Breakaway

Copa GA de Breakaway finalizada com sucesso em Leme

Publicado

⠀em

Copa GA de Breakaway finalizada com sucesso em Leme

O Breakaway Roping chegou de mansinho ao Brasil e caiu no gosto, especialmente de jovens e mulheres

A 4ª etapa – e final – da Copa GA de Breakaway Roping aconteceu como parte da programação da etapa final do campeonato de Laço Individual da ARLI. Os campeões foram definidos no dia 9 de novembro no Rancho São Francisco, em Leme/SP.

A Copa GA é um campeonato para mulheres e crianças só de Breakaway. Foram quatro etapas esse ano, começando em abril. À medida que esporte cresce e se fortalece, parceiros ficam animados para investir. Como é o caso da GA Western Store, de Jaguariúna/SP, que sempre apoiou a modalidade.

“Só temos a agradecer, primeiramente, aos competidores, tanto as meninas como os mirins. A participação de cada um é o que fez a Copa ser tão brilhante. Claro, agradecer também ao pessoal da ARLI. Eles foram sensacionais com o Breakaway. E também, tão importante quanto, a GA e ao Henrique Merlin”, fala Lucy Fazzio.

Ela foi a idealizadora dessa Copa no começo do ano e buscou os parceiros. Conseguiu patrocinadores e o apoio da ARLI, podendo montar um calendário fixo para que todos se programassem com antecedência.

Lucy Fazzio e Skilibiu

Resultados

Pelo terceiro lugar na etapa final Lucy Fazzio acabou ficando com o título do campeonato, ao somar 30 pontos. Passou Silvia Aiello, por pouco, que encerrou a Copa com 28 pontos.

Joyce Correia empatou em segundo lugar no ranking geral, 28 pontos, e foi consagrada a competidora revelação. Jessica Aiello completou o pódio com 26 pontos.

Na Mirim, Gabriel Antonelli foi o campeão, com Diogo Baldim e Tarcísio Fonseca em segundo e terceiro.

Veja outras notícias de Breakaway no portal Cavalus

Mirim

Final Nacional

Outro fator bacana, aproveitando que as provas a ARLI são credenciadas, foi a parceria entre a Copa GA e a Associação Nacional de Laço Individual. Para todos os participantes que compraram o Card da ANLI valia também vaga na final dessa Associação.

As provas estão marcadas para 28 a 30 de novembro com R$ 10 mil de premiação para o Breakaway. Portanto, além das fivelas de campeões da Copa GA, da premiação já obtida na temporada, firmando a modalidade em grandes provas de Laço, o Breakaway ainda estará em destaque em uma das maiores competições do ano.

A final da ANLI conta ainda com o Potro do Futuro da Associação. Para o Breakaway, nas categorias Mirim e Feminina, premiação até quinto lugar, com dinheiro, fivela e brindes; premiação extras para os melhores tempos de cada rodada; e ainda uma premiação destaque para a melhor laçadora da prova, que ganhará o título de Campeã Nacional de Breakaway Roping pela ANLI.

Novidades

Para o ano que vem muita coisa boa está por vir. A segunda edição da Copa GA junto com a ARLI deverá ter premiação fixa garantida. “Além disso, o calendário está bem mais recheado de provas em que estaremos inseridos. Vai ser um ano movimentado”, revela Lucy.

Campeonato Paulista de Laço Individual volta ao circuito. Caso alcance dez filiadas, premiação será fixa. A Copa União também fara sua retomada e tem Breakaway na programação. Sem contar algumas outras provas em negociação e outras novidades que em breve serão divulgadas.

Portanto, meninas e meninos, preparem suas máquinas!

Outras informações: instagram.com/breakaway_roping_brasil.
Fotos: Cedidas
Na chamada: Lucy e Joyce

Breakaway

Reforço das provas de Breakaway em Minas Gerais

A primeira etapa do CMLB de Breakaway Roping aconteceu no dia 20 de fevereiro, no Rancho Colorado, em Itaúna/MG

Publicado

⠀em

O sábado, dia 20 de fevereiro de 2021, ficará marcado para sempre como a retomada das provas de Breakaway em Minas Gerais. A competição aconteceu como parte do Campeonato Mineiro de Laço de Bezerro – CLMB, no Rancho Colorado, em Itaúna/MG.

Antes de mais nada, vale lembrar que o Breakaway em Minas Gerais não acontecia desde 2015. Na época, organizaram apenas uma prova só e nunca mais aconteceu. “Por isso esse ano ficamos ansiosas para participar. Quando recebemos o convite da organização não hesitamos”, afirma Tania Alves, competidora e que esteve à frente dos preparativos.

Ela conta que, primeiramente, criou um grupo de Whatsapp a fim de reunir as meninas. E, em seguida, convidou as competidoras para participar. “O destaque da prova, sem dúvida, foi a participação das meninas. Tivemos sete competidoras, onde cinco eram iniciantes”, reforça Tania.

As sete são mineiras e treinam o Breakaway em Minas Gerais. Ainda de acordo com Tania, a presença das iniciantes foi uma surpresa. “Nos surpreendemos, mas com muita alegria, já que é um estímulo para nós que queremos alavancar a modalidade em nosso Estado”.

Na volta das provas de Breakaway em Minas Gerais, a primeira etapa do CMLB de Breakaway Roping aconteceu no dia 20 de fevereiro
Homenagem a Nicholas Collard

Desafios e bons resultados

Como toda retomada, há desafios, ainda mais em tempos de pandemia. “Entre os desafios, inicialmente, era a confirmação do evento, e que incluíssem realmente o Breakaway Roping. Com tudo certo, a partir daí, tínhamos conquistar a presença das competidoras”. 

