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PCRT busca a valorização do Laço Individual e dos competidores profissionais

Liga já tem data confirmada para o primeiro Tour, que dá início a uma nova era do Laço Individual

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PCRT busca a valorização do Laço Individual e dos competidores

Criada com o intuito de valorizar a profissionalização do Laço Individual, a Professional Calf Ropers Tour – PCRT, vem a todo vapor com três etapas já confirmadas para esse mês. Mas, antes de falarmos das provas, é necessário apresentar a PCRT.

PCRT

Conversamos com Renato Garcia Antunes, Presidente da PCRT e praticante da modalidade, que falou sobre a criação da liga e a sua importância. “A PRCT é uma liga dos profissionais do Laço Individual que criei com base nas referências que tenho, adquiridas no Texas. Outro ponto para a criação foi algumas falhas que vi aqui no Brasil e que poderiam ser melhoradas”, comenta.

Renato, que também é proprietário do Sweet Ranch, no Rio de Janeiro, ressalta ainda que a ideia de criação da PCRT surgiu há seis meses, sendo melhorada com o tempo, até a sua criação, que se deu no meio do ano.

“Em outros esportes, como o basquete, por exemplo, tem a NBA, um garoto que joga basquete, claramente sonha em jogar na liga profissional, a mesma coisa acontece no futebol. Já temos a ETR, que é do Team Roping, e o laço de bezerro estava sem nada. Então, a ideia foi preencher essa lacuna, de valorizar o profissional, com mais provas, com mais dinheiro em jogo, competições com custo-benefício interessante para o competidor, seja inscrição/premiação e o custo de deslocamento”, explica.

Valorização

Dentre os principais pilares sobre a importância da liga estão: a valorização e o reconhecimento dos profissionais de Laço Individual. Para isso, Renato destaca que a comunicação visual, assim como o plano de marketing, contribui no reconhecimento dos competidores. Um exemplo é o Instagram da PCRT, que vem, todos os dias, divulgando os profissionais que já estão inscritos para as provas. “A ideia é fazer eles aparecerem mais e, assim, consequentemente, tornando mais fácil de conseguirem um patrocínio”.

Além do presidente, Renato, a liga conta com Fábio Pereira, que é Diretor de Esportes; Marco Aurélio Pereira Filho – Diretor Executivo, Francisco Feitosa – Diretor comercial, além de João Vellasco, que apesar de não fazer parte da diretoria, é um ponto de apoio da PCRT.

Aceitação

“Tivemos uma boa aceitação do público. Recebemos muitos elogios, todos estão confiantes nas pessoas envolvidas para a realização dessa liga. As pessoas estão bem animadas, entenderam o formato. Então a aceitação está sendo maravilhosa, graças a Deus. Tenho muito a agradecer pela confiança que esses atletas estão colocando em cima de nós”, comenta Renato.

Leilão PCRT

Com uma forma de fomentar o esporte e valorizar os profissionais, a PCRT ganhou coberturas de garanhões, cedidas por alguns parceiros, realizando assim, um leilão online, com duração de três dias. Foram 30 coberturas leiloada, com o dinheiro revertido para a premiação.

“Estamos felizes com essas parcerias, por essas pessoas terem nos ajudados. Quero agradecer a todos os proprietários que cederam as coberturas de seus garanhões, confiando, acreditando e incentivando o nosso projeto, fomentando de forma geral o Laço Individual”, destaca Renato.

Os Tour’s da PCRT serão abertos à todas as raças, contudo, cavalos Quarto de Milha, registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – ABQM, que sejam filhos de garanhões, parceiros da PCRT, terá uma premiação extra. Será feito um ranking, onde o cavalo que tiver a melhor pontuação ganhará R$ 5 mil.

Primeiro Tour

O primeiro Tour da PCRT já tem data marcada para acontecer:

  • 1ª Etapa – 24 de setembro, às 19h – Rancho Boisa – Regente Feijó (SP);
  • 2ª Etapa – 25 de setembro, às 9h – Rancho Boisa – Regente Feijó (SP);
  • 3ª Etapa – 26 de setembro, às 10h – Haras J Garcia – Regente Feijó (SP).

As inscrições seguem abertas e devem ser feitas através do JV Sistema. Para inscritos até o dia 17 de setembro, o valor, por etapa, é de R$400, após essa data, haverá alteração, sendo cobrado R$ 600.

Para essas três etapas, a premiação garantida será de R$30 mil, sendo R$ 10 mil para cada etapa. Ao final, os três rounds premiarão com R$ 90 mil, além de R$ 45 mil para a final, que serão disputados entre os 10 laçadores classificados nos três tours.

“Essa liga não é somente para o profissional, mas para o Laço Individual em geral, para que as pessoas treinem mais, evoluindo para um dia se tornar profissional. É para competidores se dedicarem, subirem de handicap e chegarem a serem profissionais um dia”, finaliza.

