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Cavaleiro das Américas relata sua chegada em Calgary a cavalo

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Depois de oito anos e 25 mil km a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Cavaleiro das Américas conta como foram os momentos finais

Depois de oito anos e 25 mil quilômetros a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Filipe Masetti Leite conta como foram os momentos finais de sua longa jornada

O ar ainda estava fresco quando o sol apareceu. Com nuvens ‘penduradas nas Montanhas Rochosas’ à minha direita e um céu iluminado à minha esquerda, comecei os 27 quilômetros finais de minha jornada a cavalo pelas Américas até o Calgary Stampede Park.

Depois de percorrer mais de 25 mil quilômetros por 12 nações nos últimos oito anos, este foi meu último dia na sela. Não é sempre que eu uso um novo chapéu 100x Smithbilt – presente do Stampede – e visto uma camisa recém-passada para um dia de cavalgada. Mas naquela linda sexta-feira, 3 de julho, minha última longa viagem do Alasca a Calgary foi chegando ao fim e eu queria parecer o meu melhor.

Montado em Mac, com minha linda namorada argentina Clara Davel ao meu lado, montada em Smokey, e com o presidente do Calgary Stampede, Dana Peers, em um palomino chamado Oz, cavalgamos em silêncio. Da sela, vi meu El Dorado ao longe, o centro de Calgary iluminado em laranja e dourado pelo sol nascente.

Cavaleiro das Américas chega a Calgary a cavalo encerrando uma jornada de oito anos

Eu estava muito nervoso e meu cavalo podia sentir. Mac empinou enquanto caminhávamos para o sul, sentindo como eu estava tenso. Meu coração parecia que ia sair do meu peito. Meu outro cavalo, Smokey, decidiu me ignorar e levou Clara com graça. Aqueles dois se amam.

Logo após a rodovia 1A South, duas sombras apareceram no horizonte. Quando chegamos mais perto, percebi que as silhuetas eram policiais montados a cavalo. Fui rapidamente transportado para todos aqueles momentos em que estranhos saíam para me cumprimentar, me acompanhar e me manter a salvo. Todos os tipos de pessoas, prontas para me ajudar a realizar meu sonho.

Surpresas

“Bom dia, estaremos acompanhando você hoje, enquanto você entra a cavalo no centro de Calgary”, disse um dos oficiais, um homem alto, com quase 40 anos. Ele quase derrubou o capacete. Eu sorri em agradecimento. Dessa forma, fizemos uma curva à direita na 12 Mile Coulee Rd e eu quase congelei.

Nos dois lados da estrada, estavam longas filas de veículos, enquanto cerca de 50 voluntários, policiais e funcionários da mídia aguardavam nossa chegada. “Filipe, CTV, CBC e Global Television vão fazer entradas ao vivo a partir daqui”, disse-me um voluntário animado quando eu saí da sela.

Foi uma comparação gritante com as últimas semanas. Devido à pandemia da Covid-19, evitamos a civilização e seguimos a estrada margeando as florestas de Hinton para Cochrane. No meio das Montanhas Rochosas e no sopé, estávamos imersos na natureza.

Depois de oito anos e 25 mil km a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Cavaleiro das Américas conta como foram os momentos finais
Filipe Leite ‘fechou’ as Américas a cavalo em uma jornada impressionante

Difícil imaginar que apenas oito dias antes eu fui seguido por um urso pardo perto da montanha Corkscrew e agora estava sendo emboscado pela mídia em Calgary. Ambas as experiências assustadoras deixaram meus joelhos tremendo na sela e minha boca seca.

Depois de falar com a imprensa e agradecer a todos os voluntários do Calgary Stampede que, mesmo durante essa pandemia, continuam mostrando a força de seu espírito comunitário, começamos a atravessar a cidade cosmopolita. “Certifique-se de aproveitar cada segundo”, sorriu Peers conforme avançávamos.

Todavia, às 9 horas da manhã, embora não tivéssemos liberado nossa rota com antecedência devido à pandemia, as ruas estavam cheias. Pessoas com trajes western sorriam com os rostos escondidos por máscaras, ao passo que permaneciam em distância segura. “Bem-vindo, Filipe”, uma frase que ouvi várias vezes enquanto tentava conter a tempestade de emoções dentro de mim.

Oportunidades únicas

Sob um céu agora azul-claro e sem nuvens, eu me inclinei para dar um tapinha no pescoço de Mac e agradecê-lo, então as lágrimas começaram a fluir. Chorei tanto que comecei a soluçar. Eu não conseguia controlar ou parar. Era como se tudo que eu sentisse e experimentasse nos últimos oito anos tivesse saído da minha alma naquele momento.

Depois de oito anos e 25 mil km a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Cavaleiro das Américas conta como foram os momentos finais
A cavalo, com Mac e Smokey, apreciando o Yukon

Nessa jornada, eu tive mil casas. Fiquei impressionado com as pessoas de bom coração que me receberam com refeições luxuosas e humildes. Os lugares deslumbrantes que eu vi. Os cavalos majestosos que montei. Neste país maravilhoso, passei um tempo com a banda indiana Osoyoos e aprendi a treinar cavalos selvagens com o mestre cavaleiro Aaron Stelkia.

Assim como cavalguei ao lado do lago Kluane de Yukon e lutei contra uma terrível tempestade de neve nas Montanhas Rochosas no meio do verão. O estrondo das ferraduras, o rangido da sela, o farfalhar das folhas sempre serão a minha trilha sonora.

E a incrível vida selvagem. Vi castores, lobos, um alce gigante, vaca cuidando de seu bezerro. Explorei os infinitos usos do alce. Comi lasanha de alce em Teslin, Yukon. Participei do Festival Cultural Adaka em Whitehorse e vi como fazer uma canoa usando a pele de um alce.

Cruzei caminhos com três ursos por dia no sul de Yukon, mas o pior era aquele grande urso ameaçador de Albertan. As coisas são maiores aqui. E eu sei que ele sabia que eu comia macarrão com carne de urso no rio Toad.

