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Ranking Mundial: Marcos Alan Costa vence rodeio e acrescenta pontos na somatória

Além do competidor de Tie-down roping, Keyla Polizello Costa e Ednei Caminhas também pontuaram no último fim de semana

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PRCA: Marcos Alan Costa vence rodeio e acrescenta pontos na somatória do ranking

De 2 a 5 de junho, Crossett, no Arkansas, recebeu uma etapa do campeonato mundial de rodeio da PRCA. Durante essa etapa, o campeão foi o brasileiro, Marcos Alan Costa, que conquistou o primeiro lugar com a somatória das suas duas passadas, com 19s8 e um total de U$2.851, acrescentado no Ranking Mundial.

Sendo assim, o brasileiro continua subindo no ranking mundial, agora em 13º lugar com U$ 28,283.11. Vale lembrar que para o ranking da PRCA, a colocação segue os ganhos dots competidores, com base na pontuação de cada rodada.

Do mesmo modo, Marcos Alan também pontuou na etapa Hugo Pro Rodeo, em Oklahoma, onde ficou em 6º lugar, empatado com Cody Huber, com o tempo de 8s1, U$538 cada um deles.

Demais Brasileiros

Além de Marcos Alan, outros brasileiros somaram pontos nas rodadas da semana anterior. Na Montaria em Touros, Ednei Caminhas fez 87 pontos, com o touro Black Lightning, com essa pontuação, o brasileiro acrescenta U$ 1,652 ao ranking mundial.

Keyla Polizello Costa, nos Três Tambores fez 15s32, tempo que fez a competidora ganhar U$564, permanecendo, assim, no Top 50. Além dessa pontuação na etapa de Mesquite, Texas, Keyla ficou em 10º lugar no rodeio em Hugo, Oklahoma. “Foi um rodeio super apertado, com mais de 140 inscrições, mas graças a Deus, deu tudo certo”, comenta Keyla

Durante essa etapa, o campeão foi o brasileiro, Marcos Alan Costa, que conquistou o primeiro lugar com a somatória das suas duas passadas, com 19s8 e um total de U$2.851.

Por Heloísa Alves
Fonte: PRCA
Crédito das fotos: Matt Cohen e André Silva

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José Vitor Leme mantém a liderança da PBR após vitória em Cheyenne

Com o retorno da divisão principal, brasileiro levou a melhor em etapa Major, que aconteceu no tradicional rodeio de Cheyenne, valendo pontos importantes para o campeonato

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José Vitor Leme mantém a liderança da PBR após vitória em Cheyenne

Atual campeão da PBR, José Vitor Leme teve mais uma importante conquista no último final de semana. O brasileiro conquistou o primeiro lugar no tradicional rodeio de Cheyenne, em Wyoming, que sediou uma etapa especial da temporada, o Last Cowboy Standing. Além do formato diferente, mais pontos e dinheiro estavam em jogo. Dessa forma, o competidor mantém na liderança do ranking da PBR, com uma vantagem ainda maior.

Cheyenne

Este é o primeiro rodeio da principal divisão após a pausa que a PBR faz todos os anos quando começa o verão. Havia muita expectativa para esse retorno, ainda mais pela disputa estilo mata-mata da competição.

A cada uma das cinco rodadas uma porcentagem de competidores foi ficando pelo caminho. Leme montou seus cinco touros com sucesso, com direito a três notas na casa dos 90 pontos. Pela vitória, abriu uma vantagem de 361,5 pontos à frente do segundo colocado do ranking mundial da PBR, o também brasileiro Kaique Pacheco.

“Esta é a minha primeira grande vitória durante a temporada. Com certeza, ganhei muitos pontos importantes hoje aqui. Meu próximo objetivo é ser campeão mundial consecutivo. Esse é um dos meus sonhos e vou montar para isso”, destaca Jose Vitor Leme em entrevista a PBR.

Então, a maior pontuação do brasileiro no rodeio de Cheyenne foi no segundo round. Duelando com Drago (Jeb Fredericks / Dakota Rodeo / Chad Berger), Leme obteve 92,25 pontos. Além dos 293 pontos mundiais conquistados com essa vitória, o brasileiro recebeu um cheque no valor de $ 113.630,18.

