Rodeio

PBR chega à televisão brasileira em canal por assinatura

Estreia do programa no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é o comentarista

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Os apaixonados por montaria em touros que sempre pediram para ver rodeio na tevê, agora vão acompanhar a categoria principal da PBR através do canal por assinatura SporTV3. Isso porque a Professional Bull Riders e a Globo firmaram parceria para a transmissão dos campeonatos realizados no Brasil e nos Estados Unidos ao longo de 2021.

Portanto, toda terça-feira, às 23h (horário de Brasília), a apresentação será do locutor esportivo Luiz Felipe Prota, com comentários do tricampeão mundial Adriano Moraes. A princípio, a cada semana os fãs verão os melhores momentos de 15 etapas da Unleash The Beast, a primeira divisão da PBR nos Estados Unidos, até que os rodeios da PBR Brazil voltem.

“A cada ano temos mais e mais esportistas surgindo. Não estamos falando de rodeios ou festas do peão. Focamos na montaria em touros como uma modalidade esportiva. A missão da PBR é profissionalizar e perpetuar o esporte”, explica Adriano Moraes, que também é diretor da PBR no Brasil.

De acordo com o Rodeio S.A., já se comentava o assunto nos bastidores extraoficialmente há algumas semanas. Mas esse ‘burburinho’ não é recente. O próprio Rodeio S.A., em suas redes sociais em setembro do ano passado, falou do assunto. Embora sem citar diretamente a PBR e o SporTV na ocasião.

Estreia do programa da PBR no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é comentarista do melhor do rodeio
Kaique Pacheco, José Vitor Leme e Silvano Alves

Domínio brasileiro na PBR

Com o domínio brasileiro no circuito mundial da PBR atualmente, o projeto vem em boa hora. E ajudará, sem dúvida, a fortalecer e popularizar ainda mais a montaria em touros no Brasil. Quem acompanha as notícias semanais no portal Cavalus sabe que os brasileiros ocupam quatro das cinco primeiras posições do ranking mundial, por exemplo.

“Desde o primeiro campeonato de Adriano Moraes, inaugurando uma nova liga de montaria em touros, até a conquista da fivela de ouro de José Vitor Leme, os competidores brasileiros estão na vanguarda do nosso esporte”, atesta o comissário da PBR nos Estados Unidos, Sean Gleason. 

Conforme Gleason, todos os brasileiros devem se orgulhar das grandes conquistas dos seus conterrâneos. “Ainda mais importante que vencer eventos e campeonatos, a marca desses atletas é a forma diferenciada que representam sua cultura e pátria. Estamos entusiasmados por termos agora a oportunidade de levar essas apresentações para ainda mais brasileiros”.

Só para exemplificar, são 11 títulos mundiais para o Brasil: Adriano Moraes (1994, 2001, 2006); Silvano Alves (2011, 2012, 2014); Ednei Caminhas (2002); Guilherme Marchi (2008); Renato Nunes (2010); Kaique Pacheco (2018); José Vitor Leme (2020).

Estreia do programa da PBR no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é comentarista do melhor do rodeio

Atraindo novos fãs para o esporte equestre

Vale ressaltar ainda que público que já é fã acompanha as etapas através do RidePass, canal on-line próprio da PBR. Então, a presença na maior rede de canais esportivos do Brasil tem como principal objetivo apresentar o esporte a uma nova parcela da população.

E nada melhor que aproveitar o momento atual e a excelente fase dos nossos competidores, trazendo mais visibilidade para o esporte.

A PBR passa por um processo de reestruturação no Brasil desde 2019, quando começaria a implementar um novo modelo de evento, voltado ao esporte como entretenimento. Veio a pandemia e tudo ficou suspenso. Mas é o objetivo da entidade voltar com força total assim que liberarem os grandes eventos por aqui.

Indiretamente este projeto do programa semanal no SporTV também fortalece o mercado do rodeio e da montaria em touros como um todo.

Colaboração: Abner Henrique
Fonte: Assessoria de Imprensa da PBR Brazil
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Rodeio

Jovens Touros evidencia a genética do touro de pulo

Campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados

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Quando Fabio Docusse e os irmãos, da Cia Rancho 3 Irmãos, criaram o Jovens Touros em 2019 não esperavam o sucesso em tão pouco tempo. Em 2021 entram em seu terceiro campeonato mantendo a meta inicial de valorizar o criador de touros de pulo de rodeio e fomentar a genética desses animais.

A experiência de 28 anos atuando no rodeio fez com que o Jovens Touros surgisse. “E a vontade sempre foi realizar algo para os outros que sempre quisemos para nós. Ou seja, receptividade e respeito. Quando a gente viajava o Brasil todo, muitas vezes fomos muito bem recebidos, mas em inúmeras outras não. Passamos maus bocados, como aconteceu com diversos outros amigos”, conta Fábio.

E o projeto surgiu, então, desse desejo. Não só manter animais com linhagem em evidência, como também fornecer o melhor tratamento aos criadores. Os irmãos montaram uma arena indoor no rancho, para o treinamento dos touros da companhia, até que tiveram a ideia de convidar alguns amigos donos de touros para uma competição informal.

“Todo mundo gostou muito e repetimos. Logo depois veio a ideia de transformamos o Jovens Touros em algo profissional. Nasceu o campeonato, em fevereiro de 2019. Nos inspiramos, sobretudo, no modelo da ABBI dos Estados Unidos”.

A saber, a American Bucking Bull, Inc. administra o maior registro de DNA de touros de rodeio do mundo. Então, a ideia é documentar linhagens de touros de pulo e promover um campeonato onde eles são as estrelas. Assim é também o Jovens Touros, pautado em uma visão de futuro, já que aqui no Brasil o assunto genética de rodeio é algo concreto, mas ainda em construção.

Jovens Touros: campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados; visa a melhoria genética dos touros
Categoria Futurity

Projeto Jovens Touros

De acordo com Fabio, um sonho que se tornou realidade. “Com a ajuda de todos os criadores conseguimos desenvolver. Sempre falo que o Jovens Touros não é um projeto do Fabinho, mas sim de todos os criadores de touros de pulo do Brasil.

Qualquer criador para participar das etapas do campeonato se associa, pagando uma anuidade de R$ 1000,00. A fim de fomentar a adesão da filiação, os associados conseguem de volta esse valor em forma de inscrições (não válidas para prêmios). E a cada etapa, cada touro para R$ 300,00 de inscrição. A organização reverte 70% do valor total para premiação e retém o restante para as despesas.

Antes de mais anda, há regras rígidas que regem o campeonato. “Ouvimos sempre a opinião de todos, mas a decisão final é sempre nossa, organizadores e idealizadores do Jovens Touros. Assim, lançamos as regras, que identificamos serem as mais justas, e seguimos elas à risca. Fica a cargo do criador avaliar se servem para eles ou não”, reforça Fabio.

E ele ressalta: “Queremos construir algo sólido. Por isso o objetivo do Jovens Touros é fazer com que os criadores de touros de pulo do Brasil valorizem seus animais, fomentem negócios através de contatos e do nosso leilão. E tem espaço para todos, do pequeno ao grande criador”.

Jovens Touros: campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados; visa a melhoria genética dos touros
Categoria Classic

Genética e banco de dados

Qualquer pessoa pode entrar no projeto desde que tenha um touro com performance, ou seja, comprovado que é pulador. Afinal, o que se busca nesse mercado é isso. O banco de dados do Jovens Touros consiste em touros puros com performance e seus descendentes até que chegue ao puro de origem.

“Vamos usar como exemplo o Bipolar. Ninguém sabe quem é seu pai e sua mãe, mas que é um touro pulador. Então, ele entra no banco de dados do campeonato como um touro puro que pula (PP). Cruzando ele com uma vaca, seus filhos entrarão com CG1, ou seja a primeira geração”.

Fabio explica que o sistema segue até o CG5, a quinta geração desse animal pulador. Isso de acordo com os sucessivos cruzamentos de cada geração dessa linhagem. E depois do CG5 vêm os puros de origem, que já são os resultados dos cruzamentos construídos dessa genética.

Podemos dizer que genética é o fator que mais determina a índole de um touro para fazer o que naturalmente é criado e ama, pular. Todo touro registrado no banco de dados do Jovens Touros entra para uma lista que armazena todas as informações sobre ele. E é o estudo do pedigree, que cruzamentos servem para o plantel de cada criador, o que dá certo ou não, que é a base da genética.

Estrutura Cia Rancho 3 Irmãos

Campeonato

A temporada do Jovens Touros conta com quatro etapas e uma final, dividindo os touros em duas categorias: Futurity, para animais de 1 a 3 anos; e o Classic, para animais de 3 a 5 anos. No Futurity, o touro pula sozinho com um robô em seu dorso, enquanto no Classic um peão o monta. Vale reforçar: a avaliação é para o touro.

Em 2020, mesmo com a pandemia da Covid-19, mais de mil animais passaram pelas provas do campeonato. Além da premiação por etapa há uma premiação na final, congregando ainda premiações especiais, como Touro do Ano. Com a maciça adesão dos criadores –  já são mais de 200 filiados -, e dos patrocinadores que acreditam no projeto, o valor promete ser bem atrativo aos campeões.

A estrutura da Cia Rancho 3 Irmãos, além da arena coberta, conta com espaço para 250 mesas, que recebem os criadores e suas famílias, uma querência com 37 baias, e um espaço climatizado no fundo para os animais. Fabio conta que os planos são o de fechar toda a arena e climatizar para promover ainda mais conforto a todos.

“Não esperávamos, em 2 anos, chegar onde chegamos. Em principio, era um projeto para 5 anos em que pensávamos filiar 80 criadores, e hoje já somos 200. Essa proporção toda nos deixa felizes, mas também alertas em sempre manter o padrão de organização que temos hoje e o nosso objetivo inicial”.

Se invertessem os papeis e eu tivesse entrando no projeto, penso em como gostaria de ser tratado e quais benefícios aos meus animais. Então trabalhamos em busca de ofertar isso. Tratar todos da melhor forma e com o devido respeito”, finaliza.

Para conhecer mais acesse: www.jovenstouros.com.br | @jovenstouros.

Por Luciana Omena
Colaboração: Eugênio José

Crédito das fotos:
 Divulgação

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Rodeio

Competidor do Acre busca no rodeio realizar sonho que o pai não conseguiu

Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo

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Hoje, Alisson Aguiar trabalha em uma grande companhia de rodeio. De modo que aguarda o fim da pandemia para buscar seu último passo no rumo da carreira profissional. Antes de mais nada, o competidor do Acre tem como objetivo realizar sonho que o pai não conseguiu.

O sonho de ser um competidor, às vezes é interrompido por diversos motivos: falta de talento, falta de sorte, falta de recursos, distância. E, muitas vezes, falta de apoio da família. Só que, mesmo interrompido, esse sonho pode se manter vivo através dos filhos. Aquela frase tradicional: ‘de geração para geração’.

Com toda a certeza, no caso do competidor do Acre, da cidade de Rio Branco, o apoio dos pais para que seguisse no rodeio veio da extensão do sonho não realizado pelo pai dele. Alisson Aguiar, portanto, não é o único tentando seguir longe na carreira na montaria em touros.

Família

Filhos de competidor, Alex, Alisson e o Anderson Aguiar tiveram o apoio do pai, Valdecir Lima Aguiar. E Rio Branco, Acre, geograficamente é uma região muito distante do centro do rodeio no Brasil.

O Sr. Valdecir, pais dos garotos, sempre os incentivou a competir. Desde pequenos, colocando um ou outro em cima de um bezerro. No tempo que ainda percorria os eventos de montaria no Acre e em Rondônia.

“A gente não levava muito a sério, porém, um dia, meu pai teve que parar de montar. Ele precisava sustentar a família. Nesse momento soubemos que o sonho pessoal dele estava interrompido”, lembra Alisson, o filho do meio.

