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Você conhece o Cavalo de Aço que fica dentro do Parque do Peão?

Escultura de ferro pintada de vermelho foi criada pelo publicitário Alex Periscinoto

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Além da grande estrutura que o Parque do Peão de Barretos/SP oferece para realização de eventos importantes, outras atrações compõem o cenário. Antes de mais nada, o local abriga diversos monumentos ligados à cultura do rodeio e às tradições sertanejas, hoje tradicionais pontos turísticos da região.

Assim, o primeiro monumento foi instalado em 1998. A escultura Cavalo de Aço, inaugurada na gestão de Flávio Silva Filho, está em frente à sede administrativa do Parque do Peão. Concebida em ferro e pintada de vermelho, a obra é do publicitário Alex Periscinoto. Mede, do rabo até a base, 4,5m; da mesma forma que das patas traseiras até a cabeça – 4,5m; enquanto a largura total é de 0,70m e a base, 0,60m.

E de fato, a criação do Cavalo de Aço impulsionou a instalação dos demais monumentos hoje espalhados pelo Parque do Peão de Barretos. Quem é do meio, certamente, já ouvir falar ou viu de perto o Monumento ao Peão ou a estátua do Touro Bandido.

o Cavalo de Aço é uma escultura de ferro pintada de vermelho que foi criada pelo publicitário Alex Periscinoto para o Parque do Peão
No dia da instalação

Concepção do Cavalo de Aço

O publicitário Alex Periscinoto sempre foi apaixonado por cavalos, histórias e filmes de Velho Oeste. Tinha amigos ligados à Festa do Peão e sempre perguntava sobre o evento. De acordo com informações de Os Independentes, ele fazia esculturas como hobbie e a convite da Associação, desenvolveu a obra.

Existe também um protótipo miniatura em ferro que está exposto no Memorial do Peão, dentro do Parque do Peão, que deu origem à escultura maior. No dia da instalação, aliás, Periscinoto foi a Barretos e participou ativamente da soldagem da peça.

Ademais, o cartaz da 55ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, em 2010, conta com uma reprodução da escultura. O Cavalo de Aço também ‘virou’ um troféu que homenageou personalidades que colaboraram com a Festa no jubileu de prata do Parque do Peão.

o Cavalo de Aço é uma escultura de ferro pintada de vermelho que foi criada pelo publicitário Alex Periscinoto para o Parque do Peão
O protótipo miniatura

Homenagem do Parque do Peão ao artista

Alex Periscinoto tinha 95 anos quando faleceu, vítima da Covid-19, no último dia 17 de janeiro. Publicitário e artista plástico, o autor do Cavalo de Aço foi um dos nomes mais relevantes do mercado de comunicação brasileiro.

Caçula em uma família de imigrantes italianos, Periscinoto teve uma carreira brilhante no mercado publicitário. Grandes empresas e grandes feitos são marcantes em sua trajetória. Por exemplo, é dele a criação do primeiro comercial televisivo do Brasil.

“A Associação Os Independentes lamenta a perda do querido e talentoso Alex Periscinoto, um grande publicitário e artista. Temos muito orgulho de abrigar uma de suas grandes obras no Parque do Peão, ajudando a imortalizar sua memória”, declara Jeronimo Luiz Muzetti, presidente de Os Independentes.

Colaboração: Assessoria de Imprensa
Fonte: Os Independentes e Wikipedia
Crédito das fotos: Arquivo Os Independentes

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Ultramaratonista vence cavalo em corrida

Britânico Ricky Lightfoot venceu a corrida “The Whole Earth Man V Horse”. Com ele, apenas três homens realizaram este feito de vencer o cavalo

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Em uma corrida entre um homem e um cavalo, em quem você apostaria?

Pois é, parece impensável uma corrida como essa, mas ela existe! A corrida “The Whole Earth Man V Horse”, realizada em Llanwrtyd Wells, no País de Gales tem como objetivo, como o próprio nome diz, uma disputa entre homem e cavalo para ver quem leva a melhor.

