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Você já ouviu falar das esculturas The Kelpies localizadas na Escócia?

Antes de mais nada, elas são um monumento à herança alimentada pela força dos cavalos em toda Escócia

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As The Kelpies são esculturas de cabeças de cavalo com 30 metros de altura. Localizam-se na Escócia, um dos países do Reino Unido, na Europa. Projetadas pelo escultor Andy Scott, as esculturas existem desde outubro de 2013, ano de início e conclusão da obra.

Assim, de acordo com as informações, as The Kelpies são um monumento à herança alimentada pela força dos cavalos em toda Escócia. Representam, sobretudo, os kelpies, espíritos da água que mudam de forma.

Uma criatura mitológica que assombrava os rios e córregos da Escócia e conhecida por possuir a força e a resistência de dez cavalos. Representam ainda a linhagem do cavalo pesado da indústria e economia escocesas. Que puxavam carroças, arados, barcaças e navios carvoeiros.

The Kelpies: Antes de mais nada, elas são um monumento à herança alimentada pela força dos cavalos em toda Escócia, no Reino Unido
Com 30 metros de altura, as The Kelpies impressionam. Atraem milhares de pessoas ao canal Forth and Clyde, que também é um parque com 350 hectares

Abertas ao público, então, em abril de 2014, nesse ano as visitas chegaram a um milhão de pessoas. Além disso, o monumento tem o objetivo de conectar 16 comunidades na área do conselho de Falkirk.

Se você se interessar, em sua próxima viagem, dê um pulo até Falkirk, cidade no centro da Escócia, a noroeste de Edimburgo e a nordeste de Glasgow. É lá que estão as The Kelpies. As cabeças de cavalo gigantes, inspiradas em seu formato no Clydesdale, levam armação de metal e revestimento de aço inoxidável.

Aliás, o Cavalgadas Brasil, nosso colunista aqui no portal Cavalus, em sua cavalgada para o País inclui as The Kelpies no roteiro. As esculturas ficam na entrada do canal Forth and Clyde, como numa espécie de portal. E são consideradas a maior escultura de equinos do mundo, pesando 300 toneladas.

Fonte: Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/Rosstheamazing

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Celebridade americana, Martha Stewart é apaixonada pelo cavalo Frísio

Eleita uma das 50 mulheres mais poderosas no mundo dos negócios pela revista Fortune, ela é escritora, apresentadora e empreendedora de sucesso

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Talvez você não conheça, mas Martha Stewart é uma personalidade do mundo do entretenimento, culinária, moda e decoração nos Estados Unidos. Para se ter uma ideia, de acordo com o site Celebrity Networth, estima-se que sua fortuna alcance os US$ 300 milhões. E entre suas paixões, os cavalos.

De fato, Martha Stewart ama cavalos e qualquer espécie de animais. Por isso, possui uma variedade de animais domésticos e cavalos, incluindo exemplares do cavalo Frísio. Antes de mais nada, ela monta e monta bem há vários anos. Entre seus bens, inclusive, há uma propriedade rural – Cantitoe Farm – em que ela abriga todos os animais e os cavalos.

Martha Stewart, eleita uma das 50 mulheres mais poderosas no mundo dos negócios, ela é atriz, escritora, apresentadora e empreendedora

Como curiosidade, há notícias na mídia internacional que contam que ela faz questão de manter uma paleta de cores específica no haras. Por exemplo, os cavalos e todos os animais são de pelagem preta. Enquanto as instalações puxam para o cinza. Será?

E essa relação que Martha Stewart tem com os cavalos ela mostra não só nas redes sociais, como também em seu blog. Aliás, ela não se detém apenas a posts que mostram os belos cavalos e as lindas paisagens. Eventualmente no blog, a celebridade dá dicas de manejo, entre outros.

Martha Stewart, eleita uma das 50 mulheres mais poderosas no mundo dos negócios, ela é atriz, escritora, apresentadora e empreendedora

Vale lembrar um pouco sobre o cavalo Frísio, o preferido de Martha Stewart. Essa raça é incrivelmente versátil. Eles podem ser vistos na arena de adestramento, em trilhas e até puxando carruagens. De cor negra, originário da Frísia, uma província dos Países Baixos (Holanda).

