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Você sabia que tem campeão do Golfe na Apartação?

Número 1 do mundo nas décadas de 1970 e 1980, na ativa até hoje, o norte-americano Tom Watson tem a Apartação como segundo esporte

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Aos 71 anos, Tom Watson ainda joga Golfe no circuito dos campeões pelo mundo. A Apartação entrou em sua vida através da esposa Hilary em 2002. Contudo, o que era uma alegria para o casal agora é a válvula de escape do campeão a fim de lidar com a morte dela.

Nascido em Kansas City, Missouri, Tom Watson foi influenciado a praticar Golfe por influência do pai. O talento esportivo, então, apareceu quando ele ainda estava no ensino médio. Venceu torneios amadores e universitários em sua trajetória ao Golfe profissional.

Nas décadas de 1970 e 1980, Watson foi classificado como o jogador número um do mundo, vencendo oito torneios majors. Terminou como líder na lista de ganhos do circuito profissional em cinco temporadas. Ademais, acumula em sua carreira muitas vitórias no PGA Tour e em outros circuitos também. Faz parte, aliás, do Hall da Fama do Golfe Mundial.

Número 1 do mundo nas décadas de 1970 e 1980, na ativa até hoje, o norte-americano Tom Watson tem a Apartação como segundo esporte
Tom Watson ao lado da esposa Hilary Watson – Foto/Divulgação: Michael Cohen-Getty Image

Hilary Watson deixou o Salto e apaixonou-se pela Apartação. Assim, levou o marido para as pistas junto com ela. Demorou um pouco, mas ele se rendeu. Os dois participavam juntos dos eventos na categoria Amador.

A maior nota que ele tirou foi um 74, revelação feita à uma reportagem veiculada ano passado. Ela lutava contra um câncer e não resistiu. Tom ficou sozinho agora e usa o cavalo para amenizar um pouco da saudade. Vai aos eventos, pois além de amar a Apartação como a esposa, se sente acolhido pela comunidade do cavalo.

Os treinos com os cavalos na fazenda deles em Kansas City não são os mesmos, mas ele segue. Definitivamente, ele sente que pertence a esse novo mundo.

Fonte: GolfWeek e Wikipedia
Crédito da foto de chamada: Cortesia/NCHA

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Você sabia que a Missa do Vaqueiro tem origem com o ‘Rei do Baião’?

Realizada desde 1970, é um evento religioso, tradicional na cultura popular do sertão pernambucano

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Uma tradição cinquentenária, pela primeira vez a Missa do Vaqueiro aconteceu sem público em 2020. A pandemia da Covid-19 interrompeu, momentaneamente, a tradição de reunir centenas de vaqueiros em Serrita/PE. Contudo, uma celebração simbólica marcou os 50 anos do evento idealizado pelo ‘Rei do Baião’.

De fato, essa celebração teve origem a partir do desaparecimento do vaqueiro Raimundo Jacó, primo de Luiz Gonzaga, cantor e compositor pernambucano. Considerado de muita coragem do Sertão nordestino, Jacó foi assassinado traiçoeiramente em 1954 nas caatingas do Sítio das Lages, distrito do município de Serrita.

A primeira homenagem de Luiz Gonzaga foi a música ‘A morte do vaqueiro’. Criada a fim de lembrar a morte do e imortalizada no LP ‘Pisa no Pilão (Festa do Milho)’ de 1963. Sete anos depois, o ‘Rei do Baião’ voltou a homenageá-lo criando, junto com o padre João Câncio, a Missa do Vaqueiro.

Realizada desde 1970, a Missa do Vaqueiro é um evento religioso, tradicional na cultura popular do sertão pernambucano, ideia do Rei do Baião

Celebrada sempre no terceiro domingo do mês de julho, ao ar livre, em um local onde foi construído um altar de pedra rústica em forma de ferradura. Vaqueiros de vários estados do Norte e Nordeste se confraternizam diante da fé cristã. Todos de gibão, chapéu de couro e perneira, como se vestem tradicionalmente. Celebrando bravura, dedicação e a fé do homem sertanejo.

Além da Missa, os vaqueiros participam da tradicional Pega do Boi. Para a cidade, é uma alegria, já que a programação começa uma semana antes com Vaquejada, banda de pífanos, zabumbeiros, sanfoneiros, comida típica, exposição de artesanatos.

Para 2020 não passar em branco então, a Fundação Padre João Câncio, que organiza o evento, preparou uma peça musical Rezas do Sol com artistas que gentilmente de suas casas realizaram uma Live transmitida pelo Youtube.

Fonte: basilio.fundaj, diariodonordeste
Crédito das fotos: Divulgação/G1 e Diário do Nordeste

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Cavalos que têm ligação com o Brasil foram finalistas em prova importante

O NRCHA Celebration of Champions, primeiro grande evento da NRCHA de Working Cow Horse da temporada nos Estados Unidos, tem em sua programação o World’s Greatest Horseman

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‘O Melhor dos Melhores’! Esse é, sem dúvida, o ponto alto do NRCHA Celebration of Champions, primeiro grande evento da NRCHA de Working Cow Horse da temporada. O curioso na edição 2021, no entanto, foi a presença entre os finalistas de dois cavalos que têm ligação com o Brasil.

