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Rédeas de Ouro 2019: confira os campeões do 1º dia de disputas

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Seis pódios já foram definidos no evento que bateu recorde de inscrições neste ano, segundo a ABCCC

Foi dado o ponto pé inicial no maior Rédeas de Ouro da história – com 272 inscrições em 2019, um recorde – nesta sexta-feira (13), na arena coberta de Campina Grande do Sul/PR.

Assim, sob os olhares de cinco juízes os competidores das categorias Snaffle Bit, Principiante, Iniciante Amador e Jovem 10 cumpriram seus percursos no primeiro dia de disputas.

Dessa forma, com animais de até três anos hípicos o Rédeas de Ouro iniciou sua programação com Snaffle Bit aberto. Com grande pontuação, o Mapuche Mandinga garantiu 215,50 pontos montado por Roberto Jou.

Sobretudo, o cavaleiro encarou o destaque do gateado como uma surpresa que superou suas expectativas. “É um cavalo muito calmo, esteve comigo o tempo todo na prova”, disse empolgado.

Contudo, a alegria de competir perto de sua família foi seu maior prêmio, garante ele. Afinal, o campeão estava acompanhado de seus dois filhos

Mais campeões do Rédeas de Ouro 2019

Na sequência, o jovem cavaleiro Gabriel Cordeiro Martins desbancou seus outro seis concorrentes de categoria ao somar mais um título à sua carreira. Surpreendentemente, com 208,50 de nota, Bolero Gravatá terminou na ponta da classificação na expectativa na categoria Principiante Aberto.

Gabriel Cordeiro Martins
Gabriel Cordeiro Martins

Depois, no Iniciante Amador, Maria Luz Casalecchi montando Forró do ELS garantiu sua estreia no primeiro lugar dos pódios com 210,00 de nota.

“Ele é extremamente fiel, apesar de novíssimo, é muito tranquilo, muito merecedor, estou muito feliz com a nossa dupla”, garantiu a campeã que, apesar de ser filha de treinador, começou a montar recentemente.

Semelhantemente, na categoria Snaffle Bit Amador também teve pouco treino, mas muita sintonia. Afinal, Rafael de Sousa Xavier garantiu a primeira colocação montando El Pampa do Itapororó com apenas duas horas de treino com o animal.

Como resultado, garantiu 208,00 pontos. Certamente, ao ser preparado por Roberto Jou, ele disse estar muito grato pelo auxílio do grande campeão de Rédeas. “É sem explicação a confiança que ele me passou dentro de prova”, argumentou.

Mariana Haas Tomazeli
Mariana Haas Tomazeli

Já a campeã Principiante Amador Mariana Haas Tomazeli garantiu a primeira colocação montando Turmalina do Trinta e Oito desde março deste ano. Com 206,50 de média, ela conta que evoluiu sua habilidade junto da égua, que hoje é usada para aulas de equitação.

“É uma égua muito versátil, me ensinou muito. Tem uma índole muito boa, é muito tranquila”, fala sobre o conjunto vencedor.

Recorde de inscrições em 2019

Com o Rédeas de Ouro em outro patamar, o número de inscrições aumentou 183% de 2016 para cá, segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC).

Na edição 2019, são 272 inscrições que são compostas por 219 inscritos nas diferentes categorias e outros 53 para os trios na Mapuche Reining Cup.

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A premiação, por sua vez, também continua em crescimento: R$ 120 mil* – um aumento de 20% em relação ao ano passado. O valor anunciado está sujeito à retenção do Imposto de Renda na Fonte na forma de lei, ainda de acordo com a entidade.

Confira os resultados completos do 1º dia de disputas:

Snaffle Bit aberto
1º lugar: Roberto Jou Inchausti montando Mapuche Mandinga – 215,50
2º lugar: Gilson Vieira Diniz Filho montando Xuxa da Agropel -211,00
3º lugar: Robson Harz montando La Ternura Espanto – 205,50

Principiante Aberto
1º lugar:
Gabriel Cordeiro Martins montando Bolero Gravatá – 208,50
2º lugar: Murilo Testoni montando Vitrola do Itaó – 207,00
3º lugar: Dionathan da Luz Jeremia montando La Ternura Farrapo – 203,00

Principiante Amador
1º lugar: Mariana Haas Tomazeli montando Turmalina do Trinta e Oito – 206,50
2º lugar: Gabriel Cordeiro montando Mandinga Tuyan – 203,50
3º lugar: Angelo Alves de Ramos Caiado montando Riacho Frio Orelhano – 202,50

Iniciante Amador
1º lugar: Maria Luz Casalecchi montando Forró do ELS – 210,00
2º lugar: Maria Eduarda Adamio montando Preciosa do AEC – 206,00
3º lugar: Rubens José da Silva Junior montando Hijo del Matador da Reservada – 203,50

Jovem 10
1º lugar: José Francisco Schutz Corrêa montando Turmalina do Trinta e Oito – 209,00
2º lugar: Isabela Prestes Tizão montando Alegrete do Sapezal – 195,00
3º lugar – Davi Salles de Oliveira montando Obelisco da Emaísa – 0,00

