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Ranking Mundial: Marcos Alan Costa vence rodeio e acrescenta pontos na somatória

Além do competidor de Tie-down roping, Keyla Polizello Costa e Ednei Caminhas também pontuaram no último fim de semana

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PRCA: Marcos Alan Costa vence rodeio e acrescenta pontos na somatória do ranking

De 2 a 5 de junho, Crossett, no Arkansas, recebeu uma etapa do campeonato mundial de rodeio da PRCA. Durante essa etapa, o campeão foi o brasileiro, Marcos Alan Costa, que conquistou o primeiro lugar com a somatória das suas duas passadas, com 19s8 e um total de U$2.851, acrescentado no Ranking Mundial.

Sendo assim, o brasileiro continua subindo no ranking mundial, agora em 13º lugar com U$ 28,283.11. Vale lembrar que para o ranking da PRCA, a colocação segue os ganhos dots competidores, com base na pontuação de cada rodada.

Do mesmo modo, Marcos Alan também pontuou na etapa Hugo Pro Rodeo, em Oklahoma, onde ficou em 6º lugar, empatado com Cody Huber, com o tempo de 8s1, U$538 cada um deles.

Demais Brasileiros

Além de Marcos Alan, outros brasileiros somaram pontos nas rodadas da semana anterior. Na Montaria em Touros, Ednei Caminhas fez 87 pontos, com o touro Black Lightning, com essa pontuação, o brasileiro acrescenta U$ 1,652 ao ranking mundial.

Keyla Polizello Costa, nos Três Tambores fez 15s32, tempo que fez a competidora ganhar U$564, permanecendo, assim, no Top 50. Além dessa pontuação na etapa de Mesquite, Texas, Keyla ficou em 10º lugar no rodeio em Hugo, Oklahoma. “Foi um rodeio super apertado, com mais de 140 inscrições, mas graças a Deus, deu tudo certo”, comenta Keyla

Durante essa etapa, o campeão foi o brasileiro, Marcos Alan Costa, que conquistou o primeiro lugar com a somatória das suas duas passadas, com 19s8 e um total de U$2.851.

Por Heloísa Alves
Fonte: PRCA
Crédito das fotos: Matt Cohen e André Silva

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Rodrigo Taboga é Top 10 no Breeders Invitational de Apartação

Uma prova de grande porte nos Estados Unidos que acontece todos os anos nesse período, mas que ‘pulou’ sua edição 2020 devido à pandemia

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O treinador brasileiro Rodrigo Taboga continua firme e forte na temporada 2021 da modalidade Apartação nos Estados Unidos. Assim, na disputa do Breeders Invitational, que encerrou sua programação dia 29 de maio, entrou em duas finais. E mais, se posicionou entre os dez melhores nas duas categorias.

Logo no começo do evento, marcou 218 pontos na final da Open Classic/Challenge com Rocky Mountain Blues. Ficaram em sétimo lugar com quase US$ 10 mil de premiação. Os dois formam uma dupla afinada, com diversas finais e prêmios no currículo. Rocky Mountain Blues é filho de Smooth As A Cat e de propriedade de Selena Orchard Barbosa.

No sábado (29), Rodrigo Taboga fez a final da Open Derby com Cats Special Nite. De propriedade de Stormy Cutting & Cattle e filho de High Brow Cat, foi a primeira vez dele em pista com o treinador brasileiro. Na final, marcaram 216 pontos, empatados com outros conjuntos, e receberam pouco mais de US$ 12 mil em premiação.

A saber, o Breeders Invitational é uma prova de grande porte, e se assemelha muito ao NCHA Super Stakes ou Derby em tamanho e importância. A bolsa principal vem de um programa de criadores, que pagam uma taxa por cada produto nascido. Então, o evento é a boa combinação de organização, alta premiação e os melhores cavalos e cavaleiros.