Depois de oito anos e 25 mil km a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Cavaleiro das Américas conta como foram os momentos finais
Prestes a tornar-se o ‘Cavaleiro das Américas’ há oito anos

Sonho

Inesperadamente, logo após o meio-dia, vi o Stampede Park nos ouvidos de Mac. Há oito anos, parti do Greatest Outdoor Show on Earth, ou seja, o maior show ao ar livre da terra, como é conhecido o rodeio de Calgary. Um cowboy desconhecido com um sonho impossível.

Antes de sair naquele quente dia 8 de julho de 2012, muitos me chamavam de louco. Disseram que não conseguiria. Que eu morreria. Agora, lá estava eu, à frente da Calgary Stampede Parede, mesmo que não acontecendo no seu normal, depois de atravessar as Américas na sua totalidade.

Peguei a mão de Clara e agradeci por seu compromisso com esse sonho. “Sem você eu não estaria aqui, amor”, eu disse a Clara enquanto ela também enxugava as lágrimas do seu lindo rosto. Virei-me para Peers e vi que ele também havia chorado. “Obrigado por acreditar em mim, senhor”, eu disse a ele antes de nos abraçarmos. Ele sorriu e assentiu. Nós não precisamos de nenhuma palavra.

Quando desci da sela, o sorriso de Sheilagh Haney, meu amigo do ensino médio, me transportou para casa. Marie Aitken, que nos emprestou o veículo de apoio para esta jornada final, me abraçou com lágrimas nos olhos. Então eu abracei Laura, esposa de Peer.

Patagônia para a segunda longa jornada

Por um segundo, parecia que eu estava abraçando minha própria mãe. Eles foram substitutos maravilhosos para meus amigos de infância e família que não puderam comparecer devido a restrições de viagem.

Gratidão

Falei ao vivo para a Global Calgary e segui em direção ao palco montado na arena onde ocorreu uma cerimônia. As arquibancadas, que estariam lotadas com milhares de turistas de todo o mundo, estavam assustadoramente vazias. Alguns colegas disseram algumas palavras, depois tentei falar através das minhas lágrimas.

Finalmente, o prefeito Naheed Nenshi generosamente me deu a ‘chave da cidade’. Uma honra que agora compartilho com a rainha da Inglaterra, Dalai Lama, Bob Dylan, Bill Clinton e outros visitantes conhecidos.

Antes da cerimônia terminar, eles cometeram o erro de me dar uma garrafa de champanhe para estourar. Eu pulverizei todo mundo antes de tomar um longo gole da bebida borbulhante – me senti como a grande lenda do automobilismo brasileiro Ayrton Senna.

Depois de oito anos e 25 mil km a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Cavaleiro das Américas conta como foram os momentos finais

A gratidão que senti em meu coração naquele momento me fez sentir como se estivesse levitando. Das centenas, senão milhares, de pessoas que me ajudaram a alcançar esse sonho nos últimos oito anos e aquelas que me carregaram durante minha última longa viagem do Alasca a Calgary.

Foi graças ao Calgary Stampede e seus voluntários, a unidade policial montada, os policiais em carros de patrulha, os socorristas e a cidade de Calgary que cruzei a linha de chegada com segurança.

Quando a cerimônia acabou, tive que dizer adeus aos nossos filhos, Smokey e Mac. Estou tão orgulhoso desses dois majestosos cavalos mustangs que vi evoluir de equinos assustadores para animais confiantes. A força, resistência e potência deles permitiram que eu percorresse os 800 quilômetros finais de Grande Prairie para Calgary em apenas um mês e dez dias – um feito notável.

Eles são os verdadeiros heróis desta jornada nessa minha parte final pelas Américas. “Eu amo muito vocês, meninos e até breve … agora descansem”, eu disse antes de carregá-los no trailer. Clara e eu sentiremos muita falta deles.

Depois de oito anos e 25 mil km a cavalo, a odisseia de um cowboy terminou onde começou. Cavaleiro das Américas conta como foram os momentos finais

Nunca desista de um sonho

Desde a notícia de que Dana Peers me escolheu como Embaixador 2020 no início de junho, muitas pessoas perguntaram se eu estava com o coração partido que o rodeio e o desfile foram cancelados pela primeira vez em mais de 100 anos. O ano em que eu cavalgaria à frente de tudo.

A verdade é que, quando ouvi pela primeira vez sobre o cancelamento em abril, fiquei triste. Mas se há uma coisa que aprendi nessa jornada é que a positividade é uma das coisas mais importantes da vida. Foi a única razão pela qual pude dar o primeiro passo em 2012 e, sem dúvida, por que cheguei vivo em 2020.

Quando você acredita em si mesmo, concentre-se, trabalhe duro e mantenha-se positivo – não importa o que esteja acontecendo ao seu redor -, seus sonhos se tornarão realidade. Se minha longa jornada pelas Américas puder deixar você com um pensamento, seria: espero que você encontre coragem para seguir seus sonhos e força para continuar mesmo quando uma pandemia global se abater sobre seus planos.

Lembre-se sempre, todo mundo tem uma jornada. Não esqueça de começar a sua!

Por Filipe Masetti Leite para o Toronto The Star
Em sua terceira, e última, longa jornada, o jornalista e cavaleiro saiu de Fairbanks, Alasca, no dia 17 de maio de 2019, e cavalgou por cerca de quatro mil quilômetros até chegara a Calgary, Alberta, Canadá, no dia 3 de julho de 2020. Fechou um ciclo de oito anos cavalgando pelas Américas e mais de 25 mil quilômetros percorridos no lombo do  cavalo

Acompanhe: @filipemasetti
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal
Foto de chamada/crédito: Diane Nickel
Tradução e adaptação: Luciana Omena

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Sebástian Pereira será o chefe da Missão Brasileira para Jogos Sul-americanos

COB elegeu o gerente-executivo de Alto Rendimento para atuar como líder da delegação nos Jogos Sul-americanos que terá quase 500 atletas, a maior do ciclo olímpico

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Sebástian Pereira, gerente-executivo de Alto Rendimento e Operações Internacionais, como o chefe da missão brasileira nos Jogos Sul-americanos Assunção 2022.