Nessa edição, o atleta de resistência britânico Ricky Lightfoot conquistou o improvável e venceu a competição com o tempo de 2h22min23seg.

Ele fez parte de um grupo de 1.200 corredores e 60 conjuntos que participaram da etapa, que aconteceu entre as colinas escarpadas e terrenos lamacentos do interior do País de Gales. O percurso era de 22 milhas, cerca de 34 quilômetros.

Ricky Lightfoot é um bombeiro de 37 anos da Vila de Dearham, em Cumbria, no noroeste da Inglaterra. Com a vitória ele se tornou a terceira pessoa a vencer um cavalo na história da corrida.

Faziam exatos 15 anos que nenhum homem vencia a disputa.  O último campeão foi Florien Holtinger em 2007.

Lane House Boy ficou em segundo lugar, atrás de Lightfoot e do cavaleiro Kim Alman, terminando com um tempo de 2h24min24seg.

História da “The Whole Earth Man V Horse”

A competição foi criada na década de 1980, após duas pessoas apostaram no pub Neuadd Arms Hotal se um homem conseguiria derrotar um cavalo em uma corrida de longa distância.

Huw Lobb se tornou o primeiro homem a vencer a prova em 2004, quando derrotou o cavalo mais rápido em 2h05min.

Desempenho impressionante

Lightfoot é um corredor de resistência, venceu anteriormente a corrida Zegama-Aizkorri na Espanha em 2009. Três anos depois, conquistou sua primeira ultramaratona no Hammer Trail, na Dinamarca, antes de vencer mais três trilhas de resistência no País de Gales, na Ilha da Reunião e na África do Sul em 2013.

Em 2014, ficou em primeiro lugar no Dodo Trail nas Ilhas Maurício e a Ultra SkyMarathon na Ilha de Madeira no ano seguinte.

O desempenho do atleta no “The Whole Earth Man V Horse” foi simplesmente incrível. Ele chegou a prova duas horas antes do início, depois de enfrentar quase 24h de estrada para chegar de Tenerife, na Espanha ao País de Gales.

 “Estou satisfeito por ter vencido o Whole Earth Man V Horse”, disse Lightfoot à CNN. “Eu tinha ouvido falar dos dois vencedores anteriores, Huw Lobb e Florien Holtinger, e estou muito feliz por estar eles que já venceram o cavalo”, comemorou.

“Foi ótimo competir em uma corrida tão lendária e única que começou a partir de uma conversa em um pub local. Fiquei acordado por 29 horas antes da corrida e tive que dirigir cinco horas para casa depois, então nem preciso dizer que estou acabado, mas valeu a pena”, acrescentou.

Por: Camila Pedroso

Fonte: CNN

Fotos: CNN

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Rainha Elizabeth desobedece ordens médicas e volta a passear de cavalo

Segundo o jornal The Sun, a monarca estava sentindo muita falta de andar a cavalo. Rainha Elizabeth é apaixonada pelos equinos e era presença constante em páreos

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Quem gosta de cavalos vai concordar com a rainha Elizabeth II. A monarca mais longeva do mundo desobedeceu as ordens médicas e voltou a cavalgar.

Segundo uma fonte do jornal britânico The Sun, Rainha Elizabeth estava cavalgando pelo castelo de Windosr. “A Rainha sentiu muita falta de suas cavalgadas nos últimos nove meses”, disse a fonte.

Também pudera, você conseguiria?

“Ela só vinha passeando nos jardins de Castelo de Windosr com o carrinho de golfe na companhia dos corgis. Voltar a cavalgar é um ótimo sinal após todas as preocupações com a saúde da rainha Elizabeth. Fazer isso aos 96 anos é um feito notável”, afirmou a fonte.

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A paixão da rainha Elizabeth por cavalos vem da infância. Dizem que ela começou a cavalgar com apenas três anos, em aulas ministradas em um pônei. Ela compartilhou esse amor pelos cavalos com sua mãe.