Para isso, Tania e os organizadores do CMLB contaram com o entusiasmo gerado, principalmente, pelo curso ministrado pelo laçador profissional Daniel Lopes em Minas. “Esse, sem dúvida, foi um diferencial”.

Além disso, ela conta que esperam ter superado as expectativas da comissão organizadora do CMLB para dar continuidade a essa parceria por muitos anos ainda. “Queremos fazer outras provas e que outras competidoras também se sintam motivadas a participar”, finaliza.

Classificação: 
1° lugar – Fernanda Souza
2° lugar – Tânia Alves
3° lugar – Lilian Gontijo
4° lugar – Gabriela Dacanal

Por Luciana Omena
Crédito das Fotos: Cedidas
Na foto de chamada, Fernanda e Tânia

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Breakaway Roping cresce a cada ano no Brasil

Uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

Publicado

⠀em

Breakaway Roping – algo como ‘laçada que se abre’, em tradução livre – tem origem americana. Por lá, remonta a meados dos anos 90, modalidade exclusivamente feminina. No Brasil, começou em caráter experimental em 2012 na ABQM. Avaré/SP ‘parou’ para ver Eliziane Nogueira laçar. Foi, sem duvida, um ‘ponta pé’ inicial de respeito.

Antes de mais nada, o Breakaway Roping é uma modalidade do rodeio cronometrado que deriva do Laço Individual, nome que hoje é conhecido o antigo Laço de Bezerro. Logo após partir do brete com seu cavalo, a competidora deve laçar um bezerro em movimento no menor tempo possível.

A amazona e o cavalo ficam em uma área ao lado à do bezerro no brete. Prova liberada e uma barreira de barbante que está em volta do pescoço do animal se rompe. Então, ele segue rumo a arena. A competidora tem a permissão de correr e efetuar a laçada.

Está tudo ok quando o laço deve entrar pela cabeça do bezerro e provocar o rompimento do fio preso à sela. Assim, o final do laço fica preso ao pito da sela com um fio de barbante. Fio que, geralmente, possuí uma fita de cor vermelha presa à sua extremidade.

Com efeito, esse recurso permite que o juiz enxergue melhor o momento em que o fio se rompe e laço se solta. Ao rompê-lo, a amazona sinaliza para que o cavalo pare imediatamente. O cronômetro dispara assim que a barreira abre e continua até o rompimento do laço preso ao pito.

Vence, portanto, quem marcar o menor tempo. Como penalidade, acrescenta-se 10 segundos ao tempo final pelo rompimento da barreira. Ou seja, quando o conjunto romper a barreira antes do boi. E a laçada é invalidada – a competidora fica sem tempo – caso não acerte o laço no local correto.

O Breakaway Roping é uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

Breakaway Roping nos Estados Unidos

O Breakaway Roping é amplamente praticado nos Estados unidos, país de sua origem. Inegavelmente, há um número bem grande de laçadoras espalhadas pelas regiões. As disputas acontecem, geralmente nos rodeios.

A saber, as meninas começam cedo por lá, desde as categorias júnior, ensino médio e colegial. Entre os campeonatos que apoiam as mais novas, a Little Britches Rodeo Association e outras organizações semelhantes.

Evoluindo para os rodeios universitários e semi-profissionais. O Breakaway também tem seu espaço nas competições da American Quarter Horse Association, associação americana do Quarto de Milha. Nas provas da AQHA, todavia, participam homens e mulheres.

Por outro lado, na Women’s Professional Rodeo Association, o maior órgão de nível profissional do esporte, apenas mulheres competem. Aliás, é através da associação mundial de rodeio feminino que conhecemos as maiores ‘feras’ do Breakaway. Verdadeiras lendas da modalidade, como Lari Dee Guy e Jackie Crawford, com inúmeros títulos mundiais no currículo.

Mesmo existindo há muitos anos nos Estados Unidos, foi só apenas de uns dois anos para cá que o Breakaway ganhou a devida notoriedade. Conquistou espaço, portanto, em alguns dos maiores e mais ricos eventos, como o The American, circuito mundial da PRCA e WCRA.

O Breakaway Roping é uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

No Brasil

No Brasil o Breakaway Roping também é disputado na categoria Jovem, além da Feminina Aberta, Amador e Amador Principiante. Contudo, é a Feminina a grande ‘meninas dos olhos’ de quem pratica e busca melhorias para o esporte. Muitas meninas migraram de outros esportes, enquanto outras já começaram direto laçando.

De fato, cada vez mais regiões aderem à modalidade. E cada vez mais campeonatos tornam-se parceiros, provas não só de Team Roping, como também de Laço Individual. Fomento de todos os lados, mais fortes no Estado de São Paulo, mas ganhando força em Brasília, Minas e Paraná. Ao mesmo tempo, as meninas estão investindo mais, indo as provas e batendo recordes.

A temporada 2020, por exemplo, começou aquecida. A pandemia da Covid-19 deu um freio nos eventos. Contudo, o ano encerrou de forma positivo para a modalidade. De acordo com informações das próprias laçadoras, mesmo em um ano de crise, o Breakaway Roping premiou com quase R$ 30.000,00.

A fim de trilhar um caminho ainda mais forte, as meninas formaram uma comissão para representar e dar voz ao Breakaway Roping frente a provas, organizadores de eventos e associações de raça e modalidade. Com toda a certeza, a modalidade passou de caráter experimental à consolidação entre eventos e competidoras.