Snaffle Bit amador
1º lugar: Rafael de Sousa Xavier montando El Pampa do Itapororó – 208,00
2º lugar: Gustavo Magalhães Reis montando Zehava do Trinta e Oito – 205,50
3º lugar: Daniel José Marques Ferreira montando Marujo da Roraima – 203,50

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:  Felipe Ulbrich

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Começa hoje a última seletiva para o Freio de Ouro

A classificatória é destinada a todos que já se credenciaram ou mesmo já participaram de alguma classificatória do ciclo e ainda não conquistaram a vaga

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Freio de Ouro

A pista do Cavalo Crioulo, no parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), receberá os últimos candidatos a uma vaga na Final do Freio de Ouro. A Classificatória Aberta ocorre de hoje (20) a 24 de julho e a seletiva é destinada a todos que já se credenciaram, ou mesmo já participaram de alguma classificatória do ciclo e ainda não obtiveram a vaga na grande final, marcada para acontecer durante a Expointer, entre os dias 31 de agosto de 4 de setembro.

Eduardo Azevedo, executivo de Provas da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) diz que a expectativa é grande para esta última prova classificatóriia do Freio de Ouro. “Ela é uma prova muito procurada, estamos com as vagas cheias, sendo 48 fêmeas e 48 machos inscritos e estamos com a expectativa de fechar o ciclo com chave de ouro”, avalia.

O Conselho Deliberativo Técnico (CDT) da ABCCC já divulgou os nomes dos seis jurados que vão atuar na avaliação da classificatória do Freio de Ouro. Francisco Kessler Fleck, Pedro da Silva Farias e Vinícius Guedes Freitas serão os responsáveis pelos Machos. Já para a categoria Fêmeas, o julgamento ficará a cargo de Douglas Leite Gonçalves, Fernando Guilherme Horst e Leonardo Alberton Ardenghy.

Confira a programação da seletiva do Freio de Ouro

20 de Julho de 2022 (Quarta-feira)
09h – Julgamento morfológico – Fêmeas
12h – Intervalo para almoço
14h – Julgamento morfológico – Machos

21 de Julho de 2022 (Quinta-feira)
08h30 – Início da prova de And/Fig/VSP/Esb – (Fêmeas – 24 conjuntos)
12h – Intervalo para almoço
14h – Continuação da prova de And/Fig/VSP/Esb – (Fêmeas – 24 conjuntos)

22 de Julho de 2022 (Sexta-feira)
08h30 – Início da prova de And/Fig/VSP/Esb – (Machos – 24 conjuntos)
12h – Intervalo para almoço
14h – Continuação da prova de And/Fig/VSP/Esb – (Machos – 24 conjuntos)

23 de Julho de 2022 (Sábado)
8h – Prova de Mangueira – 1ª fase – (Fêmeas e Machos)
12h – Intervalo para almoço
14h – Prova de Campo – 1ª fase – (Fêmeas e Machos)

24 de Julho de 2022 (Domingo)
08h – Início da transmissão ao vivo
08h10 – Prova de Mangueira – Fase Final – (Fêmeas e Machos)
Sequência – Prova Bayard/ Sarmento – Fase Final – (Fêmeas e Machos)
Sequência – Prova de Campo – Fase Final – (Fêmeas e Machos)
Sequência – Entrega de prêmios

Por: Assessoria de Imprensa

Foto: Fagner Almeida/Divulgação

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Saiu a lista dos exemplares aprovados para Morfologia Expointer

Ao todo, 106 animais foram aprovados e participarão da final do ciclo da Morfologia de 2022 que acontece junto à Expointer, entre os dias 24 e 27 de agosto de 2022

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Ao todo, 106 animais foram aprovados e participarão da final do ciclo da Morfologia de 2022 que acontece junto à Expointer, entre os dias 24 e 27 de agosto de 2022

A lista de exemplares aprovados para a Morfologia Expointer se concretizou neste sábado (9). Foram quatro dias de avaliação, 371 exemplares admitidos e 106 aprovados para a Morfologia Expointer através da Prévia Morfológica 2022.

No principal palco da raça Crioula, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS, os exemplares passaram pelo crivo de avaliação dos técnicos Christina Freitas Bandeira de Mello, Gustavo Arhanitsch e Rodrigo Rodrigues Teixeira, todos credenciados à Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC), na busca de uma vaga na final.

Entre os dias 6 e 9 de julho, 143 exemplares foram pré-aprovados na Morfologia, etapa que precede a decisão final do trio de avaliadores, que foi tomada ao final de toda a avaliação, ainda na tarde de sábado.

A Final do ciclo Morfológico de 2022 acontece junto à Expointer, entre os dias 24 e 27 de agosto de 2022, e contará com o julgamento de João Francisco Silveira na categoria Machos e Felipe Malfatto Fleitas na categoria Fêmeas, nomes também divulgados hoje pela Associação.

Os exemplares aprovados na Prévia se juntam aos 144 exemplares já classificados para a Morfologia Expointer através das 19 Exposições Passaportes realizadas a partir do mês de abril, percorrendo oito estados brasileiros, somando – com os 106 selecionados na prévia – os 250 finalistas deste ciclo morfológico. Além disso, a Prévia Morfológica definiu 15 machos e 15 fêmeas reservas (que serão chamados, caso necessário, na ordem divulgada na lista oficial).