O cavalo Frísio é um animal de temperamento dócil e fisicamente bastante robusto. Como dado curioso, sua popularidade foi alcançada em filmes famosos como Feitiço de Áquila, entre outros. Beleza e versatilidade foram atributos que ‘roubara’ o coração de Martha Stewart.

Fonte: Cowgirl Magazine, themarthablog
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Aos 28 anos, atleta de rodeio se aposenta por risco sério de lesão

Joe Frost é primo de segundo grau da lenda Lane Frost e disputava na Montaria em Touros pela PRCA e PBR

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Um golpe duro para a vida e para a carreira do atleta de rodeio Joe Frost. Logo após quebrar a perna duas vezes ele intensificou uma propensão a ter coágulos de sangue. Assim, aos 28 anos, teve recomendação médica para se aposentar da Montaria em Touros.

Na PRCA desde 2011, o atleta de rodeio de Randlett, Utah, esteve na NFR cinco vezes (2014-18). E, segundo os registros da entidade, ganhou mais de US$ 1,2 milhão em prêmios. À célebre repórter Kendra Santos, ele disse: “Esta não foi uma decisão divertida. Mas montar em touros é arriscado o suficiente sem usar anticoagulante, então, meu objetivo de vida agora é ser um bom pai e bom marido”.

atleta de rodeio: Joe Frost é primo de segundo grau da lenda Lane Frost e disputava na Montaria em Touros pela PRCA e PBR; caso é inusitado

O uso de remédios anticoagulantes controlados surgiu na vida de Joe em 2019. Justamente quando fazia sua estreia na PBR. Quebrou duas vezes a perna direita, fato que o levou a desenvolver uma série de coágulos sanguíneos. A primeira lesão em agosto, mas ele se classificou para a final mundial. Fez cirurgia e se recuperou, porém se machucou novamente durante a decisão da temporada.

Não precisou de outra cirurgia, contudo soube em seguida a respeito da propensão às sérias e perigosas lesões por conta dos coágulos. Ele, provavelmente, precisará dos anticoagulantes para o resto de sua vida. E esses remédios aumentam, significativamente, o risco de hemorragia interna e sangramentos cerebrais se ele se envolver em um evento traumático, como o choque com um touro.

atleta de rodeio: Joe Frost é primo de segundo grau da lenda Lane Frost e disputava na Montaria em Touros pela PRCA e PBR; caso é inusitado

O avô do Joe é irmão de Clyde, pai da lenda Lane Frost, caso você tenha reconhecido o sobrenome dele. O legado da família ficará para Josh, irmão mais novo de Joe, atual quarto colocado no ranking mundial da PRCA.

Colaboração: Rodeio S.A.
Fonte: PRCA e PBR
Crédito das fotos: Divulgação/PBR, PRCA

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Você sabia que as Quirinale Dióscuros representam mitos da antiguidade?

Por causa delas, o monte Quirinal, em Roma, era conhecido, durante a Idade Média (entre os Séculos 5 e 15), como monte Cavallo; uma nomenclatura ainda utilizada no Século 19

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Domadores de Cavalos – ou Quirinale Dióscurosé um famoso par de estátuas colossais que fica na fachada do Palácio do Quirinal, em Roma, na Itália. A história conta, acima de tudo, que representam os irmãos Castor e Pólux.

Dois irmãos gêmeos da mitologia grega e romana, filhos de Leda com Tíndaro e Zeus. As terras que hoje habitam as Quirinale Dióscuros eram as antigas Termas de Constantino, no monte Quirinal. Por isso, o nome do monumento, em alusão à localização e a quem representa, os gêmeos, ou dióscuros (em grego).

Ao passar dos séculos, claro, diversas restaurações aconteceram nas gigantescas esculturas.  Em primeiro lugar, entre 1589 e 1591, o papa Sisto V patrocinou uma restauração das obras. Entre outros, as colocou sobre novos pedestais flanqueando uma fonte.

Depois, entre 1783 e 1786, colocaram as estátuas em um ângulo entre si com o Obelisco Quirinal reerguido entre elas. Obelisco, aliás, descoberto no Mausoléu de Augusto. Em 1818, instalaram a atual fonte de granito, que servia de bebedouro para o gado no Fórum Romano.