Por fim, para saber mais sobre a liga e as etapas das provas, é só acessar o Instagram.

Por Heloísa Alves
Legenda e crédito da foto: Fábio Pereira – Divulgação/Miguel Oliveira

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Primeiro Tour da PCRT é concluído com sucesso e grande aceitação dos laçadores

Provas realizadas nos dias 24, 25 e 26 de setembro, dando início à uma nova era para o Laço Individual Profissional

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Primeiro Tour da PCRT é concluído com sucesso e grande aceitação dos laçadores

Buscando a valorização do Laço Individual profissional, a Professional Calf Ropers Tour – PCRT, realizou nos dias 24, 25 e 26 de setembro o seu primeiro Tour. Durante os três dias de prova, o presidente da PCRT, Renato Garcia Antunes, pôde confirmar a aceitação da criação da liga entre os profissionais da modalidade.

“Esse primeiro Tour foi um sucesso. Tivemos 149 inscrições, divididos em três provas. Foi algo que superou as nossas expectativas, tudo ocorreu muito bem. Seguimos um modelo americano, sorteio do gado, os competidores elogiaram bastante as provas, desde à organização, até os mínimos detalhes”, destaca.

Para João Otávio, campeão da primeira etapa deste Tour, comenta que a PCRT veio com uma ideia muito boa de valorização. “Valorização de nós profissionais e dos animais. Uma abordagem diferente, um investimento no marketing e na valorização dos atletas e eu vejo isso como profissionalismo”, afirma.

Ainda de acordo com o laçador profissional, o primeiro circuito superou as expectativas de todos. “O cuidado com todos os detalhes, tudo feito com muito profissionalismo e cuidado, proporcionando as melhores condições para nós competirmos. Um ambiente muito agradável, onde além de poder participar de três boas provas, pudemos curtir bons momentos com nossos amigos e família”.

Qualidade

João Otávio, que conseguiu uma boa participação no primeiro dia, fez conjunto com Lucky Play MDP (Makin A Play x Sweet N Low), um castanho de propriedade de Renato Fumero.

“Fiquei feliz com minha participação, consegui laçar bem no primeiro dia e fui abençoado sendo campeão da primeira etapa junto com Lucky Play. O gado de qualidade exige bons cavalos para que possamos competir bem e ganhar, isso também valoriza muito os nossos animais”, ressalta.

O competidor comenta ainda que, no seu ponto de vista, foi um evento que conseguiu resgatar a essência da modalidade, além do respeito com os profissionais.

PCRT

Vale destacar que os Tour’s da PCRT são abertos à todas as raças, contudo, cavalos Quarto de Milha, registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – ABQM, que sejam filhos de garanhões, parceiros da PCRT, terá uma premiação extra. Então, foi feito um ranking, onde o cavalo que tiver a melhor pontuação ganhará R$ 5 mil.

Dessa forma, próximo Tour já segue confirmado, mas ainda sem data e local confirmado, o que deve ser divulgado em breve através do Instagram da PCRT.

Por Heloísa Alves
Crédito das imagens: Divulgação/Rodolfo Lesse

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Valter Firmino de Holanda conta que a paixão pelo Laço foi imediata

Apaixonado por cavalos desde pequeno, o laçador e treinador fez um curso de Três Tambores e no mesmo dia conheceu o Laço; nunca mais parou

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“Desde criança sempre gostei de cavalo e queria estar no meio”, conta Valter Firmino de Holanda, o Bill, de Pirassununga/SP. Até que em 2000 ele teve a oportunidade de fazer um curso de Três Tambores com Paulo Saraiva.

“Como a tarde ele treinava Laço Individual e eu fiquei por lá o dia todo, acabei assistindo o treino. No mesmo dia comecei a laçar no cavalete. Me apaixonei de cara e nunca mais aquilo saiu de mim”, lembra o laçador.

Mais somente em 2007 ele decidiu se dedicar integralmente. “Tive uma oportunidade com o Marcelo Ferreira, então comecei a levar a coisa mais a sério. Assim, passei a ir às provas com o intuito de maiores conquistas no esporte”. E deu tudo certo!

Entre os títulos que Valter Firmino de Holanda destaca, estão os de campeão da Copa Vale 2009 categoria Iniciante, campeão de etapas da ANLI em 2012 como Amador. Pela ABQM, ele foi campeão Potro do Futuro 2010 Aberta Castrado, campeão Nacional Profissional Light 2017 e 2019 no Laço Individual Técnico. Galga, portanto, todos os degraus da profissão de treinador.

Apaixonado por cavalos desde pequeno, Valter Firmino de Holanda fez um curso de Três Tambores e no mesmo dia conheceu o Laço; até hoje

Destaques

Nessa trajetória de quase 15 anos no Laço Individual, Valter Firmino de Holanda atesta que guarda algumas pessoas em um lugar mais especial. “Meus ídolos no esporte são as pessoas que mais me ajudaram desde sempre, como o Paulinho Saraiva e também o Marcelo Ferreira (Véio). O Marcelo foi, sem dúvida, o profissional que mais me ensinou sobre o Laço Individual.