Confira a lista completa dos animais classificados no link da ABCCC.

Agradecimento dos jurados da Morfologia

O técnico Rodrigo Rodrigues Teixeira agradece a oportunidade de contribuir com a raça neste momento. “Agradecer a ABCCC pelo convite, ficamos muito agradecidos pela confiança e cientes do tamanho da responsabilidade que tínhamos, juntamente com o apoio que recebemos durante todo evento do nosso Conselho Deliberativo Técnico, com ampla liberdade para trabalharmos e fazermos o melhor possível pela raça Crioula”, afirma Teixeira. 

A técnica Christina Freitas Bandeira de Mello chama a atenção para os detalhes dos animais durante todas as suas apresentações em pista. “A gente buscou, como é tudo no detalhe, anotar tudo: se não tinha qualidade na andadura em relação aos outros, já que nosso cavalo é de sela, é feito para andar, a apresentação é muito importante e só tínhamos aquele momento. Desde o momento que entrou em pista estava sendo avaliado. Nós tentamos manter o mesmo critério para todos, observar os detalhes, já que todos têm qualidade”, revela Christina.

Gustavo Arhanitsch reforça o nível desta Prévia e da decisão feita nos detalhes. “Os criadores, os cabanheiros estão de parabéns, animais muito bem apresentados, de pelo muito bonito, os animais muito bem cuidados e equilibrados entre massa muscular e massa gorda. Realmente foi no detalhe, quando a gente tem um alto nível de competição é o detalhe que faz a diferença, tinham 371 animais para pouco mais de 100 vagas”, finaliza o técnico.

Por: Assessoria ABCCC

Fotos: Felipe Ulbrich

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Marcha da Resistência e Freio de Ouro da raça crioula tornam-se manifestações da cultura nacional

Leis foram sancionadas pelo presidente, uma vitória para os criadores e entusiastas da raça crioula

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Lei foi sancionada pelo presidente na última terça, uma vitória para os criadores e entusiastas da raça crioula

Agora é lei! O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.392, de 2022, que torna a Marcha da Resistência do Cavalo da Raça Crioula uma manifestação da cultura nacional e impõe ao poder público assegurar a livre realização dessa atividade. O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (5).

O projeto que originou a lei (PL 408/2019) foi aprovado no início de junho no Senado, com parecer favorável do senador Lasier Martins (Podemos-RS), para quem a iniciativa contribui para “conferir legitimidade ao caráter cultural dessas manifestações, particularmente daquelas que sofrem algum tipo de preconceito em razão de sua origem social”.

“A Marcha dda raça crioula faz parte do patrimônio cultural gaúcho. (…) é um fator de identidade do povo gaúcho”, afirmou o relator na votação no Plenário.

Marcha de Resistência da raça crioula

Lasier explicou que a Marcha de Resistência da raça crioula é uma prova que tem como objetivo selecionar rusticidade, resistência e capacidade de recuperação do cavalo crioulo. Para a realização das provas, os participantes se concentram por 30 dias, para equiparar as condições físicas e nutricionais de todos os animais. Logo depois, observada a saúde do animal, são percorridos 750 quilômetros em 15 dias, disse Lasier.

De acordo com o autor do texto, a raça crioula está bastante estabelecida no país. Segundo a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), o crescimento dessa manada no Brasil em 2015 atingiu 6,4%, totalizando 402.341 animais em todos os estados. 

A tradição da Marcha de Resistência ocorre não só no Brasil, mas também na Argentina e no Uruguai. As cidades gaúchas de Alegrete, Bagé, Canguçu, Santa Maria, Dom Pedrito, Rosário do Sul, Santo Antônio da Patrulha, Uruguaiana e Jaguarão realizam a marcha, registrou Lasier durante a votação da matéria.

Freio de ouro também recebeu a honraria

A Lei 14.394, de 2022, que reconhece a competição Freio de Ouro como manifestação da cultura nacional também foi sancionada pelo presidente na última segunda-feira.

O torneio de habilidades de montaria ocorre há mais de 40 anos, com etapas nacionais e internacionais. A final acontece na cidade de Esteio (RS), na região metropolitana de Porto Alegre.

De autoria do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), o PL 5.644/2019 foi aprovado pelo Plenário do Senado em junho. O relator foi o senador Lasier Martins (Podemos-RS).

Lasier ressalta que a criação de cavalos crioulos é uma importante atividade econômica, que possui muita identificação com o Rio Grande do Sul.

“O cavalo crioulo é reconhecido pela legislação estadual do Rio Grande do Sul como o animal símbolo do estado. Ele é responsável por um complexo econômico que movimenta anualmente mais de R$ 1,28 bilhão e emprega mais de 280 mil pessoas em todo o país. Hoje há 400 mil cavalos crioulos no Brasil, que servem como ferramenta de trabalho, de esporte e de montaria”, finaliza.