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou o nome de Sebástian Pereira, gerente-executivo de Alto Rendimento e Operações Internacionais, como o chefe da missão brasileira nos Jogos Sul-americanos Assunção 2022.

Com a experiência de comandar a delegação brasileira nos Jogos Sul-americanos da Juventude em 2013 e 2017 e nos Jogos Olímpicos da Juventude Buenos Aires 2018 e de ser sub-chefe nos Jogos Pan-americanos Lima 2019 e Olímpicos Tóquio 2020, Sebástian terá a responsabilidade de liderar uma delegação com quase 500 atletas de 43 modalidades e um total de cerca de 800 pessoas.

“É uma grande responsabilidade estar à frente da delegação Brasileira na maior missão Brasileira no ciclo olímpico Paris 2024. Ter a possibilidade de liderar esta equipe é um grande orgulho. A expectativa é que o Brasil possa trazer o maior número de vagas para Santiago 2023 e, consequentemente, ter resultados expressivos no primeiro grande evento multiesportivo adulto na preparação para os próximos Jogos Olímpicos”, disse Sebástian, que já disputou a competição e conquistou o ouro na edição de 2002.

Sebástian é formado em Educação Física e foi gerente de Competição e Instalações Esportivas durante os Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos Rio 2007. Logo depois chegou ao COB para trabalhar com o esporte de alto rendimento. Tem experiência em Projetos pelo Comitê Olímpico Australiano, disputou os Jogos Olímpicos Atlanta 1996, conquistou bronze no Mundial Birmigham 1999 e nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg 1999 e é campeão mundial júnior e militar.

Ao lado dos diretores Ney Wilson, de Alto Rendimento, e Kenji Saito, de Desenvolvimento Esportivo, Pereira participou, em maio, do Seminário dos Chefes de Missão dos Jogos Sul-americanos e está diretamente envolvido no planejamento dos serviços que serão disponibilizados da delegação. A expectativa é voltar a liderar o quadro de medalhas, depois de ter ficado na segunda colocação, atrás da Colômbia, na edição de Cochabamba, na Bolívia, em 2018.

“Acabamos de finalizar a lista numérica, uma fase que é importante para o embasamento de toda a nossa operação em Assunção. No Seminário, pudemos conhecer a nossa base, bem como algumas das instalações em que teremos atletas competindo. O Comitê Organizador Assunção 2022 está se esforçando ao máximo para ter tudo pronto e possa receber o maior evento do continente sul-americano da melhor maneira possível. Nossa operação terá alguns desafios, como transporte, por exemplo, mas temos a certeza que estaremos preparados para dar, com excelência, todo o suporte para nossas equipes”, completou.

Assunção 2022 será a 12ª participação brasileira em Jogos Sul-americanos, que está presente desde a primeira edição, em La Paz 1972, quando a competição ainda era chamada de Jogos do Cruzeiro do Sul. Para relembrar as participações brasileiras na competição, o Canal Olímpico do Brasil transmite o programa “Meu Sula”, em que grandes nomes do esporte olímpico do Brasil como os medalhistas olímpicos Flávio Canto, bronze no judô em Atenas 2004, e Natália Falavigna, bronze no taekwondo em Pequim 2008, falarão sobre suas participações nos Jogos Sul-americanos.

Expectativas para os Jogos Sul-americanos

O Brasil liderou o quadro de medalhas, na edição do Brasil em 2002, e em Santiago 2014. Na edição realizada em Belém, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo há 20 anos, o Time Brasil conseguiu o recorde de ouros: 146. Já o recorde de medalhas, foi conquistado na edição de Medellín 2010, com 355. Fora de casa, esta edição também foi a que o Brasil conquistou mais ouros: 133. Na última edição, em Cochabamba, a delegação brasileira faturou 204 pódios (90 de ouro, 58 de prata e 56 de bronze) e ficou na segunda colocação no quadro de medalhas.

Os XII Jogos Sul-Americanos serão realizados na cidade paraguaia de Assunção de 1 a 15 de outubro de 2022. O evento contará com 51 modalidades, além do xadrez como esporte de exibição, com a participação de mais de 6.800 atletas e oficiais dos 15 países que compõem a ODESUR (Organização Desportiva Sul-americano).

Entre os quase 500 atletas do Time Brasil, 22 já estão confirmados. Nas águas abertas, a CBDA convocou a campeã olímpica Ana Marcela Cunha, Viviane Jungblut, Guilherme Costa e Bruce Hanson. As provas de 10 km acontecerão no dia 12 de outubro, na represa Tosa, na capital paraguaia.

Já Felipe Fraquelli (ILCA 7 Masculino), Isadora Dal Ri (ILCA 6 Feminino), José Irineu e Giovana Simas (Snipe Misto), Erick Carpes (Sunfish Masculino), Gabriella Kidd (Sunfish Feminino), Giovanna Prada (iQFoil Feminino) e Guilherme Plentz (iQFoil Masculino) foram os escolhidos pela CBVela. As regatas serão realizadas de 2 a 6 de outubro em Encarnación, cidade que fica a 373km de Assunção.

A CBJ também definiu que vai uma equipe jovem porque os Jogos Sul-americanos coincidem com o Mundial adulto da categoria, que conta pontos na corrida pela classificação para Paris 2024. Até agora, os nomes definidos são: Aléxia Nascimento (48kg), Thayná Lemos (52kg), Gabriella Mantena (63kg), Beatriz Freitas (78kg), Giovana Santos (+100kg), Michel Augusto (60kg), Jonas Ribeiro (73kg), Marcelo Gomes (90kg), Gabriel Arévalo (100kg) e Guilherme Cabral (+100kg).