João Ricardo Vieira, que briga pelo título mundial, foi sexto colocado, enquanto Junior Patrik de Souza ficou em 11° lugar na etapa.

Reprodução Instagram José vitor leme

Ranking PBR

Agora, o ranking mundial da PBR segue com seis brasileiros no top 10, na briga pelo título de campeão mundial. Kaique Pacheco em segundo lugar, com 1,032 pontos, Dener Barbosa na quarta posição com 751.83, em seguida, no quinto lugar, João Ricardo Vieira, com 728 pontos. Marco Eguchi vem na sétima posição, com 425.50 e por fim, Junior Patrik Souza, com 384 pontos.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Divulgação/PBR

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Marcos Alan é Reservado Campeão em Calgary

O brasileiro está agora na 10ª colocação do Ranking Mundial da PRCA, com U$ 57.536,44

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Marcos Alan é Reservado Campeão em Calgary

No último domingo (18), o brasileiro Marcos Alan Costa conquistou o título de Reservado Campeão de Tie-Down Roping, junto com Cory Solomon, que conquistou o primeiro lugar da mesma modalidade em Calgary, importante rodeio que garante ganhos para a somatória do Ranking Mundial da PRCA.

Dessa forma, Marcos Alan, que fez 7s9 na final e estava em 13º lugar do Ranking Mundial, subiu mais três posições. Agora, o brasileiro, está na décima posição, com U$ 57.536,44.

“Essa conquista em Calgary foi uma benção de Deus muito grande, depois de duas cirurgias, voltar a competir entre os tops e conseguir fazer algo que fazia antes é muito especial. Espero conseguir a classificação para final”, comenta Marcos Alan. 

Em seu Instagram, Keyla Polizello, esposa de Marcos Alan, enaltece o título conquistado pelo marido. “Parabéns meu amor, estou muito orgulhosa de você. Campeão Reservado do Rodeio de Calgary Canadá”, escreveu

Marcos alan costa, reservado campeão de Tie-Down Roping em Calgary (Reprodução/Instagram)

Além de Marcos Alan, outro brasileiro foi destaque no rodeio de Calgary. O cavalo Play Lil Peppys JA, de criação brasileira, brilhou nas arenas, junto com Cory Solomon, que conquistou o primeiro lugar do rodeio, com 7s3.

Play Lil Peppys JA (Makin A Play x Lil Peppys Nurse) desembarcou nos Estados Unidos em outubro de 2019. De criação do Haras Atalla, Dr Rudney e Anney Atalla, o cavalo foi para as mãos de Eduardo Peres, da Fazenda Alegria, em Mandaguari (PR), com dois anos de idade.

Calgary e PRCA

Desde 2020, as duas grandes ‘entidades’ do rodeio mundial, veem firmando uma nova parceria, visando o crescimento contínuo do esporte na América do Norte. Contudo, devido a pandemia, só agora em 2021 os ganhos de Calgary de fato contaram para o Ranking Mundial da PRCA.

Por fim, como já noticiado aqui no Portal Cavalus, os competidores continuam sendo convidados através de um processo de qualificação estipulado pela comissão. Antes de tudo, permite que todos os atletas melhores ranqueados tenham direito a vagas. Contudo, todos os atletas convidados devem ser membros da PRCA.

Por Heloísa Alves
Fonte: PRCA e Calgary Stampede
Crédito da foto de chamada: Frontier Canadá

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Paul Mayo revolucionou o Bareback Riding com a técnica Estilo Mayo

Estilo Mayo, legado deixado pelo competidor, é usado até hoje no Bareback Riding

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Paul Mayo revolucionou o Bareback Riding com a técnica Estilo Mayo

Nascido abril de 1942, em Grinnell (IA), Paul Mayo (In Memorian) foi o responsável, junto com os seus irmãos Don e Bob, e Jim Houston, por alterar o estilo de cavalgar sem a sela de década de 1960.

A técnica, intitulada ‘Estilo Mayo’, consiste em assumir uma posição mais para trás no cavalo e literalmente deitando nas costas do cavalo enquanto ele passava no auge do salto, começou a descer e levantou as patas traseiras.