O Breakaway Roping é uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

Detalhes

A traia do cavalo é composta por sobremanta, manta, sela de laço individual, protetores para as patas dos cavalos (caneleira, cloche e skidboots), gamarra e freio. As cordas de Breakaway são mais curtas do que quaisquer outras no mercado, com cerca de 7 a 9 metros.

Mas as especificações são iguais a uma de laço comum: boias, cabo, sirigola na ponta. A competidora tem que aprender a girar e alimentar a corda de acordo com a necessidade da sua laçada.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Breakaway Roping Journal, Wikipedia, WPRA
Crédito das Fotos:

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Breakaway Roping encerra o ano com saldo positivo

A modalidade passou de caráter experimental à consolidação entre eventos e competidoras; após 5 anos, qual o cenário desse esporte no Brasil?

Publicado

⠀em

Desde que chegou ao Brasil, o Breakaway Roping teve o começo de temporada ‘mais aquecido’ de todos os tempos. Provas marcadas em diversos eventos, não só de Laço Individual, como também de Laço em Dupla. O caminho se desenhava forte quando veio a pandemia. Tudo parou e os planos mudaram.

Mas, o que era para ser uma temporada perdida encerra com saldo totalmente positivo. “Sem dúvida, demos um salto com a modalidade. Crescemos a cada ano e caímos no gosto da mulherada de outras modalidades. Com isso, conquistamos cada vez mais adeptas”, comenta Anália Fonseca.

De acordo com ela, houve outra conquista importante. “Ganhamos espaço nas associações e nas provas. Os incentivos aumentaram, quer seja em premiação, quer seja na qualidade do gado. Além disso, o formato dos eventos para o Breakaway Roping ficou muito mais fácil das meninas aderirem”. Por conseqüência, mesmo em um ano de crise, o esporte premiou com quase R$ 30.000,00.

“A ABQM deu premiação de fomento de R$ 8 mil, enquanto a ANLI premiou a modalidade com R$ 10.200,00 mil. Um cenário que mudou totalmente o rumo das coisas. Então, além de aumentarmos nossa participação na ABQM – de 51 inscrições ano passado para 81 no Campeonato Nacional -, garantimos mais duas vagas para o The American”.

Em resumo, o Breakaway Roping bate cada vez mais recordes de número de provas, em inscrições, premiações e incentivo. “Acredito que em 2021, se tudo voltar ao normal, com toda a certeza, cresceremos ainda mais”, reforça Anália, competidora e uma das responsáveis por movimentar a modalidade nos bastidores.

Breakaway Roping passou de caráter experimental à consolidação entre eventos e competidoras; após 5 anos, qual o cenário desse esporte aqui?
Campeonato Nacional ABQM com recorde de participações

De caráter experimental à consolidação

Aliás, as laçadoras formaram uma comissão para representar e dar voz ao Breakaway Roping frente a provas, organizadores de eventos e associações de raça e modalidade. “Eu gosto muito de competir, mas adoro o trabalho nos bastidores, cuidar da imagem do esporte, difundir e inserir a modalidade em provas e rodeios”, reforça Anália.

Assim como ela, outras pessoas estão envolvidas nesse processo. Uma delas é a Dona Nina. Não é competidora, tem uma pequena criação de cavalos QM, e exerce grande influência no meio. Já contamos aqui no portal a história dela com o Breakaway. Sua paixão pelo Laço nasceu, sobretudo, por conta do filho, Nicholas Collard, competidor de Laço Individual.

“Proativa como é, não demorou para ela fazer parte da Comissão do Laço dentro das Associações, como a ABQM e a ANLI. Dona Nina também é conselheira e a Madrinha do Breakaway Roping. Sempre atenta e atuante, nada foge do seu radar. Está sempre presente, uma querida no meio por todos”.

E foi dessa forma, fazendo a ‘lição de casa’, que elas todas conseguiram mudar o cenário desse esporte. De 2015 para cá, formaram a comissão e estão sempre reunidas e traçando estratégias. “Buscamos soluções para aumentar o número de competidoras, fomento, bem como formar alianças com grandes organizadores de provas e associações”.

Por fim, Anália comenta do maior desafio e o que almejam para o futuro da modalidade: “Nosso maior desafio é, sem dúvida, permitir que as mulheres que laçam tenham espaço favorável para competir. E almejamos, assim como muitos competidores, a volta do rodeio completo e a adesão do Breakaway Roping à grade.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Laçadores se unem em mais uma causa do bem

#todospelakarol é a hashtag da campanha em prol da laçadora de Breakaway Karol Rodrigues

Publicado

⠀em

Karoline Rodrigues é laçadora de Breakaway Roping, muita ativa e participativa na modalidade. Ano passado ela passou por um tratamento contra um câncer no útero e se recuperou. Contudo, em exame recente, descobriu que a doença voltou na região da bexiga e ela precisa de cirurgia. Com o intuito de ajudar no custo do tratamento, visto que o SUS não cobre e ela não tem plano de saúde, os laçadores se uniram em campanha.

O custo inicial estimado era de R$ 40 mil, contudo Karol precisará ficar mais dias na UTI, então o montante necessário passou para R$ 100 mil. “Só temos a agradecer a toda família do cavalo que entrou de cabeça nessa campanha junto com a gente. Mais uma vez o lema ‘um por todos e todos por um’ se mostrou presente. Com toda a certeza, juntos somos mais forte. Quando um de nós precisa de ajuda, a maioria das pessoas não hesita”, conta Anália Fonseca.