Mas, para o Sr. Valdeci, seu sonho não tinha acabado de fato. Continuava com a vontade de que um de seus filhos seguissem como atleta de montaria. “Desde então passamos a nos dedicar mais, a ter interesse. E eu segui meu plano, meu sonho, que tem quatro passos”.

Competidor do Acre, Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo; segue em ascensão
Alisson (no meio) ao lado dos irmãos

Os quatro passos do competidor do Acre

De acordo com Alisson, sua caminhada começou com a vontade de ser conhecido no Acre; em seguida, no estado de Rondônia; depois tentar montar nos rodeios de São Paulo; por fim, quem sabe, um dia ir para os Estados Unidos.

O competidor do Acre, então, deu o primeiro passo na batalha em busca de um sonho. Os resultados vieram em seu Estado natal: campeão em Sena Madureira, onde conquistou uma moto. Também ganhou em Tarauacá, entre outros resultados.

Pronto para o segundo passo, Alisson chegou a Rondônia, onde os rodeios são maiores e a vitrine para o cenário nacional é melhor. De cara, Ariquemes, porta de entrada oficial de muitos. A primeira semana tem o evento regional e na segunda semana rodeio com competidores convidados nacional.

Alisson não decepcionou. Garantiu pódio na primeira semana e a vaga para o rodeio principal em 2018. Aí sim, oportunidade de brilhar e tentar um lugar ao sol. Praticamente, completou o segundo ciclo: ter seu nome conhecido em Rondônia. Preparou-se, então, para dar o terceiro passo, maior e mais desafiador.

Ariquemes

Reta final do planejamento de carreira

“A Cia de Rodeio Califórnia comprou alguns touros no Expoari, de Ariquemes/RO, em 2019. Um amigo ia levar os animais até São Paulo e eu vi ali uma oportunidade. Pensei que seria a chance de montar em alguns rodeios e dar o terceiro passo do planejamento”, conta Alisson.

Com apoio dos pais, embora a mãe ficasse receosa, ele agarrou a oportunidade. “Não podia peder essa chance. Meu pai ficou feliz, mesmo sabendo das dificuldades. Era um sonho dele, que ele interrompeu para nos sustentar. Então não faço sempre as coisas por mim, mas faço pensando neles. Embarquei para São Paulo e comecei a trabalhar na Cia Califórnia.

Em primeiro lugar, Alisson foi morar e trabalhar em uma das maiores companhias de rodeio no Brasil, a Cia de Rodeio Califórnia. Acompanhavam assim, a boiada principal nos maiores rodeios do Brasil. Colorado, Rio Verde, Barretos, entre tantos outros, que faziam parte do seu sonho pessoal.

“Quando cheguei aqui, as coisas foram mais difíceis. No Acre eu entrava em quase todas as finais, aqui a dificuldade é maior. Touros mais difíceis, não entrava nas finais e muitos me disseram para eu voltar. Mas eu não desisti”.

“Eu via os touros saindo para os grandes rodeios e sonhava estar lá. Porém, tinha que continuar meu processo. Subir os degraus, fazer meu nome em cada passo que planejei. Aos poucos cheguei na ACR – Associação dos Campeões de Rodeio”.

Em outras palavras, o competidor do Acre começou montar em alguns eventos e entrando nas finais. “O Chiquinho, dono da Cia, sempre me ajudou, indicando para montar nos rodeios melhores. Em resumo, não desisti! Se eu estivesse voltado para o Acre não teria tido o reconhecimento que tive aqui. As dificuldades são grandes, sempre serão, mas não podemos desistir”.

Competidor do Acre, Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo; segue em ascensão
Barretos

Passo 3 em busca de realizar sonho que o pai não conseguiu

Na luta por conquistar seu lugar no sudeste brasileiro, Alisson logo venceu Ilicínea, Minas Gerais, evento da ACF do Brasil e etapa da Liga Nacional de Rodeio. De cara, ganhou uma vaga para a maior festa do peão do Brasil, Barretos.

Em seguida, foi campeão em Garça/SP. E ainda conquistou bons resultados em eventos como Juína/MT, Sertãozinho/SP. Até que em dezembro de 2020, venceu a a disputada Live do Bem (foto de chamada), em Taquarituba/SP. De fato, um rodeio com a presença dos melhores competidores do Brasil, até os que competem no campeonato mundial.

“Hoje olho para trás e vejo o longo caminho percorrido. Ganhei três motos, dezenas de títulos, sou reconhecido no meu estado, em Rondônia. Venho ganhando respeito no sudeste, em especial no Estado de São Paulo”, reforça Alisson.

“Olho para frente e vejo que o caminho a percorrer é ainda maior, visto que são muitos os rodeios que ainda posso conquistar. Além disso, fora das fronteiras com o Brasil, há um quarto passo. Um passo que uma hora vou ter que dar, que é ir aos Estados Unidos”.

Segundo o competidor do Acre, é lá onde as coisas de fato acontecem na vida de um atleta de rodeio. “É último degrau do sonho de cada um e um dia eu pretendo chegar. Sempre vou me lembrar que meu pai largou de ser peão para nos sustentar e não há incentivo maior que esse para eu poder chegar onde eu tiver que chegar.”

Por Eugênio José
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal, Divulgação, Jack Rodrigues

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Rodeio

O começo do rodeio no mundo

Algumas fontes mostram vaqueiros marcando bezerros em 1888. Muitos eventos de rodeio foram baseados nas tarefas da vida real exigidas pela pecuária

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Os Estados Unidos venceram a guerra contra o México no Século 19. Ao colonizarem o sul do País, adotaram alguns costumes espanhóis, como a doma e as festas populares. Antes de mais nada, a palavra rodeio vem do verbo espanhol Rodear, que significa juntar e mudar o gado de lugar.

Durante as tarefas no campo, então, os cavaleiros tinham que suportar os pulos de animais xucros e laçar novilhos para marcar e curar. Certo dia, em uma roda de amigos, alguém perguntou: quem é o melhor? E assim surgiu o primeiro rodeio, em Deer Trail, Colorado, em 1869. Em seguida, Pecos, Texas, também realizou um rodeio, em 1883. Logo depois, foi a vez de Prescott, Arizona, em 1888.

A partir dai a prática se espalhou por todo o oeste americano. Até que surgiu a primeira associação em 1929: Rodeo Association of America. Hoje, são dezenas de entidades espalhadas pelo mundo.

Algumas fontes mostram vaqueiros marcando bezerros em 1888. Muitos eventos de rodeio foram baseados nas tarefas exigidas pela pecuária

No Brasil, o rodeio começou em Barretos/SP, na década de 40. Nas pausas do transporte de gado, a diversão dos peões de boiadeiro era a montaria. Desse modo, a primeira prova oficial em Barretos aconteceu em 1956, somente com montarias em cavalo e peões representando as comitivas estradeiras.

Por conseguinte, a montaria em touros surgiu no final da década de 70 e desde então atrai uma legião de fãs. A realização do rodeio em terras brasileiras é amparada pela Lei Federal N° 10.519, de 17 de julho de 2002. Define condições mínimas para a prática da atividade. Desde o uso obrigatório de equipamentos adequados e padronizados até os cuidados essenciais com os animais.

A premiação, que no começo era um agrado, transformou-se em quantias milionárias por todo o mundo. Em muitos lugares, o rodeio é um conjunto de entretenimento, esporte e agrobusiness.

História do rodeio

O rodeio tem uma imagem popular western ligada aos Estados Unidos. Mas, na verdade, cresceu a partir das práticas de fazendeiros espanhóis e seus vaqueiros. Uma mistura de touradas (bullfighting) e derrubada de boi (bullddoging) no Século 16. Movimento, sobretudo, que faz parte do antigo mundo mediterrâneo, uma tradição antiga, que inclui a Espanha.

Algumas fontes mostram vaqueiros marcando bezerros em 1888. Muitos eventos de rodeio foram baseados nas tarefas exigidas pela pecuária
Prescott

Os antigos Minoans de Creta (civilização da Idade do Bronze) praticavam salto, montaria e luta em touros. E há uma ideia de que foram eventos esportivos olímpicos dos gregos antigos, espalhados por toda a Nova Espanha até chegar aos Estados Unidos no Século 19.

Nesse tempo, as apresentações de equipes como a de Bill Picket/Miller Brothers 101 Ranch ou de Buffalo Bill era o que chamava atenção. Demonstrações e acrobacias usando touros, por exemplo, se espalhavam pelo Velho Oeste e até para o mundo. O estilo faroeste dessas apresentações gerou diversas estrelas westerns.

Por serem eventos de entretenimento, rapidamente chamaram atenção de empresários e investidores. De fato, o rodeio como é hoje tomava forma nessa época. Ao poucos, de só entretenimento e sustento de muitos, tomou cara de esporte. Dessa forma, surgiu a necessidade de padronização das competições. Até que se chegou a era das associações de rodeio.

Por volta de 1930, apresentações e competições já faziam parte da programação do rodeio. Aos poucos, o esporte afunilou. Fazem parte, portanto, hoje em dia: montaria em touros, montaria em cavalo – sela americana, bareback e cutiano (só no Brasil) -, laço – dupla, bezerro, steer roping (só nos EUA) e breakaway -, bulldog e três tambores.

Por todo o globo, o rodeio forma um perfeito conjunto de animais, competidores e profissionais em busca de sustento, fama e reconhecimento.

Fonte: Thiago Arantes, Wikipedia
Crédito da foto de chamada: Pecos Rodeo

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Cia de Rodeio investe em genética para touros de pulo

Conheça a história da Cia Juliano Domingos, que pela primeira vez colocará a leilão animais criados por ela ao longo de anos de seleção genética

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Com um controle apurado de animais, hoje a Cia Juliano Domingos dedica-se à produção e venda de touros de pulo exclusivamente com a sua genética. “Todo meu plantel, tanto os machos como as vacas, é oriundo de animais que fizeram história dentro da Companhia”, explica Juliano Domingos, que iniciou sua boiada em 2002.

O foco do negócio mudou, sobretudo, quando ele foi aos Estados Unidos e viu de perto como trabalham por lá a genética de touros de pulo. “Gostei e pensei que podia ter essa experiência na minha boiada e assim o fiz”, lembra. “Em 2008 já nasceram os primeiros animais de genética. Porém, eu ainda focava na compra e venda de animais. Só quando dediquei totalmente ao projeto que os resultados vieram de fato”.

De lá para cá, a Cia Juliano Domingos tem seu plantel todo formado por seus próprios touros de pulo, animais que fizeram sucesso nos rodeios. Ele não compra sêmen externo. A fim de apurar ainda mais, participou de todas as etapas da temporada 2020 do Jovens Touros. Eventos que focam no animal, em busca de futuras promessas da arena.

A Cia venceu todos os eventos que participou. Ademais, foi campeã ainda como melhor criador da temporada. Por conseguinte, teve o touro 821 levando prêmio de touro do ano, animal filho do touro Fim do Mapa, um dos destaques da boiada.

Conheça a história da Cia Juliano Domingos, que pela 1a. vez colocará a leilão touros de pulo criados por ela ao longo de anos de seeção

História

Desde 2002 no mercado de rodeios, a Cia de Rodeio Juliano Domingos iniciou como a maioria das companhias de rodeio, com um plantel próprio, sem venda de animais. Sempre se destacando, em 2006 veio a primeira proposta: dez touros foram vendidos para a Cia JTS. Então nasceu ali um novo método de trabalho.

Comprar, fazer e vender touros, trabalhando com reposição. No ano seguinte, mais touros foram vendidos e assim Juliano Domingos trabalhou até 2017, quando vendeu sua última boiada. “Era difícil segurar os animais, então trabalhei com reposição por muitos anos. Uma forma melhor de lucratividade, já que só os touros pulando em rodeio não fechavam a conta”.