E os cavalos também fazem parte dessa caminhada. Entre os que mais marcaram a carreira do treinador, está o Penacho, com quem Bill saiu da categoria Amador para a Profissional. Mas ele destaca ainda Justus Dell Ciello, de propriedade de Ícaro Dellai, companheiro no título de campeão Nacional ABQM.

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso

Natural de Piracicaba/SP, laçador mantém o foco, entre outros, observando seus ídolos aqui no Brasil e nos Estados Unidos

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Daniel Moraes Corrêa Carvalho conta que sua trajetória no Laço Individual começou desde criança: “Sempre lacei no campo, no trabalho do dia-a-dia da fazenda”. Mais foi em 1995, com 16 anos, que ele conheceu o esporte mais a fundo. “Fiz um curso com o José Milton, que na época trabalhava para o Fernando Mazzi, o Nandão. Nesses dias de aprendizado, me apaixonei pela modalidade e nunca mais parei”.

Alguns anos depois, em 2000, com a finalidade de evoluir como atleta do Laço Individual, Daniel Caravalho foi para os Estados Unidos. Trabalhou e laçou ao lado de Brent Lewis. “Sempre tive espelhos no esporte, mais quem mais me ajudou tecnicamente na modalidade, desde o meu começo foi o Frederico Werneck, com dicas e tirando minhas dúvidas”, lembra ele.

A lista de ídolos não para por ai. Daniel Carvalho também admira o trabalho dos laçadores brasileiros Marcos Alan Costa, Fernando Mazzi, Flavio de Oliveira, assim como dos americanos Brent Lewis e Trevor Brazile.

Entre os principais títulos do laçador, etapas da Copa Vale e de campeonatos regionais, rodeios de Conchal e Birigui. Bem como foi vice-campeão no rodeio de Jaguariúna e do Campeonato Paulista, além de Top 5 de todos rodeios completos do Brasil. No Laço Individual Técnico, foi campeão Nacional pela ABQM em 2010 e ainda do I Potro do Futuro ANLI em 2006.

Em sua caminhada no Laço, Daniel Carvalho contou com a parceria de alguns animais: Xarope, Cego, Arlequim NB, Miss Okie Dee. “Cada um deles teve sua importância na sua época. Mais foi o Just Ken Pocodo, o Pocotó, o melhor cavalo ‘disparado’ que já tive. Com toda a certeza, o melhor conjunto que formei”.

Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso 02
Foto: Rodolfo Lesse

Momento que marcou e uma dica

Pocotó também está entre os momentos marcantes da carreira do laçador: “Me marcou muito quando o vendi para o campeão mundial Stran Smith. Saindo do Brasil um animal muito importante do cenário nacional para as mãos de um dos mais respeitados nomes mundiais do laço. Sem dúvida, um divisor de águas, não só para o mercado, mas também para a minha vida”.

Por fim, Daniel Carvalho deixa uma dica para quem está começando no Laço Individual: “Uma dica que posso dar é que se inicie com um profissional competente, com o intuito de que o caminho do aprendizado não seja tão difícil como era antigamente. E aprenda em um cavalo experiente. Laçador novo precisa de um cavalo velho!”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Miguel Oliveira

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Do Motocross ao Laço, Bruno Renna conta como tudo começou

Morador do Vale do Paraíba em São Paulo, o laçador começou na modalidade em um momento que ele considera mais tarde que o usual, mas isso não atrapalhou em nada sua dedicação e desempenho

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Bruno César Renna Quartucci, de Arujá/SP, é hoje um dos nomes do Laço Individual. Tem pela ABQM mais de 350 pontos e participação nas mais importantes provas da modalidade. “Comecei a laçar em 2004. Eu era piloto profissional de Motocross e resolvi largar tudo a fim de aventurar no meio do cavalo”, conta.

Na época, um dos locais que ele treinava Motocross era uma hípica. Inclusive, um rapaz chamado Danilo arrendava algumas baias e a pista de laço. “Acabei me interessando e liguei para o Danilo com o intuito de saber mais sobre o esporte. Em seguida, me convidaram para visitar o treinador Hamilton Bezerra”.

Bruno Renna conta que foi nesse dia que largou de vez o Motocross. “No mesmo dia comecei a me dedicar exclusivamente ao Laço. Mesmo com meus pais dizendo que não tinha mais idade para começar, que iria disputar com pessoas que já treinavam desde criança, mais eu não desisti”, relembra o laçador.

Não demorou muito, portanto, para que a família o apoiasse integralmente. “Alguns meses depois da minha decisão, o Hamilton nos aconselhou a procurar o Daniel Lopes, que seria mais perto da minha casa e eu conseguiria treinar com mais constância”.