Quirinale Dióscuros: o monte Quirinal, em Roma, era conhecido, durante a Idade Média como monte Cavallo; uma nomenclatura ainda utilizada

Vale ressaltar que esse local em que estão as estátuas Quirinale Dióscuros, o Palácio do Quirinal, é ainda um antigo palácio papal. Onde mora hoje, como residência oficial, o Presidente da Itália. E, com toda a certeza, é um dos símbolos do Estado italiano.

O par, contam os registros, existe desde a Antiguidade – período que se estende desde a invenção da escrita (de 4 000 a.C. a 3 500 a.C.) até a queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C). Acima de tudo, faz parte da história da arte equina das antigas civilizações mediterrânicas, como a greco-romana.

Fonte: Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/Wolfgang Moroder

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Você sabia que a estátua Gran Cavallo é obra de Da Vinci?

Depois de 20 anos de pesquisas, o famoso artista concebeu o projeto em argila, que só foi finalizado séculos depois

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Leonardo Da Vinci fez os primeiros desenhos de Gran Cavallo em 1482. Monumentos não eram sua preferência, mas aceitou o convite do duque de Milão Ludovico Il Moro. Ele encomendou a maior estátua de cavalo do mundo a fim de homenagear Francesco, seu pai falecido.

De fato, um desafio para Da Vinci quando ele viu uma oportunidade de colocar em prática anos de estudos e observações sobre o movimento e expressão dos corpos. Em primeiro lugar, o artista observou e analisou os cavalos dos estábulos do castelo.

Registrou, em diversos manuscritos, diferentes movimentos do animal com o intuito de compreender a centelha de vida que vibrava naqueles corpos e que promovia expressões tão intensas.

Usou todos os seus recursos e demorou 20 anos até chegar ao primeiro modelo do monumento equestre Gran Cavallo. Finalizou em argila o protótipo de 7 metros de altura. Em seguida, estudou como adicionar o bronze a fim de finalizar a obra.

Contudo, em meados de 1494, Ludovico utilizou todo o bronze para criar canhões e as tropas usaram o modelo de argila de Gran Cavallo para praticar tiro. O tempo passou e séculos depois a história do monumento de Da Vinci virou notícia novamente.

Charles C. Dent, em 1977, e depois Frederik Meijer, em 1994, assumiram o projeto. Foram criadas duas estátuas em tamanho original. A primeira está na entrada do Hipódromo de San Siro, em Milão, Itália; enquanto a segunda encontra-se no Meijer’s Garden, em Michigan, Estados Unidos.

Ainda há mais duas réplicas menores. Uma de 3,6 metros de altura, instalada na cidade natal de Charles C. Dent. E a segunda, de 2,4 metros de altura, na cidade natal de Da Vinci, em Vinci, na Itália.

Fonte: leonardodavinci.cc
Crédito da foto: Divulgação/Guia de Milão

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Você sabia que os Cavalos de São Marcos revelam história milenar?

Quatro estátuas de cavalos, forjadas em bronze no Século 4 a.C. fazem parte da história de conquistas de reinos, impérios e ducados da época

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Quando tiver oportunidade de ir à Itália, visite na Basílica de São Marcos, em Veneza, os Cavalos de São Marcos. Verdadeiras relíquias históricas que encontram-se em exposição após milênios mudando de mãos e localização. São o único exemplo sobrevivente da Antiguidade Clássica de uma estátua monumental da Quadriga.

Além disso, essas antigas estátuas de Constantinopla são incomparáveis. Viajantes do tempo, forjadas em bronze pelo escultor grego Lísipo, réplicas ainda podem ser vistas da Praça de São Marcos, em Veneza, e em Paris, na França.

Lísipo foi um escultor grego do Século 4 a.C., um dos artistas mais apreciados em seu tempo. Quando jovem aprendeu sozinho a arte da escultura. Todos os seus trabalhos, característicos por figuras atléticas, de corpos vigorosos e fortes, foram feitos em bronze.

A encomenda da obra partiu de Caio Plínio Segundo, escritor, historiador, gramático, administrador e oficial romano. Ademais, ele era filho de um cavaleiro romano. As quatro esculturas que formam os Cavalos de São Marcos também são conhecidas como Cavalos de bronze de Constantino.