Elizabeth sempre gostou de cavalos e era particularmente interessada em corridas. Ao longo dos anos, a monarca foi presença constante em corridas de cavalo e leilões de animais, cuidando pessoalmente da rotina e da administração dos estábulos da Família Real. 

Rainha Elizabeth tem se ausentado da vida pública

Mas, nos últimos meses, a monarca tem marcado menos presença em eventos oficiais da realeza devido à sua saúde debilitada. Em maio, ela não compareceu pela primeira vez desde que assumiu o trono ao Trooping the Colour, a uma tradicional cerimônia militar.

A rainha também se ausentou de alguns eventos do Jubileu de Platina, a comemoração de 70 anos de seu reinado. No início do mês, Kate Middleton ressaltou que Elizabeth estava bem, “apesar de cansada”.

Os assessores oficiais da Família Real Britânica não comentaram a matéria do The Sun e também não confirmaram se a monarca realmente voltou a montar a cavalo.

Por: Camila Pedroso

Fonte: The Sun/ Monet

Fotos: Getty Images

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Curiosidades

Notícias do portal Cavalus transformam a vida de jovem do interior de São Paulo

“O cavalo mudou a minha vida e eu conheci este mundo através do Portal Cavalus”, afirma Leonardo Barboza Cerqueira

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Portal Cavalus

Todos que acompanham o portal Cavalus sabem que escrevemos sobre este animal incrível porque somos apaixonadas por cavalos. E quando tomamos conhecimento de histórias como a de Leonardo Barboza Cerqueira, ficamos emocionadas e com a sensação de dever cumprido.

Cerqueira é tratador de cavalos no Haras JML e conheceu o universo do cavalo através do nosso portal. Em uma pesquisa na internet, acabou encontrando o portal Cavalus e se interessou pelas notícias relacionadas ao manejo e cuidado com os animais.

O rapaz ficou tão interessado no assunto que apenas as leituras diárias das notícias do portal Cavalus não eram mais suficientes, e ele procurou pela Facilpa, em Lençóis Paulista, interior de São Paulo, para trabalhar de graça a fim de aprender ainda mais sobre o manejo e o cuidado com os animais, tudo aliado as notícias do portal Cavalus.

“Eu não conhecia nada sobre cavalo e através do site passei a conhecer e me interessar por eles”, relembra o rapaz.

No recinto, Cerqueira começou a conhecer na prática como fazer o manejo correto dos cavalos, escovação, alimentação, todo o trabalho diário que um bom tratador deve realizar.

Após a passagem pela Facilpa, o rapaz se destacou pela dedicação e conquistou, através do apoio de muitos amigos como os veterinários Felipe e Rodrigo, um curso de manejo em Viçosa/MG.

“Fiquei 10 dias fazendo este curso e quando eu voltei me indicaram para trabalhar em um haras em Maringá/PR, para trabalhar com João Felipe Lacerda. Os doutores Zoras me ajudaram a conquistar este emprego. Ali vi a possibilidade de começar a crescer e mudar a vida dos meus avôs”, relembra.

Com a nova possibilidade Cerqueira se tornou um tratador de cavalos e passou a acompanhar a tropa do haras nos eventos e ser um dos responsáveis por todo os cuidados com os animais do haras.

“Aprendi muito lá trabalhando com o João Felipe Lacerda, que para mim é um dos melhores treinadores de Rédeas, e sou muito grato pela oportunidade. Comecei a conhecer lugares pessoas, tudo através do cavalo. Minha avó finalmente pode me ver crescendo. Hoje ela tem orgulho e falar que o neto dela trabalha com cavalos”, comemora.

“Ali eu cresci! Pude conhecer mais sobre os cavalos e me apaixonar ainda mais por eles”, relembra.

Cerqueira ficou em Maringá por dois anos e meio, quando teve que voltar para a sua cidade natal, Lençóis Paulista, porque sua avó não estava bem de saúde.

“Voltei para cuidar da minha avó, mas muito feliz, pois tinha conseguido mudar a minha vida”, comemora.

