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A ABBI fomenta o gado de rodeio nos Estados Unidos

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A ABBI fomenta o gado de rodeio nos Estados Unidos E quem conta tudo sobre a American Bucking Bull, Inc. é o seu presidente Jay Daugherty

À frente da American  Bucking Bull, Inc. o presidente Jay Daugherty

O esporte Montaria em Touros envolve dois atletas – o cowboy e o touro. A parte bovina da equação tem tantos fãs quanto o lado do competidor, sobretudo. Alguns dos melhores touros em atuação hoje na PBR, como SweetPro Bruiser, Smooth Wreck e Big Black fazem tanto sucesso com o público quanto  JB Mauney , Chase Outlaw e José Vitor Leme, por exemplo.

No centro de um negócio em expansão, está uma organização muito importante, conhecida American Bucking Bull, Inc. – ABBI. É ela que administra o maior registro de DNA de gado para rodeio do mundo. Dessa forma, documentando as linhagens e os feitos dessas estrelas de quatro patas.

A ABBI também paga mais de US$ 2,5 milhões em prêmios a cada ano em eventos realizados somente para os touros. Acima de tudo, é uma organização irmã da PBR e vem com a finalidade de desenvolver o talento de atletas bovinos e aumentar seu valor. O presidente da ABBI é Jay Daugherty, um veterano no ramo de boiadas com profundo conhecimento não só dos touros bem como da competição em si, área da qual foi diretor da PBR entre 2000 e 2015.

Lançada em 2004, a ABBI e iniciou uma rápida expansão de seus negócios a partir de 2008, através do registro, verificação e manutenção de pedigrees de raça. Atua ainda na organização, gerenciamento e promoção de programas e eventos de âmbito mundial.

Além disso, a ABBI fornece incentivos, benefícios e oportunidades, aumentando o valor dos animais e do programa de criação. Sendo um membro, é possível que os animais consigam chance de se apresentar nos eventos sancionados pela PBR, para competir entre si por um campeonato mundial realizado no final da temporada.

A ABBI fomenta o gado de rodeio nos Estados Unidos E quem conta tudo sobre a American  Bucking Bull, Inc. é o seu presidente Jay Daugherty

Programa

A genética é o fator que mais determina a índole de um touro para fazer o que naturalmente são criados e amam. É possível registrar um touro a qualquer momento, contudo fica mais barato em seu primeiro ano de vida. Em seguida, todos os procedimentos são observados e estando tudo ok o proprietário recebe um cartão e toda a documentação. É importante ressaltar que cada animal nominado entra para uma lista que estuda especialmente as linhagens dos touros.

Atualmente, a ABBI possui 250 mil animais registrados em seu banco de dados de DNA. Criadores são de todos os Estados Unidos e Canadá, entretanto, mais recentemente, a ABBI chegou até os criadores da Austrália. O programa de registro de pedigree e retenção de informações tem todo o interesse de atingir os melhores centros do mundo que fornecem gado para rodeio.

Dentro da ABBI, os touros inscritos passam por diversas fases na competição: Yearling, Futurity e Derby. Dessa forma, para estarem habilitados os animais passam por um check de veterinários que atestam sua idade, já que essas categorias variam de acordo com a idade do animal. Todos ganham uma certificação eletrônica com um tag na orelha, que usam durante toda a sua carreira na ABBI.

Liberados, os que têm um ano participam das provas de Yearling, em seguida, aos dois anos, dos eventos de Futurity, e por fim, com três anos, Derby. É desse modo que a carreira de um touro de rodeios começa. Em cada uma das categorias, é possível competir em vários eventos sancionados pela associação, predominantemente em Oklahoma e Texas. Nas fotos você pode ver dois momentos dessas competições. Fique por dentro: @abbibulls.

Fonte: Marcus Neumayer/PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/ABBI

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Bill Riddle é uma lenda da Apartação e ama ensinar

Treinador do Hall da Fama da NCHA da classe de 2008, ele ama ensinar. Assim, dedica sua vida hoje a ministrar clínicas e treinar jovens

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Antes de se tornar um treinador de Apartação profissional em tempo integral, Bill Riddle era professor de História do ensino fundamental em Wichita Falls. Inegavelmente, talvez venha dessa época sua paixão irresistível por ensinar os aspirantes a cavaleiros de hoje.

Sem dúvida, sua experiência em sala de aula o ajuda a se relacionar com os amadores e não profissionais. Seus alunos somam mais de US$ 3,9 milhões em ganhos, enquanto ele amealhou mais de US$ 4,4 milhões como competidor.

Treinador do Hall da Fama da NCHA da classe de 2008, Bill Riddle ama ensinar. Dedica sua vida hoje a ministrar clínicas e treinar jovens
Em ação no Futurity 2020

Bill Riddle, com toda a certeza, é uma lenda da Apartação. Vencedor do Prêmio Zane Schulte 2002 e membro do Hall da Fama da National Cutting Horse Association desde 2008. Além disso, ele serviu por dois mandatos como vice-presidente da associação, até que foi eleito presidente em 2007.

