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Programa Prosa Mangalarga vem com novidades

Edição dessa quinzena já segue em novo dia, com esquenta para a Nacional que ocorre ainda este mês

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Programa Prosa Mangalarga vem com novidades

Nesta quarta-feira (13), vai ao ar mais uma edição do programa Prosa Mangalarga. Apresentado por Dudu Vaz e Singa, o programa vai falar sobre a 43ª Nacional Mangalarga, que acontece de 21 a 31 de outubro no Centro Hípico de Tatuí (SP).

Luis Fernando Sianga, idealizador do programa, comenta que a ideia surgiu no Movimento Marcha Mangalarga. Movimento que seguia com um bate-papo entre convidados e apresentadores, que são do meio da raça.

“Não é um programa de entrevistas, a ideia é um bate-papo descontraído, onde possamos trazer criadores, proprietários, técnicos, jurados, todos que sejam envolvidos com o cavalo Mangalarga”, ressalta.

Então, já são três anos de programa, que apresenta novidades e tudo o que rola no universo da raça. Sianga comenta que, uma das alterações é o dia. Dessa forma, o programa que ia ao ar às quintas-feiras, quinzenalmente, passa agora a ser transmitido às quartas.

Além dessa novidade, o idealizador explica que, anteriormente, o programa era conduzido por voluntários. “O Dudu Vaz chegou para ser um reforço de peso, que vai fazer o gerenciamento de tudo isso, a ideia é o programa continuar nesse formato, com a mesma direção, sendo uma prosa caipira entre os convidados, mas com uma gestão mais profissional”.

Cavalo Mangalarga

De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga – ABCCRM, o cavalo Mangalarga teve sua origem no cavalo da Península Ibérica.  Com a vinda da Família Real Portuguesa ao Brasil, foram também trazidos os melhores espécimes da Coudelaria Real de Alter do Chão, fato que desempenhou papel decisivo na formação da raça, pois os reprodutores trazidos nesta viagem, assim como seus descendentes foram muito utilizados pelos criadores da época para o melhoramento de seus rebanhos.

Por fim, se você quiser saber tudo o que vai acontecer na 43ª Nacional Mangalarga, não perca hoje, às 20h, o programa Prosa Mangalarga, com transmissão ao vivo pelo canal da ABCCRM e Portal Cavalus.

Serviço
Programa Prosa Mangalarga
Data: 13 de outubro de 2021
Horas: 20h
Transmissão: YouTube ABCCRM e Portal Cavalus

Por Heloísa Alves
Crédito e legenda da foto: 42ª Nacional Mangalarga – Divulgação/Márcio Mitsuishi

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Nacional do Mangalarga começa nessa semana repleta de atrações

Um dos maiores eventos da raça pretende exibir toda a qualidade do cavalo Mangalarga com uma festa especial

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Nacional do Mangalarga começa nessa semana repleta de atrações

Entre os dias 21 a 31 de outubro, o Centro Hípico de Tatuí, em São Paulo, receberá um dos mais tradicionais eventos da equinocultura brasileira, a Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga. Em sua 43ª edição, a aguardada mostra contará com uma diversificada programação, com disputas funcionais, provas sociais, julgamentos de marcha e morfologia, além de uma série de atrações sociais.

De acordo com Eduardo Rabinovich, Presidente da ABCCRM – Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga, a expectativa para o evento é a melhor possível. “Nós estamos super animados para a Nacional. Apesar de este ter sido um ano muito difícil, em que a pandemia limitou muito as atividades da raça, a Família Mangalarga pode esperar uma festa muito especial e com muitas novidades”.

Já o Vice-Presidente de Exposições da ABCCRM, Carlos Cesar Perez Iembo, destaca que a diretoria trabalha para fazer a cada ano uma festa melhor. “Desta vez, a Associação pretende manter o mesmo padrão de conforto, organização e infraestrutura que foi tão elogiado no ano passado, mas realizando aprimoramentos sempre que identificarmos essa necessidade. Por isso mesmo, esperamos fazer uma grande festa, inclusive superando o número de animais registrado no evento do ano passado.”

Diretor Adjunto de Exposição da ABCCRM, Guilherme Pompeu Piza Saad também se mostra muito animado para a Nacional 2021. “A nossa expectativa para esta exposição é a melhor que se possa imaginar. Acredito que teremos em pista uma tropa com uma qualidade nunca vista até agora, pois nossos animais estão hoje com um padrão muito elevado tanto na morfologia como na marcha.”

Cesar Iembo lamenta apenas que ainda não seja possível contar com a volta total do público. “Este ano infelizmente ainda teremos algumas restrições. Para garantir a segurança de todos, haverá uma série de protocolos de segurança a serem seguidos, como distanciamento social, exigência de uso de máscara, apresentação de carteirinha de vacinação e testagens das pessoas envolvidas”.

Programação Nacional do Mangalarga

Além dos julgamentos de marcha e morfologia, que acontecerão ao longo de toda a programação, com disputas tanto na classe geral como nas classes voltadas a animais de pelagens diferenciadas, a 43ª Expo Nacional terá uma série de atrações para os apaixonados pela raça. No dia 23, primeiro sábado de atividades, está prevista a realização do tradicional desfile das bandeiras dos criatórios participantes, dentro da solenidade oficial de abertura do evento.

Na manhã desse mesmo dia, deve acontecer a aguardada prova de função, uma disputa de maneabilidade com obstáculos que simulam a lida na fazenda e que exigem muita habilidade e técnica dos conjuntos concorrentes. No dia seguinte, o domingo 24 de outubro, está prevista a realização da segunda etapa da Mangalargada 2021, uma cavalgada competitiva com percurso de cerca de vinte quilômetros, que reúne competidores de todas as idades, em um ambiente descontraído, amigável e com um toque de adrenalina.

A Nacional terá, além disso, a volta das provas sociais, que na edição passada não puderam ser realizadas em decorrência das restrições sanitárias determinadas pelas autoridades naquele momento. Assim, a mostra deve ter uma dose extra de alegria, com a disputa das tradicionais categorias mini-mirim, mirim, jovem e feminina, além da sempre aguardada prova do patrão.