#todospelakarol é a hashtag de campanha dis laçadores em prol da laçadora de Breakaway Karol Rodrigues que luta contra um câncer na bexiga

Laçadores em campanha

As primeiras doações, portanto, foram de coberturas de garanhões. Criadores e proprietários de diversas modalidades, prontamente disponibilizaram coberturas de seus cavalos. E a lista não para de crescer. A ideia é conseguir coberturas e outros produtos para vender e reverter em dinheiro para a Karol.

Anália conta que logo depois de iniciada a campanha, a coisa ganhou proporções inimagináveis. “Temos agora cobertura de 20 garanhões diferentes, doadas não só por laçadores, como também por pessoas de outras modalidades. É lindo de ver quanta gente se sensibilizou”.

Em outras palavras, as doações começaram a surgir de todos os lugares. A lista de doações para o leilão também tem botas, camisas, joias, semijoias, bonés, fivelas, chapéus, diversos tipos de acessórios para cavalos, entre outros.

Anália reforça que “toda ajuda é bem vinda e reverteremos para a conta do tratamento. Estamos muito felizes mesmo, pois em pouco tempo alcançamos muito mais do que imaginávamos. Muita gente de todas as esferas do cavalo se envolveu. Sem dúvida, é muito gratificante!”

#todospelakarol é a hashtag de campanha dis laçadores em prol da laçadora de Breakaway Karol Rodrigues que luta contra um câncer na bexiga

Como doar

Para participar da campanha #todospelakarol basta entrar no grupo de Whatsapp clicando aqui. É esse o meio onde os responsáveis divulgam os itens. Portanto, através de leilão as coberturas e os produtos são vendidos – a lista tem quase 100. Todo o valor arrecadado com o leilão é revertido para a campanha. Qualquer pessoa pode participar e ajudar!

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Laçadoras de Breakaway Roping ‘afiam’ suas cordas durante curso

Publicado

⠀em

Laçadoras de Breakaway Roping ‘afiam’ suas cordas, algo importante para qualquer esporte, já que treino nunca é demais! Sobretudo no esporte equestre

Em qualquer esporte, treino nunca é demais! Sobretudo no esporte equestre, em que as modalidades envolvem não só os atletas, mas também o cavalo e, muitas vezes, uma corda

Laçadoras de Breakaway Roping se reuniram no final do mês de junho para um curso da modalidade em Arealva/SP, ministrado pelo bezerreiro Marcos Nicolielo. Em meio à pandemia, com as provas ainda suspensas, foi oportunidade para aperfeiçoar técnicas ou aprender coisas novas.

O curso para as laçadoras de Breakaway Roping foi idealizado por Lucy Fazzio. “Como está tudo muito parado, muita gente não está nem treinando, tive a ideia de organizar esse curso em dois dias. Nunca tínhamos tido algo do gênero na região de Botucatu-Bauru e aproveitamos a proximidade do Marcos Nicolielo em Arealva para programar”, relata.

Com tudo definido e o curso lançado, em um espaço de 15 dias até a data, eles não esperavam uma adesão alta. “Em quatro dias todas as vagas foram preenchidas”, reforça Lucy. Acima de tudo, foi perceptível a evolução das participantes. “Foi muito bacana mesmo. Inclusive, uma moça do Acre, que estava acompanhando uma amiga, fez o curso e foi uma das que mais se destacou”.

Sem dúvida, pode montar novamente, girar corda e amealhar conhecimento deixou as laçadoras animadas e ainda com mais ritmo. Lucy conta que além dessa inscrição de última hora do Acre, receberam não só meninas da região como também de Minas e Paraná. Seguiram, acima de tudo, as normas de segurança como não compartilhar objetos pessoas, entre outras.

Por Luciana Omena
Crédito da foto: Divulgação

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Praticantes do Breakaway Roping não se cansam de lutar pela modalidade

Publicado

⠀em

Praticantes do Breakaway Roping não se cansam de lutar pela modalidade Relativamente a mais nova modalidade entre as praticadas pelo cavalo Quarto de Milha, o Breakaway Roping ganhou mais um reforço

Relativamente a mais nova modalidade entre as praticadas pelo cavalo Quarto de Milha, o Breakaway Roping ganhou mais um reforço

Uma das formas de se fortalecer um esporte, seja qual for, é conseguir uma boa quantia de premiação em provas e finais de campeonatos. Já que é desse modo que os que investem em treinamento obtém uma parte do retorno. Pensando nisso, os praticantes do Breakaway Roping não se cansam de lutar pela modalidade.

Desde o ano passado, as laçadoras podem contar com a parceria da Associação Nacional de Laço Individual. De tal forma que ao participarem de provas oficializadas e se filiarem à entidade concorrem a vagas para a disputa da final Nacional, título de melhor do ano e ainda uma premiação bastante substanciosa.

A formação desse ranking Nacional de Breakaway Roping pela ANLI, entretanto, ganhou um reforço. Após tratativas entre pessoas envolvidas no fomento da modalidade – e ainda em fase de testes – laçadoras que participarem de algumas provas de Laço em Dupla e se filiarem à ANLI terão os resultados dessas provas validados do mesmo modo que em provas oficializadas de Laço Individual.

“É um trabalho de ‘formiguinha’ que costumamos chamar. Mostrar para as duas pontas – provas e laçadoras – a importância da gente fortalecer essa final Nacional, o ranking Nacional. Oportunidade que a ANLI tem dado para o Breakaway Roping. Portanto, estamos sempre em contato não só com os organizadores, bem como com as competidoras”, contam os envolvidos na ação.

