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Luiz Francisco Azevedo conquista quarto lugar em Wellington

Com 12 semanas de duração e cavaleiros de todo o mundo, o Winter Equestrian Festival chegou ao fim na Flórida

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Na abertura da última semana do Winter Equestrian Festival 2021, o melhor resultado de um brasileiro na rodada foi de Luiz Francisco Azevedo. Quarto lugar do CSI4*, a 1.45m, quarta-feira (31). Montando Collin, um KWPN castrado, encerrou a prova com percurso zerado em 24s43.

A campeã foi Kristen Vanderveen, dos Estados Unidos, com Bull Run’s Faustino De Tili. Nono conjunto, de 50, a entrar na pista desenhada pelo alemão Olaf Petersen Jr, marcou 21s92. Essa prova, aliás, foi classificatória para a Classic Series Final, a 1.50m.

Competidores de todo o mundo, mesmo com algumas restrições de translado, estiveram desde o dia 6 de janeiro no famoso Palm Beach International Equestrian Center, em Wellington, Flórida. Ademais, o WEF é o maior e mais antigo circuito de Salto mundo.

A presença brasileira costuma ser forte. Esse ano não foi diferente, embora com participações pontuais. Por conta da pandemia, cavaleiros e amazonas que estão no Brasil tiveram restrições de viagem.

Além de Luiz Francisco Azevedo, tivemos bons resultados de outros brasileiros ao longo da edição 2021. Nomes como Rodrigo Pessoa, Rodrigo Lambre, Eduardo Menezes, Fabio Leivas, Camila Mazza e Yuri Mansur.

Logo após o fim do WEF, o PBIEC começará a primeira de cinco semanas do 2021 ESP Spring Series. Dessa forma, até dia 16 de maio os competidores e seus cavalos disputarão provas CSI3*. Não temos notícias ainda de quais brasileiros permanecerão nos Estados Unidos, já que há a chance de se juntarem aos conjuntos que disputam provas na Europa.

Cerca de 20 cavaleiros integram a lista de conjuntos em observação para formação do Time Brasil para a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 e a segunda fase de observação acontecerá na Europa.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: Divulgação/Sportfot

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Internacional

Norman Curry foi o segundo a vencer os 10 touros da NFR

Na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

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A história do bullrider Norman Curry, de DeBerry, Texas, tem o forte apelo por ele, até hoje, estar em uma seleta lista de recordistas. Talvez uma das coisas mais difíceis de conseguir no rodeio é não cair de um touro dez dias seguidos e no mesmo evento.

Mas Norman Curry conseguiu. E além dele, outros dois competidores. Primeiro foi Jim Sharp, em 1988. Em seguida, Curry em 1990. Por fim, o brasileiro Adriano Moraes em 1994. Depois deles, ninguém.

Alguns atletas têm feitos incríveis ao longo da história da Professional Rodeo Cowboys Association, mas só eles têm no currículo 100% de aproveitamento durante a NFR. Sim, a final mundial do rodeio completo da PRCA, a National Finals Rodeo. O momento máximo do campeonato mundial. Por esse motivo há pressão da busca pelo título mundial no momento e no evento mais importante da temporada.

Norman Curry: na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

Enfim, preocupado em vencer seus touros, Norman Curry foi o segundo atleta a parar nos dez touros em 1990. Por conseqüência, venceu a etapa com a maior soma de notas. Aliás, a maior soma recorde de todos os tempos, 800 pontos em dez rodadas.

Voltou para casa ainda com o título de reservado campeão mundial de Montaria em Touros daquele ano ao somar somente na NFR US$ 63.109,00. Ele se qualificou novamente para a NFR em 1991, contudo um acidente na arena no sétimo round o tirou da disputa.

Norman Curry também integrou o time da Professional Bull Riders. Seus resultados na PBR aprecem de 1998 a 2002. Vale lembrar que ele atuava em uma época que tinha como adversários o próprio Jim Sharp, e ainda Tuff Hedeman, Clint Branger, Cody Snyder, Ty Murray, Cody Lambert, Michael Gaffney, Ervin Williams, Cody Custer.

Fonte: Oklahoman
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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André Coelho é terceiro no Sand Cup Futurity

Treinador brasileiro segue circuito norte-americano de potros do futuro

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Foi uma experiência nova para o treinador André Coelho. Morando nos Estados Unidos ininterruptamente desde de dezembro 2018, no último final de semana ele viajou dois dias até Walla Walla, Washington a fim de participar do 15th Annual Sand Cup. “Eu adoro viajar para o norte dos Estados Unidos, as estradas e as cidades são lindas”, afirma ele.