Já o último fim de semana da programação será o ponto alto da 43ª Expo Nacional, com a definição dos Grandes Campeões Nacionais de 2021. No sábado, 30 de outubro, a previsão é que tenha início o julgamento dos Grandes Campeonatos de Marcha ao Cabresto, voltados às categorias de Potros e Potrancas. No domingo, 31 de outubro, o evento prosseguirá, vivendo seu grande momento ao fim do dia, com a escolha da Grande Campeã Égua e do Grande Campeão Cavalo.

A Associação destaca que a programação da 43ª Expo Nacional, que ainda está sujeita a ajustes, dessa forma, você pode acompanhar todas as informações através das redes oficiais da ABCCRM.

Colaboração: Pedro Rebouças
Crédito da foto em destaque: Divulgação/Márcio Mitsuishi

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Haras Lagoinha promove live para falar sobre genética e reprodução

A titular do criatório, Marisa Iorio irá bater um papo com a Dra. Laura Patterson através do canal do Haras Lagoinha no Youtube

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O incrível mundo dos cavalos na genética e na reprodução será tema de uma live especial promovida pelo Haras Lagoinha nesta terça-feira (20). Marisa Iorio, titular do criatório, irá entrevistar a médica veterinária P.H.D., Dra. Laura Patterson, da Etalon Diagnostics. Além dela, a live ainda terá a participação da médica veterinária oftalmologista Juliana Inglez.

Entre os assuntos abordados na live estarão, obviamente, os diversos garanhões da raça Mangalarga. Sobretudo, Monteblanco do PEC, pilar da pelagem pampa contemporânea. Haja vista que nasceu em janeiro de 1997, com o primeiro produto em agosto de 2000.

Sendo assim, na live a Dra. Laura Patterson irá apresentar o estudo que fez com o garanhão do Haras Lagoinha. Antes de mais nada vale frisar que Monteblanco do PEC possui 127 produtos registrados em definitivo. 

Além disso, dezenas de filhos de Monteblanco são Campeões Nacionais e muitos Grandes na Pelagem Pampa. Sendo que no geral de todas as pelagens fez a sua neta (2011) e o seu bisneto (2017), ambos pampas, os Grandes Campeões Nacionais de Marcha e Geral de toda a raça Mangalarga.

“Com muito orgulho também verificamos que muitos de seus filhos se destacam como reprodutores de sucesso. Isso em criações de amigos”, cita Marisa Iorio. Portanto, entre os filhos de Monteblanco do PEC em evidência estão:

  • Texas do PEC (Luisinho)
  • Triunfo 3 Rios (Raucci)
  • Taiwan do PEC (Erthal)
  • Xingu do PEC (Apoema)
  • Safari da Janga (Schiavi)
  • Quattar do PC (Megale)
  • Tigreblanco do PEC (Rodão)
  • Serrano do PEC (Archilla)
  • Xangai do PEC (Jeferson Camilo)
  • Albany do PEC (Taj Mahal)
  • Rancho do PEC (William Mourão)

Não perca essa oportunidade!

“Venham conhecer mais um pouco da genética do Mangalarga e do início da volta da pelagem pampa. Que acreditamos, como poucos acreditaram. Isso porque a linhagem e as qualidades do Monteblanco do PEC nos fizeram confiar e apostar nesse desafiante projeto”, finaliza Marisa Iorio.

Por fim, para acompanhar a live basta acessar o canal no Youtube do Haras Lagoinha (clique aqui) a partir das 19h30 desta terça-feira (20). 

Instagram: @haraslagoinha |Site: www.haraslagoinha.com.br

Por Natália de Oliveira
Crédito da foto: Divulgação/Haras Lagoinha

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Live tira dúvidas para quem sonha em comprar um Mangalarga Pampa

Bate-papo será comandado pela criadora Marisa Iorio, titular do Haras Lagoinha, referência nacional na criação do Mangalarga Pampa e que irá apresentar os animais à venda para livre negociação

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Quem sonha em comprar um cavalo Mangalarga Pampa não pode perder essa oportunidade. Afinal, o Haras Lagoinha, de Jacareí/SP, referência nacional na criação da raça nesta pelagem, promove neste sábado (03), a partir das 15h, uma live especial.

Comandada pela titular do criatório, Marisa Iorio, a transmissão irá abordar o tema para quem sonha em ter um cavalo Mangalarga Pampa. Trata-se, afinal, de uma live de apresentação de animais à venda com livre negociação. Nas palavras da criadora, “é viver o sonho pampa do Haras Lagoinha”.

Dessa forma, será um papo descontraído, sobre a pelagem pampa, mostrando quais cavalos do criatório que estão à venda. Além disso, Marisa Iorio ainda irá responder as perguntas dos participantes sobre o cavalo pampa que é, de fato, diferenciado.

Para acompanhar a live, basta acessar o canal no Youtube do Haras Lagoinha neste sábado (03), a partir das 15h. “Realize o seu sonho do cavalo pampa apostando na genética do Haras Lagoinha. É a sua chance inédita de escolher e comprar diretamente, um PURO Mangalarga Pampa, com a qualidade da marca PEC”, finaliza Marisa Iorio.

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Sobre o Haras Lagoinha

Na década de 90, quando a pelagem pampa estava praticamente à deriva dentro da raça Mangalarga, a criadora Marisa Iorio viu um nicho de mercado que precisava ser preenchido. Assim, resolveu iniciar um trabalho de resgate da pelagem pampa.

Na época, ela tinha apenas um exemplar pampa de tordilho em seu plantel, uma égua de 28 anos chamada de Lili JL. Dessa forma, Marisa resolveu arrendar Charles J.O. e, com um pensamento muito positivo, tirar desse cruzamento um garanhão de pelagem exótica.

Dessa forma, em 11 de janeiro de 1997 nasceu Monteblanco do PEC. “Com a linhagem de cavalo J.O., Monteblanco foi esse cavalo que nós chamamos de pilar da raça da pelagem pampa. Ele realmente mudou todo o caminhar da pelagem pampa”, frisa a criadora.

De lá pra cá, inúmeras foram as conquistas do criatório. A mais recente, por exemplo, foi o 18º título de Melhor Criador e Expositor Pelagem Pampa da Nacional do Cavalo Mangalarga. Resultado, sobretudo, de anos de trabalho e dedicação.