Hoje, ele atua no Haras JML, cuidando dos cavalos do haras no manejo diário e está muito feliz com tudo o que conquistou, mas não parou de sonhar e acompanhar o nosso portal Cavalus. “Antes de eu conhecer os cavalos e atuar neste meio, eu sentia como se seu não fosse nada, que eu não tinha importância e no meio do cavalo eu me senti muito importante. O cavalo mudou a minha vida!”, finaliza.

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fotos: Arquivo pessoal

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Curiosidades

Confira cinco curiosidades sobre o cavalo!

Você sabia que o cavalo é considerado o segundo animal terrestre mais forte? Ou que seu campo de visão é incrível? Então, confira a lista com algumas curiosidades que separamos para vocês!

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cavalo

Que nós do portal Cavalus somos apaixonados por cavalos, não é segredo para ninguém, afinal, eles são incríveis!

Inteligentes, companheiros e extremamente sensíveis, os cavalos possuem muitas qualidades e são ótimos animais de companhia. 

A relação entre nós, homens e os cavalos existe há muito tempo. Eles marcaram presença em diversos pontos históricos da humanidade.  Foram usados em guerras, como meio de transporte, como tração em atividades agrícolas, no esporte, lazer e entre outras atividades importantes.

Se você também é um apaixonado por cavalos, separamos algumas curiosidades sobre este animal incrível. Confira!

1- Ele sorri?

Na verdade, isso é uma técnica que permite que eles sintam cheiros com mais facilidade, uma vez que o movimento ajuda o animal a direcionar os cheiros para as glândulas olfatórias localizadas no final da passagem nasal.

2- Segunda animal terrestre mais forte do mundo!

Sim! Depois do elefante, os cavalos são considerados um dos animais terrestres mais fortes, pois por exemplo, um exemplar de 1 tonelada, pode arrastar um peso semelhante.

3- Bons de memória

Os cavalos são capazes de se lembrar de pessoas, lugares e situações com grande facilidade, armazenando na memória os momentos que presenciaram. Além disso, eles conseguem se lembrar por muito tempo das pessoas, mesmo após longo período de ausência.

4- Ótima visão

Os olhos deles são maiores que os de qualquer outro mamífero terrestre. São nove vezes maiores em volume, em comparação aos olhos de um ser humano, por exemplo. Os cavalos enxergam muito bem graças aos seus olhos peculiares, que por estarem localizados ao lado da cabeça do animal, permitem um grande campo de visão lateral. Porém, a perspectiva dele é limitada frontalmente e sua visão é mais eficiente para enxergar objetos em curto ou longo alcance. São animais considerados como presas na vida selvagem e por isso seu campo de visão é desenvolvido de tal forma para perceber perigo e facilitar a fuga.

5- Cavalos dormem em pé?

Você sabia que os cavalos dormem tanto em pé quanto deitados? E por incrível que pareça, passam a maior parte do sono dormindo em pé. Estes animais possuem um mecanismo que permite apoiar a maior parte do peso nas pernas da frente, e o restante eles alternam entre as pernas traseiras.

Os cavalos atletas, por outro lado, se acostumam a dormirem deitados, principalmente por se sentirem mais seguros e relaxados nessa posição.

Gostou das curiosidades? Tem mais alguma para nos contar? Mande parta a gente nas redes sociais do portal Cavalus.

Por: Camila Pedroso

Fonte: Drogavet

Fotos: Pixabay

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Corrida de jegue movimenta economia no Nordeste

Jecana é realizada em Petrolina/PE, gerando emprego e renda para a região, além de resgatar a importância histórica do jegue para o povo nordestino

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Páreo de Jegue?! Sim, por que não?! Em Petrolina/PE ocorreu nos últimos dias 11 e 12 a tradicional Jecana, a corrida de jegues, realizada na zona rural da cidade.

A festa, que voltou a ser realizada após a pausa de dois anos devido à pandemia, atrai apaixonados pelos jegues de todos os cantos do Nordeste. Afinal, o animal possui uma importância história e cultural muito forte na região.