Começou ai uma parceria de sucesso. De acordo com Bruno Renna, muitos dos seus títulos vieram nessa época em que Daniel treinava seus cavalos. Assim como o treinador mais experiente também conquistou vitórias. Os anos se passaram e com a ida de Daniel para fora do Brasil, Bruno buscou outro treinador para dar continuidade ao seu projeto.

Morador do Vale do Paraíba em São Paulo, Bruno Renna começou na modalidade em um momento que ele considera mais tarde que o usual

Evolução e recado

“O Paulinho Saraiva, que na minha opinião é um dos melhores treinadores de cavalo de Laço, veio morar no meu rancho e isso me ajudou muito. Logo após um ótimo período com ele, iniciou-se mais um importante momento na minha carreira, com vinda do meu grande amigo Marcos Vendrameto ‘Mezenga’”.

Segundo o laçador, cada treinador que passou pela sua vida tem sua característica e ele aprendeu muito com cada um.

Mais de 10 anos depois, ele coleciona não só momentos importantes, como também cavalos que marcaram. “Entre os cavalos mais marcantes que já montei, Rondos Ronald, que me trouxe a primeira vitória e me acompanhou durante toda minha base nas categorias Iniciante e Amador; e Miss Get ‘Sertaneja’, o melhor animal que já montei até hoje, atualmente é a égua mais pontuada no Laço Individual Cronômetro em atividade”.

Foram muitos títulos nas categorias Iniciante, Jovem e Amador desde que Bruno Renna começou no Laço, bem como algumas vitórias na Aberta. Mas sempre tem aquele que todo competidor lembra com mais carinho. E para ele foi o título do Rodeio de Divinópolis em 2012. “Eu era da categoria Amador e nunca tinha conseguido entrar para uma final de rodeio. Naquele ano acabei campeão”.

Ninguém duvida que, do alto de sua bagagem ao longo dos anos no Laço e a forma como começou, vale seguir essa super dica: “Uma dica para quem está no esporte, principalmente para quem quer começar, é para ir atrás do seu sonho, não importa o que falam para você. Se dedique o máximo e nunca ache que é de mais. Você sempre vai aprender um pouco com alguém.”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Fábio Moraes Bueno conta sua trajetória no Laço Individual

Carioca, o treinador hoje se estabeleceu em Leme/SP, onde treina e dá cursos de Laço Individual e Breakaway Roping

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Fabio Moraes Bueno começou a laçar em 2001. Carioca, hoje tem seu centro de treinamento em Leme, interior de São Paulo. Além de treinador de cavalos de laço, ele ministra cursos e aulas de Laço Individual e de Breakaway Roping. Sua inspiração para começar foi o pai, que laçava aos finais de semana com os amigos. “Comecei a ajudá-los nos treinos e, aos poucos, meu pai meu deixou laçar”, conta.

Antes de mais nada, o pai é até hoje o seu maior incentivador. “Ele sempre incentivou muito a minha carreira. Me proporcionou tudo que eu precisava para poder começar e continuar nessa jornada como treinador”. Além do pai, Fabio Moraes Bueno tem alguns ídolos no Laço Individual. “Quando criança era muito fã e queria ser igual ao Flávio de Oliveira e ao Carlinhos Pereira”.

Decorridos alguns anos de muita dedicação, Bola, como é carinhosamente chamado, não só convive com seus ídolos como também se inspira em outros amigos e profissionais. “São pessoas que, sem dúvida, se tornaram inspiração para o meu trabalho, como Paulo Saraiva, Flávio Brandão, Fábio Pereira e Ademir Daniel de Oliveira”.

Carioca, o treinador hoje se estabeleceu em Leme/SP, onde treina cavalos de laço e dá cursos de Laço Individual e Breakaway Roping
Geléia

Momentos de destaque

No começo da sua vida no Laço Individual, Fabio Moraes Bueno foi campeão Nacional Jovem 2006, campeão Copa Vale 2010, bicampeão da Copa dos Campeões ABQM categoria Aberta (2015 e 2016). Ano passado, voltou para casa com o título do Derby ABQM Aberta no Laço Individual Técnico.

Um competidor sempre tem no coração cavalos que marcam a carreira. No caso de Bola, ele destaca dois animais que marcaram sua vida. Geléia, do Chiquinho Mesquita, segundo ele o melhor cavalo que montou, treinado por Flávio de Oliveira; e Bella Época, do Renato Antunes, a melhor égua que treinou.

Assim como coleciona momentos marcantes, como ele mesmo conta: “Um dos momentos mais marcantes da minha vida no esporte foi em 2014. Morava com o Fabinho Pereira e tive que operar o ombro, ficando dez meses parado. Tinha oito cavalos de clientes em treinamento que eram o meu sustento”, lembra.

