, e ele procurou pela Facilpa, em Lençóis Paulista, interior de São Paulo, para trabalhar de graça a fim de aprender ainda mais sobre o manejo e o cuidado com os animais, tudo aliado as notícias do portal Cavalus.

“Eu não conhecia nada sobre cavalo e através do site passei a conhecer e me interessar por eles”, relembra o rapaz.

No recinto, Cerqueira começou a conhecer na prática como fazer o manejo correto dos cavalos, escovação, alimentação, todo o trabalho diário que um bom tratador deve realizar.

Após a passagem pela Facilpa, o rapaz se destacou pela dedicação e conquistou, através do apoio de muitos amigos como os veterinários Felipe e Rodrigo, um curso de manejo em Viçosa/MG.

“Fiquei 10 dias fazendo este curso e quando eu voltei me indicaram para trabalhar em um haras em Maringá/PR, para trabalhar com João Felipe Lacerda. Os doutores Zoras me ajudaram a conquistar este emprego. Ali vi a possibilidade de começar a crescer e mudar a vida dos meus avôs”, relembra.

Com a nova possibilidade Cerqueira se tornou um tratador de cavalos e passou a acompanhar a tropa do haras nos eventos e ser um dos responsáveis por todo os cuidados com os animais do haras.

“Aprendi muito lá trabalhando com o João Felipe Lacerda, que para mim é um dos melhores treinadores de Rédeas, e sou muito grato pela oportunidade. Comecei a conhecer lugares pessoas, tudo através do cavalo. Minha avó finalmente pode me ver crescendo. Hoje ela tem orgulho e falar que o neto dela trabalha com cavalos”, comemora.

“Ali eu cresci! Pude conhecer mais sobre os cavalos e me apaixonar ainda mais por eles”, relembra.

Cerqueira ficou em Maringá por dois anos e meio, quando teve que voltar para a sua cidade natal, Lençóis Paulista, porque sua avó não estava bem de saúde.

“Voltei para cuidar da minha avó, mas muito feliz, pois tinha conseguido mudar a minha vida”, comemora.

Hoje, ele atua no Haras JML, cuidando dos cavalos do haras no manejo diário e está muito feliz com tudo o que conquistou, mas não parou de sonhar e acompanhar o nosso portal Cavalus. “Antes de eu conhecer os cavalos e atuar neste meio, eu sentia como se seu não fosse nada, que eu não tinha importância e no meio do cavalo eu me senti muito importante. O cavalo mudou a minha vida!”, finaliza.

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fotos: Arquivo pessoal

Mais notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Categorias

COPYRIGHT © 2021 CAVALUS. TODOS DIREITOS RESERVADOS
ESSE SITE É PROTEGIDO PELO GOOGLE RECAPTCHA
POLÍTICA DE PRIVACIDADE | TERMOS DE SERVIÇO