Por fim, para informações sobre o Haras Lagoinha entre em contato pelos telefones (12) 3956-1403 e (12) 3956-6934 ou pelo WhatsApp (12) 9.9721-0527, falar com a Marisa Iorio.

Sitewww.haraslagoinha.com.br | 

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: Divulgação/Haras Lagoinha

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Criatório de Mangalarga investe em análise genômica para aprimorar o plantel

Além de auxiliar na busca pela excelência genética da raça, a tecnologia proporciona mais segurança e capacidade de prever determinadas situações

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A fim de aprimorar o seu plantel de equinos da raça Mangalarga, o Haras Tarlim, localizado em Jaguariúna/SP, passou a investir em análise genômica. Trata-se de uma importante ferramenta para o criador, já que permite apresentar o índice de endogamia genômica de cada animal do plantel.


De acordo Fernando Garcia, doutor em reprodução animal e responsável pelo trabalho de análise realizado no Haras Tarlim, o conhecimento da endogamia dos indivíduos auxilia bastante no direcionamento dado à criação. “Quando você tem um animal muito bom, ele vai manifestar toda a sua prepotência quando você o usa mais vezes no pedigree. Então, o animal mais endogâmico é aquele que tem no seu pedigree quatro ou cinco gerações de um mesmo animal”.

Antes de surgir a tecnologia genômica, isso só era possível estimar de uma forma teórica. “Sabendo que a gente ganha um pouco da mãe, um pouco do pai, e se você for andando para trás no pedigree, vai reconstruir esse pedigree. Hoje, entretanto, existem técnicas que analisam até 40 mil pontos do DNA. Com esses pontos a gente faz uma análise muito fina de mapeamento e assim é possível ver quais as regiões que estão realmente endogâmicas”, esclarece Garcia.

Acasalamentos com a melhor endogamia

O médico veterinário explica ainda que endogamia é a existência de uma cópia idêntica em um pedacinho do cromossomo. Este que veio tanto do pai como da mãe. “Elas são idênticas justamente por que lá atrás elas tinham antecedentes com essa característica. O monitoramento preciso permite que seja feita uma seleção. Seguida por acasalamentos que visem ter o melhor da endogamia e evitem o pior da endogamia, que são os defeitos genéticos”.

Por fim, vale cita que o índice de endogamia genômica de cada indivíduo pode variar. Desde muito pouco, como 1%, até alta endogamia, de 20% ou mais. “Com essa informação, os criadores podem fazer melhores acasalamentos, esse é o nosso grande objetivo nesse trabalho”, finaliza o doutor em reprodução animal.

Pioneirismo

O Haras Tarlim sempre busca investir nos mais recentes avanços da biotecnologia e nas mais modernas técnicas de reprodução animal. Em 2018, por exemplo, o leilão anual promovido pelo haras fez história na equinocultura nacional ao ser o primeiro evento do gênero a realizar a comercialização de um clone equino.

Já em 2021, o criatório voltou a inovar, disponibilizando a análise genômica de seu plantel para os criadores que participaram do Tarlim Weekend. “Numa iniciativa inédita, os animais que participaram do leilão foram todos submetidos aos estudos genômicos. O objetivo era dar segurança ao investidor e, acima de tudo, proporcionar capacidade de predição, de se antecipar e identificar nos indivíduos as características que ele gostaria de fixar no plantel. Dessa maneira, os criadores tiveram à sua disposição as informações todas abertas, com amplo apoio da tecnologia e com muito respaldo da genômica, que, aliás, tem lastreado o nosso trabalho”, explica Fernando Tardioli, titular do Haras Tarlim.

A engenharia genética permitiu, por exemplo, trazer ao Leilão de Embriões ventres acasalados a partir do algoritmo que simula a endogamia genômica de cada um dos produtos que vai nascer, ao mesmo tempo em que apontou essa característica em todos os indivíduos que foram comercializados no 6º Leilão Tarlim.

Já para o Leilão de Potros, uma geração inteira foi submetida à análise genômica, somada a uma criteriosa avaliação intra rebanho, o que possibilitou a comparação precisa de todos os indivíduos e garantiu ao investidor a possibilidade de visualizar características de destaque de cada potro, podendo assim identificar aquelas que deseja somar e fixar em sua tropa.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Pedro C. Rebouças/PR Assessoria de Comunicação 
Crédito da foto: Divulgação/Beto Falcão

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1ª edição do Tarlim Weekend movimenta mais de R$ 8 milhões

Programação do evento contou com cinco leilões com foco na excelência genética do cavalo Mangalarga e do gado Nelore

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Um fim de semana de bons negócios. Assim foi a 1ª edição do Tarlim Weekend, realizado do dia 26 a 28 de fevereiro, promovido pelo Haras Tarlim. Com foco na excelência genética do cavalo Mangalarga e do gado Nelore, o evento deu uma clara demonstração do vigor da pecuária seletiva brasileira, mesmo em um ano repleto de desafios.

Afinal, os cinco leilões que integraram a agenda da 1ª edição do Tarlim Weekend apresentaram um elevado índice de liquidez e expressiva valorização. Movimentando, portanto, uma receita total de R$ 8.260.840,00.

Sem dúvidas, o ponto alto da programação foi o 6º Leilão Tarlim Mangalarga, que mostrou, mais uma vez, porque é considerado um dos grandes eventos da pecuária seletiva nacional. Haja vista que colocou em evidência o alto investimento realizado pelo Haras Tarlim nas mais modernas técnicas de reprodução animal. Bem como em biotecnologia e genômica.

Dessa forma, o remate – que aconteceu na noite do sábado (27) – alcançou uma valorização média de R$ 207.155,94 e faturamento de R$ 3.646.440,00.

Outros leilões da 1ª edição do Tarlim Weekend

A raça Mangalarga esteve em destaque ainda em outros dois remates ao longo do fim de semana. Em primeiro lugar, o Leilão Embriões Tarlim abriu com grande êxito a programação na noite da sexta-feira (26), alcançando uma cotação média de R$ 82.188,89 por embrião e gerando uma receita de R$ 1.479.400,00.

Já o Leilão de Potros Tarlim, que teve um direcionamento comercial, aconteceu no início da tarde do domingo (28), registrando uma média de R$ 20.480,00 e movimentando um montante de R$ 266.240,00.

