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Leilão de touros de rodeio oferecerá animais com genética americana

Apostando em um mercado que gera lucros, o 1º Leilão Gold Company acontece dia 31 de janeiro através do Youtube

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Todo esporte equestre precisa investir em genética dos animais que participam. Não é diferente com o rodeio. Donos de boiadas que pensam em apurar o seu plantel de touros estão, sem dúvida, um passo à frente dos outros. E, de quebra, melhoram o espetáculo oferecido aos fãs do segmento.

Pensando nisso, a Gold Company marcou para o dia 31 de janeiro, o 1º Leilão Gold Company. O leilão ofertará touros com genética americana comprovada. Ou seja, a oportunidade sólida dos donos de boiadas adquirirem ‘sangue americano’ para os seus planteis. O leilão acontece de maneira virtual, com transmissão pelo canal ‘Astros da Arena’ no Youtube. Rafael Vilella será o leiloeiro.

Genética americana em touros de rodeio

Sempre que a palavra genética é mencionada, automaticamente, os Estados Unidos vêm à mente. Lá é o berço de um trabalho aprovado para os touros de rodeio que deu certo. Antes de mais nada, funciona bem e que movimenta um mercado que gera lucros.

Hoje, genética é algo muito real no Brasil quando o assunto é touros de pulo. Literalmente, é o negócio do momento e os resultados aparecem prósperos e fortes por aqui. Com toda a certeza, há um caminho a ser percorrido, mas já é uma realidade.

Nada melhor do que implementar o que dá certo, por isso a busca pelo ‘sangue americano’. E cruzamento é um quebra-cabeça. Ganha mais quem acertar a genética a fim de produzir e descobrir os melhores animais de pulo.

O 1º Leilão Gold Company acontece dia 31 de janeiro através do Youtube e oferta a melhor genética importada de touro de rodeio do mercado

Gold Company investiu no chamado ‘sangue americano’

O trabalho de genética da Gold Company é antigo. Começou em 1995, com um trabalho mais ‘cru’, feito em fazenda com os touros da Cia Flávio Junqueira, como Paraquedas, entre outros nomes.

No momento em que foi preciso apurar, eles se aproximaram da genética americana. Flavio Junqueira contatou Cido Marques, que tinha alguns animais com sangue americano. Como o touro ‘Hou’s 101 Siri Na Lata’ (foto), filho de ‘Houdini 329’.

Cido Marques tinha duas fêmeas, MD10 e MD20. Duas filhas de ‘Sports Machine’, animal que se apresentou entre os anos de 1999 e 2002. Com 58 saídas e apenas cinco paradas, um delas do brasileiro Paulo Crimber. No currículo do touro, uma nota de 93 pontos, quando perdeu sua invencibilidade para Mike White, na PBR Finals de 1999.

Assim, proprietário iniciou a introdução americana na genética brasileira dos touros de rodeio. Cido Marques cobriu a MD10 com o touro ‘Hou’s 101 Siri Na Lata’. Nasceu o touro ‘Jhow Wayne’. Em seguida, ele comprou sêmen dos touros ‘Bandido’ e ‘Agressivo’ e cruzou com as vacas MD10 e MD20.

Nasceram os animais ‘Red Bandido’ e ‘04 Agressivo’. Em conclusão, todos os animais comercializados no 1° Leilão Gold Company ou têm o sangue americano, ou estão enxertados por um dos animais americanos, descendentes desses touros citados acima.

Mais informações: Paulo Belarmino (17) 99772-5567 | Amanda Belarmino (17) 98106-1933.

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Divulgação

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Rodeio

Bulldog é uma modalidade considerada a mais radical

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Bill Pickett; mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu de uma ideia de alguns colonos

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O Bulldog que conhecemos hoje surgiu em 1904. Bill Pickett fez uma demonstração em Fort Worth, Texas, de algumas umas técnicas que denominou Bulldogging. Mas, que técnicas foram essas? Tudo começou quando ele largou a escola na 5ª série a fim de trabalhar em uma fazenda. Cavalgava e acompanhava o gado longhorn pelo Texas.