O World’s Greatest Horseman, traduzindo de forma literal, quer dizer: Maior Cavaleiro do Mundo. Isso porque o cavaleiro e seu cavalo em um mesmo evento competem em quatro diferentes provas. Mostram para os juízes, então, suas habilidades no trabalho de rebanho (cowhorse), trabalho de rédeas, trabalho com gado (apartação) e guia de parada (laço).

De 58 cavalos das classificatórias, 11 chegaram à final e dois cavalos que têm ligação com o Brasil

CSR Lay Down Sally é irmã própria de Dual Patron, de propriedade do Haras Império. Enquanto a mãe de Dual Chexx, Starlight Chex, é de propriedade de Valtoir Ferreira da Silva e mãe de Real Starlight Gun, campeão Potro do Futuro da ANCR.

CSR Lay Down Sally, apresentada por Chris Dawson, encerrou a sua participação em quinto lugar. Sua melhor prova na final foi Steer Work, ou seja, o trabalho com o laço. Antes de mais nada, seus pais são Dual Spark e Look At Her Glo, reprodutores também de propriedade do Haras Império, de Cassilândia/MS. Dual Patron, que é do criatório e também está no Brasil, é um cavalo ganhador em provas de laço, assim como seus pais produziram outros campeões nessa modalidade.

Sexta colocada, apresentada por Jake Gorrell, Dual Chexx é filha de Starlight Chex. A matriz compõe o plantel do criador Valtoir Ferreira da Silva, do Haras Gravataí, no Rio Grande do Sul. Entre outros, Starlight Chex é mãe de Real Starlight Gun, de Joana Azevedo. Os dois foram campeões do Potro do Futuro da ANCR Amador em 2018 e são os atuais campeões Nacionais de Rédeas pela ANCR Amador 2020.

Fonte: NRCHA e Plusoneandahalf
Na foto de chamada: CSR Lay Down Sally/crédito: Reprodução/Instagram

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Você conhece os presidentes dos EUA que gostam de cavalos?

Desde que foi criado em 1789, o cargo já foi ocupado por 45 pessoas e cinco eram apaixonados e muito ligados aos cavalos

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O presidente dos Estados Unidos é o chefe de Estado e chefe de governo do País. Dessa forma, alguns deles ao longo de mais de 230 anos tinham nos cavalos uma forma de lazer. Imagine só, comandar a maior nação do planeta deve ser algo estressante. Por outro lado, para alguns era instrumento de trabalho.

Desde que foi criado em 1789, o cargo de presidente dos EUA já foi ocupado por 45 pessoas e 5 gostam de cavalos e eram apaixonados por eles
Entre os presidentes dos EUA que gostam de cavalos, o famoso Theodore Roosevelt – Foto: friendsofsagamorehill

Desde os primórdios

Como general das forças armadas, andar a cavalo era uma obrigação para o presidente George Washington (1789-1797). Ele começou a cavalgar muito jovem e tinha um profundo respeito por seus parceiros equinos. Durante a Guerra Revolucionária, preferiu montar seu cavalo, Nelson. No entanto, a maioria das pinturas o mostra em seu cavalo tordilho, Blueskin.

O 18° presidente, Ulysses S. Grant (1869-1877), tinha uma incrível habilidade para cavalgar. Dessa forma, sempre foi muito estimado por sua proficiência a cavalo. Ele não era apenas um cavaleiro, mas também um treinador. Ou seja, conhecido por sua habilidade para manejar cavalos. Há rumores de que com apenas 7 anos de idade, Grant ensinou um potro, até então xucro, a puxar um trenó a fim de carregar lenha em apenas um dia.

Como presidente, Theodore Roosevelt (1901-1909) mantinha vários cavalos nos estábulos para que sair e cavalgar a hora que quisesse sozinho ou com os filhos. Ele cresceu cavalgando em fazendas nas Dakotas (Sul e Norte). Roosevelt  fez parte ainda dos Rough Riders (Primeiro Regimento de Cavalaria Voluntária dos Estados Unidos) na Guerra Hispano-Americana.

Desde que foi criado em 1789, o cargo de presidente dos EUA já foi ocupado por 45 pessoas e 5 gostam de cavalos e eram apaixonados por eles
Lyndon B. Johnson também está entre os chefes de estado da nação americana que gostam de cavalos – Foto: historic_imagery

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Lyndon B. Johnson (1963-1969), o 36° presidente, cresceu no trabalho com gado em uma fazenda no Texas. A casa da fazenda na propriedade, inclusive, tinha o nome de Casa Branca do Texas. Famoso por criar gado Hereford, o Rancho LBJ participava de exposições e seus animais tinham grande valor. Ao longo de sua carreira política, ele ajudaria a manter o rancho, local em que foi quando se aposentou.

Já o presidente Ronald Reagan (1981-1989) usou cavalos para fazer uma pausa em sua carreira política. Tanto é verdade, que criou a Unidade Montada de Serviços Secretos. Ele era dono de um rancho em Santa Bárbara, Califórnia, conhecido como ‘Ranch in the Sky’. Sua esposa Nancy também era vista cavalgando ao lado dele.

Fonte: Cowgirl Magazine
Na foto de chamada: George Washington|Crédito: thesummitlighthouse

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