Ainda de acordo com Juliano, o mercado de reposição de touros de pulo ficou muito caro. Ele fazia os touros em casa, colocava no rodeio para pular, apareciam propostas, ele vendia, então precisava repor. “Foi aí que comecei a usar e dedicar a algo que já fazia, que é a genética JD”.

A Cia de Rodeio Juliano Domingos participou de todos os grandes rodeios do Brasil. Foi tricampeã como melhor boiada em Rio Verde, duas vezes campeã em Aparecida do Taboado e Goiânia. Revelou animais como Panamá, vendido para o André de Mogi, que já atuou na final de Rio Verde; 100%, que pulou nas finais de Barretos e Rio Verde; Turbante, final de Barretos, Herculândia e Rio Verde. Assim como também revelou Pega Bobo, Fera Goiana, Amigo da Onça, entre outros.

Como Juliano trabalhou paralelamente com boiada de rodeio e genética, em sua última boiada o grande destaque foi Fim do Mapa. Foi nele que Ted Flora montou para ser campeão em Rio Verde; e Edevaldo Ferreira, que foi campeão em Herculândia logo após montá-lo. Ambos em 2017.

1º Leilão Genética da Cia Juliano Domingos

O 1º Leilão Genética da Cia Juliano Domingos acontece dia 21 de março. Será de forma virtual pelo canal do Youtube do Jovens Touros, à partir das 14h. Em oferta, 37 lotes: dez com animais prontos para o Classic, dez para o Futurity e ainda dezessete fêmeas. Destaque para o lote 21, a vaca 901, filha do 100% e mãe do 872, que venceu duas etapas Jovens Touros. 

“Chegou o momento de compartilhar o trabalho com outros criadores. Já tenho uma movimentação grande de compra e vendas de animais de genética, principalmente para Goiás e Minas Gerais. São treze anos desse trabalho de genética, com frutos comprovados no mercado de pulos.”

Fique por dentro: @cia.julianodomingos.

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Divulgação/Alberto Gonzaga

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Rodeio

Bulldog é uma modalidade considerada a mais radical

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Bill Pickett; mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu de uma ideia de alguns colonos

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O Bulldog que conhecemos hoje surgiu em 1904. Bill Pickett fez uma demonstração em Fort Worth, Texas, de algumas umas técnicas que denominou Bulldogging. Mas, que técnicas foram essas? Tudo começou quando ele largou a escola na 5ª série a fim de trabalhar em uma fazenda. Cavalgava e acompanhava o gado longhorn pelo Texas.

Os longhorns são uma raça de gado conhecida por seus longos e curvados chifres característicos. A saber, podem se estender para uma ponta de mais de 1,8m. Então, Pickett, devido ao seu contato com esse tipo de boiada, inventou a técnica. Consistia, então, na habilidade de agarrar o gado pelos chifres e como uma luta, derrubá-lo no chão.

Com o passar dos anos, o Bulldog tornou-se esporte equestre. Considerada a mais radical do rodeio, já que o competidor parte do brete com seu cavalo em alta velocidade e salta no boi. O conjunto tem a ajuda por um cavalo esteira (que não deixa que o boi saia da sua trajetória). Com efeito, o objetivo é tirar as quatro patas do animal do chão no menor tempo possível.

O recorde mundial é de 1930, 2s2, marcado por Oral Zumwalt (segundo o site ThoughCo), quando ainda não era usada barreira. No Brasil, a menor marca da categoria é 2s9, de Renato Finazzi.

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Bill Pickett; mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu d ideia de alguns colonos
Mais do que força, a modalidade exige técnica – Foto: Divulgação/The Dallas Morning News

Detalhes e regras

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Pickett. Filho de ex-escravos, em 1989 Pickett entrou para o ProRodeo Hall of Fame. Em sua carreira dedicou-se a promover o rodeio e o esporte que ele criou. Tinha uma alma de artista. Fazia treinos diários a fim de melhorar sua técnica de pular nos chifres do novilho e derrubá-lo. Técnica que mais tarde foi apurada até tornar-se o esporte Bulldog que vemos hoje.

Mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu de uma ideia de alguns colonos. Eles observaram como seus cachorros pegavam os bois fugidos, da mesma forma, pulando sobre o pescoço do boi e levando ele ao chão.

Por esse estilo ser semelhante a uma luta, seu nome em inglês é Steer Wrestling. Algo como ‘luta contra o novilho’. Desse modo, faz menção aos movimentos da modalidade citados acima. A raça de cavalo mais apropriada, e comumente usada, é o Quarto de Milha.

O cronometro para quando o juiz valida a prova e baixa a bandeira. O tempo médio para essa ação é de 5 segundos. Caso não complete a prova, o conjunto recebe SAT – Sem Aproveitamento Técnico e são acrescidos 120 segundos ao seu tempo. As provas normalmente são feitas de três a cinco rounds e vence quem obter a menor soma de tempos.

Portanto, ganha quem fizer o menor tempo ou a menor soma de tempos em um evento. Além do SAT, quebra de barreira também penaliza o competidor e 10 segundos são acrescidos ao tempo.

Para muitos especialistas, a origem da modalidade é com Bill Pickett; mas outra corrente diz que o Bulldog nasceu d ideia de alguns colonos

Bulldog no Brasil

O Bulldog chegou ao Brasil em 1988, através dos irmãos Guilherme e Henrique Prata e Paulo José Manno. Então, na arena do Parque do Peão de Barretos, o próprio Henrique, Lucinei Nunes Nogueira ‘Testa, Armando Biasi, Guilherme, entre outros, fizeram a primeira prova da modalidade no Brasil.

Antes de mais nada, o auge foi durante a Federação Nacional do Rodeio Completo nos anos 1990. Inegavelmente, época em que o esporte ganhou popularidade no Brasil. Com o fim da FNRC no começo dos anos 2000, quem tomou à frente do Bulldog foi a Confederação Brasileira de Bulldog. Que, logo depois, tornou-se Associação Nacional de Bulldog.

A ANB ganhou reforço enquanto os atletas que não queriam deixar que o esporte acabasse organizaram mais alguns campeonatos. Das quatro cronometradas é a que tem menor contingente competidores. O esporte ainda sofre com a ‘perseguição’ de bem-estar animal. Dessa forma, alguns rodeios tiraram a modalidade de suas programações.

Em 2011 perdeu forças e só não acabou de vez porque novos atletas entraram e movimentam a modalidade em Minas Gerais. Ao mesmo tempo que contou com o apoio dos mais antigos baseados em São Paulo. Em 2019 a Associação voltou com força total e encerrou a segunda temporada dessa retomada em novembro do ano passado.

Hoje, há buldogueiros em Divinópolis e Claudio, Minas Gerais. Bem como em Vargem Grande do Sul e São João da Boa Vista, São Paulo. Estão à frente da Associação os mineiros Lucas Gonçalves e Gerônimo Luiz, e paulista Fernando Pierini.

Fonte: Wikipedia, PRCA, ANB
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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Rodeio

Leilão de touros de rodeio oferecerá animais com genética americana

Apostando em um mercado que gera lucros, o 1º Leilão Gold Company acontece dia 31 de janeiro através do Youtube

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Todo esporte equestre precisa investir em genética dos animais que participam. Não é diferente com o rodeio. Donos de boiadas que pensam em apurar o seu plantel de touros estão, sem dúvida, um passo à frente dos outros. E, de quebra, melhoram o espetáculo oferecido aos fãs do segmento.

Pensando nisso, a Gold Company marcou para o dia 31 de janeiro, o 1º Leilão Gold Company. O leilão ofertará touros com genética americana comprovada. Ou seja, a oportunidade sólida dos donos de boiadas adquirirem ‘sangue americano’ para os seus planteis. O leilão acontece de maneira virtual, com transmissão pelo canal ‘Astros da Arena’ no Youtube. Rafael Vilella será o leiloeiro.

Genética americana em touros de rodeio

Sempre que a palavra genética é mencionada, automaticamente, os Estados Unidos vêm à mente. Lá é o berço de um trabalho aprovado para os touros de rodeio que deu certo. Antes de mais nada, funciona bem e que movimenta um mercado que gera lucros.

Hoje, genética é algo muito real no Brasil quando o assunto é touros de pulo. Literalmente, é o negócio do momento e os resultados aparecem prósperos e fortes por aqui. Com toda a certeza, há um caminho a ser percorrido, mas já é uma realidade.

Nada melhor do que implementar o que dá certo, por isso a busca pelo ‘sangue americano’. E cruzamento é um quebra-cabeça. Ganha mais quem acertar a genética a fim de produzir e descobrir os melhores animais de pulo.

O 1º Leilão Gold Company acontece dia 31 de janeiro através do Youtube e oferta a melhor genética importada de touro de rodeio do mercado

Gold Company investiu no chamado ‘sangue americano’

O trabalho de genética da Gold Company é antigo. Começou em 1995, com um trabalho mais ‘cru’, feito em fazenda com os touros da Cia Flávio Junqueira, como Paraquedas, entre outros nomes.

No momento em que foi preciso apurar, eles se aproximaram da genética americana. Flavio Junqueira contatou Cido Marques, que tinha alguns animais com sangue americano. Como o touro ‘Hou’s 101 Siri Na Lata’ (foto), filho de ‘Houdini 329’.

Cido Marques tinha duas fêmeas, MD10 e MD20. Duas filhas de ‘Sports Machine’, animal que se apresentou entre os anos de 1999 e 2002. Com 58 saídas e apenas cinco paradas, um delas do brasileiro Paulo Crimber. No currículo do touro, uma nota de 93 pontos, quando perdeu sua invencibilidade para Mike White, na PBR Finals de 1999.

Assim, proprietário iniciou a introdução americana na genética brasileira dos touros de rodeio. Cido Marques cobriu a MD10 com o touro ‘Hou’s 101 Siri Na Lata’. Nasceu o touro ‘Jhow Wayne’. Em seguida, ele comprou sêmen dos touros ‘Bandido’ e ‘Agressivo’ e cruzou com as vacas MD10 e MD20.

Nasceram os animais ‘Red Bandido’ e ‘04 Agressivo’. Em conclusão, todos os animais comercializados no 1° Leilão Gold Company ou têm o sangue americano, ou estão enxertados por um dos animais americanos, descendentes desses touros citados acima.

Mais informações: Paulo Belarmino (17) 99772-5567 | Amanda Belarmino (17) 98106-1933.

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Divulgação

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Esposas contam como é a vida ao lado dos maridos profissionais de rodeio

André Silva bateu um papo super descontraído com Isabella Santana, Amanda Rodrigues e Flavia Perecin, esposas de três competidores de rodeio

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Isabella Santana de Castro, Amanda Rodrigues Lem e Flavia Perecin Barbosa. O que elas têm em comum? Se você acompanha o campeonato da PBR nos Estados Unidos, sem dúvida, já identificou os sobrenomes e seus maridos. Em resumo, nesse bate-papo para o canal do fotografo brasileiro André Silva, elas contam sobre suas vidas ao lado dos maridos famosos no rodeio. O começo, desafios, alegrias e muito mais. Confira!

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PBR: Brasil soma agora 11 títulos mundiais

O primeiro em 1994, por Adriano Moraes; e o mais recente foi conquistado em novembro de 2020 por José Vitor Leme

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A PBR é uma organização internacional profissional de montaria em touros, com sede em Pueblo, Colorado. Dessa forma, mais de 600 cowboys dos Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Austrália e outros países são membros da entidade.

Em 1992, 20 atletas se reuniram pela primeira vez para montar a PBR. A reunião foi em um quarto de hotel em Scottsdale, Arizona, e cada um contribuiu com US$ 1.000,00. Em outras palavras, o objetivo era tornar o esporte ainda mais profissional e reconhecido. Hoje, mais de 25 anos depois, meta mais do que atingida.