Breeders Invitational, uma prova de grande porte nos Estados Unidos que acontece todos os anos, mas que ‘pulou’ sua edição 2020
Cats Special Nite

Outros detalhes

Só para exemplificar, o campeão da Derby Open recebeu US$ 50 mil. Como todos os anos, essa categoria para cavalos de 4 anos hípicos foi a mais concorrida do evento. “Com tantos animais de qualidade, ficamos muito felizes com os resultados do Cats Special Nite. Nossa primeira prova e estamos animados, assim como os proprietários, para o desenrolar da temporada”, conta o brasileiro.

O Breeders Invitational não aconteceu em 2020 por conta da pandemia da Covid-19. Portanto, além das categorias Derby (cavalos de 4 anos) e Classic/Challenge (cavalos de 5 e 6 anos) – disputadas na Open, Non Pro e Amateur – também aconteceu a Special 5. Categoria apenas para cavalos de 5 anos, que foram Derby ano passado.

Além de Rocky Mountain Blues na Classic/Challenge, e de Cats Special Nite na Derby, Rodrigo ainda apresentou Athena Boon na categoria Derby e Tuff Lova na Derby Open $10k Novice – essa para cavalos de 4 anos que não atingiram US$ 10 mil em prêmios.

Armando Costa Neto também esteve no Breeders Invitational, com Niki Sixx e Moe Beta na Classic/Challenge Open, e com Sweet Lil Kit Kat na Derby Open, mas não foi para a final. Resultados completos, clique aqui.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Internacional

Pódio para o Brasil na Copa das Nações de Salto na Itália

Na reta final de preparação paras as Olimpíadas, o Time Brasil esteve em mais uma edição da forte Copa das Nações no 88º CSIO5* de Roma

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O Time Brasil garantiu a terceira colocação na concorrida Copa das Nações de Salto no 88º CSIO5* de Roma, na Piazza de Siena, Itália. Disputada a 1.60m, dia 28 de maio, sob dois percursos idealizados pelo italiano Uliano Vezzani, nossa equipe fez bonito mais uma vez.

Das 12 equipes, as oito melhores habilitaram-se para a segunda volta. No estrelado Time Brasil dessa edição da Copa das Nações de Salto, Luiz Francisco de Azevedo com Comic anotou 4 pp e o segundo percurso zerado. Já Yuri Mansur com QH Afons Santo Antonio, zerou as duas passadas. Aliás, único duplo zero da equipe brasileira.

Luiz Felipe de Azevedo Filho com Hermes van de Vrombautshoeve, teve a mesma performance de Luiz Francisco. Por fim, Rodrigo Pessoa e Carlito´s Way 6 com 4 pp na primeira volta, não saltou no desempate. Todos os três outros integrantes da equipe zeraram a segunda passagem e como era o último a largar o resultado dele não alteraria o computo final.

Assim, o Brasil fechou a Copa das Nações de Salto com apenas 8 pontos perdidos (pp) no total, empatado com a equipe da França. Ambas com apenas uma falta a mais que as equipes campeã e vice. A saber, a cada rodada as equipes têm direito ao descarte do pior resultado (colocado entre parênteses para diferenciação).

A equipe da Bélgica garantiu ouro, enquanto a prata foi para a Alemanha. O técnico do Time Brasil Philippe Guerdat estava presente à competição. Assim como Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe. Eles têm até 21 de junho para definir a lista de atletas para depois, até 5 de julho, definir a equipe que irá a Tóquio.

Copa das Nações de Salto: na reta final de preparação paras as Olimpíadas, o Time Brasil fez bonito mais uma vez com o 3° lugar

Saldo positivo na reta final de preparação para as Olimpíadas

Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe do Brasil, que está em Roma ao lado do técnico Philippe Guerdat, gostou do resultado. “O Brasil foi muito bem nesse início da reta final de seleção e observação para formação da equipe em Tóquio”.

Ainda de acordo com ele, todos os nossos cavaleiros tiveram uma grande atuação. “Agora vamos decidir a formação das nossas equipes nas próximas Copa das Nações 5* em St Gallen (Suíça) e La Baule (França) e uma 3* em Peelbergen (Holanda)”.

O Salto em Tóquio começa dia 3 de agosto, com a primeira qualificatória individual. No dia 4 tem a definição do pódio individual. Por fim, a 1ª qualificatória por equipe acontece no dia 6 de agosto. Enquanto a final no dia 7.

