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Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres

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Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo

Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo

O 5° Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA terá nesta edição comemorativa como tema ‘Mulher Brasileira: A Voz Global’. Portanto, espera reunir cerca de 2.100 participantes do Brasil e de outros países para debater o protagonismo feminino no setor.

O CNMA 2020 será realizado nos dias 27 e 28 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo/SP. E comemora cinco anos de evento.

Assim sendo, uma pesquisa inédita, que traçou o perfil da mulher no agronegócio brasileiro, conduzida em parceria com a ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio e a empresa de auditoria PwC, deu origem à história do CNMA em 2016.

“Foi quando nasceu em nós o desejo de debater a atuação feminina no setor e criar um evento totalmente delas. Naquele primeiro ano reunimos 600 mulheres e exploramos o tema ‘Desenvolvendo oportunidades na era da eficiência e sensibilidade’”, conta a então show manager do evento na ocasião, Renata Camargo.

Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo

Edições

Com o sucesso da primeira edição, em 2017, o próximo passo foi debater a ‘Liderança globalizada, empreendedora e integrada’. Mulheres de várias partes do Brasil prestigiaram palestrantes nacionais e internacionais e também fazendo parte de um grande movimento que o CNMA começava a colocar em evidência: o do protagonismo das mulheres no agronegócio.

Na ocasião, a alta procura pela participação no evento fez com que as inscrições batessem recorde de público e os mil ingressos se esgotaram dois meses antes do evento.

Em 2018, com o tema ‘2030: o futuro agora, na prática’, a organização buscava uma mulher real para representar as milhares de profissionais que atuam no agro do Brasil. Assim foi escolhida Elizana Baldissera Paranhos, engenheira agrônoma, mãe de três filhos e produtora de cereais como embaixadora.Foram 1.500 congressistas nacionais e internacionais, um novo recorde de público.  

A terceira edição do CNMA também lançava duas novidades: o prêmio ‘Mulheres do Agronegócio’, realizado pela Bayer. Em parceria com a ABAG visou reconhecer e valorizar a importância da presença feminina no campo e incentivar a atuação delas no setor.

E ainda a Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio, da Corteva, também em parceria com a ABAG e a Fundação Dom Cabral (FDC), para capacitar as mulheres brasileiras que tiram seu sustento e de suas famílias da atividade no campo.

Em 2019, a embaixadora escolhida foi a produtora rural, pecuarista e empresária Norma Gatto. Faltando um mês para o evento, todas as inscrições se esgotaram. Foram 1.900 congressistas e mais de 50 patrocinadores.

Antes de mais nada, outra novidade da edição foi o lançamento da campanha #minhavoznoagro. Só para exemplificar, as congressistas tiveram a oportunidade de subir no palco e contar suas histórias de sucesso, seus objetivos e compartilhar dificuldades.

Edição comemorativa do CNMA espera reunir 2.100 mulheres Evento completará cinco anos e acontece na capital do Estado de São Paulo
Sonia Bonato – Foto: Rinaldo de Oliveira

Edição comemorativa de cinco anos

O encontro deste ano abordará temas estratégicos que contribuirão para se deslumbrar um cenário pós-pandemia no agronegócio. Entre eles: Ambiente Econômico Político, Comércio Internacional, Visão e Gestão de Negócio, além das perspectivas 2020-2021. O evento contará ainda com ações especiais em comemoração aos cinco anos desse movimento que é o CNMA, em busca do protagonismo feminino.

A primeira delas é a nomeação da embaixadora, a agropecuarista Sônia Bonato. Que foi, portanto, homenageada pelo Prêmio Mulheres do Agro Bayer na edição de 2019. “É um grande orgulho poder representar as mulheres do agronegócio e uma honra ter um Congresso que nos leva a conhecer melhor o nosso potencial”, afirma Sônia.

Entre as novidades está a criação de um comitê com representantes de empresas, entidades e formadores de opinião do setor. Sobretudo, a fim de formatar conteúdos que contribuirão para a programação do evento. Terá a curadoria do professor e jornalista, José Luiz Tejon Megido

Além da arena principal, que este ano será dividida em cinco partes, a edição comemorativa contará com a Arena do Conhecimento ativa durante os intervalos, com capacidade para 50 pessoas, nos dois dias.