Com a impossibilidade de montar a fim de se recuperar totalmente da lesão, o laçador contou com a ajuda do amigo treinador. “Fabinho não me deixou entregar nenhum cavalo de volta aos donos. Ele os treinou para mim sem custo nenhum, me ajudando a ter uma renda e superar esse momento tão difícil. Nunca vou me esquecer disso!”

Por fim, Fabio Moraes Bueno tem um recado para quem ama o Laço Individual e pensa em seguir a modalidade: “a maior dica que posso dar é que o iniciante estude, da maneira que puder. Faça cursos, assista vídeos, tire dúvidas com os profissionais. Acima de tudo, esteja sempre em busca de aprender mais. Nunca deixe ninguém falar que você não consegue, a dedicação sempre vai ganhar do talento.”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Quarto de Milha

Dalmyr Semeghini investe na criação de cavalos voltados ao Trabalho

A Fazenda Santa Maria, entre outros animais, é a casa dos garanhões Rey For Jackson e SM Shake Your Boon

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A história do Dr. Dalmyr Semeghini com os cavalos é antiga. Tudo começou em 1928 e já dura quatro gerações. Hoje, o foco do criatório é o Laço Individual, devido ao sucesso dos filhos de seus garanhões e matrizes terem destaque nessa modalidade. Bem como, foco na criação de cavalos voltados ao Trabalho de forma geral.

A Fazenda Santa Maria começou com o Sr. Theodósio Semeghini, há 93 anos. Em 1962 foi vendida por um dos herdeiros e readquirida em 1973, pelo então proprietário atual, o Dr. Dalmyr Semeghini.

De acordo com ele, originalmente era uma fazenda de criação de gado. A fim de fazer um manejo eficiente, utilizava cavalos de lida Mangalarga Paulista, liderados pelo garanhão Turbo MJ, filho do famoso Turbo Jo.

Então, a partir de 1993, iniciou-se a criação de cavalos Quarto de Milha. Foi Dalmyr Semeghini Jr, filho mais velho do criador, que deu o ‘ponta pé’ inicial nesse novo segmento. Dessa forma, a criação tem como foco as modalidades esportivas do Quarto de Milha, cuidando sempre do aprimoramento genético para provas de performance e gado.

A Fazenda Santa Maria, cria cavalos voltados ao Trabalho; e entre outros, é a casa dos garanhões Rey For Jackson e SM Shake Your Boon
SM Shake Your Boon – Foto: Fabio Cabrera

Animais em destaque

Em 28 anos desde que optaram pela criação de Quarto de Milha, Dr. Dalmyr conta que a experiência os carrega para excelência na raça. “Ótimas instalações, garanhões e matrizes importadas, que nos permitem colocar no mercado animais extremamente competitivos, com bela estrutura física, grande resistência e pelagem diferenciada”.

Localizada em Itápolis/SP, a Fazenda Santa Maria tem hoje um total de 85 animais. Entre eles dois garanhões principais, Rey For Jackson (Dual Rey x DA Royal Pepto) e SM Shake Your Boon (Fannig Sugar x OH Lady Boon). Ambos importados e produtores, assim como as principais matrizes do criatório, a maioria importada e produtoras de campeões.

Entre as reprodutoras, Crocheted. “Ela é importada dos Estados Unidos. Talvez, hoje no Brasil, a matriz viva que mais ganhou prova no Laço por lá, mais de US$ 200 mil”. Dr. Dalmyr ainda destaca Mandy Stylish SF, mãe do atual campeão Nacional de Laço Individual Cronômetro Aberta e Aberta Catrado, Boon Stylish Lena. O animal é cruzamento da égua com SM Shake Your Boon.

Entre outras, como Smooth Salley RE, My Kinda Party LN, Peptos Joy, Corona Dash Streak, Glory Designer, Mariah Red Feather.

A Fazenda Santa Maria, cria cavalos voltados ao Trabalho; e entre outros, é a casa dos garanhões Rey For Jackson e SM Shake Your Boon
Crocheted – Foto: Robson Tegani

Inventivo ao cavalo Quarto de Milha

Entusiasta de cavalos voltados ao Trabalho, o criador investe sempre. “A expectativa que eu tenho com o cavalo de Laço, se confunde com a expectativa que eu tenho com o cavalo de Trabalho. Na fazenda temos uma tropa bem específica de trabalho, importante e bem boa. E uma tropa de performance, voltada para os Três Tambores”.

Mas, ele faz questão de reafirmar não só o seu incentivo ao cavalo Quarto de Milha como um todo, como também ao cavalo de Trabalho “Tanto que tem um campeonato de Ranch Sorting que leva o nome do meu garanhão, Rey For Jackson. Eu dou toda a premiação e o fomento. Sou criador há muitos anos e tenho prazer em promover a raça Quarto de Milha, que eu adoro, amo e cuido”.