Fonte e foto: COB

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XXII Conferência Anual da ABRAVEQ 2022 reúne profissionais da América Latina

Maior Congresso de Medicina Veterinária Equina do Brasil, encontro da ABRAVEQ será realizado entre os dias 01 e 07 de julho, no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas/SP

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ABRAVEQ

Depois de dois anos de contato apenas virtual, a classe médica veterinária equina está em festa. Nos próximos dias 01 e 07 de julho, a Associação Brasileira de Médicos Veterinários de Equídeos, ABRAVEQ, realiza a XXII Conferência Anual da ABRAVEQ 2022.

O encontro, considerado do maior congresso de medicina e veterinária equina e biotecnologia do Brasil, será realizado no Centro de Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas/SP.

O congresso reunirá profissionais e congressistas da América Latina para promover um momento de imersão, com mais de 40 palestras, networking, uma ótima oportunidade para se atualizar e trocar experiências.

Além das palestras, alguns trabalhos científicos serão apresentados, um momento esperado de atualização dos conhecimentos técnicos, promovendo troca entre o acadêmico e o prático.

Dentre as diversas palestras, destaque para a roda de discussão sobre “Problemas de rotina em reprodução equina”; “Fórum de Ozonioterapia”; “Programa Fórum de Bem-estar”; “Palestras de Clínica e Cirurgia Equina”; “Fórum de Neonatologia”; “Fórum de Coluna Vertebral Equina”; “Fórum de Diagnóstico por Imagem em Ortopedia”; entre outras.

O corpo de palestrantes é outra aração de destaque do encontro. Prof. Flávio de La Corte (UFSM); Prof. André Zoppa (USP); Prof. Felipe Wouk (UFPR); Prof. José Garcia López (EUA); Prof. Kurt Selberg (EUA); Prof. Brunna Fonseca; Prof. Gustavo Zanotto; Prof. Andressa Silveira (UFMG); Prof. Kurt Selberg (EUA); Prof. Rodrigo Romero (USP); Prof. Raquel Baccarin (USP); Solange Mikail; Prof. Raquel Faleiros (UFMG); Prof. Luis Cláudio Lopes Correia da Silva (USP); Dr. Carlos Veiga; Dr. Jairo Jaramillo Cárdenas; Prof. Pedro Michelotto (PUC PR); Dra. Jennifer Clulow (Austrália); Carolina T. C. Okada; Rd. Rafael Goretti; Dr. Thiago Robilota; Dr. Petter Morresey; Dra. Débora Nicaretta Mattei; Prof. Rodrigo Arruda de Oliveira (Universidade de Brasília) e Prof. Marco Antônio Alvarenga (FMVZ –Unesp) estarão apresentando suas experiências e vivencias em suas especialidades.

As inscrições para a XXII Conferência Anual da ABRAVEQ 2022 estão abertas e pode ser feitas através do site da ABRAVEQ.

FIAVE na Conferência da ABRAVEQ

Em paralelo a conferência da Abraveq, a Federacion Iberoamericana de Asociacones de Veterinarios Equidos (FIAVE) realizará a V reunião anual da federação, no dia 30 de junho.

O encontro reunirá as associações de médicos veterinários do Uruguai, Portugal, Peru, Paraguai, México, Espanha, El Salvador, Equadir, Costa Rica, Colombia, Chile, Brasil, Bolívia e Argentina, defendendo e representando a classe médica de cada país.

O encontro será fechado, mas demostra a importância do congresso da ABRAVEQ no cenário nacional e internacional.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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36ª Exposição Nacional do Cavalo Pônei promete marcar a história da raça

Nacional será realizada entre os dias 27 de junho e 3 de julho, no Centro Hípico Tatuí e número de inscritos já impressiona diretoria da ABCC Pônei

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Pônei

Os criadores de cavalos Pôneis de todo o Brasil já estão se preparando para participar da 36º Exposição Nacional do Cavalo Pônei, que será realizada entre os dias 27 de junho e 3 de julho, no Centro Hípico Tatuí.

Organizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Pônei (ABCC Pônei), o evento, segundo o diretor de Marketing da ABCC Pônei, Fernando Ortega Montenegro (FOM), será especial, visto que a associação já observou um aumento de 40% do número de inscrições, de expositores do norte a sul do Brasil.

“Será uma exposição muito maior em quantidade e qualidade. Nós da associação também preparamos um evento extraordinário, o maior de todos os tempos. Preparem seus corações, porque este ao a Nacional vai mesmo dar um ‘susto’ na turma. Vai ser um evento que vai ficar na história”, comemorou eufórico Fernando Ortega.

Atrações da 36ª Exposição Nacional

O público que visitar o Centro Hípico nestes seis dias de atividades poderá apreciar provas de Morfologia, Concurso de Melhor Cabeça, Categoria Feminina e Mirim.

Os julgamentos serão realizados na quinta, sexta e sábado, (29 a 30 de junho e 01 de julho) e no sábado as provas sociais com a categoria Feminina e Mirim.

XVII Leilão Pônei Show

No dia 01 de julho, dentro da Exposição Nacional, será realizado o XVII Leilão Pônei Show, com uma seleção especial com os melhores exemplares da raça.

“Será um leilão presencial, dentro da Nacional, com 25 lotes de destaque, de exemplares selecionados dos melhores criatórios do país, com a assessoria FOM e Val Oliveira, e transmissão ao vivo pelo Canal Bussiness Leilões”, enfatiza.

A 36ª Exposição Nacional será realizada entre os dias 27 de junho a 03 de julho, no Centro Hípico Tatuí (SP).

Mais informações e inscrições: (11) 99919-0692.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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O novo Marketing

Marcelo Pardini comenta em sua coluna da semana sobre o novo olhar do cliente sobre os negócios

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O novo Marketing

Para o cliente, o principal indicador do compromisso da empresa para com ele é a qualidade do atendimento e, sobretudo, a solução à sua necessidade

Na Era Industrial, o profissional de Marketing se assemelhava a um caçador. Tinha o cliente como objetivo, buscando potencializar o valor das transações através de ofertas padronizadas. Na Era da Informação, ele passou a ser como um jardineiro, enxergando o cliente como um relacionamento a ser cultivado, preocupando-se com o valor vitalício do mesmo, fazendo ofertas configuradas individualmente. Mais tarde, na primeira década dos anos 2000, chegou-se ao Web Marketing, com o uso da internet para se comunicar com os consumidores, coletar dados sobre o seu comportamento, segmentar o mercado. Hoje, vivemos a Era das Redes Sociais, em que tudo está interconectado, e os “sistemas inteligentes” direcionam as mensagens que lhe são de interesse através de seus históricos de compra, comportamento, atitude, relacionamento, pensamentos e até posicionamentos sócio-políticos.