Cavalos de São Marcos: 4 estátuas de cavalos, forjadas em bronze no Século 4 a.C. fazem parte da história de conquistas de reinos, impérios

Viagens ao longo do tempo

Com uma história milenar, já no Século 2 a quadriga foi tomada pelo imperador Trajano, que as transportou para Roma. Instaladas sobre o Arco de Trajano. No Século 4, o imperador Constantino as teria enviado para Constantinopla, nova capital do Império. A obra ornamentou o Hipódromo de Constantinopla construído em 203.

Mudando de mãos novamente, os Cavalos de São Marcos, em 1203, chegaram a Enrico Dandolo, doge de Veneza. Ele se apoderou dos cavalos durante o saque de Constantinopla pela Quarta Cruzada e os transportou de volta para a península Itálica. Instalados, então, na fachada da Basílica de São Marcos – daí seu nome atual.

Mas outro imperador ainda se envolveria com os cavalos de bronze. Napoleão Bonaparte, então general chefe do exército que invadiu a península Itálica, na sua primeira campanha (1796-1797), tomou Veneza. Levou as estátuas para Paris e as colocou no Arco do Triunfo do Carrossel, construído entre 1807 e 1809.

Após a Batalha de Waterloo e a queda de Napoleão, a quadriga voltou para Veneza e à praça de São Marcos em 1815. O que se vê hoje dentro da Basílica, desde a década de 1980, são os cavalos originais, e as réplicas estão na fachada, com o intuito de proteger tão antigo patrimônio cultural.

Fonte: Wikipedia, guarientoportal
Crédito das fotos: Divulgação/Wikipedia

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Você sabia que o cavalo branco de Uffington sobreviveu intacto por 3 mil anos?

Este geoglifo de cavalo gigante encontra-se em um vale perto da vila de Uffington, em Oxfordshire, Inglaterra, no topo de um morro batizado como Uffington White Horse

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O cavalo branco de Uffington é, sem dúvida, um exemplo da tradição de esculturas de cavalos em colinas. Existiram há milhares de anos e continuam na atualidade como movimentos de arte históricos. Nesse caso, uma colina pré-histórica na Inglaterra foi esculpida na forma do cavalo.

Antes de tudo, você precisa saber que geoglifo é uma grande figura feita no chão, em morros ou regiões planas. Por isso, o cavalo branco de Uffington é um geogrifo de um cavalo gigante. Encontrado em um vale perto da vila de Uffington, em Oxfordshire, no topo de um morro batizado como Uffington White Horse.

Contra todas as probabilidades, então, o cavalo branco de Uffington sobreviveu intacto durante três milênios. A figura no morro é um pictograma de giz do tamanho de um campo de futebol, visível a 32 quilômetros de distância. Mas, como conquistou esse nível de conservação?

Graças aos moradores da região. Em resumo, eles têm uma tradição histórica: a cada sete anos se juntam com martelos, baldes de giz e joelheiras a fim de limpar e reforçar as formas do antigo geoglifo. Legal, né? Veja na foto:

O cavalo branco de Uffington encontra-se em um vale perto da vila de Uffington, em Oxfordshire, Inglaterra, no topo de um morro

Contudo, os ingleses sequer imaginavam que o cavalo representava uma obra milenar. Nesse sentido, a datação só foi possível após uma análise minuciosa do solo e das pedras abaixo da imagem branca. Descobriu-se, então, que o cavalo branco de giz, na verdade, era uma escultura cravada em pedra, com meio metro de profundidade.

O primeiro a documentar a existência do monumento foi antiquário Francis Wise, que escreveu sobre ele em 1736. Porém, ninguém sabe com exatidão a origem da obra. Por outro lado, para os habitantes locais, o cavalo faz parte do cenário da vida cotidiana.

Fonte: Socientifica, Hisour.com, Aventurasnahistoria
Crédito das fotos: Divulgação/AP Photo/Emily Cleaver

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Você sabia que o Team Roping profissional não tem força no Canadá?

Por exemplo, no famoso e tradicional Calgary Stampede nunca houve uma competição de Team Roping; e pela associação do rodeio completo de lá a modalidade só entrou em 2000

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Estamos tão acostumados com as provas de Team Roping – Laço em Dupla – que é difícil pensar que no Canadá, país com força nos esportes equestres, seja ainda uma modalidade tratada como amadora. E por amador, entre outros pontos, com prêmios não tão altos como no profissional e a exclusão em grandes eventos.