Assim sendo, o competidor de Bareback Riding, se tornou um especialista na técnica, que é utilizada até hoje. Conquistou fivelas de ouro em 1966 e 1970. Sendo três vezes campeão mundial da reserva (1965, 1967 e 1971).

Além disso, Mayo se classificou para a NFR 10 vezes em Bareback Riding (1965-71, 1973-74 e 1979) e duas vezes em Bull Riding (1965 e 1971).

Paul também ganhou o Prêmio Linderman de 1968. Para ser elegível para o Prêmio Linderman, um cowboy deve ganhar pelo menos $ 1.000 em três eventos. Esses eventos devem incluir pelo menos um evento de Roughstock e um evento cronometrado.

Do mesmo modo, Paul venceu o Texas Circuit Finals Rodeo em 1978 e os títulos de Bareback Riding e a Bareback Riding Crown no final do ano de 1979 no Texas Circuit.

Por fim, em 2010, a ProRodeo imortalizou o legado do competidor com a sua colocação no Hall of Fame. Paul Mayo faleceu em janeiro de 2021, em Stephenville, (TX).

Fonte: PRCA
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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José Vitor Leme assume primeiro lugar da PBR após etapa em Las Vegas

Além do brasileiro, outros competidores aparecem no ranking internacional, entre eles Kaique Pacheco, que assume a vice-liderança

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José Vitor Leme assume primeiro lugar da PBR após etapa em Las Vegas

Nos dias 11 e 12 de junho, a cidade de Las Vegas, Nevada, recebeu mais uma etapa da PBR. Além de José Vitor Leme, que assumiu a liderança do ranking mundial, outros brasileiros participaram da competição, com destaque durante esta etapa.

José Vitor Leme, que estava em segundo lugar, ultrapassou o também brasileiro, Kaique Pacheco, assumindo assim a liderança do ranking. O competidor, de 24 anos, ficou em quarto dura a PBR Las Vegas, com um total de 50 pontos e U$ 8.370,06 em ganhos.

Sendo assim, José Vitor Leme, atual campeão da PBR, abre uma vantagem de 18.50 pontos para o segundo colocado, Kaique Pacheco, e de 204.50 pontos para o terceiro, o americano Cooper Davis. Atualmente, seis brasileiros estão entre os 10 colocados do ranking mundial.

Outros resultados

Ainda na etapa Las Vegas, outro brasileiro foi destaque: Dener Barbosa, que ficou em primeiro lugar na etapa, com 119 pontos e U$ 24.486,58 em ganhos. Com esse resultado, o brasileiro, que estava em quinto lugar, subiu mais um pouco na tabela, assumindo a quarta posição do ranking geral, com 727.33 pontos. Vale destacar que Dener Barbosa vem subindo aos poucos no ranking e ultrapassando outros brasileiros.

Do mesmo modo, outros brasileiros também participaram desta 15ª etapa. Marco Eguchi, que ocupou o 5º lugar, teve 42 pontos no total e U$ 6.259,11. Claudio Montanha, fez 24 pontos e U$ 4.000,82 em ganhos. Empatado com Mason Taylor, João Henrique Lucas, teve U$ 2.679,90, com uma pontuação de 19,50.

Por fim, pontuaram ainda Kaique Pacheco (9°), Rafael Henrique e Luciano de Castro (14°), João Ricardo Vieira (17°) e Manoelito de Souza Junior (21°).

Agora, a PBR faz uma pausa, retornando com as competições em julho, com a Last Cowboy Standing, marcada para os dias 26 e 27 julho em Cheyenne (WY).

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Heloísa Alves
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Rodrigo Taboga é Top 10 no Breeders Invitational de Apartação

Uma prova de grande porte nos Estados Unidos que acontece todos os anos nesse período, mas que ‘pulou’ sua edição 2020 devido à pandemia

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O treinador brasileiro Rodrigo Taboga continua firme e forte na temporada 2021 da modalidade Apartação nos Estados Unidos. Assim, na disputa do Breeders Invitational, que encerrou sua programação dia 29 de maio, entrou em duas finais. E mais, se posicionou entre os dez melhores nas duas categorias.

Logo no começo do evento, marcou 218 pontos na final da Open Classic/Challenge com Rocky Mountain Blues. Ficaram em sétimo lugar com quase US$ 10 mil de premiação. Os dois formam uma dupla afinada, com diversas finais e prêmios no currículo. Rocky Mountain Blues é filho de Smooth As A Cat e de propriedade de Selena Orchard Barbosa.