Segundo a CBH, a FEI estabeleceu um novo formato a partir das Olimpíadas de Tóquio, que aumenta o número de países competindo. Mas com equipes menores, três aos invés quatro membros (e sem descarte).

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Piazza de Siena – Reprodução/ijrc.org

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Internacional

Wanda Harper Bush tem 32 campeonatos mundiais pela WPRA

A maior ganhadora de títulos da associação, incluindo 11 fivelas no Laço Individual

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Em números de vitórias pela WPRA – Women Professional Rodeo Association, Wanda Harper Bush (In Memorian) é a maior. Ao todo, conquistou 32 fivelas de ouro, mais do que qualquer outra competidora. Desse total, nove no All Around (1952, 1957-58, 1962-65, 1968-69); duas em Três Tambores (1952-53) e em Apartação (1966, 1969), uma em Flag Race (1969), sete em Ribbon Roping (1951, 1953-54, 1956-59).

Completando a lista, 11 fivelas de campeã mundial WPRA no Calf Roping – ou Laço Individual – (1951-56, 1960, 1962, 1964, 1966-67). Ela viveu toda a sua vida perto dos cavalos. Wanda Harper Bush nasceu em 6 de outubro de 1931, em Mason, Texas, e cresceu no Harper Ranch de sua família. Desde cedo aprendeu a vida no campo e a arte da equitação com seu pai Alvin.

Wanda Harper Bush também cresceu competindo, já que os prêmios em rodeios e provas era uma parte da renda da família. E tudo mudou quando um grupo fundou a GRA – Girls Rodeo Association, em 1948. A exímia cavaleira fez a sua carteirinha de número 14. Associação que mudaria de nome anos depois, tornando-se a WPRA, uma das mais importantes do segmento.

Wanda Harper Bush: a maior ganhadora de títulos da associação, incluindo 11 fivelas no Laço Individual; ao todo, são 32 títulos mundiais
Cowgirl completa

O primeiro título mundial de Wanda Harper Bush chegou logo, em 1951, quando ela contava com 20 anos de idade. Laçar era uma de suas maiores paixões. No entanto, versatilidade era o seu negócio. Assim como outras cowgirls influentes, fez parte da diretoria da GRA/WPRA e conseguiu muitas vitórias para o esporte equestre nos bastidores.

Em 2017, a ProRodeo imortalizou seu legado com sua entrada no Hall of Fame. Em 2015, aos 84 anos, deixou o marido Stanley e a filha Shanna. Wanda Harper Bush, de fato, dominou cerca de 20 anos do circuito.

Fonte: WPRA
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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Internacional

Mais uma vitória do atleta paralímpico Rodolpho Riskalla

Atual Número 2 do mundo em sua categoria, o brasileiro está ‘afiado’ e é chance de medalha em Tóquio no Adestramento Paraequestre

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O atleta paralímpico Rodolpho Riskalla venceu mais uma. Foi campeão no Freestyle Paraequestre em Munique, Alemanha, ocasião, portanto, que disputou o Internacional de Adestramento Paraequestre – CPEDI3*. No Freestyle, reprise musicada com movimentos obrigatórias em sequência livre, o brasileiro assegurou 74,975% de aproveitamento e ficou com o título.

“Estava um super vento, meu cavalo Don Frederic ficou um pouco histérico com a ventania (risos). Então foi meio difícil. Nos dois primeiros dias, no mastro onde hasteia a bandeira o vento batia e assobiava. Depois ele foi acalmando, mas no segundo dia também estava meio tenso. Tive alguns erros e acabei perdendo ali”, conta Rodolpho.

Além do primeiro lugar no Freestyle, competindo na categoria grau IV, o atleta paralímpico emplacou ainda, respectivamente, em segundo e terceiro lugar. “O Freestyle era o mais importante, então estamos bem felizes”, reforça Rodolpho. Ele conta com apoio de sua mãe, a treinadora e juíza de Adestramento Rosangele Riskalla, e da irmã, a amazona Vitoria Riskalla.