Para Fernando Tardioli, titular do Haras Tarlim, o sucesso desses três remates foi uma demonstração de força da raça Mangalarga. “Nós mostramos uma vez mais do que somos capazes de construir quando estamos juntos. Afinal, a cada ano a gente tem o privilégio de contar com uma maior participação dos apaixonados pela raça, que acompanham, que vibram, que acreditam na raça e no potencial de retorno que o cavalo proporciona para as nossas atividades. Eu, aliás, não tenho a menor dúvida de que hoje o Mangalarga é a moeda forte da pecuária seletiva nacional”.

Bovinos Tarlim

Responsáveis por um faturamento de R$ 2.868.760,00, os bovinos estiveram em destaque em dois momentos, ambos no domingo (28). Na parte da manhã, aconteceu o Leilão Nelore P.O. Tarlim, no qual foram ofertados bezerros, bezerras, matrizes, doadoras, embriões e prenhezes.

Sobretudo, lotes provenientes do audacioso projeto de melhoramento genético da raça Nelore desenvolvido pela Fazenda Tarlim, em Campo Grande/MS. E, no fim da tarde, foi a vez do Leilão Produção Tarlim, que encerrou a programação do fim de semana com a oferta de lotes para cria, recria e engorda.

“O sentimento é de missão cumprida. A gente só pode agradecer depois dessa exitosa maratona de cinco leilões em 36 horas. Isso tudo deixa a gente muito satisfeito, pois é gratificante conseguir compartilhar essa genética e, acima de tudo, democratizar o acesso a essa seleção”, avalia o criador Fernando Tardioli, já deixando o convite para a segunda edição do Tarlim Weekend, marcada para acontecer de 11 a 13 de março de 2022.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Pedro Rebouças
Legenda da foto: 6º Leilão Tarlim ofertou o direito reprodutivo de matrizes do Haras Tarlim
Crédito da foto: Divulgação/João Gabriel

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Vem aí a primeira edição do Tarlim Weekend

6º Leilão Haras Tarlim será o ponto alto da programação do evento, que contará com uma série de remates focados na excelência genética do cavalo Mangalarga e do gado Nelore 

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Considerado um dos principais remates da equinocultura brasileira e da pecuária seletiva nacional, o Leilão Tarlim traz novidades para 2021. Sobretudo, com novos desafios e objetivos ainda mais ousados. Afinal, o evento ganhará – em sua sexta edição – uma programação mais ampla, atraente e diversificada: trata-se do Tarlim Weekend, que começa nesta sexta-feira (26) e segue até domingo (28). 

De acordo com o titular do Haras Tarlim, Fernando Tardioli, será um fim de semana inteiro dedicado ao amor pela criação. Dessa forma, num ambiente ideal para reunir amigos e propicio para ótimos investimentos.

“Uniremos a paixão pelo cavalo Mangalarga com o trabalho de melhoramento genético do Nelore Tarlim. Assim, com muita tecnologia e sem medir esforços, estamos renovando o nosso compromisso com a excelência, com a criatividade e com a transparência. Tudo isso para mostrar, mais uma vez, que é possível fabricar sonhos, produzir realidade e entregar resultados a quem aposta e confia em nosso trabalho”, garante Tardioli.

Programação Tarlim Weekend

Com todas as atividades previstas para acontecer na sede do criatório, localizada em Jaguariúna/SP, o Tarlim Weekend será aberto às 20h de sexta-feira pelo Leilão Embriões Tarlim. O remate ofertará vinte lotes selecionados a partir do cruzamento entre ventres das grandes doadoras do plantel Tarlim. Sobretudo, com os melhores reprodutores da raça Mangalarga.

Já a noite de sábado (27) será o ponto alto da programação com a realização do 6º Leilão Tarlim Mangalarga. Afinal, o aguardado remate, marcado para às 20h, ofertará lotes retirados da cabeceira da seleção do Haras Tarlim.

Entre eles, podemos citar: potros e potrancas de futuro promissor nas pistas; animais já premiados nas mais concorridas mostras da raça; matrizes consagradas na reprodução; e, por fim, coberturas dos garanhões titulares do criatório.

Além disso, o leilão repetirá uma grande inovação implementada na edição do ano passado. Ou seja, comercializará os direitos reprodutivos das doadoras do haras para a estação de monta 2021/2022.

Biotecnologia e genômica 

O Tarlim Weekend também colocará em evidência o alto investimento realizado pelo criatório nas mais modernas técnicas de reprodução animal. Bem como em biotecnologia e genômica. “De forma inédita, a engenharia genética nos permitirá trazer ao Leilão Embriões Tarlim ventres acasalados a partir do algoritmo. Este que simula a endogamia genômica de cada um dos produtos que vai nascer. Da mesma forma, aponta essa característica em todos os indivíduos que serão comercializados no 6º Leilão Tarlim”, destaca Fernando Tardioli.

Ademais, o titular do criatório prossegue ressaltando que para o Leilão de Potros – marcado para domingo, às 13h -, uma geração inteira foi submetida à análise genômica. Sem falar, ainda, que somada a uma criteriosa avaliação intra rebanho. “A comparação precisa de todos os indivíduos garante ao comprador a possibilidade de visualizar as características de destaque de cada potro. Alcançando também aquelas que deseja somar e fixar em seu plantel”.

Leilão Nelore Tarlim

A programação do domingo contará ainda com outros dois aguardados eventos. A partir das 09h, acontecerá o Leilão Nelore Tarlim, ofertando bezerros, bezerras, matrizes, doadoras, embriões e prenhezes provenientes do audacioso projeto de melhoramento genético da raça Nelore desenvolvido pela Fazenda Tarlim, em Campo Grande (MS). Por fim, às 16h, será realizado o Leilão Virtual Produção Tarlim, no qual serão ofertados lotes de gado para cria, recria e engorda.

Segundo Felipe Andrade, da Bula Assessoria Pecuária, todos os atributos que consagraram o Haras Tarlim como um dos principais criatórios de cavalo Mangalarga do Brasil estão presentes no projeto Nelore Tarlim. “Este primeiro leilão, em que serão apresentados os frutos desse trabalho, que tem obsessão pela excelência genética, será um marco importante de uma marca que fará história no melhoramento genético da raça Nelore.”