No sábado (29), Rodrigo Taboga fez a final da Open Derby com Cats Special Nite. De propriedade de Stormy Cutting & Cattle e filho de High Brow Cat, foi a primeira vez dele em pista com o treinador brasileiro. Na final, marcaram 216 pontos, empatados com outros conjuntos, e receberam pouco mais de US$ 12 mil em premiação.

A saber, o Breeders Invitational é uma prova de grande porte, e se assemelha muito ao NCHA Super Stakes ou Derby em tamanho e importância. A bolsa principal vem de um programa de criadores, que pagam uma taxa por cada produto nascido. Então, o evento é a boa combinação de organização, alta premiação e os melhores cavalos e cavaleiros.

Breeders Invitational, uma prova de grande porte nos Estados Unidos que acontece todos os anos, mas que ‘pulou’ sua edição 2020
Cats Special Nite

Outros detalhes

Só para exemplificar, o campeão da Derby Open recebeu US$ 50 mil. Como todos os anos, essa categoria para cavalos de 4 anos hípicos foi a mais concorrida do evento. “Com tantos animais de qualidade, ficamos muito felizes com os resultados do Cats Special Nite. Nossa primeira prova e estamos animados, assim como os proprietários, para o desenrolar da temporada”, conta o brasileiro.

O Breeders Invitational não aconteceu em 2020 por conta da pandemia da Covid-19. Portanto, além das categorias Derby (cavalos de 4 anos) e Classic/Challenge (cavalos de 5 e 6 anos) – disputadas na Open, Non Pro e Amateur – também aconteceu a Special 5. Categoria apenas para cavalos de 5 anos, que foram Derby ano passado.

Além de Rocky Mountain Blues na Classic/Challenge, e de Cats Special Nite na Derby, Rodrigo ainda apresentou Athena Boon na categoria Derby e Tuff Lova na Derby Open $10k Novice – essa para cavalos de 4 anos que não atingiram US$ 10 mil em prêmios.

Armando Costa Neto também esteve no Breeders Invitational, com Niki Sixx e Moe Beta na Classic/Challenge Open, e com Sweet Lil Kit Kat na Derby Open, mas não foi para a final. Resultados completos, clique aqui.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Internacional

Pódio para o Brasil na Copa das Nações de Salto na Itália

Na reta final de preparação paras as Olimpíadas, o Time Brasil esteve em mais uma edição da forte Copa das Nações no 88º CSIO5* de Roma

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O Time Brasil garantiu a terceira colocação na concorrida Copa das Nações de Salto no 88º CSIO5* de Roma, na Piazza de Siena, Itália. Disputada a 1.60m, dia 28 de maio, sob dois percursos idealizados pelo italiano Uliano Vezzani, nossa equipe fez bonito mais uma vez.

Das 12 equipes, as oito melhores habilitaram-se para a segunda volta. No estrelado Time Brasil dessa edição da Copa das Nações de Salto, Luiz Francisco de Azevedo com Comic anotou 4 pp e o segundo percurso zerado. Já Yuri Mansur com QH Afons Santo Antonio, zerou as duas passadas. Aliás, único duplo zero da equipe brasileira.

Luiz Felipe de Azevedo Filho com Hermes van de Vrombautshoeve, teve a mesma performance de Luiz Francisco. Por fim, Rodrigo Pessoa e Carlito´s Way 6 com 4 pp na primeira volta, não saltou no desempate. Todos os três outros integrantes da equipe zeraram a segunda passagem e como era o último a largar o resultado dele não alteraria o computo final.

Assim, o Brasil fechou a Copa das Nações de Salto com apenas 8 pontos perdidos (pp) no total, empatado com a equipe da França. Ambas com apenas uma falta a mais que as equipes campeã e vice. A saber, a cada rodada as equipes têm direito ao descarte do pior resultado (colocado entre parênteses para diferenciação).

A equipe da Bélgica garantiu ouro, enquanto a prata foi para a Alemanha. O técnico do Time Brasil Philippe Guerdat estava presente à competição. Assim como Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe. Eles têm até 21 de junho para definir a lista de atletas para depois, até 5 de julho, definir a equipe que irá a Tóquio.