O modelo da PBR como empresa é um case de sucesso. Formato, antes de mais nada, pensando nos fãs e nos patrocinadores. Entretenimento através do esporte montaria em touros. Só pra ilustrar, o prêmio para o campeão mundial é de US$ 1 milhão.

PBR: Brasil soma agora 11 títulos mundiais; o primeiro em 1994 e o mais recente foi conquistado em novembro de 2020 por José Vitor Leme
Ednei Caminhas, Kaique Pacheco e José Vitor Leme – Fotos: PBR/Cedidas

A PBR e o Brasil

Nesse cenário entra o Brasil, hoje com 11 títulos mundiais. Adriano Moraes venceu na primeira temporada da PBR em 1994 e ‘puxou uma fila’ de impressionantes talentos ao longo do tempo. Ele voltou a vencer em 2001. Em seguida foi a vez de Ednei Caminhas, em 2002. Ídolo mundial, Adriano Moraes carimbou seu terceiro título em 2006.

Guilherme Marchi comemorou sua fivela de ouro em 2008, enquanto Renato Nunes levou em 2010. Silvano Alves, é único tricampeão ao lado de Adriano. Assim sendo, conquistou seu primeiro título em 2011. De tal sorte que repetiu a dose em 2012. Tornou-se, na oportunidade, o único bicampeão consecutivo. Em 2014 deu Silvano mais uma vez.

A nova geração entrou em cena e Kaique Pacheco marcou seu nome nessa galeria em 2018. Venceu machucado logo após uma linda temporada. Chegamos a 2020 e encontramos José Vitor Leme com a taça na mão. Esse ano, atípico por conta da pandemia, foi o recorde de classificações de brasileiros na PBR World Finals, 20 atletas na lista.

Por Luciana Omena
Fonte: PBR
Crédito da foto de chamada: Divulgação PBR Brazil/Alberto Gonzaga
Na foto de chamada, 8 títulos mundiais: Adriano Moraes, Guilherme Marchi, Renato Nunes e Silvano Alves

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Fatiana Ferreira participa de evento de lançamento da Nova RAM 1500

Marca patrocina o Campeonato Nacional de Três Tambores da ANTT, inclusive, a atual temporada foi oficialmente denominada Circuito RAM Rodeio ANTT

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A tetracampeã nacional da modalidade Três Tambores pela ANTT, Fatiana Ferreira, foi uma das convidadas especiais do evento exclusivo de lançamento da Nova RAM 1500 Rebel. Antes de mais nada, evento promovido pela RAM do Brasil, marca do FCA Group.

A apresentação da nova picape da série RAM aconteceu no dia 10 de dezembro, no Autódromo da Fazenda Capuava, em Indaiatuba/SP. A amazona conheceu todas as novidades em primeira mão e ainda realizou um Test-Drive na pista do autódromo.

Fiquei muito feliz em ser uma das convidadas especiais para conhecer em primeira mão a Nova RAM 1500. Vi tudo de perto e tive uma explicação de todos os detalhes do modelo. São surpreendentes e encantadores, como sempre”, afirma a atleta, que também é uma das diretoras da ANTT, entidade patrocinada pela marca.

Marca patrocina o Campeonato Nacional de Três Tambores da ANTT; Fatiana Ferreira é tetracampeã Nacional e diretora da ANTT

Em seguida, a tetracampeã nacional teve a honra de dirigir a picape recém-lançada. Uma aventura única, sem dúvida. “Fizemos o Test-Drive debaixo de chuva e com muita lama. Realmente, ela tem um poder inigualável. Silenciosa e de arrancar suspiros quando acelerada. Indo de 0 a 100 km/h em 6s4. Sou muito fã da marca”, complementa a competidora.

ANTT e a parceria com a RAM

A Associação Nacional dos Três Tambores é o campeonato da modalidade mais longevo do Brasil até hoje, 17 anos ininterruptos. Conhecido pela maioria das competidoras, suas famílias e fãs como o maior e melhor campeonato de Três Tambores do Brasil.

Patrocinadora oficial, a RAM do Brasil esteve presente durante a temporada 2019/2020. Inclusive, a ANTT deu a RAM o ‘naming right’ do campeonato esse ano, Circuito RAM Rodeo ANTT. Além disso, outras diversas ações dentro das competições, com as competidoras e nas redes sociais foram realizadas.

Marca patrocina o Campeonato Nacional de Três Tambores da ANTT; Fatiana Ferreira é tetracampeã Nacional e diretora da ANTT

A RAM tem sido uma grande parceira da ANTT e esteve ao nosso lado neste ano tão complicado. Grandes eventos foram cancelados e mesmo assim lutamos para concluir nosso campeonato. É uma grande honra ter uma marca tão importante acreditando na nossa entidade. E, sobretudo, apoiando a modalidade Três Tambores. Esperamos que esta parceria seja duradoura”, corrobora Flávia Cajé, presidente da ANTT.

Para saber mais sobre a Nova RAM 1500, clique aqui. Fique por dentro das novidades da ANTT: www.antt.org.br | @estrelasdaantt.

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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Dicas de posicionamento da corda de montaria

Nesse vídeo do canal do fotógrafo brasileiro André Silva, ele conversa com o competidor de montaria em touros João Henrique Lucas sobre o assunto

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Nesse vídeo do canal do fotografo brasileiro André Silva, o competidor oão Henrique Lucas da dicas sobre o posicionamento da corda

A corda americana é um equipamento que fica preso no touro e é essencial para a montaria em touros. A matéria-prima da corda deve oferecer resistência ao atrito bem como facilidade para que o peão a segure com firmeza.

Antes de mais nada, João Henrique Lucas, considerado um dos competidores mais técnicos do rodeio, conversou com André Silva. Nesse vídeo, então, ele dá dicas de posicionamento. Confira!

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Samuel Thiago vence Circuito de Rodeio Rancho Primavera 2020

Disputa aconteceu através de Live, na cidade de Ibirarema; campeão ganhou R$ 50 mil. Circuito Rancho Primavera contou com patrocínio master da cervejaria Burguesa

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Samuel Thiago, competidor de Mirante do Paranapanema/SP, foi o grande campeão do Circuito de Rodeio Rancho Primavera. Assim sendo, após 18 etapas, a final foi emocionante até a última montaria.

Em sua trajetória para o título, portanto, o competidor terminou a etapa em segundo lugar (358,27 pontos). Caiu no primeiro dia e logo depois entrou em uma corrida de recuperação. Visto que seus concorrentes, especialmente Leonardo dos Santos e Ederson de Oliveira, venderam caro a vitória tinham chances até última montaria.

Recordistas em fivelas no Circuito de Rodeio Rancho Primavera, com 22 vitórias, Samuel Thiago, enfim conseguiu a tão sonhada fivela de campeão. Por, pelo menos, outras três vezes, ele chegou à final com chances de título. Em outras sete oportunidades, então, viu outros companheiros saírem com a fivela. Agora foi sua vez

“Se eu parasse hoje [dia 17/12], eu seria o competidor mais feliz do mundo. Sempre tive o plano que não podia aposentar sem esse título”, explica emocionado Samuel Thiago. “Havia sempre uma cobrança, já que estou aqui desde 2013. Venci revelação, venci tudo que podia no campeonato. Por isso essa era a que faltava”.

Na classificação final da temporada, em segundo lugar, Ederson de Oliveira. Seguido por Leonardo dos Santos, João Ricardo Vieira e Malaquias Castro. Aliás, Ederson de Oliveira, de Ilha Solteira/SP, foi o campeão da etapa final (447,25 pontos), assim como ficou com a fivela de ‘estreante do ano’.

Em terceiro lugar, João Ricardo Vieira (255,25 pontos), seguido por Leonardo dos Santos (354,25 pontos); Sandro Batista (270 pontos). A Cia de Rodeio Big Boi, venceu como melhor boiada da etapa; Doce Amargo (Cia Big Boi), melhor touro da etapa.

Disputa aconteceu através de Live, na cidade de Ibirarema; campeão ganhou R$50 mil. Circuito de Rodeio Rancho Primavera; patrocinio Burguesa
Samuel Thiago

Rodeio se reinventando na pandemia

O Circuito de Rodeio Rancho Primavera foi o único campeonato que conseguiu realizar uma temporada no Brasil em 2020. Sua estrutura foi montada na cidade de Ibirarema. De lá, transmitiram e realizaram todas as Lives.

“Foi um ano difícil e diferente. Nós tivemos que montar todos os eventos por nossa conta. Ou seja, correr atrás de todos os patrocínios, live por live. Levamos muitos nãos, não foi fácil. Porém, tivemos muitos parceiros que acreditaram no projeto”, conta Rogério Paitl. “E entre todos os apoios, a Cerveja Burguesa foi fundamental para execução dessa temporada. A marca acreditou no campeonato. A LIVE BURGUESA foi um sucesso”.

Ainda de acordo com o comandante do CRP, foi um ano em que dependeram 100% do online. “A internet nos patrocinou através dos membros do nosso canal no Youtube. Sem dúvida, ajudaram diretamente na realização das etapas, algo que a gente sempre sonhou. Com a pandemia tivemos a oportunidade de fazer”.

Desde 2013 o CRP trabalha na qualidade do seu produto como um todo. “Especialmente no que diz respeito à transmissão e imagens, que é um dos diferenciais do nosso campeonato. E por isso tivemos a credibilidade do no nosso público. Um público fiel, que nos acompanha a muito tempo pelo Youtube”.

Paitl agradece sua equipe de trabalho e os competidores, que abraçaram a causa. “Todos ajudaram a tocar o campeonato. Sem eles não seria possível. Por fim, agradeço também à minha família, que sempre esteve ao meu lado.”

Fique por dentro: www.circuitoranchoprimavera.com.br | @circuitoranchoprimavera | Circuito de Rodeio Rancho Primavera

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Divulgação/Joice Helena

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Rodeio

Eventos equestres e de rodeio no Brasil já pensam em 2021

Alguns eventos de grande porte, como a ExpoLondrina, anunciaram mudança de data para o segundo semestre do ano que vem

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“Quase improvável que os grandes eventos aconteçam no Paraná no primeiro semestre”. Esse é o pensamento de algumas pessoas do Estado que trabalham na área. Especialmente logo após a ExpoLondrina (foto) mudar pela primeira vez a data do seu evento em 2021. Nos Estados Unidos, alguns dos maiores rodeios, meses atrás, já cancelaram ou adiaram a realização. Movimento que começou a acontecer com o rodeio também no Brasil.

A Sociedade Rural do Paraná, portanto, definiu uma nova data para 60ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina. A ExpoLondrina 2021 acontece de 6 a 15 de agosto, pela primeira vez na história, marcada para o segundo semestre. Inegavelmente, a mudança foi decidida após intensas análises e consultas a associados, diretores e parceiros. A saber, este é um dos maiores eventos agropecuários realizados no país.

O principal motivo da mudança, então, foi a crise sanitária do país. Há ainda muitas incertezas sobre a possibilidade de a população estar imunizada contra a Covid-19 até o final do primeiro semestre de 2021. “Precisamos pensar na saúde de nossos visitantes, que gira em torno de 500 mil a cada ano. Não podemos colocá-los em risco, uma vez que o formato de nosso evento não comporta a limitação de visitantes”, comenta o presidente da SRP, Antônio Sampaio.

Por outro lado, os organizadores apontam ainda o lado financeiro. “É uma grande responsabilidade realizar um evento desta magnitude. A realização da ExpoLondrina envolve grande esforço econômico e o comprometimento de uma equipe durante meses”.

Sem contar que no lado financeiro, o setor também está em crise. Os expositores ficam cada vez mais escassos, não têm produtos novos visto que as indústrias não estão produzindo. Pode ainda haver falta de patrocinadores, entre outros.