Atual Número 2 do ranking mundial Grau IV, e nono no ranking geral, ele é duas vezes vice-campeão mundial (2018) e forte candidato a medalha nos Jogos Paralímpicos em agosto. Vale lembrar ainda, nessa caminhada, o dois tricampeonatos em 2021 – Doha (Catar) e Mannheim (Alemanha).

Atual Número 2 do mundo, o brasileiro atleta paralímpico está ‘afiado’ e é chance de medalha em Tóquio no Adestramento Paraequestre

Reta final de preparação para as Paralimpíadas

O próximo desafio do brasileiro é o o Internacional de Hartpury na Inglaterra, entre 7 e 11 de julho. “Levarei minhas duas montarias, o Don Henrico e o Don Frederic. Nesse evento, antes de mais anda, estarão todos os juízes que julgarão a Paralimpíada de Tóquio, com exceção de uma juíza australiana”, adianta Rodolpho.

Logo depois desse evento, então, o atleta paralímpico brasileiro decidirá com qual cavalo irá aos Jogos. Já Habilitado à Paralímpiada de Tóquio, Rodolpho conta que passará por uma quarentena em Aachen, na Alemanha, a partir de 10 de agosto. Assim, depois de cumprir esse período, viaja dia 18 de agosto para o Japão.

A saber, a Paralimpíada de Tóquio acontece entre 24 de agosto e 5 de setembro, enquanto a corrida pelas medalhas no Adestramento Paraquestre está marcada para 26 e 30 de agosto. No Adestramento Paraquestre as disputas são divididas em cinco graus – I,II,III,IV e V – grau de dificuldade crescente de acordo com a avaliação / classificação funcional da deficiência do atleta.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito das fotos: Divulgação/Hubert Fischer

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Internacional

Kaique Pacheco assume liderança da PBR após Jacksonville

O melhor brasileiro da etapa foi Marco Eguche, segundo colocado; dos 15 primeiros, oito brasileiros, incluindo Kaique Pacheco em quarto lugar

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De acordo com o site da PBR, a etapa de Jacksonville, Flórida, foi uma das mais disputadas da história da liga. A começar pela mudança de liderança no topo do ranking mundial. Com o quarto lugar no final de semana de 22 e 23 de maio, Kaique Pacheco ultrapassou José Vitor Leme em 16 pontos.

Kaique Pacheco, campeão mundial da PBR em 2018, segue firme em busca da sua segunda fivela dourada. Em Jacksonville ele teve sucesso em dois dos três bois que montou. Marcou 87,75 pontos em Dirty Sancho na primeira rodada. Em seguida, caiu de Chinese Cigar, mas classificou-se para a decisão.

No terceiro round, Kaique Pacheco montou The Sauce, um touro que estava invicto há 14 montarias. Aliás, o próprio Kaique já havia montado nele em duas oportunidades anteriores sem sucesso. Porém, tudo mudou na Flórida. Ele marcou 89,75 pontos, garantindo o quarto lugar na etapa, 54,50 pontos e US$ 10.994,90.

Assim, além de recuperar a liderança do ranking, que ocupou por quatro semanas esse ano, ele é o atleta com mais montarias qualificadas na Unleash the Beast, 27. E sua porcentagem total de aproveitamento agora é de 60% (27 paradas em 45 bois).

José Vitor Leme não pontuou nesse rodeio, abrindo caminho para Kaique. Enquanto isso, Cooper Davis encurtou a distancia para os dois. Ao vencer em Jacksonville, tem 180,50 pontos de diferença para o líder.

O melhor brasileiro foi Marco Eguche, segundo colocado; dos 15 primeiros, oito brasileiros, incluindo Kaique Pacheco em quarto lugar
Marco Eguche

Outros resultados

O brasileiro Marco Eguche, segundo colocado na etapa, e Cooper Davis foram os dois únicos com 100% de aproveitamento. Eguche entrou na rodada decisiva em quinto lugar, logo após parar em Rebel Call para 83,50 pontos no round 1 e em Sharon’s Lil Twister para 84,50 pontos na sequência. Para a decisão, o brasileiro escolheu Born To Sin encerrando seu final de semana perfeito com 87,75 pontos.