Os longhorns são uma raça de gado conhecida por seus longos e curvados chifres característicos. A saber, podem se estender para uma ponta de mais de 1,8m. Então, Pickett, devido ao seu contato com esse tipo de boiada, inventou a técnica. Consistia, então, na habilidade de agarrar o gado pelos chifres e como uma luta, derrubá-lo no chão.

Com o passar dos anos, o Bulldog tornou-se esporte equestre. Considerada a mais radical do rodeio, já que o competidor parte do brete com seu cavalo em alta velocidade e salta no boi. O conjunto tem a ajuda por um cavalo esteira (que não deixa que o boi saia da sua trajetória). Com efeito, o objetivo é tirar as quatro patas do animal do chão no menor tempo possível.

O recorde mundial é de 1930, 2s2, marcado por Oral Zumwalt (segundo o site ThoughCo), quando ainda não era usada barreira. No Brasil, a menor marca da categoria é 2s9, de Renato Finazzi.

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Bill Pickett; mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu d ideia de alguns colonos
Mais do que força, a modalidade exige técnica – Foto: Divulgação/The Dallas Morning News

Detalhes e regras

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Pickett. Filho de ex-escravos, em 1989 Pickett entrou para o ProRodeo Hall of Fame. Em sua carreira dedicou-se a promover o rodeio e o esporte que ele criou. Tinha uma alma de artista. Fazia treinos diários a fim de melhorar sua técnica de pular nos chifres do novilho e derrubá-lo. Técnica que mais tarde foi apurada até tornar-se o esporte Bulldog que vemos hoje.

Mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu de uma ideia de alguns colonos. Eles observaram como seus cachorros pegavam os bois fugidos, da mesma forma, pulando sobre o pescoço do boi e levando ele ao chão.

Por esse estilo ser semelhante a uma luta, seu nome em inglês é Steer Wrestling. Algo como ‘luta contra o novilho’. Desse modo, faz menção aos movimentos da modalidade citados acima. A raça de cavalo mais apropriada, e comumente usada, é o Quarto de Milha.

O cronometro para quando o juiz valida a prova e baixa a bandeira. O tempo médio para essa ação é de 5 segundos. Caso não complete a prova, o conjunto recebe SAT – Sem Aproveitamento Técnico e são acrescidos 120 segundos ao seu tempo. As provas normalmente são feitas de três a cinco rounds e vence quem obter a menor soma de tempos.

Portanto, ganha quem fizer o menor tempo ou a menor soma de tempos em um evento. Além do SAT, quebra de barreira também penaliza o competidor e 10 segundos são acrescidos ao tempo.

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Bill Pickett; mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu d ideia de alguns colonos

Bulldog no Brasil

O Bulldog chegou ao Brasil em 1988, através dos irmãos Guilherme e Henrique Prata e Paulo José Manno. Então, na arena do Parque do Peão de Barretos, o próprio Henrique, Lucinei Nunes Nogueira ‘Testa, Armando Biasi, Guilherme, entre outros, fizeram a primeira prova da modalidade no Brasil.

Antes de mais nada, o auge foi durante a Federação Nacional do Rodeio Completo nos anos 1990. Inegavelmente, época em que o esporte ganhou popularidade no Brasil. Com o fim da FNRC no começo dos anos 2000, quem tomou à frente do Bulldog foi a Confederação Brasileira de Bulldog. Que, logo depois, tornou-se Associação Nacional de Bulldog.

A ANB ganhou reforço enquanto os atletas que não queriam deixar que o esporte acabasse organizaram mais alguns campeonatos. Das quatro cronometradas é a que tem menor contingente competidores. O esporte ainda sofre com a ‘perseguição’ de bem-estar animal. Dessa forma, alguns rodeios tiraram a modalidade de suas programações.