A corrida é realizada na zona rural, na rua da comunidade do Capim, a 712 km de Recife. Com apenas três mil habitantes, a comunidade se multiplica com a chegada da festa, que atraí mais de 20 mil visitantes.

A Jecana recebe jegueiros, como são conhecidos os jóqueis dos jegues, dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí.

Para essa edição, 45 jegues foram inscritos para levantar poeira nos 250 metros da pista que cruza a pequena comunidade.

Ao contrário das tradicionais corridas de cavalos, os jegueiros são crianças de 8 a 13 anos de idade, para que o animal possa aguentar o peso durante as provas.

Foi dada a largada! Vai jegue!

Na largada, os animais ficam enfileirados em grupos de seis conjuntos, nas baias. Os pequenos jegueiros ficam concentrados sobre seus animais, com uma mão no arreio e a outra levando uma garrafa de plástico que usam para agitar os jegues.

Assim como nos páreos “tradicionais”, a corrida é muito rápida. Um minuto separa o jegueiro da glória de ser o grande campeão. A cada páreo, três conjuntos são classificados para próxima fase, até chegar a grande final.

As etapas são acirradas e a poeira levantada pelos animais muitas vezes atrapalha a visão dos juízes mas, assim como nos grandes esportes, uma espécie de VAR, uma câmera fica gravando a passagem dos conjuntos, comprovando quem foram os grandes campeões.

Nesta etapa da Jecana, Tira-teima e Raio da Filipina, de Zabelê (PB) ficaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente.

Foram R$ 25 mil em prêmios, sendo R$ 7 mil para o primeiro colocado. Tira-teima foi montado pelo pequeno Enzo Gabriel, que não conteve as lágrimas e a emoção. O pequeno jogueiro tem apenas quatro meses de experiência e já venceu sua primeira prova.

A premiação distribuída é mais do que merecida, haja vista que o esporte exige um investimento alto. Cada jegue, segundo afirmou um dos proprietários, gasta mais de R$ 3 mil para participar de uma prova como essa, somados os custos com transporte, alimentação e remédios.

Os animais que participam das provas acabam conquistando valor agregado no mercado, chegando a custar até R$ 35 mil.

Jegue Fashion

Os animais que não estão aptos para as corridas também possuem um papel importante na festa. Eles são direcionados para o desfile, o Jegue Fashion.

Para o desfile, os animais recebem fantasias especiais com vários temas, para se exibirem na passarela, a mesma rua que foi a corrida. Ganha o animal que for avaliado com a melhor fantasia.

Início da Jecana

A festa teve início em 1971, idealizada pelo radialista Carlos Augusto Amariz. Ele atuava na região e estava preocupado com a situação do animal, dizimado da região.

Sua ideia, a princípio, era uma gincana de jegues, o que ele não imaginava é que 51 anos depois, a festa movimentaria a economia de Capim, bairro que fica a 35 km do centro da cidade. Ao todo, são 150 empregos diretos e indiretos criados pela festa, que acontece simultaneamente ao São João do vilarejo e termina com o Forró do Poeirão.  

Mesmo com tamanha importância para a região, o número de animais vem diminuindo. Segundo o IBGE, até 2013, o Nordeste tinha 900 mil jegues. Hoje, segundo o MAPA este número não passa das 400 mil cabeças. A queda se deve ao interesse do mercado chinês pela carne e pele do animal.

Por: Camila Pedroso

Fonte e fotos: UOL

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Curiosidades

Emmanuel Macron presenteia Rainha Elizabeth II com cavalo ‘Fabuloso’

Animal é membro da Guarda a República, elite militar francesa e foi um presente em homenagem ao jubileu da monarca. Rainha Elizabeth II é apaixonada por cavalos

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Emmanuel Macron enviou animal para monarca do Reino Unido em comemoração ao Jubileu da Rainha, celebrado neste mês

O que dar de presente para a monarca mais longeva do mundo, durante as comemorações do seu jubileu?

O presidente da França pelo visto acertou em cheio. Emmanuel Macron presenteou a Rainha Elizabeth II com um majestoso cavalo membro da Guarda a República – elite militar responsável por cuidar da segurança do presidente francês.