Sem dúvida, o Team Roping se desenvolve a cada dia no Canadá, graças os próprios competidores que buscam sempre mais espaço e notoriedade para o esporte. A CPRA – Canadian Professional Rodeo Association premia campeões desde 1945, mas somente em 2000 realizou a primeira final do Team Roping do campeonato de rodeio completo canadense.

Murray Linthicum, um laçador experiente, lembra para a Spin to Win Rodeo Magazine que até então, a fim de praticar e competir por bons prêmios nesse esporte, precisavam cruzar a fronteira para os Estados Unidos. Os laçadores tiveram que ‘suar a camisa’ para conseguir esse espaço no Canadá. A organização da CPRA não ofertou premiação na final, por exemplo. Os próprios laçadores que foram atrás de patrocínio para viabilizar a competição.

Por exemplo, no famoso e tradicional Calgary Stampede, rodeio centenário, nunca houve uma competição de Team Roping até hoje na programação

Team Roping em Calgary

Aos poucos a situação mudou, mas ainda não chegou ao nível de um campeonato mundial da PRCA nos Estados Unidos. Há uma evolução, isso é certo. De 2000 para cá o Team Roping nunca mais saiu da grade da CPRA e vários rodeios aderiram ao esporte. Mas, ainda existe resistência, como para o tradicional Calgary Stapede, um dos rodeios mais famosos do mundo.

Entre os motivos, falta de espaço no camping e na grade da programação. Até que ano passado firmaram uma parceria com a PRCA, que exige que o rodeio parceiro realize todas as modalidades quando for um evento completo.

Assim, para que o Stampede contasse de fato para o ranking mundial da PRCA a modalidade Team Roping entrou na jogada. 2020 seria a primeira edição – desde que Calgary realizou o primeiro rodeio em 1912 – em que o Laço em Dupla faria parte da programação. O que devemos ver em 2021 caso não cancelem o rodeio por conta da Covid-19.

Fonte: Team Roping Journal
Colaboração: Rodeio S.A.
Crédito das fotos: Divulgação/TRJ

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Fotógrafo brasileiro é único da categoria com 100 mil no Youtube

Você sabia que André Silva é também o primeiro fotógrafo sul-americano a conquistar o Card da PRCA?

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Acostumados a ver artistas consagrados com a plaquinha de 100 mil inscritos no Youtube, mês passado foi a vez de vermos um brasileiro do rodeio atingir essa marca. André Silva, portanto, tornou-se o primeiro profissional da área de fotografia no rodeio com esse número extraordinário para o segmento. E, de acordo com o Rodeio S.A., comemorou com uma série de vídeos com os competidores.

Assim sendo, o fotógrafo André Silva entrou para um seleto grupo de criadores de conteúdo do rodeio mundial. Entre pessoas físicas desse nicho, poucos são os que chegaram a esse marco. Em outras palavras, fica até difícil nominar, já que não existe uma fonte de consulta precisa. Podemos citar, talvez, a Fallon Tayllor, fenômeno de interatividade.

Você sabia que André Silva é também o primeiro fotógrafo sul-americano a conquistar o Card da PRCA? Agora ele tem 100 mil no seu Youtube
O bullrider Fabiano Vieira abriu a placa em vídeo no canal

Com a humildade que lhe é peculiar, aliás, algumas semanas depois do anúncio, ao receber oficialmente a placa comemorativa enviada pela plataforma, Andrézão decidiu celebrar a conquista ao lado dos competidores. Se você ainda não viu o conteúdo e gosta de rodeio, vale à pena. Um dos sucessos do canal, por exemplo, é o quadro Conversa de Cowboy, que está perto de bater 130 vídeos.

“Eu sou responsável apenas por ‘um pingo’ dessa marca. Todo o resto eu devo, principalmente, aos competidores que emprestam sua imagem ao canal. Bem como às pessoas que assistem e aos que são inscritos”, declara o fotógrafo brasileiro.

Desde 2016 nos Estados Unidos, André é o fotógrafo oficial do Velocity Tour da PBR. Respeitado por seu trabalho e dedicação, ele não para de buscar conhecimento e crescimento profissional. Tanto é que também é o único fotógrafo sul-americano a ter passe livre para trabalhar nos rodeios da PRCA também.

