Cultura & Estilo

Criada Associação Brasileira de Turismo Equestre

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Com objetivos claros de fortalecimento do turismo equestre, associação foi fundada contando com sócios em 13 estados

A Associação Brasileira de Turismo Equestre tem objetivos claros: fortalecer o setor. Dessa forma, entre os principais, promover o desenvolvimento da atividade de turismo equestre no Brasil é o primeiro deles. Assim como realizar projetos em parceria com áreas governamentais e empresariais, a fim de possibilitar a profissionalização e o desenvolvimento do setor. E ainda estimular e apoiar as melhores práticas do bem-estar animal, preservação ambiental e sustentabilidade entre seus associados.

Em primeiro lugar, elegeram como presidente Paulo Junqueira Arantes. Ao lado dele, Sergio de Lima Beck, vice-presidente. Ademais, a diretoria conta ainda com os conselheiros Carlos Roberto Solera e Ricardo Bacellar Wuerkert. Antes de mais nada, a Associação Brasileira de Turismo Equestre já nasce com 23 sócios fundadores em 13 estados: Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

E a ABTE, cumprindo seus objetivos, participou da fundação do IBEqui –  Instituto Brasileiro de Equideocultura e se cadastrou no Ministério do Turismo.

Com objetivos claros de fortalecimento do turismo equestre, associação brasileira foi fundada contando com 23 sócios em 13 estados

Turismo Equestre

O turismo equestre é a atividade turística que utiliza o cavalo como principal fator de atração turística. Os produtos oferecidos vão desde pequenos passeios a cavalo a cavalgadas de vários dias. No turismo equestre o turista pode ter uma experiência rica e autêntica. Assim sendo, em contato com a natureza, cultura, ruralidade, tradições, gastronomia, entre outros. A atividade provoca especial impacto no desenvolvimento do turismo em espaço rural.

A atividade é reconhecida em diferentes países como importante segmento dentro do turismo e lazer. Acima de tudo, conta com grande e crescente número de adeptos. O Brasil, com toda a certeza, tem real potencial para o desenvolvimento da atividade. Quer seja por sua diversidade geográfica e climática, quer seja por suas belezas naturais.

Informações: Ana Luiza – secretaria – (41) 98406-9725.

Crédito das fotos: Cavalgadas Brasil

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Moda

Slip On masculino ‘grita’ conforto e praticidade

É o tênis masculino casual sem cadarços, também conhecido como tênis iate ou slipper

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Tipicamente mais descontraído, o Slip On masculino caiu no gosto dos homens. Antes demais nada, por ser um tênis masculino sem cadarço, é uma peça essencial para manter estilo e conforto em qualquer estação. Sua origem é na Escandinávia, como o calçado dos pescadores. Inegavelmente, ser confortável, resistente e prático fez com que o sucesso se espalhasse pelo mundo.

Atualmente, o famoso tênis sem cadarços ganhou o coração de várias pessoas, especialmente com o crescimento da tendência de moda urbana. Você consegue facilmente encontrá-lo nos mais variados modelos, cores e estampas, em qualquer loja de sapatos ou de departamento. Mas cuidado, a escolha do Slip On masculino para compor um look deve obedecer alguns critérios.

Em primeiro lugar, no escritório ou local de trabalho. Apesar de ser menos casual que o tênis comum, ainda é um tênis. A dica é escolher um modelo em couro. De acordo com os especialistas, se adequa melhor ao ambiente. Uma peça, portanto, para ocasiões mais sérias, mas que ainda não exijam uma formalidade na maneira de se vestir. Além do trabalho, eventos noturnos e jantares com a família são bons exemplos.

Assim, o Slip On masculino é o tênis masculino casual sem cadarços, também conhecido como tênis iate ou slipper; casual e charmoso

Nos demais ambientes, a escolha é livre. Estampados para os mais descolados. Sem dúvida, é mais divertido e tem tudo a ver com o street style. Aposte em listras, quadriculados, florais e paisleys (indiana). Assim, o visual fica mais descontraído e ótimo para usar em passeios casuais, principalmente durante o dia.

Acima de tudo, saiba como escolher as roupas certas para combinar com o Slip On masculino. Por isso opte por peças casuais, a fim de acompanhar o mesmo padrão do sapato. Jeans, bermudas, calças de alfaiataria são algumas boas escolhas.

Fonte: CNS e Manuel do Homem Moderno
Crédito da foto: CNS e Kildare

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Cavalgadas Brasil

Cavalgada na África do Sul – Reserva de Witteberg

Paulo Junqueira destaca em sua coluna da semana mais uma cavalgada na África do Sul e a excelente sela McClellan usada nos safáris a cavalo na África

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O diferencial dessa cavalgada, portanto, é que é realizada em uma bela reserva na região de Witteberg. Ademais, local onde criam mais de 300 cavalos das raças Árabe e Boerperd (raça Sul Africana).

Antes de mais nada, a criação desses cavalos Árabes é focada em cavalos para Enduro. Assim, duas provas de Enduro afiliadas à Free State Endurance são realizadas lá a cada ano. As distâncias variam entre 40 e 80 km.