Todas as atrações do Tarlim Weekend terão transmissão ao vivo pelo Canal Rural, Canal do Criador e Remate Web. Para obter mais informações, entre em contato com a Programa Leilões, empresa leiloeira responsável pela organização do evento, pelo telefone (43) 3373-7077 ou pelo portal www.programaleiloes.com.br.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Pedro Rebouças
Legenda da foto: Eldorado da Tarlim está entre os destaques do 6º Leilão Tarlim Mangalarga.

Crédito da foto: Divulgação/João Gabriel

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Rancho Paulista: há 4 anos quebrando paradigmas em solo capixaba

Após se mudar para Vila Velha/ES, a criação de cavalos Mangalarga de Márcio Henrique Celico Trigo precisou lidar com a falta de informação local sobre as qualidades reais da raça

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Quando Márcio Henrique Celico Trigo, titular do Rancho Paulista, se mudou para Vila Velha, no Espírito Santo, logo se deparou com algumas dificuldades para seguir com a sua criação da raça Mangalarga,. Afinal, em solo capixaba havia uma fama equivocada sobre a raça. “Tinham a informação de que era um cavalo sem comodidade na sela e temperamental”, conta.

Desde então, o criador e farmacêutico bioquímico, bem como sua família, têm como missão a de quebrar esse paradigma. Apresentando, portanto, ao povo capixaba que o cavalo Mangalarga é, sim, uma excelente opção de montaria, que proporciona satisfação e encanta pela beleza.

“Depois que visitam o Rancho Paulista e montam na tropa, passam a admirar a raça. Assim estamos iniciando uma referência no estado”, conta Márcio. “Sem dúvidas, dentre as opções existentes para andamento, a raça que mais aprecio é a Mangalarga. Pois gosto de cavalos fortes e inteligentes. São magníficos em sua beleza plástica e imponentes na montada, isso me impulsiona a cria-los.”

A fim de conhecer um pouco mais sobre a história por trás do Rancho Paulista e o que levou Márcio Trigo a iniciar a sua criação, a equipe de reportagem do portal Cavalus bateu um papo com o criador. Sendo assim, na sequência você confere a entrevista na íntegra. Confira!

A paixão de Márcio por cavalos começou aos 4 anos de idade – Foto: Divulgação

Como tudo começou…

“Aos quatro anos de idade comecei a colecionar revistas de cavalos, embora nunca tivesse tido ainda contato com o mesmo. Porém, qualquer foto ou imagem relacionada aos equinos me deixava agitado.

Eu sempre gostei de filmes com cavalos, quadros, esculturas, enfim, tudo. Mas meus pais nunca me incentivaram. Como nasci amando, não teve outro caminho. Enfim, comecei a trabalhar na adolescência e, com 17 anos, comprei meu primeiro cavalo, era sem raça definida. Já o segundo foi um puro sangue Lusitano.

Na época, eu morava em Santa Isabel, no interior de São Paulo. Não tinha propriedade, sempre deixei em baias de aluguel. Por isso hoje vendo esse serviço, pois nunca encontrei um lugar que me agradasse em todos os quesitos de manejo e cuidados com os equinos.

Daí não parei mais. Comprei muitos cavalos da raça Lusitana. Porém eram mais voltados para o adestramento clássico e hipismo, mas na realidade sempre gostei de cavalgar. Nunca participei de provas de adestramento clássico, porém fiz curso com o mestre Luiz Carlos de Morumgaba.”

Mudança para o Espírito Santo

“Há cerca de quatro anos, mudei para o Espírito Santo, ai então me deparei com algumas dificuldades, pois poucos conhecem a raça Mangalarga aqui. Tinham a informação de que era um cavalo sem comodidade na sela, temperamental, enfim, estou juntamente com minha família quebrando paradigmas.

Afinal, depois que visitam o Rancho Paulista e montam na tropa, passam a admirar a raça e assim estamos iniciando uma referência no estado. Por isso, o cavalo Mangalarga representa para a família Trigo a união e a construção de verdadeiros elos de amizades desinteressadas. Ele nos ajudou e ajuda muito no convívio com a sociedade capixaba.”

Rancho Paulista fica em Vila Velha, no retiro do Congo a 800 mts da Rodosol, 1,5 km da praia de interlagos.

Animais do Rancho Paulista

“Hoje nosso time ainda é pequeno, porém com muita qualidade. Temos um garanhão chamado FERRAT do PEC, filho do Zatec do Pec e neto do Jambo da Sabaúna. Além dele, vale citar:

  • HULAN do PEC, filha do Zatec do PEC em Itália DAM (ambos campeões nacionais de andamento)
  • HELENA do PEC , filha da Musa da Copi (uma das barrigas mais desejadas pelos criadores da raça em Zatec do PEC , campeão Nacional)
  • HILLARY do PEC, filha do Zagros do PEC tri-campeão nacional em Temporada da Jauaperi
  • JAGUARIÚNA do PEC, filha do campeão nacional Galico do Morro Agudo em Flora do PEC
  • JESSEN do PEC, filha do campeão nacional Ferragamo da Piratininga em Maravilha da Janga”
Ao lado da família, Márcio quer proporcionar com o cavalo Mangalarga momentos de lazer e alegria ao povo capixaba – Foto: Divulgação

Estrutura e proposta de trabalho do Rancho Paulista

“Nossa estrutura conta com 16 baias, duas pistas para montar, redondel (em construção), área específica para ferrageamento e medicação coberta, com piso emborrachado. Além de selaria revestida em madeira, dois boxes de lavagem, banheiros masculino, feminino e acessível, cozinha Gourmet , tudo isso integrado com as baias. Aulas de equitação e ecoterapia (em implantação)”.

Já a proposta de trabalho com a raça Mangalarga no Rancho Paulista é baias de alto padrão para usuários exigentes que amam cavalos. Nossa criação está voltada para proporcionar momentos de lazer e alegria.

Por fim, iremos disseminar a raça no estado, trazendo ao público capixaba uma excelente opção de montaria e satisfação em curtir o cavalo completo”.