Em 2011 perdeu forças e só não acabou de vez porque novos atletas entraram e movimentam a modalidade em Minas Gerais. Ao mesmo tempo que contou com o apoio dos mais antigos baseados em São Paulo. Em 2019 a Associação voltou com força total e encerrou a segunda temporada dessa retomada em novembro do ano passado.

Hoje, há buldogueiros em Divinópolis e Claudio, Minas Gerais. Bem como em Vargem Grande do Sul e São João da Boa Vista, São Paulo. Estão à frente da Associação os mineiros Lucas Gonçalves e Gerônimo Luiz, e paulista Fernando Pierini.

Fonte: Wikipedia, PRCA, ANB
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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Esposas contam como é a vida ao lado dos maridos profissionais de rodeio

André Silva bateu um papo super descontraído com Isabella Santana, Amanda Rodrigues e Flavia Perecin, esposas de três competidores de rodeio

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Isabella Santana de Castro, Amanda Rodrigues Lem e Flavia Perecin Barbosa. O que elas têm em comum? Se você acompanha o campeonato da PBR nos Estados Unidos, sem dúvida, já identificou os sobrenomes e seus maridos. Em resumo, nesse bate-papo para o canal do fotografo brasileiro André Silva, elas contam sobre suas vidas ao lado dos maridos famosos no rodeio. O começo, desafios, alegrias e muito mais. Confira!

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PBR: Brasil soma agora 11 títulos mundiais

O primeiro em 1994, por Adriano Moraes; e o mais recente foi conquistado em novembro de 2020 por José Vitor Leme

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A PBR é uma organização internacional profissional de montaria em touros, com sede em Pueblo, Colorado. Dessa forma, mais de 600 cowboys dos Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Austrália e outros países são membros da entidade.

Em 1992, 20 atletas se reuniram pela primeira vez para montar a PBR. A reunião foi em um quarto de hotel em Scottsdale, Arizona, e cada um contribuiu com US$ 1.000,00. Em outras palavras, o objetivo era tornar o esporte ainda mais profissional e reconhecido. Hoje, mais de 25 anos depois, meta mais do que atingida.

O modelo da PBR como empresa é um case de sucesso. Formato, antes de mais nada, pensando nos fãs e nos patrocinadores. Entretenimento através do esporte montaria em touros. Só pra ilustrar, o prêmio para o campeão mundial é de US$ 1 milhão.

PBR: Brasil soma agora 11 títulos mundiais; o primeiro em 1994 e o mais recente foi conquistado em novembro de 2020 por José Vitor Leme
Ednei Caminhas, Kaique Pacheco e José Vitor Leme – Fotos: PBR/Cedidas

A PBR e o Brasil

Nesse cenário entra o Brasil, hoje com 11 títulos mundiais. Adriano Moraes venceu na primeira temporada da PBR em 1994 e ‘puxou uma fila’ de impressionantes talentos ao longo do tempo. Ele voltou a vencer em 2001. Em seguida foi a vez de Ednei Caminhas, em 2002. Ídolo mundial, Adriano Moraes carimbou seu terceiro título em 2006.

Guilherme Marchi comemorou sua fivela de ouro em 2008, enquanto Renato Nunes levou em 2010. Silvano Alves, é único tricampeão ao lado de Adriano. Assim sendo, conquistou seu primeiro título em 2011. De tal sorte que repetiu a dose em 2012. Tornou-se, na oportunidade, o único bicampeão consecutivo. Em 2014 deu Silvano mais uma vez.

A nova geração entrou em cena e Kaique Pacheco marcou seu nome nessa galeria em 2018. Venceu machucado logo após uma linda temporada. Chegamos a 2020 e encontramos José Vitor Leme com a taça na mão. Esse ano, atípico por conta da pandemia, foi o recorde de classificações de brasileiros na PBR World Finals, 20 atletas na lista.

Por Luciana Omena
Fonte: PBR
Crédito da foto de chamada: Divulgação PBR Brazil/Alberto Gonzaga
Na foto de chamada, 8 títulos mundiais: Adriano Moraes, Guilherme Marchi, Renato Nunes e Silvano Alves

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