Montando Slym Shady (Frenchmans Fabulous x SF Tiny Bit Of Fame), André Coelho encerrou a categoria Futurity com 30s994, em terceiro lugar na média do 1D. Marcou 15s489 na primeira passada, quarto melhor tempo. E 15s505 no segundo go, novamente o quarto melhor tempo.

 “Estou muito satisfeito com o andamento dos meus potros. Sei que eles têm algumas limitações, mas procuro tirar o máximo de desempenho que deles, especialmente em pistas menores”. Seu  foco é o treinamento de potros e no momento ele tem quatro em atuação. Os dois de mais destaque são Slym Shady (foto) e uma filha o A Streak Of Flying.

Treinador brasileiro André Coelho segue circuito norte-americano de potros do futuro. Ganhou o CSR Sale Incentive e agora 3° lugar no Sand Cup

De acordo com as estatísticas americanas, o brasileiro é no momento o competidor da América do Sul com maior ganho no circuito. Soma mais de US$ 223.800,000. Ano passado, André Coelho apostou em Famous Zorrero, filho do garanhão brasileiro ‘desaparecido’ recentemente, El Shady Zorrero. O potro ganhou US$ 7 mil no Slot da BFA, a prova mais aguardada do ano.

Há quase um mês o André Coelho brasileiro saiu de Bennett, Colorado, onde mora no Smoke Creek Farm, e passou 15 dias no Texas. Ganhou o CSR Sale Incentive, com o Slym Shady. Agora está em Washington, onde permanece para mais um evento esse final de semana. “Volto para casa e logo depois sigo para Oklahoma, para o Ruby Buckle Futurity”.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Internacional

Brasileiros avançam de fase no NCHA Super Stakes

Uma das maiores provas de Apartação da temporada acontece até dia 17 de abril em Fort Worth

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De 25 de março a 17 de abril, cavaleiros e cavalos das categorias Open, Non Pro e Amateur buscam títulos do NCHA Super Stakes no Will Rogers Memorial Center, em Fort Worth, Texas. Entre eles, competidores brasileiros residentes nos Estados Unidos.

Vale lembrar que esse evento é de idade limitada para os animais. Ou seja, só concorrem aos prêmios e títulos cavalos de quatro, cinco e seis/sete anos de idade hípica. E para cada faixa de idade, há provas ainda para subdivisões intermediária e limitada (de acordo com os ganhos dos cavaleiros).

Armando Costa Neto e Rodrigo Taboga estão na final do NCHA Super Stakes 2021, no dia 17 de abril, da categoria Open, a mais importante. Armandinho apresentará Niki Sixx (Metallic Cat x Lil Foxie Starlight) na Open 5 anos. Enquanto Rodrigo fará a final da Open 6/7 anos com Rocky Mountain Blues (Smooth As A Cat x Diva In Denim).

Para chegar à final, Armandinho somou 437 pontos nas duas rodadas classificatórias, onde a nota de corte foi 435,5 pontos. Já Rodrigo, também passou por duas classificatórias na sua categoria e avançou com 439,5 pontos, tendo note de corte de 439 pontos.

NCHA Super Stakes, uma das maiores provas de Apartação da temporada, acontece de 25 de março até dia 17 de abril em Fort Worth, Texas
Grigoletto e Smart Pepto Magic – Foto: Reprodução/Instagram

Outros resultados

Com Bill Oreylly (Dual Rey x Sweet Smoke Lena), Armadinho chegou até o segundo ‘go’ da Open 6/7 anos, contudo não avançou para a final. Rodrigo já fez a final da Open Intermediária 6/7 anos com Rocky Mountain Blues (foto de chamada) e encerrou a prova em décimo lugar.

Quem também participou do NCHA Super Stakes de Apartação 2021 foi o brasileiro Dirceu Grigoletto. Ele hoje treina ao lado de Rodrigo Taboga no rancho que o brasileiro alugou em Weatherford, Texas. Cidade, aliás, que concentra uma boa parte dos treinadores de Apartação dos Estados Unidos.

Grigo apresentou Smart Pepto Magic (Smart Time Pepto x Little Magice Rosie) na primeira rodada da Limited Open 5 anos. Potro de sua propriedade, domado por ele. Com 208 pontos não avançou. Mas está feliz por sua participação. “O Rodrigo me chamou para trabalhar com ele e eu aceitei. Graças a Deus as coisas estão se encaixando muito bem”.

Clique aqui para resultados completos.

Por Luciana Omena
Crédito da foto de chamada: Cedida/SDP Buffalo Ranch

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