Share não é uma das palavras mais utilizadas somente pelo conceito das redes sociais, mas também por essa necessidade de compartilhar, seja conhecimento, vivências, experiências. É preciso primar por um bom atendimento, tendo uma relação de proximidade e transparência com o cliente, além de ofertar algo único e personalizado.

Persuasão

– Modificar atitudes = componente afetivo + cognitivo + conativo (tendência / ação); influenciar crenças e avaliações na maneira como os consumidores classificam a marca; prestar atenção = hedonismo, originalidade, intensidade, complexidade.

Um novo jogo

– Mercado mais aberto e competitivo; estabilidade de preços (facilitar comparações); consumidor melhor informado; pressão por lucratividade; migração da verba de Comunicação para promoções no ponto de venda; convergência das mídias; alto contato é tão importante quanto alta tecnologia; a informação é abundante, o recurso escasso é a atenção do consumidor; o objetivo não é apenas desenhar melhores produtos e serviços, mas atender as necessidades dos consumidores; na Era do E-commerce, não acompanhar o que os clientes fazem e querem é a receita do fracasso.

Do ponto de vista do cliente, o principal indicador do compromisso da empresa para com ele é a qualidade do atendimento e, sobretudo, a forma e a rapidez com que as suas necessidades são atendidas.

Fonte:
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing. 12ª ed. São Paulo: Pearson Education Brasil, 2007.

E-mail: contato@agromp.com.br / Instagram: @marcelopardinioficial
Crédito da imagem: Arquivo Pessoal

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Empatia à prova

Zaz Oliveira, Coach Pessoal focado em comportamento, autoconhecimento e alta performance. Mental Coach de Atletas fala neste artigo sobre empatia

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empatia

Neste momento, estou em uma escuridão total. Lá fora, a chuva cai continuamente e a energia está longe de voltar. À mesa, meus pais e minha esposa estão conversando, e a lanterna apontada para o teto é o único ponto de luz de toda a casa. Imagino como deveria ser na época em que não existia energia. Das noites apenas com candeeiro.

Da imagem retratada por Van Gogh às margens do rio Ródano, quando Paris recebera sua moderna iluminação a gás. Imagino pessoas reunidas em torno de uma mesa lançando suas conversas e risadas ao vento. O tempo era mais pausado, mais vivido e aproveitado. Não na quantidade, mas na qualidade do tempo. Muito provavelmente, as pessoas eram mais cordiais e amigas. Tinham mais tempo para ouvir – e falar, também. A empatia era um valor necessário e imprescindível para se permanecer perto.

Empatia que parece ter sido esquecida no tempo. Ofuscada pelo excesso dos brilhos artificiais. Pessoas que desaprenderam a olhar as outras, que perderam o sentido do estar. Ilhas de orgulho e prepotência, vaidade e egoísmo. Palavras de areia que nada constroem. Risadas e alegrias pelo que não se deveria.

Animosidade, ressentimento, fofoca e inveja. Adjetivos que subtraem – não do outro – mas de si próprio. A empatia transcende o ato de se colocar no lugar de alguém. Não é o que acho a partir da minha cosmovisão, mas o que a outra pessoa, realmente, pensa e acredita, o que ela sente. Para isso é essencial ouvir, é imprescindível o tempo de qualidade, o silenciar, o escutar atento.

Um exercício de humildade, de entender que o mundo não orbita “em torno de mim”. Mas que todos compõem o espaço com suas individualidades, virtudes e defeitos. Personalidades, comportamentos e estilos diferentes quebram a monotonia, multiplicam as possibilidades, promovem o questionamento e o desafio. A superação só existe fora da zona de conforto. Precisamos ser desafiados para ir além.

A rivalidade é essencial para o crescimento e para alcançar lugares inimagináveis. Entender que parte do nosso crescimento tem a participação dos nossos oponentes, faz-nos enxergá-los, não como inimigos, mas como parceiros de uma bela e extraordinária caminhada.

Por: Zaz Oliveira, Coach Pessoal focado em comportamento, autoconhecimento e alta performance. Mental Coach de Atletas.
Contato: @eu.zaz

Foto: Gisele Tomazela

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Nova Resolução do Contran sobre o uso de reboque preocupa setor equídeo

Mudanças entram em vigor a partir do dia 02 de janeiro de 2023. IBEQui se reúne em Brasília com representantes do Ministério da Infraestrutura visando discutir a prorrogação deste prazo para implantação da nova Resolução do Contran

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Uma nova resolução do Contran, Conselho Nacional de Trânsito, deu o que falar entre os criadores de cavalos que necessitam realizar o transporte de seus animais e utilizam o dispositivo mecânico para reboque, conhecido engate para acoplar o trailer.

Isso porque a nova Resolução do Contran de número 937, aprovada no último dia 28 de março, traz novas exigências para a instalação do acessório e as novas regras passam a valer a partir de 2 de janeiro de 2022.

Pela nova Resolução do Contran, os veículos com peso bruto total (PBT) de até 3.500 kg, que não possuem o engate como equipamento original de fábrica, deverão ter essa capacidade declarada pelo fabricante ou importador

Estes engates deverão ser produzidos por empresas registradas junto ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), e deverão seguir requisitos adquiridos junto ao órgão.

Além disso, os fabricantes e importadores dos veículos devem informar no manual do proprietário as especificações dos pontos de fixação do engate traseiro e indicar o CMT (Capacidade Máxima de Tração).