Informações sobre o Rancho Paulista pelos telefones: Márcio Trigo (11) 94251-4236 ou Giuliana Trigo (27) 99882-3481 – Instagram: @ranchopaulistaes.

Por Natália de Oliveira
Crédito das fotos: Divulgação/Rancho Paulista

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Haras Lagoinha: há 18 anos como Melhor Criador e Expositor Mangalarga Pampa

Durante a edição de 2020 da Nacional do Cavalo Mangalarga, o criatório conquistou, mais uma vez, grandes resultados mesmo em meio aos inúmeros percalços encontrados pelo caminho

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Chegar em primeiro não é fácil. Se manter em primeiro por 18 anos consecutivos é ainda mais difícil. E mesmo diante de um ano atípico por causa da pandemia e de outros percalços encontrados pelo caminho, o Haras Lagoinha conquistou, em 2020, o 18º título de Melhor Criador e Expositor Pelagem Pampa da Nacional do Cavalo Mangalarga.

“O sucesso começa com um sonho, do sonho para a meta, da meta para a disciplina, da disciplina para a conquista”, enfatiza Marisa Iorio, titular do criatório, localizado em Jacareí/SP. Antes de mais nada vale lembrar que a 42ª Expo Nacional do Mangalarga aconteceu de 19 a 28 de novembro, no Centro Hípico de Tatuí/SP.

Assim, se não bastasse a incerteza sobre se iria ou não ter o evento por causa da pandemia – o que atrapalha diretamente na preparação dos animais -, a criadora ainda precisou lidar com desfalques na equipe. Afinal, três dos seus mais importantes funcionários – incluindo o que monta e coordena a equipe -, sofreram acidentes e tiveram que se afastar dos trabalhos.

Por isso, Marisa até chegou a pensar em desistir. “Mas quem está a 18 anos como Melhor Criador e Expositor já passou por muitas coisas. Cada nacional a gente tem que escrever um livro, de tanta história e dificuldades que a gente passa”. Contudo, no final das contas, Marisa driblou os problemas e levou para o evento os 22 animais a qual já planejava levar desde o início.

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Hisdano do PEC (Zagros do PEC x Madona DA) – Foto: Arquivo Pessoal/Haras Lagoinha

Melhor Criador e Expositor Mangalarga Pampa

Sobretudo, a conquista do título de Melhor Criador e Expositor Mangalarga de Pelagem Pampa por 18 anos consecutivos é resultado de anos de trabalho e dedicação. Que se mostram em pista, no resultado de diversos títulos conquistados na edição de 2020 do evento. Foram mais de 30 idas ao pódio, entre elas referentes a cinco grandes campeonatos nacionais.

Entre estes título, um em especial, que surpreendeu até Marisa Iorio em seus quase 40 anos de criação. Trata-se de Hisdano do PEC, que conquistou o Tri-Grande Campeonato Nacional Cavalo Pampa. “Para mim, uma alegria incomparável. Porque não existe nenhum garanhão da raça tri grande campeão. Além disso, foi realmente difícil levar um bi grande campeão da raça para o  campeonato. Ele não estava nem sendo cotado nem cogitado. Mesmo assim, conseguiu novamente esse grande título”.  

La Fontaine do PEC (Fasano do PEC x Geórgia do PEC) – Foto: Arquivo Pessoal/Haras Lagoinha

Demais títulos

Além do tricampeonato de Hísdano do PEC, outra vitória marcante para Marisa Ioria foi de Grande Campeã Potra de Andamento La Fontaine do PEC. Afinal, marcou a estreia da progênie do Fasano do PEC que, com a perda do Zagros do PEC, assumiu, atualmente, o papel de garanhão chefe do Haras Lagoinha.

“Depois da perda do Zagros, eu fiquei um pouco perdida em qual garanhão utilizar, pois todos são novos. Acabei optando pelo Fasano do PEC por ser uma linhagem que eu gosto muito, da Sucupira do Bonfim (Fumaça da São José x Turbante J.O). Eu me baseei no início da minha criação e colocamos o Fasano meio que por teste de sucessão do Zagros. E, na primeira progênie dele, ele nos dá uma Grande Campeã Potra de Marcha. Então, realmente nos deixou extremamente felizes”.

Além destas vitórias, o Haras Lagoinha ainda é detentor de mais dois Grandes Campeões da Raça da 42ª Expo Nacional do Cavalo Mangalarga. São eles:

  • Hípica do PEC – Grande Campeã Nacional de Marcha Égua Pampa
  • Ímola do PEC – Grande Campeã Nacional Égua Pampa
  • Los Angeles do PEC – Grande Campeão Potro Pampa
Sobretudo, foram mais de 30 idas ao pódio do Haras Lagoinha – Foto: Arquivo Pessoal

Evolução do criatório

Em uma exposição como a Nacional, Marisa garante que a preocupação não são apenas as premiações. Mas, principalmente, de conseguir enxergar a evolução do criatório. “Então, a vitória da La Fontaine foi um presente. De saber que, mesmo com a perda de um grande campeão como o Zagros, que fez vários grandes campeões da raça, a gente conseguiu dar continuidade ao trabalho e ter uma evolução”, acrescenta Marisa.

Além disso, ela cita que dos 80 animais inscritos na pelagem Pampa no evento, 63% eram de linhagem advinda de Monteblanco do PEC, não sendo à toa que ele está no Livro de Mérito da raça. “Então, vem esse lado de não só ganhar os campeonatos, mas de ver o legado do sangue do nosso garanhão, do nosso trabalho sendo colocado na raça através do criatório do Haras Lagoinha. Fica a marca do sangue do haras, da linhagem PEC se fortalecendo ano a ano na raça Mangalarga”, finaliza a criadora.

Para informações sobre o Haras Lagoinha entre em contato pelos telefones (12) 3956-1403 e (12) 3956-6934 ou pelo WhatsApp (12) 9.9721-0527, falar com a Marisa Iorio.

Site: www.haraslagoinha.com.br

Por Natália de Oliveira
Crédito das fotos: Divulgação/Haras Lagoinha

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Mangalarga

Expedição Velho Chico já percorreu 1900 km

Bom desempenho das éguas da raça Mangalarga que integram a cavalgada tem garantido que a expedição alcance seus ousados objetivos

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A Expedição Velho Chico chegou na última semana ao município baiano de Paratinga, na região de Bom Jesus da Lapa. Com 1900 quilômetros já percorridos, a comitiva mangalarguista aproxima-se assim da metade de sua viagem.