Sexto colocado no mundial depois de somar 85,50 pontos ao ranking e US 12.423,59, Eguche subiu cinco posições com o vice na Flórida. Agora, são 641 pontos de distancia para o líder Kaique Pacheco.

Pontuaram ainda Caic Cassio Carvalho (6°), Dener Barbosa (7°), João Henrique Lucas (9°) – que ganhou a primeira rodada -, Rafael Henrique dos Santos (10°), Mauricio Gulla Moreira (11°), Marcelo Procópio Pereira (15°), Paulo Ferreira Lima (17°).

No mesmo final de semana a PBR realizou etapa da segunda divisão, a Velocity Tour. Em Sioux City, Iowa, o melhor brasileiro foi Lucas Fideles Souza, em segundo lugar. Adriano Salgado foi quarto lugar, enquanto Manoelito de Souza Junior fechou o top 5 em quinto lugar. Ele venceu, inclusive, o primeiro round.

A série principal da PBR, Unleash the Beast, fará uma pausa de três semanas. Na volta, aportará em Las Vegas nos dias 11 e 12 de junho.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Kathy Daughn ganhou mais de US$ 4,25 milhões em Apartação

A lenda, aliás, foi a primeira mulher a vencer dois campeonatos do NCHA Futurity na divisão aberta (1985 e 2000)

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Treinadora de cavalos de Apartação, Kathy Daughn nasceu em 1959 em San Francisco, Califórnia. Entre seus feitos, ganhou duas vezes o NCHA Open Futurity, a prova mais importante da modalidade, em 1985 e 2000.

Na carreira, já ganhou mais de US$ 4,5 milhões em competições. Além disso, é NCHA Rider Hall of Fame – Open Division e National Cowgirl Hall of Fame.

Antes de mais nada, Kathy Daughn foi a primeira mulher a ‘levar’ dois títulos do NCHA Futurity na categoria Open. The Gemnist foi seu parceiro na primeira conquista, em 1985. Na final, os dois marcaram nada menos que 229 pontos.

Aí 15 anos depois, em 2000, com Royal Fletch, levou a segunda fivela. Os dois, e ainda Playin Stylish, são os cavalos da vida da treinadora.

Criada em sua cidade natal, San Francisco, Kathy Daughn não tinha ninguém na família com ligação no mundo equestre. Quando adolescente, ela montava cavalos alugados enquanto era voluntária nos estábulos do Golden Gate Park, na Califórnia.

Kathy Daughn, aliás, foi a primeira mulher a ganhar 2 campeonatos do NCHA Futurity na divisão aberta (1985 e 2000); uma lenda da Apartação

Eventualmente, se apresentou nas modalidades Hunter e Salto. Mas não demorou muito para que ela entrasse de vez na modalidade Apartação, a qual se dedicou por toda sua vida. Daughn mudou-se, então, para o Texas em 1980.

Por três anos e meio ela trabalhou para o treinador de cavalos de Apartação Larry Reeder. Logo depois ela deixou Reeder e trabalhou por um ano com sua mentora, a treinadora de cavalos Lindy Burch. Ídolo de muita gente, aliás. A partir dai, passou a ter seu próprio centro de treinamento.

Até hoje, Kathy Daughn é uma das maiores competidoras de Apartação dos Estados Unidos. Tem talento nato como treinadora e reconhecimento também por sua liderança na National Cutting Horse Association.

Fonte: Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/NationalCowgirlMuseum

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Internacional

Leme e Pacheco continuam o legado de sucesso brasileiro na PBR

Os dois, líder e vice-líder do ranking mundial no momento, buscam o segundo título de campeão

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No começo da temporada 2021 da PBR, alguns competidores despontavam nas primeiras posições como favoritos. Mas, passados quatro meses, dois atletas despontaram e hoje estão na briga direita pelo título de campeão mundial. Antes de mais nada, Leme e Pacheco continuam o legado de sucesso brasileiro na entidade.