A aprovação do produto fica condicionada ainda ao cumprimento de requisitos estabelecidos em regulamento do Instituto, que deverá prever, no mínimo, a apresentação pela empresa fabricante de engate, de relatório de ensaio, realizado em protótipo de cada modelo de dispositivo de acoplamento mecânico, proveniente de laboratório independente, comprobatório de atendimento dos requisitos estabelecidos nas Normas ABNT NBR ISO 3.732, NBR ISO 3.853 e NBR 16.122.

Com a nova Resolução, passará ainda a ser obrigatório, a partir de 2 de janeiro de 2023, o uso de uma plaqueta com nome empresarial do fabricante, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), identificação do registro concedido pelo INMETRO, modelo do veículo ao qual se destina e Carga Máxima de Tração (CMT) do engate.

As novas exigências geraram preocupação entre os criadores, afinal, todos deverão se enquadrar e o tempo para a realização dessa ação é pequeno.

IBEQui vai até Brasilia discutir nova resolução do Contran

No último dia 30, o presidente do Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui), Manuel Rossitto, participou de uma reunião, no Ministério da Infraestrutura, em Brasília, com dirigentes da Secretaria Nacional de Transporte (Senatran) para apresentar as dificuldades de implementação imediata dos requisitos dessa nova Resolução do Contran.

Para evitar infrações por parte dos criadores e demais prejuízos à toda cadeia produtiva do cavalo, que hoje movimenta cerca de R$ 32 bilhões, por ano no país, o IBEqui entende que a imediata implantação dos novos requisitos que constam da Resolução implicam em um período de ajustamento, de no mínimo 12 meses, pois os fabricantes e importadores de veículos deverão, através de suas engenharias, validar e readequar seus procedimentos de desenvolvimento veicular a constar também de seus manuais.

Além do presidente do IBEqui, Manuel Rossitto, participaram também da reunião o sócio-diretor da World Traillers, Thiago Ribeiro, o consultor legislativo, Daniel Lemos, o diretor do Departamento de Segurança do Trânsito do Senatran, Daniel Mariz Tavares e o Secretário Nacional de Trânsito Substituto, Celso Mizuno.

Confira todos os detalhes da nova Resolução no site: https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=429774

Por: Camila Pedroso

Fonte: IBEqui

Fotos: Divulgação/ Pixabay

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O bem maior da empresa: o cliente

Marcelo Pardini comenta em sua coluna da semana sobre a importância do cliente para os negócios

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Quanto mais você conhece o seu público-alvo, mais poder você tem para agregar valor aos produtos e serviços que coloca à disposição do mercado

“Clientes podem demitir todos da corporação, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar”, a célebre frase de Sam Walton, fundador da rede mundial de supermercados Walmart, reflete a relação empresa x consumidor. O público-alvo está cada vez mais exigente e a concorrência é voraz. As instituições sérias já constataram que a má qualidade de seus produtos e serviços prejudica a sua imagem. Para evitar isso, investem em programas de melhorias constantes.

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É sabido que conquistar novos clientes custa 05x mais do que manter os já existentes. Os consumidores resistem a mudar de fornecedores após investirem o seu tempo assimilando a trabalhar com uma determinada empresa e o seu sistema (elevado custo de aprendizagem). 

Propaganda – principais funções

– Informar (consciência, características, benefícios, imagens positivas);

– Agregar valor (alteração das percepções do consumidor);

– Lembrar;

– Persuadir, e

– Vender.

As empresas bem-sucedidas constroem relações do tipo ganha-ganha com os clientes. À medida que isso ocorre, todos buscam o êxito mutuo. Hoje em dia é algo dinâmico, personalizado e interativo.

            – Orientação de Produto: consumidores dão preferência a produtos que ofereçam desempenho superior e características inovadoras.

– Orientação de Vendas: a organização empreende grande esforço em Vendas e Promoção.

– Orientação de Marketing: a chave para alcançar metas organizacionais consiste em determinar as necessidades e os desejos dos mercados-alvo.

– Orientação de Marketing Societal: maneira que preserva ou aumenta o bem-estar do consumidor e da sociedade.

Fonte:
KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing.12ª ed. São Paulo:Pearson Education Brasil, 2007.

E-mail: contato@agromp.com.br / Instagram: @marcelopardinioficial
Crédito da imagem: Arquivo Pessoal

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Dr. Kako Moraes ministra curso de ferrageamento dentro da Super Semana do Tambor

Entre os dias 17 e 18 de junho, público poderá participar da clínica que abordará os problemas clínicos da prática

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Super Semana do Tambor

Durante a 8ª Super Semana do Tambor, que será realizada entre os dias 11 e 19 de junho, no Haras Raphaela, em Tietê /SP, Dr. Kako Moraes ministrará um Clínica de Ferrageamento.

Em parceria com a Ferraduras Brasil, a clínica será realizada nos dias 17 e 18 de junho, com opções prática e ouvinte.

Segundo a Ferraduras Brasil, o curso será voltado para problemas clínicos, englobando todos os pontos da área, alcançando um público diversificado formado por médicos veterinários, estudantes de medicina veterinária, ferradores profissionais, iniciantes e criadores.

“Será uma ótima oportunidade para os participantes trocarem experiências com este grande profissional do meio, que é o Dr. Kako Moraes, em um bate-papo direto, prático e com muita informação importante para quem quer ou já atua nessa área”, convida Abelardo Peixoto, presidente da NBHA Brazil.

Dr. Kako atua na área há mais de 40 anos, participou de várias clínicas e congressos internacionais, tendo trabalhado com ícones do ferrageamento internacional como Alan Bailey, Rob Reinere e Simon Curtis. Atualmente, Dr. Kako atua com animais com problemas clínicos.

As inscrições para a Clínica de Ferrageamento estão abertas e o participante pode participar de modo prático ou como ouvinte. Inscrições e informações pelos telefones: (11) 99967-6971 com Abelardo Peixoto ou (15) 99615-2815 com Zé Maria.