O “Fabuloso de Maucourt” foi entregue à cavalaria da majestade durante a cerimônia no Castelo de Windsor, que celebrou os 70 anos da monarca no comendo do trono britânico.

“O ‘Fabuloso de Maucourt’ é o carro-chefe da cavalaria do regimento”, contou o general francês Eric Bio Farina. Já o coronel Gabriel Cortes, por sua vez, declarou que “nada fará a rainha mais feliz” que ganhar o belo cavalo marrom francês.

Rainha Elizabeth II não foi a corrida de cavalos

A Rainha Elizabeth II é apaixonada por cavalos e cavalgar é uma de suas paixões. Mas, em virtude da sua saúde frágil, no auge dos seus 96 anos, é privada de atividades e eventos públicos. Tudo para preservar a sua saúde.

Pra se ter uma ideia, nem a corrida de cavalos de Epsom, realizada no sábado (4) em comemoração ao jubileu, Elizabeth II compareceu. E olha que este é um dos seus eventos preferidos. Anne, sua única filha mulher, a substituiu.

A Rainha Elizabeth II recebeu como recordação, um cartão da corrida.

A monarca também não foi à missa de ação de graças do Jubileu de Platina, realizado na sexta, depois de sentir um desconforto durante o desfile Trooping the Color, na quinta.

Por: Camila Pedroso

Fonte: Globo.com/ R7

Fotos: Glyn KIRK / AFP / Reprodução Twitter/French Embassy UK

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Curiosidades

Desafio de moto vaca reúne a família em prol do esporte

Arapoti/PR recebe o 1º Duelo Rafael Canhoto neste final de semana. Etapa tem como destaque as categorias voltadas para as crianças, mulheres e veterano, que visam atrair novos adeptos aos esportes com moto vaca

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Moto vaca

Tem desafio de moto vaca neste final de semana (11 e 12) em Arapoti, no Paraná. O CT Novo Potro realiza o 1º Duelo Rafael Canhoto. A etapa reunirá provas de Raspada Esquenta Braço, Laço Vaca Gorda Individual, Laço Dupla, Laço Prenda, Laço Mirim, Laço Veterano e o Duelo Rafael Canhoto.

Segundo o membro da comissão organizadora da prova, Anderson Alves, a ideia é promover a modalidade de Laço em moto vaca entre toda a família, com categorias que agregam desde a criança, até os mais velhos.

A expectativa da organização é receber mais de 600 pessoas entre os dois dias de festa para acompanhar as provas com moto vaca e desfrutar da praça de alimentação. Além disso, são esperados mais de 60 laçadores em busca da premiação que gira em torno de 40% do valor da inscrição.

Programação

No sábado, a partir das 13h, serão realizadas as provas de Raspada Esquenta Braço e Laço Vaca Gorda individual.

Os competidores da Raspada Esquenta Braço iniciam com três vidas, zerando no retorno após 10 voltas. A premiação será de 40% do valor da inscrição.

Já no Vaca Gorda, o competidor terá três armadas e terá como premiação 40% do valor da inscrição.

“No Raspada Gratuita os laçadores não pagam a inscrição. Nossa ideia é do competidor ir conhecendo a pista, se aquecer para competir as outras categorias”, afirma.

No domingo será a vez da Raspada, com apenas uma vida por laçador, valendo R$ 100 em premiação.

As provas com moto vaca têm atraído a atenção de novos competidores

Na sequência será a vez do Laço Dupla, podendo ter até três parceiros diferentes e ofertando 40% de premiação.

No Laço Individual, o laçador só poderá realizar uma inscrição, defenderá três vidas e oferecerá 40% de premiação.

No Laço Prenda, Mirim e Veterano, o laçador só poderá se inscrever uma vez, defenderá três vidas e a premiação também será de 40%.

Finalizando a etapa, o esperado Duelo Raphael Canhoto, com uma inscrição por laçador, cinco vidas e premiação de 40%.