Antes de mais nada vale frisar que a expedição pretende percorrer toda a bacia hidrográfica do rio São Francisco. Perfazendo, assim, um trajeto total de quatro mil quilômetros por seis estados brasileiros, ao longo de cinco meses de cavalgada.

Organizada pela Gironda Promoções, a Expedição Velho Chico conta com o apoio da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM). Bem como da Associação Internacional de Cavaleiros de Longa Distância (The Long Riders’ Guild).

Dessa forma, é liderada pelos experientes cavaleiros Sebastião Malheiro Neto, de 59 anos, e Pedro Luiz Aguiar, o Pedroca. Este último que completará 88 anos no próximo dia 18 de fevereiro, data prevista para a conclusão da Expedição Velho Chico.

Montaria da Expedição Velho Chico

A comitiva conta ainda com cinco éguas, cedidas por tradicionais criadores da raça Mangalarga. Sendo assim, os cavaleiros têm duas montarias cada para revezar-se durante o percurso. Além disso, sobra um animal para a participação eventual de amigos e convidados por alguns trechos da cavalgada.

Malheiro mostra-se muito satisfeito com o andamento da expedição. “Como cavaleiro, eu não poderia estar mais feliz. Pois temos conhecido lugares maravilhosos, mantendo sempre uma sinergia muito grande com nossos animais, que vem apresentando um desempenho muito bom ao longo da viagem. Além disso, está tudo a contento, com a cavalgada acontecendo dentro do cronograma que havíamos previsto.”

Metas do projeto

O projeto possui uma série de importantes metas. A primeira delas é colocar as atividades hípicas em evidência, mostrando a relevância do segmento equestre para o agronegócio nacional. Afinal, o setor é responsável por movimentar uma cifra anual superior a R$ 16 bilhões.

Com resultado, gera mais de 700 mil empregos diretos, de acordo com dados da Câmara Setorial da Equideocultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A expedição pretende ainda popularizar as cavalgadas e raids equestres entre a população brasileira. Mostrando, portanto, como essas são atividades acessíveis a pessoas de diferentes faixas etárias e distintos graus de habilidade.

A iniciativa, além disso, tem a intenção de colocar em evidência as qualidades do cavalo Mangalarga. Equino de origem brasileira que apresenta grande aptidão para as cavalgadas de longa duração. Isso graças à sua rusticidade, resistência campeira e, em especial, à sua marcha progressiva, cômoda e equilibrada.

Os objetivos do projeto, entretanto, não param por aí, se estendendo também ao campo científico. Afinal, a expedição tem o apoio e a participação de veterinários, zootecnistas e outros profissionais. Estes que são responsáveis por coletar dados de pesquisa para análise e posterior publicação de trabalho científico, abordando a fisiologia do exercício dos animais ao longo da cavalgada.

Expedição é liderada pelos experientes cavaleiros Sebastião Malheiro Neto e Pedro Luiz Aguiar – Foto: Divulgação

Jornada desafiadora 

O início da viagem aconteceu na manhã de 04 de setembro, quando o grupo partiu do Parque do Lago, em Dourado/SP. Local em que os animais selecionados para o projeto passaram por uma temporada de preparação e avaliação clínica.

Na primeira etapa da viagem, que totalizou 541 quilômetros, o grupo atravessou a região norte do estado de São Paulo. Depois, seguiu até a Serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, onde nasce o rio São Francisco.

No dia 23 de setembro, a expedição chegou à região de São Roque de Minas/MG, onde pode visualizar a cachoeira Casca D’Anta. Esta que é a maior queda-d’água do São Francisco, com 186 metros de altura, que forma-se quando o Rio da Integração Nacional deixa o seu “berço” na Serra da Canastra.

Nesse recanto de extrema beleza, o grupo fez uma pausa de 10 dias. Neste período, aproveitou para descansar e para realizar o planejamento da segunda e principal parte da viagem: a que percorrerá toda a bacia hidrográfica do São Francisco.

Também aproveitaram para conhecer melhor a cultura, a população e a natureza da região. Realizando, assim, diversas atividades equestres. Além de uma visita à nascente Curral de Pedra, na parte alta do Parque Nacional da Serra da Canastra.

Retomada da expedição

No dia 05 de outubro, a expedição deixou São Roque de Minas, iniciando a etapa principal da viagem com destino à foz do São Francisco. A jornada prosseguiu por municípios como Bambuí, Moema, Bom Despacho, Martinho de Campos e Abaeté.

Em 12 de outubro, os mangalarguistas tiveram oportunidade de conhecer a Lagoa Verde, o principal berçário de peixes do Velho Chico. E, após um momento de pausa no dia 14 de outubro, durante o qual aproveitaram para repor as energias e tirar a poeira da tralha, os participantes seguiram viagem, chegando ao belo Lago Três Marias.

A viagem seguiu pelo norte de Minas, com a comitiva atravessando os municípios de Morada Nova de Minas, Pirapora e Buritizeiro. Estas que marcam a transição da região fisiográfica do Alto São Francisco para o Médio São Francisco. Além disso, é onde os cavalos e cavaleiros atravessaram a histórica ponte Marechal Hermes, a primeira ponte metálica do país, inaugurada em 1922.

Em seguida, a expedição adentrou o Circuito Urucuia Grande Sertão, no município de Urucuia, onde percorreu as veredas que tanto inspiraram a obra do escritor Guimarães Rosa.

Parque Nacional Caverna do Peruaçu

Outra parada marcante no norte mineiro aconteceu no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, localizado na região dos municípios mineiros de Januária e São João das Missões. No local, a comitiva pode conferir belas paisagens emolduradas pela arte rupestre pré-histórica, em sítios arqueológicos situados nas grandes cavernas que marcam a geografia da área.

Na sequência, o grupo adentrou o território baiano até alcançar os municípios de Bom Jesus da Lapa e Paratinga. Localidade em que alcançou a marca de 1900 quilômetros, sendo 1361 quilômetros percorridos dentro da bacia hidrográfica do São Francisco.