José Vitor Leme, campeão mundial de 2020, é o atual número 1 do mundo, enquanto Kaique Pacheco, vice-líder do ranking, é o campeão mundial de 2018. Ou seja, Leme e Pacheco já têm uma fivela de ouro cada. Contudo, estão no auge da carreira e em boa forma e a chance deles se juntarem a outras duas lendas é grande.

No livro de recordes da PBR, Adriano Moraes e Silvano Alves têm, cada um, três títulos mundiais. Os únicos com essa façanha desde que a entidade começou seu campeonato, em 1994. Além disso, apenas seis atletas em toda a história venceram mais de uma vez: Moraes, Alves, Justin McBride, Chris Shivers, JB Mauney e Jess Lockwood.

Vale lembrar que Leme e Pacheco são novos ainda. José tem 24 anos, enquanto Kaique tem 26. Mauney, por exemplo, conquistou seu primeiro título na montaria em touros aos 26 anos e Adriano Moraes, o último aos 36.

Pacheco liderava o ranking mundial quando Leme o ultrapassou depois do segundo lugar na etapa de Omaha, Nebraska. A diferença deles no momento é de apenas 38,50 pontos. E ainda temos, pelo Brasil, João Ricardo Vieira, o quarto melhor do mundo.

Essa é a sétima temporada de Kaique Pacheco na PBR dos Estados Unidos, enquanto José Vitor Leme segue na sua quarta completa. Em algumas estatísticas, os números deles são bem próximos, mostrando talento de sobra dos brasileiros.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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PRCA: rodada positiva para os brasileiros no campeonato mundial de rodeio

Junior Nogueira, Marcos Alan Costa e Keyla Polizello Costa somaram pontos na rodada de 13 a 16 de maio em diversos rodeios

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O campeonato mundial de rodeio da PRCA segue aos poucos retomando o ritmo de antes, com muitas etapas a cada rodada. Dessa forma, os competidores estão de volta a estrada em busca dos importantes dólares para o ranking. Como é o caso dos brasileiros Junior Nogueira, Marcos Alan Costa e Keyla Polizello Costa.

Junior Nogueira, no Laço Pé, soma no momento US$ 31.036,15 no ranking e é o quarto colocado do campeonato em sua categoria. Ao lado de Kaleb Driggers (cabeceiro) Juninho encerrou a etapa de Mineral Wells, Texas, em segundo lugar com 3s9 e US$ 1.476,00.

Com 5s1, a dupla conquistou o quinto lugar em Jacksonville, Texas, embolsando US$ 441,00. Por fim, nessa mesma rodada, em Huntsville, Texas, ficaram em quarto lugar, 4s5 e US$ 1.053,00. Antes de mais nada, a retomada da parceria está sendo bastante produtiva para os dois laçadores.

PRCA: Junior Nogueira, Marcos Alan Costa e Keyla Polizello Costa somaram pontos na rodada em diversos rodeios e melhoraram suas posições
Juninho, Marcos e Keyla

No Tie-Down Roping, Marcos Alan Costa subiu de posição no ranking mundial. Agora é o 15° colocado com US$ 22.744,41. Na rodada de 15 de maio, foi sétimo lugar em Redding, Califórnia, ao somar 18s7. O brasileiro pontuou bem na primeira passada, quarto lugar (empatado), com um boi de 9s. De premiação levou quase US$ 2 mil.

Em seguida, Marquinhos também pontuou em Huntsville, Texas. Marcou 8s2, empatado com mais dois laçadores, levando cada um US$ 481,00. Nos Três Tambores, Keyla Polizello Costa e Zumanity Cristal CMV entraram mais um rodeio PRCA na zona de premiação.

Entre 108 inscrições, a brasileira emplacou o sétimo lugar em Jacksonville, Texas, ao marcar 17s39. “Só agradecer a está égua apaixonante e que é dona de um coração maior que ela”, comenta a amazona em seu perfil no Instagram.