Por Equipe Cavalus
Na foto de chamada: Rey For Jackson / Crédito: Cedida

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Régis Alcântara é grato pelos cavalos e pessoas em sua trajetória

“Sem dúvida, um momento marcante foi vencer em um cavalo que treinei. Passa um filme na cabeça de todo o trabalho e dedicação. É muito gratificante.”

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Régis Alcântara, 34 anos, é natural de Mogi das Cruzes/SP, onde mora e tem seu CT. Começou nas modalidades equestres com o Team Roping, em 2002, laçando ao lado do irmão. “Treinava com meu irmão, mas quando percebi que ele já não tinha mais os mesmos sonhos que eu, fui em busca de realizá-los sozinho”, conta o laçador.

O start para migrar para o Laço Individual se deu quando o treinador assistiu a um vídeo. “O vídeo em questão é um curso de Laço Individual ministrado por Roy Cooper. Eu me apaixonei pela modalidade, então comecei a dedicar e treinar”. Na época, ele tinha um cavalo chamado Jambalaya do Brasil. De acordo com Régis Alcântara, era aquele tipo de cavalo antigo que fazia todas as modalidades.

“Em poucos meses de treino, meu e do meu cavalo, fui a uma prova no Rancho Bonanza, em Guararema/SP. Ganhamos a categoria Iniciante e acho que isso que passei lá no começo me alimenta até hoje. Estar no esporte, apesar de tantos imprevistos”.

Régis Alcântara diz: um momento marcante foi vencer em um cavalo que treinei. Passa um filme na cabeça de toda dedicação. É gratificante

Entre os ídolos do laçador, Cody Ohl. “Sem dúvida, ele é minha inspiração, assim como para qualquer laçador de bezerro. Aquele vídeo onde ele machuca o joelho e mesmo assim finaliza a laçada é o que mais me marcou”. Contudo, ele cita ainda Lindolfo Júnior, Fabinho Pereira, Daniel Lopes e Jair Cardoso.

Parceiro de pista, Pop Show Agae foi o cavalo que mais marcou o competidor. “Ele me ensinou muito e tem um coração gigante. Penso que a lealdade, às vezes, vale mais que a habilidade”. Sobre os destaques da carreira, ele comenta a primeira vez que venceu com um cavalo que ele mesmo treinou: “Foi gratificante!”.

Por Equipe Cavalus
Colaboração:
PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Marcos Nicolielo está no Laço desde pequeno e coleciona vitórias

“Minha dica para quem está começando no Laço é: treine muito, seja humilde e nunca desista.”

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Marcos Mendonça Andrade Nicolielo começou no Laço em 2001, na cidade de Bauru/SP. “Eu comecei com o melhor canhoteiro que vi laçar no Brasil, Rogério Ferraz. Mais eu era muito pequeno, então me limitei a alguns fundamentos como breakway e amarrar os bezerros pequenos no chão”, conta.

 Com o propósito de sempre melhorar suas performances, sua maior inspiração são as dificuldades que enfrenta. De acordo com ele, “o fato de ser difícil é o que me inspira e motiva a treinar e tentar buscar e perfeição”. Acima de tudo, poucas pessoas tiveram privilégio de contar com seus ídolos trabalhando bem pertinho.

“Meu maior ídolo no Laço Individual sempre foi o Flávio de Oliveira. E tive o prazer de morar com ele em Pratânia/SP, na fazenda do Francisco Mesquita. Nesse meio tempo pude aprender muito com o Flávio”, reforça. Treino, persistência e dedicação são características que o levaram ao pódio diversas vezes, além do talento. O laçador tem títulos não apenas na categoria Amador, como também na Profissional.

“Foram vários títulos ao longo da minha carreira como amador. Tive uma base muito sólida e ganhei diversos campeonatos entre 2008 e 2009. Assim como na categoria Aberta, fui campeão do rodeio de Cláudio/MG, tri do rodeio de Paulo de Faria/SP, bicampeão do rodeio de Orindiúva/SP, Expo Jaú/SP, Expo Brotas/SP”.

Ganso, como é conhecido, ainda destaca vitórias em algumas etapas da ANLI e Copa Vale. Pela ABQM, ele conquistou ainda títulos na Aberta Light e Aberta no Congresso, Nacional e Copa dos Campeões.

Marcos Mendonça Andrade Nicolielo começou no Laço em 2001, na cidade de Bauru/SP. Com o passar dos anos, coleciona vitórias em prova e rodeio

Um cavalo que marcou no Laço

Ao lembrar-se de um animal marcante em sua vida, o laçador comenta que a história se mistura a um momento marcante de sua carreira. “Em 2010, meu grande amigo Mateus Bovo, me ligou dizendo que tinha um cavalo que me servia. Eu estava a procura de um animal e ele sabia dessa intenção”. Marcos tratou então de dar logo um jeito de ir ver esse cavalo.