“É um esporte novo o Laço com moto vaca, e os laçadores da região estão gostando e treinando para participar. Nossa ideia é atrair um público novo para o esporte, os iniciantes que acabaram de comprar seus cavalos”, afirma Alves.

As inscrições ainda estão abertas e podem ser realizadas pelo telefone (43) 9953-8869.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação/Arquivo

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Curiosidades

Príncipe Willian estaria montando um cavalo dopado em ensaio do Trooping the Colour

Segundo o jornal Daily Mail, Geroge, cavalo montado pelo príncipe Willian, estaria muito cabisbaixo, dando a impressão de dopping

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Príncipe Willian estaria montando um cavalo dopado em ensaio do Trooping the Colou

Mais uma notícias abalou as estruturas da família real britânica neste final de semana. Tudo isso porque, durante os ensaios dos eventos do jubileu da Rainha Elisabeth, seu neto e segundo sucessor ao troco príncipe William, segundo o jornal Daily Mail, estaria montando um cavalo dopado.

A afirmação foi realizada por militares veteranos ao jornal. A cena teria ocorrido durante os ensaios para o Trooping the Colour, o desfile anual de aniversário da rainha.

O duque de Cambridge, príncipe Willian de 39 anos, montava George, um cavalo Household Division, no momentos em que fazia a inspeção das tropas no centro de Londres.

Militares veteranos afirmaram ao jornal que o animal montado pelo príncipe Willian estava muito cabisbaixo, o que indicaria que ele estaria sob o efeito de sedativos que o impediriam de realizar algum movimento ou comportamento que levassem o príncipe a cair ou que atrapalhassem o andamento do desfile.

De fato, deve ser muito difícil homenagear sua avó quando ela é uma das rainha a mais longevas do mundo e uma das mais famosas. Um tombo do cavalo seria um vexame e tanto. Mas, será que George, o cavalo montado pelo príncipe Willian, estava mesmo dopado?

Trooping the Colour

As celebrações do Jubileu da Rainha serão realizadas no Fim de Semana do Jubileu de Platina, de 2 a 5 de junho, data que coincide com um grande feriado britânico.

A cerimônia oficial de celebração de aniversário de Sua Majestade, a chamada Trooping the Colour, será realizada no dia 2 de junho.

Por: Camila Pedroso

Fotos: getty

Fonte: https://revistamonet.globo.com/

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Técnica tradicional da Bélgica utiliza cavalo na pesca de camarões

Património Imaterial Cultural da Humanidade pela UNESCO, técnica resiste ao tempo e atrai a atenção de turistas

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Pesca de camarão com cavalo

Você já imaginou pescar camarões com a ajuda de cavalos?! Parece inusitado, mas essa é uma tradição muito antiga da Bélgica.

Essa pesca inusitada, além de tradicional, virou atração turística no litoral de Oostduinkerke. Por lá, o principal ajudante do homem é o cavalo.

Essa técnica remonta ao século XV na costa norte da França, Holanda e também sul da Inglaterra. A única diferença entre a técnica no passado e hoje é a rede, que hoje é mais resistente.

Oostduinkerke é a única costa marítima do mundo em que ainda se pratica a pesca do camarão a cavalo. Os animais utilizados são da raça Brabant. Os pescadores de camarão a cavalo de Oostduinkerke são considerados desde 2013 como Património Imaterial Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Como é feita a pesca com cavalo?

Os pescadores utilizam equipamento especializados e cavalgam por alguns metros mar a dentro para pescar. A prática é realizada duas vezes por semana, entre os meses de junho e setembro. O trabalho começa às 8h da manhã, quando a maré está baixa e a pescaria duas em média duas horas.

Também chamados de “Caviar do Mar do Norte”, o crustáceo é o ingrediente principal de muitos pratos típicos da região, incluindo croquetes, massas e até tomates recheados.   

Infelizmente, segundo os moradores da região, só existem 12 pescadores do crustáceo que utilizam esta técnica, que resiste há mais de meio século.