Alguns eventos de grande porte, como a ExpoLondrina, e o seu rodeio, anunciaram mudança de data para o segundo semestre do ano que vem
O locutor de rodeio Rafael Vilella foi o mestre de cerimônia no Congresso da ABRAPE

Congresso da ABRAPE

Entre os dias 17 e 18 de novembro, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, em São Paulo, aconteceu o V Congresso Brasileiro dos Promotores de Eventos. Promovido pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, o congresso discutiu, justamente, os impactos da pandemia no setor. Houve a participação de pessoas do nicho do rodeio.

Um dos primeiros presenciais a ser realizado na capital paulista, o evento teve como tema ‘Juntos por uma retomada consciente’. Os painelistas debateram, antes de mais nada, como será retomada do setor, impactado pela crise do coronavírus. O encontro reuniu grandes nomes do show business e na pauta diversos assuntos relacionados a toda a cadeia produtiva de cultura e entretenimento do Brasil.

Foram abordados ainda temas como incentivos fiscais (Lei Rouanet); a experiência dos grandes promotores e marcas do setor; a importância dos eventos regionais; as relações com os consumidores e entre contratantes e contratados no segmento.

De acordo com o empresário e presidente da ABRAPE, Doreni Caramori Júnior, “o setor é o mais impactado pela crise. Precisamos estar mais unidos do que nunca para encontrar e propor soluções que permitam a retomada das atividades”.

Ademais, a ABRAPE, que representa 330 produtoras e promotoras no país, vem monitorando os impactos da pandemia. Pesquisa com associados os reflexos nos negócios e empregos e vem avaliando a expectativa da população sobre a volta aos eventos.

Além disso, elaborou um protocolo para a retomada gradual utilizado por vários. Assim como participou ativamente da elaboração do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que estabeleceu as regras para a remarcação de eventos adiados ou cancelados.

Alguns eventos de grande porte, como a ExpoLondrina, e o seu rodeio, anunciaram mudança de data para o segundo semestre do ano que vem
Kaká de Barretos

Rodeio de Barretos representado

Emílio Carlos dos Santos esteve no Congresso da ABRAPE representando a Associação Os Independentes. O clube é promotor do maior rodeio da América Latina e cancelou a festa em 2020 por conta da pandemia. Em sua fala, Kaká comentou como administraram toda essa questão.

“Tivemos um começo de ano muito positivo no Parque do Peão, com o Carnaval e o lançamento da Festa do Peão, com vendas a todo vapor. Já durante a pandemia, em maio, fizemos uma Live com João Neto & Frederico, onde anunciamos as primeiras adequações”, comenta.

De fato, na oportunidade, Os Independentes adiaram o evento para 28/10 a 2/11. “Havia muita expectativa, já que ninguém sabia quanto a pandemia duraria. Em seguida, então, fizemos outra Live, dessa fez com show – do Gusttavo Lima  – e rodeio, no final de semana original da Festa. E anunciamos o cancelamento do evento”.

Kaká, então, comentou com os presentes ao Congresso a respeito do retorno de mídia, repercussão e satisfação dos patrocinadores com o formato. “Mesmo sem o presencial, o número de visibilidade para as marcas foram muito bons”.

De acordo com ele, Barretos encontra-se com leitos vagos para Covid-19. Contudo, já imaginam possíveis cenários para agosto de 2021, inclusive, alguns em que os eventos ainda estejam fechados ou restritos ao público. “

A pandemia nos ensinou muita coisa, por isso já sabemos que teremos que trabalhar em cima de várias situações. Especialmente nos planos comerciais. Não apenas apresentar aos patrocinadores um presencial ou restrito, como também a possibilidade de não termos público. Para cada plano, há ações que qualquer organizador pode preparar para monetizar o seu evento, manter as marcas parceiras e o público fidelizado.”

Por Luciana Omena
Colaboração: Abner Henrique
Crédito das fotos: Equipe Elvira Alegre; Alisson Demétrio/ABRAPE

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Rodeio

Associação Nacional de Bulldog encerra temporada

Modalidade que exige técnica e habilidade, além de velocidade, o Bulldog conseguiu finalizar 2020 com sucesso

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A Associação Nacional de Bulldog encerrou o segundo campeonato consecutivo logo após retomada ano passado. De acordo com Fernando Costa, um dos dirigentes da ANB, a etapa final fechou um 2020 atípico. “Contudo, mais uma temporada em que a Associação mostrou que está mobilizada e forte”.

Ainda segundo Fernando, a Diretoria da ANB não se intimidou com os problemas advindos da pandemia da Covid-19. “Tocamos a temporada até o final, com alguns ajustes. Não tivemos problemas maiores e deu tudo certo”. Foram quatro etapas da Associação Nacional de Bulldog em 2020. Dessa forma, a quarta etapa aconteceu dia 7 de novembro, no Rancho São Miguel, em Cláudio/MG.

Modalidade que exige técnica e habilidade, além de velocidade, o Bulldog conseguiu finalizar 2020 com sucesso; final aconteceu em Claudio/MG
Marcos Pereira

Com efeito, diferente das etapas normais, a quarta etapa valeu pontos ao ranking a cada rodada, com o propósito de deixar ainda mais apertada a disputa do campeonato. Os buldogueiros que compareceram, portanto, participaram de três rodadas. Pela média de tempos, os campeões da etapa, enquanto pela média da pontuação round a round, definição da classificação geral.

Então, somados todos os pontos, os campeões da temporada foram premiados. O destaque, com toda a certeza, ficou para a categoria Iniciante. Recorde de inscrições conforme conta Fernando. “Foram 10 inscritos na Iniciante, o que é um ótimo número. Mas os profissionais também compareceram. No geral, tivemos um total de 30 inscritos, outro recorde para a ANB”.

Modalidade que exige técnica e habilidade, além de velocidade, o Bulldog conseguiu finalizar 2020 com sucesso; final aconteceu em Claudio/MG
Iniciante

Resultados

Como resultado de todo o investimento e batalha dos que praticam o Bulldog, a cada etapa uma boiada diferenciada. Por consequência, a quarta etapa foi bastante disputada. Afinal, a depender dos resultados, valia o título de 2020.

Marcos Pereira tornou-se o grande campeão ANB 2020 na categoria Profissional logo depois de vencer a prova. Bocão, como é conhecido, somou 570 pontos. Em segundo lugar no ranking ficou Fernando Pierini Costa, com 510 pontos. Matheus Castro de Souza (Boró), com o segundo lugar na etapa, encerrou a temporada em terceiro ao somar 460 pontos.

Fernando Costa (de camisa verde) ao lado dos iniciantes

Pela Principiante, título para Leonardo Mitre ficou com o título ao somar 570 pontos em 2020. Na quarta etapa, o segundo lugar foi suficiente para garantir a liderança dele no ranking. Em seguida, Henrique Rezende com 560 pontos e Mateus Rodrigues com 510 pontos.

A ANB deu uma sela de premiação para o campeão da Principiante. Marcos Pereira (foto) também ganhou uma inscrição para o concorrido jackpot de Roy Duval nos Estados Unidos ano que vem. Além disso, os competidores foram premiados com dinheiro, fivelas em todas as etapas e fivela na final.

Houve ainda a premiação para o Melhor Cavalo. Garimpo, de propriedade de Lucas Gonçalves, faturou esse título. A fim de manter o Bulldog em evidência, os meninos buscam novas parceria para 2021, incluindo o retorno da modalidade às provas do Quarto de Milha. Fique ligado: @anb_bulldog.

Por Luciana Omena
Colaboração Ricardo Pantaleão
Credito das fotos: Divulgação/Mardom Photos

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Rodeio

Rozeta e CRP fazem duelo estilo ‘revanche’ em rodeio online

Na revanche do novo novo formato do rodeio online ‘Dream Team’ a Ekip Rozeta superou o Circuito Rancho Primavera com vitória por antecipação

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O time dos sonhos! É isso que quer dizer em tradução literal a expressão dream team. Produto criado para entreter os fãs do rodeio durante a quarentena, o Dream Team é uma disputa entre duas equipes formadas por competidores dos campeonatos Ekip Rozeta e Circuito Rancho Primavera. 

Na primeira edição, vitória para o CRP. mas na segunda a história mudou. Denominada de DREAM TEAM – A REVANCHE, a competição ocorreu em Ibirarema/SP, entre os dias 3 e 5 de novembro. Antes de mais nada, houve transmissão para a internet e também presença de público através de drive-in. Tudo, claro, com protocolos de saúde seguidos à risca.

O duelo teve uma uma disputa acirrada nas três noites, contudo, a Ekip Rozeta venceu com folga após as montarias do último dia. O time dos ‘meninos da camisa preta’ somaram 1.626,75 pontos contra os 1.316,15 do CRP.

Na revanche do novo novo formato do rodeio online ‘Dream Team’ a Ekip Rozeta superou o Circuito Rancho Primavera com vitória por antecipação
Foto: Kelven Elero

“Estamos extremamente felizes com essa vitória. Foi mais uma edição muito disputada do DREAM TEAM. Uma boiada dura e o time do CRP é muito forte, mas nosso time mostrou, mais uma vez sua capacidade. Foi um grande evento, sem dúvida, com uma excelente audiência”, comenta Enrique Moraes, presidente da Ekip Rozeta.

Os agradecimentos de Enrique vão para Rogério Paitl e todo staff do CRP. Também ao prefeito Thiago Briganó, Juvenal Pontremolez. Guilherme Ferreira, Waguinho Souza, Abner Henrique, Márcio Munhoz. “Em especial ao Theo Piracicabano, Wellington Guimarães, JL Transportes. Sem esquecer de agradecer a Fiduma & Jeca, Wrangler, BioSantos e Big Boi Foods”, finaliza Enrique.

Disputa

A fim de deixar a competição ainda mais acirrada, os organizadores promoveram algumas alterações no regulamento. Portanto, cada time contou com a participação de dez competidores, sem reservas. A novidade foi o sorteio, onde os touros eram divididos em cinco potes diferentes, separados por índice técnico. Cada equipe sorteava dois touros de cada pote, dando maior equilíbrio na disputa.

Na revanche do novo novo formato do rodeio online ‘Dream Team’ a Ekip Rozeta superou o Circuito Rancho Primavera com vitória por antecipação
Ederson de Oliveira

Com seis paradas em dez montarias, a Ekip Rozeta encerrou a primeira noite na liderança. Uma ma nota a mais que os concorrentes. Na segunda noite, os ‘meninos de camisa preta’ seguiram dominando na somatória. Obtiveram mais sete paradas, mantendo duas montarias de vantagem sobre o CRP.

A terceira e decisiva noite contou com a semifinal, onde somente os sete melhores competidores de cada equipe voltaram para a arena. Nesta fase, os touros foram sorteados para cada equipe e os técnicos definiram os competidores da equipe adversaria. De acordo com os especialistas, algo que poderia ser um fator decisivo.

Na semifinal, enquanto apenas dois competidores do CRP obtiveram nota, a Ekip Rozeta cravou cinco montarias válidas. Fato que definiu o resultado da competição por antecipação. Então, antes mesmo da final, que reuniria os três melhores de cada time, a vitória já era da Ekip Rozeta. Mas não teve moleza, não. Apresentações praticamente perfeitas que entraram para a história do Dream Team e do rodeio brasileiro. 

Cássio Dias Barbosa x Fascinante

Por outro lado, invicto na competição, Ederson de Oliveira, do CRP, ficou com o título no individual, 347,50 pontos. Em segundo lugar, Cássio Dias Barbosa, da Ekip Rozeta, também invicto. Aliás, ele marcou a melhor nota de toda a competição, 92 pontos a bordo do touro Fascinante (Big Boi).

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: JW Foto Arena

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Rodeio

Brasileiro Lucas Teodoro atuará na PBR World Finals

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Lucas Teodoro ‘abriu mão’ de uma carreira consolidada no Brasil e aos poucos colhe frutos do seu trabalho atuando pela PBR

O brasileiro Lucas Teodoro, conhecido como Gauchinho, foi confirmado como um dos quatro salva-vidas oficiais da PBR World Finals. A saber, a final mundial de Montarias em Touros está marcada para 12 a 15 de novembro em Arlington, Texas. Antes de mais nada, essa escolha é feita através de votação pelos principais competidores do campeonato.