“Estava a passeio e dei um pulo em seu rancho para ver o animal. Lacei alguns bezerros de breakway e confesso que não me interessei. Porém, teria uma prova no sábado em seguida, no rancho Canto Verde. Por insistência do Mateus acabei indo”. Inegavelmente, valeu a pena Ganso ter topado o convite do amigo.

“Lacei muito bem aquele dia. Fiz dois tempos de 8 segundos e dois tempos de 7 segundos e ganhei a prova. Desci do cavalo para comemorar e ali mesmo fechei a sua compra. Sem dúvida, o melhor cavalo que montei até hoje. Ele era o fenômeno: Tumata 335 HK”, finaliza. Marcos Nicolielo é casado com Amanda e tem duas filhas. Seu CT fica em Arealva/SP.

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: ABQM e Miguel Oliveira

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Ralf Dun’ It detém uma das maiores notas do Laço Individual no Brasil

O cavalo é fruto de um cruzamento almejado e de muita expectativa para o Haras Estancia Mime

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Em 2019, Ralf Dun’ It (Country Dun It x Easter Sage MD, por Tinny Cutter BS), de criação e propriedade de Marcelo Fontes Metring, foi destaque do Campeonato Nacional da ABQM no Laço Individual. Uma vez que marcou 228, uma das maiores notas da modalidade, sob condução de Kenny Cunha, campeões da categoria Aberta Junior. Antes de mais nada, em toda a sua carreira de provas do Quarto de Milha, nunca ficou fora do Top 10.

Entre suas vitórias pela Associação, a saber, o Campeonato Nacional ABQM 2018 na Cavalo Iniciante, sua estreia nas pistas oficiais. Em seguida, dois meses depois da primeira vitória, o Potro do Futuro ABQM 2018 na Aberta. O Nacional 2019 citado acima e ainda a Copa dos Campeões ABQM na Aberta Junior.

Ralf Dun’It é fruto de um cruzamento almejado e de muita expectativa para o Haras Estancia Mime; marcou umas das maiores notas com Kennynho

Ano passado Ralf Dun’ It ainda levou o Derby ABQM na categoria Aberta, a Prova Técnica da ANLI na Aberta Junior. Hoje tem 51,5 pontos de Registro de Mérito no Quarto de Milha, tornando-o Registro de Mérito superior em Laço Individual Técnico pela ABQM.

Todo o seu treinamento tem a assinatura do CT Paulo Cunha, bem como a sua campanha, tendo sob sua sela os treinadores Jefferson e Kenny Cunha. De acordo com seu proprietário, as principais características de Ralf Dun’ It são: velocidade e muito cow sense, excelente trabalho de corda e muita expressão.

Ralf Dun’ It, um projeto esperado

Sua mãe Easter Sage MD é uma égua especial para o criatório do Haras Estância Mime. Conforme conta Marcelo Metring, “agregava muitas qualidades como morfologia, plástica nos movimentos, docilidade e família comprovada em pista”. Ganhadora em Laço Individual, em cruzamento com o super garanhão Country Dun It, produtor em diversas modalidades, campeão de Rédeas e um ícone. O casamento perfeito.

“Na época, havia apenas palhetas congeladas do garanhão. Portanto, tivemos que encaminhar a matriz até uma central de reprodução, a LUB Breeding. O tempo passou e logo veio a realização de um sonho tão aguardado por todos nós. O nascimento de Ralf Dun’ It. Aliás, o nome dele foi escolha da minha esposa e filho. E ele nasceu em 30/12/2014, uma verdadeira  festa de final de ano. Sem dúvida, nada melhor para finalizar o ano com chave de ouro”.

Ralf Dun’It é fruto de um cruzamento almejado e de muita expectativa para o Haras Estancia Mime; marcou umas das maiores notas com Kennynho
Ainda potrinho

Segundo Metring, Ralf Dun’ It apresentou carisma e beleza desde potro. “Assim, logo despertou interesse no mercado e resolvemos vendê-lo. Porém, não consegui tirá-lo da cabeça. Então, prometi para mim mesmo que se ele voltasse à Estância Mime o colocaria em um projeto de formação de campeão, como idealizamos em sua origem”. Oportunidade que surgiu em seguida, durante um leilão. O resto da história, contamos no começo desse texto.

“Tínhamos a intenção de continuar sua campanha até 2020, para então aposentá-lo das pistas e seguir seu legado como garanhão. A pandemia só adiantou esse processo. Vale ressaltar que Ralf Dun’ It foi o primeiro animal da marca Estância Mime nas pistas. Juntamente com a equipe do CT Paulo Cunha, ele veio para fazer história como atleta e, futuramente, como um garanhão”.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Cedidas e Miguel Oliveira

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Tie-down Roping

Nacional ANLI 2020 supera todas as expectativas

Apesar de um contratempo, evento foi um sucesso e, certamente, fortaleceu ainda mais os adeptos da modalidade de Laço Individual

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Certamente, o Nacional ANLI 2020 reuniu todos os ingredientes necessários ganhar o título do maior evento do Laço Individual no Brasil. Afinal, bateu recorde de inscrições (450), distribuiu mais de R$ 200 mil em prêmios e contou com uma das melhores estruturas de provas do país, o Haras NSG, em São Pedro/SP.