Fonte: Agência Senado

Foto: Arquivo/ Fagner Almeida

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Marcha Anual de Resistência do Cavalo Crioulo encerra com bi de Jura do Rincão da Querência e Luís Umberto Silva Rodrigues

Etapa reuniu 25 conjuntos de cavalos crioulos em 15 dias de competições, mostrando a resistência e capacidade de recuperação rápida da raça

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Marcha Anual de Resistência do Cavalo Crioulo encerra com bi de Jura do Rincão da Querência e Luís Umberto Silva Rodrigues

Chegou ao fim a 20ª edição da tradicional Marcha Anual de Resistência do Cavalo Crioulo, promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). A prova, considerada um dos pilares da raça, foi realizada em Quaraí/RS e reuniu 25 conjuntos da raça.

Contando com a rusticidade, resistência e poder de recuperação do Cavalo Crioulo, os conjuntos percorreram os quinze dias de disputa. Nos primeiros 12 dias de Marcha, as etapas reguladas serviram para que os competidores conhecessem a estrada e seus cavalos, formulassem estratégias e se preparassem para a etapa final, com a chegada dos percursos livres que aconteceram nos três últimos dias de competição.

Na categoria Geral, quem levou a primeira colocação foram dois nomes já conhecidos na modalidade: Jura do Rincão da Querência e Luís Umberto Silva Rodrigues, o Balula, com 7 horas, 26 minutos e 55 segundos – tempo somando as três etapas livres – consagrando assim o bicampeonato do conjunto no desafio de resistência.

O conjunto, além de ganhar na soma total dos tempos livres, também venceu em sua categoria (Éguas Maiores de 7 anos).

“Eu fico extremamente contente principalmente pelo que a Marcha proporciona para a gente. Aqui eu vejo de tudo, vejo amigos, famílias, vejo pessoas seguindo o nosso trabalho e quem não traz a família, acaba formando uma aqui. Aqui todos somos família”, destaca.

Além de toda a atmosfera de irmandade ele também comenta sobre sua parceira de prova. “A Jura foi quem ganhou esta prova, o prêmio é dela, é mérito dela. Nós temos uma história de parceria, nós nos conhecemos, eu entendo ela e ela me entende. Foi ela que me proporcionou chegar em primeiro lugar e agora eu vou retribuí-la com o merecido descanso”, finaliza Balula.

Uma das maiores características da Marcha de Resistência é o controle sobre o tempo e como usá-lo a seu favor. Na categoria Égua Menor de 7 Anos a administração do tempo foi crucial para que Filipe Fernandes Garcia Vaz concluísse os 750 quilômetros em primeiro lugar. Conduzindo Ipiranga da Gap São Pedro, o ginete finalizou as etapas livres com 8 horas, 52 minutos e 41 segundos, com uma diferença de 24 minutos em relação ao segundo colocado, distância que adquiriu ao monitorar o percurso e aproveitar os melhores momentos da prova.

“Aqui a gente vive como se fosse o dia a dia na estância, pois é exatamente o que se faz quando transportamos tropilha para encilha. Não é fácil e nem sempre a gente consegue tudo o que quer, mas depois que entramos na modalidade não tem jeito, não saímos nunca mais”, confessa o vencedor.

Com uma trajetória promissora no universo de quem vive a Marcha de Resistência, um jovem de apenas 17 anos fez história ao concluir sua primeira participação na modalidade já alcançando o primeiro lugar do pódio.

Com um exemplar que carrega o sangue marcheiro, João Pedro Sune Martins da Silva, cruzou a linha de chegada ao lado de Cedrillo La Invernada, com 8 horas, 16 minutos e 11 segundos de etapas livres.

Já tendo disputado outras provas de resistência como Enduro, Marchita e Chasques (competição uruguaia), ele conta como a primeira impressão da Marcha traz uma visão diferente de quando somente acompanhava de longe.

“Essa prova é completamente diferente. Foram 15 dias de altos e baixos, uma verdadeira montanha russa de emoções”, concluiu João Pedro.

Presença internacional da Marcha da Resistência do Cavalo Crioulo

Quem também teve a experiência de percorrer os 750 quilômetros com o Cavalo Crioulo foi a canadense de 37 anos, Sarah Anne Cuthbertson, que viajou cerca de 10 mil quilômetros para vivenciar uma das modalidades.

Com um estilo de vida voltado ao cavalo, conheceu a prova através de Adriana Pires Neves, doutora em Medicina Veterinária que também participa ativamente da prova. Com nacionalidade e língua diferentes, ela foi acolhida pela família crioulista, que fez com que ela se integrasse rapidamente ao mundo do Cavalo Crioulo.

Com força de vontade e apoiada naqueles que a acolheram, ela não só conseguiu vivenciar aquilo que desejava, como também subiu ao pódio, levando para o Canadá a segunda colocação na categoria Castrados, com o cavalo Almirante da Reserva do Jaguél, com 8 horas, 24 minutos e 39 segundos de etapas livres.

“Foi incrível viver esta experiência. Aqui eu fiz grandes amizades e, graças à Adriana e a todos aqueles que gritavam o meu nome e vibravam enquanto percorria o trajeto, eu consegui sair vitoriosa. Foi uma vivência que desejo ter contato novamente e também quero que outras pessoas possam vir aqui e ter contato com este cavalo incrível que é o Cavalo Crioulo”, contou Sara.