Mais informações e inscrições: www.mulheresdoagro.com.br.
Fonte: Attuale Comunicação
Crédito da foto: Divulgação/CNMA

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Ex-Ministro da Agricultura do Brasil é indicado ao Prêmio Nobel da Paz 2021

Alysson Paolinelli é uma figura importante para o agro brasileiro, com diversos feitos de destaque no setor

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O diretor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Durval Dourado Neto, protocolou a indicação de Alysson Paolinelli ao Prêmio Nobel da Paz 2021. A nomeação, portanto, já está com o Conselho Norueguês responsável por premiar os vencedores, o The Norwegian Nobel Committee.

Antes de mais nada, especialistas confirmam indicação de Alysson Paolinelli ao Prêmio Nobel da Paz 202 com base na sua dedicação ao conhecimento científico e desenvolvimento da agricultura tropical.

Alysson Paolinelli é ex-Ministro da Agricultura e fundador – no final da década de 60 – da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (Embrapa). Mineiro de Bambuí nasceu em 1936 e formou-se em 1959 em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Lavras.

Feitos

Em 1971, Paolinelli assumiu a Secretaria de Agricultura de Minas e criou incentivos e inovações tecnológicas para o Estado. Nessa época, por exemplo, Minas Gerais era o maior produtor de café do Brasil.

Alguns anos depois, aceitou o cargo de ministro da Agricultura no governo de Ernesto Geisel (1974 a 1979). Como Ministro, modernizou a Embrapa e promoveu a ocupação econômica do Cerrado. Envolvido na política, em 1986 elegeu-se deputado federal por Minas Gerais. 

Alysson Paolinelli, figura importante para o agro brasileiro, foi indicado pelo diretor da Esalq ao Prêmio Nobel da Paz 2021
Foto: Agência Senado

O indicado brasileiro ao Prêmio Nobel da Paz 2021 sempre incentivou a pesquisa, a ciência e a tecnologia. De tal forma que, entre outros feitos, implantou um programa de bolsa de estudos para estudantes brasileiros em diversos centros de pesquisa em agricultura pelo mundo.

Cuidou também da reestruturação do crédito agrícola e do reequacionamento da ocupação do bioma amazônico. Sobretudo, foi com a iniciativa de Paolinelli que o Brasil se tornou uma potência alimentar para todo o planeta.

Tem fama de, desde jovem, ter talento para revolucionar setores inteiros. Sua carreira conta ainda com o cargo de presidente do Banco do Estado de Minas Gerais, assim como presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Em 2006, Paolinelli ganhou o prêmio World Food Prize, o equivalente ao Nobel da alimentação. De acordo com o site da Esalq, em junho do ano passado assumiu como Titular da Cátedra Luiz de Queiroz de Sistemas Agropecuários Integrados.

Fonte: Esalq, Wikipedia, Canal Rural
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Esalq

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5G vai trazer US$ 77 bilhões para agricultura

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Transformação digital para a agricultura pode ser “um dos motores da recuperação econômica do país no pós-pandemia”

A chegada da internet 5G no Brasil deve ampliar em cerca de US$ 77 bilhões os ganhos na agricultura. É o que aponta estudo elaborado em conjunto pela Nokia e pela Omdia. Representará, acima de tudo, uma “verdadeira transformação digital. Assim como impulsionará a produtividade na América Latina. Principalmente no Brasil, com ganhos significativos para a economia”.

De acordo com o White Paper ‘Why 5G in Latin America?’, o impacto econômico estimado é de até um ponto percentual a mais no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Conforme os autores, essa transformação digital pode tornar-se “um dos motores da recuperação econômica do país no pós-pandemia”.

Destaque

O estudo aponta o cenário brasileiro com destaque. A expectativa é que o 5G tenha um impacto de até US$ 1,2 trilhão no Produto Interno Produto do país no período de 2021 até 2035. “Os setores mais positivamente impactados serão: Tecnologia, Informação e Comunicação (US$ 241 bilhões). Em seguida, Governo (US$ 189 bilhões), Manufatura (US$ 181 bilhões), Serviços (US$ 152 bilhões). Por fim, Varejo (US$ 88 bilhões), Agricultura (US$ 77 bilhões) e Mineração (US$ 48,6 bilhões)”.

Aliás, o documento ainda aponta que a agricultura no Brasil é altamente produtiva. Sobretudo, orientada para a exportação, com importantes efeitos em outras indústrias. A saber: Manufatura e Serviços. Por isso, o 5G tem o potencial de ser a única camada necessária para conectar casos de usos diferentes.