A Super Semana do Tambor

Considerado o mais completo evento da modalidade de Três Tambores, a Super Semana do Tambor movimenta números impressionantes: R$ 1,8 milhão de giro financeiro, desde a rede hoteleira, premiação, praça de alimentação, entre outros (segundo levantamento realizado na edição de 2019 do evento); mais de mil animais inscritos; além de 3,5 mil atletas de nove delegações internacionais e 20 nacionais.

Organizado pela National Barrel Horse Association Brazil (NBHA Brazil), a Super Semana reúne em apenas um evento: Clínica de Três Tambores com Décio Talon; Clínica de Ferrageamento com Dr. kako Moraes; Homenagem Hall da Fama NBHA; Competição e exposição de Cães, Campeonato Pan – americano; Copa dos Estados; Festival Jovem Organnact – NBHA; Mega Tira Teima – Rancho Villas Boas; Futurity Storm Ranch; Feira de Cursos Profissionalizantes UniEduk e Challenge – Pista reduzida.

Para essa edição, a Super Semana traz uma grande novidade: o campeonato Brasileiro de Três Tambores, nas categorias Aberta, Amador e Feminino. A prova será homologada pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). “Nossa etapa será regida pela CBH, órgão máximo das modalidades equestres, o que mostra a importância do nosso evento”, comemora Abelardo Peixoto, presidente da NBHA Brazil.

Serviço

Super Semana do Tambor

Data: 11 a 19 de junho

Local: Haras Raphaela

Clínica de Ferrageamento com Dr. Kako Moraes

Data: 17 e 18 de junho

Dentro da Super Semana do Tambor

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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Marketing Social

Marcelo Pardini comenta em sua coluna da semana sobre as ações de marketing social que as empresas estão desenvolvendo e a sua importância para uma sociedade melhor

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marketing social

Além de gerar empregos, pagar impostos e obedecer às leis, as empresas agora desenvolvem ações em prol de uma sociedade melhor

Tempos atrás, bastava às empresas oferecerem bons produtos e serviços, bem como tratarem de forma ética os seus fornecedores e parceiros, para que obtivessem boa imagem perante o mercado. Com o tempo, as exigências aumentaram, sendo necessária uma política de recursos humanos com atenção também voltada às atividades socioambientais. A cada nova exigência do mercado, a fim de se manterem admiradas e respeitadas, as companhias criam estruturas internas e formalizam ações que atendam a essas demandas.

De fato, há muito tempo se praticam ações filantrópicas, mas de forma esporádica, sem planejamento ou orçamento prévio. Como a palavra de ordem passou a ser comunidade, prestamos atenção na forma como as empresas se relacionam com a coletividade a sua volta, não simplesmente respeitando-a, mas atuando de forma ativa para ajudá-la. Além de gerar empregos, pagar impostos e obedecer às leis, as companhias sistematizaram ações em prol de uma sociedade melhor, mais justa, com menos diferenças.

Mix de atividades, vantagens e satisfações que são oferecidas à venda ou proporcionadas em conexão com a comercialização de produtos e préstimos

A cada boa ideia sua, a concorrência ficará no seu pé, afinal, “nada se cria, tudo se copia”. Então, é preciso não estagnar e, sim, sempre inovar, buscar soluções inteligentes e comercialmente rentáveis. Neste sentido, faz-se necessário estabelecer o Marketing para a sua prestação de serviço, apontando as diferenças que o classificam positivamente em relação à concorrência, destacando-o no setor em que atua.

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Mercado

Mercado é o conjunto de pessoas e instituições com disposição para comprar.Essas têm poder aquisitivo, autoridade e inclinação para fazer as aquisições. O segmento de mercado deve ser mensurável em termos de poder de compra e do tamanho. Os executivos de Marketing precisam ser capazes de, efetivamente, promover e servir esse setor que gera lucro às empresas.

Estratégia

Estratégia pode ser definida como a determinação de metas e objetivos básicos, com alocação de recursos necessários, para se chegar aos resultados esperados. No mundo corporativo, ela é representada pela vantagem competitiva, cujo foco é capacitar a empresa a ganhar, da maneira mais eficiente possível, margem sustentável sobre os concorrentes.

Vantagem competitiva

Resultado do conjunto de recursos e qualidades para a empresa alcançar desempenho superior ao dos concorrentes. Geralmente, uma organização tem melhor desempenho em relação às demais de seu setor porque sua estratégia competitiva é mais eficiente.

Uma organização pode ser definida pelo conjunto de atividades que ela executa, com as quais cria um produto de valor para os compradores. As atividades que ela exerce e como o faz determinam a sua vantagem competitiva.

Análise do retorno do investimento em Marketing

Métodos para medir retorno dos veículos e campanhas criativas:

  • Vendas.
  • Aparições na mídia.
  • Share of mind (lembrança da marca na cabeça do consumidor).
  • Redução de custo.
  • Mudança / Atitude.

Ao falarmos em responsabilidade social, referimo-nos ao compromisso com uma determinada causa e não simplesmente uma doação pontual. Quando bem planejada e executada, trata-se de um conjunto de ações oportunas para informar sobre produtos e serviços da empresa, bem como conhecer e prestar melhor atendimento ao cliente, além de criar consciência, posicionamento e fortalecimento da marca.

Fonte:
A Bíblia do Marketing, Kotler, Philip; Keller, Kevin Lane (Ed. Pearson Education Brasil, 2012).

E-mail: contato@agromp.com.br / Instagram: @marcelopardinioficial
Crédito da imagem: Arquivo Pessoal

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Trouble Two Times, um fenômeno do Tambor e Baliza

O jornalista Abdalla Jorge Abib escreve em sua coluna dessa semana sobre Trouble Two Times, um fenômeno dos anos 1970 no Tambor e Baliza

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Trouble Two Times, um fenômeno do Tambor e Baliza

Craque nas pistas, comprovado pai e extraordinário avô

Texto: Abdalla Jorge Abib

Tudo começou no início da década de 70, quando o bauruense Fauzet Farha começou sua criação da raça Quarto de Milha. E nada melhor que ele próprio contar a origem de Trouble Two Times. “Em dezembro de 1976, numa visita que fiz ao Joe Maclaughlin Ranch, em Richardson (Texas), enquanto selecionava algumas éguas para comprar, observei um potrinho desmamado, que corria de um lado para outro perseguindo uma galinha e seus pintinhos, numa atitude de brincadeira”.