A ideia, acima de tudo, é congregar realmente 100% das laçadoras ativas no Brasil todo. Já que existem campeonatos em mais de um estado. Mesmo que os investimentos ainda sejam maiores do que as premiações ofertadas, aderir ao Card da ANLI pode trazer benefícios a médio e longo prazo para a modalidade.

Praticantes do Breakaway Roping não se cansam de lutar pela modalidade Relativamente a mais nova modalidade entre as praticadas pelo cavalo Quarto de Milha, o Breakaway Roping ganhou mais um reforço
Lucy Fazzio

CVLD

Comentamos no começo desse ano que 2020 estava sendo a temporada mais ‘aquecida’ do Breakaway Roping. Visto que muitos eventos e campeonatos introduziram a modalidade em suas programações e as meninas puderam ir a uma prova todo final de semana, o que antes não acontecia.

Contudo, especialmente em São Paulo, onde se concentra o maior contingente de provas e competidores, há algumas regiões com bastante potencial e que os campeonatos parceiros do Breakaway não estão. E pensando nisso que apareceu a ideia de fazer esse ‘meio de campo’ entre a ANLI e algumas provas de Laço em Dupla.

Como o CVLD, em Regente Feijó, na região de Presidente Prudente/SP. Um campeonato grande e forte de Team Roping que deu abertura para que as meninas da região pudessem laçar Breakaway e pontuar para o ranking. Das nove inscritas, três aderiram ao Card.

Quem viu a prova pode ficar feliz, pois a evolução técnica estava a ‘olhos vistos’. Com os incentivos certos, aos poucos, as meninas – em todas as regiões – estão levando ainda mais a sério o esporte, investindo em técnica, cavalos, treinamento. Resultado é um show atrás do outros.

Pela ANLI pontuaram nessa ordem: Betânia Rodrigues (foto de chamada), Lucy Fazzio e Marina Masselli. Entretanto, o resultado geral da prova de Breakway na CVLD foi: Adriele Caroline, Rafaela Costa, Nahydeana Peres, Betânia Rodrigues e Lucy Fazzio.

Outra prova que já fechou a parceria é a CLD, no Rancho WS, na região de Pereiras/SP. Só para ilustrar, a final de Breakway Roping ano passado pela ANLI premiou com R$ 10 mil. E esse valor pode aumentar ainda mais caso o número de filiadas cresça mais ao longo de 2020.

Por Luciana Omena
Crédito da foto: Divulgação/WTR Produções

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Gabriela Savio fala da sua experiência no The American

Publicado

⠀em

Gabriela Savio fala da sua experiência no The American

Atleta brasileira foi convidada para disputar processo inicial da Semifinal de um dos eventos mais cobiçados do meio equestre

A sexta-feira 11 de outubro de 2019 vai ficar marcada na carreira de Gabriela Savio. Foi o dia em que a atleta recebeu convite, durante a Copa dos Campeões da ABQM, para disputar o processo inicial da Semifinal do The American.

Se você não sabe, eu te conto, o The American é um rodeio que paga mais de dois milhões de dólares a um seleto grupo de atletas que consegue se classificar para a disputa.

A laçadora, pioneira em Breakaway Roping no Brasil – e que no dia do convite era a líder do ranking na ABQM – Gabriela Savio é a atual campeã Nacional na modalidade. Acima de tudo, foi justamente o título Nacional que a levou aos Estados Unidos.

“O requisito que usaram para ter uma brasileira de Breakaway Roping na edição 2020 do The American foi convidar a campeã da categoria Aberta do Campeonato Nacional ABQM 2019. Recebi a notícia dessa vaga e foi um choque. Sempre tive o sonho de conhecer e competir no Estados Unidos. E a chance de ir classificada para um dos maiores eventos de lá foi emocionante”, conta.

A modalidade é antiga nos Estados Unidos, mas só agora está ganhando visibilidade nos grandes eventos. Só para ilustrar, a edição 2019 do The American contou, pela primeira vez, com o Breakaway. E foi o maior sucesso de público e entre as laçadoras. A maioria delas veteranas, que sonhava com essa abertura maior para o esporte.

Gabriela Savio fala da sua experiência no The American
Gabriela Savio nos Estados Unidos

Preparativos

Para fazer ‘bonito’ na terra do ‘Tio Sam’, Gabriela Savio intensificou os treinos nos meses que antecederam sua ida para o Texas. “Como corro Três Tambores também, me dediquei muito aos treinos de laço. Treinando não só em animais diferentes, como também laçadas mais rápidas. As meninas lá laçam demais, então coloquei o Breakaway como prioridade no final do ano”.

Dessa forma, Gabi passou uma parte considerável do seu tempo treinando todos os dias, nos animais e no cavalete. Com o intuito de ter a melhor experiência possível dessa oportunidade, ela e a mãe pesquisaram o melhor caminho para enfrentar o que vinha pela frente.

“Pesquisamos muito qual seria a melhor maneira de ir bem estruturada para essa prova. De fato, foram muitas as recomendações até que minha mãe encontrou o Werneck Ranch. Eu não tinha ideia de como seria, mas hoje posso dizer que não existiria opção melhor”, reforça.

Tudo encaminhado, chegou a hora de embarcar. Ao lado da mãe, Gabriela chegou cheia de esperanças e expectativas alguns dias antes. Os preparativos incluíram ainda um tempo de adaptação ao cavalo e de treinos em solo americano. Se você segue ela no Instagram acompanhou praticamente tudo em tempo real.