Colaboração: Abner Henrique/Rodeio S.A

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De amazona, Carola Brighenti chegou ao comitê dos Jogos Olímpicos

Ex-atleta de Concurso Completo de Equitação, a italiana atua como coordenadora das provas de CCE dentro do Comitê Olímpico

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Imagine você passar uma parte da vida praticando um esporte qualquer. Chegar ao ponto até de defender seu país em competições para jovens. E quando resolver parar com as provas continuar no esporte de alto rendimento como parte da organização de uma Olimpíada? Para a italiana Carola Brighenti, 31, isso é uma realidade.

A italiana não nasceu em uma família que convivia com cavalos, mas ainda criança montou pela primeira vez nas férias. Com 5 anos de idade entrou em aulas de equitação na cidade onde nasceu, Brescia, norte da Itália. Antes de mais nada, largou o ballet clássico a fim de se dedicar aos cavalos.

Anos mais tarde, com 12 anos, apaixonou-se pelo Concurso Completo de Equitação. Seu objetivo não era competir profissionalmente, contudo acabou defendendo a Itália no Campeonato Europeu de Juniores e Jovens Cavaleiros. Paralelamente, Carola Brighenti formou-se em Literaturas Modernas. Em seguida fez pós-graduação em Línguas e Mestrado em Gestão de Eventos.

Carola Brighenti
Em ação no CCE

Quando decidiu largar as pistas não queria sair totalmente do ambiente equestre. Foi então que passou a trabalhar com eventos esportivos de modalidades a cavalo. Atuou na equipe organizadora do Blair Castle Horse Trials em 2017 e 2018. Até que chegou ao cargo de coordenadora de CCE para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021.

Trabalhar em um evento tão grande como esse parece o sonho de qualquer apaixonado pelo esporte equestre. Carola Brighenti, porém, lembra que um dia normal de trabalho requer muitas horas longe das pistas e cavalos e mais perto do computador.

Ela planeja e coordena uma equipe on-line hoje, mas também há trabalho de campo, checando se está tudo certo com as instalações do Sea Forest Waterway em Tóquio, local das provas de Hipismo.  

Fonte e Fotos: FEI

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Você sabia que 94 pontos é a nota mais alta no Bareback?

Essa pontuação foi marcada apenas seis vezes na história do rodeio, incluindo as duas vezes de Tim O’Connell

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Tricampeão mundial de Bareback pela PRCA, Tim O’Connell entrou para o livro de recordes da ProRodeo mais uma vez. Durante a etapa de Weatherford, Texas, no começo de abril, recebeu dos juízes a nota 94 logo após sua montaria em Gun Fire. Essa foi a sexta fez que a pontuação foi atribuída na história do rodeio nos EUA.

Experiente aos 29 anos, na PRCA desde 2012, Tim O’Connell sabia que tinha feito uma grande apresentação. Assim que desmontou de Gun Fire – que ele considera um cavalo acima da média – ficou de olho no placar aguardando sua nota. Sua expectativa tinha um motivo, que se confirmou logo em seguida: igualou novamente o recorde mundial no Bareback.

Aliás, ele mesmo marcou 94 pontos ano passado abordo de Stevie Knicks na etapa de San Angelo. Feitos que se juntam aos de outros quatro atletas: Wes Stevenson, 94 pontos em Cover Girl, etapa de Dallas 2002; Will Lowe em Sky Reach, rodeio de Omaha 2003, 94 pontos; Ryan Gray, 94 pontos em Grass Dancer, em Eagle 2009; e por fim, Tilden Hooper, em Big Tex, na cidade de Silver City em 2010, 94 pontos.

“Marcar duas vezes a maior nota do Bareback em minha carreira é, simplesmente, especial. Eu não sabia o que aconteceria nesse rodeio, mas sentia que algo de muito bom estava para acontecer. Além disso, uma conquista ao lado de muitos amigos e colegas da modalidade, comemorando comigo. Isso significa mais do que qualquer coisa”.

Tim O’Connell, de Zwingle, Iowa, tem quase US$ 2 milhões em ganhos em sua carreira no Bareback. São três títulos mundiais, de 2016 a 2018, assim como três vitórias na média da NFR (2016-18); e sete qualificações para a NFR (2014-20).

Fonte: ProRodeo
Crédito da foto: Divulgação

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