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Bernard Fonck é um cavaleiro de dois milhões de dólares

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Treinador de Rédeas, o belga Bernard Fonck tornou-se, em 2018, o primeiro cavaleiro europeu a atingir a marca dos US$ 2 milhões em ganhos

Treinador de Rédeas, o belga Bernard Fonck tornou-se, em 2018, o primeiro cavaleiro europeu a atingir essa marca

Quem gosta de Rédeas e acompanha a modalidade conhece Bernard Fonck. Aos 47 anos, o belga é uma das sumidades do esporte equestre. Seus ganhos em competições ultrapassaram os US$ 2 milhões em 2018 quando somou mais de 120 mil dólares em prêmios durante o Futurity da Associação Italiana do Cavalo de Rédeas.

Bernard Fonck compete em provas de Rédeas na Europa e nos Estados Unidos pela NRHA desde 2002. Sem dúvida, é um dos destaques mundiais da modalidade. Entre os títulos mais importantes, sobretudo, está a medalha de ouro na prova Individual nos Jogos Equestres Mundiais da FEI em 2018. Foi o primeiro atleta de fora dos Estados Unidos a ganhar essa prova.

Montou What A Wave e na época disse: “Estou muito orgulhoso do que nós conquistamos. Essa medalha de ouro era um sonho, por isso lutei para encontrar a conexão certa com esse cavalo. Sabíamos que tínhamos chance.” Aliás, em competições defendendo as cores do seu país, Bernard Fonck não decepcionou.

Treinador de Rédeas, o belga Bernard Fonck tornou-se, em 2018, o primeiro cavaleiro europeu a atingir a marca dos US$ 2 milhões em ganhos

São três medalhas de prata por equipes nos Jogos Equestres Mundiais da FEI: 2010 Kentucky, 2014 Normandy e 2018 Tryon. O belga também tem sete NRHA World Open World Championships (2008, 2010-11, 2015-17). De acordo com os resultados, foi campeão pela NRHA do European Futurity e European Derby. Da mesma forma que sagrou-se vencedor em outras importantes provas.

Ele é casado com Ann Fonck-Poels, competidora de Rédeas. Com efeito, estão sempre junto nas principais competições. Como a conquista da prata por equipes nos WEGs de 2010, 2014 e 2018. Juntos, eles tocam o Rawhide Ranch, em Herentals, Bélgica.

Fonte: FEI e NRHA
Crédito das fotos: Divulgação/Hautmann Photo e Andrea Bonaga

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Brasileiro André Coelho garante vaga para o Breeders Challenge

Com US$ 1milhão em prêmios programados para 13 a 19 de setembro, competição de Três Tambores realizará, ao todo, quatro classificatórias

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O brasileiro André Coelho permaneceu em Washington a fim de participar de mais uma competição de Três Tambores em Walla Walla. As mais de 16 horas que separam a sua casa, em Bennet, Colorado, do local das provas o fizeram tomar a decisão de permanecer mais tempo na estrada. Logo depois do Sand Cup foi a vez do VGBRA Barrel Daze.

Antes de mais nada, a primeira passada da categoria Futurity valeu como a segunda classificatória para o Breeders Challenge. Entre 13 a 19 de setembro, no Will Rogers Coliseum, em Fort Worth, Texas, 80 finalistas em quatro categorias concorrerão a US$ 1 milhão.

Com Slym Shady (Frenchmans Fabulous x SF Tiny Bit Of Fame), o brasileiro André Coelho marcou o segundo menor tempo da classificatória do Breeders Challenge, 15s461. Assim, garantiu um lugar na final da competição em setembro. Ainda restam mais duas provas – Memphis (TN) e Montrose (CO) – e ele poderá tentar uma segunda vaga.

Brasileiro André Coelho garante presença na prova que pagará US$ 1milhão em prêmios, programada para 13 a 19 de setembro no Texas
André e Slym Shady durante o Sand Cup – Foto: Divulgação/Shane Rux

O desempenho do treinador com Slym Shady durante o VGBRA Barrel Daze também rendeu a ele o sexto lugar na categoria Futurity (31s271). Esse potro, ao lado de uma filha o A Streak Of Flying, são dois dos cavalos mais promissores do brasileiro no momento. A temporada de futurities segue a todo vapor nos Estados Unidos e é importantes escolher bem qual a prova participar.

Uma semana atrás, o brasileiro André Coelho foi terceiro lugar com o Slym Shady no Sand Cup Futurity. Agora ele passa uns dias em casa e logo depois segue para Oklahoma, para o Ruby Buckle Futurity. Os campeões do Barrel Daze foram Samantha Flannery e Promise Me Fame (30s678).

Por Luciana Omena
Crédito da fotos Arquivo Pessoal

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José Vitor Leme supera dor e vence mais uma etapa da PBR

No primeiro rodeio da PBR com 100% de capacidade da arquibancada nesse período de um ano de pandemia, brasileiros conquistam seis das dez primeiras posições

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Com 100% de aproveitamento, mesma porcentagem de fãs na arquibancada de uma arena coberta, José Vitor Leme (foto) venceu a 9ª etapa da PBR 2021, em Sioux Falls, South Dakota, de 9 a 11 de abril. Contudo, uma vitória de superação, já que logo no começo da terceira rodada torceu seu tornozelo no brete, o mesmo que havia lesionado no começo do ano.