Essa será a terceira experiência do brasileiro no evento, onde atuará ao lado de Frank Newsen, Cody Webster e Jesse Byrne. Porém, a primeira vez que Gauchinho é selecionado diretamente entre os quatro mais votados. Em 2018, o salva-vidas fez história ao tornar-se o primeiro brasileiro a atuar na PBR World Finals.

De acordo com as informações, na oportunidade ele substituiu um dos quatro salva-vidas do evento, que estava lesionado. Enquanto que no ano passado, Lucas, listado como reserva, foi chamado para substituir os titulares em um round da grande final, que aconteceu em Las Vegas.

Vale lembrar que em 2020, o profissional brasileiro também atuou como titular no Iron Cowboy em Los Angeles. Assim como na Global Cup, a competição entre seleções da PBR, e na etapa da primeira divisão em Fort Worth, Texas. Além disso, Lucas Teodoro atuou em diversas outras etapas do Pendleton Whisky Velocity Tour, o principal campeonato da divisão de acesso da PBR.

Acima de tudo, é importante ressaltar que Lucas Teodoro ‘abriu mão’ de uma carreira consolidada no Brasil. Ele era, sem dúvida, um dos nomes mais requisitados nos grandes eventos. E partiu para começar praticamente do zero nos Estados Unidos, subindo degrau por degrau em busca de seus objetivos.

Natural de Espírito Santo do Pinhal/SP, o brasileiro tem uma ligação antiga com o rodeio. Conversamos com ele, confira!

Lucas Teodoro ‘abriu mão’ de uma carreira consolidada no Brasil e aos poucos colhe frutos do seu trabalho atuando na PBR nos Estados Unidos

Como você começou no rodeio?

“Quando era pequeno, meu pai era presidente da Festa do Peão de Serra Negra, cidade onde eu morava. Também, por um período, um tio tinha cavalos de rodeio, então eu sempre estava envolvido no meio. Quando eu tinha uns 13 anos de idade, mais ou menos, eu e mais alguns amigos queríamos montar em touros. O pai de um deles fez uma arena em casa e começamos a montar em garrotes.

Nessa mesma época eu conheci um salva-vidas de rodeio, o Mateus Massera. Ele trabalhava em um torneio de final de semana no Clube Hotel Xerife, na cidade de Santo Antônio do Jardim/ SP. Um dia ele me chamou para entrar na arena e ajudar. Fui por brincadeira e me apaixonei pela profissão. Continuei treinando por alguns anos no mesmo local”.

Lucas Teodoro ‘abriu mão’ de uma carreira consolidada no Brasil e aos poucos colhe frutos do seu trabalho atuando na PBR nos Estados Unidos

Então você já começou como salva-vidas, né?

“Sim, comecei a carreira no rodeio como salva-vidas. Como mencionei, cheguei a montar em dois ou três garrotes. Mas nunca em touros. Minha carreira no rodeio começou como salva-vidas mesmo. Aos 16 anos de idade, trabalhei em meu primeiro rodeio profissional, em Santo Antônio do Jardim. Nessa época conheci outro salva-vidas, Risadinha. Ele me viu trabalhar e gostou. Me dava oportunidades em alguns eventos.

Logo após fazer 18 anos, trabalhei por dois anos para um Cia de Rodeio VR. Em seguida, em 2010, entrei para o time de salva-vidas do campeonato da PBR Brasil. Desse modo, atuei toda temporada nas etapas de acesso. Até que no final do ano fui votado entre os três salva-vidas para fazer a final nacional da PBR Brasil. Não pude participar, infelizmente, pois estava lesionado.

Em 2011, por consequência, atuei em todas as etapas principais do campeonato. Posso dizer que trabalhei em todos os rodeios que sempre sonhei no Brasil. Conquistei, sem dúvida,  o meu espaço entre os grandes nomes do rodeio brasileiro. Mas sempre tive em meus planos que queria vir para os Estados Unidos, tentar uma carreira aqui. Em outras palavras, foquei em fazer meu nome no Brasil para depois sair em busca do sonho”.

Quando decidiu ir para os Estados Unidos?

“Em dezembro de 2012 embarquei pela primeira vez pra cá. Um desafio quando cheguei, por não conhecer ninguém, não conhecer a cultura. Mas eu já tinha comigo que nada seria fácil aqui pra mim. Fiquei quatro meses na primeira vez. Fui a alguns eventos e voltei para o Brasil para trabalhar a temporada 2013. Em resumo, passei dois anos indo e vindo ate que realmente decidi me dedicar 100% a minha carreira aqui em 2015”.

Lucas Teodoro ‘abriu mão’ de uma carreira consolidada no Brasil e aos poucos colhe frutos do seu trabalho atuando na PBR nos Estados Unidos

E como tem sido desde então?

“Foi muito difícil para mim. Muitas vezes eu estava parado aqui, sem ter rodeio para trabalhar. E os rodeios grandes no Brasil acontecendo e eu sabendo que poderia estar lá trabalhando. Mas eu sempre procurei focar nos meus objetivos. Sabia bem o motivo de ter vindo para os Estados Unidos. Inegavelmente, no decorrer dos anos, fui conquistando meu espaço aqui, indo a eventos abertos.

Entre esses evento, algumas etapas da PBR Touring Pro – terceira divisão do campeonato mundial. Até que começaram a aparecer oportunidades para trabalhar em eventos da PBR Velocity Tour. Só para exemplificar, em 2018 eu estava em quinto na votação para a final mundial. Um dos quatro se machucou semanas antes e eu fui convocado. Antes de mais nada, meus sonhos se concretizaram.

Imagine só, trabalhar em uma final mundial da PBR. No ano seguinte, 2019, trabalhei em alguns eventos da Unleash The Beast, a divisão principal. Ao final da temporada, novamente fiquei em quinto na votação. Trabalhei na final da PBR Velocity Tour e voei às pressas para Las Vegas dias depois, para substituir um colega lesionado. Mas só autuei um dia, pois ele melhorou e voltou para a arena.

Este ano de 2020 trabalhei em algumas etapas UTB e também da Velocity Tour e fiquei em quatro na votação para a PBR World Finals. Algo que tem um significado muito grande para mim. É uma honra fazer parte dos quatro bullfighters da PBR”.

Lucas Teodoro ‘abriu mão’ de uma carreira consolidada no Brasil e aos poucos colhe frutos do seu trabalho atuando na PBR nos Estados Unidos

Qual a diferença entre os touros do Brasil e da PBR nos Estados Unidos; você já sofreu acidentes?

“Os touros no Estados Unidos são mais rápidos, mais bravos e pulam mais também do que os touros do Brasil. Sofri poucos acidentes graças a Deus! Em 2010, rompi um ligamento do joelho. Já em 2014, tomei uma chifrada que perfurou minha perna. Nessa tive que passar por cirurgia. Assim como em 2020, quebrei o braço e passei por cirurgia”.

E como é o seu dia a dia aí com nos Estados Unidos e com a PBR?

“Eu passo o máximo de tempo que posso com minha família em Decatur, Texas, onde moramos. Minha esposa Ingrid e meu filho Gabriel de 2 anos. Sobretudo, faço um treinamento físico diário. E nos finais de semana vou para os eventos. Muitas vezes temos que sair na quinta-feira, viagens longas. E sempre gosto de chegar na cidade um dia antes do evento. Por conta de algum imprevisto acontecer eu tenha tempo suficiente. Aqui lidamos muito com mudanças climáticas”.

Por Luciana Omena
Colaboração: Abner Henrique Therezio
Crédito das fotos: Divulgação/André Silva

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Rodeio

Rodeio Online: Ekip Rozeta realiza Live Solidária

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Totalmente adaptados ao novo formato de rodeio online, campeonatos seguem temporada; Daniel Feitosa venceu essa etapa

Ekip Rozeta e Cia BR Bananinha realizaram mais uma ‘Live Solidária’. O rodeio online, portanto, reuniu os principais competidores da Copa Wrangler Ekip Rozeta. O evento, nos dias 17 e 18 de setembro, acima de tudo, arrecadou doações para o Hospital Regional do Câncer de Passos/MG. A saber, um dos mais importantes do interior mineiro. De acordo com os organizadores, as doações totalizaram mais de meio milhão em dinheiro e bens para uso da entidade.

Esta iniciativa de unir competição e solidariedade mais uma vez foi sucesso. Assim como já havia acontecido no início de julho. Só para exemplificar, a Cia BR Bananinha realizou uma edição especial do Rodeio da ExpoMarques, em São Sebastião do Paraíso/MG. Teve parceria da Ekip Rozeta e superou as expectativas das doações.

“Foi mais um show de solidariedade. A Ekip Rozeta se sente honrada em poder fazer parte desta iniciativa em prol a uma instituição que ajuda milhares de pessoas todos os meses. Gostaria de parabenizar a todos os envolvidos na ação. Em especial, a diretoria do Hospital Regional do Câncer de Passos. Bem como a Cia BR Bananinha pelo empenho em realizar este rodeio online”, comenta o presidente da Ekip Rozeta, Enrique Moraes.

Totalmente adaptados ao novo formato de rodeio online, campeonatos seguem temporada; Daniel Feitosa venceu essa etapa da Ekip Rozeta

Resultados

O grande campeão foi o jovem paranaense Daniel Caetano Feitosa, de Guaraci/PR. Com toda a certeza, uma das mais recentes promessas reveladas pela Ekip Rozeta. Nesse sentido, ele tem demonstrado muito talento nas competições em que tem participado. Por exemplo, no mês passado também venceu a competição realizada na Live em prol ao Fabiano Vieira, em Pérola/PR.

Daniel chegou a decisão na segunda posição. Assim, ao obter 88,25 pontos montando o touro Federal (BR Bananinha) assumiu a liderança. No geral, somou 261,75 pontos e garantiu o título com a queda do então líder. O atleta contou com 100% de aproveitamento, 86,50 pontos nos touro Pipoca (BR Bananinha) e Amor Proibido (BR Bananinha). 

Em segundo lugar, o líder do ranking da Ekip Rozeta Cássio Dias Barbosa, de São Francisco de Sales/MG (257,50 pontos). Na final, ele obteve a maior nota de todo o evento, 91 pontos a bordo do touro Escuridão (BR Bananinha). Completaram o pódio, Luiz Humberto de Souza (174,25 pontos), Felipe Furlan (170,00 pontos), e Bruno Roberto da Silva (158,25 pontos).

Pelo Curral de Elite, os touros Olho Mágico e Escuridão, ambos da Cia. BR Bananinha, ficaram com o título de Melhor Touro ao empatarem com a média de 45,25 pontos. A Cia. BR Bananinha também ficou com a fivela de Melhor Boiada, com média de 43,18 pontos.

Fique ligado: www.ekiprozeta.com.br | @ekiprozetaoficial | ekiprozetaoficial

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação/JW Foto Arena

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Rodeio

Disputa entre equipes em rodeio online é aprovada

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Arena Dreams venceu o Circuito Rancho Primavera em formato que deve ser tendência no rodeio brasileiro

O time do Mato Grosso (foto), Arena Dreams, venceu a disputa entre equipes em rodeio online contra o Circuito Rancho Primavera. Evento aconteceu nos últimos dias 8, 9 e 10 de setembro, em Ibirarema/SP, em mais uma Live Burguesa.

Assim sendo, depois de três dias de competição, o time formado por Diego Ferreira, Hildevan Silva, Lucas Rodrigues, Eduardo Batista, Leandro Garcia, Ayslan Jeferson, Sandro Batista, Rafael Silvio e Sebastião Moreira somou 1.1196,00 pontos. Montaram três touros a mais que o CRP e se sagraram os grandes campeões.