Mais uma etapa da Marcha da Resistência do Cavalo Crioulo que entra para a história da raça

Por: Assessoria ABCCC

Foto: Fagner Almeida/Divulgação

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20ª Marcha Anual de Resistência chega a sua reta final

Os 27 conjuntos que seguem na disputa percorrem neste final de semana os 100 últimos quilômetros da Marcha Anual de Resistência

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Marcha Anual de Resistência

Reta final na 20ª Marcha Anual de Resistência, afinal, faltam apenas 100 quilômetros para conhecermos os grandes vencedores da etapa, que acontece em Quaraí/RS, no Sindicato Rural do Município.

Com a chegada das etapas livres da Marcha Anual de Resistência, que iniciaram ontem (30), os 27 conjuntos que seguem na disputa demonstraram, já no primeiro dia, o profissionalismo, a dedicação e a persistência que a modalidade exige.

Com isso o décimo terceiro dia foi marcado por uma alternância em suas colocações logo na segunda etapa do percurso, enquanto os conjuntos retornavam para a linha de chegada. O pódio da Marcha será conhecido amanhã (02).

Acompanhe o andamento da Marcha Anual de Resistência

Com uma disputa acirrada entre as categorias de éguas, quem garantiu a liderança, tanto na sua categoria quanto dos tempos gerais, foi a box 29, Jura do Rincão da Querência, conduzida por Luís Umberto Silva Rodrigues (Balula). A égua maior de 7 anos finalizou a primeira etapa livre com 2 horas 21 minutos e 44 segundos.

No ano passado, na 19ª Edição da Marcha Anual de Resistência, ela e Balula venceram a competição com o menor tempo entre todos os concorrentes. Criada por Luiz Cézar Silva Rodrigues, é exposta por Luís Umberto Silva Rodrigues, estabelecimento Cerro dos Quietos, Aceguá/RS.

Marcha anual de resistência
Luís Umberto Silva Rodrigues e Jura do Rincão da Querência

Na categoria Égua Menor de 7 anos, quem chegou no melhor tempo foi a box 05, Ipiranga da Gap São Pedro, com o ginete Filipe Fernandes Garcia Vaz.

Liderando quase todo primeiro percurso livre, a Égua acabou chegando na quarta colocação geral, com 2 horas 22 minutos e 17 segundos. Mesmo com a colocação geral, ela garante a liderança de sua categoria. Criada e exposta por Eduardo Macedo Linhares, da Estância Gap São Pedro, de Uruguaiana/RS.

20ª Marcha Anual de Resistência chega a sua reta final
Filipe Fernandes Garcia Vaz com Ipiranga da Gap São Pedro 

A categoria Castrados também foi marcada pela disputa acirrada entre os concorrentes. Porém, quem atravessou a linha de chegada em primeiro lugar, com 2 horas 22 minutos e  09 segundos, foi o box 33, Cedrillo La Invernada conduzido por João Pedro Sune Martins da Silvagarantindo também a terceira colocação geral.

Criado por Placido Martins S.A, é exposto por RBM Importação e Exportação LTDA, Estância São José, de Bagé RS. 

20ª Marcha Anual de Resistência chega a sua reta final
João Pedro Sune Martins da Silva com Cedrillo La Invernada

A Marcha Anual de Resistência continua hoje (01) com a segunda etapa livre, onde serão percorridos 60 km, divididos no turno da manhã – com largada marcada para às 07 horas – e turno da tarde, às 14 horas. Todos os detalhes do 14º dia de prova você acompanha pelo instagram do Cavalo Crioulo

Por: Assessoria de imprensa

Fotos: Fagner Almeida

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20ª Marcha Anual da Resistência do cavalo Crioulo iniciou neste sábado

35 exemplares de cavalos crioulos iniciaram o trajeto de 750 km, divididos em 15 dias de provas

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Marcha da Resistência da raça crioula torna-se manifestação da cultura nacional

Foi dada a largada a 20ª Marcha Anual da Resistência do cavalo Crioulo. Neste sábado (18), Quaraí, localizada em uma das extremidades do estado do Rio Grande do Sul, que faz divisa com a cidade de Artigas, no Uruguai, deu a largada para a sua primeira edição da Marcha, realizada pelo Núcleo Quaraiense de Criadores de Cavalos Crioulos.

Com a temperatura de apenas 1ºC, a 20ª Marcha Anual de Resistência da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) iniciou com os 35 exemplares de cavalo crioulo percorrendo o primeiro dia de disputa que, ao final de 15 dias, completarão 750 km de percurso. Todos os animais são alocados na Associação Rural de Quaraí, recebendo os cuidados das equipes de veterinários da associação durante cada etapa da prova.

Todas as edições, a prova reverencia grandes nomes da raça, que deixaram sua história e legado marcados para sempre. Em sua 20ª edição, a prova recebe o nome de Miguel Ângelo de Freitas Dariano, o “Seu Miqueco” (in memorian), figura ímpar para quem participa e aprecia a modalidade. 