Por Luciana Omena
Fonte: PRCA
Crédito das fotos: Divulgação

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PBR: com a maior nota do fim de semana, José Vitor Leme é campeão

Etapa da PBR em Billings, Montana, foi marcada por boas surpresas; o brasileiro venceu pela terceira vez na temporada e chegou a 16 vitórias na elite

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Último a montar na rodada final em Billings, Montana, José Vitor Leme precisava de 90,25 pontos para vencer. A 13ª etapa da temporada 2021 da PBR aconteceu de 14 a 16 de maio, não computou nenhum competidor invicto e ainda realizou um 15/15 Bucking Battle.

José Vitor Leme (foto), então, marcou 93,25 em Diddy Wa Diddy. O brasileiro ganhou a etapa e levou 181 pontos ao ranking mundial. De prêmio, US$ 38.030,49. Horas antes da última rodada, o líder do campeonato da PBR marcou sua terceira nota na casa dos 90 pontos em Hundred Bad Days: 91,25 pontos, terceiro confronto deles esse ano.

Além disso, as duas notas de 90 em Billings dá a Leme 12 no total só em 2021. “Eu só tento fazer algo diferente a cada vez. Assim como cada montaria seja especial para todos os fãs que assistem a PBR. Também quero colocar meu nome na história da entidade. Quero vencer de novo e agradeço a Deus por toda a Sua glória”, comenta o campeão.

Esta foi a 16ª fivela conquistada pelo brasileiro na elite da PBR. A sétima melhor marca entre os maiores ganhadores de títulos da história do campeonato; e terceiro com mais vitórias entre os competidores em atividade.

Ainda, de acordo com o Rodeio S.A., no total, Leme tem agora 41 notas acima de 90 pontos. Em apenas quatro temporadas completas nos Estados Unidos, está entre os seis competidores com mais notas no ‘Clube dos 90’ em toda a história da PBR, sendo o segundo entre os competidores em atividade.

Buscando sua segunda fivela de ouro, o brasileiro soma agora 1.000,50 pontos na classificação geral.

Etapa da PBR em Billings, Montana, foi marcada por boas surpresas; brasileiro venceu pela terceira vez na temporada e chegou a 16 vitórias
Kaique e Leme

Outros resultados

Kaique Pacheco segue ‘na cola’ de José Vitor Leme e os dois brasileiros protagonizam as melhores performances ao longo desses meses. Também perseguindo seu segundo título mundial, Kaique encerrou Billings em segundo lugar.

Logo após empatar com Leme na segunda rodada, ele ficou em segundo lugar no 15/15 Bucking Battle sábado a noite. Com os 91 pontos em Smooth Wreck, assumiu momentaneamente a liderança do campeonato.

Com três paradas em quatro montarias na etapa, mesmo aproveitamento de Leme, Kaique ficou com a segunda posição ao marcar 87,50 na rodada final em cima de Trail of Tears. Somou, então, US$ 23.028,92 e 121 pontos ao ranking. Com 962 pontos, é o vice-líder do campeonato, apenas 38,50 pontos atrás do líder.

Silvano Alves, tricampeão mundial, foi o quinto melhor nessa etapa. Seguido por Caic Cassio Carvalho (6°), Luciano de Castro (7°), João Henrique Lucas (8°), Marcelo Procópio (9°). Pontuaram ainda os brasileiros Junior Patrik (11°), Leonardo Lima (12°), Dener Barbosa (13°) – terceiro no 15/15, Paulo Lima (14°), Alex Cerqueira (15°).

Cooper Davis e João Ricardo Vieira, respectivamente, terceiro e quarto colocados no ranking mundial, não montaram por causa de lesão. Davis sentiu um ‘estalo’ na perna, bem acima do joelho, na etapa de Omaha.

Enquanto João Ricardo sentiu dores na etapa de Corpus Christi. A ressonância magnética não mostrou ferimentos graves, mas os médicos o aconselharam a ficar uma rodada de fora para cessar 100% as dores.

A próxima etapa da Unleash The Beast será em Jacksonville, Flórida, dias 22 e 23 de maio.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Leo Camarillo por Tee Woolman: “ele era o maior!”