Copa das Nações de Salto: na reta final de preparação paras as Olimpíadas, o Time Brasil fez bonito mais uma vez com o 3° lugar

Saldo positivo na reta final de preparação para as Olimpíadas

Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe do Brasil, que está em Roma ao lado do técnico Philippe Guerdat, gostou do resultado. “O Brasil foi muito bem nesse início da reta final de seleção e observação para formação da equipe em Tóquio”.

Ainda de acordo com ele, todos os nossos cavaleiros tiveram uma grande atuação. “Agora vamos decidir a formação das nossas equipes nas próximas Copa das Nações 5* em St Gallen (Suíça) e La Baule (França) e uma 3* em Peelbergen (Holanda)”.

O Salto em Tóquio começa dia 3 de agosto, com a primeira qualificatória individual. No dia 4 tem a definição do pódio individual. Por fim, a 1ª qualificatória por equipe acontece no dia 6 de agosto. Enquanto a final no dia 7.

Segundo a CBH, a FEI estabeleceu um novo formato a partir das Olimpíadas de Tóquio, que aumenta o número de países competindo. Mas com equipes menores, três aos invés quatro membros (e sem descarte).

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Piazza de Siena – Reprodução/ijrc.org

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Internacional

Wanda Harper Bush tem 32 campeonatos mundiais pela WPRA

A maior ganhadora de títulos da associação, incluindo 11 fivelas no Laço Individual

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Em números de vitórias pela WPRA – Women Professional Rodeo Association, Wanda Harper Bush (In Memorian) é a maior. Ao todo, conquistou 32 fivelas de ouro, mais do que qualquer outra competidora. Desse total, nove no All Around (1952, 1957-58, 1962-65, 1968-69); duas em Três Tambores (1952-53) e em Apartação (1966, 1969), uma em Flag Race (1969), sete em Ribbon Roping (1951, 1953-54, 1956-59).

Completando a lista, 11 fivelas de campeã mundial WPRA no Calf Roping – ou Laço Individual – (1951-56, 1960, 1962, 1964, 1966-67). Ela viveu toda a sua vida perto dos cavalos. Wanda Harper Bush nasceu em 6 de outubro de 1931, em Mason, Texas, e cresceu no Harper Ranch de sua família. Desde cedo aprendeu a vida no campo e a arte da equitação com seu pai Alvin.

Wanda Harper Bush também cresceu competindo, já que os prêmios em rodeios e provas era uma parte da renda da família. E tudo mudou quando um grupo fundou a GRA – Girls Rodeo Association, em 1948. A exímia cavaleira fez a sua carteirinha de número 14. Associação que mudaria de nome anos depois, tornando-se a WPRA, uma das mais importantes do segmento.

Wanda Harper Bush: a maior ganhadora de títulos da associação, incluindo 11 fivelas no Laço Individual; ao todo, são 32 títulos mundiais
Cowgirl completa

O primeiro título mundial de Wanda Harper Bush chegou logo, em 1951, quando ela contava com 20 anos de idade. Laçar era uma de suas maiores paixões. No entanto, versatilidade era o seu negócio. Assim como outras cowgirls influentes, fez parte da diretoria da GRA/WPRA e conseguiu muitas vitórias para o esporte equestre nos bastidores.

Em 2017, a ProRodeo imortalizou seu legado com sua entrada no Hall of Fame. Em 2015, aos 84 anos, deixou o marido Stanley e a filha Shanna. Wanda Harper Bush, de fato, dominou cerca de 20 anos do circuito.

Fonte: WPRA
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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Internacional

Mais uma vitória do atleta paralímpico Rodolpho Riskalla

Atual Número 2 do mundo em sua categoria, o brasileiro está ‘afiado’ e é chance de medalha em Tóquio no Adestramento Paraequestre

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O atleta paralímpico Rodolpho Riskalla venceu mais uma. Foi campeão no Freestyle Paraequestre em Munique, Alemanha, ocasião, portanto, que disputou o Internacional de Adestramento Paraequestre – CPEDI3*. No Freestyle, reprise musicada com movimentos obrigatórias em sequência livre, o brasileiro assegurou 74,975% de aproveitamento e ficou com o título.