Formato que veio para ficar

Em resumo, o formato de rivalidade (um time contra o outro) se mostrou um sucesso. O rodeio em que o CRP enfrentou o Arena Dreams atraiu meio milhão de espectadores durante as transmissões no Youtube. Além disso, o alcance total em todas as redes sociais chegou a cerca de dois milhões de pessoas.

De acordo com os especialistas em rodeio, esse é um formato que virará tendência. Ou seja, chegou para ficar! A disputa por equipes prende o público de uma forma incrível. Principalmente quando a disputa está acirrada.

Só para ilustrar, o time do Mato Grosso saiu em vantagem nos dois primeiros rounds. Por outro lado, na semifinal, o CRP reagiu conseguindo colocar o time em condições matemáticas de reverter a disputa. Com toda a certeza, essa reviravolta prendeu os fãs e movimentou a torcida. De fato, expectativa foi que se viu pelo bate-papo da transmissão no Youtube.

Antes de mais nada, esse tipo de formato, realizado não só pelo CRP, mas também pela Ekip Rozeta, ativa a torcida. Mesmo o rodeio acontecendo online, as provocações geram uma rivalidade sadia. Momento típico de uma arquibancada lotada, por exemplo. E, sem dúvida, algo que mantém outros esportes em pé e manterá o rodeio também. Formato que veio com a pandemia e que tem pinta que não irá mais embora.

Arena Dreams venceu o Circuito Rancho Primavera em formato que deve ser tendência no rodeio brasileiro; mas uma live sem público aconteceu
Melhor Touro – Rômulo e Neguinho da Cia é o Bicho

Primeira vez fora de casa

Foi a primeira vez que o Arena Dreams, comandando pelo casal Diogo e Monize, saiu para uma competição fora do Estado. Primeiramente, eles têm seu ramo de atividade enraizado no Mato Grosso.

“Cheguei a parar de trabalhar com eventos, já que eu era um prestador de serviços. Decidi largar e voltar para o Paraná”, explica Diogo. “As pessoas ligadas ao rodeio começaram a me ligar e decidimos voltar para o Mato Grosso em 2017. Montamos a empresa em Campinápolis, nosso primeiro evento, e estamos lá até hoje”.

Diogo conta ainda que nesse rodeio online tinha um objetivo claro: derrotar os Trovões Azuis. “Em primeiro lugar, não sabíamos como seríamos recebidos. Para nossa surpresa, fomos extremamente bem acolhidos. Não só pelo Rogério Paitl do CRP e por sua esposa Diana, mas por todo o staff”. Conforme avalia Diogo, “o Rogério é um cara muito inteligente, nossas ideias bateram muito. E nos sentimos totalmente confortáveis para trabalhar”.

Por ser a primeira experiência nesse formato, o proprietário do Arena Dreams conta que tentou ficar calmo e estudar bastante. “Estudei muito os animais, junto com os competidores da equipe. A ideia era que quando saísse o sorteio, pudesse escalar o atleta de forma produtiva”. Diogo revela que queria passar calma para os membros do seu time. “Deu tudo muito certo! Foi uma vitória que significa muito para todos os competidores e para nossa empresa”.

Formação para esse rodeio

Dois títulos em Barretos, maior referência do segmento, nesse mesmo formato, 2011 e 2019, foram de equipes do Mato Grosso. Aliás, o time campeão de 2019 foi a base do Arena Dreams para a disputa de agora. Embora pareça que o Mato Grosso seja um estado distante do eixo, os talentos revelados lá são inquestionáveis. 

“Quando fechei com o Rogério Paitl, procurei de imediato o Zeca da Juína. Na ocasião, técnico da equipe de Mato Grosso campeã em Barretos ano passado. Conversei com os competidores e com o Neguinho e o Rômulo da É o Bicho. Fomos fazendo o trabalho, formamos a base com aquela equipe campeã de Barretos”, reforça Diogo.

Arena Dreams venceu o Circuito Rancho Primavera em formato que deve ser tendência no rodeio brasileiro; mas uma live sem público aconteceu
Rafael Ribeiro

Equipe

Diogo falou um pouco sobre cada competidor. “O talentoso Diego Ferreira, de Paranatinga/MT, descobri em um evento nosso. Ele chegou até a final sem cair de nenhum touro. Enquanto o Rafael Silva tem uma experiência maior no rodeio, calculista na hora de monta. Junto com ele veio o Sandro Batista, os dois são da Pedra Preta/MT. O Sandro é alto, mas tem talento.

Também contei com os meninos da Vila, em razão residirem em Vila Rica/MT, Lucas Rodrigues e Hildevan Silva. O Lucas é maior ganhador de etapas da Arena Dreams. O Hildevan aprendeu a montar com o Lucas e monta muito também. Segundo maior ganhador de fivelas dentro do Arena Dreams, Eduardo Batista, de Juscimeira/MT, quase não entra no time por conta de um um tratamento, contudo atendeu um pedido meu.

Já o Ayslam Jeferson, de Nova Brasilândia/MT, além de ter um talento enorme, está no estado de São Paulo, competindo pela Ekip Rozeta. Foi uma escalação estratégica, já que ele conhece bem os touros. Leandro Garcia, de São José dos Quatro Marcos/MT, é o atual campeão de Pontes de Lacerda, um dos principais eventos do Mato Grosso. Foi muito bem ficando em terceiro, mostrando na disputa individual.

Por fim, tivemos o Sebastião Moreira, de Água Boa/MT. Precisei do intermédio do Lucas para falar com ele e, no primeiro momento, ele não aceitou. Não estava treinando. Mas foi o cara que decidiu o título para nós. Enfim, foi uma experiência incrível! Estamos muito felizes com a conquista, além das amizades e laços profissionais firmados no estado de São Paulo.”

Animais também venceram

O Mato Grosso sempre foi também um grande fornecedor de animais de pulo. E o Condomínio Arena Dreams, formado pelas Cias É o Bicho, Zeca da Juína, DW e ATF, venceu a disputa com a média 43,24 pontos. O melhor touro do evento, também foi do MT, Recanto Country (Cia É o Bicho), média de 45,00 pontos.

Teve título para o CRP

Entre tantas atrações, havia ainda a disputa individual de competidores. O campeão 2018 do CRP, Rafael Ribeiro, de Murutinga do Sul/SP, levou a melhor.

Mais informações: www.circuitoranchoprimavera.com.br | @circuitoranchoprimavera | Circuito de Rodeio Rancho Primavera.

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Joice Helena

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Rodeio

Cia Califórnia ganha como melhor boiada em Barretos

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Proprietário da Companhia credita o título em Barretos ao trabalho em equipe

A Cia de Rodeio Califórnia venceu pela primeira vez como melhor boiada na Festa do Peão de Barretos. A saber, o título veio durante a live #BarretosPraSempre, evento em formato online, transmitido pelo Youtube. Título inédito para a Companhia, que credita o sucesso na arena mais importante do Brasil ao trabalho em equipe

A boiada tem sede em Taquaritinga/SP e se apresenta em Barretos desde 2006. O nome, Cia de Rodeio Califórnia, é em homenagem à propriedade de Francisco Nucci, pai de Humberto Francisco Nucci. Antes de mais nada, Chiquinho está com a Cia Califórnia no rodeio desde 2005.

A vitória chegou logo após 17 saídas e uma média de 45,01 pontos. Em comparação com 2019, durante a Festa de Barretos tradicional, não só a Cia Califórnia, mas também a boiada campeã, fizeram 14 saídas. O próprio formato em live para Barretos propiciou menos companhias contratadas, por conseguinte, mais animais foram utilizados de cada companhia.

Prêmios

“Tudo começou na fazenda. Trabalhávamos com pecuária, cria, recria e engorda. Comecei a separar um garrote aqui e outro ali. Quando vi, já estava com uma boiada”, explica Chiquinho. “Essa vitória em Barretos era muito esperada. Com toda certeza, venho trabalhando para isso junto com minha equipe e minha família. Devo a eles esta conquista”.

Atualmente o plantel da Cia Califórnia possui 95 touros. De fato, é a boiada que mais faz rodeios durante o ano. Só para exemplificar, em 2019 foram 105 rodeios, enquanto em 2018 foram 110 eventos. Muitas vezes, atendendo quatro por final de semana.

Cia Califórnia ganha como melhor boiada em Barretos. Proprietário da Companhia credita o título na #BarretosPraSempre ao trabalho em equipe
Magnata

Dessa forma, entre os prêmios já conquistados, a Cia de Rodeio Califórnia ganhou cinco títulos com o Top Team Cup, três com a boiada e dois com o touro Convento. Também foi melhor boiada em Rio Verde, o maior rodeio em touros do Brasil. Entre tantos outros eventos, foi também tetra campeã do Circuito Rancho Primavera, com a boiada e mais dois títulos com os touros Abadá e Exclusivo.

Por fim, para completar a lista de prêmios, a Califórnia foi campeã na Liga Nacional de Rodeio em Barretos; duas vezes melhor boiada do Curral de Elite da Ekip Rozeta. Em resumo, entre muitos outros títulos importantes em rodeios e campeonatos.

Apoio incondicional

“Eu faço a escalação de todos os rodeios. Em um evento como Barretos, não podemos errar. E o erro é evitado quando se tem uma equipe que passa todo o relatório da situação dos touros. Eles são empenhados em zelar dos animais como filhos. Então, esse feedback é fundamental para a escalação”, relata Chiquinho.

Ele conta que para Barretos conseguiram trabalhar perto da perfeição com os animais. “Todo mudo almeja essa fivela. Mas gostaria de ressaltar que essa conquista foi um trabalho familiar e em equipe”. O proprietário ressalta, acima de tudo, o apoio e participação na condução da Califórnia da esposa Flávia Piveta. Assim como tem a ajuda dos filhos Henrique e Beatriz, todos apaixonados pelos animais.

Cia Califórnia ganha como melhor boiada em Barretos. Proprietário da Companhia credita o título na #BarretosPraSempre ao trabalho em equipe
007, touro que deu o título ao campeão Ramon de Lima

“É isso que me dá uma força tão grande de tocar esse negócio. E claro, uma alegria imensa também. Ter a família perto me estimula a investir e lutar por melhorias”, ressalta Nucci e complementa: “Nossa equipe de trabalho fica atenta em cada touro. São meus olhos o tempo todo. Manejo é tudo, é muito mais importante que os pulos dos animais. Então agradeço ao Fernando Machado, Rodrigo Amaral, Rômulo, Netão, Piriquito, Rafael Sena ‘Macarrão’, Furão, Alisson Aguiar e ao Dr Charles. Essa conquista de Barretos é de todos”.

Destaque

A popularidade virtual da Cia Califórnia é outro ponto a se destacar. Com efeito, são quase 200 mil seguidores nas redes sociais. Recentemente, lançou uma grife e o número de fãs cresce a cada dia. “Temos muitos fãs dos animais, tanto que a grife foi feita para atender os pedidos de quem quer comprar camisetas, bonés, etc”, reforça o proprietário.

De acordo com ele, essa energia contagia todos que fazem parte da Companhia. “Recebemos centenas de mensagens nas redes sociais após a conquista em Barretos. Foi muito gratificante”.

Aliás, como destaque Chiquinho conta ainda que uma característica importante da é que a Califórnia não temos apenas um ou dois touros de final. “Temos vários animais qualificados. Hoje o Mustang e o Magnata estão muito famosos, mas temos muitos outros animais que quando são colocados para pular correspondem num nível igualado com estes que são os mais famosos.”

Fique por dentro: @ciacaliforniaoficial.