Então, encantado com essa cena, Fauzet disse à Beverly, uma acompanhante tradutora e que mediava às negociações: “Somente me interesso pela aquisição das éguas se o potro fizer parte do lote”.

A compra desse filho de Reger’s Skip e Spookey Trouble (Enough Trouble), nascido em 01/08/1975, tornou-se um cavalo de suma importância para os destinos da Fazenda Caruana e de seu filho Paulo Farha, então com 11 anos, além de ser referência por muitos anos no plantel nacional da raça nas provas de Tambor e Baliza.

Em pista, Trouble Two Times acumulou 109 pontos pela ABQM, obtendo o Registro de Mérito Superior em Seis Balizas, da classe Amador, principalmente fazendo um conjunto quase imbatível com Paulo Farha, aliás amigos inseparáveis. 100 destes pontos foram conquistados nas provas de Seis Balizas e Três Tambores, quando conquistaram 11 vitórias e seis segundos lugares e várias terceiras colocações.

Na reprodução, Trouble Two Times fez enorme sucesso

Trouble Two Times pôde oferecer para o plantel brasileiro filhos e netos que foram responsáveis grandes vitórias nas pistas por todo o Brasil, entrando para a história do Ranking de Reprodutores da ABQM.

Desaparecido em 30/08/2001, aos 25 anos, Trouble Two Times deixou muitos descendentes que se destacaram em diversas competições. Como pai acumulou 3.286,75 pontos, sendo 1.667 em Três Tambores, 1.253,25 em Seis Balizas, e os demais 366,5 pontos através das modalidades: Rédeas, Laço em Dupla, Laço Cabeça e Pé, Laço Individual (Cronômetro e Técnico), Maneabilidade e Velocidade, Team Penning, Cinco Tambores, Western Pleasure, Apartação e Conformação.

Entre os 61 filhos que competem em Seis Balizas, colocando Trouble na 3ª colocação no Ranking Geral de Reprodutores, também em todos os tempos, destacamos os dez animais mais pontuados. Pelas fêmeas estão: ST Dandy Chick ST, totalizando 145,5 pontos, e Candy Two Times, com 56,5 pontos; os machos: Lord Trouble Times (68 pontos), Quick Fire 2F (54 pontos), Arlequim EB 24 (47 pontos) e Cristal MA 12 (46 pontos); e os castrados: Bar Trouble FF, somando 175 pontos, Trouble Way FF (55 pontos), Trouble Desotty FF (45,5 pontos) e Move Two Times (41,5 pontos).

Em relação aos 69 produtos que competem em Três Tambores, entre os dez mais pontuados estão as fêmeas: ST Sukita, que soma 188 pontos, Candy Two Times, com 176,5 pontos, ST Dandy Chick ST, 144,5 pontos, Trouble’s Papouse (52) e Tammy Rose Times (40,5); além dos machos: Lord Trouble Times, apurando 122 pontos, Cristal MA 12 (96 pontos), Trouble Two Deck (56,5 pontos); e, também, os castrados: Bar Trouble FF, totalizando 181,5 pontos, e Move Two Times, com 45 pontos.

Já pelo SGP – Gerenciamento de Provas, os 16 filhos premiados de Trouble Two Times apuraram a receita total de R$ 148.162,00, com destaque para cinco deles: ST Dandy Chick ST (R$ 57,7 mil), Second Time RMG (R$ 39,7 mil); Candy Two Times (R$ 20 mil); Thunder Trouble FF (R$ 8,5 mil) e ST Larita (R$ 5,6 mil).

Avô produtor de 20,4 mil pontos

A qualidade racial de Trouble Two Times é comprovada também através de seus 702 netos, que lhe proporcionam a 4º colocação no Ranking Geral da ABQM, em todos os tempos, totalizando 20.468,75 pontos.

Entre as fêmeas mais pontuadas estão: Cromita MA 10 (734,5), Zirconita 2F (709), Kromita Comka 2F (450), Annie Bell Shady (437,5), ST Creek Fly (356,5), ST Analeo (345,5), Bandana Zorrero (217,5), ST Vikita (204,25), Poco Diana ZD (202,5); os machos: Short Black SA (349,5), Brubaker Child (287,5), Spirit Of Caruana (269,5), Brumoro SA (269), King Lovely (269), King Question AMCJ (244,5), Filito 2F (217), Hot Baker SA (216), Tander Trouble ZD (206,5); além dos castrados: ST Mister Maker (519,25), Shady By Creek (406,5), Trouble Ket (275), Rocket Troublecod SR (240) e Mr Gray Zorrero (231,25).

Também pelo SGP – Gerenciamento de Provas, Trouble acumula mais de R$ 4 milhões em prêmios como avô. Na linha materna soma R$ 2.927.859,45, com destaque para os netos: Zirconita 2F (R$ 408,6 mil), ST Mister Maker (R$ 159,8 mil), Prenda Shady Trouble (R$ 88,7 mil), Time For Trouble (R$ 88,4 mil), ST Vikita (R$ 86,6 mil), entre outros. Já como avô paterno, seus netos apuram R$ 1.158.538,50, sendo cinco dos mais premiados: Trouble Ket (R$ 139,9 mil), Luna Cody DM (R$ 41,3 mil), Mr Cash Jean HTT (R$ 35,9 mil), Hoby Top Trouble (R$ 34,5 mil) e Rocket Troublecod SR (R$ 33 mil).

Por todo o benefício proporcionado à raça Quarto de Milha, Trouble Two Times passou a integrar o seleto grupo do Hall da Fama ABQM em 2015.

Contatos: (11) 99918.6501 / ajabibeditor@hotmail.com / Facebook / Instagram

Foto: Anielo Pernice (in memorian)

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