“Estava um super vento, meu cavalo Don Frederic ficou um pouco histérico com a ventania (risos). Então foi meio difícil. Nos dois primeiros dias, no mastro onde hasteia a bandeira o vento batia e assobiava. Depois ele foi acalmando, mas no segundo dia também estava meio tenso. Tive alguns erros e acabei perdendo ali”, conta Rodolpho.

Além do primeiro lugar no Freestyle, competindo na categoria grau IV, o atleta paralímpico emplacou ainda, respectivamente, em segundo e terceiro lugar. “O Freestyle era o mais importante, então estamos bem felizes”, reforça Rodolpho. Ele conta com apoio de sua mãe, a treinadora e juíza de Adestramento Rosangele Riskalla, e da irmã, a amazona Vitoria Riskalla.

Atual Número 2 do ranking mundial Grau IV, e nono no ranking geral, ele é duas vezes vice-campeão mundial (2018) e forte candidato a medalha nos Jogos Paralímpicos em agosto. Vale lembrar ainda, nessa caminhada, o dois tricampeonatos em 2021 – Doha (Catar) e Mannheim (Alemanha).

Atual Número 2 do mundo, o brasileiro atleta paralímpico está ‘afiado’ e é chance de medalha em Tóquio no Adestramento Paraequestre

Reta final de preparação para as Paralimpíadas

O próximo desafio do brasileiro é o o Internacional de Hartpury na Inglaterra, entre 7 e 11 de julho. “Levarei minhas duas montarias, o Don Henrico e o Don Frederic. Nesse evento, antes de mais anda, estarão todos os juízes que julgarão a Paralimpíada de Tóquio, com exceção de uma juíza australiana”, adianta Rodolpho.

Logo depois desse evento, então, o atleta paralímpico brasileiro decidirá com qual cavalo irá aos Jogos. Já Habilitado à Paralímpiada de Tóquio, Rodolpho conta que passará por uma quarentena em Aachen, na Alemanha, a partir de 10 de agosto. Assim, depois de cumprir esse período, viaja dia 18 de agosto para o Japão.

A saber, a Paralimpíada de Tóquio acontece entre 24 de agosto e 5 de setembro, enquanto a corrida pelas medalhas no Adestramento Paraquestre está marcada para 26 e 30 de agosto. No Adestramento Paraquestre as disputas são divididas em cinco graus – I,II,III,IV e V – grau de dificuldade crescente de acordo com a avaliação / classificação funcional da deficiência do atleta.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito das fotos: Divulgação/Hubert Fischer

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Kaique Pacheco assume liderança da PBR após Jacksonville

O melhor brasileiro da etapa foi Marco Eguche, segundo colocado; dos 15 primeiros, oito brasileiros, incluindo Kaique Pacheco em quarto lugar

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De acordo com o site da PBR, a etapa de Jacksonville, Flórida, foi uma das mais disputadas da história da liga. A começar pela mudança de liderança no topo do ranking mundial. Com o quarto lugar no final de semana de 22 e 23 de maio, Kaique Pacheco ultrapassou José Vitor Leme em 16 pontos.

Kaique Pacheco, campeão mundial da PBR em 2018, segue firme em busca da sua segunda fivela dourada. Em Jacksonville ele teve sucesso em dois dos três bois que montou. Marcou 87,75 pontos em Dirty Sancho na primeira rodada. Em seguida, caiu de Chinese Cigar, mas classificou-se para a decisão.

No terceiro round, Kaique Pacheco montou The Sauce, um touro que estava invicto há 14 montarias. Aliás, o próprio Kaique já havia montado nele em duas oportunidades anteriores sem sucesso. Porém, tudo mudou na Flórida. Ele marcou 89,75 pontos, garantindo o quarto lugar na etapa, 54,50 pontos e US$ 10.994,90.

Assim, além de recuperar a liderança do ranking, que ocupou por quatro semanas esse ano, ele é o atleta com mais montarias qualificadas na Unleash the Beast, 27. E sua porcentagem total de aproveitamento agora é de 60% (27 paradas em 45 bois).