Entre as principais vitórias da sua carreira, o NCHA Derby 1981 e a divisão sênior do NCHA Futurity 2010. Bill Riddle treina cavalos até hoje e ministra clínicas de Apartação em seu CT, em Ringling, Oklahoma.

Treinador do Hall da Fama da NCHA da classe de 2008, Bill Riddle ama ensinar. Dedica sua vida hoje a ministrar clínicas e treinar jovens
Nos cursos

Contudo, sua entrada na Apartação começou com um convite. Em 1977, o irmão dele, Terry, o convidou para se juntar a ele em seu novo negócio no ramo da Apartação em Oklahoma. Até então, Bill laçava nos circuito mundial de rodeios da PRCA.

Ele voltava dos rodeios de Fort Worth e Houston quando recebeu a ligação do irmão. Vendeu os cavalos de laço e mudou o rumo da sua história. Em seu programa de treinamento, ele inicia os potros no gado aos dois anos de idade, bem como trabalha cavalos de diversas idades. Em seu programa personalizado, abre turmas de alunos de até quatro pessoas por vez.

Fonte: NCHA, StarTelegram, Western Horseman
Crédito das fotos: Divulgação/Emily Peak Photography

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Armando Costa Neto está classificado para a semi do NCHA Futurity

A maior e mais importante prova de Apartação da temporada americana acontece de 19 de novembro a 13 de dezembro, no Will Rogers Coliseum, em Fort Worth, Texas

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O brasileiro Armando Costa Neto, com Sweet Lil Kit Kat (Kit Kat Sugar x Sweet Smoke Lena), está classificado para a semifinal do NCHA Open Futurity. Na fase de classificação, o conjunto somou 438,5 pontos (222 na primeira passada e 218,5 na segunda).

Com 542 cavalos na disputa, o palco para o último dia de classificatória celebrou ainda o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Em resumo, foram cinco dias para a primeira passada e três para a segunda. 64 cavalos, que somaram 435,5 pontos ou mais, passaram direto para a semifinal da Open.

A conclusão, portanto, será no sábado, 12 de dezembro. Além disso, cavalos elegíveis para o NCHA Open Limited Futurity, com 433,5 pontos ou mais, se qualificaram para a final. Essa marcada para segunda-feira, 30 de novembro.

Armando Costa Neto está classificado para a semi do NCHA Futurity, a maior e mais importante prova de potros de Apartação dos Estados Unidos
Fancy Deville e Austin Shepard – Foto: Divulgação/Seth Petit

Armando Costa Neto ainda apresentou Stars Go Blu (Once In A Blu Boon x Starlight Starbrite), de Renato Eugênio Rezende Barbosa. Mas não classificou para a semi já que a soma das notas foi 428,5 pontos.

O treinador brasileiro Rodrigo Taboga também esteve na competição com dois cavalos. Contudo, não avançou. Com Word On Fire (Dual Rey x Stylish Play Lena), a soma foi 432,5 pontos. Enquanto que com Red Reyn (Mettalic Cat x Goodbye To The Reyn), 431 pontos.

Austin Shepard, com Fancy Deville (Once In A Blu Boon x Louella Deville), marcaram a maior soma das classificatórias da Open: 443,5 pontos. O NCHA Futurity é uma prova de Apartação para cavalos de três anos hípicos inéditos. A competição segue agora com as disputas da Non Pro, Amador e a World Finals. Acompanhe as notas clicando aqui.

Por Luciana Omena
Fonte: NCHA
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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PBR realiza rodeio inédito solidário em um porta-aviões no Texas

Competição aconteceu no USS Lexington, um dos porta-aviões mais famosos dos Estados Unidos e que esteve em combate na Segunda Guerra Mundial

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Um rodeio da PBR só para convidados sem valer pontos para os rankings do campeonato. Assim foi o PBR Air Force Reserve Cowboys for a Cause. De tal forma que aconteceu em Corpus Christi, Texas, dia 22 de novembro, a bordo do porta-aviões USS Lexington. Isso mesmo! Cinco equipes de três atletas participaram desse evento inédito e beneficente.

Uma semana após encerrar a temporada 2020 do campeonato mundial a PBR e seus parceiros lançaram o ‘Cowboys for a Cause’, um novo projeto. De acordo com a entidade, colocar 15 dos melhores atletas em uma plataforma de lançamento de mais de 265 metros de comprimento foi uma forma de agradecer aos fãs. Bem como ser gratos aos militares pelos esforços que fazem pelos cidadãos norte-americanos.

E claro, que os brasileiros estiveram por lá! Marco Eguchi, Lucas Divino, Dener Barbosa, Eduardo Aparecido, Maurício Moreira e Luciano Castro. Além disso, estrelas norte-americanas como Dekek Kolbaba, Cody Tell, Keyshawn Whitehorse. Assim como os que já despontam como destaques, Boudreaux Campbell e Chase Dougherty. Eles e os demais convidados foram divididos nas equipes: Wrangler; Pendleton Whisky; South Point; Bad Boy Mowers e Boot Barn.