Agora, a comitiva mangalarguista segue viagem pelo estado da Bahia. Para acompanhar o dia a dia da expedição, acesse a página oficial do projeto no Instagram: @expedicaovelhochico.

Fonte: Pedro C. Rebouças/PR Comunicação 
Crédito da foto: Divulgação/Gironda Promoções

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Mangalarga

Mangalarga dá um show em pista na 42ª Expo Nacional

Evento foi realizado de 19 a 28 de novembro no Centro Hípico de Tatuí, no interior de São Paulo

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“Um verdadeiro sucesso”, foi assim que a diretoria da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM) resumiu o maior evento da raça. Trata-se da 42ª Expo Nacional, que foi realizada de 19 a 28 de novembro, na belíssima estrutura do Centro Hípico de Tatuí/SP.

“O evento superou todas as nossas melhores expectativas, não só pelo número de animais inscritos e expositores, mas pela funcionalidade do Centro Hípico Tatuí. Uma pista nova, maravilhosa, de uma qualidade muito boa e que nos proporcionou uma comunicação visual muito boa”, conta Luís Ópice presidente da ABCCRM.

Cavalo Mangalarga deu um verdadeiro show em pista – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo.

Mesmo diante da pandemia do novo coronavírus, que impediu, aliás, que a 42ª Expo Nacional fosse aberta ao público, os números de inscritos surpreenderam. Afinal, foram registradas quase 500 inscrições no evento, entre as provas de marcha, Etapa Final da Prova Cobasi de Função de Maneabilidade e o Circuito Mangalargada.

Além disso, todos os amantes da raça puderam acompanhar tudo o que acontecia em Tatuí, em tempo real, através da transmissão feita pela internet. “A comunicação visual ficou muito bonito, agradou a todos que acompanharam pela transmissão, só recebemos elogios. Como resultado, certamente, nos tivemos uma audiência muito boa e significativa”.

Se não bastasse tudo isso, é possível ainda rever os vídeos dos julgamentos no canal da ABCCRM no YouTube. Para tanto, basta clicar aqui.

Evento registrou cerca de 500 inscrições – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo.

Nível de animais em pista

Ainda de acordo com o presidente da ABCCRM, o nível dos animais em pista foi excelente. “O nível dos animais é uma maravilha. Realmente o Mangalarga precisa ser visto pelo público por conta da sua alta qualidade morfológica e de marcha. Não é falsa modéstia dizer que é o cavalo de marcha mais bonito do Brasil, que agrada a todos”.

Luis Ópice conta que durante a 42ª Expo Nacional a raça pode também resgatar a pelagem rosilha, que há muito tempo não era vista no maior evento do cavalo Mangalarga. “A raça não é a pelagem alazão, pampa, baio, amarilho, tordilho. Agora tivemos a volta da pelagem rosilha que estava a tanto tempo ausente em nossas exposições. Estamos ai tentando resgatar essa pelagem com alguns criadores”, ressalta.

Para 2021. a expectativa é para mais um grande evento. “Foi uma festa dentro de um controle rígido de presença de publico, mas que nos deixa com uma expectativa muito forte para o ano que vem. Quando a gente espera poder fazer uma exposição aberta ao público, com varias atrações. Como, por exemplo, exposição de carros antigos, provas de mula com premiação, gincana para as crianças, cavalgadas de 5 a 15 km todos os dias da exposição, jogos esportivos, festival de musica e do doce, etc”.

Estrutura do evento foi muito elogiada por todos – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo

Mangalargada e Provas Funcionais

No Circuito Mangalargada, o grande campeão foi o cavaleiro Murilo Bussab. Antes de tudo, vale lembrar que a prova consiste em uma cavalgada de 20 quilômetros com algumas regras no meio do percurso.

Por exemplo, os participantes devem cumprir a velocidade indicada durante o caminho, que varia de 6, 9 ou 12 km/h. Além disso, a disputa dura cerca de 2 horas e pode participar qualquer pessoa com um animal registrado na raça Mangalarga.

Já os campeões da Etapa Final da Prova Cobasi de Função de Maneabilidade foram: no tempo ideal, Indiana RBV e Luis Opice, enquanto no cronometrado quem subiu no lugar mais alto do pódio foi Orizona Mangalarga e Rogério Viriato.

Raça já está na expectativa para a edição de 2021 do evento – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo

Grandes Campeões da 42ª Exposição Nacional

Finalmente, mas não menos importantes, subiram ao palco os Grandes Campeões Macho e Fêmea da 42ª Expo Nacional Mangalarga.  Confira abaixo a relação:

Grande Campeã Nacional Égua: Ipanema do Morro Agudo (T.E.)
Criador: Fazenda Morro Agudo
Expositor: Haras Precioso

Grande Campeão Nacional Cavalo: Justiceiro ACF (T.E.)
Criador: Antonio Carlos Ferreira
Expositor: Haras Precioso

Grande Campeã Nacional Égua de Marcha: Gica Mangabaia (T.E.)
Criador: Paulo Pacheco Silveira
Expositor: Almiro Esteves Junior

Grande Campeão Nacional Cavalo de Marcha: Batistuta CASS (T.E.)
Criador: Cassiano Terra Simão
Expositor: Cassiano Terra Simão

Grande Campeã Nacional Égua Pampa: Ímola do PEC (T.E.)
Criador: Paulo Eduardo Corrêa da Costa
Expositor: Paulo Eduardo Corrêa da Costa

Grande Campeão Nacional Cavalo Pampa: Hisdano do PEC (T.E.)
Criador: Paulo Eduardo Corrêa da Costa
Expositor: Paulo Eduardo Corrêa da Costa

Grande Campeã Nacional de Marcha Égua Pampa: Hípica do PEC (T.E.)
Criador: Paulo Eduardo Corrêa da Costa
Expositor: Paulo Eduardo Corrêa da Costa

Grande Campeão Nacional de Marcha Cavalo Pampa: Noturno RBV (T.E.)
Criador: Luis Augusto de Camargo Opice
Expositor: Josué Eduardo Grespan

Para conferir todos os resultados das provas do evento, separadas por categoria, basta clicar aqui.

Por Natália de Oliveira
Colaboração: Pedro Rebouças
Crédito da foto em destaque: Divulgação/Fellipe Araújo.

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