Por exemplo, coleiras de animais, sistemas de irrigação, sensores de equipamentos, câmeras, veículos autônomos e UAVs (drones). A maioria das fazendas no Brasil não possui cobertura de celular, portanto os ganhos potenciais são grande. Conectar a força de trabalho e a infraestrutura pode ter um impacto significativo na produtividade do setor. Principalmente, considerando a possibilidade de avançar diretamente para o 5G.

Análise

Ari Lopes, analista sênior da Omdia, afirma que o 5G terá força. De acordo com ele, “trará grandes impactos para a sociedade e muitos benefícios também. O estudo voltado para a América Latina com a Nokia traz informações interessantes. Antes de mais nada, de como a tecnologia poderá ser aproveitada e o que há em jogo com o atraso da adoção do 5G”.

Para Wilson Cardoso, diretor de soluções da Nokia para a América Latina, o 5G “não é apenas um G. Proporcionará a digitalização da sociedade e todas as máquinas, equipamentos e sensores. Um grande impulso na economia. Além de que todos os elementos conectados irão buscar e trazer informações. Estamos ansiosos em contribuir para o debate público sobre a importância da adoção do 5G na América Latina e no Brasil”.

5G vai trazer US$ 77 bilhões para agricultura. Transformação digital pode ser um dos motores da recuperação econômica do país no pós-pandemia
Foto: Pixabay

CNA mostra que agro abre 86,2 mil vagas e lidera expansão de vagas de janeiro a julho de 2020

O setor agro abriu mais de 86,2 mil postos de trabalho de janeiro a julho deste ano. Como aponta análise feita pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Ao analisar dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.

A agropecuária seguiu liderando a geração de novas vagas de trabalho em 2020. Depois de ser o único setor de atividade econômica a abrir vagas no primeiro semestre do ano. Foram 62.663 mil no acumulado dos primeiros seis meses. Segundo o levantamento, em julho o setor apresenta novo saldo positivo com a abertura de mais 23 mil vagas.

Os principais segmentos que mais abriram vagas em julho foram produção de lavouras temporárias, produção de lavouras permanentes. E ainda hortícolas, criação de bovinos, florestas plantadas, criação de aves e criação de suínos. Principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Bahia.

O setor da construção civil também teve aumento dos postos de trabalho, com 8.742 mil de janeiro a julho. Acesse o comunicado técnico da CNA e veja o comparativo entre os setores da economia e o saldo líquido de vagas entre janeiro e julho de 2020.

Fonte: Agrolink / CNA
Crédito da foto: Portal Campo e Negócios

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3 mil caminhões estão atendendo pecuaristas por aplicativo

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O serviço, voltado para criadores de todos os portes, permite a contratação de frete e seguro por meio do celular

De olho no potencial da pecuária brasileira, o braço de transportes da JBS está investindo um milhão de reais no Uboi, aplicativo que atende pequenos, médios e grandes pecuaristas. A ideia, portanto, é usar a frota do grupo para transportar gado de terceiros, um nicho de negócio altamente especializado e com grande demanda no Brasil.

De acordo com a revista Exame, o volume de abates no país gira em torno de 35 milhões de cabeças ao ano. Para cada bovino abatido, ocorrem pelo menos dois transportes – entre engorda e destino final. Com isso, o potencial desse nicho de negócio é de no mínimo 70 milhões de cabeças transportadas por ano.

O serviço do Uboi poderá ser contratado, inicialmente, por produtores dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e na região do Vale do Araguaia, Mato Grosso. A meta é ampliar o alcance nos próximos meses para áreas que contam com operações da JBS.

100% monitorado, para o Uboi são três mil veículos para transporte de gado, somando a frota própria, de 600 caminhões, e a terceirizada. Além disso, o aplicativo é muito intuitivo e que, em três telas é possível fazer o pedido do frete. Para os pecuaristas mais tradicionais, com pouca intimidade com tecnologias, a empresa também tem atendimento por telefone.

Sem metas, o Uboi deve continuar expandindo a oferta para outras regiões do país. O entrevistado da revista Ricardo Gelain, diretor da JBS Transportadora, disse que esse é um segmento extremamente pulverizado. A ideia é entender este mercado, mas ainda não definiram metas, e querem profissionalizar o transporte de gado no país.

Fonte: Exame
Credito da foto: Divulgação/JBS

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