Poucos conheceram Leo Camarillo como Tee Woolman; ao lado de Camarillo, Woolman conquistou seus dois primeiros títulos mundiais

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Leo Camarillo foi um divisor de águas no Team Roping. Antes de mais nada, ele revolucionou a modalidade e impactou a indústria de rodeio de várias maneiras. ‘The Lion’ (o leão) entrou para os livros de recordes, assim como faz parte da tradição do segmento ao lado de outros ícones do esporte western.

Quem o viu laçar ao vivo atesta: “Não houve competidor mais ‘feroz’ do que Leo Camarillo”. Por outro lado, não havia mentor melhor quando se tratava de transformar jovens talentosos em campeões. Basta perguntar a Tee Woolman.

Woolman, sem dúvida, é um caso raro no rodeio. Como estreante foi, de cara, campeão mundial, em 1980. Repetindo o feito em 1982 e 1991 (em que foi co-campeão). Nos dois primeiros títulos, Leo foi seu peseiro. Os dois ainda venceram a NFR com a melhor média em 1980 e 1982. Woolman, aliás, repetiu essa marca três vezes posteriormente com outros parceiros.

Por sua vez, Leo foi pentacampeão mundial, quatro títulos no Team Roping (1972-73; 1975; 1983) e um All-Around (1975). Venceu seis vezes a média na NFR (1968-71; 1980; 1982) das 20 vezes que se classificou para a final mundial da PRCA. Importante reforçar que hoje os ranking corre separado, Cabeça e Pé, mas naquela época não era assim.

Poucos conheceram Leo Camarillo como Tee Woolman; ao lado de Camarillo, Woolman conquistou seus dois primeiros títulos mundiais
Leo e Woolman

No Team Roping, os ganhos de cada competidor, fosse ele cabeceiro ou peseiro, formavam uma só lista. Em 80, por exemplo, Leo ficou em segundo lugar no ranking, atrás de Woolman, por uma diferença de US$ 1.337,00. Enquanto que em 82, a diferença foi de apenas US$ 129,00. Ou seja, se fosse hoje, ele teria duas fivelas de ouro a mais.

Lendas

Foi Tee Woolman que ligou para Leo Camarillo pedindo uma chance de laçarem juntos.  Muitos ensinamentos vieram depois desse telefonema. Desde postura em cima do cavalo à pontualidade e disciplina em todos os aspectos. Dentro e fora das arenas. Esperto, o pupilo aprendeu direitinho com seu mentor. Ensinamentos que ele repete até hoje, incansavelmente.

Infelizmente, Woolman, e todos os fãs do rodeio, perderam Leo em 30 de dezembro de 2020, no Arizona, aos 74 anos.

Uma das coisas que Woolman ainda lembra sobre Leo é que não achava ele perfeccionista, mas uma pessoa que gostava de trabalhar arduamente. Estava sempre treinando e praticando com uma corda na mão. Queria se preparar para qualquer oportunidade que aparecesse. E fazia o que era necessário para vencer, mas o dinheiro não era o que o movia.

Poucos conheceram Leo Camarillo como Tee Woolman; ao lado de Camarillo, Woolman conquistou seus dois primeiros títulos mundiais
Leo no The American

Definitivamente, não havia essa pressão. Leo Camarillo, entre outras coisas, ensinou Tee Woolman a sempre estar pronto para a próxima grande batalha.

Leo nasceu em 25 de janeiro de 1946, em Santa Ana, Califórnia, filho de um vaqueiro e capataz de fazenda. Desde cedo conviveu com disciplina e trabalho duro. Laçou ainda ao lado do irmão Jerold, ambos sob os olhares atentos do pai, Ralph, que também laçava. Jerold é um ano mais novo e esteve na NFR 17 vezes, com um título mundial, 1969. Os dois são ProRodeo Hall of Fame.

Tee Woolman e Leo Camarillo estiveram juntos em 2018, quando convidados para o The American – como Legend Exemptions. Leo aos 72 anos e Woolamn, 62. Uma reunião memorável para todos os fãs do rodeio. Trabalharam preparados nesse evento, como sempre fizeram. Treinaram e aproveitaram o tempo juntos. Como sempre fizeram.

Fonte: ProRodeo e TeamRopingJournal
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo Hall of Fame

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