Cavalgada na África do Sul - Reserva de Witteberg

Uma das trilhas mais bonitas que percorri na fazenda, faz parte do percurso das provas. Só para ilustrar, alternei minha montaria, cavalgando nos Árabes e Boerperd. Aliás, essa última uma raça que é mais usada na maioria dos safáris a cavalo do continente africano. São cavalos muito bons e cômodos.

Durante quatro dias, cavalgamos entre planícies e algumas das montanhas mais altas da África do Sul. De tal forma que em uma das montanhas paramos para ver as pinturas dos bosquímanos, com cerca de 400 anos.

Cavalgada na África do Sul - Reserva de Witteberg

Nessa cavalgada, vimos e cruzamos com muitos animais. Springbuck, Blesbuck, Blackwilde beest, Oryx, Eland e Zebra são da fauna africana e vivem nesta reserva, que foi declarada Patrimônio Natural.

Cavalgamos cerca seis horas cada dia. Alguns dias voltamos para a sede da fazenda para o almoço, em outros dias comemos um lanche no campo. Nossa confortável hospedagem foi numa construção feita a partir de antigos edifícios agrícolas.

Sela McClellan

As selas que usamos na cavalgada foram modelo McClellan. Gosto muito dessa sela e trouxe uma comigo para o Brasil, iniciando minha pequena coleção. Inegavelmente, ela merece uma apresentação.

Foi projetada por George B. McClellan, oficial de carreira do Exército dos Estados Unidos. Ele teve a ideia logo após sua viagem pela Europa como membro de uma comissão militar encarregada de estudar os últimos desenvolvimentos e forças de cavalaria, incluindo equipamentos de campo.

Viajou durante um ano e observou várias batalhas da Guerra da Criméia. Ao retornar, apresentou uma proposta de manual para a cavalaria americana adaptada dos regulamentos de cavalaria russos existentes.

Animal da raça Boerperd com a Sela McClellan

Em conclusão, incluiu uma sela de cavalaria nessa proposta. Com efeito, alegou ser uma modificação de um modelo húngaro (Hussard), usado no serviço prussiano. A peça era também uma modificação de um modelo espanhol usado no México.

A sela McClellan foi adotada pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos em 1859. Era simples e menos cara do que as existentes. Leve o suficiente para não sobrecarregar o cavalo, mas forte o suficiente para dar um bom suporte ao cavaleiro e seu equipamento.

Cavalgada na África do Sul - Reserva de Witteberg
Modelo da sela com ajustes

De fato, foi um sucesso! E continuou em uso em várias formas até que os últimos cavalos de cavalaria e artilharia do Exército dos Estados Unidos foram desmontados no final da Segunda Guerra Mundial.

Desse modo, a sela McClellan está em uso desde 1859. Houveram algumas modificações ao longo do tempo, as mais significativas no Século 20. Continua a ser fabricada nos Estados Unidos e na África do Sul e já foi usada por cavaleiros de enduro.

Por Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
www.cavalgadasbrasil.com.br
Crédito das fotos: Divulgação/Martin Coetzee e Paulo Junqueira

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Decoração

O que você deve prestar atenção antes de comprar um tapete

Multifuncional, é uma peça indispensável na hora de pensar a decor de qualquer ambiente em sua casa

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Sem dúvida, o tapete inserido na decoração transmite aquela sensação de aconchego. Além disso, delimita espaços, melhora a acústica e ainda a sensação térmica do ambiente. Ou seja, é um item que torna qualquer espaço mais quente, mais convidativo e extremamente confortável. Proteger o chão é outra função delem, ao mesmo tempo que promove um toque de cor ou textura em sua casa.

Multifuncional, o tapete é um item indispensável na hora de pensar a decoração de qualquer ambiente em sua casa; dicas para comprar o ideal
Os coloridos dão pontos de cor no ambiente

Mesmo quando você já tem uma noção do estilo que procura, as opções de tapetes podem parecer infinitas. Quer seja o preço e o tamanho, quer seja pela textura e as necessidades de limpeza. Então, antes de sair para comprar, preste atenção a algumas dicas importantes. Em primeiro lugar, não esqueça de medir o local onde você quer colocá-lo. Saber as dimensões é muito importante.

Felpudos e em tamanho menor

Portanto, essa é a primeira dica. Você quer um tapete que ocupe a maior parte do ambiente ou só uma parte. Meça tudo! Pense também quais objetos farão a composição com ele, já que a simetria também importa. Embora o retângulo seja o tapete mais usado, não há regras. Você também encontra essa peça nos formatos quadrado, oval e redondo. Vai muito do local e da personalidade de quem vai usar.

Multifuncional, o tapete é um item indispensável na hora de pensar a decoração de qualquer ambiente em sua casa; dicas para comprar o ideal
Cores sóbrias e clássicas

Aliás, estilo é tudo na hora de escolher cores e padrões. Por exemplo, se a sua ‘praia’ for algo mais sóbrio, aposte nas cores neutras. Caso contrário, essa escolha não tem limites. Outro ponto para considerar é a altura do tapete. Sim, você pode querer um mais alto, como os felpudos. Tenha em mente ainda a forma correta de mantê-lo limpo, há tipos mais práticos de se usar.

Fonte: Country Living
Crédito das fotos: Divulgação/Pexels

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