Se não bastasse tudo isso, ainda teve uma bezerrada de qualidade excepcional, um quadro de juízes experientes (entre eles um norte-americano) e, ainda, o preparo de pista foi igual o das provas oficias da ABQM. Ahhh… e para abrilhantar ainda mais a prova as disputas contaram com a locução memorável de Alessandro Mendes.

Como resultado, a família do Laço Individual pode fechar com o Nacional ANLI o ano de 2020 com chave de ouro. “A gente fez esse evento de uma maneira especial, o melhor da história da ANLI. A gente trouxe tudo de melhor, juiz americano e brasileiro, especialista em pista, gado de primeira qualidade, etc.”, enfatiza o presidente da ANLI Fábio Luis Parizi.

Fábio Luis Parizi, presidente da ANLI – Foto: Divulgação/Rodolfo Lesse

Contratempo

Contudo, apesar do brilhantismo do evento, um contratempo obrigou que o Nacional ANLI, que inicialmente seria realizada nos dias 27 e 28 de novembro, fosse esticada até domingo (29). Este contratempo, aliás, vale ser mencionado diante do tamanho transtorno e frustração que causou a todos o amantes do Laço Individual.

Um embargo jurídico em decorrência de uma denúncia de uma ONG de proteção animal que acabou interrompendo, temporariamente, as provas que aconteciam no Haras NSG. Para o competidor Mezenga, tal medida foi resultado da desinformação de muitas pessoas.

“As pessoas tem muita desinformação sobre a modalidade, acham que a gente está aqui para judiar do animal. O animal não é um adversário nosso, é um parceiro nosso. Se a gente judiar do animal, nos não vamos ter isso aqui para trabalhar. Infelizmente, a desinformação de muitas pessoas leigas está atrapalhando a gente, famílias que dependem disso”.

A competidora do Breakaway, Analia Cristina Fonseca Vinhas, ainda faz questão de reforçar: “A gente vem sendo massacrado, constantemente, sofrendo esses embargos. Mas  existe toda uma cadeia atrás da gente, de pessoas que dependem da prova, como ferradores, treinadores, veterinários. Enfim, diversas pessoas que trabalham nos bastidores, que vivem disso. E quando a gente é embargado, o efeito é dominó. Acaba atingindo todo mundo”.

Mesmo diante do contratempo, a família do Laço Individual conseguiu reverter a situação na Nacional ANLI e, conforme o próprio presidente disse após o término da prova, saiu muito mais fortalecida após o acontecimento. “Terminamos da melhor maneira possível e, sem dúvida, saímos desta prova muito mais fortalecidos”, cita Parizi.

Sem dúvida, evento ficou marcado na história da modalidade – Foto: Divulgação/Rodolfo Lesse

Campeões de cada categoria

Como dito anteriormente, o evento contou com 450 inscrições entre as provas do Potro do Futuro, Prova Técnica, Final Pro Tie Down, Prova de Cronômetro, além de Breakaway Feminino e Jovem. Resultando, assim, em 14 grandes campeões do evento.

Portanto, confira abaixo o nome de cada um deles:

Jovem Principiante
1º lugar: Gabriel da Silva Souza e Double Cat Sapucaia – 218,50

Amador Principiante
1º lugar: Thiago Marques Clausen e Best Boy Sapucaia – 217,50

Amador Master
1º lugar: Adriano Paulielio de Carmo e Little Hit Whiz – 216,50

Amador
1º lugar: Marcos Alexandre de Oliveira Peres e Sweet Green – 224,00

Aberta Sênior
1º lugar: Kenny Afonso da Cunha e Little Hit Whiz – 226,00

Aberta Júnior
1º lugar: Francisco Carlos Turra Junior e Tilly Glory MVO – 224,50

Potro do Futuro Amador
1º lugar: Francisco Feitosa de Albuquerque Lima Filho e Sparking Pop Dool – 220,00

Potro do Futuro Aberta
1º lugar: Jaquiel de Castro Batista Duraes e CD Spark Boon DPBF – 222,50

Categoria 1
1º lugar: Mario Aparecido Joaquim – 16,82

Categoria 2
1º lugar: Gabriel da Silva Souza – 12,27

Categoria 3
1º lugar: Diogo Geraldo Araújo – 11,32

Categoria 4
1º lugar: Marcos Gonçalves de Sousa Junior – 8,85

Breakaway Feminino
1º lugar: Analia Cristina Fonseca Vinhas – 4,34

Breakaway Mirim
1º lugar: Diogo Henrique Baldim – 3,51

Por Natália de Oliveira
Colaboração: Adriane Passos
Crédito das fotos: Divulgação/Rodolfo Lesse

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