Largada da Marcha do cavalo Criuolo

Os preparativos para o início da Marcha Anual de Resistência aconteceram no final da tarde de sexta-feira (16), onde os competidores foram recepcionados pela equipe de Subcomissão da Marcha, do NQCCC e também do Sindicato Rural de Quaraí.

Na oportunidade, o Coordenador da Subcomissão, Luiz Mário Queirolo Diaz, fez o uso da palavra ao lado do técnico responsável pela prova, Luciano Correa Passos. “Quero dar as boas-vindas a todos os competidores e desejar que tenhamos uma boa prova, com muito cuidado e respeito ao grande protagonista da marcha, o nosso cavalo crioulo”, concluiu sua fala enquanto os coletes eram entregues a todos os competidores. 

No sábado (18), às 7h15, os cavaleiros iniciaram a agarrada dos animais para a largada, que aconteceu às 8h da manhã.

Na solenidade de abertura, juntamente dos organizadores da Marcha e do representando a diretoria da ABCCC, o vice-presidente de Provas Funcionais e Exposições Morfológicas, Eduardo Móglia Suñe, esteve presente o Prefeito de Quaraí, Sr. Jeferson Pereira da Silva, que salientou a importância do acontecimento da prova e reforçou o convite para que outras edições também sejam realizadas no município.

Após a cerimônia, os conjuntos de cavalo crioulo se organizaram em fileiras que, ao final da contagem regressiva, deram início a primeira etapa da prova, a qual consiste em um percurso de 30 km, divididos em duas corridas de 15 km cada, uma pela manhã e outra pela tarde. No trajeto da tarde, que iniciou às 14h, a tropilha seguiu percurso pelas ruas de Quaraí, onde foi recepcionada pelos moradores locais e entusiastas da raça.

A Marcha Anual de Resistência continua hoje com uma etapa um pouco mais longa, onde serão percorridos 40 km, divididos no turno da manhã e turno da tarde.

Homenagem a “Seu Miqueco” pelop trabalho em prol do cavalo Crioulo

Nascido e criado em Alegrete/RS, Miguel Ângelo de Freitas Dariano sempre foi um entusiasta da raça e apaixonado pela Marcha, onde escreveu sua história através de toda a dedicação em prol da modalidade.

Conhecido e adorado pelos amigos, Seu Miqueco era muito querido por toda a comunidade e foi ele que, representando os crioulistas brasileiros ao lado da delegação da Argentina e Uruguai na década de 80, escreveu e organizou o regulamento da Marcha Internacional de Resistência.

Também foi no município da fronteira, em 1981, que Dariano fez parte do grupo de crioulistas responsável pela fundação do Núcleo de Criadores de Cavalo Crioulo de Alegrete, entidade pela qual ele passou pelo cargo de presidente e compôs outras diretorias nos anos que se seguiram. Ele deixou como legado a Estância Itapororó da Tuna, que segue de propriedade da família, sendo administrada pelos seus filhos. 

Por: Assessoria de imprensa ABCCC

Fotos: Divulgação/ Fagner Almeida

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20ª Marcha Anual de Resistência do Cavalo Crioulo tem largada neste sábado

35 conjuntos formados por exemplares de cavalo Crioulo sairão pela manhã do Sindicato Rural de Quaraí/RS para um percurso de 750 quilômetros, realizado em 15 dias

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Cavalo Crioulo

Neste sábado (18) será dada a largada para a 20ª edição da Marcha Anual de Resistência do Cavalo Crioulo.

Promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC), a largada da etapa será realizada a partir das 8h, no Sindicato Rural de Quaraí (RS), com a participação de 35 conjuntos.

Serão percorridos 750 quilômetros em 15 dias, com chegada no dia 2 de julho.

A prova tem o objetivo de selecionar rusticidade, resistência e capacidade de recuperação dos animais, e neste ano, marca os 90 anos ABCCC. A programação durante a Marcha contará com Paleteada, palestras, entre outras atividades.

Os exemplares estão concentrados desde o dia 19 de maio na Estância Santa Rita do Jarau.

O coordenador da subcomissão de Marcha da ABCCC, Luiz Mario Diaz, afirma que a expectativa é muito boa.

“A prefeitura e o Sindicato Rural de Quaraí, assim como o Núcleo de Criadores de Cavalo Crioulo do município, estão muito engajados no processo da Marcha, que é uma ferramenta de seleção da nossa raça, marca muito importante para nós gaúchos”, enfatiza, colocando que todos os cuidados estão sendo tomados, inclusive para que a estrada esteja com as melhores condições para que os animais consigam demonstrar realmente o são capazes de fazer ao longo do percurso.

Aprovação da prova com cavalo Crioulo como manifestação cultural

Conforme Diaz, a Subcomissão de Marcha ficou muito feliz com a aprovação pelo Congresso Nacional do Projeto de Lei que torna a prova uma manifestação da cultura nacional, e que agora aguarda sanção presidencial.

“É uma prova fidedigna ao serviço realizado nas estâncias demonstrado durante os 15 dias da Marcha. A pegada do cavalo crioulo e largada para a estrada são realizadas no mesmo horário em que os peões saem para o campo nas estâncias. E o café da manhã é um churrasco, seguindo a tradição dos gaúchos antigamente. Portanto, acreditamos que realmente é a prova que mais tem a ver com a manifestação cultural e com o nosso dia a dia do campo”, observa.