José Vitor Leme não pontuou nesse rodeio, abrindo caminho para Kaique. Enquanto isso, Cooper Davis encurtou a distancia para os dois. Ao vencer em Jacksonville, tem 180,50 pontos de diferença para o líder.

O melhor brasileiro foi Marco Eguche, segundo colocado; dos 15 primeiros, oito brasileiros, incluindo Kaique Pacheco em quarto lugar
Marco Eguche

Outros resultados

O brasileiro Marco Eguche, segundo colocado na etapa, e Cooper Davis foram os dois únicos com 100% de aproveitamento. Eguche entrou na rodada decisiva em quinto lugar, logo após parar em Rebel Call para 83,50 pontos no round 1 e em Sharon’s Lil Twister para 84,50 pontos na sequência. Para a decisão, o brasileiro escolheu Born To Sin encerrando seu final de semana perfeito com 87,75 pontos.

Sexto colocado no mundial depois de somar 85,50 pontos ao ranking e US 12.423,59, Eguche subiu cinco posições com o vice na Flórida. Agora, são 641 pontos de distancia para o líder Kaique Pacheco.

Pontuaram ainda Caic Cassio Carvalho (6°), Dener Barbosa (7°), João Henrique Lucas (9°) – que ganhou a primeira rodada -, Rafael Henrique dos Santos (10°), Mauricio Gulla Moreira (11°), Marcelo Procópio Pereira (15°), Paulo Ferreira Lima (17°).

No mesmo final de semana a PBR realizou etapa da segunda divisão, a Velocity Tour. Em Sioux City, Iowa, o melhor brasileiro foi Lucas Fideles Souza, em segundo lugar. Adriano Salgado foi quarto lugar, enquanto Manoelito de Souza Junior fechou o top 5 em quinto lugar. Ele venceu, inclusive, o primeiro round.

A série principal da PBR, Unleash the Beast, fará uma pausa de três semanas. Na volta, aportará em Las Vegas nos dias 11 e 12 de junho.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Kathy Daughn ganhou mais de US$ 4,25 milhões em Apartação

A lenda, aliás, foi a primeira mulher a vencer dois campeonatos do NCHA Futurity na divisão aberta (1985 e 2000)

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Treinadora de cavalos de Apartação, Kathy Daughn nasceu em 1959 em San Francisco, Califórnia. Entre seus feitos, ganhou duas vezes o NCHA Open Futurity, a prova mais importante da modalidade, em 1985 e 2000.

Na carreira, já ganhou mais de US$ 4,5 milhões em competições. Além disso, é NCHA Rider Hall of Fame – Open Division e National Cowgirl Hall of Fame.

Antes de mais nada, Kathy Daughn foi a primeira mulher a ‘levar’ dois títulos do NCHA Futurity na categoria Open. The Gemnist foi seu parceiro na primeira conquista, em 1985. Na final, os dois marcaram nada menos que 229 pontos.

Aí 15 anos depois, em 2000, com Royal Fletch, levou a segunda fivela. Os dois, e ainda Playin Stylish, são os cavalos da vida da treinadora.

Criada em sua cidade natal, San Francisco, Kathy Daughn não tinha ninguém na família com ligação no mundo equestre. Quando adolescente, ela montava cavalos alugados enquanto era voluntária nos estábulos do Golden Gate Park, na Califórnia.

Kathy Daughn, aliás, foi a primeira mulher a ganhar 2 campeonatos do NCHA Futurity na divisão aberta (1985 e 2000); uma lenda da Apartação

Eventualmente, se apresentou nas modalidades Hunter e Salto. Mas não demorou muito para que ela entrasse de vez na modalidade Apartação, a qual se dedicou por toda sua vida. Daughn mudou-se, então, para o Texas em 1980.

Por três anos e meio ela trabalhou para o treinador de cavalos de Apartação Larry Reeder. Logo depois ela deixou Reeder e trabalhou por um ano com sua mentora, a treinadora de cavalos Lindy Burch. Ídolo de muita gente, aliás. A partir dai, passou a ter seu próprio centro de treinamento.

Até hoje, Kathy Daughn é uma das maiores competidoras de Apartação dos Estados Unidos. Tem talento nato como treinadora e reconhecimento também por sua liderança na National Cutting Horse Association.

Fonte: Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/NationalCowgirlMuseum

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