O total apurado foi US$ 250 mil para a Operation Homefront – uma organização sem fins lucrativos que atua junto a famílias de militares – e outras instituições. E como chegaram a esse valor? A Ford prometeu US$ 25.000 para cada montaria que completasse os oito segundos, o que deu US$ 200 mil. Enquanto a Wrangler doou US$ 25 mil em nome do time vencedor, e a Team Bad Boy Mowers outros US$ 25 mil. 

Competição da PBR aconteceu no USS Lexington, um dos porta-aviões mais famosos dos EUA e que esteve em combate na Segunda Guerra Mundial
Lucas, Chandler e Luciano recebem prêmio

Resultados

Duas equipes tiveram 100% de aproveitamento. Mas o Team Bad Boy Mowers derrotou o Team Boot Barn por 266,75 a 265,25 pontos. O brasileiro Luciano de Castro teve o melhor desempenho da equipe Bad Boy Mowers. A maior nota do time foi dele, 90,5 pontos a bordo do Safety Meeting. Tye Chandler somou 86,5 pontos em Black Cadillac, enquanto o capitão Lucas Divino selou a vitória com 89,75 pontos no Soup in a Group.

A Boot Barn teve as paradas de Cody Teel, Keyshawn Whitehorse e Chase Dougherty. Já o Team Wrangler, que terminou em terceiro lugar, contou com uma parada, a do brasileiro Mauricio Gulla Moreira, 89,75 pontos em Concealed Carry. Dener Barbosa também marcou pontos para sua equipe, a South Point, ao superar Bad Decisions (89,75 pontos).

Um evento de porta-aviões há muito tempo estava na lista de desejos do CEO da PBR Sean Gleason. De tal sorte que 60 fãs que compraram pacotes ficaram ‘boquiabertos’ no local. Não apenas participaram de um rodeio inédito como também puderam visitar o navio-museu.

MONTARIA DO BRASILERIO MAURICIO MOREIRA

PBR no USS Lexington

O USS Lexington é um dos porta-aviões mais famosos da marinha norte-americana. Participou, antes de mais nada, da Segunda Guerra Mundial em substituição a uma embarcação do mesmo nome. Conhecido como ‘Fantasma Azul’, o porta-aviões operou durante 50 anos. E, desde 1992 está ancorado em Corpus Christi, litoral texano. 

Para montar a arena, a PBR levou ao topo do navio cerca de 300 toneladas de aço para as estruturas e areia para o piso das montarias. Por outro lado, os touros subiram pelo elevadores usados para embarcar aviões. No layout, o convés da embarcação contou além da arena com lugares para um público vip, entre militares, outros convidado e fãs pagantes.

Só para ilustrar, essa não é a primeira vez que a PBR realiza um evento especial em um lugar não muito comum. Há exatos 10 anos, uma arena foi montada no meio da rua, entre os prédios da Time Square, a esquina mais movimentada de Nova York. Na ocasião, 15 competidores participaram de um evento especial de promoção da PBR World Finals, que ocorreu na semana seguinte em Las Vegas.

Em 2014, também às vésperas da final mundial, uma arena foi montada em uma praia em Huntington Beach, na Califórnia. Novamente 15 competidores montaram durante o dia, a luz do sol. No ano seguinte, uma arena foi montada na Hollywood Boulevard, em Los Angeles, desta vez para o lançamento do filme The Longest Ride (Uma Longa Jornada).

Apartação e Rédeas

Armando Costa Neto e Sweet Lil Kit Kat, com 222 pontos, ficaram no Top 10 da primeira passada do NCHA Open Futurity. A maior e mais importante prova de Apartação da temporada acontece de 19 de novembro a 13 de dezembro, no Will Rogers Coliseum, em Fort Worth, Texas. 542 cavalos começaram a disputa da Open, e o primeiro go terminou ontem (23).

Armandinho ainda disputa com Stars Go Blu, nota 215. Por sua vez, Rodrigo Taboga apresentou Word On Fire, 219 pontos, e Red Reyn, 217 pontos. Os dois brasileiros, com os dois cavalos, estão classificados para a segunda passada que acontece de 24 a 26 de novembro. Acompanhe as notas clicando aqui.

Em Oklahoma City, Oklahoma, os brasileiros começam a disputa do 2020  NRHA Open Futurity. Da mesma forma que na Apartação, na Rédeas também é a prova mais importante da temporada. A 55a. edição do evento acontece de 26 de novembro a 5 de dezembro na Jim Norrick Arena.  A NRHA divulgou recorde de participação esse ano, junto com Adequan NAAC, mais de 1600 baias foram montadas.

Serão 22 conjuntos que representarão o Brasil na primeira passada, cavalos apresentados por 12 treinadores – Fernando Salgado, Franco Bertolani, Luis Gianassi, Rodrigo Nieves, Eduardo Salgado, Lucio Casalecchi, Gabriel Borges, Marcos Guimarães, Pedro Baião, Lorinaldo Gomes, Ricardo Amaral, Leonardo Kellerman -, de 26 a 28. Em seguida, há um corte e um número menor de cavalos continua na competição. Logo após a segunda passada, pela soma de notas, são definidos os finalistas. Fique por dentro clicando aqui.

Por Luciana Omena
Colaboração: Abner Henrique/Rodeo S.A.
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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