Por: Assessoria de imprensa ABCCC

Foto: Fagner Almeida/Divulgação

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Marcha de Resistência e Freio de Ouro do Cavalo Crioulo conquistam reconhecimento cultural

Projetos de Lei dependem agora da sanção presidencial, visto que são matérias já aprovadas pela Câmara dos Deputados. PL é importante para garantir a livre realização das atividades, tradicionais do cavalo crioulo

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Cavalo Crioulo

O Projeto de Lei PL 408/2019, que torna a Marcha da Resistência do Cavalo Crioulo do Rio Grande do Sul uma manifestação da cultura nacional e impõe ao poder público assegurar a livre realização dessa atividade, foi aprovada pelo plenário do Senado no último dia 7. Como a matéria já tinha sido aprovada na Câmara dos Deputados, o texto segue para sanção presidencial.

No Senado, o projeto foi aprovado com relatório favorável do senador Lasier Martins (Podemos-RS). Ele disse que a iniciativa contribui para “conferir legitimidade ao caráter cultural dessas manifestações, particularmente daquelas que sofrem algum tipo de preconceito em razão de sua origem social.”

“A Marcha do Cavalo Crioulo faz parte do patrimônio cultural gaúcho (…) é um fator de identidade do povo gaúcho”, afirmou o relator.

Importância da Marcha de Resistência do cavalo Crioulo

Ele explicou que a Marcha de Resistência é uma prova que tem como objetivo selecionar rusticidade, resistência e capacidade de recuperação do cavalo crioulo. Para a realização das provas, os participantes se concentram por 30 dias, para equiparar as condições físicas e nutricionais de todos os animais. Logo depois, observada a saúde do animal, são percorridos 750 quilômetros em 15 dias..

De acordo com o autor da proposta, o deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), a raça crioula está bastante estabelecida no país. Segundo a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), o crescimento dessa manada no Brasil em 2015 atingiu 6,4%, totalizando 402.341 animais em todos os estados. 

A tradição da Marcha de Resistência ocorre não só no Brasil, mas também na Argentina e no Uruguai. No RS, as cidades de Alegrete, Bagé, Canguçu, Santa Maria, Dom Pedrito, Rosário do Sul, Santo Antônio da Patrulha, Uruguaiana, e Jaguarão realizam a marcha, registrou Lasier.

Mais uma vitória para o cavalo Crioulo

O Projeto de Lei PL 5.644/2019, que classifica o torneio Freio de Ouro como uma manifestação cultural, também foi aprovado pelo Plenário do Senado nesta terça-feira (7) e segue para a sanção presidencial.

O Freio de Ouro é uma competição de habilidades de montaria, realizada há mais de 40 anos. Há etapas nacionais e internacionais e a final acontece na cidade de Esteio (RS), na região metropolitana de Porto Alegre.

O senador Lasier Martins (Podemos-RS), relator do projeto, explicou que a criação de cavalos crioulos é uma importante atividade econômica e que tem muita identificação com o Rio Grande do Sul.

“O cavalo crioulo é reconhecido pela legislação estadual do Rio Grande do Sul como o animal símbolo do estado. Ele é responsável por um complexo econômico que movimenta anualmente mais de R$ 1,28 bilhão e emprega mais de 280 mil pessoas em todo o país. Hoje há 400 mil cavalos crioulos no Brasil, que servem como ferramenta de trabalho, de esporte e de montaria”.

No seu relatório, Lasier lembra que o crioulo, espécie trazida para o Brasil por colonizadores espanhóis, é conhecido pela agilidade e força. No Freio de Ouro, as provas não feitas para reproduzir características do trabalho no campo e também para avaliar o controle do animal pelo cavaleiro e a morfologia do animal.

Segundo a Constituição Federal, as manifestações culturais reconhecidas pela lei devem ser protegidas pelo Estado. A sua difusão e o acesso a elas também são responsabilidades do poder público.

Fonte: Agência Senado

Fonte: Agência Senado

Fotos: Agência Senado/ Arquivo

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Bocal de Ouro 2022 fecha com médias históricas entre as fêmeas

Parceiros Vetinil, fêmea Oitava Rima da Cabanha Santa Fé com o ginete Fábio Teixeira da Silveira e o macho Campana Echo a Mano com o ginete Fagner Crescêncio Espíndola conquistaram o prêmio Bocal de Ouro 2022

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Bocal de Ouro 2022 fecha com médias históricas entre as fêmeas

O Bocal de Ouro 2022 marca seu nome na história da raça Crioula devido às médias históricas conquistadas pelos conjuntos.

Organizado pela Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Crioulo (ABCCC), o Bocal de Outo aconteceu de 27 de abril a 1º de maio, no Parque Assis Brasil, em Esteio/RS.

O evento – dedicado aos cavalos e éguas inéditos, aqueles que nunca haviam participado do Ciclo do Freio de Ouro anteriormente -, consagrou parceiros Vetnil campeões, com direito a médias históricas entre as fêmeas, ou seja, mais de 20 pontos.