Gabriela Savio fala da sua experiência no The American
Mezenga, Lucia Savio, Gabi, Fred Werneck e Carol

Primeiros dias

“Chegamos aos Estados Unidos no dia 18 de fevereiro. O Fred Werneck e a Carol nos recepcionaram muito bem. Confesso que me senti parte da família nos dias que fiquei lá”, lembra a atleta que chegou laçando praticamente. Em outras palavras, em uma semana começaria a disputa e ela pretendia finalizar bem tudo que programou.

“No dia seguinte a minha chegada comecei a treinar com a ajuda do Fred. Lá é tudo muito diferente, então precisa mesmo me adaptar antes de ir para pista valendo vaga pro The American. A começar pelo frio, já que pegamos dias de sensação térmica -4°”.

Admirada por muita gente do meio, que se inspira em sua trajetória, Gabi diz que brinca quando as pessoas perguntam a respeito da experiência: “Digo, de brincadeira, que eu descobri lá que eu não sabia laçar (risos)”.

A decisão de chegar um tempo antes para treinar, desse modo, se mostrou acertada. “O Fred mudou muita coisa no meu laço, desde posicionamento , saída de brete , arremesso. Me ensinou a já sair com o primeiro giro preparada para arremessar. Tive muita dificuldade para me encaixar, mas ele é um excelente treinador”, agradece a competidora.

Gabriela Savio fala da sua experiência no The American

Provas

Quem conhece um pouco do dia a dia nos Estados Unidos sabe que existe sempre uma prova atrás da outra. Por isso, logo no primeiro final de semana de Gabriela no Texas, foi laçar em rodeio em Fort Worth, que acontece todas sextas e sábados, “Acertei minha corda, porém o lenço de prendeu na sela e tomei SAT (sem tempo validado). Mas fiz um bom tempo, ficaria entre as dez”.

Em seguida, no outro dia, ela passou por mais aprendizado. “Minha corda demorou muito para estourar, então vi que as meninas cortam as cordas deixando apenas com o tamanho necessário para laçar. Cortei as minhas no mesmo dia!”

Depois da semi em Fort Worth, ela ainda foi a mais três provas, ganhando até uma grana. Marcou 3s1 e ficou com o terceiro lugar no terceiro round na primeira. Em segunda, ganhou o 4D no dia seguinte. Enquanto na terceira oportunidade foi campeã 2D.

“A última prova que fui foi a que mais me surpreendi. Fiz um bezerro de 2s7 e outro de 2s8. Me senti já no nível das meninas de lá e fiquei muito feliz”.

The American

Para chegar a concorrer a o prêmio milionário do The American, os atletas de rodeio têm dois caminhos: serem convidados através do ranking da PRCA ou passarem pela Semifinal. Foi justamente a semi que aconteceu no Cowtown Coliseum, em Fort Worth, Texas, de 24 de fevereiro a 2 de março que Gabi participou.

Com o propósito de qualificar os atletas para a disputa da Semifinal propriamente dita, o regulamento do evento coloca os conjuntos para se apresentaram no Slack (que é uma espécie de preliminar). E depois no Buy Back (para quem não classificou no primeiro dia de Slack).

Uma verdadeira batalha, sem dúvida, se você considerar que no Breakaway Roping 480 laçadoras entraram para o Slack. “Fiquei surpresa com o número de meninas. Se essa quantidade foram só de classificadas para esse evento, imagina quantas mulheres laçam no país?”

Em sua trajetória nessa competição, Gabriela Savio deu barreira (quando o cavalo rompe a barreira antes do boi) durante o Slack. Portanto, precisou arriscar mais no Buy Back. “Tinha que arriscar um tempo de dois segundos baixo e acabei errando”. Mas faz parte do esporte, não é mesmo?

Avaliação

 Para a atleta, foi uma experiência incrível, sem dúvida. “É inexplicável o sentimento de laçar ‘contra’ quase 500 meninas. Foi uma prova muito emocionante e de se encher os olhos. Em medo nenhum de errar, essa foi a melhor experiência que já tive na minha vida”, diz Gabi, que contou com uma torcida grande de brasileiros. 

Passar por algo assim, certamente, transforma um competidor. Muda a rotina, ‘abre a cabeça’ para novas possibilidades e jeito de ver as coisas. Vivenciar experiências fora do mundo que conhece faz crescer. Para ela, mudou muito a forma como vê a modalidade agora.

“Procuro agora treinar meus animais e a mim mesmo da maneira que aprendi lá. Com laçadas mais fortes e rápidas. Vim com muita vontade de incentivar mais ainda essa modalidade aqui no Brasil. Vou marcar cursos e tentar conseguir o maior número de adeptas para o Breakaway”.

Em conclusão, Gabi voltou animada e com o objetivo de se dedicar ao máximo para conseguir se classificar novamente e voltar a disputar o The American. “Se eu tiver chance de ir novamente, quero chegar bem mais preparada ainda. Por fim, não posso encerrar essa entrevista sem agradecer minha mãe pela oportunidade. Me fez crescer muito como competidora. E, claro, ao Werneck Ranch por toda assessoria e aprendizado. Espero voltar em breve.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Breakaway Roping em franco crescimento

Publicado

⠀em

Breakaway Roping inserida na programação do Paulista de Laço Individual

Desde que começou a ser praticada no Brasil, modalidade tem começo de temporada ‘mais aquecido’ de todos os tempos

Quando um atleta opta por uma modalidade, certamente, faz investimentos. Visto que para praticá-la é necessário equipar-se. Dessa forma, no meio equestre isso indica ter cavalo e os cuidados com ele, treinamento e competições.