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Tiago Rios

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Rodeio

Conheça as campeãs 2020 do CRP Três Tambores

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Final dos CRP Três Tambores aconteceu junto a 12ª etapa da temporada e 6ª live, que teve Adriano Salgado como campeão

Brenda Zopolato, de Quatá/SP, foi a grande campeã do CRP Três Tambores 2020. A final foi realizada junto a 6ª live e 12ª etapa da temporada do Circuito Rancho Primavera, de  25 a 27 de agosto. A competidora somou 44s197 em suas passadas para ficar com o título. A saber, a pontuação da temporada é zerada na disputa final.

“Esse título foi muito importante. Vencer o CRP Três Tambores com a qualidade das competidoras envolvidas. Sem dúvida, a realização de qualquer competidora e não foi diferente comigo”, explica Brenda. “O título foi mais prazeroso, pois estava com meus animais parados sem provas desde março. Então, isso me deixou um pouco preocupada. Mas graças a Deus deu tudo certo”.

Em segundo lugar ficou Maryana Campos (44s475), em terceiro lugar, Mayara Fernandes (44s704). Seguidas por Késsia Nicole (44s917) e Angélica Soares (44s962).

Conheça as campeãs 2020 do CRP Três Tambores. Final aconteceu junto a 12ª etapa da temporada e 6ª live, que teve Adriano Salgado como campeão
Brenda Zopolato

Carreira

Hoje com 19 anos de idade, Brenda compete desde os nove. “Eu não tive uma infância ligada com cavalos. Foi algo que despertou meio por acaso. Meus pais compraram animais e eu fui gostando. Até conhecer uma escolinha em minha cidade e segui.

Brenda monta WV Bambardeio Bull há três anos. “Foi difícil formar conjunto com ele no começo, mas do ano passado para cá conseguimos bons resultados”. Ela treina todos os dias e, em sua visão, é preciso ter disciplina como em qualquer outro esporte. 

Com muitos sonhos nos Três Tambores, Brena é destaque no CPR. Montando WV Bambardeio Bull, ficou em terceiro lugar no CRP Três Tambores na temporada 2019. Assim como já foi campeã em Uberaba, João Ramalho, Rinópolis, Guararapes, entre outros.

Conheça as campeãs 2020 do CRP Três Tambores. Final aconteceu junto a 12ª etapa da temporada e 6ª live, que teve Adriano Salgado como campeão
Raíssa Merlim

Mirim

Com um formato um pouco diferente para a categoria mirim, Raíssa Merlim foi a campeã do Circuito. Aos 11 anos de idade, levou o título por conta da somatória geral de todo o campeonato. Com staff reduzido, não foi possível realizar a final. Raíssa apenas compareceu para receber o prêmio de campeão CRP Três Tambores Mirim 2020.

“Aos quatro anos ela já montava, até que aos sete estava competindo”, conta a mãe, Fernanda Merlim, também competidora. Conforme os dados do campeonato, Raíssa teve uma temporada muito boa. Dessa maneira, conseguiu uma vantagem excelente das demais competidoras.

“Estou muito feliz por ter feito um com conjunto com meu animal, Raab Tol Fame, e conquistado este importante título para minha carreira”, comemora Raissa.

Conheça as campeãs 2020 do CRP Três Tambores. Final aconteceu junto a 12ª etapa da temporada e 6ª live, que teve Adriano Salgado como campeão
Adriano Salgado

Touros

A 6ª live Burguesa contou, portanto, como a 12ª etapa da temporada 2020 de montaria em touros do Circuito Rancho Primavera. A vitória ficou para Adriano Salgado, que conquistou sua primeira fivela no campeonato. Saiu da 21ª para a 14ª posição no ranking.

No primeiro dia, Adriano marcou 83 pontos e teve opção de montar em outro touro. Aceitou o ‘repete’ e marcou 87,50 pontos. “Foi uma decisão difícil, mas pensei no título. Sabia que não passava com aquela nota”, lembra. Na semifinal sua nota foi 89 pontos e Adriano entrou liderando para a decisão.

Na final montou Carro Forte (NA Bulls), que ele já conhecia. Confiante, recebeu dos juízes 90,25 pontos selando o título. “Essa vitória foi importante demais. Não só para a minha carreira, como também para minha trajetória no CRP. Sempre quis estar no Circuito”, arremata Adriano, que já passou pela Ekip Rozeta, PBR Brasil e PBR. “Agora é só comemorar.”

Wingson Henrique ficou em segundo lugar na etapa. Seguido por Leonardo dos Santos (líder da temporada), Davi Henrique e Matheus Serafim. Mais informações: www.circuitoranchoprimavera.com.br | @circuitoranchoprimavera | Circuito de Rodeio Rancho Primavera.

Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Joice Helena

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Rodeio

Barretos anuncia em live adiamento da Festa do Peão para 2021

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Final de semana, dias 29 e 30 de agosto, teve rodeio e show com transmissão ao vivo de Barretos pelo canal do Youtube

O que muito se falava nos bastidores do rodeio foi confirmado durante a Live #BarretosPraSempre dias 29 e 30 de agosto. A 65ª Festa do Peão de Barretos será realizada, então, de 19 a 29 de agosto de 2021. O evento já tinha sido transferido para o final de outubro deste ano, mas com a atual situação da pandemia, a organização decidiu que não há condições de realizá-lo em segurança.

A missão de anunciar o adiamento ficou nas mão do cantor Gusttavo Lima. Embaixador oficial do evento, ele fazia o show na madrugada de sábado para domingo no meio da arena do Parque do Peão de Barretos. “Tentamos e torcemos muito para que tivéssemos condições de realizar a Festa ainda neste ano. Mas nossa prioridade é a segurança e a saúde de todos os envolvidos”, conta Jeronimo Luiz Muzetti, presidente de Os Independentes, associação organizadora.

De acordo com ele, o foco agora é prepara um evento memorável em 2021: “com toda a grandiosidade e segurança que Barretos sempre proporcionou aos seus visitantes”. Os ingressos esse ano continuam valendo para a nova data. Mais informações podem ser obtidas através do site: www.independentes.com.br

Vale reforçar que a Festa do Peão de Barretos movimenta mais de R$ 900 milhões com o turismo, de acordo com pesquisa da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo. Cerca de 900 mil pessoas passam anualmente pelo Parque do Peão ao longo de 11 dias de evento.

Barretos anuncia em live adiamento da Festa do Peão para 2021 em final de semana que teve rodeio e show com transmissão ao vivo de Barretos

Live Barretos Pra Sempre

As emoções tomaram conta de fato dos corações apaixonados por rodeio. O público pode acompanhar disputas acirradas na arena mais famosa da América Latina, mesmo sem poder estar presente. Antes de mais nada, foram mais de 7,5 milhões de visualizações se somarmos as duas transmissões, dias 29 e 30 de agosto. A estrutura montada foi algo jamais visto no evento.

A disputa contou com 10 competidores no Cutiano e 25 de Montaria em Touros. Para formar a lista dos atletas, a Associação Os Independentes chamou convidados. E ainda dos ranking CNAR, Ekip Rozeta, Seleção Brasileira de Cutiano, Circuito Rancho Primavera, ACR, Liga Nacional de Rodeios. Não houve a presença de público no recinto. Foi permitida a entrada apenas dos que estavam trabalhando. Como competidores, staff, cantores, organizadores. 

Altamiro Lima dos Santos

Resultados

As competições em Barretos tiveram a maior premiação de rodeio no formato de live. O campeão em Touros recebeu uma Nova Ram 2500 Laramie 6.7L Turbodiesel 4×4 zero-km. Avaliada em torno de R$ 340 mil. Enquanto que para o Cutiano, foram distribuídos R$ 20 mil. Os títulos valeram para o Barretos International Rodeo. E final da CNAR – Confederação Nacional de Rodeio.

Ramon de Lima Rodrigues ficou com o título do rodeio em Touros. E Altamiro Lima dos Santos foi o grande campeão da modalidade Cutiano. O campeão do rodeio em touros aceitou o Desafio do Bem. Dessa forma, Ramon enfrentou o touro Zorro em uma ação que arrecadou fundos para o Hospital de Amor de Barretos.

No formato de disputas da Live #BarretosPraSempre, as notas foram zeradas para a final do Touro. Ramon de Lima ficou com a fivela ao marcar 91,75 pontos na visão dos juízes. Caic Cássio encerrou o rodeio em segundo lugar, com 89,50 pontos. Em terceiro lugar ficou Guilherme Valleiras, 89,25 pontos.

Com um Round único, a modalidade Cutiano consagrou Altamiro Lima dos Santos logo após ele marcar 90 pontos em Titanic (Cia Pro Horse). Apenas 0,25 pontos do segundo lugar, Thiago Mega, que marcou 89,75. Em terceiro lugar ficou o filho de Altamiro, Felipe Mariano dos Santos, 89,25 pontos.

Decisão acertada

Ramon de Lima disputa o campeonato mundial de montaria em touros da PBR nos Estados Unidos. Com a paralisação das etapas por conta da Covid-19, alguns brasileiros decidiram vir para o Brasil. Porém, quando os rodeios voltaram a acontecer, nem todos conseguiram retornar. Como foi o caso de Ramon.

Somente depois de algumas tentativas é que o retorno foi liberado. Ramon marcou sua passagem. Só que os planos mudaram de novo. Ele recebeu o convite de Os Independentes para montar na live. Rapidamente Ramon mudou sua passagem e ficou. Decisão acertada, já que agora tem no cinto uma das fivelas mais cobiçadas.

Além do tão esperado título de Barretos, ele foi campeão nacional pela CNAR. Faturou uma RAM 2500. “Estamos competindo nos Estados Unidos, onde temos uma remuneração melhor que aqui no Brasil. Mas, o título de Barretos é algo que todo competidor quer. Hoje eu posso sentir esse prazer” comemora o atleta.

Entretanto, Ramon já havia sentido o ‘gostinho’ de ganhar nessa arena. Ele foi campeão nacional pela Liga Nacional de Rodeio em 2015. “É uma premiação que muda a temporada de todos nós. Gostaria de agradecer muito a RAM do Brasil, por acreditar no rodeio. Acima de tudo, agradecer a toda a diretoria de Os Independentes pelo convite”.

O atleta apareceu no cenário nacional após uma etapa da LNR no Acre. Em 2016, foi participar do The American e optou por ficar nos Estados Unidos. Embarca essa semana e pretende correr atrás para recuperar as etapas que perdeu. Está em 15° no ranking mundial. Entre os destaques, ele é PBR Iron Cowboy 2018.

Estrutura

Para fazer o maior rodeio em formato de live do Brasil, Barretos investiu um estrutura e programação. Conforme divulgou a Associação Os Independentes, o evento foi muito além das montarias e shows sertanejos. De tal forma que houve o investimento em infraestrutura de LEDs, som e queima de fogos. Além de um palco diferenciado montado no meio da arena.

A maior do Brasil, sem dúvida, prometeu grandiosidade e o público viu tudo através do Youtube. Respeitando todos os protocolos de segurança e higiene com as equipes, é claro. Em suma, foram  645 metros quadrados de LED espalhados apenas na arena. Além disso, dezenas de câmeras e dois drones garantiram as imagens. Era preciso transformar a experiência e aproximar ao máximo o público da realidade. 

Assim, para fechar a programação, Gusttavo Lima fez seu show e recebeu seus amigos. A saber, as duplas Rionegro & Solimões, Matogrosso & Mathias e Edson & Hudson. Assim como o cantor Felipe Araújo. Um telão curvo de mais de 5 metros de altura integrou o palco. Que ainda contou com mini palcos acoplados destacando os integrantes da banda. Do mesmo modo para receber as participações especiais.

Barretos anuncia em live adiamento da Festa do Peão para 2021 em final de semana que teve rodeio e show com transmissão ao vivo de Barretos

Assista tudo clicando aqui. Fique atento: @festadopeaodebarretos_oficial no Instagram | @festadopeão no Facebook

Fonte: Assessoria de Imprensa
Colaboração: Eugênio José
Crédito das fotos: Diego Rodrigues e Mateus Rios

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