Foi o caso da fêmea Oitava Rima da Cabanha Santa Fé, exposta por Gilberto Rodrigues de Freitas, da Cabanha Santa Fé de Aceguá/RS, que conquistou o título Bocal de Ouro 2022, com a nota final de 21,498. Filha de JA Impulso com Elite da Cabanha Santa Fé, a fêmea foi conduzida pelo ginete Fábio Teixeira da Silveira, que também levou o título de Ginete Destaque da categoria. 

Já entre os machos, outro parceiro Vetnil se consagrou o Bocal de Ouro 2022, com a média final de 20,756. Trata-se do zaino Campana Echo a Mano, filho de Triunfo do Purunã e Campana Ana Terra, que foi conduzido neste Bocal por Fagner Crescêncio Espíndola, indicado como Ginete Destaque da categoria. O animal foi exposto por André Rodigheri, da Cabanha Rodigheri, de Osório/RS.             

Os Bocais de Alpaca, também parceiros Vetnil, foram Quitanda do Ouriço, conduzida por Eduardo Weber de Quadros, e RE Muticura, conduzido por Jardel Finkenauer Pereira. Vale lembrar que os dezesseis classificados das duas categorias – machos e fêmeas -, dos quais nove são conjuntos parceiros da Vetnileles correrão o Freio de Ouro 2022, o evento máximo do Cavalo Crioulo, que acontece durante a Expointer, no período de 27 de agosto a 04 de setembro.

Vetnil, patrocinadora oficial do Cavalo Crioulo no Bocal de Ouro

A parceria da Vetnil e cavalo Crioulo já dura quase oito anos, agregando valor, reconhecimento e visibilidade para a raça e a empresa. Durante os dias do Bocal de Ouro 2022, a Casa Vetnil no Boulevard do Cavalo Crioulo, que funciona dentro do Parque Assis Brasil, ficou aberta para atendimento da equipe técnica a todos os clientes e parceiros, com aquele café ou chimarrão sempre quentinho, um bolo e uma prosa acolhedora.  

“Um acolhimento como a casa da gente, bem simples, mas acolhedor; e que tem tudo a ver com a regionalização do cavalo Crioulo, que é o tratamento de uma família. E ainda todos puderam ter acesso à linha de suplementos e medicamentos da Vetnil, para o cavalo atleta”, finaliza Luciano Picawy, médico-veterinário e integrante da equipe Vetnil que esteve presente durante os dias do evento.

Por: Equipe Cavalus Comunicação Equestre

Fotos: Divulgação

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Seletiva internacional reúne o melhor do cavalo Crioulo em Montevidéu

ExpoOtoño vai indicar os melhores cavalos crioulos machos e fêmeas para a final do Freio de Ouro 2022

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Seletiva internacional reúne o melhor da raça Crioula em Montevidéu

O parque Rural del Prado, em Montevidéu, Uruguai, receberá 28 dos melhores exemplares da raça cavalo crioulo em seletiva que indicará quatro machos e quatro fêmeas para a final do Freio de Ouro 2022.

A feira inicia hoje, 4 de maio, com o ingresso do cavalo crioulo para as três provas que serão realizadas no evento: Copa VW, Morfologia ExpoOtoño e Freio de Ouro. A organização é da Sociedade de Criadores de Cavalos Crioulos do Uruguai.

Conforme Jacques Boutmy, presidente da Comissão de Exposições, é grande a expectativa desta classificatória internacional ao Freio de Ouro. Dos 28 conjuntos inscritos de cavalo crioulo, 22 são uruguaios e seis são brasileiros.

“Nos últimos anos, com as vitórias de Colibri Matrero, bi-Freio de Ouro e Freio de Ouro FICCC, os criadores e ginetes aqui do Uruguai estão muito motivados a chegar à final do Freio de Ouro, em Esteio”, ressaltou o dirigente.

Na sexta-feira, 6 de maio, serão realizadas as provas de Andadura, Figuras, Volta Sobre Patas e Esbarradas. Já no sábado, 7 de maio, os conjuntos realizam as primeiras etapas das provas de Mangueira e de Campo. As etapas finais das provas de Mangueira e de Campo,além da prova Bayard/Sarmento serão realizadas no domingo. A entrega dos prêmios será realizada no mesmo dia, na sequência das provas.

Um trio de jurados brasileiros foi selecionado para avaliar os conjuntos. São eles: Francisco Kessler Fleck, Gustavo Silveira Rodrigues e Leonardo Rodrigues Teixeira.

Confira a programação da feira de cavalo crioulo

04 de Maio de 2022 (Quarta-feira)
Das 8h às 15h – Ingresso dos animais

05 de Maio de 2022 (Quinta-feira)
8h – Admissão e medidas
10h – Etapa morfológica

06 de Maio de 2022 (Sexta-feira)
9h30 – Andaduras, Figura, VSP, Esbarrada

07 de Maio de 2022 (Sábado)
8h – Mangueira I
14h – Campo I

08 de Maio de 2022 (Domingo)
8h – Mangueira II
10h – Bayard/Sarmento e Campo II
Premiação

Por: Assessoria ABCCC

Foto: Divulgação
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