Assim, montou em Lil 2 Train sentindo dores. Parou os 8 segundos e marcou 90,5 pontos. Classificado em primeiro lugar para a rodada decisiva, José Vitor Leme foi ‘para o sacrifício’ como dizemos aqui no Brasil. Selecionou Hundred Bad Days e valeu a pena. Recebeu dos juízes 92,25 pontos, sua sétima nota na casa dos 90 pontos, e carimbou o título da etapa.

“Eu só me concentrei nos meus touros a fim de tentar fazer o meu melhor. Senti um pouco de dor, mas sei que preciso ser um cowboy e montar meus touros. Foi para isso que vim. Tento me concentrar nos meus touros e fazer meu trabalho”, comenta o brasileiro à reportagem da PBR. Por seus esforços, ele ganhou um cheque de US$ 37.414,41 e 178,5 pontos pra o ranking mundial. 

Dessa forma, manteve a terceira posição na classificação geral, mas encurtou a distância para o líder. José Vitor Leme tem agora 95,50 pontos a menos que o brasileiro Kaique Pacheco, primeiro colocado do mundial de Montaria em Touros da PBR. Além disso, Leme somou sua 15ª vitória em eventos da elite da PBR nos Estados Unidos na tarde deste domingo.

De acordo com o Rodeio S.A., com mais esta vitória – a segunda na atual temporada – o brasileiro entra para o seleto clube de competidores que atingiram a marca de 15 títulos na principal divisão da PBR, feito alcançando somente por outros oito atletas até então.

No primeiro rodeio com 100% da capacidade da arquibancada, brasileiros conquistam seis das dez primeiras posições; José Vitor Leme vence
Paulo Lima – Foto: André Silva

Outros resultados

Nessa etapa Kaique Pacheco não foi bem, uma parada apenas, 86 pontos em Rising Sun. Cooper Davis é o segundo colocado do ranking geral, 69 pontos atrás do brasileiro. O norte-americano também fez uma etapa menos expressiva, contando ainda que não montou nas rodadas finais por conta de uma concussão.

João Ricardo Vieira foi o outro único competidor com 100% de aproveitamento em seus touros nessa etapa. Chegou bem perto de vencer a etapa. Para a decisão, o brasileiro selecionou um bom touro, I’m Legit Too. Em busca do seu primeiro título mundial na modalidade, parou e ‘fez bonito’: 93 pontos, a maior nota da etapa e da rodada. 

Ele deixou Dakota do Sul com 134 pontos adicionados ao ranking e US$ 26.028,92 pelo vice. É o quarto na tabela geral de classificação, 183 pontos atrás do líder. O terceiro colocado foi Dener Barbosa, caiu apenas no round final. Boogie Bomb o derrotou em 4s96. Mas o final de semana lhe rendeu pontos importantes, pois subiu de 12° para quinto no ranking mundial.

Pontuaram ainda Marco Eguchi (5°), Eduardo Aparecido e Marcelo Procopio Pereira (7°), Ramon de Lima (11°), Silvano Alves (13°), Kaique (14°), Rafael Henrique dos Santos (17°), Alex Cerqueira (18°), Junior Patrik Souza (19°).

No mesmo final de semana, pela segunda divisão – Velocity Tour – o brasileiro Paulo Ferreira Lima venceu a etapa de College Station, Texas. Parou nos três touros que montou e com o resultado subiu para a importante 37ª posição na classificação geral do campeonato.

A próxima etapa da Unleash the Beast acontece dias 17 e 18 de abril, em Oklahoma City. Pela Velocity, etapa em Grand Forks, North Dakota, dias 16 e 17.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Norman Curry foi o segundo a vencer os 10 touros da NFR

Na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

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A história do bullrider Norman Curry, de DeBerry, Texas, tem o forte apelo por ele, até hoje, estar em uma seleta lista de recordistas. Talvez uma das coisas mais difíceis de conseguir no rodeio é não cair de um touro dez dias seguidos e no mesmo evento.

Mas Norman Curry conseguiu. E além dele, outros dois competidores. Primeiro foi Jim Sharp, em 1988. Em seguida, Curry em 1990. Por fim, o brasileiro Adriano Moraes em 1994. Depois deles, ninguém.

Alguns atletas têm feitos incríveis ao longo da história da Professional Rodeo Cowboys Association, mas só eles têm no currículo 100% de aproveitamento durante a NFR. Sim, a final mundial do rodeio completo da PRCA, a National Finals Rodeo. O momento máximo do campeonato mundial. Por esse motivo há pressão da busca pelo título mundial no momento e no evento mais importante da temporada.

Norman Curry: na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

Enfim, preocupado em vencer seus touros, Norman Curry foi o segundo atleta a parar nos dez touros em 1990. Por conseqüência, venceu a etapa com a maior soma de notas. Aliás, a maior soma recorde de todos os tempos, 800 pontos em dez rodadas.

Voltou para casa ainda com o título de reservado campeão mundial de Montaria em Touros daquele ano ao somar somente na NFR US$ 63.109,00. Ele se qualificou novamente para a NFR em 1991, contudo um acidente na arena no sétimo round o tirou da disputa.

Norman Curry também integrou o time da Professional Bull Riders. Seus resultados na PBR aprecem de 1998 a 2002. Vale lembrar que ele atuava em uma época que tinha como adversários o próprio Jim Sharp, e ainda Tuff Hedeman, Clint Branger, Cody Snyder, Ty Murray, Cody Lambert, Michael Gaffney, Ervin Williams, Cody Custer.

Fonte: Oklahoman
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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