Para as meninas do Breakaway Roping esse esquema nunca esteve tão bacana como no começo de 2020. Diversas provas e campeonatos inseriram em suas programações a modalidade. Não só ganha o evento, mas também o esporte. Quando mais movimento tiver em torno de tudo, maior benefício para todos.

Para se ter uma ideia, do começo do ano até agora, carnaval, todo o final de final teve prova de Breakway. E em regiões diferentes. Até março, esse ritmo se manterá.

No começo de fevereiro, por exemplo, durante a primeira etapa do Campeonato Paulista de Laço Individual, foram distribuídos para o Breakaway  Roping Feminino R$ 5500,00. E para o Mirim, premiação em dinheiro e brindes.

Pódio Mirim de Mogi

Totalizando dez inscritos se apresentando no CT Fabio Pereira. Mais duas etapas estão confirmadas: 9 de maio e 27 de junho.  Uma das promessas do ano passado, de fato Fabio Pereira, organizador desse campeonato, que acontece no Rancho Tikva, em Mogi Mirim/SP, agregou o Breakaway.  

Leticia Vieira, que mora em Brasília e está despontando na modalidade, ter o Breakaway inserido em um campeonato como o Paulista, é extremamente importante. “E gratificante, também, pois mostra que estamos crescendo e ganhando cada vez mais espaço e incentivo”.

Evolução

Ainda, de acordo com a laçadora, que esteve nessa prova, “a inclusão do Breakaway na ANLI, contando pontos para o Campeonato Nacional, acabou abrindo mais portas para a modalidade nas grandes competições e campeonatos”.

Breakaway Roping inserida na programação do Paulista de Laço Individual
Meninas em Leme

Sem dúvida, essa primeira etapa foi um sucesso. “A prova foi muito bem organizada e com total incentivo por parte dos organizadores. As expectativas para a temporada são as melhores com o aumento do número de competidores e de incentivo às competições”, reforça Letícia.

O primeiro lugar da categoria Feminina ficou para Gabriela Sávio – que acabou de embarcar para os Estados Unidos a fim de competir a semifinal do The American no Breakaway. Segundo lugar para Tânia Alves e Letícia em terceiro. Na Mirim, o pódio ficou assim: Diogo Baldin, Marcus Vinícius, Gabriel Antonelli.

Além das provas do Paulista, o calendário do Breakaway ainda tem etapas na ARLI (junho, agosto e outubro), Copa União (abril, junho e agosto) e ainda em diversas provas filiadas à ANLI em São Paulo, Brasília e Goiânia.

Breakaway Roping inserida na programação do Paulista de Laço Individual
Mirim em Leme

Outras provas

Além disso, outros eventos incluíram o esporte nesse começo de ano. O Campeonato NNPQM, em Araçatuba/SP; e o Mega Calf Roping Rancho São Francisco, em Leme/SP. Laura Ferreira foi a campeã em Leme, enquanto Gabi Savio ficou em segundo lugar. Em seguida, Jessica Aielo em terceiro. Diogo venceu de novo no Mirim, com Gabriel em segundo e Marcus em terceiro.

Já pelo Núcleo Noroeste Paulista Quarto de Milha, Betania Rodrigues ganhou a Aberta e a Amador Feminina. Eles aproveitaram para fazer a segunda etapa no mesmo dia. Samanta Borini levou a Aberta Feminina, enquanto Livia Machi ficou com o título na Amador.

Foram distribuídos em Araçatuba mais de dois mil reais em prêmios, com 100% do arrecadado com as inscrições sendo revertidas para a premiação. “Desde o campeonato passado já havíamos cogitado de incluir o Breakaway na programação. Pois o esporte está crescendo e é uma modalidade focada para as mulheres”, conta Samanta Borini.

Ela explica que a região estava precisando fomentar o Breakway a fim de incentivar quem quer começar. “Sobretudo, dar oportunidade de quem já está no esporte poder fazer prova mais perto de casa. E foram duas provas ótimas nessa primeira etapa do ano. Contamos com iniciantes e competidoras mais experientes. Esperamos crescer mais no decorrer do ano.”

Fique por dentro: @breakaway_roping_brasil.

Por Luciana Omena
Fotos: Cedidas

Veja mais notícias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Breakaway Roping começa temporada com força total

Publicado

⠀em

Breakaway Roping começa temporada com força total

Modalidade busca se firmar ainda mais no Brasil e a expectativa é de um ano melhor do que os anteriores

A 2ª Prova de Team Roping Rancho WS, em Pereiras/SP, inseriu em sua programação o Breakaway Roping. De 31 de janeiro a 2 de fevereiro, reservou o domingo para a disputa entre sete laçadoras. Lucy Fazzio venceu, com três bois laçados, fechando média com 100% de aproveitamento.

“Estou muito feliz de começar o ano com vitória. Dá aquele ‘gás’ a mais para a continuidade da temporada. Eu estava de férias, sem treinar, então esse resultado é uma felicidade”, conta Lucy. O segundo lugar ficou para Mariana Araújo, enquanto Renata Uber ficou em terceiro. As duas com dois acertos.

A premiação dada pelo Rancho WS para o Breakaway foi uma fivela para campeã e troféus para a segunda e terceira colocadas. Esse ano não houve o Team Roping Feminino, contudo aconteceu o Team Roping Mirim, com a presença de 20 inscritos.

De acordo com Lucy, o Breakaway foi um sucesso. “Fora a qualidade que estamos conseguindo ter com as meninas dentro da pista, a evolução de todo mundo, tivemos mais uma vez arquibancada lotada para ver a nossa prova”.