Confira o vídeo com todos os detalhes sobre essa técnica inusitada!

Por: Camila Pedroso

Fonte: www.fei.org/

Fotos e vídeos: www.fei.org/ / www.mdig.com.br

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Você sabia que os cavalos são usados para a produção de soros?

Eles são utilizados pois possuem uma capacidade maior de produzir anticorpos, são mais resistentes e têm tamanho adequado

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O uso de anticorpos produzidos por cavalos vem desde 1901. No final da década de 1890, quando a descoberta da soroterapia trouxe a cura para a difteria, doença que se espalhava rapidamente entre as crianças e matava metade daquelas que adoeciam. Para elaborar esses medicamentos, eram utilizados anticorpos produzidos por animais.

Como os casos de difteria no século 19 eram inúmeros, a produção de soro em grande quantidade se tornou necessária, e os cientistas perceberam que precisavam usar um animal robusto para o trabalho. E ficou a pergunta: qual bicho poderia ser usado para essa finalidade? É aí que o cavalo entra na história.

Os mamíferos, que possuem um sistema imune bem parecido entre si, têm uma capacidade maior de produzir anticorpos e acabam sendo mais resistentes. Há também uma questão simples de tamanho: quanto mais sangue o animal possui circulando no corpo, maior é a quantidade de plasma (parte do sangue em que ficam os anticorpos) e, portanto, maior é a produção de soro.  

Os cavalos têm o tamanho e a força necessária para tolerar bem todo o processo de obtenção do plasma. E, mais ainda, são calmos e fáceis de controlar, e podem ser treinados para a atividade que os cientistas precisam.

Como funciona a produção de soro?

O processo começa quando são aplicadas no cavalo pequenas doses contendo o veneno, vírus ou bactéria a ser combatido pelo organismo humano; o cavalo produz o anticorpo contra a doença ou as toxinas do veneno; o plasma do animal, rico em anticorpos, é coletado. Esse plasma passa por procedimentos químicos e físicos até se tornar um soro que pode ser usado para tratar a saúde de pessoas.

O Butantan produz 13 tipos de soros diferentes, entre antiofídicos (contra veneno de cobra), antiescorpiônico (escorpião), antiaracnídico (aranha e escorpião), antilonômico (lagarta), antidiftérico (difteria), antitetânico (tétano), antibotulínico (botulismo) e antirrábico (raiva), além de versões combinadas. E desde 1901 conta com a ajuda dos cavalos para isso. Eles ficam na Fazenda São Joaquim, propriedade do Butantan no interior de São Paulo, e trabalham como se estivessem doando sangue, sendo retirada apenas uma quantidade de plasma que não prejudica o animal. Depois de todo o processo, eles ficam 40 dias apenas descansando e comendo.

Em 2018, a coleta de plasma dos cavalos foi automatizada, melhorando a qualidade da matéria-prima. Atualmente, ela é feita por meio de plasmaférese, um processo no qual os veterinários utilizam um equipamento que coleta o sangue, separa o plasma que contêm os anticorpos e devolvem ao animal as hemácias, plaquetas e outros elementos, tudo isso feito em um ciclo contínuo, de modo que o cavalo não fica debilitado com a retirada do plasma.

Como é a coleta de plasma para a produção do soro

Os cavalos trabalham em grupos e cada grupo atua na produção de um soro específico. Se em um conjunto foi feita a coleta para o soro antirrábico, por exemplo, esses animais sempre serão usados para este propósito.

Geralmente, os cavalos do Butantan não são de raça específica. Os cavalos passam por um processo de aprovação (critérios como altura mínima, peso proporcional, exames de sangue e cuidados veterinários também são importantes nesse momento) e cabe ao Butantan selecionar estes futuros doadores de plasma.

Os cavalos começam a doar plasma a partir dos cinco anos de idade e se aposentam com mais ou menos 20 anos. E eles são muito bem tratados: são sempre escovados, vacinados, bem alimentados e monitorados para não terem vermes ou parasitas.

Por: Assessoria Butantan

Fotos: Divulgação

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