Pódio

Desse modo, a modalidade vai crescendo e seguindo as regras para manter uma evolução constante. Padronizar é importante e novidades estão vindo por ai. “Fizemos essa prova com barreira, por exemplo”, reforça Lucy.

Outro ponto bacana de citar é a aproximação do Breakaway novamente com o Team Roping. Na temporada passada as provas aconteceram quase que 100% junto a eventos de Laço Individual. Poder transitar nos dois universos, atraindo as meninas que acompanham as duas modalidades, é outro ‘pulo do gato’ para esse ano.

Fique por dentro: @breakaway_roping_brasil.

ETR

Ao passo que o evento do Rancho WS também abrigou a quarta etapa ETR da temporada 2020. “Continuamos com o mesmo formato que vem dando certo e já temos 25 etapas fechadas para esse ano. Hoje podemos afirmar q a ETR está em todos os campeonatos de expressão do Laço em Dupla no Brasil”, conta Juliana Balbo.

Os campeões da quarta etapa ETR 2020 foram Felipe Cunha e Rafael Cotini. Na liderança dos rankings, Athos Barone tem R$ 13.870,00 no Laço Cabeça; enquanto Leandro Cesar lidera o Laço Pé com R$ 16.100,00. A ETR já distribuiu até o momento R$ 104.900,00.

“Parabéns aos campeões e obrigado Rancho WS por mais uma etapa concluída.” A próxima etapa ETR será dia 13/02 na CPLD.

Por Luciana Omena
Fotos: Cedidas

Veja mais noticias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo

Breakaway

Laçadoras aproveitam as férias para fazer curso de Breakaway

Publicado

⠀em

Curso de Breakaway bastante aproveitado pelas laçadoras

Gabriela Savio, umas das pioneiras na modalidade, ministrou curso em Brotas/SP, de 10 a 12 de janeiro

O Haras Cowboy do Rei, em Brotas/SP, viveu momentos marcantes nesse começo de 2020. Em outras palavras, uma das pioneiras do Breakaway Roping Feminino no Brasil, Gabriela Savio, ministrou um curso da modalidade.

“O Breakaway Roping está em crescimento aqui no Brasil. E, sem dúvida, quanto mais adeptas conseguirmos para modalidade melhor! As meninas sempre me perguntam no Instagram a respeito de cursos, por isso resolvi montar esse”, conta Gabriela Savio.

Experiente e versátil, Gabi é uma referência no Brasil para o Breakaway. Conta com 17,75 pontos na ABQM na modalidade, por exemplo. Entre os títulos mais recentes, campeã Nacional ABQM na Aberta Feminina 2019.

Curso de Breakaway bastante aproveitado pelas laçadoras Curso de Breakaway bastante aproveitado pelas laçadoras

“Optei por fazer o curso agora, já que o começo de ano é mais tranquilo, não tem tanta prova”. Todavia, Gabi garante: tentará formatar outros ao longo da temporada. Nesta oportunidade compareceram nove meninas, nível iniciante.

“O que mais gostei deste curso é que a maioria nunca havia pego em uma corda. Dessa forma, logo no primeiro dia já estavam batendo cavalete de cima da sela. Todo mundo saiu aqui de casa laçando e foi muito legal”.

Foi o quarto curso ministrado por ela. “Nunca vi um avanço tão grande em pouco tempo como nesse grupo, muita dedicação”. A treinadora conta que nos três dias de curso trabalhou bastante giro, arremesso, posicionamento.

Curso de Breakaway bastante aproveitado pelas laçadoras

“Fiz com elas bastante cavalete do chão e da sela, a famosa ‘panelinha’ no chão que elas odeiam (risos). Também laçada de cima do brete em bezerros de verdade, montadas nos cavalos laçando a vaquinha em várias velocidades. Enfim, fiquei muito satisfeita com o curso!”

Aprendizado

Marcela Soriani, de Uberlândia/MG, está entre as meninas que não tinha nenhuma intimidade com a corda. “O primeiro dia foi aquele desastre. Pensei comigo que se em três dias eu conseguisse acertar o cavalete, já estaria ótimo”, conta.

De acordo com ela, Gabi deixou todo mundo a vontade logo no começo. Deu uma tranquilidade de saber que, como ela, outras meninas também nunca tinham laçado. “A ideia era fazer errado mesmo para que a gente aprendesse. Sem ter vergonha de nada”.

Gabi e Marcela

Surpreendentemente, conforme Marcela mesmo afirma, no final do primeiro dia já estava arriscando as primeiras laçadas. “Em três dias de curso sai de lá laçando a vaquinha montada a cavalo! Sem dúvida, a paciência, atenção e objetividade da Gabi como instrutora foram os diferenciais. Mesmo as meninas estando muito comprometidas com o curso”.

A existência de cursos é importante para o crescimento e fortalecimento do Breakaway Roping. Marcela acredita que toda praticar, para ser bem feita, exige técnica. Não só para o esporte a cavalo, mas também para qualquer outra área da vida.

“Enxergo o curso de Breakaway exatamente assim! Você precisa conhecer a técnica para poder executar da melhor forma possível. Ainda mais o ato de laçar que, a princípio,  é algo muito comum nas fazendas. Todo peão precisa saber laçar, mas laçar Breakaway exige técnica e treino. Dessa forma, só consegue-se atingir com um curso ou instrutor. Além de, indiretamente, profissionalizar e deixar mais competitiva a modalidade!”

Por Luciana Omena
Fotos: Lucas Campos

Veja mais noticias da modalidade Breakaway Roping no portal Cavalus

Continue lendo